Jogo aberto

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A delegação do Sampaio viaja no início da tarde com destino a Recife. O time enfrenta o Náutico, nesta terça-feira, às 19h, na Arena Pernambuco local dos jogos da Copa do Mundo pelo Campeonato Brasileiro Série B. Foto: Facebook de Paulo Sérgio.

Novidades

O goleiro Luís Muller e o lateral-direito Tote são as novidades. Muller barrou o titular Rodrigo Ramos e Tote, recuperado de contusão retorna ao time no lugar de Hiltinho que vinha sendo improvisado na posição.

G4

Com 16 pontos ganhos e ocupando a 6ª posição, o Sampaio poderá chegar ao G4 em caso de vitória. O Náutico tem 12 pontos e está na 12ª colocação e quer a vitória para se afastar mais do Z4. Mas o Náutico tem um jogo a menos.

Náutico

O técnico Sidney Moraes aposta no entrosamento da equipe, por isso mantém a escalação que vinha trabalhando durante a Copa: Alessandro; Rafael Cruz, William Alves, Flávio e Roberto; Gilmak, Elicarlos, Paulinho e Vinícius; Leleu e Tadeu.

Reforços

O técnico Edson Porto tem sido taxativo ao afirmar que o Moto tem uma boa base, mas precisa de reforços neste início de Série D. Pelo menos três posições são as mais carentes: lateral-esquerda, volante e zaga.

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O diretor de futebol, Waldemir Rosa confirmou o acerto do Moto com um volante. O jogador que vem do Rio Grande do Sul será novidade nesta terça-feira. O Moto também deve confirmar a contratação de um zagueiro.

Aposta

Pelo que parece o goleiro Juan deverá ser o titular no Moto, mesmo com a contratação do experiente Raniere. Juan é um goleiro mediano com altos e baixos, mas saiu em vantagem porque já estava no grupo.

Uniforme

Será na próxima quinta, o lançamento do uniforme do Moto para o Campeonato Brasileiro Série D. Serão dois novos modelos da Super Bolla. O local e horário do lançamento ainda não foram divulgados.

Estreia

O Moto estreia na Série D, neste domingo (20), às 15h30, em Bragança, no interior do Pará contra o Remo que não poderá jogar em Belém porque foi punido pelo STJD com a perda de mando de campo.

Fora

O técnico Felipão entregou o cargo e a cúpula da Confederação Brasileira de Futebol aceitou até porque não poderia ser diferente. Na CBF já se admite a possibilidade da vinda de um técnico do exterior.

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Explica Felipão…

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Explicar o inexplicável. Luiz Felipe Scolari foi para a entrevista coletiva após a histórica goleada sofrida pela seleção brasileira com essa missão.  Na conversa com os jornalistas, Felipão assumiu a culpa pelas escolhas e pela derrota por 7 a 1 para a Alemanha, em jogo válido pelas semifinais da Copa do Mundo, mas afirmou que a vida não acaba após o time canarinho perder a chance de disputar a final da competição no Maracanã, no Rio de Janeiro.

– Vamos ter uma sequência de vida normal porque a vida não acaba com essa derrota. Vamos trabalhar no vestiário, na Granja Comary, para pensarmos no próximo jogo – disse o treinador, que vai precisar levantar o astral do grupo para a decisão do terceiro lugar, no próximo sábado, em Brasília, com o perdedor do duelo entre Holanda e Argentina.

O treinador comentou ainda o clima no vestiário após a derrota para a Alemanha.

– Horrível. Claro que o clima não era bom. Não tenho nada para neste momento, nessas primeiras horas. Temos que mudar o nosso comportamento. Mudar o ambiente. Vamos seguir fazendo o nosso trabalho, sabendo que a história continua.

Felipão afirmou também que é o culpado pelo desempenho da equipe na Copa do Mundo. Foram três vitórias, dois empates e uma derrota.

