Wellington denuncia descaso no Hospital Geral

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O deputado estadual Wellington do Curso denunciou, nesta terça-feira (7), na Assembleia Legislativa, o descaso do governador Flávio Dino com o Hospital de Câncer do Maranhão – Dr. Tarquínio Lopes Filho. A denúncia foi fundamentada em reclamações de pacientes que padecem com a falta de medicamentos, com atendimento precário feito nos corredores e, até mesmo, com o forro do ambulatório que, recentemente, caiu.

Entre os medicamentos que estão em falta, há o Zometa, que é usado para tratamento de pacientes com tumor maligno avançado com metástases ósseas.

“Com a saúde das pessoas não se brinca. É a vida, é algo único. Os pacientes nos pediram ajuda, socorro, já que não aguentam mais tanto descaso. Os que fazem tratamento de câncer padecem. Há relatos de que estão sendo atendidos na parte em que deveria funcionar a radiologia; há, também, pacientes que aguardam para serem consultados em corredores lotados. Outra parte dos pacientes está sendo atendida em Casa de Apoio. Faltam medicamentos e até o forro do ambulatório desabou. Uma triste situação e que exige uma postura do governador que, infelizmente, só tem ações na propaganda”, afirmou Wellington.

Foto: Divulgação

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Pacientes sofrem com espera por cirurgia em Matões

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Pacientes do Hospital Regional de Matões do Norte, a 138 km de São Luís, reclamam da espera para realização das cirurgias. O local é referência em traumato ortopedia e foi construído para atender pacientes de 14 municípios, mas está sem anestesista por cerca de duas semanas.

No fim do ano passado uma portaria da Secretaria Estadual da Saúde estabeleceu um teto financeiro para serviços médicos por plantões de 24 horas, que acabou reduzindo em 15% o valor pago para a J.F Cruz Serviços Anestesiológicos LTDA, empresa terceirizada que prestava serviços de anestesiologia no hospital.

Em 14 de dezembro de 2018, a empresa enviou uma notificação a Secretaria de Saúde informando que não prestaria mais serviços ao Hospital de Matões do Norte. O prazo acabou no último dia 13 e o hospital ficou sem anestesista.

Com a falta dos profissionais, os pacientes aguardam as cirurgias sem previsão, como é o caso do servente Benedito Vieira que fraturou a mão em um acidente e cansado de esperar, decidiu ir embora para procurar atendimento em São Luís. “Está demorando muito, está faltando anestesista e não tem como fazer cirurgia”, explicou.

A direção do hospital admitiu que há falta de médico anestesista, mas disse que os pacientes que precisam de cirurgia ortopédica são transferidos para outros hospitais quando há leitos disponíveis.

Foto: Reprodução/TV Mirante

G1

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Deputado faz apelo sobre entrega de remédios

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WellingtondoCurso

Deputado estadual Wellington do Curso (PP)

Durante a sessão plenária desta segunda-feira (9), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa para solicitar que o Governo do Estado volte a fornecer os medicamentos Somatropina e Anastrozol na Farmácia Estadual de Medicamentos Especializados. A solicitação do deputado Wellington vai ao encontro de denúncias de pacientes que afirmam não saber mais o que fazer diante da não disponibilização de tais medicamentos.

“A nossa solicitação aqui não é para requerer a mera disponibilização de um medicamento. Não, vai além. Quem nos procurou foi uma mãe que não sabe o que fazer para conseguir esse medicamento tão importante para seus filhos. E a situação dela não é única. Infelizmente, é a de muitas outras mães, que também nos procuraram. Que a saúde é um direito social e é dever do Estado isso nós já sabemos. Resta-nos agora cobrar a efetividade desse direito e é por isso que aqui estamos.”, afirmou.

Ao se pronunciar, o deputado Wellington mencionou ainda solicitação feita por ele, na semana passada, que solicitava que o Governo voltasse a fornecer medicamentos ao Hospital Geral.

“Infelizmente, essa não é a primeira vez que ocupamos essa tribuna para solicitar o fornecimento regular de medicamentos. Na semana passada, solicitamos que se restabelecesse o fornecimento do Anastrozol, no Hospital Geral. Tal medicação é indicada para as pessoas com câncer. Não é um remédio para resfriado ou algo mais singelo. Não, estamos lidando com a vida das pessoas. Por isso, enfatizo as solicitações que não são minhas, mas da população, principalmente a mais carente, que tem sofrido com isso.”, ressaltou.

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Luiz Alfredo é assassinado

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LuizAlfredo

O médico Luiz Alfredo Netto Guterres foi morto hoje, por volta de 10h manhã quando chegava em sua residência, na rua Santa Quitéria, no Jardim Eldorado, no Turu.

Luiz Alfredo era diretor do Hospital Carlos Macieira e do Hospital Geral Tarquínio Lopes Filho. Ele era casado e tinha três filhos.

O médico teria sido surpreendido por quatro homens que estariam em uma Pajero TR4, no momento em que abria o portão de casa.

casa

Segundo as primeiras informações da Polícia, bandidos entraram na garagem, houve discussão e Luís Alfredo foi atingido por dois tiros.

