JEMs define campeões na Etapa Metropolitana

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A final da etapa regional São Luís dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs), evento promovido pelo Governo do Maranhão, acontece neste sábado (29) e domingo (30), a partir das 8h, com disputas nas modalidades basquete, futsal, vôlei e handebol, nas categorias Infantil e Infanto (masculino e feminino).

No sábado, as disputas acontecem no Ginásio do Master (futsal), Liceu Maranhense (vôlei), Ginásio Costa Rodrigues (handebol), Paulo Leite (basquete). No domingo, os jogos ocorrem no  Ginásio Costa Rodrigues com o jogo de basquete.  

Equipes de São Luís, Alcântara, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa, Rosário, Santa Rita e Bacabeira, participam da final da etapa metropolitana que garante vagas para a etapa estadual dos JEMs. 

Durante os dias de competição a disputa foi acirrada, demonstrado que a 47ª edição dos Jogos, que acontece em agosto, tem tudo para ser bem sucedida. As modalidades individuais como atletismo, badminton, ciclismo, GR, judô, luta olímpica, natação, vôlei de praia, xadrez e tênis de mesa já estão classificadas automaticamente para a etapa estadual da Competição.

Foto: Divulgação / Sedel

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Pedro Lucas garante apoio ao Barbosa de Godóis

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O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA) anunciou em suas redes sociais que vai destinar emenda parlamentar para a reforma completa da quadra do Barbosa de Godóis, no Monte Castelo.

Aqui em São Luís todo mundo sabe que o Barbosa de Godóis é uma verdadeira fábrica de grandes atletas de handebol no Maranhão. Ao dar a sua contribuição para a reforma da quadra, Pedro Lucas estará fomentando o surgimento de novos talentos na modalidade, muitos deles que, certamente servirão à Seleção Brasileira de Handebol.

“Tomamos um café da manhã de agradecimento no Centro de Ensino Barbosa de Godóis, projeto esportivo conduzido pelo Professores Eduardo Teles e Carlos Alberto. Centenas de premiações nacionais, vidas resgatas e que venham mais frutos. Aproveitei o momento para anunciar que vamos destinar emenda parlamentar para reforma completa da quadra da escola. Conte sempre com nosso apoio e obrigado pela acolhida nesta família vitoriosa”, destacou.

A iniciativa de Pedro Lucas Fernandes merece o nosso reconhecimento, bem como de todos os desportistas maranhenses e amantes do handebol.

Foto: Arquivo pessoal

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Maranhão está nas semifinais no handebol

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Barbosa de Godóis, tradicional escola da capital São Luís, mostrou por que é a melhor representante do Maranhão: as duas equipes da escola que estão nos Jogos Escolares da Juventude (JEJ) 2018, nas categorias infantil e infanto pelo handebol masculino, estarão presentes nas semifinais da etapa nacional da maior competição estudantil. A cidade sede da edição 2018 é Natal (RN).

Com jogos no mesmo horário, o time infanto enfrentou um dos favoritos ao título, o estado de São Paulo, no ginásio Sagrada Família. Em um jogo acirradíssimo, a vaga para a semifinal veio com apenas um ponto de diferença: o Maranhão venceu por 24 x 23 o Abaco.

Já na categoria infantil, o canhota Lindoso foi o grande destaque da partida. O atleta maranhense foi escolhido o melhor dos dois jogos em que disputou, com 12 e 14 gols na primeira e segunda partida, respectivamente. Junto com a equipe, o Barbosa venceu o time do Mato Grosso, com o placar de 30 x 28.

“Serão partidas difíceis, mas acredito que conseguiremos bons resultados. Já estamos entre os quatro melhores do país”, disse o técnico Eduardo Telles.

Os Jogos Escolares da Juventude (JEJ) ocorrem até o próximo domingo (25). Nessa última fase, a competição conta com disputas na luta olímpica, judô, handebol e basquetebol.

Foto: Divulgação

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Secretários repudiam ato de racismo contra Gilvana

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Os secretário de Esporte e Lazer, Hewerton Pereira e de Educação, Felipe Camarão divulgaram nota de repúdio contra o ato de racismo praticado contra a atleta maranhense Gilvana Mendes Nogueira que disputa a Liga Nacional de handebol pelo UNIP/São Bernardo.

