Nova ‘demissão premiada’ de Flávio Dino

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Marcos Pacheco, Delma Andrade, Ester Marques, Ednaldo Neves e Áurea Prazeres

O governador Flávio Dino (PCdoB) novamente demite um secretário da pasta e oferece um cargo extraordinário na gestão e como muitos que foram demitidos vai receber aproximadamente salário de R$ 9 mil, afinal emprego não está nada fácil para ninguém.

No dia 7 de abril, havia destacado aqui essas demissões premiadas no governo Flávio Dino.

O caso mais recente é o do ex-secretário Marcos Pacheco demitido hoje. Ele foi demitido por não ter dado conta do recado na Saúde, mas continuará no governo, agora como secretário Extraordinário de Articulação de Políticas Públicas.

O primeiro caso foi da professora Ester Marques demitida da Secretaria da Cultura após muita confusão. Ela é hoje assessora especial para tratar do PAC. Depois veio a demissão do adjunto da Secretaria de Infraestrutura, Ednaldo Neves que também virou assessor especial.

No mês de março deste ano, Flávio Dino exonerou Áurea Prazeres da Secretaria de Educação e ganhou mais uma assessora especial.

O último caso tinha sido o da ex-secretária de Turismo e agora adjunta de Cultura e Turismo, Delma Andrade que passa a ser assessora especial em Brasília para fomentar a Rota das Emoções.

Além desses, Paulo Guilherme que foi exonerado da CCL e Fortunato Macedo, da Agerp, também assumiram cargo na assessoria especial de Flávio Dino.

Assim, o governador vai criando cargos e mantendo salários de gestores que foram demitidos em sua gestão.

Um a um…

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Demissões premiadas no governo Flávio Dino

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demitidos

Um fato tem se tornado comum no governo do Maranhão desde que o governador Flávio Dino (PCdoB) assumiu o cargo em janeiro de 2015. Eleito com um discurso de austeridade e transparência, Flávio Dino parece ter esquecido bem rápido tudo aquilo que prometeu fazer diferente.

Passados um ano e quatro meses, o governo Flávio Dino tem “premiado” alguns secretários e adjuntos que foram exonerados por não terem rendido aquilo que o chefe esperava.

Pelo menos quatro casos chamam atenção e em todos, os demitidos continuam no governo, mas como assessores especiais de Flávio Dino com salários de aproximadamente R$ 9 mil mensais.

O primeiro caso é o da professora Ester Marques demitida da Secretaria da Cultura após muita confusão. Ela é hoje assessora especial para tratar do PAC. Depois veio a demissão do adjunto da Secretaria de Infraestrutura, Ednaldo Neves que virou assessor especial não se sabe onde.

No mês passado, Flávio Dino exonerou Áurea Prazeres da Secretaria de Educação e ganhou mais uma assessora especial. O caso mais novo é da ex-secretária de Turismo e agora adjunta de Cultura e Turismo, Delma Andrade que passa a ser assessora especial em Brasília para fomentar a Rota das Emoções.

Esses quatro casos são exemplos de secretários demitidos e premiados pelo governador Flávio Dino e esse é sem dúvida o melhor negócio neste governo, afinal quem é demitido continua recebendo como prêmio o seu salário normalmente.

Sem dúvida alguma esse é um péssimo exemplo que o governador Flávio Dino dá aos maranhenses.

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Mudar ou continuar errando

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JoaquimHaickel

Por Joaquim Haickel

Normalmente publico meus textos aos domingos, aqui mesmo nesta página de opinião, mas, excepcionalmente, porque a ocasião requer, o faço nesta quarta-feira, 29 de julho, pois soube que na tarde deste dia um grupo de jovens artistas estará se reunindo na Fonte do Ribeirão para fazer uma manifestação, ordeira e pacífica, contrária à permanência da secretária de Cultura Ester Marques, frente aos destinos da pasta em nosso Estado.

Não obstante, depois deste meu texto, a minha “amiga” secretária de Cultura do Estado, Ester Marques, vai ficar me devendo um favor impagável, pois se é verdade que ela está prestes a ser substituída no comando do órgão gestor da cultura do Maranhão, depois que o governador Flávio Dino e outros importantes membros do governo lerem o que a seguir direi, ela não sairá tão cedo da SECMA.

