Hildo Rocha reforça pleitos para as estradas federais

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O deputado federal Hildo Rocha e o prefeito de Buriticupu, Zé Gomes, foram recebidos pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em audiência que teve como pauta questões referentes às rodovias federais do Maranhão. (Clique aqui e veja o vídeo).

A situação da BR-222, no trecho urbano de Buriticupu foi um dos assuntos discutidos. “Grandes erosões avançam rápido ameaçando a integridade da rodovia e causando perigos para os usuários e para a população em geral. Essa situação preocupa o prefeito. Nós solicitamos apoio do ministro a fim de resolver essa questão, explicou Hildo Rocha.

Ainda com relação à BR-222, o deputado ressaltou que o trecho de Buriticupu até Miranda do Norte está muito ruim. “Tem muitos buracos, precisa urgentemente de recuperação. O ministro disse que irá adotar as medidas necessárias para resolver a situação”, declarou o deputado.

Rocha aproveitou o encontro para reforçar as cobranças que tem feito ao ministro e agradeceu por algumas ações que já estão em andamento. “A restauração da BR-135, no trecho entre Matões do Norte e Caxuxa, já está sendo realizada. O ministro Tarcísio atendeu o meu pedido, agradeci pelo esforço, pela boa vontade que ele tem demonstrado em ralação aos pleitos do povo maranhense que tenho insistentemente levado ao Ministério que ele comanda”, destacou o deputado.

Embora tenha elogiado a atitude do ministro Tarcísio de Freitas, Hildo Rocha reclamou do ritmo das obras. “Está muito lenta. Solicitei ao ministro que intensifique os trabalhos, que coloque novas frentes de trabalho a fim de dar celeridade aos trabalhos da restauração da BR 135”, assinalou o parlamentar.

Outra ação do Ministro, que Hildo Rocha elogiou, diz respeito ao início das obras de recuperação da BR-226, no trecho entre Grajaú e Presidente Dutra. “Há muito tempo esperávamos por ações naquela rodovia. Graças aos insistentes apelos que tenho feito os serviços foram iniciados”, declarou Hildo Rocha.

Rocha comemorou o início da execução de drenagem profunda na BR-230, no trecho urbano de Estreito. “O ministro falou que, finalmente, foi iniciado o serviço drenagem que é fundamental para acabar com o alagamento das casas e comércios localizados nas proximidades da BR-230. O prefeito Cicin está satisfeito com essa ação do governo federal e toda a população de Estreito também. Eu fiquei alegre e manifestei ao ministro a nossa felicidade por mais uma iniciativa que vem ao encontro dos anseios do povo maranhense que represento no congresso nacional”, afirmou Hildo Rocha.

Foto: Divulgação

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Prefeitura recupera estradas vicinais em Santa Rita

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A Prefeitura de Santa Rita iniciou o trabalho de recuperação das estradas vicinais, após o término do período chuvoso que castigou muito as vias que ligam os povoados do município. O trabalho vem sendo feito em um ritmo acelerado para que possa ser garantido a boa trafegabilidade de veículos e evitar o isolamento de comunidades.

Os primeiros serviços foram realizados na Estrada da Mata a Oiteiro dos Pires, depois entre os povoados Fernandinho, Sítio do Meio e Campina, Veneza e Santiago e por último foi concluído o trabalho de recuperação de várias estradas nos distritos conhecidos como do “Outro lado do Rio”.

O prefeito Hilton Gonçalo tem a concepção de que manter a estradas em boa trafegabilidade é fundamental para escoamento da produção agrícola, pecuária e pesqueira do municipio. Vale lembrar que Santa Rita tem exportado de forma corriqueira, toneladas de mandioca para a produção da cerveja Magnífica da empresa Ambev. Além disso, a cidade tem desenvolvido um grande potencial na piscicultura, o que tem elevado a demanda pela busca de peixes na região.

Todo serviço vem sendo feito através de maquinário próprio e dos recém-adquiridos através de um convênio com a Codevasf.