‘Volta para senzala’, ‘macacas’ , ‘vaca preta’, foram algumas das palavras proferidas por um torcedor do Blumenau na tentativa de atingir a atleta maranhense durante uma partida pela competição.

Em nota, o secretário Hewerton Pereira se solidarizou com a atleta, bem como todos que tem sofrido algum tipo de constrangimento e discriminação, e reafirmou o compromisso com a promoção da igualdade, nos mais diferentes âmbitos.

O secretário de Educação, Felipe Camarão disse que qualquer ato de racismo é inaceitável. “O racismo em pleno século XXI é inaceitável e deve ser firmemente combatido. Portanto, é intolerável qualquer tipo de preconceito, seja de identidade étnica, sexual, de gênero, religioso ou de qualquer outra  natureza”, afirmou Camarão.

Nota da Sedel

“A Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel) vem a público manifestar profunda indignação com o ataque racista sofrido pela atleta de handebol Gilvana Mendes Nogueira, durante a Liga Nacional de Handebol do Brasil, o qual a atleta representou a UNIP/São Bernardo.

Grande destaque nas partidas, a atleta de 20 anos teve que ouvir diversas palavras ofensivas. A Sedel repudia qualquer tipo de atitude que vá contra o ser humano, independente de gênero, raça ou opção sexual. O esporte é uma ferramenta inclusive e deve permanecer enquanto tal, oportunizando a descoberta de novos talentos e ensinando valores para toda a comunidade desportiva.

A Secretaria se solidariza com a atleta, bem como todos que tem sofrido algum tipo de constrangimento e discriminação, e reafirma o compromisso com a promoção da igualdade, nos mais diferentes âmbitos”.

Nota da Seduc

 A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) vem a público manifestar repúdio ao ato de racismo sofrido pela atleta maranhense, Gilvana Mendes, em jogo válido pelas oitavas de final da Liga Nacional de Handebol Feminino, que aconteceu no último dia 27, entre as equipes do Blumenau e UNIP/São Bernardo.

Gilvana Mendes é ex-estudante da Rede Pública Estadual de Ensino, vencedora do Troféu Mirante e pertenceu à equipe de handebol do Barbosa de Godois. Atualmente, é atleta profissional que joga em São Bernardo e jogadora da Seleção Brasileira Junior.

A Seduc ressalta, ainda, que o racismo em pleno século XXI é inaceitável e deve ser firmemente combatido. Portanto, é intolerável qualquer tipo de preconceito, seja de identidade étnica, sexual, de gênero, religioso ou de qualquer outra  natureza.

Desta forma, a Seduc se solidariza com a atleta Gilvana Mendes e todos que têm sofrido algum tipo de constrangimento e discriminação e reafirma o pedido de apuração dos fatos aos órgãos competentes a fim de que sejam tomadas as medidas cabíveis em conformidade com a legislação vigente.

Foto: Divulgação

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O choro de quem foi vítima do crime de racismo

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Blumenau-SC, sábado, 27 de outubro de 2018. Um dia triste para Gilvana Mendes Nogueira e para o esporte como um todo. Em uma partida pelas oitavas de final da Liga Nacional de Handebol Feminino a atleta maranhense foi vítima de racismo durante e depois do jogo por um torcedor que estava nas arquibancadas do Complexo Sesi, na capital catarinense.

O GloboEsporte.com procurou a maranhense de 20 anos nascida em São Luís e que hoje reside em São Bernado, em São Paulo, onde defende o Unip/São Bernardo. Ele contou como tudo aconteceu e chegou a dizer quais foram os gritos que homem ecoou nas arquibancadas.

“O jogo estava muito difícil desde o começo. Estava muito pegado e tinha esse torcedor que toda hora ia no nosso banco ficar falando coisas horríveis. Teve uma hora que virei para ele perguntei quem ele pensava que era. Foi quando ele um monte de coisa. Disse que meu lugar não era ali. Disse que tinha que voltar para senzala. Chamou de vaca preta e outras coisas lá”, contou.

Gilvana disse que chegou a chorar por conta dos xingamentos. Durante o segundo tempo – quando começou o ato de racismo – e também depois da partida.

“Eu fiquei muito triste. Eu chorei durante e depois do jogo. Foi muito ruim. Mas falo para as pessoas que um dia sofrerem isso que não liguem. Bola para frente”, disse.

