TRE indefere candidatura de Rosângela Curado

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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA) julgou a ação de impugnação proposta pelo Ministério Público Eleitoral contra Rosângela Curado, pretensa candidata a deputada estadual pelo Partido Patriota (Patriotas)

A condenação no TCE é advinda da Tomada de Contas Anual de gestores do Fundo Municipal de Saúde/FMS de Imperatriz/MA, relativa ao exercício financeiro de 2008, de responsabilidade, dentre outros gestores, de Rosângela Aparecida Barros Curado, então secretária de saúde.

A irregularidade configura ato doloso de improbidade administrativa.

A partir disso, o TRE acolheu de forma unânime, em 20 de setembro, o pedido do MP Eleitoral e indeferiu o registro de candidatura de Rosângela Aparecida da Silva Barros.

Foto: Alexandre Amarante

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Rosângela Curado aponta dedos

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Ao contrário do que esperavam os comunistas, aliados e desavisados, a entrevista da ex-secretária-adjunta de Saúde Rosângela Curado (PDT) foi, sim, bombástica para o projeto de poder do Governo Flávio Dino. Em primeiro lugar, Rosângela, que foi presa sob acusação de comandar uma quadrilha que desviou R$ 18 milhões da Secretaria de Saúde, afirmou que ainda tem mais gente que precisa ser investigada.

“É um inquérito de investigação e ainda tem muita gente para ser investigada, ainda tem muita gente pra ser ouvida, muitas pessoas, pessoas que fazem parte da gestão da Saúde. Não fui só eu, eu já não estava mais lá dentro”, declarou ela, com todas as letras.

É praticamente uma confissão de culpa, mas com o adicional de que havia gente acima dela dando ordens para o que precisava ser feito. Até ser presa, Rosângela era mulher de confiança do secretário Márcio Jerry, foi a candidata a prefeita de Imperatriz do governador Flávio Dino e aliada histórica do deputado federal Weverton Rocha (PDT). Uma operacional do time comunista, portanto.

A entrevista mostra também as mágoas da ex-secretária, quando cobra da Polícia Federal a ampliação das investigações. Em momento algum, Rosângela negou a existência da corrupção no governo Flávio Dino – o que já é uma mancha escura no perfil do comunista – mas apenas apontou que existe mais gente no esquema.

E isso, por si só, já seria suficiente para derrubar qualquer governo em um estado transparente e livre.

Estado Maior

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Propinas e candidatura

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O governo Flávio Dino (PCdoB) tem se notabilizado pela quantidade de propina que seus agentes cobram de empresas e prestadores de serviços, segundo denúncia dos próprios achacados e de investigações da Polícia Federal.

Chama atenção também que, mesmo denunciados, os propineiros dinistas acabam recebendo uma espécie de salvo-conduto do próprio governador comunista, que entrega apoio político a esses personagens.

O governo já começou envolvido em escândalo deste tipo. Em 2015, a então auxiliar da Secretaria de Educação, Simone Limeira, foi denunciada por um líder indígena de ter cobrado propina de R$ 8 mil para liberar o transporte escolar nas tribos da região de Grajaú. O indígena chegou a mostrar extratos e depósitos na conta da auxiliar comunista.

E o que fez Flávio Dino? Deu a ela a legenda do PCdoB para concorrer à Prefeitura de Grajaú.

A outra denúncia envolve a também ex-auxiliar comunista Rosângela Curado. Pilhada na Operação Pegadores da Polícia Federal, Curado teve reveladas conversas que mostram a cobrança de 10% de propina de empresas prestadoras de serviços da Secretaria de Saúde.

Afastada do governo desde 2015 – em condições obscuras – a ex-auxiliar continuou a mandar em unidades de saúde, até ser presa pela Polícia Federal. E o que fez Flávio Dino com ela? Deu apoio da legenda do PCdoB à sua candidatura a prefeita de Imperatriz.

Estado Maior

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Rosângela Curado está livre da Cadeia

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A ex-subsecretária de Saúde e suplente de deputada federal, Rosângela Curado (PDT) vai deixar a cadeia nas próximas horas.

O desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) concedeu habeas corpus em favor de Curado na noite desta quarta-feira (22). Bello já havia concedido habeas corpus a Marcus Eduardo Alves Batista (do ICN) e Péricles Silva Filho (médico).

Rosângela Curado estava presa desde o último dia 16 de novembro e teve a prisão prorrogada ontem (21), por conta da Operação Pegadores  da Polícia Federal que apura indícios de desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento de pessoal, em Contratos de Gestão e Termos de Parceria firmados pelo Governo do Estado do Maranhão na área da saúde.

