Honorato participa de ato contra Reforma da Previdência

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O vereador Honorato Fernandes participou na manhã desta sexta-feira (22) do ato Contra a Reforma da Previdência que reuniu políticos, sindicalistas e representantes dos mais diversos setores. A concentração do ato foi na porta do INSS, no Parque do Bom Menino, e de lá seguiu numa grande caminhada rumo a praça Deodoro.

Na sua fala o vereador destacou a importância de todos estarem juntos nesta luta e irem para as ruas defender os seus direitos.

“Não podemos admitir esta reforma da previdência que penaliza os trabalhadores e fere os seus direitos. Temos que ir para as ruas e barrar esta reforma. Este desmonte que estão fazendo em todos os setores do Brasil. Esta reforma não pode passar”, disse Honorato Fernandes.

O deputado federal Marcio Jerry, presente ao ato, falou da luta que trava na Câmara Federal no sentido de barrar a reforma. O parlamentar destacou que a união de todos em torno da defesa da Previdência é fundamental.

O senador Weverton Rocha destacou o quanto a reforma vai ferir os direitos dos trabalhadores. O senador falou que toda a atenção é necessária para que subterfúgios não sejam usados para aprovar a reforma. O senador volto a destacar que seu foco é defender o direito do trabalhador.

Ao longo de toda a caminhada os sindicatos presentes ao ato se revezaram falando sobre os pontos da reforma apresentada pelo Governo e seus desdobramentos na vida do trabalhador.

“Este é um momento de luta. É um momento decisivo. Esta reforma derruba direitos duramente conquistados pelos trabalhadores. Estamos nas ruas e na luta”, disse Raimundo Pereira, presidente do Sindsep/MA.

Foto: Divulgação

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Sintsep considera arbitrária atitude de Dino

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Governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB)

Governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB)

O Governo do Estado do Maranhão publicou na edição do Diário Oficial da última terça-feira (9), a composição do Conselho Superior do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Consup) para o biênio 2016-2018. No entanto, contrariando a Lei Complementar Nº 114/2008, que regulamenta a composição do Consup, nenhum representante dos servidores públicos estaduais foi nomeado para compor o órgão colegiado, infringindo um direito assegurado pelo Art. 4º, Inc. IX E XI da mesma legislação.

Das entidades de classe do serviço público estadual, apenas o Sintsep entregou a documentação dentro do prazo estabelecido, com indicação de conselheiro tanto da ativa, quanto inativo. Mas, para a nossa surpresa, o Governo do Estado excluiu os nossos representantes sem qualquer justificativa. A participação do servidor no Consupnão depende da vontade do governante, pois é uma exigência de lei. Ressaltamos que, para que seja retirado o nome dos representantes dos servidores, o Executivo teria que encaminhar uma Mensagem Governamental à Assembleia Legislativa modificando a Lei Complementar Nº 114.

Diante dessa postura completamente arbitrária, questionamos: será que, intencionalmente, o Governo do Estado quer substituir os representantes indicados pelo Sintsep por outros de outras entidades de classe? Ficamos sabendo que, fora do prazo de inscrição, outras entidades aliadas ao Governo Estado se inscreveram. Desconfiamos também que a exclusão dos representantes dos servidores foi proposital, haja vista que, dentro do Conselho, o representante dos servidores da ativa, dr. Idevalter Nunes, estava defendo os interesses da classe de forma que incomodou os representantes do Executivo.

Dos membros do Consup, o representante dos servidores é o único especialista em Previdência Social e é um intransigente defensor da politica de boa gestão do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Fepa) e vinha exigindo da presidente do Conselho a abertura de concurso público para preenchimento de 20 vagas para técnicos especialistas em Fundo de Previdência, cargos estes amparados pela Lei 9.644, de 12 julho de 2012.

Hoje, estes cargos são ocupados, em sua maioria, por cidadãos apadrinhados por políticos, muitos deles sem qualificação para exercerem cargos de tamanha relevância e estratégicos para o equilíbrio financeiro e atuarial do Fundo de Previdência do Estado do Maranhão, colocando em risco o pagamento das futuras aposentadorias e de todo patrimônio do Fepa.

Além disso, tomamos conhecimentos, por terceiros, que uma figura poderosa do governo forçou a aposentadoria de um coronel da Polícia Militar sem tempo de contribuição, ou seja, não estava apto para aposentadoria.

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