Filho é o principal suspeito de matar Nenzim

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O ex-candidato a prefeito de Barra do Corda Júnior do Nenzim (PV) teve a prisão temporária decretada pela Justiça nesta quinta-feira (7).

Ele é o principal suspeito de matar o próprio pai, o ex-prefeito Nezim que foi morto ontem (6) com um tiro no pescoço.

Segundo o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, o suspeito desapareceu da cidade logo após uma missa realizada antes do enterro do ex-prefeito e sequer acompanhou o sepultamento.

Portela adiantou que Júnior do Nenzim entrou em contradição por diversas vezes no depoimento prestado à Polícia.

Ainda segundo o secretário, o tiro que matou Nezim foi disparado a queima roupa por uma pessoa que estava bem perto da vítima.

As saídas da cidade de Barra do Corda estão cercadas para evitar qualquer tentativa de fuga.

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A (in)segurança comunista

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O governo Flávio Dino (PCdoB) provocou um desmonte nas instituições públicas e nos setores governamentais em todos os níveis. Mas nenhum outro setor vive mais problemas que a Segurança Pública, desde que o aparelhamento comunista se instalou no sistema.

Prefeitos revelam que são eles os responsáveis pela manutenção de todos os aspectos policiais no interior – desde alimentação até combustível para viaturas. O resultado é uma distorção que resultou em casos escabrosos, como a do mecânico Irialdo Batalha, em Arari, ou a do empresário morto após ter sido enjaulado, em Barra do Corda.

Mas para criar uma sensação artificial de segurança, o governo – dizia-se em todas as rodas – teria mantido um pacto de não agressão com facções criminosas: deu a ela o controle absoluto do sistema penitenciário em troca do fim das ações nas ruas das grandes cidades.

Ao que tudo indica, este pacto acabou ou foi precipitado pelas ações recentes de lado a lado.

Desde a morte do criminoso conhecido por Chacal, no fim de semana – executado na Maioba ao lado do padrasto, que era policial militar – uma onda de ações criminosas se espalhou por comunidades da periferia de São Luís, deixando um clima de terror na população assustada com a falta de segurança.

Em alguns bairros – como Bairro de Fátima, Vinhais Velho, Barreto e Liberdade já há até toque de recolher, gerando um clima de favela carioca nas comunidades de São Luís. E o chefe da Segurança comunista Jefferson Portela, parece preferir perseguir delegados que denunciam a falta de estrutura.

Estado Maior

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MP apresenta dados sobre violência em SL

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Foi realizada na tarde da última terça-feira (14), na Câmara Municipal de São Luís, a audiência pública “Diagnóstico da criminalidade na grande ilha de São Luís”. A iniciativa foi do presidente da Câmara, Astro de Ogum (PR), em parceria com o Ministério Público do Maranhão, Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) e Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Durante a audiência, presidida pelo vereador Honorato Fernandes (PT), o promotor de justiça José Cláudio Cabral Marques, coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOp-Crim) apresentou o trabalho de georreferenciamento de crimes, que está sendo desenvolvido e subsidiando o diagnóstico criminal da capital maranhense. Esse trabalho faz a associação entre os crimes ocorridos e os locais onde eles aconteceram.

Cláudio Cabral enfatizou a importância do cruzamento dos dados obtidos com outras informações, como o contexto socioeconômico das comunidades. Dessa forma, consegue-se tratar um panorama mais real da criminalidade e trabalhar no desenvolvimento de estratégias de combate ao problema. Para isso, o promotor de justiça ressaltou o trabalho conjunto que vem sendo desenvolvido entre Ministério Público, Imesc, Secretaria de Estado de Segurança Pública e Câmara Municipal. O Legislativo Municipal viabilizou a aquisição do software necessário à implantação do projeto.

Para o coordenador do CAOp-Crim, a mudança na realidade de violência vai além do aumento de contingente policial ou de viaturas e armamentos. É preciso que se adote novas estratégias, utilizando-se de quatro Is: informação, inteligência, investigação e integração.

Em seguida, Yata Anderson Masullo, pesquisador do Imesc, apresentou o estudo que vem sendo desenvolvido pelo órgão. O histórico levantado desde 2005 aponta crescimento de crimes violentos com mortes durante 10 anos. De 2015 até agora, no entanto, os índices têm caído. O levantamento do Imesc também aponta outros dados como os bairros mais violentos e os dias e horários em que mais crimes acontecem.

