Legado da Copa

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gastaovieiraUm levantamento realizado pelo Ministério do Turismo revela que o país recebeu turistas de 203 nacionalidades durante a Copa do Mundo. A maioria (61%) ainda não conhecia o país e elogiou os serviços de infraestrutura e turismo. Os itens mais bem avaliados foram a hospitalidade (98%) e a gastronomia (93%).

Mais de três milhões de brasileiros (3.056.397) visitaram as cidades-sedes durante a Copa, 67% pela primeira vez. O atendimento e a receptividade foram elogiados por 90,5% dos turistas e 87,2% ficaram satisfeitos com as opções de lazer e turismo oferecidas. Os estádios foram aprovados por 92% dos brasileiros e por 98,2% dos estrangeiros.

A avaliação dos turistas domésticos e internacionais foi feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) respectivamente. A pesquisa ouviu 6.627 estrangeiros e outros 6.038 brasileiros desde o início do Mundial.

O deputado federal e ex-ministro do Turismo Gastão Vieira, falou sobre os números divulgados pelo Ministério do Turismo.

– Fim da Copa do Mundo, o Brasil não levou o título, mas os números revelam que o Mundial mexeu com o turismo no país e colocou o Brasil no centro das atenções. Como o senhor avalia esse resultado?

Gastão Vieira – Nós do Ministério do Turismo sempre trabalhamos com a certeza de que, mesmo com grandes obras de mobilidade urbana e com  as reformas dos principais aeroportos do país, o maior legado que a Copa deixaria para o Brasil seria para o turismo.  Os estrangeiros que viessem ao Brasil, bem tratados como foram, gostando do país como gostaram , haveriam de retornar e se transformarem, a curto prazo, em divulgadores muito importantes da imagem do Brasil para outras pessoas.

Por outro lado, a visibilidade do país, quase dois bilhões de telespectadores que acompanharam, não apenas os jogos, mas durante a final quando foi exibida a lindíssima imagem do Cristo Redentor perto do Estádio do Maracanã, o contorno da Baía da Guanabara, tudo isso serviu para consolidar aquela nossa expectativa de que o grande legado seria efetivamente, o mundo descobrir o Brasil como destino turístico importantíssimo, atraente e que, acima de tudo sabe receber muito bem os seus turistas.

– Em relação às obras de mobilidade, como o senhor viu o fato de algumas não terem sido concluídas, o que o senhor espera daqui pra frente com o fim do Mundial?

Gastão Vieira – Eu acho que, embora sempre existisse oferta de recursos, nem sempre os governos estaduais e municipais investiram em obras de mobilidade urbana. Os estados e os municípios não se interessavam ou se deixavam vencer pelas primeiras dificuldades. Com os preparativos para a Copa esse jejum foi quebrado e as obras de mobilidade saíram do papel. Esse é um legado importante, as obras que ficam.

A Transcarioca, esperada há 30 anos, agora é uma realidade, a ampliação de várias linhas de metrô também. Enfim, o país ganhou tanto na mobilidade urbana quanto na questão dos aeroportos, que vão atender bem os brasileiros, e eu estou falando de quase 10 milhões de embarques e desembarques que ocorreram durante o mês da Copa do Mundo. Mas tudo isso é menor que aquilo que o turismo efetivamente recebeu como lucro com a Copa do Mundo. Os números do turismo, os dados de consumo, a movimentação, aquilo que os turistas gastaram no Brasil, tudo isso superou a melhor expectativa. Portanto, do ponto de vista do turismo ou do ponto de vista da estratégia de turismo essa Copa do Mundo foi imbatível inegavelmente, é um marco  no caminho brasileiro para o futuro.

Mas é bom lembrar, como a seleção, nós temos várias deficiências em infraestrutura turística e nós acompanhamos isso desde o momento que chegamos ao Ministério. Nós precisamos, portanto, cuidar com seriedade, com responsabilidade, com presteza e muito planejamento de algumas questões. A formação de uma mão de obra especializada na área de prestação de serviços, pois não dá só para improvisar.É preciso que os cursos de Turismo do Brasil, tanto das instituições públicas quanto das privadas, que eles se adaptem aos novos tempos, disponibilizem aos alunos condições de aprender aquilo que o mercado vai exigir deste profissional quando ele estiver no mercado de trabalho. Ele precisa ir para o exterior, e nós iniciamos isso quando fomos ministro do Turismo, e aprender com os países que já fazem isso há muito tempo, e muito bem, como se faz um turismo sustentável, não na questão ambiental apenas, mas naquele em que o turista é bem recebido desde o dia que chega até o dia que vai embora.

