Políticos criticam pronunciamento de Jair Bolsonaro

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Políticos de todo o país criticaram o pronunciamento feito em cadeia nacional pelo presidente da República Jair Bolsonaro.

O governador do Maranhão, Flávio Dino disse que há poucas esperanças de que Bolsonaro possa exercer com responsabilidade e eficiência a Presidência da República. O presidente do Senado, Davi alcolumbre também criticou o pronunciamento de Bolsonaro e líder do governo Major Vitor Hugo elogiou o pronunciamento do presidente e classificou de excelente”.

Veja a repercussão:

Flávio Dino – governador do Maranhão
“Pronunciamento de hoje mostra que há poucas esperanças de que Bolsonaro possa exercer com responsabilidade e eficiência a Presidência da República. Os danos são imprevisíveis e gravíssimos. Em respeito às vidas dos maranhenses, bem como em sintonia com cientistas e profissionais da saúde, manterei no Maranhão todas as providências preventivas e de cuidado em face do Coronavírus.”

Davi Alcolumbre – presidente do Senado
“Neste momento grave, o país precisa de uma liderança séria, responsável e comprometida com a vida e a saúde da sua população. Consideramos grave a posição externada pelo presidente da República hoje, em cadeia nacional, de ataque às medidas de contenção ao Covid-19.”

Major Vitor Hugo – Líder do governo
“Excelente pronunciamento do nosso presidente Jair Bolsonaro! A sua visão de estadista e a sua coragem em ir na contramão da histeria coletiva, construída sem critérios racionais, vão salvar as vidas de milhões de brasileiros. Salvar vidas e proteger empregos!.”

Eliziane Gama – Senadora
“A cada dia vemos que o presidente se supera. A Índia e o resto do mundo decretando quarentena e aqui a ordem do presidente é a aglomeração. Definidamente sem palavras pra definir tamanha irresponsabilidade. A cada dia vemos que o presidente se supera. A Índia e o resto do mundo decretando quarentena e aqui a ordem do presidente é a aglomeração. Definidamente sem palavras pra definir tamanha irresponsabilidade.”

Márcio Jerry – deputado federal
“Que psicopatia faz Jair Bolsonaro ter esse desejo de ver o povo exposto ao coronavírus? Nenhum respeito pelos 46 mortos até aqui. Nenhuma preocupação com outros tantos que morrerão. Quanta malvadeza! Quanta crueldade!.”

Joice Hasselmann – deputada federal
“Em relação ao pronunciamento do PR sobre o coronavírus concluo: Jair Bolsonaro foi irresponsável, inconsequente, insensível! O Brasil precisa de um líder com sanidade mental. Todas as chances que o PR teve de acertar ele mesmo jogou fora. Erra e se orgulha do erro estúpido.”

Flávio Bolsonaro – senador
“Jair Bolsonarofala a verdade ao povo brasileiro: proteger os mais vulneráveis (idosos e com doenças pre-existentes) e retomar a normalidade no país! Outros líderes mundiais já esboçam iniciar o mesmo movimento. Com coragem, Presidente Jair Bolsonaro faz pronunciamento para que onda do coronavírus seja menos mortal que a onda da recessão, logo a seguir.”

Foto: Isaac Nóbrega

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Flávio Dino dispara contra Bolsonaro no Twitter

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) voltou a criticar, nas redes sociais, o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo Dino, Bolsonaro cria confusão para ocultar o fato de que o presidente não sabe administrar o país.

“Bolsonaro já criou confusão com governadores, jornalistas, artistas, parlamentares, membros da sua equipe, outros países. Tudo isso para tentar ocultar seu maior problema: não sabe administrar o Brasil. Crescimento pífio, desemprego, dólar nas alturas, paralisação administrativa”, afirmou no Twitter.

Para Flávio Dino, neste momento no país reinam a paralisia administrativa, o extremismo e agressões.

“Não há no momento qualquer ação para impulsionar a economia e ampliar investimentos. Reinam a paralisia administrativa, o extremismo, as agressões. O coronavírus só agrava os problemas já existentes. Que não se culpe o vírus por todos os males”, disparou.

