Joaquim diz que Dino ‘evaporou diante das câmeras’

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O ex-deputado Joaquim Haickel comentou, nas redes sociais, o desempenho dos candidatos no debate realizado pela TV Mirante.

Para Joaquim Haickel se o debate decidisse a eleição, o governador seria Roberto Rocha.

Ele acrescentou que nunca imaginou que Flávio Dino pudesse se sair tão mal em um debate e acrescentou: “As mentiras ditas por Flávio Dino no debate de ontem foram gritantes que todos puderam ver sua máscara cair e ele evaporar em frente as câmeras”, analisou.

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Roseana desmascara Flávio Dino em debate

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A candidata ao governo do Maranhão, Roseana Sarney, desmascarou na noite de terça-feira (02), durante debate na TV Mirante, o candidato Flávio Dino, ao afirmar que todas as obras citadas pelo governador Flávio Dino nas áreas de saúde, educação e infraestrutura foram planejadas e iniciadas na administração dela. “Mentiroso”, “Pinóquio”, “salto alto”, “irônico”, “debochado” foram alguns dos adjetivos atribuídos ao governador no decorrer do programa pelos demais participantes, que foram unânimes em relatar a falta de planejamento e de obras por parte do comunista em todas as áreas.

“Deixei dinheiro em caixa no BNDES para concluir escolas, estradas e hospitais, e muitas dessas obras estão até paradas”, retrucou Roseana. Nas réplicas e nas tréplicas, Dino culpou o Governo Temer e a crise mundial quando questionado sobre a falta de solução para inúmeros problemas, mas não citava concretamente as ações concluídas na administração comunista. “Na minha gestão, construímos 55 hospitais de 20 leitos, 10 de 50 leitos e cinco de 100 leitos, e 11 UPAS. Realizamos o maior programa de infraestrutura da história. Hoje o que acontece é que a saúde está na UTI”, completou a candidata da coligação “Maranhão quer mais”.

Em repostas aos candidatos, Roseana disse que retirou da linha de pobreza mais de 500 mil pessoas e que no atual governo retornaram 300 mil pessoas, segundo dados do IBGE. “Esse é o Maranhão que ele diz que está ótimo, mas só na propaganda”, enfatizou. Ela também falou das propostas de retomar os projetos sociais e investir na geração de emprego e renda. “É preciso dar oportunidade aos jovens e combater o desemprego. O Maranhão tem hoje a maior taxa de desempregos já vista na história, com mais de 400 mil pessoas desempregadas “, afirmou ela.

O debate da TV Mirante teve a duração de 01h55 e foi mediado pelo jornalista Fábio Willian. O programa foi dividido em cinco blocos com temas indefinidos e sorteados, nos quais os cinco candidatos fizeram e responderem perguntas. No último bloco foi dado tempo para as considerações finais dos participantes.

Roseana concluiu que quer voltar ao governo para retornar com os programas sociais, Viva Luz, Viva Água, Primeiro Emprego, Viva Comunidade. “Quero voltar para que os investimentos retornem. As pessoas acreditam em mim, porque sabem que sou uma pessoa séria, sempre governei com responsabilidade e sabem que sei governar. Sei fazer com que os programas cheguem até elas, para que o Maranhão tenha mais escolas, mais estradas, mais hospitais. Agradeço a todos e confio na vitória”, finalizou.

Foto: Divulgação

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Roberto Rocha ganha, Flávio Dino perde debate

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A TV Mirante realizou nesta terça-feira (2), o debate com cinco candidatos ao governo do Maranhão. Participaram do debate que teve como mediador o jornalista Fábio William, os candidatos de partidos com representação política no Congresso Nacional: Flávio Dino (PCdoB), Maura Jorge (PSL), Odívio Neto (Psol), Roberto Rocha (PSDB) e Roseana Sarney (MDB).

O candidato Roberto Rocha teve o melhor desempenho no debate. Firme e incisivo em vários momento deixou Flávio Dino sem resposta e mostrou ser conhecedor profundo os temas debatidos apresentando propostas e soluções aos temas abordados.