Por fim, Gilvana disse o que deseja para o agressor que soltou palavras que a fez chorar. A atleta para maranhense resumiu o seu recado em apenas uma frase.

“Desejo apenas que ele seja uma pessoa melhor”, finalizou.

A atleta protocolou o boletim de ocorrência do caso na última quinta-feira (1) .Segundo ela as informações iniciais dão conta que o homem que seria o suspeito do crime seria namorado de uma das meninas da equipe do Blumenau-SC. O duelo terminou com vitória do time catarinense por 23 a 22.

Em nota, a CBHb comunicou está investigando o caso.“A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) vem por meio desta afirmar que já está apurando os fatos a respeito das ofensas racistas por parte de torcedores contra jogadoras do time visitante, no jogo entre as equipes de Blumenau x Unip/São Bernardo. A partida que ocorreu no último dia 27 de outubro em Santa Catarina foi pelas oitavas de final da Liga Nacional de Handebol Feminina. A CBHb reitera que repudia todo e qualquer ato de racismo e que levará ao conhecimento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para as devidas providências cabíveis dentro do que rege as leis esportivas”.

Repúdio

A direção do Barbosa de Godóis que revelou a jogadora no Maranhão repudiou o ato racista.

“O Barbosa de Godóis Handebol (BGH) vem a público repudiar qualquer atitude de intolerância contra qualquer ser humano. Nosso trabalho vai além das quadras, estamos sempre refletindo com nossos alunos/atletas princípios e valores, por isso exigimos punição aos envolvidos nesse episódio, pois tanto a Liga Nacional de Handebol do Brasil tomou as providências assim como a própria Gilvana já registrou Boletim de Ocorrência do fato. Não podemos assistir passivamente a este tipo de atitude, o que só nos deixa indignados”.

Leia no Globoesporte.com

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Atleta maranhense é vítima de ato racista

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A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) está investigando denúncias de racismo por parte da torcida de Blumenau contra o Unip/São Bernardo, durante uma partida pelas oitavas de final da Liga Nacional de Handebol Feminino.

O alvo de um torcedor catarinense que foi identificado e expulso do ginásio foi a atleta maranhense Gilvana Mendes Nogueira.

‘Volta para senzala’, ‘macacas’ e mais frases racistas pesadas vindas da torcida de Blumenau foram ouvidas pela atleta Deborah Hannah, de São Bernardo

“Seria um ótimo espetáculo para a torcida, seria um dia de trabalho suado para as atletas, seria um dia de evento para a cidade, seria qualquer coisa que ficou escondido atrás dessa atitude repugnante de racismo, a ofensa (sic) não é apenas contra os negros, a ofensa (sic) não é apenas contra a UNIP, a ofensa (sic) não é apenas contra quem tem negros na família, a ofensa (sic) é contra todos que não toleram esse ato de quem julga-se superior pela tonalidade da cor da pele, ou até quem julga que o outro é inferior porque o tom da pele dele não é bom o bastante para você. Brasil foi um dos últimos países a se libertar da escravidão, a abolir os escravos, e assinar a lei áurea, e desde então, 1888, todos lutamos para que o direito de quem foi tão essencial para o crescimento do Brasil fosse respeitado. Agora em 2018 vemos uma atitude triste como essa. 130 anos depois. Esperamos que alguma atitude seja tomada, levando em consideração que não foi a primeira vez, e não será a última se nós não colocarmos um basta nisso!”

A direção do Barbosa de Godóis que revelou a jogadora no Maranhão repudiou o ato racista.

“O Barbosa de Godóis Handebol (BGH) vem a público repudiar qualquer atitude de intolerância contra qualquer ser humano. Nosso trabalho vai além das quadras, estamos sempre refletindo com nossos alunos/atletas princípios e valores, por isso exigimos punição aos envolvidos nesse episódio, pois tanto a Liga Nacional de Handebol do Brasil tomou as providências assim como a própria Gilvana já registrou Boletim de Ocorrência do fato. Não podemos assistir passivamente a este tipo de atitude, o que só nos indigna”.