É preciso ter programas de línguas muito fortes, nenhum país monoglota consegue atingir um nível de atendimento ao turista muito elevado. Precisamos melhorar o atendimento nos hotéis, é preciso modernizar a gestão do setor de turismo. Portanto, é preciso também mudar e melhorar o modelo de gestão, ou seja, o Brasil é um enorme potencial turístico, nós provamos agora que somos capazes de atender milhares de turistas muito bem, mas é preciso entender que não é a improvisação que vai determinar o nosso futuro, é preciso trabalhar o futuro de forma permanente, de forma responsável, de forma interessada para que o Brasil efetivamente possa dizer que a Copa lhe deixou um grande legado e que o país soube aproveitar.

– Em relação aos preços dos voos e hotéis, o senhor acha que ficou dentro do que estava previsto?

Gastão Vieira – É claro que ficou dentro do esperado, isso é uma questão de mercado, uma questão econômica, como é muito claro também que aqui e ali um hotel ou uma companhia aérea inflou o preço da sua diária, o preço da sua passagem. Quando é que eles iriam aumentar? Aumenta quando tem uma demanda, quando tem uma pressão de demanda que é maior do que é a oferta.

O grande problema é que todo mundo dizia que ia ser a regra e foi uma exceção, pois os preços das passagens durante o período da Copa, no dia dos jogos, não ultrapassaram aquele limite razoável que o mercado reage quando há uma especulação de busca de oferta por parte do consumidor. Então tudo ficou dentro do padrão, dentro daquilo que nós esperávamos. Agora, é preciso alinhar uma política junto com o setor hoteleiro, junto com os restaurantes, junto com as empresas aéreas para que a gente continue aprimorando esses serviços. Eu volto a dizer, os mais de um milhão de turistas estrangeiros que vieram para a Copa do Mundo não significam muito diante dos milhões de brasileiros que vão continuar viajando pelo nosso país. Nós temos um problema de demanda interna, mais até do que de demanda externa, e nós demos conta. Agora não dá mais para improvisar, a Olimpíada de 2016 vai ser um bom teste da cidade do Rio de Janeiro para que a gente faça as coisas com responsabilidade e não fique torcendo para dar certo. Dá certo porque nós trabalhamos para dar certo e não dá certo porque Deus ajudou e deu certo, isso deve ser mudado definitivamente.

– E sobre o resultado da Copa do Brasil?

Gastão Vieira – Eu penso que esse é um momento de não encontrar culpados, porque quando você encontra rapidamente um culpado você deixa de fazer aquilo que é necessário para que nunca mais você precise encontrar um culpado. Portanto agora culpar o Felipão, descobrir os seus erros, erros de convocação, erros de disciplina, erros de esquema tático, não interessa nada ao país. O que fica é o exemplo alemão, não apenas de terem sido campeões, mas porque depois do fracasso que eles tiveram na Copa da União Europeia eles mudaram a estrutura do esporte na Alemanha permitindo, portanto, colher os frutos que eles colheram sob todos os aspectos agora nessa Copa do Mundo.

O Brasil precisa começar a ter um planejamento mais efetivo, apostar nas divisões de base, os clubes precisam se organizar e se tornar rentáveis e eles já têm o melhor instrumento pra isso que são os belíssimos estádios que foram aprovados pelos torcedores da Copa. Só isso já representa 50% da mudança que se pretende fazer. E acima de tudo, ter a certeza de que já não somos mais esse exemplo de futebol, mas continuaremos a ser a maior fábrica de talentos futebolísticos que o mundo já viu.

E nesse momento em qualquer várzea, em qualquer município brasileiro há um menino despontando e fazendo com uma bola coisas maravilhosas. É descobrir esse menino, trazê-lo para um programa de formação, não deixá-lo ir para o exterior antes da hora, dar oportunidade de subir nas categorias de base para a categoria principal. A seleção brasileira, que perdeu a Copa do Mundo, não tinha nenhum jogador da seleção campeã sub-20 da América Latina, ninguém aproveitou nada.Então precisamos parar com essa mania de endeusar determinados jogadores e endeusando estes jogadores acharmos que resolvemos tudo.