Os bandidos levaram dois aparelhos de telefone celular que estavam com a vítima.

O corpo de Luiz Alfredo será velado no Pam-Diamante.

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Mutirão de hérnia

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mutiraohernia

Cirurgiões gerais de outros estados e maranhenses participaram, esta semana, da parte prática da Jornada Nordestina de Hérnia – promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). O encontro teve início no Conselho Regional de Medicina (CRM), onde foram discutidas as novas técnicas de procedimentos, e encerrado no Hospital Tarquínio Lopes Filho (Geral) com a realização dos procedimentos cirúrgicos em 12 pessoas.

Coordenador da Jornada e diretor do Hospital Geral, Luiz Alfredo Netto Guterres disse que o evento serviu para debater as novas técnicas cirúrgicas voltadas para a hérnia e as que são possíveis de serem aplicadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). “Este é um encontro que reúne renomados cirurgiões para que possamos trocas experiências e melhorar ainda mais os atendimentos aos nossos pacientes”, justificou.

O cirurgião geral Flavio Malcher, do Hospital Universitário do Rio de Janeiro, disse que encontros como estes foram realizados em estados como Paraíba, Rio de Janeiro e Pernambuco e servem para mostrar as novas tecnologias. “Estamos trazendo novas telas para serem usadas nas cirurgias de hérnia abertas e por videolaparoscopia”. Cirurgiões do Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás e o médico Valentin Vega, que veio da Colômbia, participaram dos procedimentos cirúrgicos.

A Jornada de Hérnia foi realizada pela SES, em parceria com a Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH). Mesas redondas, palestras, conferencia, discussões e debates sobre temas como análises de casos complexos, papel das sociedades médicas, experiências realizadas no Maranhão e em outros estados, tratamentos de hérnias, definição e classificação, entre outras abordagens, fizeram parte da programação.

Foto: Francisco de Paula

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Geralzinhos

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Mais saúde para a população de São Luís e todo o Maranhão.

O anúncio foi feito pelo secretário de Saúde, Ricardo Murad.

ricardomurad

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Nova técnica

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cirurgia

O Hospital Estadual de Alta Complexidade Tarquínio Lopes Filho (Geral) passa a adotar esta semana uma nova técnica nas cirurgias de redução de próstata. Trata-se da Vaporização de Plasma Button, ou “eletrovaporização”, que diminui o tempo de internação dos pacientes.

A técnica inovadora foi utilizada em três cirurgias de redução de próstata realizadas na manhã de sábado (14), no Hospital Geral, como parte do I Simpósio de Vaporização da Próstata com Plasma Botton, promovido em São Luís, no fim de semana, para divulgar essa técnica.

Apresentada em 2009 na Áustria, a técnica somente em 2011 passou a ser difundida para outros países. Em 2013 foi consolidada em congresso de medicina na cidade de Milão, na Itália, e chegou ao Brasil admitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Sociedades Médicas.

O incentivador do uso da técnica no Brasil é o especialista em urologia Mirandolino Mariano, mestre em clínica médica e doutor em cirurgia. Foi ele quem realizou os três procedimentos no Hospital Geral. “Trata-se de um grande avanço no tratamento de casos de hiperplasia prostática benigna (HPB), que é o crescimento benigno da próstata”, explicou.

Segundo Mirandolino Mariano, trata-se de uma modificação relevante no modo como se fazia esses tratamentos. “Nos últimos cinco anos, essa técnica se mostrou cada vez mais satisfatória e eficaz, reduzindo inclusive riscos e período de internação e recuperação destes pacientes”, afirmou.

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Cirurgia

A aplicação da técnica foi acompanhada de perto por uma equipe de cirurgiões do Hospital Geral, durante as cirurgias demonstrativas realizadas por Mirandolino Mariano. Na cirurgia vídeoendoscópica, minimamente invasiva, com uso de vaporização (transição direta do sólido para gás), o tecido prostático é removido mais suavemente, utilizando energia por plasma sob baixa temperatura.

Através da uretra do paciente uma cânula com um pequeno eletrodo em forma de Button (botão de forma semi-esférico) é introduzida ate a próstata. Ao utilizar energia de baixa voltagem, cria-se um campo plasmático (aquecimento de uma área de tecido por meio de radiofreqüência para transformação do mesmo do estado sólido para vapor). Sem a presença de resíduos de tecido ao mesmo tempo a administração de soro fisiológico a 0,9% conduz este vapor para fora do corpo do paciente, o que facilita e estimula um rápido processo de cicatrização.

“Com esta técnica única de deslizamento, quase não há contato direto entre o equipamento e o tecido. O dispositivo não apenas vaporiza o tecido aumentado, como também coagula o restante do tecido saudável e deixa uma superfície lisa reduzindo a próstata a tamanhos normais e aceitáveis”, explicou Mariano.