Como recomendações, o Imesc apontou a possibilidade de melhorias no registro de ocorrências, a elaboração de uma Lei de Bairros em São Luís e de um Plano Municipal de Prevenção à Violência.

O diretor da Secretaria para Assuntos Institucionais do MPMA, Marco Antonio Santos Amorim, que representou o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, também ressaltou a importância da integração entre as diversas instituições e o uso de estratégias de inteligência no combate à criminalidade. A esses fatores, Marco Amorim acrescentou o controle social e a transparência como indispensáveis não só na segurança pública quanto no combate à corrupção.

O secretário Jeferson Portela afirmou que a segurança pública não é um problema de polícia, e sim de Estado. Ele também defendeu a necessidade do controle social por parte da população, que é base da democracia.

Já a deputada federal Eliziane Gama (PPS) falou sobre as discussões sobre segurança pública que vem sendo desenvolvidas no Congresso Nacional. Para a parlamentar, além da atuação repressiva das forças de segurança, é necessário que se atue também no viés da prevenção. Nesse sentido, ela ressaltou a atuação no combate às drogas, pois muitos crimes estão ligados a elas, sejam por meio do tráfico ou do consumo de entorpecentes.

Também participaram da audiência pública a promotora de justiça Márcia Moura Maia; os vereadores Sá Marques (PHS), Estevão Aragão (PSB), Genival Alves (PRTB), Cézar Bombeiro (PSD), Chaguinhas (PP) e Pavão Filho (PDT); o subcomandante da Guarda Municipal, Heitor Máximo Soares; o subcomandante-geral da Polícia Militar, coronel Luongo; o delegado geral da Polícia Civil, Leonardo do Nascimento; o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Maranhão (Abrasel), Jorim Itamar; e o ex-vereador José Joaquim Ramos.

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Adepol aponta abuso de Jefferson Portela

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A Associação dos Delegados do Maranhão (Adepol) divulgou moção de repúdio contra o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela e em solidariedade aos delegados Gustavo Tavares Barbosa de Matos, Virgínia Loiola Beserra e Fábio Silva Cordeiro Pessoa.

Segundo a Adepol, o secretário cometeu “abuso de poder e desvio de finalidade, além de improbidade” ao instaurar processo administrativo disciplinar em razão da manifestação de opinião e pensamento e, não satisfeito, decidiu remover os delegados Virgínia Loiola Beserra e Fábio Silva Cordeiro Pessoa em “retaliação” pelo exercício da profissão e liberdade de expressão.

A delegada Virgínia Loiola Bezerra foi transferida de Imperatriz para Açailândia, após desabafar nas redes sociais que não tinha condições de trabalho. Gustavo Barbosa responde a processo por informar ao Ministério Público em Imperatriz que o Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo) estava desativado e Fábio Cordeiro foi tranferido da Dlegacia de Peritoró, após ter sido despejado do imóvel que era alugado pela Secretaria de Segurança.

Na nota, a Adepol diz que “não se trata de briga ou qualquer outra querela, como alguns gostam de vislumbrar, mas sim o dever de resguardar direitos dos associados, impedir injustiças perpetrada por gestores contra a classe de Delegados de Polícia Civil do Estado do Maranhão”.

Tentamos contato, por telefone com o secretário Jefferson Portela, mas ela não atendeu as ligações.

Foto: Biné Morais/ O Estado

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Jefferson Portela desiste de candidatura

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O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela desistiu de disputar a eleição para o legislativo. Ele pretendia disputar uma vaga de deputado federal. Nas redes sociais, o secretário disse nesta quarta-feira (8) que não será candidato e que continuará combatendo o crime.

“Comunico a todos que não serei candidato a quaisquer cargos nas eleições de 2018. Continuarei, como estive nos últimos 19 anos, combatendo o crime em todas as suas formas. Deixo aqui meus agradecimentos aos que manifestaram apoio, mas seguirei com o trabalho na SSP/MA. Que Deus ilumine a quarta-feira de todos nós”, afirmou.

