Valéria Macedo aponta delicadeza de Roseana

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A deputada estadual Valéria Macedo (PDT) se manifestou, nas redes sociais, acerca da visita feita pela ex-governadora Roseana Sarney, aos seus pais, em Porto Franco, durante a passagem da Caravana de Roseana na cidade na semana passada.

A parlamentar disse que diferentemente das especulações feitas pela imprensa, a visita de Roseana foi um gesto de delicadeza humana com o seu pai está convalescendo de um problemas de saúde.

Em seu manifesto, Valéria Macedo deixa em aberto a possibilidade de mudar de partido e disse que tudo será definido até 7 de abril, período em que se encerra a janela partidária – que permite a parlamentares a troca de partidos.

Veja o esclarecimento:

“Importantes blogs do estado do Maranhão tem dado destaque a visita feita pela ex-governadora Roseana Sarney e o pelo senador Edison Lobão, ambos do MDB, aos meus pais Jano Pereira de Macedo e Maria de Jesus Santos Macedo, em nossa residência em Porto Franco.

A visita espontânea tem causado especulações as mais diversas pela imprensa, sobretudo pelas redes sociais. Para uns “a deputada estadual Valéria Macedo está insatisfeita com o governador Flávio Dino”, para outros, “a deputada estadual Valéria Macedo e o deputado federal Deoclides Macedo, ambos do PDT, mandara um recado para o governador Flávio Dino”, além de outras especulações políticas.

A visita feita pela a ex-governadora e pré-candidata Roseana Sarney e pelo senador Edison Lobão aos meus pais, no meu sentir, foi um gesto de delicadeza humana e uma expressiva forma de cativar, pois meu pai está convalescendo de problemas de saúde, de modo que não posso ter outra atitude senão agradecer a visita.

Meu pai, Jano Macedo já foi do MDB, é amigo do senador Lobão desde os “tempos das lamparinas”, já foi aliado da ex-governadora Roseana, de modo que para mim foi um gesto humano, espontâneo ou não, calculado ou não. O fato é que gesto foi significativo, tanto que a imprensa tem feito ampla cobertura. 

Como todos sabem, eu sou deputada estadual pelo PDT, principal partido da base do governo Flávio Dino, de modo que tudo o mais é conjectura de cenários políticos e de conjunturas. Agora eu acredito que isso decorra do momento político em que vivemos, pela possibilidade que a lei faculta aos deputados estaduais e federais de mudar de partido pela via da janela eleitoral aberta, com preservação do mandato, momento de fazer seus cálculos e contas. Esse é o cardápio da eleição e como tudo na vida marcado pela transitoriedade, e com data certa para terminar: 07/04/2018.
Por fim, essa será a última eleição com coligações proporcionais, de modo que para mim é natural que a imprensa promova o debate, faça suas apostas e construa seus cenários. É isso!”.

São Luís, 19 de março de 2018.

Valéria Macedo, deputada estadual

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Cabo Campos nega agressão à esposa

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O deputado estadual Cabo Campos (DEM) se manifestou pela primeira vez sobre o caso de agressão contra sua esposa, Maria José Campos, que foi registrado na Delegacia da Mulher. Ele subiu à tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (7), e negou que tenha agredido a esposa com socos e chutes. ” Se eu tivesse dado socos e chutes na minha esposa, como ela não estaria?”, disse.

O parlamentar falou ainda que por conta de uma queda que a esposa sofreu em casa e de uma hérnia de disco, ela usa, às vezes, um colar cervical. E contou como tudo começou.

“Minha filha teve a coragem de assumir a sua opção sexual… com isso começou um histórico de violência da minha esposa contra minha filha. Assim como minha filha sofreu algumas agressões, eu também comecei a sofrer. Até que chegou uma noite que eu tive que contê-la”, disse sem dar mais detalhes de como feriu a esposa.

O deputado disse que demorou a se pronunciar sobre o caso por ter tentando evitar tornar público o ambiente ruim que tinha dentro de casa, mas depois que a filha do casal se manifestou com declarações na imprensa sobre estas confusões na família, ele resolveu falar.

“Não iria falar em hipótese alguma para resguardar o mínimo de intimidade de coisas que só acontecem na família, e pela família você faz tudo e não vou negar… vou tentar reconstruir a minha família”, declarou o deputado.