– Quem é o responsável pelas escolhas? Sou eu. A responsabilidade pelo resultado catastrófico é minha. Eu fui o responsável.

O treinador deixou uma mensagem para o povo brasileiro, mas não crê que o futebol do país tenha que ser alterado pelo resultado desta terça-feira. Segundo o treinador, a goleada alemã foi fruto de uma pane em sua equipe.

– A minha mensagem aos torcedores e ao povo é que tentamos fazer aquilo que tínhamos para fazer. Fizemos o que era o nosso melhor. Perdemos para uma grande equipe, que teve a qualidade de, em seis minutos, definir o jogo com três ou quatro gols. Deu uma pane depois do primeiro gol. Eles se aproveitaram de uma maneira que não tínhamos como reagir. Peço desculpas pelo resultado negativo.

PRINCIPAIS TRECHOS DA COLETIVA DE FELIPÃO

FUTEBOL BRASILEIRO REVISTO

– Não concordo. O México teve qualidade e nós empatamos. Empatamos com o Chile. A Colômbia era uma das equipes comentadas como revelação e nós ganhamos. O que aconteceu neste jogo foi diferente. Até o primeiro gol, o jogo era idêntico, e nós éramos melhores do que a Alemanha. A Alemanha fez o gol num escanteio e houve um descontrole. Acontece. Depois de estar perdendo por 5 a 0, você precisa arriscar. Tivemos algumas chances e não aconteceu. Perdemos para uma grande seleção. Foram cinco lances e eles fizeram cinco gols.

DÍVIDA COM O POVO BRASILEIRO

– Minha dívida? Não tenho dívida. Fiz o meu trabalho como sempre faço em qualquer lugar. Fiz aquilo que eu achei que era o mais correto e o melhor. Da forma como trabalhamos, nós tivemos apenas uma derrota. De um ano e meio para cá, essa foi a terceira derrota. Foi horrível pelo resultado, 7 a 1. Não é dívida e nem crédito. Em 2002, nós ganhamos. Agora, nós perdemos. Só não podemos esquecer que teremos um jogo no sábado. Ainda não encerramos a nossa participação.

MUDANÇA NO FUTEBOL BRASILEIRO

– Por quê? Por que perdemos um jogo hoje? Essa equipe terá doze, treze jogadores na próxima Copa, em 2018. É um caminho que está sendo feito. Essa equipe da Alemanha jogou o Mundial de 2010. Disputou a Eurocopa de 2008 e está aí agora. Dos jogadores que estão aí, no mínimo, uns doze estarão em 2018. É a pior derrota do mundo, mas é um caminho que temos que aprender com isso tudo. Foi um branco que deu no time. Tentamos organizar para fechar um pouco mais. Foi uma pressão da Alemanha e deu tudo certo. E deu errado naquele momento para a nossa equipe. Quando estamos em pane, não adianta trocar um ou dois num determinado momento.

ESCALAÇÃO ERRADA

– Não me arrependo. Não é assunto para conversar agora. Foi um resultado. Vou me arrepender do quê? Tivemos oportunidades. Imaginava que com a volta do Oscar, do Hulk e do Bernard, nós tivéssemos como fechar o meio de campo. Até a hora do primeiro gol, tudo estava organizado. Após o gol, o nosso time ficou desorganizado e ficamos em pânico. As coisas foram acontecendo para eles e dando errado para nós. A escolha é o técnico quem faz e ele precisa arcar com as consequências.

PRESSÃO PELO TÍTULO

– Eles sabiam desde o início que jogando em casa era nossa obrigação chegar à final, se campeão. Não era pressão nenhuma sobre eles. Eles fizeram o que estava ao alcance. Chegando ao quinto jogo, sexto jogo, em condição de chegar à final. Não tem arrependimento. Deu errado. Dez minutos de jogo, hoje. Não adianta ficar buscando alguma situação, que não é a realidade. Deu errado por dez minutos. A equipe da Alemanha foi fantástica. Não vai acontecer para a Alemanha e para nós nunca mais.