Ela é apontada como uma das cabeças do esquema descoberto pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) e Receita Federal do Brasil.

Ainda permanecem presos quatro investigados pela Operação Pegadores: Mariano de Castro Silva, Luiz Marques Barbosa Junior, Antônio Augusto Aragão e Ideide Lopes.

Foto: TV Mirante

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Dossiê cita ligação com o Palácio dos Leões

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A Polícia Federal revelou que em um “dossiê” encontrado na casa de Antônio Aragão (foto) existem informações graves sobre propina, superfaturamento, empresas de fachada e ‘funcionários fantasmas’ relacionados a empresas privadas e órgãos da administração da Saúde do Maranhão. A ligação direta entre investigados e o Palácio dos Leões é sugerida nos documentos. No fim da reportagem, leia a nota encaminhada pelo Governo do Estado.

Material encontrado na casa de Antônio Aragão foi utilizado pela PF para fundamentar à Justiça Federal o pedido para prorrogar prisões de cinco citados no esquema criminoso investigado pela “Operação Pegadores”, desdobramento da “Operação Sermão aos Peixes”.

De acordo com as investigações, a Polícia Federal confirma à juíza Paula Souza Moraes, substituta da 1ª Vara Criminal, que “de acordo com os trechos colacionados, há informações sobre funcionária fantasma amante de Mariano (de Castro Silva), pagamento de propina, superfaturamento de contratos da EMSERH (Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares), empresas de exames laboratoriais de fachada que recebe dinheiro público sem realizar os respectivos serviços, menção a suposta autorização do ‘palácio’ à Rosângela Curado, para que ela ficasse responsável pela AME/CEMESP Imperatriz, informação confirmada por Antônio Aragão em seu depoimento”.

O documento segue com trechos de depoimentos dos investigados, sendo que as informações prestadas por Antônio Aragão tratam diretamente da relação de Rosângela Curado no esquema. No documento, a Polícia Federal revela que Aragão garantiu que “a Rosângela, ao lado de Mariano, caberia indicar as empresas para contratar com a unidade de saúde AME/CEMESP Imperatriz, ou seja, Rosângela faria a gestão da unidade, mesmo sem ocupar qualquer cargo público, o que o investigado chamou de ‘quarterização’. Antônio Aragão completa, ainda, dizendo que a gestão daquela unidade foi repassada para Rosângela e que ele, como gestor do IDAC, seria mero repassador de pagamentos”.

Para robustecer ainda mais os argumentos, o pedido da Polícia Federal cita uma informação da Controladoria Geral da União (CGU) de que mesmo com a “Operação Rêmora”, quarta fase da “Operação Sermão aos Peixes”, os repasses para empresas ligadas aos investigados continuam.

Depois que houve o rompimento de contrato da Secretaria de Estado da Saúde (SES) com o Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC), outra empresa recebeu recursos públicos na ordem de R$ 1 milhão, entre agosto e setembro de 2017. O Instituto de Serviço Médicos Ltda., que pertence a Ideide Lopes de Azevedo Silva, presa provisória e sogra de Mariano de Castro Silva.

A PF diz que Mariano é “servidor da Secretaria de Estado da Saúde, o qual é apontado como principal responsável pelos crimes, em tese, cometidos a partir da utilização de empresas de fachada. Noutras palavras, Mariano de Castro Silva, que é a pessoa apontada por Aragão como sendo o centro da Secretaria de Estado da Saúde, continuou a se beneficiar do esquema ilícito, empregando inclusive uma empresa em nome de sua sogra, mesmo após rescisão com o IDAC”.

Segundo à Polícia Federal, outro investigado, Antônio José Matos Nogueira, dono da Quality Serviços Médicos Ltda., disse que a empresa foi aberta a pedido de uma pessoa identificada como Thiago, cunhado de Mariano Castro Silva. A empresa recebia dinheiro do IDAC, empresa investigada durante a “Operação Rêmora”.

Dos 16 presos na operação, a juíza federal Paula Souza Moraes da 1ª Vara da Justiça Federal do Maranhão decidiu prorrogar as prisões de Antônio Augusto Silva Aragão, Ideide Lopes de Azevedo Silva, Luiz Marques Barbosa Junior, Mariano de Castro Silva e Rosângela Aparecida Barros Curado (foto), que foi subsecretária de Saúde e é suplente de deputada federal. Um preso já havia sido liberado por questões de saúde, Benedito Silva Carvalho. Outros dois conseguiram Habeas Corpus e tiveram suas prisões revogadas pelo desembargador federal Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Marcus Eduardo Alves Batista (ICN) e Péricles Silva Filho (médico) estão em liberdade. A prisão temporária dos outros oito termina nesta terça-feira (21).

