MA registra 2,3 mil focos de queimadas em novembro

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Um levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrou 2.309 focos de queimadas no mês de novembro no Maranhão. De acordo com o INPE, o estado ocupa o segundo lugar no ranking atrás do estado do Pará, que registrou mais de 6,2 mil focos.

Em outubro, o estado registrou 1.832 focos de incêndio. De acordo com o INPE, no último fim de semana, o estado registrou 18 focos. Em novembro, o Maranhão também apareceu no ranking das dez cidades que mais tiveram focos de incêndio. O município de Buriti, localizado a 332 km de São Luís, registrou 11 focos de incêndio.

Até o momento, o Maranhão já registrou mais de 13 mil focos de incêndio entre os meses de janeiro a novembro, ocupando a terceira posição do ranking geral registrado pelo INPE, ficando atrás dos estados do Pará com mais de 21 mil focos e de Mato Grosso, que registrou até o momento, mais de 17 mil.

O INPE afirma que o estado deve ter reforço de brigadas de incêndio nos próximos dias para evitar novas queimadas na região.

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Maranhão registra 759 focos de incêndio em outubro

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O Maranhão já registrou 759 focos de incêndio durante o mês de outubro, segundo o ranking Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgado nessa sexta-feira (19). Somente nos últimos cinco dias, o estado registrou 143 focos.

Os dados são referentes até o dia 18 de outubro. O estado ocupa a oitava posição entre os 10 estados do Brasil que mais registrou focos de incêndio durante o mês de outubro, atrás do Pará, Amazonas, Mato Grosso, Piauí, Bahia, Tocantins e Rondônia.

No mês de setembro, o Maranhão registrou 3.178 focos de queimadas ocupando a sexta posição no ranking do Inpe. Ainda segundo o instituto, de 2014 a 2018, o estado já registrou mais de 9,6 mil focos de incêndio.

O Inpe afirma que o estado deve ter reforço de brigadas de incêndio nos próximos dias para evitar novas queimadas na região.

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Maranhão registra 378 focos de incêndio em setembro

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O Maranhão registrou 378 focos de queimadas durante o mês de setembro, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desta forma, o estado ocupa o primeiro lugar no ranking divulgado nesta sexta-feira (28) seguido pelos estados do Piauí com 317 e Bahia com 173 focos.

Entre as dez cidades do Brasil que mais registraram focos de queimadas no mês de setembro, o Maranhão possui quatro municípios na lista. Alto Parnaíba localizado a 875 km de São Luís, liderou o ranking com 24 focos registrados, seguidos por Buriti Bravo com 22, Pastos Bons com 21 e São Francisco do Maranhão com 18.

Ainda de acordo com o Inpe, de maio a setembro deste ano o estado contabilizou 3.073 focos de queimadas, ocupando o sexto lugar no ranking. Os estados de Mato Grosso que registrou 6.503 focos, Rondônia com 5.946, Amazonas com 4.801, Pará com 4.651 e Acre com 4.299 ocupam as cinco primeiras posições, já Sergipe é o último colocado tendo registrado apenas dois focos.

O Inpe afirma que esses municípios devem ter reforço de brigadas de incêndio nos próximos dias para evitar novas queimadas na região.

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MA registra mais de cinco mil focos de incêndio

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Além do desmatamento, outra ameaça às florestas brasileiras são os incêndios e no Maranhão a situação é grave. Mais de cinco mil e 500 focos já foram registrados só este mês. O esforço das autoridades tem sido para fortalecer as ações de prevenção.

O Prev-fogo foi o programa criado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para prevenir e combater incêndios florestais. No Vale para o Pindaré ele levou equipamentos e orientações sobre prevenção ao fogo.

O tempo quente e seco tem proporcionado recordes nada positivos no Maranhão. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do início deste ano até o momento o número de focos de incêndio no estado é 47 por cento maior que no mesmo período do ano passado.

Só no mês de setembro já foram registrados cinco mil e 700 focos. O município de Grajaú é o terceiro do país onde o fogo tem provocado mais estragos no meio ambiente. Em primeiro vem São Félix do Xingu e Altamira, ambos municípios do Pará.

Segundo Antonio Adolfo Fonseca, coordenador estadual do Prev-fogo, já existe equipes atuando na Reserva Indígena do Bacurizinho, no município de Grajaú, área mais afetada pelos incêndios. “É um combate nível três ampliado onde nós estamos com um contingente de 55 homens em combate com a aeronave e com todas aquelas ferramentas que o Ibama está dispondo para fazer isso aí.”

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Queimadas registram média histórica no MA

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O número de queimadas no Maranhão em agosto de 2017 superou não só 2016, mas também a média histórica, com dados registrados desde 1998. No mês, foram registrados 3,87 mil focos de incêndio.

Os dados são do Programa de Monitoramento de Queimadas e Incêndios do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Em agosto de 2016, foram registrados 3,72 mil focos, enquanto a média histórica para o mês é de 3,12 mil.

O pior mês de agosto já registrado para as queimadas foi o de 2012, com 10,39 mil queimadas no Maranhão.

Em 2017, já são mais de 7,85 mil incêndios florestais e queimadas. No ano passado, foram 21,76 mil focos registrados em todo o Maranhão.

Blog do Maurício Araya

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Maranhão é o 3º em número de queimadas

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Queimada

De janeiro até o dia 8 de dezembro já foram registrados 20.733 focos de incêndio no estado

O Maranhão é o terceiro estado com maior número de queimadas do Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De janeiro até o dia 8 de dezembro deste ano, já foram registrados 20.733 focos de incêndio no estado.

