O que Flávio Dino diz não é o que Flávio Dino faz…

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O governador Flávio Dino (PCdoB) mostra mais uma vez total incoerência nas redes sociais ao cobrar do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ministro da Justiça Sérgio Moro esclarecimentos quanto ao vazamento pelo site The Intercept, de conversas de Moro com o procurador Deltan Dallagnoll e de membros da Força Tarefa da Lava Jato.

Na semana passada, Flávio Dino defendeu o afastamento de Sérgio Moro, no entanto, não afastou o secretário Jeferson Portela que é acusado de espionagem contra magistrados e políticos do Maranhão.

“Sérgio Moro deve se afastar ou ser afastado do Ministério da Justiça. Quem instrumentalizou a Justiça Federal para fins eleitorais e partidários pode tentar fazer o mesmo com a Polícia Federal, agora sob seu comando direto”, afirmou.

Ontem, o governador criticou a postura de Bolsonaro e Moro que tem evitado declarações sobre o vazamento.

Segundo Flávio Dino, as autoridades tem o dever de prestar contas. E tem mesmo.

“Assim, é errado uma autoridade se refugiar no “nada a declarar”, que o ministro da ditadura Armando Falcão tanto usava. Toda autoridade pública tem o dever de prestar contas sobre seus atos funcionais”.

Mas o que Flávio Dino diz é diferente do que ele faz, principalmente quando se sente acuado.

Flávio Dino geralmente foge das respostas e quando comenta os fatos acaba por jogar a culpa em gestões anteriores. Isso quando diz alguma coisa, pois na maioria dos casos aposta na memória curta e no esquecimento das pessoas. E deixa muitas questões sem respostas.

Além disso, toda vez que a Assembleia Legislativa tenta convocar um secretário para “prestar contas” e esclarecer questionamentos, a turma do governo vota contra o pedido para agradar ao governador.

Na semana passada, o deputado Felipe dos Pneus teve que se rebaixar e ir ao encontro do secretário Clayton Noleto em seu gabinete na Sinfra, depois que a bancada do governo negou a aprovação de um requerimento para que o secretário fosse à Assembleia Legislativa prestar esclarecimentos sobre a situação das estradas no Maranhão. Nâo era dever do secretário prestar contas Flávio Dino?

Mas em Brasília, por exemplo, o deputado Márcio Jerry que é aliado de primeira linha do governador faz questão de defender a convocação deste ou daquele ministro do governo Bolsonaro a prestar esclarecimentos na Câmara dos Deputados.

Está mais do que claro que Flávio Dino escreve uma coisa, mas faz outra completamente diferente…

Em tempo, vale destacar que Sérgio Moro vai ao Senado prestar esclarecimentos.

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Edilázio Júnior aponta incoerência de Flávio Dino

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O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) destacou como incoerente a postura do governador Flávio Dino (PCdoB) ao defender, nas redes sociais, o afastamento do ministro da Justiça Sérgio Moro, após o vazamento pelo site The Intercept, de conversas de Moro com o procurador Deltan Dallagnoll e de membros da Força Tarefa da Lava Jato.

Segundo Edilázio, o governador defende a saída de Moro, mas não toma a mesma decisão em relação ao secretário de Segurança do Estado do Maranhão, Jefferson Portela, acusado de monitorar e mandar investigar desembargadores, filhos de desembargadores e políticos no Maranhão de forma ilegal e abusiva .

“O posicionamento do governador é incoerente! Ele agora pede o afastamento imediato do ministro Sérgio Moro após possíveis denúncias que ainda serão investigadas. Entretanto, em relação as graves denúncias contra o secretário de Segurança do Estado do Maranhão, Jefferson Portela, acusado de monitorar e mandar investigar desembargadores, filhos de desembargadores e políticos no Maranhão de forma ilegal e abusiva, ele fica em silêncio. É grave o que está acontecendo no estado”, destacou Edilázio.

Foto: Agência Câmara

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A incoerência de Márcio Jerry no Twitter

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É claro que coerência, como este Blog sempre diz, é uma característica cada vez mais rara em boa parte dos políticos, mas alguns abusam da cara de pau e debocham da inteligência dos eleitores.

Durante a semana, em Brasília, o deputado federal Edilázio Júnior (PSD), que tem sido um “calo” no projeto 2022 de Flávio Dino, acertadamente cobrou um posicionamento do Governo do Maranhão, Assembleia Legislativa e principalmente do Tribunal de Justiça, diante do depoimento do delegado e ex-superintendente da SEIC, Thiago Bardal.

O delegado, que já foi um dos principais nomes da Segurança Pública do Maranhão, afirmou em depoimento ao juiz da 2ª Vara Criminal de São Luís, José Ribamar D’Oliveira Costa Júnior, que recebeu ordens expressas do secretário de Segurança, Jefferson Portela, para investigar quatro desembargadores do Maranhão – Fróz Sobrinho, Tryrone José, Guerreiro Júnior e Nelma Sarney, fato esse negado por Portela.

