Fake news e humor

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A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de declarar a inconstitucionalidade de trecho da Lei Eleitoral que proibia sátira contra políticos em época de eleição, fez os aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) tentarem uma nova estratégia de defesa no caso em que o secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Ednaldo Neves – junto com outros agentes do comunismo -, foi denunciado por espalhar fake news contra a ex-governadora Roseana Sarney.

Neves foi um dos que compartilharam montagem em que o presidente Michel Temer (MDB) foi incluído digitalmente no lugar do deputado federal Hildo Rocha (MDB), numa foto durante a participação deste em ato da pré-candidata emedebista em São Luís, em maio.

Na nova estratégia comunista, eles dizem entender que o que fez o auxiliar do governador Flávio Dino foi espalhar um meme, uma peça de humor, para fazer galhofa da emedebista. Querem, com isso, fazer parecer que agora têm amparo do STF.

Ocorre que uma nota oficial de Samuel Barroso, professor do IFMA e irmão de Márcio Jerry – ele também um dos que espalharam a falsa notícia -, joga por terra todo o discurso dos aliados governistas.

“Não percebi que era fake, dada a perfeição da montagem, e logo que alertado excluí a publicação. Isso porque sou terminantemente contra fakes, tendo, inclusive, já patrocinado campanhas contra fakes nos grupos sociais que administro e/ou participo”, disse ele a O Estado, na ocasião.

A confissão de Barroso deixa sem graça os que tentaram fazer parecer que o jogo virou, não é mesmo?

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Os comunistas perderam a cabeça na Assembleia Legislativa e nas redes sociais com agressões quase diárias contra quem faz oposição ao Governo o Estado e cobra a citação de, pelo menos, uma obra estruturante de Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão, nestes três anos de mandato.

E só perderam a cabeça – a exemplo do socialista Bira do Pindaré, na Assembleia, ou dos comunistas Márcio Jerry e Duarte Júnior, nas redes sociais – porque não têm o que mostrar.

Os destemperos começaram após o ato político da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) na última segunda-feira, 21. Aliados de Roseana começaram a citar obras e mais obras realizadas por ela nos seus quatro mandatos de governadora. Obras que modernizaram São Luís e deram à capital maranhenses os ares que tem hoje; e obras que avançaram pelo interior, transformando realidades e abrindo novos horizontes.

É claro que os comunistas – que acabam de declarar apoio a Nicolas Maduro, ditador que destruiu a Venezuela, levando fome e miséria ao seu povo – não gostaram nem um pouco de ver que o Maranhão parou de avançar. Aliás, a exemplo da Venezuela do seu aliado Maduro, Flávio Dino também já produziu miséria em seus três anos de mandato, segundo dados do IBGE e de outros institutos consolidados de pesquisa.

Mas perder a cabeça não adianta. Os comunistas, socialistas e outros “istas” mancomunados com o Palácio dos Leões precisam mostrar ao povo é o que fizeram desde que assumiram o comando do Maranhão com o discurso de mudança e de melhores dias.

Fake news

O secretário de Comunicação do governo, Edinaldo Neves, cometeu um crime de fake news que pode levar a mais uma ação eleitoral contra o governo Flávio Dino (PCdoB).

Ex-laranja na campanha de Edivaldo Júnior (PDT), Neves substituiu Márcio Jerry na Secap como uma espécie de recompensa pelos seus “préstimos”.

E usou do cargo para espalhar notícia falsa – inclusive com foto – de uma suposta visita de Michel Temer a São Luís na segunda-feira, o que não ocorreu.

Estado Maior

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PV denuncia governo Flávio Dino por Fake News

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O deputado estadual Adriano Sarney, presidente do Partido Verde no Maranhão (PV-MA), informa que o partido ingressou nesta quarta-feira (23) com uma denúncia junto à Superintendência da Polícia Federal no Maranhão (SPF-MA) e à Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) contra o secretário de Comunicação do governo Flávio Dino (PCdoB), Edinaldo Neves, para que seja apurada a divulgação de Fake News (notícia falsa em tradução livre do inglês). Constam ainda na denúncia os nomes de Antonio Fabrício Oliveira Silva e Uberlandes Alves.

A ação, que é também chamada “notícia de fato” no jargão jurídico, foi encaminhada à PF e à PRE após a divulgação de uma imagem adulterada, em um grupo de Whatsapp, no qual foi postado uma foto do evento ocorrido no início desta semana, em que a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) havia confirmado a sua pré-candidatura ao Palácio dos Leões, ao lado de diversas autoridades e políticos aliados.

De acordo com a documentação, este tipo de ato ilícito pode ser enquadrado como calúnia, injúria e difamação. Do ponto de vista político, a Fake News pode ter o intento de manipular a opinião pública; desestabilizar a disputa eleitoral; influenciar no resultado eleição de 2018; e prejudicar adversários políticos.