Foto: Divulgação

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Parlamentares maranhenses reagem a Jair Bolsonaro

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Parlamentares maranhense se manifestaram nas redes sociais, após o presidente Jair Bolsonaro divulgar vídeo com chamado para manifestação contra o Congresso Nacional.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) disse que o fechamento do Congresso é uma afronta ao Brasil.

“O presidente da República tem obrigação de preservar a harmonia entre os poderes. De forma alguma o presidente eleito pode ter qualquer relação, mesmo que distante, com ato que sugere fechamento do Congresso Nacional e subversão da ordem democrática. O Brasil é signatário de dezenas de acordos comerciais que podem ajudar muito os brasileiros, e todos estes acordos multilaterais são feitos com democracias. Sugerir subversão da ordem democrática e fechamento do Congresso é uma afronta a esses acordos, é uma afronta ao Brasil”, afirmou.

O deputado Juscelino Filho (DEM) disse que nada justifica tamanha afrnta ã Democracia e ao Estado de Direiro.

“A redemocratização do país é uma preciosa conquista do povo brasileiro. Nós sabemos o incalculável preço que foi pago para se ter de volta a liberdade de opinião, as instituições democráticas em pleno funcionamento e a cidadania sendo exercida pelo soberano voto popular. Por isso, é inadmissível que autoridades públicas estimulem atos de flagrante desrespeito ao Congresso Nacional e às Cortes Supremas. Nada justifica tamanha afronta à Democracia e ao Estado de Direito. Diferenças devem ser resolvidas com diálogo:, destacou.

Para o deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB), o Brasil precisa de equilíbrio institucional.

“O Brasil precisa de equilíbrios institucionais, de poderes harmônicos, independentes e respeitando-se para poder crescer. Isto é Democracia!”, disse.

O deputado Márcio Jerry (PCdoB)também repudiou a mensagem de Jair Bolsonaro.

“Mensagem de Jair Bolsonaro em defesa de ato contra o Congresso Nacional afronta a democracia, transgride a lei e apequena ainda mais o presidente da República que jurou cumprir e respeitar a Constituição. Total repúdio ! Viva a democracia!”, finalizou.

Foto: Agência Senado

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Adriano diz que pedido de Flávio Dino é ‘puro marketing’

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O deputado estadual e líder da Oposição na Assembleia Legislativa, Adriano Sarney (PV), reagiu a proposta do governador do Maranhão, Flávio Dino, ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que pediu audiência para tratar sobre a situação das estradas federais que cortam o Maranhão.

Nas redes sociais, Flávio Dino disse ter pedido audiência com Bolsonaro para tratar da situação precária das BRs no Maranhão.

Adriano Sarney classificou como “puro marketing” o pedido de audiência de Dino a Bolsonaro.

O parlamentar perguntou sobre a situação das MAs, dentre elas a obra do Anel da Soja, que já deveria ter sido concluído com recurso do BNDES.

“Flávio Dino diz querer “ajudar” o presidente a melhorar as BRs do Maranhão. Puro marketing! As estradas estaduais estão precárias. Além das obras estruturantes paradas do governo passado. Cadê o recurso do BNDES para conclusão do Anel da Soja governador?”, questionou Adriano.

Segundo Adriano, o governador deveria primeiro resolver o problemas nas estradas estaduais antes de oferecer “ajuda” a Bolsonaro.

“Governo do Maranhão deve olhar para o próprio umbigo antes de oferecer “ajuda” que sabe que não vai cumprir. Já fiz inúmeras audiências públicas para o governo executar os recursos do BNDES com obras de qualidade para criarmos empregos e oportunidades!”, disse.

Foto: Kristiano Simas/Agência Assembleia

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Flávio Dino pede audiência com presidente Bolsonaro

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O governador do Maranhão Flávio Dino (PcdoB) disse no Twitter que pediu audiência com o presidente da República Jair Bolsonaro para tratar da situação das rodovias federais que cortam o Maranhão.

Flávio Dino diz que vai oferecer ajuda ao Governo Federal para recuperar as BRs em “péssimas situação”.

Como todo mundo sabe, Flávio Dino tem sido crítico ferrenho de Bolsonaro, desde à época da campanha eleitoral.