O governador Flávio Dino foi o grande derrotado no debate.  Exagerou no jogo dos números e quando acuado partiu para o deboche o que não é bom para nenhum candidato.  Bombardeado por Roberto Rocha procurou fugir do embate com o ex-aliado. Dino mostrou desconforto ao reclamar que o debate teve três candidatos contra ele.

A candidata Roseana Sarney logo de saída buscou o embate com o governador Flávio Dino e focou em comparar as duas gestões. Não se intimidou com o tom de deboche e respondeu à altura às tentativas de provocações de Flávio Dino.

A candidata Maura Jorge alternou bons e maus momentos. Perdeu-se um pouco nas regras do debate. Foi prá cima do governador Flávio Dino desde início e procurou aproveitar muito o debate para divulgar a candidatura de Jair Bolsonaro.

O candidato Odívio Neto mostrou que não estava no debate para ser apenas mais um. Soube com inteligência criticar o governo atual e as outras candidaturas. Aproveitou o debate para defender a classe trabalhadora e mostrou-se um bom técnico.

Blocos

No primeiro bloco, os candidatos responderam perguntas de temas livres. Maura Jorge lembrou de um episódio envolvendo o governador em um comício em Lago da Pedra no qual teve que descer do palanque do governo. A candidata Roseana Sarney perguntou para Flávio Dino sobre obras feitas no seu governo. Roberto Rocha destacou que o modelo do governo atual é igual aos que já passaram no Maranhão. Roseana disse que a saúde no Maranhão piorou e está na UTI e Odívio Neto criticou a falta de concurso público no governo. Dino respondeu e disse que realizou concurso público na saúde.

No segundo bloco, o mediador sorteou o tema meio-ambiente e Roberto Rocha fez a pergunta para Flávio Dino. O segundo tema sorteado foi transparência e o candidato Odívio Neto perguntou para o senador Roberto Rocha. No tema gestão, Roseana Sarney debateu com Maura Jorge. O Candidato Flávio Dino Perguntou para Roseana Sarney sobre infraestrutura. No último tema sorteado no bloco, Maura Jorge debateu com Odívio Neto sobre educação.

No terceiro bloco, os candidatos voltaram a debater sobre temas livres. Flávio Dino perguntou para Roseana Sarney sobre saúde e destacou o programa que vem desenvolvendo. O candidato Odívio Neto perguntou para Flávio Dino sobre a falta de reajuste de salários para os servidores públicos. Roberto Rocha perguntou para Flávio Dino sobre os dados que apontam a queda do Maranhão no ranking de competitividade. A candidata Maura Jorge criticou a situação econômica do Maranhão e debateu sobre o tema com Roberto Rocha. A candidata Roseana Sarney perguntou para Odívio Neto sobre programas sociais.

No quarto bloco, o mediador sorteou o tema funcionário público para o candidato Maura Jorge perguntar para Odívio Neto. O segundo tema sorteado foi agricultura. O candidato Odívio Neto perguntou para o candidato Roberto Rocha. Em seguida, Roberto Rocha debateu com Roseana Sarney sobre ciência e tecnologia. O quarto tema sorteado pelo mediador foi desenvolvimento e o candidato Flávio Dino perguntou para Odívio Neto. Encerrando o bloco, Roseana Sarney perguntou para Maura Jorge sobre saúde.

No último bloco, cada candidato teve 2 minutos para as considerações finais. Pelo sorteio, a ordem foi a seguinte: Odívio Neto (Psol), Flávio Dino (PCdoB), Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha (PSDB) e Maura Jorge (PSL).

Foto: Zeca Soares

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Candidatos ao governo debatem na TV Mirante

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A TV Mirante realiza, nesta terça-feira (2), a partir das 22h5min, logo após a novela Segundo Sol, o debate eleitoral com os candidatos ao governo do Maranhão.

O programa reunirá os candidatos de partidos com representação política no Congresso Nacional. São eles: Flávio Dino (PCdoB), Maura Jorge (PSL), Odívio Neto (Psol), Roberto Rocha (PSDB) e Roseana Sarney (MDB).