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Investimentos no Maranhão

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Nos últimos dez anos, o Ministério do Turismo firmou mais de 16 mil contratos de obras e investiu R$ 8 bilhões para melhorar a infraestrutura turística em todos os estados e municípios brasileiros. Atualmente, são 5.659 obras em andamento, que incluem especialmente a pavimentação de estradas, a sinalização de destinos turísticos e a construção de centros de convenções. O Maranhão tem 151 obras de infraestrutura em andamento com recursos do MTur, totalizando cerca de R$ 114 milhões em investimentos.

“As ações de investimento em infraestrutura, além de movimentar a economia brasileira com a geração de emprego e renda pelo turismo, permitem acessibilidade e inclusão social de todos os públicos nos destinos turísticos brasileiros”, afirmou o ministro Gastão Vieira.

Ainda em 2013, o turismo entrou no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com a destinação de R$ 680 milhões para obras de infraestrutura. Para São Luís (MA) foram destinados R$ 150 milhões para a recuperação de prédios históricos, ruas e praças e ainda R$ 1,5 milhão para a adequação da sinalização turística da cidade aos padrões internacionais. No ano anterior, o MTur assinou com governadores de 16 estados o Pacto pelo Desenvolvimento do Turismo, que formalizou o repasse de R$ 305 milhões para realização de obras.

As ações do MTur vão ao encontro das metas previstas no Plano Nacional de Turismo 2013-2016, que prevê o crescimento do turismo interno e a chegada de estrangeiros, além de um acréscimo nos postos de trabalho no setor, impulsionando a competitividade do turismo brasileiro.

Em São Luís, entre as obras com investimentos do MTur, estão o Museu da Gastronomia e a revitalização da Fábrica de Tecidos Santa Amélia, que vai abrigar os cursos de Turismo e Hotelaria da Universidade Federal do Maranhão. O Ministério do Turismo destinou ainda R$ 30 milhões para a despoluição das praias da capital maranhense. No interior do estado, destaque para as obras de infraestrutura em Barreirinhas, que inclui a construção do terminal de passageiros do aeroporto da cidade, já homologado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a restauração e revitalização da antiga Estação Ferroviária de Rosário, que vai se transformar no portal de entrada dos Lençóis Maranhenses.

“Nossas metas são audaciosas, mas com trabalho e esforço conseguiremos cumprir os objetivos, entre eles, o de elevar o Brasil à condição de 3ª economia turística mundial até 2022”, afirma o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

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Aeroporto homologado

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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou hoje a homologação da pista do aeroporto de Barreirinhas, a 252 km de São Luís. Com a medida, que será publicada no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira (27), o aeroporto de Barreirinhas poderá receber voos regulares.

Para garantir a homologação, o Ministério do Turismo investiu R$ 3,2 milhões na construção da estação de passageiros do aeroporto. “A homologação do aeroporto de Barreirinhas, sem dúvida vai alavancar o turismo em toda a Região dos Lençóis Maranhenses”, disse o ministro Gastão Vieira.

A cidade está incluída, na relação do Mtur, como um dos 60 destinos a serem divulgados para a Copa do Mundo deste ano aqui no Brasil.

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De olho na província

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gastaovieiraPor Ilimar Franco, O Globo

“A base aliada está irritada com os ministros Aguinaldo Ribeiro (Cidades), Gastão Vieira (Turismo) e Antônio Andrade (Agricultura). Eles privilegiaram seus estados na liberação de créditos extras. No Turismo, de R$ 479,9 milhões, o Maranhão levou R$ 66,3 mi. No das Cidades, de R$ 331 milhões, a Paraíba ficou com R$ 41,6 mi. Na Agricultura, Minas ganhou R$ 50,1 milhões, de R$ 186,4 mi”.

 

Balanço

Levantamento preliminar do Ministério do Turismo sobre os investimentos de 2013 revela que dos R$ 479,9 milhões colocados à disposição de Gastão Vieira, como crédito suplementar pelo Palácio do Planalto em dezembro, R$ 66,3 milhões foram destinados para o Maranhão. Entre os investimentos estão os R$ 11 milhões para os Lençóis Maranhenses.