Antes de se manifestar sobre a denúncia de agressão, o deputado lembrou de como conheceu sua esposa e que o casal teve os dois filhos.

“Ainda era aluno no curso de soldado quando conheci a moça mais linda que alguém poderia me apresentar… quero dizer que amo minha esposa e não vou abandoná-la em hipótese alguma. Depois que conheci minha esposa, tivemos as duas maiores benções que alguém pode ter, nossos filhos”, concluiu.

A deputada Valéria Macedo (PDT), procuradora da Mulher na Assembleia Legislativa, subiu à tribuna logo em seguida e reforçou a importância do trabalho no combate à violência contra mulher.

“Quero dizer ao deputado, meu colega de parlamento, que sempre teve um bom trato com todos nós… a sua esposa registrou uma ocorrência policial sobre uma agressão sua. Lamento profundamente essa horrível notícia contra um deputado desta Casa que tanto tem o nosso apreço. Não tenho nada pessoal contra o deputado Cabo Campos… mas como procuradora da Mulher tomei as providências e vou continuar tomando contra qualquer violência contra a mulher”, disse a deputada, que reforçou ainda que a como procuradora representou contra o deputado e pediu suspensão temporária do mandato do deputado por 60 dias.

Foto: Agência Assembleia

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Pedido afastamento de Cabo Campos da AL

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A deputada estadual Valéria Macedo (PDT) que preside a Procuradoria da Mulher na Assembleia Legislativa do Maranhão, pediu a suspensão por 60 dias das funções exercidas pelo deputado Cabo Campos (DEM), que está sendo investigado por suspeita de agredir a sua esposa. De acordo com a deputada, a medida cautelar foi pedida para que seja finalizado o inquérito que investiga o caso.

Ainda segundo a deputada, serão aguardadas as manifestações do Ministério Público do Maranhão (MPMA) e do Tribunal de Justiça sobre o caso para a abertura da Ação Penal e em seguida, será realizada uma representação na Comissão de Ética da Assembleia Legislativa, que pode cassar o mandato do deputado.

O deputado Cabo Campos não compareceu a sessão realizada nesta terça-feira (6), na Assembleia Legislativa e ainda não se manifestou sobre as denúncias realizadas contra ele.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especial da Mulher, no dia 4 de fevereiro, Maria José Campos, casada com deputado há 26 anos, ela foi atingida com golpes na cabeça e na boca, na presença de dois filhos após uma discussão. O caso foi encaminhado ao Tribunal de Justiça do Maranhão por que o político tem prerrogativa de foro.

A partir da decisão do TJ-MA assinada pelo desembargador José Luiz Almeida, Cabo Campos está proibido de entrar em casa desde o dia 9 de fevereiro. Também foram expedidas outras medidas protetivas em favor da esposa dele. O parlamentar está proibido de chegar a menos de 200 metros dela e tentar qualquer tipo de comunicação.

Nesta semana, a Procuradoria da Mulher na Assembleia Legislativa do Maranhão emitiu nota de esclarecimento e repúdio na qual afirma que, uma vez formalizada a denúncia contra o deputado no Ministério Público do Maranhão, vai pedir a abertura de processo disciplinar na comissão de ética da casa por quebra de decoro parlamentar.

Foto: Agência Assembleia

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Situação deve complicar para Cabo Campos

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A Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa que é presidida pela deputada estadual Valéria Macedo (PDT), emitiu, nesta quinta-feira (1º), nota de esclarecimento e repúdio, após a agressão cometida pelo deputado estadual Cabo Campos contra Maria José Brandão Marques Campos, esposa do parlamentar, no último dia 4 de fevereiro.

Na nota, a deputada Valéria Macedo diz que está aguardando a conclusão da investigação criminal para que a Procuradoria da Mulher encaminhe à Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Maranhão que instaure processo disciplinar contra o paramentar por quebra de decoro.