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Governo começa a demolição de gaiolão

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Um dia após o G1 mostrar que a jaula para humanos, na delegacia de Barra do Corda ainda estava em funcionamento, a Secretaria de Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão (SSP-MA) iniciou a demolição da cela. Na manhã desta sexta-feira (20), o próprio delegado Renílton Ferreira liderava a demolição do gaiolão.

Segundo o secretário Jefferson Portela a decisão de demolir o gaiolão é da própria Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. Ele disse que todos os presos estão recolhidos na carceragem da delegacia e reafirmou que o “gaiolão” havia sendo utilizado apenas para o banho de sol.

Jefferson Portela também adiantou ao G1 que existem outros “gaiolões” em delegacias no Maranhão, mas estas estão localizadas dentro das delegacias, diferentemente da situação constatada na delegacia de Barra do Corda. O secretário não soube precisar o número exato de “gaiolões” e que seriam de cinco a sete.

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Barbárie e covardia

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Pilhado em grave escândalo no setor de segurança pública – a revelação de uma jaula a céu aberto, em Barra do Corda, que levou à morte de um empresário detido por infração no trânsito – o governador Flávio Dino (PCdoB), mais uma vez, utiliza-se de um argumento pífio para tentar esconder a incapacidade do seu governo de dar respostas claras à sociedade. Ele tenta responsabilizar o governo passado pela gaiola humana, como se não estivesse há três anos no comando do estado.

Não é de hoje a incapacidade gerencial do governo comunista no setor de Segurança Pública. Saíram da pasta comandada pelo delegado Jefferson Portela – que ascendeu ao posto por causa de sua militância de guerrilha na campanha do PCdoB, em 2014 – alguns dos mais graves escândalos de brutalidade, bestialidade e barbárie social registrados no Maranhão desde 2015.

Quem não se lembra, por exemplo, da execução do mecânico Irialdo Batalha, morto em praça pública por um vigilante que fazia as vezes de policial militar, em Vitória do Mearim, em maio de 2015, com a anuência dos próprios PMs?

Qualquer que seja a justificativa de Flávio Dino para a cela pública em Barra do Corda, ele não tem desculpas para a barbárie mostrada em âmbito nacional, digna das piores imagens exibidas pelos fundamentalistas do Estado Islâmico. E não adianta culpar terceiros pela própria incapacidade.

Coluna Estado Maior

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‘Governo de raivosos e medíocres’, diz Sousa

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Por Sousa Neto

O secretário de Segurança do Governo Flávio Dino foi para o Facebook para me agredir, talvez pensando que eu ia revidar na mesma moeda.

Engano dele! Comportamentos agressivos, visivelmente, devem ser tratados pela polícia ou por ajuda médica, o que não é o meu caso.

A postura do secretário, que não é a de um homem verdadeiramente público, é apenas a expressão de uma pessoa arrogante e desequilibrada, que se acha superior, partindo para o ataque quando se ver confrontado com a verdade (e ao que parece está doendo).

Deveria aprender com as críticas e cumprir com as obrigações dele, já que a Segurança do Estado anda mal das penas, ao contrário de ter se tornado um ‘mero’ entregador de chaves de viaturas policiais para prefeitos. Certamente, deve pensar que, com isso irá garantir um mandato de deputado que ele nunca alcançou.

Daí, talvez, tenha saído o motivo da agressão: se sentir superior a mim, e por isso, arrogantemente (como sempre foi sua postura), entender ser merecedor de uma vaga de deputado que deveria ser dele.

O Pateta, cão antropomórfico do Walt Disney, pelo menos não morde e é bondoso, coisa que o secretário já demonstrou não ser, já que usa a Secretaria apenas com o objeto egoísta de obter um mandato eletivo, quando deveria ter a bondade de cuidar da segurança dos cidadãos, dando o devido respeito ao cargo que ocupa, e, sobretudo, aos policiais que estão nas ruas, todos os dias, em defesa Já era de se esperar o comportamento de um secretário desqualificado e raivoso, de um governo medíocre.

A arrogância, a superioridade, o egoísmo, o desprezo pelo cargo e pela polícia; e a agressividade do secretário de Segurança não vão me intimidar. As críticas e a defesa da causa da Segurança dos maranhenses e dos policiais continuarão.

*Sousa Neto é deputado estadual

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Cutrim responsabiliza Jefferson Portela

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Uma cidade do Maranhão está sem delegacia desde que a Polícia Civil foi festejada.

