Segurança em obras e reformas: Equatorial orienta sobre cuidados com a rede elétrica
Por: Daniel Matos • 8 de janeiro de 2026 • 0 comentários

Planejamento e atenção à proximidade da rede elétrica são fundamentais para evitar acidentes com energia
A energia elétrica é essencial no dia a dia, mas o seu uso sem os devidos cuidados pode representar riscos, especialmente durante obras e reformas realizadas próximas à rede elétrica. A Equatorial Maranhão reforça continuamente a importância da adoção de medidas de segurança, com foco na prevenção de acidentes com eletricidade e na proteção de trabalhadores e da população em geral.
De acordo com a Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), a construção civil é o setor que mais registra acidentes com a rede elétrica no Brasil. Em 2024, o segmento liderou o ranking de mortes em acidentes elétricos, o que demonstra a persistência do risco, quando foram contabilizados 259 acidentes com a rede elétrica em obras ou manutenções prediais no país, sendo 65 fatais.
Ainda nessa abordagem sobre a energia elétrica e os números gerais envolvendo outros setores, dados da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) apontam que a soma total das ocorrências envolvendo choques elétricos, incêndios e descargas atmosféricas cresceu 7,5%, quando comparamos o primeiro semestre de 2024 com o mesmo período de 2025, passando de 1.086 para 1.168 acidentes.
Atenção redobrada durante as obras
Durante reformas, construções ou manutenções prediais, o contato acidental com fios energizados pode provocar acidentes graves. Por isso, o planejamento prévio da obra e a observação da proximidade da edificação em relação a rede de energia, são medidas indispensáveis para garantir a segurança de pintores, pedreiros e demais profissionais da construção civil.
Cuidados essenciais em obras próximas à rede elétrica
- Mantenha uma distância segurança entre a construção e a rede elétrica, de pelo menos 3 metros na altura e 1,5 metro de afastamento lateral da rede elétrica. A medida vale para o andaime, para quem está trabalhando nele e para qualquer objeto que esteja sendo manipulado;
- Não manuseie vergalhões, barras metálicas, andaimes ou ferramentas longas próximos à fiação;
- Redobre a atenção em serviços em altura, como lajes, telhados e fachadas;
- Utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados e contar com profissionais capacitados;
- Jamais realize ligações clandestinas, improvisadas ou gambiarras.
Em situações em que a obra esteja muito próxima à rede elétrica e a distância de segurança não seja respeitada, a recomendação é procurar a Distribuidora, nas agências de atendimento presencial, para solicitar uma visita técnica.
Segurança começa no planejamento
A Equatorial Maranhão destaca que a prevenção começa ainda na fase de planejamento da obra. Avaliar previamente o local, identificar a proximidade da rede elétrica, seguir as normas técnicas, organizar adequadamente o canteiro de obras e contratar profissionais habilitados são medidas fundamentais para reduzir riscos e garantir a realização de obras mais seguras.
“Obras e reformas exigem atenção redobrada desde o planejamento, principalmente quando ocorrem próximas à rede elétrica. Um simples descuido pode gerar consequências graves. Por isso, é fundamental que os profissionais avaliem os riscos e respeitem a distância de segurança da rede elétrica”, orientou Gabriel Vieira, Executivo de Segurança da Equatorial Maranhão.
Em casos de vítimas de choque elétrico: Não toque na pessoa afetada. A melhor forma de prestar socorro é desligar o disjuntor ou a chave geral das instalações e contatar imediatamente o Corpo de Bombeiros (193) ou o SAMU (192). Se o acidente ocorrer em via pública e for provocado pela rede elétrica, é importante também acionar a Equatorial Maranhão pela Central 116 para que o desligamento da energia seja realizado e todas as medidas de segurança sejam adotadas.
Movimento “Vc + Seguro”
Essas orientações fazem parte do movimento “Vc + Seguro”, iniciativa da Equatorial Maranhão que promove a conscientização sobre o uso seguro da energia elétrica e reforça o compromisso da Distribuidora com a segurança e o bem-estar da população.
Mais saúde e leveza no início do ano com opções do Empório Fribal
Por: Daniel Matos • 8 de janeiro de 2026 • 0 comentários
Chás, sucos naturais e alimentação leve como aliados do bem-estar