Leia a nota na íntegra:

A Procuradoria da Mulher na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, por sua Procuradora que esta subscreve, a Deputada Estadual Valéria Macedo, a respeito da ocorrência policial e representação pelos crimes de lesão corporal e injúria feita na Delegacia Especial da Mulher desta cidade de São Luís no último dia 04/02/2018 por Maria José Brandão Marques Campos em desfavor do seu esposo e deputado estadual Roberto Campos Filho – conhecido nos meios políticos como “Cabo Campos” – no estrito cumprimento do dever legal e institucional com as mulheres maranhenses e brasileiras, com a transparência política e institucional com a sociedade em geral e com os meios de comunicação de massa, vem, respeitosamente, prestar os seguintes esclarecimentos:

1 – Antes de qualquer coisa, como Procuradora da Mulher, como mulher, como esposa e mãe de família, e como defensora das mulheres na AL e no Estado do Maranhão, pela minha condição de deputada estadual eu expresso meu sentimento de repúdio e repugnância aos atos de violência doméstica denunciados pela Sra. Maria José Brandão Marques Campos e imputados por ela ao seu marido deputado Roberto Campos Filho;

2 – A Procuradoria da Mulher na AL confirma efetivamente que tem conhecimento de que houve um registro na Delegacia Especial da Mulher desta Capital São Luís contra o deputado estadual Cabo Campos, no qual sua esposa Maria José Brandão Marques Campos imputa-lhe a prática dos crimes de lesões corporais, qualificada pela violência doméstica e também pelo crime de injuria, por ter ele ferido a honra dignidade com xingamentos os mais gravosos e indignos, o que constitui grave violência psicológica e atentado a dignidade da vítima.

3 – Informo, ainda, que a sra. Maria José Brandão Marques Campos formalizou na mesma ocasião uma representação criminal contra o deputado estadual Cabo Campos, imputando-lhe a prática contra ela dos delitos de lesão corporal qualificada pela violência doméstica e do crime de injuria. Trata-se realmente de uma ocorrência criminal concreta que envolve, infelizmente, um parlamentar deste Poder Legislativo, e em matéria de violência doméstica, infelizmente muito recorrente em nosso estado e no país; e, que por isso mesmo, merece a maior atenção, apuração e combate.

4 – A Procuradoria da Mulher na AL informa, ainda, que acompanha o caso desde que dele tomou conhecimento, e que aguarda a conclusão da investigação criminal pelos órgãos competentes, que no caso são a Polícia Civil do Estado Especializada e o Tribunal de Justiça do Estado, este último em razão de ter o deputado prerrogativa de foro para ser investigado e processado.

5 – Resta-me – por fim – aguardar a conclusão da investigação criminal pelos órgãos competentes, mas acrescento que se o Ministério Público do Estado do Maranhão formalizar denúncia contra o parlamentar pelos fatos a ele imputados pela sua própria esposa, e se a denúncia for recebida pelo Tribunal de Justiça, a Procuradoria da Mulher na AL pedirá, no mesmo dia, a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Maranhão que instaure um processo disciplinar contra o deputado estadual Cabo Campos para aferir a quebra de decoro parlamentar. É que entendo, pessoalmente, que a prática de violência doméstica por um parlamentar constitui quebra do decoro parlamentar suficiente para ter o mandato cassado. A dignidade do cargo de deputado estadual e suas altas responsabilidades ficam feridos de morte pela acusação formalizada pelo Ministério Público. E que havendo uma ação penal instaurada, a meu ver, não haverá mais o que esperar para se apurar a responsabilidade disciplinar do deputado Cabo Campos.

Foto: JR Lisboa/ Agência Assembleia

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Luta dos enfermeiros

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Em encontro com deputados estaduais, nesta quarta-feira (10), enfermeiros e técnicos e auxiliares de enfermagem receberam a garantia de que os parlamentares vão trabalhar no sentido de buscar um acordo para resolver a questão do veto aplicado pelo Executivo ao projeto de lei, de autoria da deputada Valéria Macedo (PDT), que fixa a jornada de trabalho da categoria em 30 horas semanais.

O encontro foi depois que o presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB), indicou uma comissão para conversar com os manifestantes, uma vez que o projeto foi aprovado por unanimidade pela AL. O próprio presidente da Casa e os colegas Valéria Macedo, Cleide Coutinho (PSB), André Fufuca (PSD), Francisca Primo (PT), Eliziane Gama (PPS), Dr. Pádua (PSD) e Bira do Pindaré (PT) intermediaram as negociações com as categorias, numa reunião realizada após a sessão.

