Feirinha destaca ações de sustentabilidade

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Sustentabilidade, reciclagem e consumo consciente foram alguns dos temas debatidos na edição da Feirinha São Luís deste domingo (26). No Espaço Mais Limpeza Mais Saúde, do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, o público pôde aprender mais sobre estes temas e como fazer o descarte adequado dos resíduos sólidos domiciliares. A Feirinha é uma ação da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) e acontece todos os domingos das 7h às 15h na Praça Benedito Leite.

Segundo a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela, o principal objetivo da ação foi mostrar à população que limpeza urbana é um trabalho muito mais amplo que apenas a coleta domiciliar. “A limpeza urbana perpassa por diversos setores. Gerida de forma profissional nós conseguimos fazer bem para o meio ambiente, saúde pública, paisagem urbana e tantas outras áreas. Por isso, além de todo o trabalho operacional, nós fazemos diversas ações de educação ambiental seguindo determinação do prefeito Edivaldo”, afirma.

O titular da Semapa, Ivaldo Rodrigues, explicou que a Feirinha, além de expor a diversidade cultural da cidade, fomentar a agricultura familiar e a economia; trata de assuntos importantes como a sustentabilidade. “A Feirinha São Luís se renova a cada domingo. Tudo que puder agregar para o público é bem-vindo e continuaremos trabalhando, por orientação do prefeito Edivaldo, para que a Feirinha esteja sempre interessante, mantendo a qualidade tanto para a nossa população, quanto para os turistas”, destacou. Ivaldo acrescentou ainda que o tema sustentabilidade além de ser atual, e atemporal, cria a conscientização na população sobre cuidados com o meio ambiente.

No Espaço Mais Limpeza Mais saúde, foi montada uma exposição de produtos feitos a partir de material reciclável. A Associação de Catadores de Material Reciclável (Ascamar), colocou à mostra sabonete, detergente, sabão em barra e líquido feito a partir do processamento de óleo de cozinha usado que é descartado pela população nos sete Ecopontos em funcionamento em São Luís.

Além da exposição foi realizado também o “Ecoteste”, jogo de perguntas e respostas interativas com o público, sobre os temas pertinentes ao gerenciamento de resíduos sólidos como sustentabilidade e coleta seletiva. Cada resposta correta garantiu um brinde ao participante. O kit entregue tinha ecobag, squeeze, lixocar e caneca. Também foi feita panfletagem sobre os Ecopontos e uma dupla de palhaços interagindo com o público, falando de forma descontraída sobre limpeza urbana.

Foto: Honório Moreira

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Feirinha promove ações de sustentabilidade

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Neste domingo (26), a Feirinha São Luís, realizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), terá ações promovendo a sustentabilidade, consumo racional, coleta seletiva e limpeza urbana. Esta edição será em parceria com o Comitê Gestor de Limpeza Urbana com o objetivo de conscientizar a população sobre a responsabilidade de cada morador com a gestão dos resíduos domésticos.

No Espaço Mais Limpeza Mais Saúde – nome do programa que é desenvolvido pelo Comitê Gestor de Limpeza Urbana – haverá a realização do “Ecoteste”, jogo de perguntas e respostas interativas com o público, sobre os temas pertinentes ao gerenciamento de resíduos sólidos como sustentabilidade e coleta seletiva.

Cada resposta correta garante um brinde ao participante. O kit tem ecobag, squeeze, lixocar e caneca. Também será feita panfletagem sobre os Ecopontos. Haverá ainda a participação de equipe teatral interagindo com o público e exposição de cooperativas que trabalham com material reciclável para que a população veja como os resíduos sólidos podem ser reaproveitados.

A Associação de Catadores de Material Reciclável (Ascamar), uma das cooperativas que recebe o material reciclável entregue nos Ecopontos vai expor e vender os produtos de limpeza feitos com o óleo de cozinha usado, que é reciclado para a produção de sabão e detergente. Haverá ainda a exposição de móveis feitos com pneus reciclados.

O projeto Feirinha São Luís, que acontece todos os domingos das 7h30 às 15h na Praça Benedito Leite, traz ainda em sua programação cultural nessa 25ª edição, as apresentações da Banda da Feirinha, Wellington Santos, Elisa e Banda, Fábio Banda e Bloco Afros. Ponto alto da gastronomia no evento, a Barraca do Chef recebe neste domingo o cozinheiro Anastácio Washington. A iniciativa gera a reocupação do Centro Histórico, a valorização da cultura, do turismo e da produção agrícola familiar.

