Polêmica envolve dono do bar do Léo e casal gay

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A polêmica sobre o episódio registrado na semana passada no Bar do Léo, no Vinhais continua. Nas redes sociais, este é um dos assuntos mais comentados.

O Léo, proprietário do bar que funciona na Feira do Vinhais teria se “excedido” com um casal homossexual que “trocava carinhos” em uma das mesas.

A vítima, o publicitário Maurício Albino escreveu nas redes sociais: “Na noite de quinta-feira fui vítima de homofobia e discriminação no estabelecimento. O dono do bar nos abordou de forma agressiva, na mesa em que eu estava com amigos falando que o ambiente não permitia aquele tipo de conduta. Tudo isso porque eu estava apenas apoiado no ômbro do meu companheiro e de mãos dadas. Uma coisa mínima que gerou essa atitude ridícula. As pessoas que estava, ao redor ouviram toda a situação constrangedora. Inclusive fui abordado por outros clientes que prestaram apoio.

O caso foi visto como preconceito e homofobia e provocou muitas críticas.

Gente que também frequenta o bar e conhece o Léo saiu em defesa alegando que o seu temperamento é esse e que nem casal hétero ele permite que se beije no local.

Mas onde é que uma situação ou outra é proibida?

Vale lembrar que o bar funciona em um local público que é a Feira do Vinhais.

O fato é que pegou muito mal e até a esposa do Léo veio às redes sociais pedir desculpas. Segundo Jandira Moura houve um mal entendido.

“Em nome do Bar do Léo, lamento o mal entendido entre o Léo e o casal homossexual, mas não houve expulsão de ninguém. Léo inclusive pede desculpas pela forma como conversou, como disse hoje conversando aqui e explicando o que aconteceu. Aqui é um espaço democrático, continuará sendo”.

Longe de aceitar a situação apenas como “mal entendido”, Maurício disse que está recorrendo à todas medidas jurídicas para reparar o dano.

“Estarei hoje formalizando uma denúncia com testemunhas na delegacia e vou recorrer à todas as medidas jurídicas e administrativas possíveis, inclusive através do Procon. Além de dano moral, lesou meu direito como consumidor”, escreveu Maurício.

Fotos: Reprodução/Redes sociais

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Audiência debate ações contra à LGBTfobia

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Criar um espaço de debate acerca da violência motivada pela intolerância e crimes de ódio contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais. Esta foi a proposta da audiência pública realizada, na quinta-feira (10), por meio do mandato do vereador Honorato Fernandes (PT), na Câmara Municipal de São Luís.

O debate contou com a presença de representantes do Poder Público, do Conselho Municipal da Juventude, Secretaria de Estado da Juventude, do Conselho Estadual LGBT, da Defensoria Pública, da comunidade LGBT,deputado federal Zé Carlos, de entidades sindicais, como o SINDSEP-MA, além de estudantes da rede pública de ensino e de alguns parlamentares da Casa.

O autor da proposição, que também preside a Comissão de Direitos Humanos do Parlamento Municipal, vereador Honorato Fernandes deu início às discussões da audiência ressaltando os frequentes registros de crimes motivados pela LGBTfobia, tanto à nível nacional, quanto local. “É fato que os registros de violência contra a população LGBT têm sido altíssimos e aqui na cidade de São Luís este tem sido um fato cada vez mais corriqueiro”, destacou o vereador.

Respeito à diversidade nas escolas

O tema relacionado à diversidade sexual e de gênero volta a ser pauta central do Legislativo Municipal um ano após a aprovação do projeto de lei do Executivo Municipal que tratou do Plano Municipal de Educação. O Plano contemplava uma série de medidas relacionadas à educação sobre gênero e combate à LGBTfobia, e que seriam adotadas pelas escolas da rede municipal de ensino. No entanto, tais medidas não foram aprovadas.

Na sua fala, Honorato defendeu a educação de gênero nas escolas e o resgate da discussão do Plano Municipal de Educação, de modo a reverter a decisão que retirou da grade escolar disciplinas que abordam temas relacionados à diversidade sexual e de gênero.

“Tenho me preocupado com o pensamento de algumas pessoas que defendem a idéia de que temas, como política e diversidade sexual e de gênero, não devem ser debatidos nas escolas, o que só tem reforçado o ciclo vicioso da violência”, afirmou.

(mais…)

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Câmara realiza audiência sobre homofobia

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“Homofobia e violência atingem a juventude”. Este é o tema da audiência que será realizada, nesta quinta-feira (10) pela Câmara Municipal de São Luís.

