Hildo leva benefícios a quilombolas em Pres. Vargas

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Um sonho alimentado durante vinte anos finalmente foi realizado graças ao trabalho do deputado federal Hildo Rocha. “Essa é uma conquista muito importante para todos nós. Pela primeira vez, estamos recebendo um benefício tão valioso. Estou na presidência da associação há poucos meses, mas há 22 anos a gente vem lutando para ter uma patrulha agrícola como essa que hoje estamos recebendo”, afirmou Raimundo José Alves, o popular Gaiolinha, presidente da Associação Quilombola Estiva dos Cotós.

Durante pronunciamento na cerimônia de entrega da Patrulha Agrícola, o líder político de Presidente Vargas, José Augusto Mendes, disse que o deputado Hildo Rocha tem compromisso com as comunidades e os trabalhadores rurais de todo o Maranhão. Mendes lembrou que a entrega da máquina é a consolidação de um compromisso do deputado que havia prometido para a comunidade que iria alocar emenda parlamentar para comprar o trator, através da  Codevasf.

“O deputado Hildo Rocha colocou a emenda e disse: Zé Augusto, eu vou botar recursos para a Codevasf comprar um trator que vai servir para melhorar as condições de trabalho e a produtividade dos agricultores familiares da Estiva dos Cotós e de outras comunidades da região. Portanto, presidente, você vai gerenciar um trator que foi adquirido pela Codevasf, com dinheiro do Governo Federal, que foi conseguido pelo deputado Hildo Rocha. Ele se comprometeu em ajudar as nossas comunidades e aqui está o resultado. Agora vocês tem um trator que irá facilitar o trabalho de vocês”, destacou José Augusto Mendes.

Compromisso honrado

Hildo Rocha disse que, na condição de deputado federal, tem compromisso com todo o Estado, mas, agora o compromisso com a população de Presidente Vargas ficou maior.

“Fui eleito com o compromisso de trabalhar pelos maranhenses, especialmente pela população mais humilde. Hoje tivemos a satisfação de honrar um compromisso que eu havia firmado com a comunidade quilombola de Estiva dos Cotós. É mais uma conquista valiosa, um compromisso honrado. Um motivo a mais para comemorarmos”, afirmou Hildo Rocha.

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Quilombolas de Codó e Itapecuru ocupam o Incra

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Comunidades quilombolas dos municípios de Codó e Itapecuru-Mirim estão acampados em frente a Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na Avenida Santos Dumont, em São Luís, desde a segunda-feira (17). Eles protestam contra a demora na regularização de documentos que beneficiam as comunidades.

Segundo um funcionário que estava dentro do prédio quando a manifestação começou, o acesso de outros servidores ficou comprometido por conta do acampamento. O G1 entrou em contato com a superintendência e aguarda posicionamento da direção do órgão em relação às reclamações das comunidades.

Um cartaz fixada em um dos portões na entrada do prédio confirma a reivindicação: “em luta pela titulação dos territórios quilombolas”.

Assim, o acesso ao Incra segue com os manifestantes, com faixas que representam os quilombos envolvidos no protesto. São comunidades de diversas regiões do Maranhão.

Portanto, a agilidade em documentos para regularização da situação dessas comunidades é uma exigência que pauta a manifestação no Incra.

Leia no G1

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Quilombolas disputam copa de futebol

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Sergio Frota entrega troféu na I copa Quilombola de Futebol Maranhense.

Sergio Frota entrega troféu aos vencedores da I copa Quilombola de Futebol Maranhense

O deputado Estadual Sérgio Frota (PSDB) prestigiou no fim de semana, no Centro Social dos Servidores do Estado do Maranhão (Ipem), a fase final da I Copa Quilombola de Futebol Maranhense entre as equipes dos municípios de Alcântara, Monção e Serrano do Maranhão, respectivamente, terceiro, segundo e primeiro lugar.

A competição foi organizada pelo instituto Solis juntamente com as Secretarias de Estado de Igualdade Racial (Seir) e Esporte (Sedel), parceria da Cemar e apoio do deputado Sérgio Frota.

Em sua primeira edição, a copa reuniu 168 equipes participantes, promoveu 287 jogos no estado, mobilizando mais de 4 mil jogadores das comunidades. Para Sergio Frota, o projeto atingiu com sucesso o objetivo de integrar e valorizar a cultura negra no Maranhão.

“Há muito tempo venho lutando para mostrar a sociedade como o esporte pode educar, promover a cidadania, cultura, e, especialmente, fortalecer o sentimento de pertencimento a uma comunidade. Apoio e incentivo com muito orgulho eventos como a copa quilombola, outro bom exemplo de como nós, políticos, podemos colaborar para a integração social e a propagação de bons valores”, diz o parlamentar do esporte.

A coordenadora do projeto, Ana Paula Nogueira, explicou que a copa quilombola surgiu de uma necessidade histórico social de ações que visam integrar o afrodescendente no estado.

“Dentro da população maranhense, a maior parte é quilombola, afro descendente. A grande perspectiva do instituto é, ao desenvolver esse projeto, a inserção social dessa parcela da população. Com a copa, lutamos para que os quilombolas sejam vistos pelos políticos, pelos empresários, e, desse modo, possam ter mais oportunidades e perspectivas de vida. Agradecemos muito ao governo do estado, o secretário Gerson Pinheiro, a Cemar, e o deputado Sérgio Frota. É muito confortante, especialmente no momento atual, saber que empresas e políticos de renome no estado apoiam e lutam por esta causa”.

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Greve de fome

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quilombolas“A fome que mais dói é a que provém da falta de justiça social”, afirma deputado Wellington em visita aos quilombolas que fizeram greve de fome

O vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, deputado Wellington do Curso (PPS), visitou, na tarde dessa terça-feira (16), as comunidades quilombolas e camponesas do Maranhão, que estão acampadas desde o dia 8, na Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Maranhão (INCRA), movimento este que resultou em greve de fome feita por oito dos integrantes da comunidade.

Na ocasião, o parlamentar conversou com os cidadãos que estavam em greve de fome e se colocou à disposição, em defesa da dignidade humana que, segundo ele, é o que está sendo violado em tal cenário. Comovido com a situação e reafirmando apoio à luta dos quilombolas, Wellington do Curso requereu, na manhã desta quarta-feira (17), uma Moção de Apelo, pois, segundo ele, esse ato de extrema coragem que coloca em risco as vidas, ocorre em resposta ao descaso do Estado brasileiro com a situação dos povos  tradicionais que lutam pela titulação dos seus territórios.

“Ora, vivemos em um estado Constitucional de Direito, ora em um estado que apregoa os direitos fundamentais e levanta a bandeira da Igualdade. O que vemos de fato é o descaso, não apenas para com as comunidades quilombolas, mas com o ser humano. Não podemos ignorar o fato de que, independente de ser indígena, quilombola ou pertencer a qualquer outra etnia, trata-se aqui de cidadãos que merecem ter seus direitos respeitados. A fome que mais dói não é a que provém de ausência de alimentos, mas a oriunda da falta de justiça e, sobretudo, a lesão direta ao que o homem possui de mais importante: a vida”, ressaltou.

Cerca de 26 lideranças quilombolas, indígenas e lavradores continuam acampados na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em São Luís, no Maranhão, desde o dia 08 de junho. Segundo membros do movimento, 56 iniciaram a greve de fome, resultando em apenas 8 até o exato momento, já ultrapassando os 7 dias em greve de fome.
O grupo exige a regularização e titulação das terras remanescentes de quilombos na região da Baixada Maranhense.

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