O debate será mediado pelo jornalista Fábio willian e terá cinco blocos. Durante os quatro primeiros, os candidatos farão perguntas entre si. Já o último bloco será reservado às considerações finais de cada candidato.

O debate será dividido em quatro blocos, sendo dois com temas livres (1º e 3º blocos) e dois com temas determinados (2º e 4º bloco), sendo que as considerações finais dos candidatos serão feitas no 5º e último bloco.

Em cada bloco, os candidatos terão 30 segundos para pergunta. O candidato escolhido para responder terá 1min30seg para a resposta. O tempo da réplica será de 1 minuto e a tréplica de 1min15seg.

Se algum candidato não comparecer ao debate, o lugar que deverá ser ocupado por ele permanecerá vazio com a placa indicativa do seu nome que será mostrado ao telespectador durante todo o primeiro bloco.

Foram definidos quinze temas que serão sorteados pelo mediador para os blocos com temas determinados. Os temas definidos foram: saúde, educação, segurança, gestão, emprego e renda, desenvolvimento, transparência, turismo e turismo, municipalização, juventude, ciência e tecnologia, agricultura, infraestrutura, meio ambiente e funcionalismo público.

Foto: Zeca Soares

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TV Mirante define debate com candidatos ao governo

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A TV Mirante discutiu nesta segunda-feira (24), com representantes de coligações e partidos políticos as regras do debate ao vivo que será transmitido no dia 2 de outrubro, às 22h5min logo após a novela Segundo Sol, no estúdio da emissora. O mediador do debate será o apresentador Fábio Willian, da TV Globo.

De acordo com as regras da Rede Globo vão participar do debate, os cinco candidatos de partidos com representação no Congresso Nacional: Flávio Dino (PCdoB), Maura Jorge (PSL), Odívio Neto (Psol), Roberto Rocha (PSDB) e Roseana Sarney (MDB).

Durante a reunião que foi comandada pelo diretor de jornalismo Roberto Prado, os representantes dos candidatos levantaram alguns pontos que foram colocados em votação, prevalecendo em todos o voto da maioria dos participantes.

O debate será dividido em quatro blocos, sendo dois com temas livres (1º e 3º blocos) e dois com temas determinados (2º e 4º bloco), sendo que as considerações finais dos candidatos serão feitas no 4º e último bloco.

Em cada bloco, os candidatos terão 30 segundos para pergunta. O candidato escolhido para responder terá 1min30segundos para a resposta. O tempo da réplica será de 45 segundos e a tréplica de 1 minuto.

Se algum candidato não comparecer ao debate, o lugar que deverá ser ocupado por ele permanecerá vazio com a placa indicativa do seu nome que será mostrado ao telespectador durante todo o primeiro bloco.

Foram definidos quinze temas que serão sorteados pelo mediador para os blocos com temas determinados. Os temas definidos foram: saúde, educação, segurança, gestão, emprego e renda, desenvolvimento, transparência, turismo e turismo, municipalização, juventude, ciência e tecnologia, agricultura, infraestrutura, meio ambiente e funcionalismo público.

Foto: Zeca Soares

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Ibope divulga nova pesquisa esta semana

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O Ibope divulga, na próxima quarta-feira (19), a segunda pesquisa de intenções de votos nas eleições no Maranhão com novos números para o governo e Senado. O Ibope também divulgará a simulação do 2º turno.

A pesquisa foi contratada pela pela TV Mirante e será divulgada no JMTV 2ª Edição. Ao todo 1.008 eleitores vão ser entrevistados até o dia 19 de setembro.

A primeira pesquisa divulgada no dia 23 de agsto apontou os seguintes números para o governo: Flávio Dino (PCdoB): 43%, Roseana Sarney (MDB): 34%, Maura Jorge (PSL): 3%, Roberto Rocha (PSDB): 3%, Ramon Zapata (PSTU): 1%, Odívio Neto (PSOL): 0%, Brancos/nulos: 8% e Não sabe: 7%.

