Veja a lista dos suplentes de deputados

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O blog do Jorge Aragão disponibilizou a relação dos principais suplentes de coligações e/ou partidos que elegeram os deputados estaduais e federais no Maranhão nas eleições deste ano.

Deputados estaduais – Na coligação “Todos pelo Maranhão” (Chapão do Governo) acabou elegendo 26 parlamentares e os primeiros suplentes são: Edivaldo Holanda (PTC), Ariston (Avante) Zito Rolim e Valéria Macedo (ambos do PDT).

Já na coligação “Maranhão quer Mais” (Chapão da Oposição) elegeu cinco e os principais suplentes são: Socorro Waquim (MDB), Léo Cunha (PSC) e Andrea Murad (PRP). Na coligação “Todos pelo Maranhão” que elegeu três deputados, os suplentes são: Fábio Braga (SD), Toca Serra e Jota Pinto (ambos Patriotas).

A coligação “Todos pelo Maranhão 4” elegeu dois e os primeiros suplentes são: Marcos Caldas e Dra. Sônia (ambos do PTB). Já a coligação “Juntos pelo Maranhão” elegeu um deputado e o suplente é Pastor Ribinha (PMN).

O PRTB elegeu dois e os suplentes são Betel Gomes e Marcial Lima. O PSDB, o PT e o PSL, saíram sozinhos e cada um só fez um deputado, os suplentes são Guilherme Paz, Luiz Henrique Lula da Silva e Fábio Câmara, respectivamente.

Deputados federais – Na coligação “Todos pelo Maranhão” (Chapão do Governo) elegeu seis deputados e possuem como primeiros suplentes: Simplício Araújo (SD), Gastão Vieira (PROS) e Elizabeth Gonçalo (Avante).

Já a coligação “Todos pelo Maranhão 2” elegeu cinco deputados e os suplentes são: Paulo Marinho Júnior (PP), Deoclides Macedo (PDT) e Ildon Marques (PP). A coligação “Maranhão quer Mais” (Chapão da Oposição) conseguiu eleger apenas três deputados e os principais suplentes são: Wolmer Araújo (PV) e Victor Mendes (MDB).

A coligação “Juntos pelo Maranhão” elegeu dois parlamentares e tem como suplentes: Josivaldo JP e Sá Marques (ambos do PHS). A coligação “Coragem e União” elegeu um deputado e tem como primeiro suplente o ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB). O PT saiu sozinho e fez apenas um deputado, tendo como suplente Zé Francisco.

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Senado muda decisão

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O Plenário aprovou a proposta de emenda à Constituição que reduz de dois para um o número de suplentes de senador e que proíbe a eleição para o cargo de cônjuge ou parente consanguíneo, até segundo grau ou por adoção, do titular do mandato.

Foram realizados dois turnos de votação. No primeiro, foram 64 votos a favor, uma abstenção e um contrário. No segundo turno, o placar foi de 60 votos favoráveis e mais uma vez, uma abstenção e um contrário. Eram necessários 49 votos em cada turno.

A Proposta de Emenda à Constituição 37/2011, de autoria do senador José Sarney (PMDB-AP) foi rejeitada na sessão de ontem à noite. A matéria segue agora para a Câmara dos Deputados.

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Senado mantém suplentes

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josesarney

Ao defender em Plenário a Proposta de Emenda à Constituição 37/2011, de sua autoria, o senador José Sarney (PMDB-AL) disse que não há justificativa para a existência de dois suplentes para cada senador no país. Segundo ele, é uma situação que só ocorre no Brasil e acaba servindo para “composições políticas espúrias e não para o benefício das instituições”.

A PEC acabou rejeitada por não alcançar o número mínimo de votos para aprovação (49). Foram 46 votos a favor, 17 contra e 1 abstenção.

A PEC 37/2011 previa a redução do número de suplentes de senador, de dois para um, e proibia a eleição para o cargo de cônjuge ou parente consanguíneo ou afim do titular do mandato, até o segundo grau.

José Sarney recorreu à história para explicar a importância do parlamento bicameral e lembrou que o Senado existe para garantir o equilíbrio da Federação. No Senado, cada estado conta com três representantes, daí a necessidade de um substituto.

– Por que existe o suplente? É a pergunta que se faz. Aqui no Senado todos os estados são iguais. E, se a Câmara decide algo contrário a alguma unidade federada, existe o Senado para equilibrar. Dentro dessa concepção, se um senador desaparece, a instituição fica capenga, porque um estado passa a ter um representante a menos – enfatizou.

Em relação à vedação de parentes, Sarney destacou que a proposta adota o que já está previsto na Constituição para presidente e governadores.

– Não estamos fazendo nenhuma novidade. É uma questão de melhorar nossa estrutura política – disse.

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

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