Foto: Divulgação

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Bancada discute situação de estradas com o Dnit

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Nesta quarta-feira (29), a bancada federal do Maranhão esteve reunida com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), general Santos Filho, para discutir a situação das estradas federais do Estado. O encontro foi considerado positivo pelo coordenador da bancada maranhense, deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA), que voltou a cobrar a conclusão da obra da BR-135.

“Essa questão da BR-135 sempre foi um ponto que a bancada vem cobrando muito veementemente. Houve um avanço no distrato e, brevemente, o Exército possivelmente estará assumindo a recuperação daquele primeiro trecho”, afirmou Juscelino Filho.

Além da conclusão da obra da BR-135, os parlamentares também trataram sobre a pavimentação e o contorno de Timon, na BR-226 e na BR-316, além da adequação de travessia urbana em Imperatriz (BR-010).

“A bancada está à disposição no que tiver ao nosso alcance para dar contribuição com o órgão para que seja recomposto esse orçamento de manutenção da nossa malha viária e a conclusão dessas obras que estão em andamento. Isso é muito importante. Temos que concluir essas obras. Não adianta estarmos pensando em novas e esquecendo as que estão aí. A bancada está à disposição para dar esse suporte na construção do orçamento de 2020”, explicou o deputado.

Durante a reunião, o DNIT também apresentou ações para o setor aquaviário. Dentre as ações, destaque para a manutenção do IP4 de Turiaçu, execução de serviços de dragagem no Rio Mearim e a desobstrução do leito da Hidrovia do Parnaíba.

“Conseguimos, após a reunião de hoje, atingir o nosso objetivo que é, principalmente, integrar um pouco mais o DNIT com as bancadas. É fundamental fazermos uma prestação de contas daquilo que a Autarquia está fazendo e até planejarmos, em conjunto, o ano que vem”, analisou o diretor-geral do DNIT, general Santos Filho.

Foto: Divulgação

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Mais do mesmo

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Os deputados estaduais tiveram a oportunidade de demonstrar que esta legislatura teria uma postura diferente da anterior, que se voltou mais aos interesses políticos de grupos do que às necessidades e demandas da sociedade.

No entanto, os fatos mostram que o cenário de agora é o “mais do mesmo”.

Exemplo? Na sessão de ontem, na Assembleia Legislativa, a maioria dos deputados decidiu barrar a convocação do secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto, para que explicações fossem dadas sobre as estradas do Maranhão.

É uma demonstração clara de que os parlamentares (governistas, diga-se) estão mais preocupados em trabalhar em prol de um grupo político e não a favor dos interesses da população.

Se obras foram feitas e, em pouco tempo estão com sérios problemas estruturais, é necessário que o gestor responsável pela contratação de empresas para a realização dos serviços explique o que aconteceu.

É preciso que sejam prestadas contas do dinheiro público aplicado em obras de baixa qualidade. É importante saber quem vai se responsabilizar pelos problemas nas estradas e se as empresas voltarão para consertar o serviço malfeito.

As explicações são para a sociedade. A prestação de contas é com o contribuinte. Mas os deputados da base optaram por deixar de lado suas funções de representante da população e de fiscalizador do Poder Executivo

É a política, pesando mais que os interesses do povo. Uma pena!

Colocando moral 

O deputado Rafael Leitoa (PDT) resolveu mostrar aos colegas de parlamento sua autoridade como líder do governo Flávio Dino na Assembleia Legislativa.

O também deputado Felipe dos Pneus (PRTB) iniciou uma negociação para que o secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto, fosse prestar esclarecimentos na Comissão de Obras e Serviços Públicos e dessa forma eliminaria a necessidade de convocação do gestor.

No entanto, Felipe não combinou nada com Leitoa, que cortou imediatamente a possibilidade de qualquer negociação.

Rejeição 

Além de desautorizar o aliado, Rafael Leitoa pediu a inclusão do requerimento de convocação de Clayton Noleto na pauta, para que fosse votado, e orientou a base a rejeitar o pedido.

Sentindo o peso de um representante do Palácio dos Leões na Assembleia, Felipe dos Pneus não somente recuou de sua tentativa de negociar com a oposição como votou contra a convocação do secretário.