Os números para o Senado na primeira pesquisa Ibope foram: Edison Lobão (MDB): 27%, Sarney Filho (PV): 26%, Eliziane Gama (PPS): 17%, Zé Reinaldo (PSDB): 13%, Weverton Rocha (PDT):11%, Alexandre Almeida (PSDB): 6%, Saulo Pinto (PSOL): 3%, Preta Lú (PSTU): 3%, Samuel Campelo (PRTB): 2%, Saulo Arcangeli (PSTU): 2%, Saulo Pinto (PSOL): 2%, Iêgo Brunno (PCB): 1%, Brancos/nulos – Vaga 1 : 20%, Brancos/nulos – Vaga 2 : 31% e Não sabe: 37%.

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Ramon Zapata propõe ‘rebelião dos trabalhadores’

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O candidato ao governo do Maranhão, Ramon Zapata (PSTU), afirmou em entrevista ao JMTV 1ª edição nesta sexta-feira (14) que, se eleito, pretende retomar o crescimento da produção agrícola do estado através da reforma agrária. (Clique aqui e veja a entrevista na íntegra).

A proposta pretende fazer a desapropriação do latifúndio e do agronegócio, dando oportunidade aos trabalhadores rurais que estão desempregados e sem renda. Para o candidato, o Maranhão não é um estado altamente produtivo, mas não autossuficiente.

“Temos que fazer uma grande revolução no campo, uma reforma agrária gigantesca. Somos os maiores concentradores de terra do Brasil e os governos que nós tivemos e o atual não fizeram nada em relação a isso. Os indígenas e os quilombolas não tem suas terras demarcadas, não tem suas terras tituladas e nós precisamos fazer que isso aconteça para que a gente possa produzir alimento. Por exemplo, o Maranhão ele não é autossuficiente em produção de absolutamente nada. Ele produz, mas não tem autossuficiência. Nós temos que fazer uma reforma no campo, desapropriar o latifúndio, o agronegócio que não emprega e está matando com essa liberação dos agrotóxicos”, afirmou.

Ainda segundo Ramon Zapata, o modelo de produção que predomina atualmente não tem dado resultados positivos ao Maranhão.

“Esse modelo de desenvolvimento econômico ele não serve no Maranhão, porque os maranhenses estão passando fome, vivendo na miséria, abaixo do nível de pobreza, em torno de 3,5 milhões de pessoas”, afirmou.

Questionado sobre o modelo de atuação do PSTU dentro da política, o candidato disse que é necessária uma mobilização geral dos trabalhadores para uma rebelião contra uma ‘minoria detentora das riquezas do estado’.

“Querer ser governador do Maranhão é uma necessidade hoje. O PSTU está fazendo um chamado para que a classe trabalhadora, os negros, as mulheres negras, os homens negros, os indígenas, os quilombolas, os LGBTs se rebelem. Porque o Maranhão precisa acabar com esse massacre que tem sido feito ao longo da história do Maranhão. Ou seja, vivemos um caos e se nós vivemos no caos, nós temos que nos rebelar contra o caos. Por isso que nós estamos fazendo esse chamado a rebelião para que a gente possa promover uma revolução socialista nesse estado, nesse país e no mundo, porque é necessário. Mais de dois terços da humanidade vivem na miséria, vivem na pobreza, enquanto alguns se apropriam de toda a riqueza e vivem da produção da riqueza que a classe trabalhadora produz.

Zapata disse não acreditar que o caminho para a solução dos problemas da classe trabalhadora aconteça por meio das eleições.

“Por isso que existe uma necessidade de nos colocarmos nessa eleição para fazer esse chamado e dizer para toda classe trabalhadora que ela não pode ter nenhuma ilusão com as eleições, porque as se eleições tivessem que mudar as nossas vidas, nós já vivíamos no paraíso. Porque de dois em dois anos nós temos eleições nesse país e as condições da classe trabalhadora, as condições do menos favorecidos elas continuam cada vez piores. Por isso nós estamos aqui para colocar o nosso nome, o nome do PSTU que é um partido que está no cotidiano das lutas, pois não somos um partido das eleições e sim das lutas e onde há uma mobilização dos trabalhadores nós estamos lá, apesar de sermos poucos os militantes do PSTU, apesar de termos poucos recursos financeiros, apesar de termos pouco tempo de TV mas nós estamos na luta, pois isso é um espaço de luta”, afirmou.