Ao que tudo indica, ou pelo menos segundo dizem algumas pessoas ligadas ao governo, Ester Marques só ainda não saiu porque a mídia sarneyzista não para de dizer que ela precisa ser substituída, por estar fazendo uma gestão desastrosa ou pior ainda, uma gestão inócua, ineficaz e ineficiente. O que tem acontecido é que se a mídia diz uma coisa, o governo faz exatamente o oposto, para se afirmar como independente e não manipulável.

Então vou fazer o inverso: nunca antes na história de nosso Estado tivemos uma gestão tão maravilhosa, tão eficiente, eficaz e efetivamente realizadora quanto esta. Nem Padilha, que é músico, nem Bucão que é poeta e muito menos Olga que era uma espécie de coringa de Roseana fizeram tanto pela cultura de nosso Estado em todas as suas gestões reunidas que a atual secretária em apenas sete meses.

Nunca antes tivemos pessoas tão equilibradas, ponderadas, de visão tão aberta e voltadas para os rumos e os melhores caminhos de nossas artes e manifestações culturais.

Agora falando sério: antes de assumir a SECMA, Ester era minha amiga, conversávamos sobre cultura, filosofia, tínhamos um ótimo relacionamento… Desde que assumiu o cargo parece que algo mudou, tornou-se uma pessoa ainda mais difícil, distante, cheia de firulas policialescas e politizadas…

O que tem acontecido é que tanto ela quanto seus assessores tem destratado a classe artística de maneira geral, mais especificamente de maneira política, como se a arte e a cultura tivessem partidos. Fazem isso na tentativa de agradar ao poder, coisa que tenho certeza, não foi requisitada pelos poderosos, a menos que eles sejam tolos, infantis e burros, pois nesse setor da administração pública, política partidária não deve e não pode entrar.

Um destacado colaborador seu, funcionário do governo federal, que passou seis meses trabalhando na SECMA a partir das 17 horas, depois de seu expediente normal, desacatou um artista que contestou algumas informações e dados sobre a lei de incentivo a cultura. A própria secretária indagada sobre a lei, disse a um grupo de produtores culturais que a lei era muito ruim e que precisava ser mudada, quando disseram a ela que ela mesma fez parte da comissão responsável pela seleção dos projetos, durante três anos, ela desconversou e deu mais uma desculpa esfarrapada.

Só há duas coisas boas na SECMA atualmente, alguns funcionários de carreira que não a deixam parar e a dra. Caroline Veloso, que mesmo sem nenhuma experiência, atende as pessoas com gentileza e presteza, mesmo que com uma desconfiança assustadora, marca que parece ser de todo o Governo.

Minha paciência para com Ester se esgotou bem depois do chá de cadeira de quatro horas que ela me deu. Resolvi esquece-la quando soube, de fonte segura, que uma vez quando liguei para ela, esta fez um gesto de repulsa e nojo referente a mim. Memória e dignidade não é coisa que todo mundo tenha.

Por isso é que suplico para que a secretária de Cultura do Maranhão não seja substituída. Senhor governador, não tire a secretária de Cultura, pois ela tem feito um excelente trabalho. Todos que pedem a sua saída, o fazem por terem algum interesse contrariado. Os oposicionistas a seu governo querem que o senhor a substitua para depois dizerem que o senhor é fraco, que é manipulável, que lhe pautam. Todos só querem o pior para seu governo. Não se deixe influenciar por essa gente que só quer o mal do Maranhão, que passou 50 anos se aproveitando das benesses do Estado.

Voltando a falar sério agora. O que os produtores culturais poderiam ter contra Ester, que não o tivessem mais ainda contra Olga, que é mais corpo estranho que esta, que nada sabia de cultura maranhense!? Pensem! Há algo de muito errado nisso.

Sei que ficaria ruim para o governo substituir um secretário com menos de três meses de administração, mas com sete, já dá para saber que não adianta insistir!

É uma pena que depois de hoje vá ter perdido uma amiga que me era cara, de quem gostava muito, mas foi ela quem quis assim.