No fim de tudo, a base governista afastou qualquer possibilidade de convocação de Noleto.

Estado Maior

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Thaiza pede ao governo melhorias em estradas

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A deputada estadual Dra. Thaiza Hortegal (PP) usou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (14) para pedir ao governador Flávio Dino atenção sobre as condições da MA-006, no trecho entre Pinheiro e Pedro do Rosário, onde se forma crateras e tem risco iminente de ficar interditada para o tráfego. Incialmente, a parlamentar ressaltou o empenho da Sinfra no trabalho de recuperação de estradas maranhenses.

“Sei do importante trabalho que o estado vem desempenhando, se esforçando além do possível para atender a vasta extensão de rodovias estaduais que carecem de melhorias, como a MA-006. O governo já recuperou o trecho entre Arame e Grajaú, já recuperou de Pedro Rosário até a saída da BR-316, beneficiou ainda trechos na região sul do estado, alcançando Balsas, Fortaleza dos Nogueiras e Formosa da Serra Negra. Quero agora ressaltar o trecho entre Pinheiro e Pedro do Rosário, que estão em péssimas condições. Tive a informação do risco de se abrir uma cratera e ela ficar interditada, fora os riscos de assaltos e acidentes que ocorrem na região”, explicou a deputada.

A parlamentar fez em fevereiro a Indicação solicitando as melhorias não apenas da MA-006, mas também da MA-014 e da BR-222, neste último caso encaminhada ao DNIT, órgão responsável pelas estradas federais. O trecho da MA-014, entre Matinha e Pinheiro, foi destacado pela deputada também no discurso de hoje.

“Os profissionais que percorrem esse trecho — a gente sabe que na nossa região são muitos concursados dos municípios vizinhos — já não conseguem fazer esse percurso. Está se tornando um tráfego de grande lentidão. E com isso a gente pede a atenção especial do Governador Flávio Dino, do Secretário de Infraestrutura Clayton Noleto, para que se dê realmente um apoio viabilizando a recuperação dessas MA’s”, disse Dra. Thaiza.

Foto: Divulgação

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Caminhões e estradas

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Por José Sarney

Em matéria de greve ninguém tem mais experiência que eu. Não em fazê-las, mas a de conviver com elas. Quando fui presidente da República enfrentei doze mil e tantas greves — o número exato deve estar nos arquivos da Abin, que sucedeu ao SNI do meu tempo.

Noventa por cento delas de caráter político, pois tinham a finalidade de desestabilizar o governo, por sua investidura com a morte, sempre lamentada, de Tancredo Neves. O momento era difícil, pois era um período de transição de regime autoritário para os ventos da liberdade de uma democracia plena.

Sabe Deus o que me custou lidar com elas. Forças políticas e setores do poder econômico não admitiam que tivéssemos sucesso e buscavam o caos, com vistas em minha deposição. Mas, com as virtudes da paciência quase bíblica, venci essas agruras, a democracia não morreu em minhas mãos e entreguei o País democratizado, com o fim do militarismo (que por definição é agregação de poder político ao poder militar) e vivemos estes anos de absoluta liberdade, eleições livres, alternância de poder e a cidadania forte.

Agora vemos o quanto de perplexidade e incerteza vive o País com a paralização das estradas e, como consequência, o fim do abastecimento.

Tenho sido profeta, embora melhor seria que não o fosse. Condenei a Constituição de 1988 dizendo que o País ia ficar ingovernável. E ficou. Condenei esse modelo rodoviário, com o sucateamento das estradas de ferro e a resistência de um País tão cheio de rios navegáveis às hidrovias. Contra minha opinião a Constituinte acabou com o Fundo Rodoviário Nacional, e os recursos que o constituíam foram transferidos para o ICMS, com a destinação em grande parte para a ação política.

Recebi um boné de ferroviário quando preguei e fiz um plano para implantação de ferrovias no país. Quis fazer a Norte-Sul, mas não deixaram, e Lula muitas vezes penitenciou-se por combatê-la — e a fez. Conclui a Estrada do Aço e a inaugurei. Tentei fazer a Leste-Oeste, ligando Mato Grosso aos portos de nossa Costa, e deixar uma rede ferroviária que pudesse ser operada mais barato e diminuir nossa dependência do petróleo. Não deixaram. Quase me matam, tantas críticas e resistências!

