Ecos do fracasso

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Os números de vários índices apresentados ao longo da semana passada revelam, em cores nítidas, o fracasso que é a gestão comunista de Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão, em diferentes aspectos de análise. E o resultado desse confronto é apenas um: o governo maranhense fracassou em suas promessas de campanha e atrasou o estado em pelo menos quatro anos.

Na questão da pobreza, por exemplo, foram nada menos que 312 mil miseráveis gerados a partir da política comunista em apenas três anos. Com aumento de impostos e favorecimento a grupos econômicos, ele também forçou a falência de outros grupos.

Com a falta de emprego, muitos maranhenses buscaram no transporte alternativo uma opção de trabalho. E Flávio Dino fez o quê? Mandou tomar e vender a moto e o carro do trabalhador que estava ao menos com uma parcela do IPVA atrasada.

Em 2015, Dino prometeu tirar as 30 cidades com pior Índice de Desenvolvimento Humano da lista das 100 mais miseráveis do país. Também não conseguiu.

O comunista maranhense conseguiu debilitar o sistema de Saúde, que recebeu com nível de excelência há quatro anos. Os dados fazem parte de índices de órgãos de controle e institutos que medem o desenvolvimento dos estados. E não há o que questionar.

Estado Maior

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Roseana vai usar tecnologia para formar mão de obra

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A candidata ao governo do Maranhão, Roseana Sarney (MDB), afirmou em entrevista ao JMTV 1ª edição nesta quinta-feira (13) que, se eleita, pretende usar tecnologia nas escolas para a formação de mão de obra e ajudar na entrada dos jovens no mercado de trabalho. (Clique aqui e veja a entrevista na íntegra).

A ideia é aplicar na grade curricular do ensino médio cursos profissionalizantes na área digital. O programa seria aplicado em todas as escolas estaduais de ensino e os cursos serão voltados para as áreas de criação de jogos, aplicativos e web design.

“Precisamos colocar na nossa grade curricular do ensino médio, o ensino profissionalizante para dar a oportunidade a esses jovens e que eles possam ingressar no mercado de trabalho. Então para isso nós estamos pensando e vamos fazer, colocar na grade do ensino médio cursos da área digital. Como cursos de preparação desses alunos para eles poderem fazer jogos, fazerem web design, fazer aplicativos e esses melhores alunos desses cursos poderão nos ajudar na rede fundamental”, explicou.

Roseana Sarney afirmou também que deve investir na geração de empregos com o retorno de grandes empresas para o estado.

“A Suzano está ai e está avançando. Você sabe que a Suzano já trouxe mais de cinco fábricas internas e criou mais emprego na região? O que não foi adiante foi a refinaria, que aliás vamos voltar a brigar pela refinaria. Eu acredito nesse projeto. Mesmo com as condições da Petrobrás ou algum grupo privado. Quando foi feito o estudo da refinaria o Maranhão era o estado melhor localizado e que tinha melhores condições para ter a refinaria aqui”, afirmou.

Questionada sobre o baixo índice do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no estado durante sua gestão como governadora, Roseana falou que não se sente responsável e que os índices cresceram ao longo dos anos.

“Nós, quando assumimos o governo pela primeira em 1995, pelo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) o nosso estado era considerado de baixo desenvolvimento. Em 2010, quando nós também estávamos no governo, o IDH do Maranhão passou a ser médio desenvolvimento. Então nós sempre melhoramos. Eu não considero que o Maranhão tenha piorado durante as minhas gestões, acho que o Maranhão melhorou”, disse.

A candidata também falou que, nos últimos anos, algo em torno de 300 mil maranhenses retornaram para a linha de pobreza.

“O que eu tenho a dizer é que os últimos quatro anos do meu governo, nós conseguimos tirar da pobreza absoluta em torno de 500 mil pessoas. E eu acho que você deve estar muito bem informado que, durante esses últimos três anos, voltaram para a área de pobreza mais de 300 mil pessoas. Então o que está acontecendo: o Maranhão em vez de estar avançando, ele está retrocedendo”, declarou.

Leia no G1

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Santa Rita tem programa para amenizar pobreza

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Em razão do Dia das Mães que será comemorado neste domingo (13), o prefeito Hilton Gonçalo lançou no fim da tarde de sexta-feira (11), na Praça Carlos Macieira, o mais novo programa social da Prefeitura de Santa Rita. Trata-se do “Chá de Casa Nova”. Essa iniciativa visa amenizar a extrema pobreza no município. A ideia é fornecer utensílios domésticos básicos as famílias contempladas nos programas sociais municipais.