Foto: Divulgação

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Diálogo pela sustentabilidade

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embaixador

Diálogos Pela Sustentabilidade: Os jovens como protagonistas da mudança no contexto dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Este foi o tema da palestra realizada na quarta-feira(17) com a presença do embaixador da ONU no Brasil, Jorge Chediek e o secretário Nacional de Relações Político Sociais da Secretaria Geral da Presidência da República, Wagner Caetano. Também participaram do evento o vereador Honorato Fernandes; a secretária de Estado da Juventude, Tatiana Pereira e a secretária municipal de Segurança Alimentar, Fátima Ribeiro.

“Os jovens tem papel fundamental na transformação do mundo. Tem que buscar ativamente transformar a realidade em se encontra. Essa motivação tem que ser utilizada na luta e conquista de melhorias na qualidade de vida. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) estabelece metas que se colocadas em prática vão transformar o mundo. E nisso que nossos jovens devem focar. Na transformação do mundo”, destacou o vereador Honorato Fernandes.

“O governo tem trabalhado em diversas frentes para cumprir os Objetivos do Milênio. Trabalhamos com os olhos voltados para a melhoria na condição de vida da nossa populução e a força da juventude é vital nesta transformação”, disse a secretária Tatiana Pereira.

A secretária Fátima Ribeiro falou que os jovens devem ser preparados para atuar nas comunidades estimulando o desenvolvimentos pessoal e social.

Na sua fala o embaixador Jorge Chediek enfatizou a necessidade de ampliar o comprometimento da juventude e da sociedade civil com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“A transformação da realidade que vivemos só acontece com o comprometimento de todos os setores. O trabalho conjunto será o agente desta mudança”, ressaltou Jorge Chediek.

O secretário Nacional de Relações Político Sociais da Secretaria Geral da Presidência da República, Wagner Caetano explicou detalhadamente cada um dos oito objetivos do milênio e como o trabalho do cumprimento destas metas está acontecendo.

“Estamos trabalhando no cumprimento destas metas em várias frentes. É preciso que cada um faça a sua parte pois as mudanças não aocntecem de forma isolada”, frisou Wagner Caetano.

Os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio são: Acabar com a Fome e a Miséria; Educação Básica de Qualidade para Todos; Igualdadeentre Sexos e Valorização da Mulher; Reduzir a Mortalidade Infantil; Melhorar a Saúde das Gestantes; Combater a AIDS. A Malária e Outras Doenças; Qualidade de Vida e Respeito ao Meio Ambiente e Todo Mundo Trabalhando Pelo Desenvolvimento.

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Desenvolvimento e sustentabilidade

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adrianosarneyNesta quinta-feira, 5 de junho, comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) para trazer ao centro das discussões temas ligados à preservação ambiental, sustentabilidade e responsabilidade socioambiental.

Para colocar o tema em debate, o Blog do Zeca Soares convidou o coordenador estadual do Partido Verde, Adriano Sarney, para uma conversa sobre Meio Ambiente, Sustentabilidade e futuro.

Além de coordenador do Partido Verde no Maranhão, Adriano Sarney é economista, administrador e dono de um discurso ousado e empreendedor voltado para o desenvolvimento regional sustentável.

Semanalmente, Adriano também assina os artigos da série Desenvolvimento Regional Sustentável, publicados aos domingos nas páginas de Opinião do Jornal O Estado do Maranhão, e repercutidos em seus perfis no Facebook, Twitter e Instagram.

Veja a entrevista:

Blog – Você defende a bandeira do desenvolvimento regional sustentável, mas ele é viável de fato ou fica na utopia?


Adriano – Não é uma utopia. É um esforço de toda a comunidade, do cidadão consciente, em parceria com governos, empresas e instituições, conscientes do seu lugar no mundo.

Acontece que as pessoas estão acostumadas a esperar ações apenas da máquina pública. Qualquer mudança só será efetiva se começar dentro da nossa comunidade, com atitudes, com cobranças. Isso vale tanto para a preservação do meio ambiente como para o desenvolvimento econômico e social.