No Maranhão salvei a ferrovia São Luís-Teresina dos planos de Geipot — o Grupo Executivo de Integração da Política de Transporte, que a partir de 1965 comandou o setor na área federal — de erradicação das estradas deficitárias, como fizeram no Pará com a Bragantina (Belém-Bragança). E ela sobreviveu e leva combustível para todo o Meio Norte, até ao Ceará.

Agora estamos vivendo os efeitos dessa falta. Na raiz dessa grande e até agora não resolvida crise está a vulnerabilidade de nossa malha de transporte, a totalmente estrangulada malha rodoviária e a ausência de redes ferroviária e hidroviária. Somos totalmente dependentes dessas estradas rodoviárias sempre estragadas e sobrecarregadas. Disse que isso ia acontecer e aconteceu.

Restou-me apenas o boné que os ferroviários de deram, como sendo o “Presidente Ferroviário”.

Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

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Caminhoneiros mantêm bloqueio de estradas no MA

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Apesar de acordo do governo com os caminhoneiros ocorrido na quinta-feira (24) onde foi proposto a suspensão da greve da categoria no país, 14 trechos de rodovias federais no Maranhão permanecem bloqueadas. Os caminhoneiros no estado decidiram continuar em greve e não aceitaram a proposta.

Veja os pontos de protestos de caminhoneiros nas BRs do Maranhão:

  • Imperatriz: Km 246 da BR-010
  • Cidelândia: Km 299,5 da BR-010
  • Estreito: Km 131 da BR-010
  • Balsas: Paralisação ocorre nos Kms 396 e 406 da BR-230
  • Caxias: Km 544 da BR-316
  • São Domingos do Azeitão: Km 216 da BR-230
  • São Luís: Kms 2, 5 e 6 e 16,2 da BR-135
  • Grajaú: Km 413 da BR-226
  • Açailândia: Acontece na localidade Pequiá na BR-222
  • Bacabeira: Km 46 da BR-135

A greve dos caminhoneiros que já entra pelo quinto dia consecutivo já causou reflexos em vários segmentos no estado. A paralisação é devido a alta do óleo diesel. Os atos dos caminhoneiros foram iniciados na segunda-feira (21).

Em São Luís, por exemplo, vários postos já não possuem combustível. A falta de gasolina e diesel na cidade é uma consequência direta do bloqueio no transporte do combustível pela BR-135 e pela Vila Maranhão, que dá acesso ao Porto do Itaqui. Em outras cidades do Maranhão também há registros de escassez do produto em alguns postos.

Por falta do combustível, o Sindicado das Empresas de Transporte de São Luís (SET) decidiu disponibilizar aos usuários do transporte público da capital apenas 50% da frota. De acordo com o SET, a medida visa garantir um atendimento mínimo na cidade por conta da falta de combustível.

O protesto dos caminhoneiros também já gerou reflexos no setor alimentício. De acordo com o presidente da Ceasa, Milton Gadelha, a expectativa é que a partir desta sexta-feira (25), os produtos considerados essenciais aos consumidores como tomate, cebola e batata comecem a faltar nas prateleiras e que na segunda, não tenha mais produtos que possam ser revendidos aos supermercados da capital.

Fotos: Biné Morais e Diego Chaves/ O Estado

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Chuvas pioram estradas no Sul do Maranhão

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Após as chuvas dos últimos dias, as condições das estradas usadas para escoamento da produção agrícola no sul do Maranhão pioraram.

Localizada entre Balsas, no Maranhão, e Ribeiro Gonçalves, no Piauí, o trecho da BR-324 possui 117 quilômetros e um movimento intenso de caminhões. A estrada nunca foi asfaltada é um desafio para os motoristas, principalmente no período chuvoso.

Nesse ponto os veículos estão terminando de transportar a safra colhida no primeiro semestre na região conhecida como “Ilha de Balsas”. De acordo com o caminhoneiro João Mateus, o percurso é longo e as condições da pista tornam a viagem perigosa.

