Fake news e humor

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A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de declarar a inconstitucionalidade de trecho da Lei Eleitoral que proibia sátira contra políticos em época de eleição, fez os aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) tentarem uma nova estratégia de defesa no caso em que o secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Ednaldo Neves – junto com outros agentes do comunismo -, foi denunciado por espalhar fake news contra a ex-governadora Roseana Sarney.

Neves foi um dos que compartilharam montagem em que o presidente Michel Temer (MDB) foi incluído digitalmente no lugar do deputado federal Hildo Rocha (MDB), numa foto durante a participação deste em ato da pré-candidata emedebista em São Luís, em maio.

Na nova estratégia comunista, eles dizem entender que o que fez o auxiliar do governador Flávio Dino foi espalhar um meme, uma peça de humor, para fazer galhofa da emedebista. Querem, com isso, fazer parecer que agora têm amparo do STF.

Ocorre que uma nota oficial de Samuel Barroso, professor do IFMA e irmão de Márcio Jerry – ele também um dos que espalharam a falsa notícia -, joga por terra todo o discurso dos aliados governistas.

“Não percebi que era fake, dada a perfeição da montagem, e logo que alertado excluí a publicação. Isso porque sou terminantemente contra fakes, tendo, inclusive, já patrocinado campanhas contra fakes nos grupos sociais que administro e/ou participo”, disse ele a O Estado, na ocasião.

A confissão de Barroso deixa sem graça os que tentaram fazer parecer que o jogo virou, não é mesmo?

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