Foto: Zeca Soares

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Mudanças no Carnaval

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MarlonBotaoO presidente da Fundação Municipal de Cultura, Marlon Botão disse que realizará um seminário com todos os segmentos envolvidos com o Carnaval para planejar o evento em 2016. “Será realizado este ano, também, uma parceria entre Prefeitura e Estado na organização deste planejamento”, disse.

Marlon Botão revelou que, para 2016, há projetos de uma confluência mais significativa no sentido de estender a participação popular e de fortalecer o circuito com o objetivo de projetar nacionalmente o carnaval de São Luís.

Segundo Marlon Botão, as principais novidades serão a realização do carnaval de dia e também na região litorânea. Os leitores deste blog sabem que venho discutindo o assunto aqui nos últimos anos. Dessa forma acho que começaremos a ter condições de competir com o carnaval em outras capitais do país. Mas além dessa modificação que considero muito importante é necessário também pensar numa programação atrativa.

“O governador Flávio Dino lançou um desafio a mim e à secretária estadual de cultura, Ester Marques, para que a programação do carnaval de 2016 aconteça durante todo o dia, com atividades pela manhã na região litorânea da cidade. Sabemos que isso é possível e iremos trabalhar um planejamento que viabilize esse projeto, pois sabemos que a população de São Luís é foliã por natureza”, afirmou.

Vamos esperar!!!

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Secretários na corda bamba

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FlavioDino1

O fim da folia de Momo poderá representar, também, o fim do projeto de pelo menos dois secretários do governo Flávio Dino (PCdoB): Marcos Pacheco, na Saúde, e Ester Marques, na Cultura. O próprio Dino já marcou reunião com a titular da Cultura, Ester Marques, com quem discutirá as questões políticas da pasta, após demissão de todos os indicados pelo PPS.

No caso do secretário de Saúde, é o próprio Marcos Pacheco quem se mostra pouco à vontade no cargo, e deve pedir para sair, também após o Carnaval. No caso de Ester Marques, Flávio Dino já disse a ela que o cargo pertence ao PPS, fruto de articulação política garantida ainda na campanha eleitoral e que dá a garantia de governabilidade ao novo governo. Dino não pretende indispor-se com nenhum partido de sua base de aliança até as eleições de 2016. E o PPS deixa claro que quer ocupar plenamente os espaços destinados à legenda no governo.

A situação de Marcos Pacheco envolve questões pessoais. Médico atuante no estado, Pacheco demonstra-se pouco afeito às questiúnculas que envolvem o gigantesco Sistema Estadual de Saúde, que mobiliza não só questões técnicas, mas também forte pressão política. São dezenas de hospitais, unidades de pronto atendimento, postos de saúde, clínicas e convênios em todo o Maranhão, sendo necessária a absoluta autonomia do gestor da SES para gerenciá-lo. Mas, segundo apurou a coluna, o atual secretário tem dificuldades até para nomear diretores em vários municípios, por falta de autonomia no comando da pasta.

Para completar, o governador Flávio Dino nomeou como adjunta da SES ninguém menos que a odontóloga Rosângela Curado, com larga experiência na gestão da Saúde em vários municípios. Além disso, Curado tem forte apoio partidário no PDT e se relaciona com representantes da classe política de várias correntes e partidos, o que lhe dá forte autonomia no gerenciamento do setor. A pedetista é uma sombra na gestão de Marcos Pacheco, e ele já percebeu isso. Flávio Dino, portanto, só aguarda a folia passar para tomar as primeiras medidas de correção de rumos em seu secretariado. O que pode resultar, sem dúvidas, nas primeiras trocas, menos de dois meses de assumir o governo.

Coluna Estado Maior/ O Estado

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Blocão dos excluídos

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Carnaval

A Secretaria de Estado da Cultura (Secma) convocou os artistas excluídos da programação do Governo do Maranhão deste ano para uma reunião, que acontecerá às 16h de hoje no auditório do Centro de Cultura Popular (na Rua do Giz). De acordo com a direção da Secma, o objetivo do encontro é estabelecer, além de políticas públicas voltadas para a cultura, uma série de eventos, nos próximos meses, com a participação dos que estarão ausentes da folia momesca este ano.