Ou seja, o desenvolvimento sustentável prescinde, sim, de uma mudança de consciência; pois só será realmente sustentável se toda a sociedade tiver a consciência do que precisa fazer para contribuir. E uma comunidade consciente de seu papel naturalmente força os governos a também atuarem de forma sustentável.

Blog – Então, o desenvolvimento regional sustentável é o caminho do futuro?

Adriano – Na verdade, se não seguirmos esse caminho hoje não temos como garantir um futuro promissor para as próximas gerações.

Muitas pessoas acham que o desenvolvimento socioeconômico e a preservação do meio ambiente se confrontam, que os ambientalistas são contra a agricultura, as indústrias. Pelo contrario! Eu, principalmente, como economista, e o Partido Verde do Maranhão, somos a favor do desenvolvimento do nosso estado.

É possível, sim, produzir, através da agricultura, pecuária, indústrias, de forma sustentável, com técnicas de manejo e tecnologias que garantam que os recursos naturais se renovem.

Não se preocupar com a renovação dos recursos foi o grande erro da União Soviética comunista, por exemplo, que faliu porque não respeitou a necessidade de preservar e renovar seus recursos. Investiu apenas na produção indiscriminada, mas, depois, as reservas se esgotaram. É por isso que o Partido Verde defende que o desenvolvimento sustentável e duradouro precisa ser gerido com algumas regulações e normas que garantam a preservação e renovação dos recursos naturais e o investimento nos recursos humanos.

Blog – Ser ambientalmente responsável ou colaborar para a sustentabilidade custa caro no Brasil?


Adriano – Não acredito que ser sustentável custa caro. Só precisamos de cidadãos conscientes, como disse anteriormente, que entendam que o governo é apenas um agente nesse processo.

 Se o cidadão, empresários, instituições, mídia, formadores de opinião, professores, todos os atores sociais, tomarem a consciência de que o correto, por exemplo, é não jogar lixo no chão, separarem o lixo na sua casa – o que é plástico, papel e etc. -, diminuírem o uso de carros e motos e investir mais em veículos não motorizados e em transporte público e compartilhado, acabarão contribuindo com o meio ambiente de forma barata, e como benefício direto terão uma vida mais frugal, mais sadia, mais tranquila e feliz.

Aliás, até a postura consumista está mudando. A ostentação que era muito valorizada no passado, hoje é até cafona. Nos Estados Unidos, que são o símbolo do capitalismo no mundo, tem se valorizado uma vida mais simples, mais sustentável. O legal hoje é ser saudável, verde e de bem com você mesmo e com os outros.

Blog – Como coordenador do Partido Verde, como você vê as políticas públicas voltadas para a promoção do desenvolvimento sustentável no estado e nos municípios, especialmente na Ilha de São Luís?

Adriano – Infelizmente, não vejo grandes esforços nesse sentido. Mas, os que existem devem ser exaltados.

Não temos muitas áreas verdes públicas em nossas cidades, por exemplo. Por isso, fiquei feliz em saber que ainda esse mês a governadora vai dar inicio às obras da nova sede da SEMA [Secretaria de Estado do Meio Ambiente] e a revitalização do Parque do Itapiracó, uma conquista também do ex-Secretário, o deputado Victor Mendes (PV). É importante levar a comunidade para dentro do parque, para que perceba a importância dos espaços verdes, sadios e gratuitos. Como aconteceu com a Lagoa da Jansen, viabilizada com recursos do Ministério do Meio Ambiente quando o deputado Sarney Filho (PV) era ministro. A governadora executou essa obra maravilhosa para a cidade e agora vai iniciar um processo de despoluição da Lagoa, com o apoio da atual secretária Genilde Campagnaro. Serão ainda inaugurados um batalhão do Corpo de Bombeiros e outro da Polícia Militar.

O Centro Histórico é outra área que precisa urgentemente de intervenção. Passou por um grande processo de revitalização, com o Projeto Reviver, mas hoje perdeu o brilho.

Sei que o governo investirá R$ 100 milhões em novo projeto de revitalização, mas isso só funcionará de fato se tornarmos essa área sustentável, habitável e comercialmente viável. Senão, daqui a 10 anos, será necessário investir novamente altos recursos financeiros como agora.