O governo está dando calote no aluguel há quatro anos. Delegados, investigadores, escrivãs, foi todo mundo despejado. O caso ganhou destaque nacional em reportagem exibida nesta terça-feira (26), no Bom Dia Brasil, na TV Globo.

A única delegacia da cidade de Peritoró que tem 23 mil habitantes funcionava numa casa alugada, mas depois de quatro anos sem ver a cor do dinheiro do aluguel que é de responsabilidade do Governo do Estado o dono decidiu entrar na Justiça e pedir o imóvel de volta.

A reportagem de Alex Barbosa (veja o vídeo aqui) ganhou repercussão na Assembleia Legislativa. O deputado Raimundo Cutrim que é do mesmo partido do governador Flávio Dino (PCdoB) não poupou críticas.

“E ouvia hoje pela manhã, no Jornal da Globo, aquele assunto de Peritoró, com relação àquela construção que já vem desde a gestão passada e a Polícia sendo despejada. Isso é triste para nós, no meu caso que sou policial. E temos também outro problema em São Domingos, que lá está sendo despejada também tanto a Civil como, me parece, que a Militar, já há alguns anos”, disse.

Cutrim isentou o governador Flávio Dino de Qualquer culta e atribuiu o problema ao secretário Jefferson Portela.

“Temos que entender, eu fui Secretário muitos anos e isso não é um problema do governador Flávio Dino, é problema de gestão de Secretário. Porque a Secretaria de Segurança tem um orçamento e com esse orçamento, evidentemente, se bem que naquela época, na minha época era pago pela Secretaria de Administração, então cabe ao gestor, ao Secretário viabilizar esses problemas da sua gestão. O Estado é muito grande, tem 217 municípios, então cada Secretário administra a sua pasta e resolve seus problemas”, afirmou.

“Isso é falta de diligência do gestor. Aí vejo as pessoas dizerem que é o Governador. Não! O Governador é o Governador do Estado, cada pasta tem seus Secretários e eles têm por obrigação moral e profissional de resolver seus problemas. Isso não era para chegar nem no Governador. É um desgaste desnecessário que eu vejo. O Governador, não. Isso aqui é da Secretaria por falta de gestão. É quem tem que resolver suas reformas, é quem tem que resolver seus pagamentos de atrasos”, finalizou.

Foto: Reprodução

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Cutrim diz que Segurança está muito ruim

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O deputado estadual e ex-secretário de Segurança, Raimundo Cutrim (PCdoB), voltou a criticar a gestão de Jefferson Portela à frente da Secretaria de Segurança no Governo Flávio Dino.

Ao destacar a entrega de viaturas pelo governador, Cutrim ressaltou que Flávio Dino está investindo no setor, mas que os resultados são poucos e que a Segurança está ruim.

“O governador está investindo muito na segurança, embora os resultados sejam muito poucos. Se a gente disser que a segurança está boa no Estado estaríamos mentindo, está muito ruim”, afirmou o parlamentar que recentemente também fez duras críticas a Portela.

Cutrim também afirmou que as reformas da Polícia Civil e Militar fez com que o Maranhão retroagisse 20 anos. O parlamentar comunista ainda criticou a quantidade de coronéis existente, já que para ele é um número excessivo.

“Tudo que tem ainda hoje no sistema de segurança pública foi na nossa gestão. Essas duas reformas da Polícia Civil e da Polícia Militar retroagimos 20 anos atrás. Veja bem que hoje temos 36 ou 37 coronéis e precisávamos no máximo de 15. Em São Paulo, se a gente verificar, tem 100.000 policiais militares e só tem 61 coronéis. Aqui nós temos 12, não sei se chega a 12.000, temos mais de 36 coronéis”, ressaltou.

O ex-secretário de Segurança encerrou criticando colegas deputados e prefeitos do Maranhão que estão tentando colher dividendos políticos com a chegada das viaturas. Cutrim disse que o critério precisa ser técnico e não político.

“Nós temos que ter em mente que nem deputado e nem prefeito tem interferência em levar viatura para um lado ou para outro, isto é um trabalho técnico. Os comandantes elegem suas prioridades e ai vai a viatura”, encerrou.

Foto: JR Lisboa/Agência AL

Blog do Jorge Aragão

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