A pasta não informou, até o início da noite de ontem, a quantidade de artistas que confirmaram presença na reunião. Esta será a primeira tentativa de reunião entre Secma e os artistas ausentes da programação. A pasta também confirmou que, desde a semana passada, e-mails foram encaminhados para os artistas, informando-os da exclusão da festa.

Em entrevista a O Estado na sexta-feira (30), a secretária titular da Secma, Ester Marques, confirmou – sem citar nomes – que grande parte dos mais de 100 artistas que integravam a programação do Carnaval do Maranhão foi retirada da festa este ano por motivos financeiros. “Tivemos que fazer o que foi possível, com base na realidade do Maranhão. Mesmo assim, a população poderá ficar tranquila que a festa ocorrerá e valorizará o que há de melhor na cultura local”, disse a titular da pasta.

Na lista dos artistas que ficaram fora do Carnaval estão: Adão Camilo, Ópera Produção, Alberto Trabulsi, Angela Gullar, Coqueiro da Ilha, Célia Leite, Celso Reis, Grupo Quê de Arte, Aquarela Brasileira, Quirino do Cavaco, Nivaldo Santos Produções, Kosta Netto, Chico Nô, Carlos Berg, Chico Saldanha, Celso Reis, Aranha Keneddy, Cesar nascimento, Tutuca Viana, Flávia Bitencourt, Djalma Chaves, Eugênia Miranda, Luis Carlos Dias, Zé Lopes, Edilson Gusmão, Fernando de Carvalho, Manuel Baião de Dois, Sambaceuma, Gil Estrela, jacimarry, Smith Junior, Edinho Sales, Makarrão, Guilherme Junior, Nosly, Sarah di Fátima, Walber Pessoa, Betto Pereira, Gerude, Companhia Barrica (Bicho Terra), Wellington Reis, Erasmo Dibel e Fábio Sodré.

O Estado

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Crise na Cultura

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ElizianeGamaEsterMarques

A Executiva Estadual do Partido Popular Socialista (PPS) divulgou nota pública, nesta quinta-feira (29), onde se posiciona sobre a crise envolvendo a secretária de Cultura, Ester Marques e a deputada Federal Eliziane Gama.

Segundo a nota, os problemas gerados na Secretaria de Estado da Cultura não partiram do PPS. Em momento algum, a direção partidária fez qualquer indicação ou ação que pudesse contrariar o interesse público, a moralidade administrativa e os princípios éticos que são tão combativamente defendidos pelo Partido.

“Diante da evidência de uma orquestração que tenta desqualificar o Partido Popular Socialista junto à opinião pública, fato este até criminoso, que esconde interesses não revelados que estão para além do presente, o PPS mesmo tendo feito anteriormente a indicação da titular da Secretaria de Estado da Cultura, declara não ser mais responsável por esta”, diz a nota.

E finaliza desejando que o Governador Flávio Dino promova o diálogo com as forças políticas que contribuíram para sua vitória e que possa realizar as mudanças tão sonhadas pelo povo do Maranhão.

Veja a nota na íntegra:

Em razão das informações infundadas e plantadas diariamente na imprensa e nas redes sociais sobre a relação entre o comando do Partido Popular Socialista – PPS, a Secretaria de Estado da Cultura e o Governo do Estado do Maranhão, envolvendo, sobretudo, a sua maior liderança maranhense, a Deputada Federal Eliziane Gama, temos o dever de esclarecer que:

O Partido ao longo de sua trajetória sempre pautou sua atuação na defesa da ética na política, na defesa dos direitos humanos e na luta pela igualdade social.

Nossa bandeira está historicamente registrada com a nossa participação em todas as lutas lideradas por Maria Aragão, William Moreira Lima, o ex-governador Jackson Lago e o atual governador Flávio Dino, em favor de um Maranhão mais justo e igualitário para todos os maranhenses.

O PPS sempre buscou a unidade das forças de oposição, renunciando inclusive a uma candidatura própria no pleito passado em favor da unidade das oposições, por compreender a necessidade de uma ação conjunta de todas as forças políticas progressistas em favor de outro modelo de desenvolvimento que combata o atraso, a corrupção e o “patrimonialismo” que é fruto das velhas práticas políticas entranhadas nas estruturas do Estado.