Por que não investir em parcerias público-privadas, estimulando a instalação de empresas, universidades e escolas, no estímulo à reestruturação da rede hoteleira da área, abrigando artistas locais em condomínios como aconteceu nas antigas fábricas do porto do Rio de Janeiro? Deve-se revitalizar o Centro Histórico não apenas investindo dinheiro público, mas estimulando que o local seja habitado, frequentado e estimulado economicamente. Só assim para termos uma área sustentável, livre da violência e do crack.

Em resumo, se quisermos um estado viável temos que investir na cooperação entre todos os agentes da sociedade: os governos, os empresários, a mídia, as instituições, a comunidade, para que juntos possamos dar condições a um verdadeiro desenvolvimento sustentável. Mas, tudo isso só será possível se nós, cidadãos, e maiores interessados no nosso bem-estar nos tornarmos conscientes da nossa importância e do nosso papel.

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Aula de sustentabilidade

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Quase cinco toneladas de lixo foram recolhidas das praias de São Luís neste sábado, 21, na campanha mundialmente conhecida chamada Clean Up the World – o Dia Mundial de Limpeza das Praias, Rios e Lagoas.

Foram recolhidos 1,27 toneladas de resíduos recicláveis e 3,5 ton de material não reciclável. Os resíduos não recicláveis, recolhidos pela empresa de limpeza urbana da capital, deverão ser encaminhados ao Aterro da Ribeira. Já os recicláveis, após selecionados, serão encaminhados aos pontos de coleta do projeto EcoCemar, uma iniciativa empreendida pela Cemar. Todo o volume de recicláveis recolhido será revertido em bonificação na conta de energia da Associação Comunitária do Itaqui-Bacanga (Acib), que realiza ações de preservação ambiental naquela área.

“Trata-se de campanha da qual o Governo do Maranhão participa com entusiasmo. Com essa iniciativa, que já é parte do programa de Educação Ambiental da Sema, desejamos estimular atitudes sustentáveis de respeito à natureza, chamando a atenção de todos para a responsabilidade na geração e destinação dos resíduos depositados na orla marítima e para as particularidades do ecossistema ali abrigado”, destaca o secretário de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Victor Mendes.

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Mobilização ampla – Idealizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o Clean Up foi organizado em São Luís pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais – SEMA. A ação integra o programa de educação ambiental do órgão, tendo o objetivo de conscientização da sociedade para a importância de redução do volume de lixo hoje depositado na orla da capital.

Cerca de cinco mil pessoas participaram das atividades somente em São Luís, superando a mobilização de 2012, que reuniu cerca de 2,5 mil pessoas. Outra novidade deste ano foi a realização de atividades em quatro pontos da cidade: nas APA’s [Área de Proteção Ambiental] do Itapiracó e da Lagoa da Jansen, Praia da Guia e na Avenida Litorânea.

Neste ano, as ações do Clean Up alcançaram outros municípios: Barreirinhas (Povoado Canto dos Lençóis), Icatu, Colinas e Paço do Lumiar, onde foi organizado por instituições locais, voltando-se também à limpeza de margens e nascentes de rios nessas localidades.

“O Clean Up este ano ganhou uma nova dimensão, mobilizando um número maior de voluntários e novos municípios. Sem dúvida, esse crescimento reforça o viés educativo da ação, chamando atenção da sociedade para a necessidade de cuidarmos melhor das nossas praias e rios”, frisa Victor Mendes.

Em São Luís, o Clean Up contou com o apoio do Instituto Ecológico Aqualung; das empresas Logos, Vale, São Luís Engenharia Ambiental, Coca-Cola, Cemar, Alumar, DM Aquatic Center, SoftTacos e Sistema Mirante.

Também participaram como parceiros, o Centro Unificado de Educação do Maranhão (Uniceuma), da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), do Instituto Federal de Educação Tecnológica do Maranhão (IFMA), além de  estudantes e representantes da sociedade civil organizada, escoteiros do Grupo 18 Tão, bombeiros mirins, adolescentes da Brigada Voluntária Ambiental do Batalhão de Polícia Ambiental e alunos da UEMA, Uniceuma, Pitágoras, Ifma e de escolas públicas e privadas, como Santa Tereza, Colégio Primavera e Professora Maria Pinho.

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