Zeluís Lago aponta tripé para São Luís

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Candidato do PPL Zeluís Lago disse que pretende priorizar a saúde, educação e a industrialização

Candidato do PPL Zeluís Lago disse que pretende priorizar a saúde, educação e a industrialização

O candidato Zeluís Lago (PPL) foi o primeiro entrevistado nesta terça-feira (30), no Ponto Final com o jornalista Roberto Fernandes, na série com os candidatos à Prefeitura de São Luís. (Clique aqui para ouvir a entrevista na íntegra).

Lago disse que a sua candidatura à Prefeitura de São Luís é marcada por uma história de muitas lutas.

“A nossa candidatura é uma consequência das nossas lutas na universidade, luta pela meia-passagem, da luta pela saúde de qualidade, da luta pela moradia, da luta por uma educação de qualidade. Eu tenho a responsabilidade de carregar o nome do meu irmão [ex-governador Jackson Lago]. Eu faço isto por uma questão da memória e da história dele”, disse.

O candidato do PPL criticou a distribuição do tempo entre os partidos na propaganda eleitoral no rádio e na televisão.

“Eu acho extremamente antidemocrático. Cada eleição adotam um modelo diferente somente para privilegiar os grandes partidos. Se já estava ruim na eleição passada ficou ainda pior agora”, afirmou esclarecendo que por motivos financeiros somente encaminhará a sua propaganda às emissoras geradoras na próxima semana.

Lago defendeu a implantação de um metrô de superfície na capital maranhense e apontou a São Luís que pretende com a sua gestão. Ele garante que o tripé da sua administração será saúde, educação e industrialização.

“A São Luís do Zeluís Lago é a de 1 milhão e 200 mil habitantes. É São Luís que precisa de um metrô de superfície. Que precisa de mais cinco Terminais de Integração, de mais cinco Unidades Mistas de Saúde”, destacou

O candidato do PPL defendeu a importância da Zona Rural e disse que pretende criar o Cinturão Verde para proteger a Zona Rural. Ele também defendeu uma política ambiental eficiente para que possa salvar os nossos rios.

Lago destacou que a Segurança Pública é uma responsabilidade do Governo do Estado, mas lembrou que grandes capitais devido aos altos índices de violência estão revendo essa questão e por isso pretende rever a função da Guarda Municipal.

O segundo entrevistado desta terça-feira será Rose Sales (PMB), às 9h30. Na quarta-feira (31), participam da entrevista no Ponto Final os candidatos Valdeny Barros (PSOL), às 8h30 e Fábio Câmara (PMDB), às 9h30. Na quinta-feira (1º), Wellington do Curso (PP) será entrevistado às 8h30 e Eduardo Braide (PMN), às 9h30 e na próxima sexta-feira (2), será entrevistada a candidata Eliziane Gama (PPS), às 8h30.

Foto: Zeca Soares

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Painel debate impactos da industrialização

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HonoratoFernandes

Diante do cenário de intensificação do processo de industrialização na zona rural de São Luís, a Câmara Municipal realizará nesta sexta-feira (04), um painel para discutir os impactos ambientais decorrentes desse processo.

Em pauta, as dificuldades pelas quais a população da zona rural de São Luís vem passando por conta da implantação do complexo industrial nessa região.  Proposto pelo vereador Honorato Fernandes, o debate terá início às 10h e será realizado no Plenário Simão Estácio da Silveira, na Câmara Municipal.

Representantes do poder público, de movimentos sociais e agentes que atuam em defesa das causas ambientais listam entre os convidados.

Dentre os conflitos decorrentes desse processo desenfreado de industrialização está a luta que vem sendo travada pelo vereador Honorato juntamente com os moradores do Cajueiro, movimentos sociais, pesquisadores e agentes públicos contra a instalação de um terminal portuário privado na região.

O processo de instalação do terminal portuário tem acontecido em meio a inúmeras irregularidades já denunciadas pelo vereador na Câmara Municipal. Caso o projeto seja concretizado, a instalação do porto na região acarretaria no desaparecimento da comunidade do Cajueiro, além da poluição do meio ambiente já tão fragilizado.

“Precisamos estar conscientes dos impactos ambientais, que comprometem não só os nossos recursos naturais, mas a saúde e as garantias sociais dos moradores da zona rural, por conta do avanço do processo de industrialização. E meu dever, enquanto vereador, é ser porta voz da população, levando as demandas das comunidades a outras instâncias de representação e promovendo espaços de discussão como este, onde o diálogo entre o poder público e a sociedade se torna viável”, destaca o vereador.

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