Felipe dos Pneus será o deputado mais jovem

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Uma das caras novas da Assembleia Legislativa do Maranhão, a partir de fevereiro será o deputado Felipe dos Pneus (PRTB), de 24 anos. Ele é engenheiro civil e pecuarista e surpreendeu com a sua eleição na primeira vez que disputou um pleito com 21.714 votos. Será o deputado mais jovem na Casa do Poder.

Nascido em Santa Inês, Felipe carrega o “apelido” dos “Pneus” que vem do pai Antônio dos Pneus que é pecuarista e trabalha com pneus. Apesar de ter o sobrenome Carvalho, vai continuar utilizando o nome de Felipe dos Pneus.

Em entrevista ao Blog do Zeca Soares, Felipe dos Pneus contou que a maior dificuldade que teve foi convencer a família para que pudesse disputar a eleição.

“Esse foi o primeiro grande desafio para mim. Tive que conquistar a minha família e o apoio dela que foi fundamental. Acho que em tudo na vida devemos ter primeiro apoio da nossa família e eu tive e o mais importante é que todos se moveram nessa campanha”, disse.

Com o apoio da família, Felipe conta que entrou na disputa convicto da sua eleição.

“Eu entrei pra valer e acreditava na minha eleição, pois tinha essa promessa de Deus na minha vida. Agora quero honrar os votos que recebi e representar muito bem o povo que depositou confiança em mim”.

Felipe disse que na Assembleia Legislativa atuará em defesa da sua região e falou sobre a postura que adorará em relação ao governo Flávio Dino.

“Temos algumas ideias, algumas propostas, mas irei pensar com calma, mas vou fazer o melhor para minha região. Na minha campanha não apoiei nenhum governador, nenhum senador e ninguém com mandato. Essa era minha teoria. Cheguei aqui com a minha fé. É Deus quem vai decidir qual posicionamento devo tomar quando chegar à Assembleia”, explicou.

Em relação ao segundo turno das eleições para a presidência da República, Felipe dos Pneus disse que ficará neutro.

“Sempre fui sincero com o povo do meu estado. Eu ficarei neutro em relação à disputa neste 2º turno da eleição presidencial, mas peço que meu povo pense com carinho e veja o que é melhor para a nossa nação”, finalizou.

Fotos: Agência BG360

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Um Brasil cada vez mais jovem

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Por Assis Filho

O Brasil é o primeiro país do mundo a ter um Sistema Nacional de Juventude (Sinajuve), que estabelece as competências da União, dos Estados e dos Municípios na implementação da Política Nacional de Juventude. Ele está previsto no Estatuto da Juventude desde 2013 (Lei 12.852) e saiu do papel graças ao esforço e ao emprenho do presidente Michel Temer em regulamentar e organizar o Sistema que procura atender os jovens brasileiros em suas necessidades, levando em conta suas diversidades e especificidades. Com isso, as ações e os programas para juventude passam a ser instituídos como uma política de estado e deixam de ficar à mercê da burocracia ou da descontinuidade administrativa em casos de mudança de governo.

O Sinajuve reconhece a juventude como uma fase singular da vida e não apenas um momento de passagem. Ele e o projeto de lei que cria o Plano Nacional de Juventude – encaminhado atualizado à Câmara dos Deputados – se somam a outras 10 iniciativas anunciadas pelo Palácio do Planalto dentro do pacote Brasil Mais Jovem, lançado em agosto de 2017 e que reúne as políticas públicas para jovens de 15 a 29 anos. As outras iniciativas lançadas este ano são o Diagnóstico sobre a Juventude LGBT, o Diagnóstico sobre o Juventude Rural, o Inova Jovem, a Implantação de 27 Estações Juventude 2.0, o Plano Nacional de Startups e Empreendedorismo para Juventude, o Novo Plano Juventude Viva, a ampliação do Programa Forças no Esporte (Profesp), a criação dos Conselhos em Rede, o Atlas da Juventude e o ID Jovem 2.0.

Em um ano e quatro meses à frente da Secretaria Nacional de Juventude, levamos o programa ID Jovem para mais de 800 mil pessoas em todo país, refizemos o Índice de Vulnerabilidade Juvenil (IVJ), que revelou que o jovem negro tem quase três vezes mais chances de ser assassinado no Brasil que um jovem branco, e retomamos o Plano Juventude Viva, de redução de violência e vulnerabilidade contra os jovens negros e negras.

Dentro do Novo Plano Juventude Viva, criamos o Inova Jovem, que leva cursos de empreendedorismo e assessoria na implantação de novos negócios a jovens das comunidades em 80 cidades do Brasil. O esforço na implementação dessas políticas fez com que o Brasil fosse convidado a participar da Cúpula Ministerial de Juventude do G20, que será realizada nos dias 22 e 23 de maio, em Madri (Espanha), e nos dias 24 e 25 de maio, em Lisboa (Portugal), onde vamos falar sobre o programa de mobilidade e acesso à cultura e lazer (ID Jovem), a política de redução da violência contra a juventude negra por meio do Novo Plano Juventude Viva e as ações de emancipação e empoderamento dos jovens brasileiros contidos no Estação Juventude 2.0, espaços de convivência que levam em consideração as necessidades e especificidades da juventude em cada estado ou município conveniado.

Temos no orçamento deste ano mais de 50 milhões para investir na juventude. Isto só na Secretaria Nacional de Juventude, sem contar os programas alocados em outros 12 ministérios. Isso mostra o compromisso da agenda pública com esta importante pauta. O Brasil tem o maior número de jovens de sua história, num total de 51,4 milhões. Conectado com esse contingente crescente da população e com os problemas que crescem junto com ele, o governo tem buscado apontar soluções que combinem mecanismos de proteção social com ações que gerem oportunidades de inserção profissional, cultural e social que também incentivem os jovens a encontrar sua autonomia e emancipação como sujeitos de direitos.

*Assis Filho é Advogado, especialista em Direito Administrativo, professor universitário e Secretário Nacional de Juventude da Presidência da República.

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Respeito à dor de uma família…

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A divulgação nas redes sociais, blogs e em grupos de whatsapp das fotos da jovem que cometeu o suicídio hoje em São Luís provocou uma grande discussão.

Não é a primeira vez e nem será a última que isto acontece, mas definitivamente não podemos mais aceitar que na tentativa de “informar” primeiro, muitos não respeitam a dor do próximo.

Antes de informar sobre casos de suicídio todos nós deveríamos perguntar: e se fosse com alguém da minha família?

A exposição da jovem que recorreu ao suicídio só vai aumentar a dor de uma família, seja ela qual for e que foi arrasada com a trágica notícia.

Na minha opinião não existe nenhum princípio jornalístico que justifique esse tipo de exposição. E assim como muita gente nas redes sociais, também peço que as pessoas não publiquem e nem divulgem as fotos.

Não estou condenando ninguém que possa ter publicado as imagens, mas apenas reforçando a corrente daqueles que defendem o respeito à dor do próximo.

Que a família da jovem encontre em Deus, força para enfrentar este momento tão difícil.

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