Os recursos são destinados a obras de infraestrutura turística nos municípios de Barreirinhas, Santo Amaro, Humberto de Campos e Primeira Cruz. O Plano de adequação da infraestrutura da região turística dos Lençóis Maranhenses inclui obras de saneamento básico nos municípios, construção de píeres e terminais de passageiros, implantação de um sistema de transporte turístico fluvial entre Humberto de Campos e Santo Amaro, construção de terminais rodoviários no povoado Sangue e em Barreirinhas e paisagismo das comunidades de Mandacaru, São Domingos e Sangue. O Mtur também vai investir cerca de  R$ 1 milhão em obras de sinalização de trilhas dentro do Parque.

Opinião

Enquanto uns reclamam o “privilégio” ao Maranhão, aqui sempre se reclamam que os maranhenses lá não manda recursos para cá. Se um ministro no cargo não mandar os recursos para o seu Estado quem vai mandar?

Na verdade, em conversa com o próprio ministro, os projetos apresentados pelos prefeitos maranhenses fram contemplados porque se tratavam de bons projetos e estavam todos dentro dos requisitos exigidos pelo Ministério do Turismo.

E muita gente que reclama, sequer chegou a apresentar um projeto. Como poderiam então receber recursos?

Ainda bem que os projetos garantiram ao Maranhão R$ 66,3 milhões.

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Turismo caro

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gastaovieiraO ministro do Turismo, Gastão Vieira deu a sua versão sobre o rombo recorde de cerca de R$ 20 bilhões na chamada conta turismo, segundo do Banco Central. O assunto foi revelado em reportagem da Folha de São Paulo. “O Brasil é um destino turístico caro, longe e com pouca conectividade, temos poucas linhas aéras. O turista para viajar para o Nordeste, por exemplo enfrenta 10 horas de vôo. Depois fica mais 4 horas em Guarulhos e isto atrapalha muito”, avaliou Gastão.

Segundo o ministro, outros fatores atrapalham a vinda do turista estrangeiro para o Brasil. “Aqui no Brasil o preço da diária do hotel é muito caro. Mesmo em período de baixa estação, os donos de hotéis preferem ficar com os hotéis vazios do que baixar o preço em promoções que possam atrair o turista. O transporte também é caro, a comida é cara”, disse.

Gastão Vieira também lembrou a dificuldade de comunicação por conta do sistema de telefonia que em muitos lugares não funiona e da internet que cai constantemente no Brasil. “Isto não poderia mais acontecer, pois somos um país que vai realizar uma Copa do Mundo”.

Para o ministro, enquanto isto, os brasileiros encontram diversos atrativos para viajar para o exterior. “A renda do brasileiro cresceu muito nos últimos anos e com o turismo caro aqui no Brasil e a facilidade da compra dos pacotes em até 10 vezes para os Estados Unidos, por exemplo, ele prefere ir para lá. Veja só, o brasileiro vai ao Estados Unidos e compra por R$ 150 reais um tênis de qualidade que você não compra aqui no Brasil por menos de R$ 600 reais. E mesmo você comprando à vista como é lá, eles preferem ir para o exterior, pois além do turismo você ainda faz compra de produtos de qualidade e baratos”, explicou.

Gastão Vieira lembrou também o exemplo de Cuba que tem incentivado bastante o turismo. “Lá você tem um Caribe espetacular. Os hotéis possuem cômodos simples mais de qualidade. A comida é boa e barata. além disso, o presidente Raul Castro está financiando o retorno do turista e isto é está impulsionando o turismo lá”, disse.

O ministro do Turismo destacou que é necessário dar continuidade a ações que vem sendo desenvolvidas pelo governo brasileiro. “Eu acho que o grande trabalho que eu fiz à frente do Ministério foi tirar o Turismo das páginas policiais e levar para as páginas de economia. Isto já é reconhecido dentro do governo, mas temos esses problemas estruturais que citei e por este e outros motivos vamos demorar muito tempo para transformar o Brasil num grande potencial turístico”, explicou.

Uma coisa é certa, turismo, cultura e esporte, neste país precisam ser vistos de forma diferente e as políticas necessitam de continuidade, do contrário todo esforço que se fizer hoje, será perdido amanhã.