Bolsonaro até reagiu em alguns momentos às alfinetadas do governador do Maranhão.

A iniciativa é muito interessante. Resta saber se agora os dois vão conseguir manter pelo menos uma conversa institucional.

“Ontem pedi ao presidente da República uma audiência para tratar sobre a péssima situação de estradas federais BRs no Maranhão. Desde o início do ano passado solicitações de obras foram feitas, mas com nenhum resultado. Na audiência, vou oferecer ajuda ao Governo Federal”, disse Dino.

A BR-135, principal via de acesso a São Luís foi alvo de protesto por parte de motoristas, hoje mais cedo no trecho próximo à cidade de Miranda do Norte, devido à péssima condição de tráfego na rodovia.

Hoje à noite, a bancada maranhense na Câmara dos Deputados que é comandada pelo deputado federal Juscelino Filho (DEM) terá reunião às 19h20, com o diretor-geral do Dnit, em Brasília. A pauta é a situação das BRs que cortam o Maranhão.

Bem, mas e a situação das estradas estaduais?

Foto: Divulgação

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Flávio Dino volta a criticar Jair Bolsonaro

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O governador Flavio Dino (PCdoB), criticou, nas redes sociais, o presidente da República Jair Bolsonaro por ter se manifestado acerca da morte do miliciano Adriano da Nóbrega pela polícia baiana.

Segundo Flávio Dino, a morte do miliciano é um assunto da Polícia e não do presidente Jari Bolsonaro.

“Morte de miliciano acusado de crimes não deveria ser assunto do presidente da República, e sim da Polícia. O presidente da República deveria ter outras prioridades: desemprego; crescimento da economia; preço do gás de cozinha; educação e saúde, entre outros”, afirmou.

Em entrevista à imprensa neste domingo, Bolsonaro defendeu que a morte de Adriano da Nóbrega precisa ser esclarecida. Segundo Bolsonaro, Adriano foi morto pela polícia da Bahia que é comandada por um governador do PT.

“A execução do ex-Capitão Adriano não pode deixar de ser esclarecida, a exemplo do caso Celso Daniel, onde ao PT não interessa a verdade”, disse.

Foto: Divulgação

Veja aqui a entrevista de Bolsonaro

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Flávio Dino é o terceiro em pesquisa de El País

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A aprovação do Governo de Jair Bolsonaro se mantém estável, sua reprovação caiu e, se as eleições fossem hoje, o presidente largaria na frente em todos os cenários. É o que mostra levantamento realizado pela consultoria política Atlas Político entre os dias 7 e 9 de fevereiro. A pesquisa aponta que, até o momento, os principais rivais de Bolsonaro são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-juiz Sergio Moro. Sem o petista e o ministro da Justiça na disputa, o atual presidente aparece com 41% das intenções de voto, com larga distância entre o segundo colocado, o apresentador Luciano Huck (sem partido), com 14% dos votos. Atrás deles estão o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), com 13%, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 2,5%.

A quantidade de eleitores indecisos ou que declararam voto branco ou nulo é expressiva, chegando a 27%. O percentual é muito próximo da realidade das presidenciais de 2018, quando essa faixa do eleitorado bateu 30%. Por outro lado, as abstenções diminuem significativamente quando Lula e Moro entram na disputa. Neste cenário, o total de votos brancos, nulos e indecisos fica em 9%. Bolsonaro e Lula brigam pelo primeiro lugar, com 32% e 28% das intenções de voto, respectivamente. Moro, que tem refutado oficialmente qualquer intenção de disputar a presidência como rival do atual presidente, segue logo atrás, com 20%, seguido de Huck (6%), Dino (3%) e Doria (0,6%). A pesquisa foi realizada na Internet via convites randomizados com 2.000 pessoas, entre os dias 7 e 9 de fevereiro, em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

O cenário em que Lula disputa a eleição é meramente hipotético hoje. Condenado em segunda instância no processo do tríplex, mesmo solto desde novembro o petista não pode se candidatar, já que se enquadra na Lei da Ficha Limpa. Seus advogados, no entanto, tentam anular a condenação, questionando a atuação do então juiz Sergio Moro no caso. O pedido começou a ser julgado no Supremo Tribunal Federal no ano passado, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Caso a maioria dos ministros do STF decida que Moro atuou de forma parcial, a condenação do ex-presidente no caso do tríplex volta à estaca zero, retornando para a primeira instância. Neste caso, Lula deixaria de ser ficha suja e estaria livre para se candidatar.