Desse modo, o Partido Popular Socialista repudia de modo veemente a sórdida tentativa de desqualificação intelectual, moral e religiosa de seus quadros e militantes, pois o PPS detém entre seus membros, pessoas com inquestionável formação técnica e política, aptas ao exercício de qualquer função pública, todas comprovadamente qualificadas pelos órgãos de controle.

Os problemas gerados na Secretaria de Estado da Cultura não partiram do PPS. Em momento algum, a direção partidária fez qualquer indicação ou ação que pudesse contrariar o interesse público, a moralidade administrativa e os princípios éticos que são tão combativamente defendidos pelo Partido. Nem tampouco, se tentou aparelhar a instituição pública ou mesmo se utilizar de suas estruturas em favor de qualquer segmento religioso. Não é da tradição do PPS o aparelhamento da máquina pública, prática que sempre combatemos de modo veemente.

Diante da evidência de uma orquestração que tenta desqualificar o Partido Popular Socialista junto à opinião pública, fato este até criminoso, que esconde interesses não revelados que estão para além do presente, o PPS mesmo tendo feito anteriormente a indicação da titular da Secretaria de Estado da Cultura, declara não ser mais responsável por esta.

O PPS deseja que o Governador Flávio Dino promova o diálogo com as forças políticas que contribuíram para sua vitória e que possa realizar as mudanças tão sonhadas pelo povo do Maranhão.

Executiva Estadual do PPS

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Postura coerente

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Por Diego Emir

Nos últimos dias, uma crise se instalou no governo estadual. Na secretaria de Cultura, a titular Ester Marques, professora universitária de carreira, vinha sendo assediada pela deputada estadual Eliziane Gama (PPS), que foi responsável pela indicação. Ester que não é política e muito menos uma qualquer, obviamente não aceitou a postura imposta pela parlamentar e começou a agir.

Na última semana, a secretária de Cultura, determinou a exoneração de um dos seus adjuntos, o Gleydson Brito, que também era indicação de Eliziane. Essa decisão, irritou profundamente Eliziane Gama.

Diante dessa postura, a presidente do PPS começou a recorrer a membros do executivo, exigindo uma postura contra o que Ester estava fazendo, inclusive uma conversa com o governador Flávio Dino (PCdoB), queria para esta segunda-feira (26).

Ester não se abalou com os movimentos e manteve sua postura, inclusive chegam informações que partem dela o ultimato, sobre a tentativa intromissão de Eliziane Gama na pasta.

Desde que foi escolhida para ser secretária de Cultura, Ester Marques vem sendo atacado e acusada de ser uma sarneysta intrusa no governo comunista. A professora de Comunicação Social da UFMA, sempre manteve uma postura decente e respondeu aos ataques com a sabedoria do silêncio e o trabalho.

As vésperas do Carnaval, por questões políticas e eleitoreiras, Eliziane Gama insatisfeita com a postura de Ester, tenta tumultuar os primeiros 30 dias do governo de Flávio Dino.

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Ester na Cultura

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EsterMarques

O governador eleito Flávio Dino segue com a composição de sua equipe de trabalho. A professora Ester Marques foi anunciada na manhã desta terça-feira (11) para assumir a Secretaria de Cultura a partir de 1º de janeiro.

Ester Marques assumirá a Secretaria de Cultura com o objetivo de implementar compromissos assumidos pelo Programa de Governo apresentado por Flávio Dino, como a expansão de estruturas adequadas para atividades culturais em municípios maranhenses e também do Programa Pontos de Cultura, do Governo Federal, democratizando o apoio financeiro e técnico aos grupos culturais.

Ester Marques é professora do Departamento de Comunicação da UFMA, formada em Comunicação, com mestrado em Comunicação e Cultura pela UNB e está concluindo o doutorado em Ciências da Comunicação.

É do Conselho Estadual de Cultura, da Comissão de Análise de Projetos da Lei de Incentivo da Cultura. Coordenou como analista técnica o Plano Estadual de Cultura.

É também produtora cultural e membro da Comissão Maranhense de Folclore. Foi diretora geral do Sesc no Maranhão. Desde 2012, é assessora de Comunicação da UFMA.

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