“Gilvana é negra, e daí? Seria tudo normal se a mesma não tivesse sofrido ofensas pelo simples fato de ser negra. O único pecado que ela cometeu foi se destacar na partida com suas habilidades, fazendo a diferença no time. Um torcedor do time adversário, não se conformando com o que via, proferiu palavras ofensivas a ela como, “macaca”, “volta pra senzala que lá que é teu lugar”. Sim, isto é Brasil!”, diz a nota.

A CBHb comunicou está investigando o caso.

A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) vem por meio desta afirmar que já está apurando os fatos a respeito das ofensas racistas por parte de torcedores contra jogadoras do time visitante, no jogo entre as equipes de Blumenau x Unip/São Bernardo. A partida que ocorreu no último dia 27 de outubro em Santa Catarina foi pelas oitavas de final da Liga Nacional de Handebol Feminina.

A CBHb reitera que repudia todo e qualquer ato de racismo e que levará ao conhecimento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para as devidas providências cabíveis dentro do que rege as leis esportivas.

Foto: Reprodução

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Maranhão leva o ouro no handebol e futsal

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As escolas Barbosa de Godóis e o Instituto Bom Pastor conquistaram, respectivamente, nas modalidades handebol masculino e futsal feminino, a medalhas de ouro na etapa regional dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ) 2018. Com a conquista, as equipes, ambas da categoria entre 15 e 17 anos, representarão o Estado na etapa nacional, que ocorrerá no mês de novembro, em Natal (RN).

No handebol masculino, a equipe comandada pelo técnico Eduardo Telles mostrou por que se mantém como uma das equipes brasileiras favoritas ao título. Com um jogo disputado contra a Paraíba, a equipe do Maranhão conquistou dois pontos de diferença que garantiram o ouro para a equipe do Barbosa de Godóis.

Também contra a Paraíba, o Instituto Bom Pastor levou os torcedores à loucura com um jogo que, no terminal normal, resultou em um empate. Já nos pênaltis o talento das atletas maranhenses ficou evidente e o primeiro lugar foi recebido por 4 a 3, trazendo o destaque para a goleira Camila, que defendeu três pênaltis da equipe rival.

A conquista se torna um presente para os familiares que incentivam os alunos. “Nossa equipe foi formada há pouco tempo, mas viemos com uma boa expectativa, pois nosso técnico esteve sempre nos incentivando ao esporte. Nossa maior alegria é de trazer esse título para os nossos pais”, contou Camila Fernanda.

A etapa nacional do JEJ 2018 ocorre em novembro e contará com equipes maranhenses nas modalidades individuais – natação, judô, vôlei de praia, atletismo, xadrex e tênis de mesa – e nas coletivas com o handebol e futsal.

Foto: Divulgação

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Barbosa de Godóis conquista ouro nos JEMs

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A torcida do Barbosa de Godóis de São Luís estava em peso na final do handebol contra o Centro Educacional Arteceb, de Imperatriz e viu a equipe feminina faturar o título de campeã da modalidade dos Jogos Escolares Maranhenses 2018 categoria infantil. A partida foi realizada no Ginásio Castelinho.

Por 16 a 11, a equipe do Barbosa de Godois superou o adversário de Imperatriz. Já o terceiro lugar da competição foi ocupado pela escola Abdon que marcou 17 a 11 contra a escola Bertila.

No infantil masculino, a tradição se manteve. O Barbosa de Godóis que já conta com o hexacampeonato, realizou uma partida eletrizante contra o Batista, de Codó, vencendo por apenas um ponto de diferença, com 20 a 19.

Para o técnico da equipe, o trabalho que proporciona tantas vitórias se constrói desde a infância. “É importante um trabalho de base, desde o pré-mirim, pois sem ele não conseguimos esse resultado. Ao realizar essa atividade, os atletas já chegam preparados para uma competição como essa”, destacou Eduardo Telles.

A medalha de bronze ficou com o ArteCEB, de Imperatriz.

Foto: Divulgação/ Sedel

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Handebol e futsal são destaque no ParaJems

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O ginásio poliesportivo Manoel Trajano no Complexo Esportivo Canhoteiro foi centro de disputas do futsal de cinco, futsal intelectual e handebol intelectual – masculino e feminino – das Paralimpíadas Escolares Maranhenses (ParaJEMs) 2018 que integram os Jogos Escolares Maranhenses (JEMS) 2018. No terceiro dia de competições, os estudantes mostraram as jogadas dos intensos treinos em disputas acirradas.