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Turismo nos Lençóis

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Uma das principais atrações turísticas do país, a região dos Lençóis Maranhenses, receberão novos recursos do governo federal para preparar tanto o parque nacional quanto os municípios do seu entorno para a Copa de 2014.

Por meio de um decreto presidencial, publicado em novembro, o Ministério do Turismo destinará R$ 11,079 milhões a obras de infraestrutura turística nos municípios de Barreirinhas, Santo Amaro, Humberto de Campos e Primeira Cruz, que abrigam o parque. Os recursos fazem parte de um crédito extraordinário de R$ 20 milhões, aberto para o MTur financiar obras em sete municípios do Maranhão e do Rio Grande do Norte.

O Ministério do Turismo também firmou um acordo de cooperação com o Ministério do Meio Ambiente pelo qual R$ 1 milhão será destinado, no primeiro semestre de 2014, para a implantação de projetos de infraestrutura turística dentro do parque. Os Lençóis Maranhenses são uma das 12 unidades de conservação federais que receberão verba de um “kit básico” de infraestrutura para melhorar as condições de uso público durante a Copa do Mundo, quando a visitação deverá crescer.

A esse recurso somam-se outros R$ 2,4 milhões, que haviam sido disponibilizados ao governo do Estado do Maranhão em 2011 para a execução de obras no parque, em convênio com o Instituto Chico Mendes. Os envelopes com as propostas da concorrência deverão ser abertos nos próximos dias. Também se espera para qualquer momento a homologação da pista do aeroporto de Barreirinhas pela Agência Nacional de Aviação Civil.

“Os Lençóis são um atrativo turístico sem paralelo no mundo, mas ainda têm uma visitação muito aquém do seu potencial. Esses investimentos visam tanto preservar o ativo natural que temos, fortalecendo a estrutura do parque, quanto permitir que a população do entorno se beneficie dessa riqueza, dando aos municípios condições de atender o turista”, disse o ministro Gastão Vieira. “Hoje esses municípios não tem praticamente nenhuma infraestrutura.”

A região dos Lençóis Maranhenses integra a Rota das Emoções, trecho litorâneo protegido em sua maior parte por parques nacionais e que inclui áreas como Jericoacoara e o Delta do Parnaíba. É um dos principais circuitos turísticos do Nordeste e um dos polos de desenvolvimento da atividade priorizados no Plano Estadual de Turismo do Maranhão 2020.

A região, porém, abriga municípios de baixo Índice de Desenvolvimento Humano, que apostam no turismo de sol e praia, no ecoturismo e no turismo de aventura para gerar emprego e renda.

O plano de adequação da infraestrutura da região turística dos Lençóis Maranhenses inclui obras de saneamento básico nos municípios, construção de píeres e terminais de passageiros, implantação de um sistema de transporte turístico fluvial entre Humberto de Campos e Santo Amaro, construção de terminais rodoviários no povoado Sangue e em Barreirinhas e paisagismo das comunidades de Mandacaru, São Domingos e Sangue.

O governo do Estado estuda também abrir uma linha de crédito para financiar pequenos empresários dos municípios do entorno do parque. O governo tomou a decisão inédita de ser avalista solidário dos empréstimos.

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Aeroporto de Barreirinhas

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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou para o dia 16 de setembro o início da Inspeção Especial que fará na pista do aeroporto de Barreirinhas, a 252 km de São Luís.

A vistoria, que seria realizada nesta segunda-feira (9), faz parte do processo de homologação do aeroporto do município. O trabalho dos técnicos da Anac deve se estender até o dia 19.

Para a construção do terminal e do pátio do aeroporto, o Ministério do Turismo está investido R$ 3,9 milhões.

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Resgate da história

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A governadora Roseana Sarney prestigiou, nesta sexta-feira (6), o lançamento do Projeto de Intervenção para Conservação, Restauro e Adaptação da Catedral de Nossa Senhora da Vitória (Igreja da Sé) e do Palácio Arquiepiscopal. Ao lado do ministro do Turismo, Gastão Vieira; da superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Maranhão, Katia Bogéa; do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior; e da secretária de Estado de Cultura, Olga Simão, a governadora destacou a importância da iniciativa.