AUSÊNCIA DE NEYMAR

– Poderia acontecer com o Neymar em campo. Ele não poderia defender aquelas jogadas trabalhadas. Não tem porque imaginar que com o Neymar  seria diferente. Levaríamos o gol porque ele é um atacante e tem uma função diferente.

LADO EMOCIONAL

– Não vamos arranjar uma desculpa sobre Neymar, sobre emoção, sobre o hino. O que aconteceu foi que a Alemanha em determinado momento impôs um ritmo maravilhoso, conseguiu em dois ou três lances os gols para definir o jogo. Além de influenciar positivamente a Alemanha, que já é boa, influenciou negativamente o meu time. Não tem nada a ver com hino, com Neymar, com mão no ombro…

GOLEADA HISTÓRICA

– Quando levamos o terceiro, o quarto e o quinto gols… 5 a 0, no primeiro tempo, é quase impossível de virar ainda mais diante de uma equipe como a Alemanha. Tínhamos que causar dano ao time deles. No segundo tempo, nós tivemos duas ou três chances, poderíamos ter feito os gols. Quando estávamos mais perto, não fizemos o gol, e eles marcaram mais um. O emocional vai embora.

LIÇÕES PARA O BRASIL

– A lição é sentar com o grupo, olhar de novo, analisar novamente o que aconteceu. Trabalhar com eles porque muito deles estarão nas próximas convocações da Seleção e poderão estar no Mundial. Temos que mostrar que foi um jogo atípico. Que a qualidade da Alemanha é boa, mas que não é uma situação normal. Temos que saber como vamos assimilar essa derrota. É uma derrota que é a pior do Brasil. Até em amistosos. Aconteceu. A vida deles vai continuar, a minha vai continuar e vamos buscar o melhor para a nossa vida. Vamos examinar os detalhes e ver o que podemos mudar.

PIOR DERROTA DA CARREIRA

– Provavelmente tenha sido a pior. Já perdi outros jogos. Quando se perde de um, de quatro ou de cinco é sempre igual porque fica o sentimento de não ter conseguido mudar o panorama do jogo. Se pensar na minha vida como técnico, como jogador, foi o pior dia da minha vida. Mas continua a vida. Vou ser lembrado por ter perdido por 7 a 1. Mas era um risco que eu sabia que eu corria. Os riscos que nós assumirmos, nós temos que assimilar e seguir em frente a nossa vida. É o que eu vou fazer.

Foto: Reuters

Globoesporte.com

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Apostas de Felipão

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FelipaoO zagueiro Dante no lugar de Thiago Silva. Daniel Alves retorna na lateral-direita em substituição a Maicon e Luís Gustavo na vaga de Neymar. Estas foram as três alterações na Seleção Brasileira testadas no treino de hoje, o último contra a Alemanha pela semifinal da Copa do Mundo.

Após perder o atacante Neymar para o restante da Copa, o técnico Felipão decidiu reforçar a marcação no meio-campo com Fernandinho, Luís Gustavo e Paulinho, liberando mais o meia Oscar para encostar em Huck e Fred no ataque.

Felipão também retornou com Daniel Alves que terá mais liberdade para atacar com a a formação com três volantes. Outro jogador que deve ser confirmado é o zagueiro Dante que substitui a Thiago Silva que terá que cumprir a suspensão pelo segundo cartão amarelo.

Mas para aumentar a dúvida em meio a todos nós, o treinador Felipão colocou Willian no time titular e testou a formação da equipe com o meia no lugar de Neymar.

Brasil e Alemanha se enfrentam nesta terça-feira, às 17h, no Mineirão, em Belo Horizonte.