As primeiras a darem show em quadra foram as equipes femininas do handebol intelectual da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Luís (APAE) e da escola Eney Santana.  Com placar de 9 a 8 para a APAE, a atacante da equipe vitoriosa, Joseana Pereira, acreditou na vitória da equipe. “Foi difícil, mas mais importante do que ganhar ou perder é participar porque significa inclusão com as pessoas com deficiência”, afirmou.

No masculino de handebol intelectual, a APAE também levou a melhor em cima da Escola Eney Santana com placar de 12 a 6.

Já no futsal de cinco, as equipes A e B da Escola de Cegos Maranhão (Escema) se enfrentaram em quadra. O atacante do time B, Maciel Santos, pretendia fazer três gols, mas a partida ficou no 0 a 0. “Nossa equipe é conhecida pela união. Foi um grande desafio e apesar do resultado, estamos satisfeitos. Tudo isso engrandece nosso esporte”.

Do outro lado, a equipe A também levou o empate como um importante resultado para o time. “Fomos bem. Apesar de a equipe adversária ter um atacante excelente, nós conseguimos barrar ele porque o jogo ficou empatado. Eles tinham tudo para ser favorito, mas conseguimos neutralizar”, avaliou o zagueiro Carlos Cavalcante.

O futsal intelectual finalizou as rodadas matutinas no Manoel Trajano. A APAE fez um grande jogo e venceu por 11 a 4 a Escola Eney Santana. “Estamos aqui para descontrair. Hoje nós ganhamos deles e vamos ganhar de novo”, comemorou o lateral direito da APAE, Luís Cássio. Já o atacante da Eney Santana, Eliseu Costa, afirmou que “foi um jogo bom, deu pra mostrar nosso futebol e que deficientes têm condições de praticar esporte”.

O Secretário de Estado do Esporte e Lazer (Sedel), Hewerton Carlos Rodrigues, acompanhou os jogos e ressaltou o papel dos JEMs. “Os jogos das Paralimpíadas são muito importantes pela inclusão social que promovem. Dessa forma, pessoas com deficiência podem aproveitar o esporte para o seu desenvolvimento, para melhorar a saúde e para o lazer”, finalizou.

Foto: Divulgação

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Handebol perde talento do professor Pinheiro

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Dois grandes nomes do handebol no Maranhão lamentaram a morte do técnico Pinheiro – um dos ícones do handebol maranhense.

José Pinheiro Silva morreu na tarde desta terça-feira (2), após sofrer duas paradas cardíacas, na UTI do Hospital São Domingos. Muito conhecido em meio à comunidade esportiva, Pinheiro foi professor e técnico no Alberto Pinheiro, Luís Viana e Dom Bosco. Era funcionário da Secretaria de Desporto e Lazer (Sedel). Foi técnico de handebol do Moto Club e por mais de 12 anos dirigiu a Federação Maranhense de Handebol.

O ex-jogador da Seleção Brasileira, China lamentou a morte de Pinheiro – um dos maiores incentivadores do handebol no Maranhão.

“Descansou o trabalhador e grande incentivador do handebol no estado do Maranhão durante décadas, José Pinheiro Silva. Descanse em paz, Pinheiro. Que Deus dê à família a força necessária neste momento de dor”, afirmou China.

O técnico e professor Eduardo Teles disse que Pinheiro deixa uma marca no handebol maranhense.

“Foi um grande incentivador do handebol na área educacional. Teve a honra de trabalhar com uma série de seleções maranhenses. Ele deixa uma lacuna grande. A comunidade do handebol lamenta a morte do professor. Deixou sua marca com uma grande professor do handebol do Maranhão”, destacou Eduardo Teles.

A Secretaria de Desporto e Lazer (Sedel), também se manifestou sobre a morte de Pinheiro. “Ex- presidente da Federação Maranhense de Handebol (FMAH), “Pinheirinho”, como era conhecido entre os atletas, alunos e técnicos da modalidade, desempenhou um grande trabalho na história do handebol maranhense. Neste momento de dor, o secretário de Esporte e Lazer Hewerton Pereira solidariza-se com familiares e amigos”.

Foto: Arquivo pessoal

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