Presos novos suspeitos de golpes no whatsapp

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A Polícia Civil do Maranhão prendeu na tarde desta quarta-feira (18), na zona rural da cidade de São Vicente de Férrer, Erick Raphael dos Reis Teixeira e Ivanilde Nogueira Amaral. Os dois estavam foragidos e são suspeitos de fazer parte de uma quadrilha especializada em clonar linhas de telefone móveis através do aplicativo Whatsapp e que fez autoridades dos Poderes Legislativo e Executivo como vítimas.

De acordo com a polícia, o bando clonava as linhas telefônicas, se passavam pelas autoridades e pediam dinheiro aos contatos salvos no chip. Eles alegavam que tinham seu limite de transferência bancário excedido e solicitavam que a pessoa da lista de contatos fizesse uma transferência complementar para uma conta dada pelo falsário.

Em alguns casos os golpistas encaminhavam boletos a serem pagos pelas vítimas, que acreditavam estar fazendo um favor. Os suspeitos clonaram os aparelhos da governadora do estado do Paraná, Maria Aparecida Borghetti, além de vários deputados federais, estaduais e Ministros de Estado.

Em março deste ano, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo) e o ex-ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social), todos do MDB, tiveram os telefones fraudados e pediram investigação policial sobre o caso.

Outras prisões

A operação desta quarta (18) foi em continuidade da Operação Fraud, deflagrada na terça (17), e que prendeu em São Luís quatro suspeitos de integrar a quadrilha que aplicava golpes pelo aplicativo Whatsapp.

Dentre eles estava Leonel Silva Pires Júnior, que seria o chefe da organização. Segundo a polícia, ele teria utilizado a sua empresa para conseguir chips e trocar. Leonel cancelava o chip real e resgatava no chip normal.

G1

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UFMA oferecerá disciplina sobre ‘golpe’

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A Universidade Federal do Maranhão resolveu adentrar na polêmica e também irá ofertar o curso “O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil”. A primeira universidade a disponibilizar o curso foi a UNB (Brasília-DF), depois foi seguida pela UNICAMP (Campinas-SP) e Universidades Federais da Bahia e Amazonas.

Entretanto, a iniciativa da UNB gerou uma reação quase instantânea do Ministério da Educação. O MEC, através do ministro Mendonça Filho (DEM), acionou a AGU (Advocacia Geral da União), o TCU (Tribunal de Contas da União) e o MPF (Ministério Público Federal), para saber se os criadores da disciplina não teriam cometido improbidade administrativa pelo fato de “promover uma disciplina que não tem base na ciência, é apenas promoção de uma tese de um partido político”.

A UFMA decidiu entrar na polêmica e confirmou, através do Programa de Pós-Graduação em História da UFMA (PPGHIS), que ofertará a disciplina “O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil”.

A ideia da UFMA é oferecer a disciplina ainda neste primeiro semestre e teria como objetivo discutir e refletir, do ponto de vista das Ciências Humanas e Sociais, as razões e as consequências dos acontecimentos que culminaram no impeachment da então presidente Dilma Roussef.

De acordo com o coordenador da disciplina, o professor Lyndon de Araújo, trazer a questão desse momento da política brasileira para a sala de aula é importante devido aos desdobramentos desse acontecimento, que são perceptíveis até os dias de hoje: “A importância de ter uma disciplina como essa no programa, está no fato de pensarmos em refletir de maneira crítica esse momento político que nós estamos vivendo hoje, e que é resultado direto do que nós consideramos como golpe parlamentar, jurídico e midiático que aconteceu em 2016”, pontuou.

A disciplina será ministrada por outros professores, Arleth Borges e Marcus Baccega. Apesar de ser em nível de mestrado, a disciplina será aberta ao público e tem carga horária de 30 horas. Com vagas limitadas, a matrícula poderá ser feita até o dia 19 de março e as aulas ocorrerão a cada 15 dias, todas as quartas, das 8h às 12h.

Blog do Jorge Aragão

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Andrea denuncia ‘golpe’ do governo Dino

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Governador Flávio Dino dá golpe de cerca de R$ 100 Milhões em trabalhadores da saúde

A deputada Andrea Murad (PMDB) denunciou na Assembleia Legislativa uma manobra do governador Flávio Dino para não pagar cerca de R$ 100 Milhões de reais em encargos e direitos trabalhistas de empregados da saúde do Maranhão. São mais de 7 mil pessoas que foram prejudicadas por uma sequência de omissão do Estado e até contratos irregulares como a quarteirização da gestão de mão de obra, neste caso entre a EMSERH e o Instituto Biosaúde.

A parlamentar explicou que os empregados do ICN e CORPORE, empresas que tiveram contratos reincididos com a Secretaria de Estado da Saúde no fim de 2015, por meio de Decreto nº 31.359, foram requisitados e passaram a receber seus salários direto da SES. Em maio de 2016 passaram a ser pagos pela EMSERH, empresa pública de direitos privados onde o quadro de pessoal é regido pela CLT (Consolidação das Leis de Trabalho). Para a deputada, todos esses empregados deveriam ter seus direitos trabalhistas regularizados pela EMSERH até abril de 2017 quando começaram a ser contratados pelo Biosaúde.