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Seleção Brasileira

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O cenário é de desconfiança. A Seleção não vem de boas atuações e, apesar do apoio, a paciência da torcida é curta. Na abertura da Copa das Confederações, no Mané Garrincha, em Brasília, a equipe de Felipão ainda busca uma fórmula de conquistar os brasileiros. Bastam três minutos de bola rolando, no entanto, para o problema ser solucionado. Um belo gol de Neymar abre a vitória por 3 a 0 sobre o Japão e aproxima os torcedores. A “blitz inicial” seguiria durante todo o torneio e viraria a marca da Seleção na conquista do título do ano passado.

Na Copa do Mundo, porém, a característica ainda não apareceu. Contra Croácia e México, e até mesmo nos amistosos contra Panamá e Sérvia, a Seleção encontrou dificuldades para criar e não conseguiu marcar sob pressão a saída de bola dos adversários. Oscar continua desarmando bem, Neymar corre o campo todo e volta para ajudar no combate, mas o Brasil não consegue pressionar e muito menos achar o gol nos minutos iniciais. No primeiro teste pré-Mundial, o camisa 10 balançou a rede adversária aos 26 de jogo, em cobrança de falta. Contra os sérvios, no Morumbi, o placar só mexeu na etapa final. Fred, deitado, decidiu, aos 13 do segundo tempo. Na estreia no torneio, a rede só balançou a favor aos 28, depois de Marcelo abrir o placar contra, aos dez. E diante dos mexicanos, ninguém superou o goleiro Ochoa.

Para o lateral-esquerdo Marcelo, os adversários estão mais atentos ao estilo de jogo brasileiro e têm conseguido neutralizá-lo.

–  Acho que várias seleções já estudaram a gente, então, fica um pouco mais difícil. A gente sabe o que tem que fazer, o que o Felipão fala, mas Copa do Mundo é assim. Cada jogo é mais difícil que o outro. A gente tenta dar o máximo, fazer o que o professor pede, para sair com a vitória. Mas cada jogo que passa fica mais difícil – disse o camisa 1.

Publicamente, Scolari não admite a queda de rendimento. Indagado após o empate sem gols com o México, terça-feira passada, sobre o motivo pelo qual a Seleção não estava conseguindo repetir o nível de atuações da Copa da Confederações, o treinador aparentou irritação e foi seco nas palavras.

– Não concordo.

Felipão, no entanto, sabe que a equipe precisa evoluir. Dois dos pilares da Seleção na Copa das Confederações, Paulinho e Fred não são nem sombra dos jogadores que foram em 2013. Tanto que Scolari já deixa aberta a possibilidade de mudanças na equipe considerada titular há um ano. Não, porém, sem deixar clara sua confiança nos jogadores.

– Pode ser que eu tenha outra substituição para iniciar contra Camarões, mas é uma equipe em que confio plenamente.

Fórmula do sucesso em 2013

O “antídoto” contra os japoneses na Copa das Confederações deu certo, e o Brasil o usou durante toda a competição. Em todos os cinco jogos da campanha, a Seleção marcou no primeiro tempo. Contra Japão, México e Espanha, o gol saiu com menos de dez minutos de partida.

O mesmo aconteceu na maioria dos amistosos pós-Copa das Confederações. A Seleção chegou ao gol com menos de 20 minutos de partida contra Austrália, Coreia do Sul, Chile e África do Sul,

A nova chance de tentar retomar a blitz será na próxima segunda-feira. Contra a seleção de Camarões em crise e já eliminada, o Brasil, que ainda precisa confirmar sua classificação no Grupo A, pode manter a postura agressiva e recuperar a eficiência. Trata-se também de uma oportunidade de alguns jogadores que não começaram bem o Mundial aparecerem, casos de Paulinho e Fred. O atacante, aliás, repete o início ruim da Copa das Confederações. Assim como em 2013, ele passou em branco nos dois primeiros jogos e só deslanchou a partir da terceira rodada. Depois, marcou cinco vezes e foi artilheiro, ao lado de Fernando Torres, da Espanha.