O curioso foi a tentativa de defesa do deputado Márcio Jerry (PCdoB). Ao invés de cobrar transparência e apuração da denúncia, para não pairar nenhuma dúvida, Jerry optou pela tática de desclassificar o delegado Thiago Bardal.

Para Jerry, pelo fato de Bardal está preso, mesmo alegando inocência, ele não tem autoridade moral para denunciar ninguém e suas denúncias não devem ser levadas em conta. Veja abaixo.

O problema é que falta coerência para Jerry, que curiosamente é do mesmo partido de Jefferson Portela e do governador Flávio Dino.

Para Jerry, quando um “criminoso” denuncia um aliado, a denúncia não deve ser levada em consideração, mas quando um criminoso, inclusive réu confesso, denuncia um adversário, é motivo para comemoração.

Não é raro e nem difícil de achar nas redes sociais de Márcio Jerry, o atual deputado comemorando delações premiadas, principalmente quando alcançam seus adversários.

O Blog vai postar apenas alguns exemplos das incoerências de Jerry nas redes sociais, já que aparece comemorando as denúncias de réus confessos.

É lamentável que alguns políticos, mesmo aqueles que estejam chegando agora ao mandato, utilizem o abominável “dois pesos e duas medidas”, deixando a mostra toda a incoerência que deveria ser abolida da política brasileira.

Sendo assim, bem menos meu caro Márcio Jerry…

Blog do Jorge Aragão

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A incoerência, mais uma vez

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O governador Flávio Dino (PCdoB) não demorou para ocupar as redes sociais com postagens sobre uma suposta investigação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) contra a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para evitar um avanço da Igreja Católica junto a lideranças de oposição.

Dino classicou de “inaceitável” e até falou em volta da ditadura no Brasil. À sombra do comunista, o agora deputado Márcio Jerry já protocolou convocação do ministro Augusto Heleno, da Segurança Nacional, para esclarecer a denúncia de espionagem contra os membros da Igreja Católica.

A revolta, o protesto de Dino e dos seus aliados poderiam também ter ocorrido quando foi determinado à Polícia Militar do Maranhão que adversários do governo estadual fossem chados para evitar “embaraços” nas eleições de 2018.

Ou seja, o governo de Flávio Dino esteve sob suspeita de ter criado uma comissão eleitoral dentro da polícia para espionar os adversários do comunista. E com ordens expressas por meio de memorando e com cobranças posteriores aos subordinados.

A única reação de Dino foi ironizar, na tentativa de diminuir a gravidade do fato. Mas, no m de tudo, o governo nunca conseguiu explicar (de forma transparente) por que circulou na PM documento determinando chamento de políticos adversários de Flávio Dino.

Mas esta é somente mais uma incoerência do governo do Maranhão. A mesma incoerência que faz com que politicamente ele tenha aliados não somente na esquerda, mas no centro, na direita e até na extrema direita.

Espionagem no MA

Do caso da espionagem da PM, o que cou constatado é que dois ociais ouvidos disseram que a ordem partiu do coronel Heron Santos, que tinha ligações estreitas com o PCdoB de Flávio Dino.

A Secretaria de Segurança chegou a abrir uma sindicância, que também não teve nenhum efeito prático, a não ser um release enviado à Folha de S. Paulo para divulgar a informação unilateral do governo.

Mesmo governo que agora reclama de espionagem contra os padres.

Estado Maior

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Falta coerência aos ‘críticos de plantão’

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A falta de coerência que geralmente é demonstrada pelo governador Flávio DIno (PCdoB) é seguida à risca por aqueles que o defendem nas redes sociais.

Todas as vezes que postamos alguma crítica ao governador, logo aparecem aqueles que, sem discurso para defendê-lo partem para agressões na tentativa de desqualificar quem o critica.

Alegam os “críticos de plantão”que estamos perseguindo o governador e que as críticas já estão ficando chatas e coisa e tal.

Nem vou entrar no mérito de que esses “críticos de plantão” são geralmente funcionários públicos e estão defendendo os seus empregos, pois eles sempre alegam que somos funcionários “pagos” para defender os adversários políticos do “chefão”.

No entanto, esses mesmos “críticos de plantão”, nada dizem quando o “chefão”parte para o ataque contra adversários políticos, em especial o ex-presidente Sarney. E a campanha permanente e as críticas sucessivas contra o Grupo Mirante? Também não estão chatas?

Quer dizer que Flávio Dino pode todos os dias criticar quem ele entender e ninguém pode criticá-lo?

Isso é total falta de coerência… E também já está chato!!!

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