“Quando a EMSERH assumiu a folha de pagamento, tinha o dever de formalizar os trabalhadores que estavam em contratos precários com a secretaria de saúde. Quando eu digo formalizar é assinar carteira de trabalho, recolher os encargos sociais, INSS, FGTS, pagamento de salários, férias, décimo terceiro, obediência a convenção coletiva, insalubridade, adicional noturno, hora extra. Todos os direitos trabalhistas regulamentados.E o que a EMSERH fez? Continuou com todos os cerca de 7 mil requisitados em situação análoga à escravidão. E durante todo esse período usurpou mais de R$ 100 Milhões em direitos trabalhistas. Para piorar toda a situação, a EMSERH fez um Concurso De Projetos para contratar uma empresa para gestão de mão de obra, no intuito de regularizar a situação precária desses milhares de empregados, o que é ilegal segundo lei de criação da EMSERH. Ou seja, contratou uma OS para fazer o serviço que a EMSERH mesma deveria fazer. Imagine que a EMSERH está fazendo uma quarteirização dos serviços de gestão de mão de obra e o instituto contratado, o BIOSAÚDE, assumiu esses empregados a partir de 1º de abril de 2017”, discursou.

Andrea Murad falou ainda sobre o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta de 23 de dezembro de 2016, firmado entre o MPT, SES e PGE, chamando a atenção para os 18 meses que os empregados requisitados passaram sem amparo às leis trabalhistas e questionando a ausência de assinatura no TAC da principal envolvida no problema, no caso a EMSERH.

“Se a diretoria da EMSERH tivesse assinado este TAC, ela estaria toda presa, a sorte é que não foi ela, então nada vale. O Secretário de Saúde não pode responder por uma empresa que responde por ela mesma, que é autônoma, que é privada, não pode. Existe uma grande diferença entre você ser um funcionário da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares e você ser funcionário do Instituto Biosaúde. O instituto pode botar você para a rua, a qualquer momento, a qualquer hora, e pela EMSERH, não, onde tem todo um procedimento administrativo. Eu realmente vou lutar com os trabalhadores para que eles sejam reconhecidos como funcionários da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares e não como funcionários da Biosaúde. E quem deve assinar a carteira dos funcionários é a EMSERH até porque no decreto do próprio Governo diz que a EMSERH vai ficar responsável tanto pelo gerenciamento como pelo pagamento dos médicos e funcionários da rede. E agora comete um crime de quarteirizar, porque isso é um crime. É contra a lei da própria EMSERH que impede a quarteirização de mão de obra”, explicou.

A deputada anunciou que convocará uma audiência pública para discutir a situação dos contratos realizados pela EMSERH e buscar uma saída para o pagamento dos direitos trabalhistas dos empregados vinculados à Empresa por quase dois anos sem nenhum benefício previsto por lei.

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Acusando golpe

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Flaviodino1

Após tentar explicar o escândalo do aluguel de imóvel para a Funac mostrando exemplo do governo Roseana Sarney, o governador Flávio Dino (PCdoB) voltou ao Tweeter e pelo visto deve ter sentido o golpe.

Após a nova reportagem exibida pela TV Globo, no Bom Dia Brasil, Flávio Dino afirmou.

“Interessante que o Governo do Maranhão aluga prédio até do senador José Sarney, entre dezenas de filiados a vários partidos. Aí pode? O curioso é que a filha Roseana que começou esse aluguel do prédio do seu próprio pai Sarney para o Governo. Aí não era favorecimento”.

Poucas horas depois, Flávio Dino tentou explicar o que quis dizer. O problema é que, quanto mais fala, mais se complica.

“Não estou dizendo que erros do grupo Sarney justificam os “nossos”, Estou só provando a imensa diferença, ao mostrar o que é “favorecimento”, escreveu.

Vamos esperar para ver qual vai ser a próxima explicação do governador porque até agora ele não conseguiu convencer nem a si mesmo, pois já foram diversas explicações dadas e o escândalo só vai aumentando.

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Flávio Dino volta a se manifestar contra golpe

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FlavioDino1

Governador Flávio Dino defende Dilma Rousseff

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a comentar no twetter sobre o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) que será votado pela Câmara dos Deputados.

Dino tem sido um dos principais defensores da tese de “golpe” contra o governo petista.

“Só tenho um imenso temor de a irresponsabilidade golpista conduzir a graves confrontos entre brasileiros. Necessário ter bom senso”, afirmou.

“Nenhum partido de “centro” votará unido, nem a favor, nem contra impeachment. Todos sabem disso. O resto é torcida e tentar ganhar no grito”, acrscentou.

Para Flávio Dino, a mobilização da consciência democrática vai vencer o “golpe”.

“Hoje o golpismo continua bem longe de reunir 342 votos. A mobilização da consciência democrática da Nação vai vencer o absurdo golpe”, finalizou.

Em outra postagem publicada na segunda-feira (11), após a votação do relatório da Comissão Especial do Impeachment, Flávio Dino já havia afirmado que a votação por 38 a 27, seria demonstração de que o impeachment havia sido rejeitado.

“Impeachment não alcançou 2/3 nem na Comissão. Quem conhece a Câmara, sabe que no Plenário mesmo é que não alcançará. Não vai ter golpe. Ou seja, o impeachment na Comissão, na verdade, foi rejeitado, pois o quorum constitucional de Plenário é dois terços. Não vai ter golpe”, disse.

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