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Maura Jorge promete investir na segurança pública

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A candidata ao governo do Maranhão, Maura Jorge (PSL), afirmou em entrevista ao JMTV 1ª edição nesta quarta-feira (12) que, se eleita, deve investir na segurança pública do estado, fazendo a estruturação de delegacias de polícia e valorizando policiais. (Clique aqui e confira a entrevista na íntegra).

A candidata pretende ainda realizar a unificação da Polícia Civil e Militar, que devem fazer um trabalho conjunto na segurança do estado. Para Maura, a aplicação de recursos na área é fundamental para o cidadão maranhense.

“Eu acho que primeiro segurança pública, do país e do estado, nós temos que investir. Um investimento nas pessoas que são os policiais, reestruturar, unificar as polícias no sentido da reestruturação, daquilo que nós imaginamos que seja segurança pública. Valorizar os nossos policiais, estruturar nossas delegacias, nós temos hoje um índice altíssimo nas nossas delegacias que não tem a mínima infraestrutura”, afirmou a candidata.

Maura Jorge disse também que investirá na inteligência da polícia para o combate ao tráfico de drogas.

“Como você pode falar em segurança se não tem infraestrutura? Onde os policiais não são valorizados, onde nos quartéis os policiais dormem em beliches no chão, onde na maioria dos municípios do Maranhão quem mantêm a segurança pública são os prefeitos que pagam combustível e mantém as viaturas andando. Nós temos que investir na inteligência combatendo o tráfico de drogas, que hoje está dentro das nossas escolas, temos que voltar a dar ao cidadão o direito de ir e vir. É isso que nós comungamos, pensamos e queremos para o nosso estado”, disse.

Ao ser questionada sobre o processo por improbidade administrativa movido pelo Ministério Público por ter contratado uma ex-empregada doméstica como assessora parlamentar quando era deputada estadual, a candidata disse ser ficha limpa e que não responde a nenhuma ação.

“Quando a gente está na vida pública nós somos sujeitos as justiças e injustiças. E eu tenho uma ação de improbidade administrativa porque eu tinha um ‘M’, e os que estão ai tentando chegar ao poder, sabem que a Maura Jorge é ficha limpa e não tem nenhuma ação condenatória. Eu acho que essa pergunta você deveria também fazer para quem já passou pelo poder e tem condenações ai por desvio de recursos, que não é o meu caso. Eu tenho a liberdade hoje de andar no Maranhão todinho, levar a minha mensagem e não tem ninguém que diga: a Maura Jorge foi corrupta, a Maura Jorge desviou recursos. E por isso hoje, estou incomodando aqueles que já passaram pelo governo e os que estão ai se propondo a chegar e sendo processados”, declarou.

Ao justificar o número de funcionários na ação, Maura disse que é a Assembleia que determina a quantidade por parlamentar e que cabe à justiça esclarecer o caso.

“Quem contrata não é o deputado, quem faz a contratação é a Assembleia. Eu tinha vários funcionários e cada deputado tem os seus gabinetes, quem tem que definir se existia ou não é a Justiça. O que eu digo é que no meu gabinete existiam vários funcionários, como há em todos os gabinetes e quem tem que dizer se é verdade ou não é a Justiça. Agora eu posso lhe dizer que diferentemente dos outros não tem nenhuma ação que possa me condenar por desvio de dinheiro público”

Foto: Reprodução/TV Mirante

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Tropeço e autoritarismo

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Segundo analistas, o governador Flávio Dino protagonizou mais um episódio patético em sua tentativa de amordaçar os veículos do Grupo Mirante, impedindo que se questione os malfeitos do seu governo. Desde a chegada até a saída da TV Mirante, onde foi entrevistado, ele fez questão de carregar o clima, com desrespeito a profissionais, agressões gratuitas e gestos deselegantes por onde passou.