Em linhas gerais, a pesquisa do Atlas Político de agora mostra cenários bastante parecidos com o de 2018. Naquele ano, o PT lançou Lula candidato enquanto o petista ainda estava preso. Os levantamentos mostravam que ele liderava com folga em todos os cenários. Mas, impedido de disputar, o ex-presidente acabou substituído no último instante do prazo para o registro de candidaturas pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. As intenções de voto no “candidato de Lula” despencaram, mas ainda assim Haddad foi para o segundo turno. Bolsonaro foi eleito com 55% dos votos, contra 44% do ex-prefeito paulistano.

Esse cenário se repete nesta pesquisa. Se o segundo turno das eleições fosse hoje, um candidato apoiado por Lula —qualquer que fosse ele—também ficaria em segundo lugar nos dois cenários criados pelos pesquisadores. Contra Jair Bolsonaro (45%), alguém apoiado por Lula teria 35% dos votos. O percentual do indicado pelo petista permanece parecido (36%) quando a disputa é contra Sergio Moro. O que muda, no entanto, é que o ministro ganharia com ainda mais folga, com 54% das intenções de voto.

El País

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Eliziane critica veto do presidente Jair Bolsonaro

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A senadora Maranhense Eliziane Gama (cidadania) criticou, o veto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao Projeto de Lei 3055/1997, que que dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências.

A proposta aumenta para meio salário mínimo a renda mensal per capita da familia da pessoa portadora de deficiência ou do idoso, com vistas ao recebimento do benefício de prestação continuada, equivalente a um salário mínimo.

Segundo Eliziane, o presidente comete um absurdo que afeta aos que mais precisam.

“O Senado fez um esforço hercúleo para aprovar a reforma, muitos pontos duros para os mais pobres. Pouparam as altas castas militares e ainda sim o presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente proposta (PL 3055/97) absurdo inominável que afeta exatamente os que menos têm”, disse.

“O projeto aprovado com muito custo, vetado de maneira absurda, elevava de 1/4 para meio salário mínimo a renda per capta familiar para ter direito ao Benefício de Prestação Continuada, BPC. O veto acaba com o sonho de dezenas de famílias com deficiência e extremamente pobres do país”, finalizou.

Foto: Agência Senado

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Afronta apenas

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O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), mandou espalhar a notícia de que seu governo está na briga para ficar com a gestão do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

Um dos principais pontos turístico do Maranhão, o território é federal e recentemente foi incluído em uma lista de localidades que serão privatizadas pelo governo de Jair Bolsonaro que inclui ainda os parques nacionais de Jericoacoara (CE) e Iguaçu (PR).

Dino jura que dá conta do serviço.

Na verdade, o comunista quer apenas mais um motivo para afrontar o presidente da República. Algo no qual tem-se especializado nos últimos meses, de olho numa projeção nacional que mantenha vivo o sonho de ser candidato a presidente em 2022.

Tudo indica ser nada mais do que isso.

Estado Maior

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Eliziane diz que proposta de Bolsonaro é retrocesso

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A senadora Eliziane Gama (CIdadania) criticou, nas redes sociais a proposta do governo Jair Bolsonaro que desobriga as empresas de cumprir a cota por trabalhadores com deficiência.

A proposta foi enviada ao Congresso Nacional um dia após a comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (3 de dezembro).

Eliziane classificou a proposta de Bolsonaro como retrocesso.

“Um dia depois do dia internacional da pessoa com deficiência, o governo envia ao Congresso projeto que desobriga as empresas de cumprir a cota para o trabalhador com deficiência. Retrocesso q põe por terra o esforço de décadas pela inclusão dos deficientes na sociedade”, afirmou Eliziane Gama.

Foto: Agência Senado

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