Ficou acertado, por exemplo, que o presidente da Assembleia, proposta feita por ele, vai buscar um canal de negociação com o governo do Estado, para ver a possibilidade de acertar a derrubada do veto, em comum acordo, ou que o próprio Executivo estadual envie projeto neste sentido, para apreciação dos deputados. O acordo foi feito após as lideranças das categorias terem se manifestado no sentido de que vão manter as manifestações e solicitaram dos deputados atuação no sentido de derrubar o veto.

No plenário, vários outros deputados já tinham manifestado também apoio ao projeto que reduz a jornada de trabalho para os enfermeiros e técnicos e auxiliares de enfermagem, por conta da importância das categorias para a área de saúde.

A deputada Valéria Macedo, autora do projeto, enfatizou a importância do comparecimento dos técnicos, enfermeiros e professores de enfermagem, defendendo que essas profissões precisam ser valorizadas. A parlamentar lembrou que o parecer do relator sobre o veto, deputado Manoel Ribeiro (PTB), é pela derrubada.

Foto: Racciele Olivas/Agência AL

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Visita ao Carlos Macieira

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Membros da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa visitaram nesta terça-feira (02) o Hospital Carlos Macieira, em São Luís. A visita começou com uma conversa entre os parlamentares e a direção técnica da unidade hospitalar. A comissão recebeu denúncias de dificuldade no atendimento, vagas para internação e também que o hospital, considerado de alta complexidade, não possui centro cirúrgico, o que foi constatado pelos deputados.

A dificuldade para internar pacientes também foi um dos questionamentos feitos pelos deputados ao longo da visita. O hospital possui 134 leitos de internação, entre enfermaria, UTIs e semi-UTIs. Mas não possui serviço de emergência. “Nós temos porta aberta para emergência. Nós recebemos pacientes do centro de regulação vindo das UPAs e de outros hospitais da rede estadual. A maior demanda, segundo a direção do hospital, é com pacientes tanto da capital quanto do interior que precisam fazer a diálise”, explicou a diretora técnica do HCM, Gisele Bauman.

Para a deputada Cleide Coutinho, a visita da Comissão de Saúde foi bastante positiva, onde a comissão pôde conhecer o que realmente foi feito nos últimos anos, desde que o hospital entrou em obras. A deputada criticou a falta de um centro cirúrgico e de um centro de hemodiálise num hospital do porte do HCM. Apesar das criticas, a parlamentar admitiu a qualidade das instalações e elogiou as alas que estão em operação.

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A expectativa é a de que, após as obras, 235 leitos funcionem na unidade hospitalar. Um centro cirúrgico e um centro de diálise estão em construção, com prazo para entrega entre agosto e setembro, com previsão de operação em outubro deste ano. O problema é que as reformas na unidade já duram mais de três anos.

A deputada Eliziane Gama, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e das Minorias, também elogiou a estrutura do HCM, mas criticou o grande atraso para entrega total do hospital, em reforma há quase quatro anos. Para ela, é inadmissível que um hospital esteja a tanto tempo em reforma quando já se gastou um enorme volume de dinheiro.

A presidente da Comissão de Saúde, deputada Valeria Macedo, disse que ficou constatado o bom funcionamento e atendimento do hospital. Assim como as demais deputadas, a pedetista lamentou a falta de um centro cirúrgico e de hemodiálise, ambos com previsão de entrar em operação em outubro.

Para o deputado Raimundo Louro, presidente da Comissão de Obras e que também participou da visita,  é preciso celeridade na conclusão das obras para que o HCM possa operar em sua totalidade. O parlamentar elogiou o Carlos Macieira, que segundo ele, tem estrutura de primeiro mundo.

Além da Comissão de Saúde, representantes das Comissões de Obras e também de Direitos Humanos da Casa participaram da visita. Após esse primeiro momento, os parlamentares conheceram as instalações do hospital.

Os esclarecimentos prestados pela direção médica aos deputados, assim como as observações feitas pelos parlamentares farão parte de um relatório que será encaminhado com urgência à secretaria de saúde e demais órgãos competentes.

Fotos: JR Lisboa

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