O diretor do Hospital Geral, Luis Alfredo Guterres, disse que as cirurgias foram realizadas dentro de programa de treinamento que a equipe de médicos da unidade fará para desenvolver a técnica rotineiramente. “Nós estamos implantando esta técnica para que os nossos pacientes que necessitarem deste tipo de cirurgia tenham a seu dispor uma técnica moderna e de grande valor cientifico e clínico, com uma maior probabilidade de sucesso e menor tempo de pós-operatório. Na segunda feira nós realizaremos cirurgias já chefiadas pela nossa equipe de cirurgiões do hospital”, contou.

Fotos: Nestor Bezerra

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Mutirão de vesícula

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Trinta e seis pacientes de vários municípios maranhenses foram beneficiados esta semana no Mutirão de Cirurgias de Colecistectomia (vesícula), iniciado segunda-feira (9) no Hospital Estadual Tarquínio Lopes Filho (Geral), em São Luís. A ação prosseguirá até a próxima sexta-feira (20) com o objetivo de retirar cerca de 100 pessoas da fila de espera por esse tipo de cirurgia.

“É o segundo mutirão de vesícula biliar e a meta é superar o número de procedimentos realizados no primeiro, que chegou a 80 cirurgias”, anunciou o diretor do Hospital Geral, Luiz Alfredo Guterres Soares Júnior.  Ele explicou que a cirurgia de vesícula é uma patologia de alta prevalência no Brasil, perdendo apenas para a demanda por cirurgias de hérnias. “São de 800 a 1000 pacientes esperando pela cirurgia de vesícula. Por isso, todos os cirurgiões do aparelho digestivo engajados neste mutirão”, informou.

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A cirurgia de vesícula é feita por meio de videolaparoscopia e dura aproximadamente 40 minutos. O coordenador da Clínica Cirúrgica do Hospital Geral, Manoel Francisco Santos, disse que, semanalmente, são submetidos ao procedimento de colecistectomia de 12 a 15 pacientes na rotina do hospital. “É uma cirurgia minimamente invasiva e o paciente tem menor dor e uma recuperação mais rápida”, explicou.

A cirurgia é indicada para indivíduos diagnosticados com vesícula inflamada ou com pedras na vesícula. É relativamente simples, feita com anestesia geral e um pequeno corte na região abdominal. O tempo de internação hospitalar varia entre um e dois dias. Antigamente, o procedimento era indicado somente para pessoas que se encontravam em crise. Hoje em dia muitos médicos operam para prevenir uma crise de pedra na vesícula futura.

A aposentada Maria Aurora de Abreu, 82 anos, veio de Barreirinhas para o procedimento. “Estou confiante que não vou mais sofrer crises de dores na vesícula”, disse. Há 14 meses esperando pela cirurgia, a cozinheira Lenilda Almeida Campos, 44 anos, disse que parou de trabalhar devido às dores que a incomodavam. “Depois desta cirurgia pretendo voltar a ter uma vida normal”, completou.

Foto: Nestor Bezerra

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Qualidade na saúde

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O centro de diagnóstico por imagem do Hospital Geral Tarquínio Lopes Filho foi inaugurado, na quarta-feira (29), pelo secretário de Estado de Saúde, Ricardo Murad. O serviço é composto por um centro tecnológico de comando e acompanhamento, de um aparelho de tomografia computadorizada (TC) de última geração e duas salas de raio-x.

O setor destinado a atender uma demanda de exames solicitados pelo Hospital Geral e por outras unidades que compõem a rede estadual de saúde foi inaugurado pelo secretário Ricardo Murad e pelo diretor do hospital, Luis Alfredo Guterres. Profissionais de saúde e convidados também puderam conhecer o moderno sistema para a realização de diversos exames, como estudo detalhado da traquéia, de nódulos pulmonares, angioplastia computadorizada e estudo coronário de todo o sistema cardíaco (coração, veias e artérias), permitindo indicações mais precisas nos quadros dos pacientes, auxiliando o médico na investigação clínica.

De última geração e representando o que há de mais moderno no mercado de tomógrafos, o aparelho Optima GE-healtcare é o segundo deste porte no Nordeste. Além do Maranhão, há apenas mais um em funcionamento no estado da Bahia, atuando em rede privada de saúde.

“Isso é a prova de que o governo do Maranhão não mede esforços para implantar um serviço de qualidade colocando o que há de melhor na sua rede de saúde, dando melhor qualidade de atendimento aos nossos pacientes”, avaliou o Ricardo Murad, anunciado que mais um equipamento deste porte já foi adquirido e será instalado em breve no Hospital de Referência Estadual de Alta Complexidade Carlos Macieira (HCM).

Segundo Luis Alfredo Guterres, o equipamento representa maior confiabilidade nos diagnósticos, com menor exposição do paciente a radiações pelo fato de realizar em tempo médio de apenas 9 segundos exames em que antes se gastava até 50 minutos. Além disso, esse centro tecnológico vai permitir que o resultado do exame seja quase que imediato ao pedido de realização do mesmo, possibilitando ao médico iniciar o tratamento com base em dados confiáveis.

Foto: Nestor Bezerra

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