A ideia do prefeito Hilton Gonçalo é que, assim como está zerando as moradias de palha e taipa, as famílias tenham o básico para viver nas novas casas de alvenaria entregues pela Prefeitura de Santa Rita. O kit “Chá de Casa Nova” distribuído pela Prefeitura de Santa Rita varia de acordo com a demanda de cada contemplado, mas fogão, pratos, talheres, copos, mesa e cadeiras estão entre os principais itens.

Na primeira fase do programa “Chá de Casa Nova” foram contempladas 10 famílias e a intenção da Prefeitura de Santa Rita é que até o fim do ano, entre 10 e 20 famílias sejam agraciadas com o benefício social.

“Nós temos a compreensão da dificuldade financeira que o país vive no momento. Em Santa Rita, não é diferente, mas nós estamos buscando amenizar essas dificuldades. Voltamos com programas sociais importantes para garantir emprego, renda e moradia a nossa população. Agora nós vamos além, garantir o básico para quem está na margem da pobreza”, declarou Hilton.

Além do programa social lançado, Hilton Gonçalo distribuiu vários prêmios para a população em razão do Dia das Mães e lembrou: “não perco o desejo de homenagear as mamães da minha cidade, merecedoras de todas as homenagens possíveis”.

O programa “Chá de Casa Nova” é uma ação desenvolvida pela Secretaria municipal de Emprego e Renda aliada a Secretaria municipal da Mulher.

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Filho de Jackson critica aumento da pobreza no MA

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O médico Igor Lago, filho do ex-governador Jackson Lago, criticou, nas redes sociais, a realidade sobre a pobobreza no Maranhão que, segundo ele, nem mesmo a melhor propaganda feita pelo mais competente marqueteiro pode

“Ficamos mais pobres! Sim, o governo do Maranhão, com os seus programas “Mais”, foi premiado com o Mais Pobreza!, conforme os dados do PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio -, recentemente divulgados, comparando os anos 2016 e 2017. Na pobreza extrema, ou seja, aqueles que vivem com menos de 6,65 reais por dia, a calcular com o dólar a preço de ontem, 3,50 reais, o Maranhão tinha em 2016 na região metropolitana 99.661 pessoas e, em 2017, infelizmente, apesar de todos os “esforços” comunistas, esse número aumentou 48%, isto é, subiu para 147.029 pessoas.

“A falácia e a demagogia dos atuais governantes podem ludibriar aos incautos e ingênuos mas, mesmo assim, estes se deparam com a dura realidade não mostrada nas milionárias propagandas”, finalizou.

Foto: Reprodução/ Facebook

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Ricardo diz que Dino aumentou pobreza

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O pré-candidato ao governo do Maranhão, Ricardo Murad (PRP) destacou nas redes sociais que o Maranhão precisa dar um basta na politicagem para que, de fato, cresça em todos os níveis.

Segundo Ricardo, o comunismo de Flávio Dino só empobreceu o estado se utilizando das mesmas práticas.

“O Maranhão precisa por um fim na politicagem, que tem mantido o estado atrasado e sem futuro. O governo comunista de Flávio Dino aumentou a pobreza e perseverou nesse modelo, que faz tudo para cooptar políticos – vide Josimar do Maranhãozinho – antes odiado, hoje ídolo do comunismo. Vou acabar com isso para fazer gestão no governo e dar resultados. Podem acreditar”, escreveu.

A última pesquisa que avaliou a renda dos brasileiros realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou o empobrecimento da população no Maranhão. Segundo a pesquisa, 396 mil maranhenses vivem em situação de miséria em todo o estado.

Em 2014, 51,7% das famílias sobreviviam com até meio salário mínimo em todo o estado. Em 2016, esse número subiu para 56,7%. Ainda de acordo com a pesquisa, 312 mil maranhenses voltaram à condição de pobreza.

Tudo isso na gestão do governador Flávio Dino.

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Pobreza aumenta no Maranhão, aponta IBGE

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De acordo com a última pesquisa que avaliou a renda dos brasileiros realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou o empobrecimento da população no Maranhão. Segundo a pesquisa, 396 mil maranhenses vivem em situação de miséria em todo o estado.

Em 2014, 51,7% das famílias sobreviviam com até meio salário mínimo em todo o estado. Em 2016, esse número subiu para 56,7%. Ainda de acordo com a pesquisa, 312 mil maranhenses voltaram à condição de pobreza. Especialistas afirmam que o empobrecimento da população em todo o estado não se deve somente a crise econômica no país, mas principalmente pela falta de investimentos no Maranhão.