Brasil e Camarões se enfrentam no estádio Mané Garrincha, às 17h (de Brasília), pela terceira e última rodada do Grupo A da Copa do Mundo – a TV Globo, o SporTV e o GloboEsporte.com transmitem ao vivo, e o site acompanha também em Tempo Real. Com quatro pontos, a Seleção lidera e precisa apenas de um empate para avançar às oitavas de final.

Foto: Getty Images

Globoesporte.com

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A Seleção da Copa…

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Sem novidades…

O técnico Felipão divulgou os 23 jogadores que farão parte da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo.

Goleiros: Jefferson (Botafogo), Julio César (Toronto) e Victor (Atlético-MG).

Zagueiros: Dante (Bayern de Munique), David Luiz (Chelsea), Henrique (Napoli) e Thiago Silva (PSG).

Laterais: Daniel Alves (Barcelona), Maicon (Roma), Marcelo (Real Madrid) e Maxwell (PSG).

Meio-campistas: Fernandinho (Manchester City), Hernanes (Inter de Milão), Luiz Gustavo (Wolfsburg), Oscar (Chelsea), Paulinho (Tottenham), Ramires (Chelsea), Willian (Chelsea).

Atacantes: Bernard (Shakhtar), Fred (Fluminense), Hulk (Zenit), Jô (Atlético-MG) e Neymar (Barcelona).

A Copa do Mundo para o Brasil vai começar a partir de agora…

Foto: Arte G1

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Goleada do Brasil

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neymar1O Brasil venceu o Japão por 3 a 0, na abertura da Copa das Confederações, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Os gols brasileiros foram marcados por Neymar, a 3 minutos do primeiro tempo e Paulinho, a três do segundo e Jô fechou a goleada nos acréscimos numa grande jogada de Oscar.

“O meu sentimento é que nós vamos encontrando a equipe pouco a pouco e com o tempo vamos ver se a gente melhora”, disse o técnico Felipão.

O Brasil volta a jogar na quarta-feira, em Fortaleza.

Neste domingo, jogam às 16h,  Itália e México, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Num outro jogão neste domingo, a Espanha enfrenta o Uruguai, às 19h, na Arena Pernambuco, em Recife.

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Explica Felipão…

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A derrota do Verdão diante de um Pacaembu lotado abalou a equipe. Os jogadores deixaram o campo cabisbaixos e sob os gritos de “time sem vergonha”, após a queda na semifinal da Copa Sul-Americana. Ciente da decepcionante eliminação para o Goiás, que já está rebaixado no Brasileirão, o técnico Luiz Felipe Scolari concordou com as críticas da torcida.

– Fracasso, vexame, não vamos ficar aqui escondendo nada. Foi vergonhoso mesmo. A torcida tem razão em nos criticar e ficar triste. Eles fizeram o papel dele, e nós não fizemos o nosso – afirmou Felipão.

Apesar da frustração, o comandante alviverde diz que o time tem que levantar a cabeça rapidamente, e lembrou que já sofreu outras derrotas dolorosas.

– É uma grande decepção, mas não é a maior. Tantas vezes eu já fui derrotado, sou derrotado hoje de noite, mas amanhã pela manhã sou mais uma pessoa com excelente humor, com vontade de trabalho. Tem que ter capacidade de recuperação – disse Scolari, que falou sobre a perda da Libertadores de 2000 para o Boca Juniors-ARG, dentro do Morumbi lotado.

– Aquela foi muito maior, a gente chegou à final em casa e perdemos nos pênaltis. Aqui na Sul-Americana ficamos na semifinal. Mas pra torcida, para nós do Palmeiras, as derrotas são praticamente iguais.

Na opinião de Felipão, o placar de 2 a 1 a favor dos goianos não refletiu o que as duas equipes apresentaram dentro de campo. O treinador reconheceu que o Palmeiras cometeu erros, mas acha que sua equipe poderia ter definido o jogo nas oportunidades criadas.

