Eliziane diz que crise deve ser resolvida com diplomacia

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A senadora maranhense Eliziane Gama (Cidadania) defendeu nesta sexta-feira (3), nas redes sociais que a crise entre Estados Unidos e o Irã seja resolvida com diplomacia.

No Twitter, Elizine disse que a violência não pode se usada como política de estado e que o Brasil busque o protagonismo.

“O mundo precisa rechaçar veementemente a xenofobia, o racismo, a misoginia e o negacionismo climático. Essa crise atual do Oriente Médio tem que ser resolvida no campo diplomático, temos que rechaçar a violência como política de estado, como cristãos somos pregadores da paz. Que a escalada de ações beligerantes seja parada por ações diplomáticas que garantam e mantenham o mundo em paz. Que as zonas que atualmente estão em conflito sejam pacificadas e que o Brasil busque o protagonismo, sendo esteio de acordos, que solucionem conflitos”, disse Eliziane.

Foto: Divulgação

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Maranhão oferece terreno para refinaria

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Área onde a obra da Petrobras foi paralisada receberia investimento de R$ 8 bilhões

Negociações entre Brasil, Irã e Índia podem resultar na construção de uma refinaria de petróleo e de uma planta petroquímica em um dos estados mais pobres do País, segundo políticos, um diplomata e outras pessoas próximas às conversas. O Maranhão propõe ceder para o projeto os mais de 2.000 hectares onde a obra da refinaria Premium I da Petrobras foi paralisada em 2015, segundo um funcionário do governo estadual. A informação é de OGlobo.

A região já possui um porto de águas profundas para navios-tanque, e sua localização facilita acesso ao Pacífico e à Ásia por meio do Canal do Panamá.

A estatal petroleira disse, em e-mail, que não participa do novo projeto.

Embora possua grande reserva de petróleo, o Brasil carece de capacidade de refino. O projeto poderia ajudar o país a ser menos dependente das importações de combustível refinado e alavancar a economia local, disse o deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB-MA), em entrevista. O projeto exigiria investimento de pelo menos R$ 8 bilhões, segundo o parlamentar, que esteve recentemente em Teerã e Nova Délhi como membro de uma delegação oficial do Maranhão.

Autoridades iranianas do setor petroleiro visitaram duas vezes o local, situado no município de Bacabeira, disse uma autoridade local do Maranhão. Mohammad Ali Ghanezadeh, embaixador do Irã no Brasil, disse em entrevista que seu governo está “muito interessado” e “disposto a colocar dinheiro e energia” no projeto. Ele acrescentou que o principal obstáculo para o acordo são as sanções bancárias dos EUA que permanecem em vigor apesar do histórico acordo nuclear assinado com as grandes potências em 2015.

A Engineers India Ltd, empresa engenharia com sede em Nova Délhi, está participando das discussões, mas seu envolvimento dependerá das condições de financiamento, segundo pessoas familiarizadas com as conversas na Índia e no Brasil. A EIL não respondeu a telefonemas e e-mails da Bloomberg.

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