Aberta ao público, a audiência será realizada às 10h, na Câmara Municipal de São Luís – Plenário Simão Estácio da Silveira.

Proposta pelo vereador Honorato Fernandes (PT), a audiência tem como objetivo discutir propostas e alternativas de combate à violência motivada pela homofobia, que tem gerado inúmeras vítimas, sobretudo jovens.

O autor da proposição chama a atenção do índice crescente de violência praticada por motivações homofóbicas.

“É um absurdo saber que a cada 28 horas um assassinato por conta da homofobia é registrado no Brasil e de cada 10 pessoas LGBT, pelo menos sete já foram vítimas de algum tipo de violência”, afirmou Honorato, destacando ainda a importância do tema ser pautado pelo Legislativo Municipal, de modo a dar mais visibilidade à causa e conscientizar a população acerca da diversidade sexual e de gênero.

Foto: Divulgação

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Honorato destaca turismo e homofobia

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Vereador Honorato Fernandes (PT)

Durante a sessão realizada nesta segunda-feira (19), na Câmara Municipal, o vereador Honorato Fernandes (PT), utilizando a tribuna da Casa, lamentou a carência de políticas voltadas para o turismo, sobretudo o náutico e ressaltou a urgência de ações de combate à homofobia.

O parlamentar iniciou o discurso destacando as belezas e riquezas naturais da cidade e alertando para a necessidade de debruçar um olhar mais atento para a exploração de tais riquezas.

“Possuímos uma enorme riqueza natural, paisagens belíssimas, no entanto, inexploradas. Precisamos ter uma atenção especial para estas regiões, que podem ser pontos de geração de renda através de empreendimentos e políticas voltadas para o turismo”, disse Honorato, informando ainda que uma indicação será encaminhada ao Governo do Estado, solicitando um estudo a fim de verificar a possibilidade de construção de um berço de atracação para passeios náuticos. Segundo o parlamentar, “o atrativo fará uma grande diferença no que diz respeito à exploração turística das riquezas naturais da nossa ilha”.

Homofobia

O vereador aproveitou a oportunidade para tratar de outro tema, a homofobia, situando-a numa perspectiva que a reconhece como fruto de uma das causas da violência: a falta de informação.

“Já pude acompanhar várias discussões sobre violência pautadas por esta Casa. No entanto, fala-se muito em formas de combate do efeito da violência, não das causas da mesma. Falo aqui da violência que é fruto da falta de informação e educação, que alimenta os mais variados preconceitos, mas como destaque quero trazer aqui a questão da homofobia”, destacou Honorato, lamentando o índice crescente de violência praticada por motivações homofóbicas.

“É o preconceito e a falta de informação que tem alimentando este tipo de violência. É um absurdo saber que a cada 28 horas um assassinato por conta da homofobia é registrado no Brasil e de cada 10 pessoas LGBT, pelo menos sete já foram vítima de algum tipo de violência”, lamentou o vereador.

Honorato falou ainda do requerimento de autoria dele, colocado em pauta logo depois, propondo a discussão do assunto pela Câmara, por meio de audiência publica, cujo tema é “Homofobia, Violência e Juventude”.

“Hoje, um requerimento de minha autoria está sendo posto em pauta, propondo que esta Casa promova uma audiência pública, a fim de discutir a homofobia, a violência e a juventude, pois os mais vitimados por este tipo de violência são os jovens”, informou o paramentar, destacando a importância de o tema ser pautado pelo Legislativo Municipal, de modo a dar mais visibilidade à causa e conscientizar a população acerca da diversidade sexual e de gênero.

“Nós, enquanto parlamentares, não podemos nos furtar do nosso dever que é promover o debate, ajudando a levar informação que ajude as pessoas a ter um olhar de tolerância e saber conviver com aquilo que é diferente”, disse o vereador.

Honorato finalizou a fala defendendo a educação de gênero nas escolas e o resgate da discussão do Plano Municipal de Educação, de modo a reverter decisão que retirou da grade escolar disciplinas que abordam temas relacionados à diversidade sexual e de gênero.

“Precisamos discutir novamente o Plano Municipal de Educação, aprovado na legislatura passada, que retirou da grade escolar disciplinas que elucidavam sobre questões de gênero na escola. a discutir questão de gênero é valorizar o homem e a mulher, é discutir a igualdade entre eles, é fazer o combate a homofobia. E isso precisa ser feito dentro de casa e nas escolas”, finalizou.

Foto: Divulgação

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Homofobia na UFMA

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JeanWyllysmofobia na

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