Nessa segunda-feira (20), a Justiça Federal determinou o bloqueio e o sequestro dos bens dos investigados para que o dinheiro possa ser recuperado. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a medida é uma forma de tentar reaver o dinheiro desviado nas fraudes em contratos e pagamentos firmados pelo Governo do Estado do Maranhão na área da saúde.

G1 solicitou nota pedindo esclarecimentos ao Governo do Estado sobre os assuntos tratados na reportagem, mas a resposta não abrodou os assuntos em questão.

Veja a nota na íntegra:

“A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que, desde o início, se coloca à disposição da Polícia Federal para quaisquer esclarecimentos, e aguarda a lista de quem seriam os funcionários envolvidos. Rosângela Curado atuava como prestadora de serviços no Centro de Medicina Especializada (Cemesp), em Imperatriz, e recebia a contraprestação decorrente desta tarefa”.

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Prorrogada prisão de presos em operação da PF

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A Justiça do Maranhão decidiu prorrogar a prisão de cinco envolvidos na Operação “Pegadores” deflagrada na semana passada pela Polícia Federal que investiga um esquema de fraude que desviou R$ 18 milhões e 345 mil reais de recursos públicos federais enviados entre 2015 e 2017 ao Governo do Maranhão para cuidar da saúde da população.

Segundo as investigações da Polícia Federal, o dinheiro desviado no esquema era administrado por empresas terceirizadas e foi parar no bolso de servidores públicos e funcionários fantasmas incluídos numa folha de pagamento com custo superior a 400 mil reais por mês.

Nesta segunda-feira (20), a Justiça Federal determinou o bloqueio e o sequestro dos bens dos investigados para que o dinheiro possa ser recuperado. Segundo o Ministério Público Federal, a medida é uma forma de tentar reaver o dinheiro desviado nas fraudes em contratos e pagamentos firmados pelo Governo do Estado do Maranhão na área da saúde.

Foto: TV Mirante

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Pesquisa aponta empate em Imperatriz

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O Instituto Escutec mostra novos números da sucessão da Prefeitura de Imperatriz. Em dois cenários estimulados, os pré-candidatos Ildon Marques (PSB), Rosângela Curado (PDT) e Assis Ramos (PMDB) estão tecnicamente empatados. O socialista além de aparecer em primeiro nos levantamento estimulado, aparece liderando também na pesquisa espontânea.

O levantamento foi contratado pelo diretório estadual do PMDB está registrado no Tribunal Regional Eleitoral com o número MA – 07269/2016. A pesquisa foi feito entre os dias 8 e 10 de julho, com 607 entrevistados. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.

No cenário espontâneo, o levantamento da Escutec mostra que Ildon Marques aparece com 22,2%. Ele é seguido por Rosângela Curado que obteve 21,6% da opinião dos entrevistados. O advogado Assis Ramos foi lembrado por 16,5% dos entrevistados. Foram citados ainda Pastor Porto, o prefeito Sebastião Madeira, o deputado estadual Marco Aurélio, Ribinha Cunha e Edmilson Sanches e juntos somaram menos de 7%. Não sabem ou não responderam somaram 28,8% e em ninguém, 4,1%.

No primeiro cenário estimulado, Ildon Marques obteve 27,7%, em segundo vem Rosângela Curado com 25,4% e Assis Ramos com 22,6%. Pastor Porto aparece com 7,1% e Ribinha Cunha com 1,6%. Somaram 9,9% a opção não sabe ou não respondeu. Nenhum dos candidatos somou 5,8%.

Em um segundo cenário estimulado desta vez sem o Pastor Porto, os números da Escutec revelam que Ildon Marques aparece com 28,5%. Vem em seguida a pedetista Rosângela Curado com 26,4% e Assis Ramos, 23,6%. O pré-candidato Ribinha Cunha obteve 2,1%. Não Sabe ou não respondeu somaram 12,2% e a opção nenhum deles, 7,2%.

Pela marquem de erro da pesquisa, que é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, a disputa pela Prefeitura de Imperatriz está empatada entre os três principais candidatos. Apesar de liderar em três cenários, Ildon Marques tem vantagem muito pequena em relação aos seus dois adversários.

O Estado

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Ildon Marques lidera pesquisa em Imperatriz

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Pesquisa Escutec aponta a liderança de Ildon Marques (PSB) na sucessão para a Prefeitura de Imperatriz – o segundo maior colégio eleitoral do Maranhão. O ex-prefeito tem 18,8% das intenções de votos na pesquisa espontânea.

