Câmara discute sobre transtornos mentais e suicídio

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A Câmara Municipal de São Luís realizará nesta quinta-feira (19), a partir das 10h, no plenário Simão Estácio da Silveira, audiência pública, cujo tema será Transtornos Mentais e Suicídio: Problemas de Saúde Pública”.

O evento foi proposto pela vereadora Barbara Soeiro (PSC) e tem como objetivo discutir o aumento dos casos de depressão e suicídio, em especial na capital maranhense, situação que vem chamando a atenção da sociedade e do poder público.

Participarão do debate, além de profissionais especializados no tema, representantes da Prefeitura, Governo do Estado, Ministério Público e de universidades públicas.

“Buscamos despertar, nesta Casa, uma discussão com transparência, para que deixemos de ter timidez, falta de compreensão e para termos a abertura de falar da depressão, que é doença que tem cura. A maior causa do suicídio é a depressão. E de onde vem a depressão? São problemas psíquicos, mas existem profissionais que podem combater este problema. Então, se existe remédio, existe a cura. O que nós precisamos é conversar, tirar essa timidez e esse medo de dentro de nós. Por isso, convido os colegas vereadores e à população para que venham conversar sobre o assunto, na próxima quinta-feira. Vamos contribuir para que a sociedade tenha mais qualidade de vida, respeito, onde todos precisamos estar em paz”, afirmou a vereadora, que também preside a Procuradoria da Mulher da CMSL.

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Prefeitura apoia campanha de prevenção ao suicídio

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Com serviços em áreas como assistência social, saúde, educação e paisagismo urbano, a Prefeitura de São Luís participou, nesta terça-feira (10) – Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio – do lançamento da Campanha “Rede do Bem: estamos aqui para ajudar”. A campanha, lançada da Praça Nauro Machado, é uma iniciativa do Ministério Público do Maranhão, através do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos (CAOP/DH), em parceria com o Fórum Estadual de Prevenção da Automutilação e do Suicídio e reúne diversas instituições que oferecem serviços que contribuem com o objetivo da campanha, que é de prevenir casos de automutilação e suicídio. Ao longo do dia, as instituições desenvolveram diversas atividades na Praça Nauro Machado, na Casa de Cultura Huguenote Daniel de La Touche e no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho e no Centro Cultural e Educacional Mandingueiros do Amanhã.

A primeira-dama de São Luís, Camila Holanda, e o secretário municipal de Saúde Lula Fylho, participaram das atividades. “Esse é um tema que precisa ser debatido e dialogado com a sociedade. Essa é uma forma de vencermos a depressão e o suicídio como uma de suas consequências. A gestão do prefeito Edivaldo desenvolve vários serviços para preservar a saúde mental, e estamos aqui junto para somar com a Rede do Bem”, disse Camila Holanda.

O secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, destacou a importância do movimento. “Esse movimento é muito importante para salvar vidas, e a rede municipal de saúde entra nessa articulação com a oferta de atenção psicossocial em unidades específicas. A gestão do prefeito Edivaldo tem investido cada vez mais no fortalecimento dos serviços para garantir atendimento às pessoas, especialmente às que se encontram em situação de vulnerabilidade”, afirmou o secretário.

Entre as atividades realizadas pela Rede do Bem durante toda a terça-feira estão rodas de conversa, atividades culturais, contação de histórias com a Biblioteca Benedito Leite, doação e plantio de mudas de plantas pelo Instituto Municipal da Paisagem Urbana (Impur), entre outras. Também estiveram disponíveis ao longo do dia, serviços nas áreas de saúde com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPSi e CAPS II), o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPS-AD), o Instituto Ruy Palhano e o Serviço Social do Comércio (Sesc).

Foto: A. Baeta / Agência São Luís

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Respeito à dor de uma família…

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A divulgação nas redes sociais, blogs e em grupos de whatsapp das fotos da jovem que cometeu o suicídio hoje em São Luís provocou uma grande discussão.

Não é a primeira vez e nem será a última que isto acontece, mas definitivamente não podemos mais aceitar que na tentativa de “informar” primeiro, muitos não respeitam a dor do próximo.

Antes de informar sobre casos de suicídio todos nós deveríamos perguntar: e se fosse com alguém da minha família?

A exposição da jovem que recorreu ao suicídio só vai aumentar a dor de uma família, seja ela qual for e que foi arrasada com a trágica notícia.

Na minha opinião não existe nenhum princípio jornalístico que justifique esse tipo de exposição. E assim como muita gente nas redes sociais, também peço que as pessoas não publiquem e nem divulgem as fotos.

Não estou condenando ninguém que possa ter publicado as imagens, mas apenas reforçando a corrente daqueles que defendem o respeito à dor do próximo.

Que a família da jovem encontre em Deus, força para enfrentar este momento tão difícil.

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