“O Maranhão ele teve mais dificuldades por conta dessa dependência externa de trabalhar pouco o mercado interno, de ter poucos empregos de qualidade. Que essa massa salarial ela possa efetivamente ser suficiente para que as empresas maranhenses possam sobreviver das próprias vendas internas. Então, essa dependência do mercado externo ela não é positiva para o Maranhão”, explica Heric Hossoé, vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Maranhão.

Ainda segundo IBGE, o PIB (Produto Interno Bruto) que é a soma de todas as riquezas produzidas no estado, foi o pior registrado nas últimas décadas. Ele caiu cerca de 4,1% em 2015, enquanto em 2014 havia crescido 4,2%.

“O PIB no Maranhão desde 1995 para cá ele vinha em uma trajetória de elevação e essa trajetória de elevação ela é maior do que a do nordeste e a do Brasil. Mas nos últimos dois anos principalmente, nos anos de 2015 e 2016 o Maranhão sofreu demais”, afirma Heric.

O reflexo da pesquisa é visto em milhares de maranhenses, como o desempregado Nilson Martins que até 2015 trabalhava como serviços gerais em São Luís. Após ser demitido, usou o dinheiro da indenização para comprar uma palafita em cima de um mangue no bairro do Jaracaty. Sem renda, Nilson sustenta a mulher e os três filhos com R$ 200 reais que ganham do Bolsa Família.

“O desemprego bateu na porta, a gente sai bota currículo e as empresas não estão chamando mais e com três crianças em casa o negócio complicou muito. A situação complicou muito, muito mesmo.”, conta.

A situação de Nilson também é vivida pelo pedreiro desempregado Welton Rodrigues, de 33 anos, que perdeu o emprego há um ano e foi morar com a esposa em uma palafita. Para sobreviver, ele faz serviços temporários e diz que nunca havia passado tanta dificuldade na vida. “A situação não tá nada boa, porque ultimamente eu estou desempregado e tô levando a vida do jeito que dá”, afirma.

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IBGE constata aumento da pobreza no MA

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Por Ricardo Murad

Depois do Natal, de volta à realidade. IBGE constata aumento da pobreza no governo comunista do Maranhão.

Na “Carta Compromisso” que registrei em cartório, para ser um documento público da minha determinação de fazer um governo diferente para atacar os males que nos mantém presos a essa realidade, constam as linhas mestras daquilo que pretendo realizar se tiver a confiança dos maranhenses.

Jamais gastaria 140 milhões de reais com propaganda. Esta foi a quantia gasta nesses três anos de governo comunista. Isto Comprova a irresponsabilidade do governador em face da extrema carência de recursos em áreas essenciais.

Sabemos que falta o básico na saúde, na segurança, na educação, na produção, nas estradas, no apoio às atividades culturais e esportivas e para tantas outras ações importantes, então me pergunto: por que tanto dinheiro para a política e a propaganda?

Os 140 milhões gastos com a máquina de produzir mentiras acrescidos ao que está custando a cooptação vergonhosa de políticos e partidos já ultrapassam bilhões de reais. Tudo para manter o poder, se reeleger e eleger os seus íntimos, a exemplo de Márcio Jerry, dono dos milhões da comunicação.

O resultado dessa prática resulta no que o IBGE constatou, avaliando os anos de 2015 e 2016. O Maranhão registrou queda no PIB e aumento da pobreza.O instituto revela: “ o Maranhão foi a única unidade federativa em que mais da metade (52%) da população viveu em situação de pobreza em 2016”

A mudança prometida pelo candidato Flávio Dino, que se proclamava um “Messias” salvador de um Maranhão em estado de desgraça” que já durava 4 séculos, para uma era de felicidade plena, era apenas uma falácia, estratégia de marqueteiro para ludibriar e vencer uma eleição.

Não foi preciso muito para a máscara cair e se constatar o fracasso do governo comunista, hoje refletido em todas as pesquisas que mostram que nada mudou no Maranhão, a não ser para pior.

Nunca farei programas repaginados, copiando-os de governos anteriores, como os tais “escola digna”, “mais IDH”, “mais asfalto” e etc., que comprovadamente, como demonstrado em todos os indicadores, há muito não resolveram os nossos problemas porque são insuficientes e fracos para os resultados que precisamos.

E o desastre do governo comunista ainda não acabou, tem mais um ano. Ainda bem que um ano de eleições, para nossa salvação!

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