Em segundo aparece com 11,3% o delegado Assis Ramos; 11,2% de Rosângela Curado está em terceiro com 11,2%; o deputado estadual Marco Aurélio (PCdoB) tem 8,0%; Davizinho 3,3%; Pastor Porto 1,3% e 0,3% de Daniel Souza 0,3%. Quase metade do eleitorado 44,7% não respondeu e 1,0% afirmou que não votará em nenhum dos pré­candidatos.

Nos números da pesquisa estimulada, a vantagem de Ildo Marques é mais tranquila. No cenário com maior número de candidatos chega a 26,2% das intenções de votos, Assis Ramos 19,8%; Rosângela Curado 19,2%; Marco Aurélio 18,2%; Davizinho 6,8%; Pastor Porto 3,2%; Rosi Vicentine 0,3% de Daniel Souza 0,3%. Disseram que não votarão em nenhum dos candidatos 2,3% e não responderam 3,7%.

A Escutec entrevistou entre os dias 20 e 22 de maio 600 eleitores. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo MA-00836/2016.

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Waldir, Weverton, Curado e o gelo de Jerry

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Não é nenhuma novidade que os deputados federais Waldir Maranhão (PP) e Weverton Rocha (PDT), estão insatisfeitos com o tratamento recebido do Palácio dos Leões, principalmente em se tratando do secretário de Articulação Política, Márcio Jerry (PCdoB). Porém a situação vem chegando a um patamar insuportável.

Uma fonte próxima do Palácio dos Leões relatou que nos últimos dias, Waldir Maranhão, Weverton e Rosangela Curado (PDT), se reuniram no gabinete do vice-presidente da Câmara Federal e decidiram ligar para Márcio Jerry com intuito de agendar uma reunião para discutir as possíveis mudanças nas secretarias, especificamente da pasta Educação e alguns cargos de outras pastas.

Escalado para fazer a intermediação com o homem forte do governo, Waldir Maranhão teria ligado às 10h para Márcio Jerry, porém o secretário ao atender a ligação disse que não poderia falar naquele momento e que retornaria o contato dentro de 20 minutos. O trio esperou cerca de três horas por uma ligação do comunista e não houve nenhum retorno. Um retorno só foi ocorrer em uma sexta-feira já a noite, porém o presidente do PP teria preferido não atender as ligações como forma de demonstrar a insatisfação pelo desprezo recebido.

Acomunados, Waldir, Weverton e Rosangela decidiram então combinar que nenhum dos três atenderia mais o Márcio Jerry e aguardariam um novo momento para tratar sobre os assuntos de interesse do trio. Márcio Jerry ainda insistiu por três dias contato com o vice-presidente da Câmara Federal, mas sem sucesso.

Waldir Maranhão vem relatando a aliados com frequência que não se sente prestigiado no governo estadual e começa a perceber que o governador Flávio Dino (PCdoB) não cumprirá com os acordos feitos durante o período que antecedeu e transcorreu a campanha eleitoral de 2014.

Já Weverton e Rosangela Curado têm motivos mais graves para estarem insatisfeitos com a cúpula comunista. Exonerada do cargo de subsecretária da secretaria estadual de Saúde sob a pecha de práticas corruptas, a pré-candidata a prefeita de Imperatriz vem percebendo inúmeras tentativas de sabotagem aos seus planos políticos, que visam a eleição de 2016. Só esses movimentos já afetariam Weverton, mas o deputado federal ainda vem sofrendo outros golpes como a possibilidade de perder o controle da secretaria de Educação, a perda de quadros fortes do PDT para as fileiras do PCdoB etc. Vale lembrar que em 2014, o PDT aceitou perder a vaga de vice-governador para o PSDB e se manteve no projeto político de Flávio Dino.

Por outro lado, alguns acreditam que o “gelo” dado por Márcio Jerry é uma resposta clara as intenções de Waldir e Weverton que desejam ocupar mais espaços no governo, mas acabam ficando à margem por serem considerados pelos comunistas, a “banda podre” dos aliados governistas, inclusive seriam taxados internamente de meros oportunistas políticos.

Enquanto isso os ânimos vão se aflorando e cada vez mais vai ficando claro que muitos que acompanharam o projeto comunista em 2014, já não fazem parte dos planos para 2016, 2018, 2020, 2022…

Blog do Diego Emir

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Pesquisa em Imperatriz

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Veja os números da pesquisa Escutec sobre a eleição para prefeito de Imperatriz divulgada na edição de hoje de O Estado do Maranhão

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