O mês de outubro foi o mais crítico do ano: ao todo, foram registrados focos de incêndio registrados, o maior índice de 2016. Só nos oito primeiros dias de dezembro deste ano, foram 545 focos de queimadas registrados por satélite no estado. Em dezembro de 2015, 3.706 incêndios foram registrados em todo o território maranhense sendo o mais critico dos últimos 19 anos.

Só na região Metropolitana de São Luís, a média é de 25 ocorrências de queimadas por dia, segundo o corpo de bombeiros. Mas não é só a ação humana direta que provoca esses altos índices. Objetos deixados em terrenos com mata seca se tornam um verdadeiro perigo.

Na última quarta-feira um incêndio, de grandes proporções, foi registrado em um terreno que fica no bairro do São Francisco. Os horários de maior incidência são das 10h da manhã às 4h da tarde. Diante das condições naturais, o comportamento das pessoas pode ajudar a diminuir esses números.

Foto: Reprodução/ TV Mirante

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SOS Caxias

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CampanhaSOSCaxias

A Cruz Vermelha Brasileira filial do Maranhão lançou a campanha SOS Caxias para colaborar com as famílias que foram surpreendidas e perderam seus bens em queimadas na cidade Caxias. Vinte casas ficaram totalmente queimadas e 92 pessoas estão desabrigadas.

Qualquer pessoa poderá colaborar com a doação de água, alimentos não perecíveis, roupas, material de higiene e roupas.

As doações deverão ser entregues na sede da Cruz Vermelha, na avenida Getúlio Vargas, 47, no Monte Castelo.

Contatos: (98) 988285090, 981848351 e 988637441

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Governo decreta situação de emergência

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Queimada

O governador Flávio Dino decretou situação de emergência em todo o estado por causa dos incêndios florestais ocorridos nos últimos dias na Região Leste. O decreto foi publicado na edição desta sexta-feira (14) do Diário Oficial e vale por 180 dias. A medida serve para agilizar os procedimentos de combate, facilitando a liberação de recursos, inclusive federais.

Segundo o decreto, “ficam autorizados os órgãos que compõem o Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil a prestarem apoio suplementar técnico e operacional no âmbito das áreas afetadas por queimadas e incêndios florestais, mediante prévia articulação e integração com a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil”.

O decreto considera que o grande número de incêndios provocados pela prolongada estiagem oferece riscos de prejuízos econômicos públicos e privados, danos humanos, materiais e principalmente ambientais incalculáveis. A partir dele, uma das medidas facilitadas é a contratação extra de aeronaves e caminhões-pipa, contratos de aquisição de bens necessários às atividades de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação do cenário das regiões atingidas.

Será otimizada também a mobilização de recursos humanos, como a união de esforços e deslocamento de efetivos do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Militar, brigadistas e de outros órgãos.

Até esta sexta-feira (14) foram registrados no Brasil 73.946 focos de queimadas e incêndios florestais, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, e que o Maranhão é o quarto Estado da Federação em números de queimadas e incêndios florestais com 6.508 focos registrados. Ainda de acordo com o Instituto,  sobre o Mapa de Risco de queimadas e incêndios florestais no Brasil, o Maranhão está seguinte situação: com 159 Municípios em Situação de Risco Crítico, 19 com Risco Alto e 5 com Risco Médio.

De acordo com o decreto, atualmente todas as regiões do Estado estão sendo afetadas pelas queimadas e incêndios florestais, atingido Terras Indígenas, Biomas e Áreas Protegidas por legislação ambiental estadual e federal. “Fica autorizada a convocação de voluntários para reforçar as ações de resposta e a realização de campanhas de arrecadação de recursos junto à comunidade, com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada, sob a coordenação e supervisão da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, diz o documento.

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MA é o terceiro em focos de queimadas

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QueimadasMA

Com 1.315 focos de incêndio em 10 dias, o mês de agosto já alcançou a metade do número de queimadas registradas em julho (2.096), o pior de 2016 para o índice. Os dados são do serviço de monitoramento de queimadas e incêndios do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O Maranhão é o terceiro Estado com maior número de focos de queimadas em agosto, atrás somente do Mato Grosso (com 2.434 focos registrados) e Pará (1.416). Mirador (MA) é a cidade maranhense com maior número de focos: 166.

Os dados preocupam porque o mês de agosto é de início da estiagem no Estado. Pela média histórica, iniciada em 1998, agosto, setembro, outubro e novembro têm entre 3,34 mil e 4,72 mil focos de incêndio.

De acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), também ligado ao Inpe, a situação é de alerta para a baixa umidade relativa do ar nesta quarta-feira (10), em grande parte do Maranhão.

Em algumas das regiões ela pode ficar abaixo dos 30%, já classificados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como estado de atenção.

Em situações como essas, profissionais da saúde recomendam a ingestão de bastante líquido e que seja evitada a exposição ao sol nos horários de níveis mais críticos, conforme lembra o CPTEC.

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Maranhão é o 2º em queimadas no Nordeste

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Queimada

Dentre os municípios maranhenses, Centro Novo se destaca com quase 400 registros

O Maranhão é o segundo lugar no ranking do Nordeste em focos de incêndio, causados por queimadas indiscriminadas.

Ao todo já foram registrados este ano 5,723 focos em todo o estado. Em comparação com o período do ano passado, esse número aumento em 140%.

Os dados são do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômico e Cartográfico (Imesc).

No Maranhão, o município com maior número de focos foi Centro Novo com 377 registros.

Na lista seguem os municípios: Bom Jardim (287), Itinga do Maranhão (245), Açailândia (186), Turilândia (147), Buriticupu (137), Caxias (126), Santa Luzia (125), Cândido Mendes (124) e Balsas (118).

Foto: Douglas Júnior

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