“A proposta é resgatar o que temos de mais belo e valioso, o nosso patrimônio cultural, monumentos, e a nossa história”, declarou a governadora Roseana. Também presentes à cerimônia, o vice-governador Washington Luiz Oliveira; o gerente do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES, Marcelo Goldestein; o chanceler do Arcebispado, padre Raimundo Meireles, representando o arcebispo de São Luís, Dom José Belizário; o secretário de Estado chefe da Casa Civil, João Abreu; o secretário municipal de Turismo, Lula Fylho, entre outras autoridades.

Na ocasião, Roseana Sarney destacou que São Luís está recebendo um conjunto de serviços que vão garantir à cidade tornar-se referência nacional de preservação. “Neste espaço, por exemplo, será possível conhecer o acervo de arte sacra, com peças dos séculos XVIII e XIX, paramentos e pequenos mobiliários. Com certeza, será ponto de referência para quem visitar a cidade”, ressaltou a governadora.

Para o ministro do Turismo, Gastão Vieira, a preocupação do Governo Federal é recuperar e valorizar a história do Brasil. “Nosso patrimônio cultural entra, definitivamente, no roteiro turístico brasileiro. Após a recuperação do Palácio Arquiepiscopal, teremos a missão de manter e cuidar desse espaço e dos demais que estão na relação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) das Cidades Históricas”, revelou.

Foto: Geraldo Furtado

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Vistoria confirmada

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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou para o dia 9 de setembro a inspeção que fará na pista do aeroporto de Barreirinhas, a 252 quilômetros de São Luís. A informação foi divulgada esta semana pelo ministro do Turismo, Gastão Vieira.

A vistoria, que deverá ser feita por técnicos da Anac e da Secretaria de Aviação Civil, faz parte do processo de homologação do aeroporto da cidade. O prazo para o fim do processo é de dois meses, com isso, o aeroporto de Barreirinhas poderá receber voos regulares.

“Estamos investindo R$ 3,9 milhões na modernização do aeroporto, que terá capacidade para receber pousos e decolagens e, consequentemente, mais turistas para a Região dos Lençóis Maranhenses”, disse o ministro.

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Sinalização turística

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O Ministério do Turismo divulgou hoje (23), a destinação de R$ 19 milhões reservados para a implantação de sinalização turística em 34 destinos históricos de 17 estados de todas as regiões brasileiras. O objetivo é tornar a comunicação dos destinos adequada aos padrões internacionais. São Luís, no Maranhão, é uma das cidades contempladas no programa.

De acordo com o ministro Gastão Vieira, a sinalização turística bem trabalhada garante conforto, segurança e permite a mobilidade adequada do visitante. “A sinalização turística é fundamental para o turismo. Ela destaca e reforça a identidade do local, ampliando os ganhos do destino com a visitação”, diz o ministro. O PAC das Cidades Históricas é um programa intergovernamental coordenado pelo Ministério da Cultura.

Os recursos atendem à necessidade de melhorar o nível de informação prestada ao turista nacional e internacional. A sinalização turística ficou entre os itens com as menores avaliações positivas, de acordo com pesquisas realizadas pelo Ministério do Turismo durante a Copa das Confederações. No ano passado, o MTur destinou R$ 38,5 milhões para equipar as cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 com sinalização turística.

Na divisão dos recursos para sinalização turística, a região Nordeste receberá R$ 7,3 milhões para investimento em 13 cidades históricas. Na lista de beneficiários, além de São Luís, estão destinos que recebem grandes fluxos de turistas como Fernando de Noronha (PE), Itaparica (BA), Penedo (AL), Parnaíba (PI), Aracati (CE), João Pessoa (PB) e São Cristóvão (SE).

Pesquisa

A sinalização turística nos destinos nacionais foi considerada ruim para 20,4% dos brasileiros que viajaram em 2011, segundo pesquisa de demanda doméstica do Ministério do Turismo. Em uma lista com 13 itens, só esteve à frente de infraestrutura urbana, limpeza, rodovias, segurança e preços de serviços. Na opinião do turista estrangeiro, a sinalização ficou entre os itens de infraestrutura turística e serviços com menor avaliação positiva. Ficou à frente somente, nesta ordem, de aeroportos, telefonia/internet, condições das rodovias e preços, numa lista com 16 itens.

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