Neste caso há também como enquadrar o fato a crimes tipificados no §1º e no §2º do art. 57-H, da Lei das Eleições, que tratam da “contratação direta ou indireta de grupo de pessoas com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na Internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, partido ou coligação”, sendo igualmente consideradas criminosas as pessoas contratadas.

Foto: Agência Assembleia

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Central de fakes

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Useiro e vezeiro na ação de intimidar a imprensa levando à Justiça – como supostos fake news – todas as matérias que julga contra si, o governador Flávio Dino (PCdoB) já dispõe, ele próprio, de uma central de fakes funcionando em plena estrutura comunicacional de seu governo. Mais um ato criminoso nas barbas da Justiça Eleitoral.

É dessa central que saem banners e notícias falsas sobre adversários, que estampam jornais e blogs alinhados ao Palácio dos Leões. Foi de lá, por exemplo, que saíram as diversas notícias falsas sobre a candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (MDB). Todas elas registradas oficialmente nos blogs palacianos, mesmo diante das recorrentes assertivas da própria Roseana sobre a campanha.

Esse aparato comunista já foi alvo de representações do PRP e também compõe o arcabouço de denúncias de crimes eleitorais – sucessivos e recorrentes – do governador e dos seus aliados.

Documentos protocolados por diversos partidos apontam o uso da máquina para autopromoção e ataques a adversários, o que, por si só, já geraria exclusão sumária dos autores da campanha eleitoral presente. Mas as fake news continuam sendo usadas abertamente. Pior: com a estratégia dinista de apontar nos outros o que seus aliados costumam fazer corriqueiramente.

O Estado

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Edilázio ironiza defesa de Flávio Dino

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O deputado estadual Edilázio Júnior (PSD), ironizou as várias versões de defesa apresentadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB), a respeito do escândalo nacional de monitoramento da Polícia Militar a políticos que fazem oposição ao Palácio dos Leões.

Para o parlamentar, a grande “mentira” de todo o caso, é o próprio chefe do Executivo.

“A palavra da moda hoje nas redes sociais é fake News. Aí vieram agora dizer que esse ofício que partiu da Polícia Militar não existe. A grande fake news em toda essa história chama-se Flávio Dino. O governador Flávio Dino que é a grande mentira do Maranhão”, ironizou.

Edilázio repudiou o ato de espionagem da PM aos políticos de oposição e revelou que os parlamentares de oposição já haviam sido alertados, desde o início da atual legislatura, de um monitoramento ilegal autorizado pelo Governo.

“Todos nós aqui, nesta Casa, deputados de oposição, sabemos que somos monitorados, que esse Guardião [sistema de escuta telefônica] funciona para nos ouvir. Eu pelo menos, por duas vezes, já fui informado por irmão de um delegado, do monitoramento. Em um restaurante ele me disse: ‘Olha, Edilázio, tu e mais alguns deputados de oposição, alguns blogueiros, alguns jornalistas estão sendo monitorados’. Então de forma velada nós sempre soubemos que isso acontece”, disse.

Edilázio afirmou que o ato da PM remete à ditadura e cobrou uma atuação enérgica do Ministério Público no caso.

“Cobramos aqui que o Ministério Público possa atuar, que nós possamos ter uma eleição limpa, que o cidadão possa ir e vir para aonde quiser, sem ter uma polícia partidária Ninguém  fez um concurso público para ser policial mandado por Governo”, finalizou.

Foto: JR Lisboa/Agência AL

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Fake news revelam preocupação com Roseana

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A preocupação com a possível candidatura da ex-governadora Roseana Sarney ao governo do Maranhão pelo visto vem atormentando o Palácio dos Leões.

No fim de semana, os “asseclas” que defendem o Palácio espalharam, inicialmente que Roseana não seria candidata ao governo, abrindo passagem ao irmão Sarney Filho.

A semana começou e já começaram espalhar o fake news que Roseana agora será candidata a deputada.

Em uma semana, Roseana foi candidata ao governo, ao Senado e agora à Assembleia Legislativa.

Até o governador entrou na onda de seus “asseclas” ao afirmar no fim de semana numa rede social: “Espero que a princesa da oligarquia dispute a eleição para o govervo”.

Mas Roseana se mantém alheia a tudo isso e sem dar nenhuma importância, no que entendo ser uma postura correta, pois ela, neste momento só pode dizer mesmo que pré-candidata e não vejo necessidade alguma de ficar afirmando isso todos os dias, pois por enquanto temos apenas pré-candidatos.

Roseana, realmente só deve assumir uma candidatura no momento oportuno como estabelece a legislação eleitoral.

Por enquanto, os fake news dos “asseclas” de Flávio só servem para mostrar que Roseana Sarney incomoda muito e verdadeiramente é uma ameaça ao governo comunista.

Vale o ditado popular: “Quem desdenha quer comprar!”

Foto: Paulo Soares/ O Estado

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