Mas nem o autoritarismo de Flávio Dino o livrou do confronto com suas próprias promessas. A maior delas, desmascarada em questionamento do jornalista Sidney Pereira: a de que, ao fim do seu mandato, “nenhuma das cidades maranhenses” estaria “no rol das 100 piores do Brasil”. E as aspas são necessárias para restaurar discurso do próprio Dino, na sacada do Palácio dos Leões, em janeiro de 2015.

Flávio Dino concluirá o mandato em dezembro entregando ao Maranhão mais 312 mil miseráveis gerados em seu governo, segundo dados oficiais do IBGE. O comunista tentou negar que tenha feito tal promessa e ainda a classificou de “absurda”.

Um absurdo que ele mesmo criou, como foi comprovado apenas horas depois de sua entrevista, quando começou a circular o vídeo de seu discurso de posse, exatamente no trecho em que ele faz a promessa fracassada. Talvez já sabendo disso é que Dino deixou a Mirante com incontido mau humor.

Foto: Reprodução/TV Mirante

Estado Maior

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Roberto Rocha diz que Dino ‘só tem projeto de poder’

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O candidato ao governo do Maranhão, Roberto Rocha, afirmou em entrevista ao JMTV 1ª edição nesta segunda-feira (10) que, se eleito, deve criar uma zona de exportação industrial na Região Metropolitana de São Luís. (Clique aqui e veja a entrevista na íntegra).

O projeto, considerado inovador, faz parte de uma série de propostas que pretendem alavancar o crescimento econômico do estado. Para ele, o crescimento econômico deve estar associado com o aumento na produção de recursos naturais no estado.

“O projeto da zona de exportação do Maranhão é inovador, criativo. É óbvio que o nosso plano contempla fazer o Plano Diretor Portuário. São Luís tem um plano diretor que é 2006, tem uma lei de uso e ocupação do solo que é 1992, porque o Maranhão não está criando um ambiente favorável a negócios. O que acontece é que o empreendedor está correndo do Maranhão. Os distritos industriais estão fechados. É preciso retomar o desenvolvimento econômico, para o que estado possa retomar a renda por um lado, dinheiro para o governo investir e emprego para o povo”, afirmou o candidato.

O candidato do PSDB explicou também o rompimento com o grupo político do atual governador, Flávio Dino, de quem foi aliado nas eleições de 2014.

“Em primeiro lugar, na democracia é assim. Você quer, eu quero e a gente disputa. Nós fizemos uma aliança em 2011 para 2012 e 2014. Essa aliança eu escolhi o Flávio para ser aliado, só que, ao chegar ao governo, ele me escolheu para ser adversário. Porque ele não tem projeto de estado, nem mesmo de governo. Ele só tem projeto de poder. Diferente demais do que a gente pensa. A visão dele de mundo, a visão dele de Brasil e de Maranhão é muito diferente da nossa. Ele não teve o PT naquelas eleições. Então ele não tinha competitividade. Para ele competir, ele precisou do PSDB do Aécio e o PSB do Eduardo Campos, que nós levamos. É isso. Coligação é uma via de mão dupla e como um casamento. Quem achar que faz um filho sozinho não precisa casar”

Em outro momento da entrevista, Roberto Rocha afirmou, inclusive, que Flávio Dino aumentou impostos e saqueou a previdência.

“De três anos pra cá o Maranhão caiu, a renda do Maranhão caiu. Restou ao Maranhão o que? Aumentar imposto e pedir mais dinheiro emprestado. Quando isso também acabou, restou a eles só um caminho. Criar um fundo previdenciário, que é um dinheiro que não é do estado. É dos velhinhos e tá hipotecando o futuro dos velhinos. Ele saqueou o dinheiro da previdência. Ou seja, se o Maranhão não tiver capacidade de investir, investimento público e investimento privado, o Maranhão não sai desse atoleiro”.

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