– Aos 47 minutos do primeiro tempo tomamos um gol, poderíamos virar com 1 a 0 e fazer com que o adversário cometesse mais erros. Depois tomamos mais um gol, não se vai daquele jeito naquela bola, a bola pica e passa (Márcio Araújo perdeu o tempo da bola). O que o Goiás fez no segundo tempo? O jogo estava muito truncado, muita boa aérea. Nos tivemos duas chances na marca de pênalti com o Kleber. Se nós tivéssemos aproveitado uma daquelas oportunidades, poderíamos ter terminado com 2 a 1, ou 2 a 2 – analisou.

Globoesporte.com

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Palmeiras admite perder Felipão para a seleção

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felipao_scolari_afp_30 O nome de Felipão é um dos cotados para suceder o demitido Dunga na seleção brasileira. No entanto, o Palmeiras não se assusta com a possibilidade de perder seu técnico pouco tempo depois de ele ter acertado seu retorno ao Palestra Itália. O comandante, que firmou contrato com o Verdão até dezembro de 2012, tem o perfil desejado pela CBF: exigente, vencedor (ganhou a Copa de 2002) e com personalidade forte. O vice-presidente de futebol Gilberto Cipullo é flexível, e diz que conversará em caso de proposta.

– Não estou sabendo disso e, portanto, não tenho o que dizer. Mas se acontecer algo, claro que vamos conversar e entender qual é a vontade do Felipão – afirmou Cipullo, depois do jogo entre Palmeiras e XV de Piracicaba.

O presidente Luiz Gonzaga Belluzzo também já admitiu conversar com a CBF caso o convite seja formalizado. A ideia do Palmeiras, porém, é tentar fazer com que o técnico cumpra seu contrato até o fim. Afinal, ele foi contratado como a maior esperança palmeirense para retomar o caminho dos títulos. Com ele, o time venceu a Taça Libertadores em 1999, entre outras conquistas. Ele desembarca no Brasil após a Copa do Mundo, na qual atua como comentarista em uma TV da África do Sul.

Felipão é um dos nomes preferidos na cúpula da CBF. Além dele, Mano Menezes, Ricardo Gomes e Leonardo são outros bem vistos. O presidente Ricardo Teixeira já afirmou que pretende trazer um técnico que consiga renovar a equipe, derrotada nas quartas de final da Copa para a Holanda.

Globoesporte.com

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Felipão é o preferido dos internautas

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Em recente pesquisa do GLOBOESPORTE.COM, Felipão foi apontado como o preferido dos internautas com 46% dos votos. Em segundo lugar apareceu Muricy (11%) e em terceiro, Mano (10%). Luxemburgo foi o quarto (9%) e Leonardo (7%) o quinto. Dos que votaram 7% também preferiam a manutenção de Dunga. O santista Dorival Júnior, com 4%, figurou na lista, à frente de Abel Braga (1%), Adilson Batista (1%) e Oswaldo Oliveira (0,5%).

O nome do novo técnico será anunciado até o fim de julho. A seleção brasileira já tem um compromisso marcado para o dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jersey.

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Felipão e Mano são os nomes cotados

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felipaoemanocapa A Confederação Brasileira de Futebol confirmou neste sábado que trabalha contra o tempo para definir o novo técnico da Seleção Brasileira. O diretor de comunicação, Rodrigo Paiva, garantiu que a definição de um novo nome será o mais rápido possivel.

“Não tenho nenhuma informação para responder. Mas claro que temos uma responsabilidade com o torcedor e a imprensa. Essa solução tem que vir rápida. Não sei se aqui, mas tem que vir rápido”, garantiu o diretor de comunicação.

Os nomes que mais estão sendo especulados são do técnico do Corinthians Mano Menezes e o do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari.

Após a derrota para a Holanda, Ricardo Teixeira foi até os vestiários e falou para todos jogadores que eles estarão reunidos brevemente.

“O presidente disse no vestiário que daqui alguns dias teremos que estar reunidos de novo”, comentou o diretor de comunicação, fazendo referência ao amistoso contra os Estados Unidos, em agosto.

Agência Futebol Interior

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