“São três horas de viagem de lá pra cá. 60 Km. É para acabar, viu? Ai é rodar ligeiro, quebra com o carro… Aí o trem fica feio”, reclamou o caminhoneiro.

No trecho entre Balsas e Alto Parnaíba, na MA-006, passam quase metade da safra agrícola da região. A colheita da soja nas áreas que foram plantadas mais cedo deve começar no fim do mês de janeiro, causando aumento no movimento de caminhões nas estradas da região.

Nos últimos dias as chuvas pioraram as condições da rodovia e a falta de manutenção pode comprometer o escoamento da safra porque a quantidade de buracos aumentou. Segundo o caminhoneiro Moisés Marques, o transporte da próxima safra está ameaçado.

“Agora a coisa piorou e vai piorar mais porque não arrumam e cada vez que chove os buracos vão só aumentando. Há 60 dias atrás ainda estava razoável. Começou a chover e está cada vez piorando mais”, declarou.

Há dois anos o Governo do Estado do Maranhão fez uma recuperação emergencial, mas o serviço não resistiu por muito tempo. Em relação a MA-006, a Secretaria Estadual de Infraestrutura disse que aguarda a liberação de recursos para reconstruir todo o trecho e que está discutindo com entidades ligadas ao agronegócio alternativas para garantir o escoamento da próxima safra.

Já em relação a BR-324, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que a rodovia consta no plano nacional de viação apenas como “planejada”. Também informou que, quando a BR for construída, vai se sobrepor a MA-378, uma rodovia coincidente no mesmo traçado, que atualmente é de responsabilidade do Governo do Estado.

Fotos: Reprodução/TV Mirante

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Sem argumento, Jerry dispara em O Estado

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O secretário de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry perdeu a compostura mais uma vez ao tentar explicar a situação das estradas maranhense consideradas em sua maioria como regular, ruim ou péssimas pela pesquisa da Confederação Nacional do Tranporte (CNT).

Contrariando o que diz a pesquisa, o secretário Márcio Jerry, diz que a qualidade da malha viária está melhorando no Maranhão. No relatório, apenas uma rodovia maranhense está em boas condições a que liga Barreirinhas. As demais estão regular, ruim ou péssimas.

E sem argumentos para explicar os dados da CNT, Márcio Jerry parte para a agressão ao jornal O Estado do Maranhão e, é claro remete à gestão anterior. “Qualidade da malha viária tem melhorado, apesar dos enormes estragos do descado com que os donos do @OEstadoMA trataram as estradas. Caiu muito, abaixo de qualquer nível, foi a qualidade deste jornal que virou um pantletinho”, disse.

Imaginem vocês se O Estado não fosse apenas um “panfletinho” como diz o secretário….

Tem sido assim sempre. quando não tem argumento, Márcio Jerry parte para cima do veículo de comunicação, pois é incapaz de responder tecnicamente.

Foto: Reprodução/ Tweeter

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CNT diz que estradas são péssimas no MA

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Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (7), revelou que as condições das estradas do país estão piores. No Maranhão, segundo a Confederação Nacional do Transporte(CNT), as rodovias estaduais estão em situação ainda mais crítica.

A “pesquisa CNT de rodovias” analisou 4.647 km de estradas que cortam o Maranhão. O resultado apontou que 44% estão em estado geral de conservação ruim ou péssimo, 26% estão em situação regular e em 30% a situação é boa ou ótima. No total, são mais 1.042 Km ruins ou péssimos.

A pavimentação das estradas também foi avaliada. Na análise, 29,2% da extensão foi considerada ruim ou péssima; 27,8% regular e 43% boa ou ótima. Quase metade (48%) das estradas do maranhão tiveram a sinalização avaliada como ruim ou péssima, 35,2% regular e apenas 16,8% boa ou ótima.

A situação piora quando a avaliação leva em conta somente as rodovias estaduais. Nesse tipo de rodovia, 91,6% têm o estado geral ruim ou péssimo, 8,4% estão regular ou bom e nenhuma está ótima, segundo a pesquisa.

Foto: Reprodução /TV Mirante

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