Janeiro chega com a promessa de recomeço. Depois dos excessos típicos das festas de fim de ano, cresce o desejo de cuidar melhor do corpo, recuperar a leveza e adotar hábitos mais saudáveis.
Nesse contexto, os chás, os sucos naturais e uma alimentação baseada em verduras e frutas ganham protagonismo como aliados eficazes de um detox equilibrado — sem radicalismos, mas com resultados reais para a saúde e o bem-estar.
Ao contrário das dietas restritivas, o detox moderno aposta na reconexão com alimentos naturais, ricos em fibras, vitaminas, minerais e compostos antioxidantes.
Verduras de folhas verdes, legumes frescos, frutas da estação e bebidas naturais ajudam o organismo a funcionar melhor, favorecendo a digestão, reduzindo a inflamação e estimulando os processos naturais de eliminação de toxinas.
Para quem decidiu iniciar o ano cuidando da alimentação, as lojas do Empório Fribal se destacam como um verdadeiro ponto de apoio. Incluindo as opções saudáveis de lanches para o pré ou pós treino nas lanchonetes Fribal.
O poder dos chás no dia a dia
Os chás são verdadeiros rituais milenares de cuidado. Além de hidratarem, oferecem benefícios terapêuticos comprovados quando consumidos regularmente. Nas lojas do Empório Fribal há várias opções de chás nacionais e importados, além de utensílios para tornar o ritual do chá ainda mais especial.
Segundo os nutricionistas, o chá-verde é rico em catequinas, antioxidantes que auxiliam no metabolismo e na proteção cardiovascular. Já o chá de hibisco contribui para o controle da retenção de líquidos e da pressão arterial.
Outras opções queridinhas de quem busca equilíbrio são o chá de gengibre, com ação anti-inflamatória e digestiva; o de hortelã, que alivia desconfortos gastrointestinais; e a camomila, excelente para reduzir o estresse e melhorar a qualidade do sono — fator essencial para quem deseja emagrecer e manter a saúde em dia.
A dica dos especialistas é intercalar os chás ao longo do dia, quentes ou gelados, sem adição de açúcar. Especiarias como canela, cravo ou casca de laranja podem ser usadas para dar sabor extra e potencializar os benefícios.
Sucos naturais: energia, vitaminas e leveza
Os sucos detox, quando bem elaborados, são verdadeiros concentrados de nutrientes. A combinação de frutas com verduras e legumes garante fibras, antioxidantes e micronutrientes que ajudam no funcionamento intestinal, na imunidade e na disposição física e mental.
Clássicos como suco verde — com couve, limão, maçã e gengibre — auxiliam na digestão e têm efeito alcalinizante no organismo. Já combinações com frutas vermelhas são ricas em antioxidantes que combatem o envelhecimento precoce. A beterraba, por sua vez, contribui para a circulação e a oxigenação do sangue.
E para quem não quer perder tempo, nas lojas do Empório Fribal há opções de sucos naturais, incluindo o suco verde, fresco e pronto para levar.
Alimentação leve: mais saúde no prato
Uma dieta baseada em verduras, legumes e frutas frescas favorece a desintoxicação natural do fígado e melhora o funcionamento do intestino — dois pilares essenciais para quem quer começar o ano com mais saúde.
Folhas verdes-escuras, como espinafre e rúcula, são ricas em clorofila, enquanto legumes crus ou levemente cozidos preservam enzimas importantes para a digestão.
Frutas como abacaxi, mamão e kiwi ajudam no processo digestivo, enquanto cítricos reforçam a imunidade. O segredo está na variedade e na simplicidade: quanto menos ultraprocessados, melhor para o corpo.
E visando oferecer mais praticidade, no Empório Fribal também há opções de frutas e folhas verdes já higienizadas e cortadas, prontas para o consumo, sem trabalho.
Empório Fribal: um aliado do detox saudável
Com uma ampla variedade de chás nacionais e importados, frutas frescas, verduras selecionadas, sucos naturais, sementes, grãos e produtos funcionais, o Empório Fribal oferece tudo o que é necessário para montar uma rotina alimentar equilibrada, prática e saborosa.
Mais do que seguir uma tendência, investir em chás, sucos e alimentos naturais é um gesto de autocuidado que reflete diretamente na qualidade de vida. E quando esse cuidado encontra produtos de qualidade e variedade, como os disponíveis no Empório Fribal, manter a forma e a boa saúde se torna um prazer — e não um sacrifício.
Porque começar o ano bem é, antes de tudo, escolher o que colocamos no prato e na xícara todos os dias.
Por que a Câmara não deve votar o Orçamento enquanto o passe-livre não for incluído
Por: Daniel Matos • 8 de janeiro de 2026 • 0 comentários
Por Marlon Botão, ex-secretário de Cultura de São Luís, marqueteiro e militante político há mais de 40 anos

A votação do Orçamento Municipal não é um detalhe burocrático nem um ato secundário da vida pública. É o instrumento que garante o funcionamento da cidade, o pagamento de serviços essenciais, a execução de políticas públicas e a continuidade administrativa. Sem Orçamento aprovado, São Luís não anda. Obras atrasam, programas ficam comprometidos e a população sente os efeitos de forma imediata. Justamente por isso, a discussão em torno do Orçamento de 2026 precisa ser tratada com responsabilidade, seriedade e respeito à vontade popular.
O que causa estranheza — e precisa ser dito com clareza — é que a peça orçamentária, que deveria ter sido votada ainda em dezembro, foi empurrada para janeiro e, agora, novamente adiada para fevereiro não por incapacidade da Câmara, mas pela insistência do prefeito em ignorar uma decisão clara da população: a implantação do passe-livre estudantil. Em plebiscito, cerca de 90% dos ludovicenses disseram, de forma inequívoca, que querem o passe-livre. Ainda assim, o prefeito decidiu não incluí-lo no Orçamento de 2026.
É importante deixar claro: a Câmara não é contra a votação do Orçamento. Ao contrário, os vereadores sabem que a cidade precisa da aprovação da peça para funcionar normalmente. O que está em debate não é se o Orçamento deve ou não ser votado, mas em quais condições ele deve ser votado. Aprovar um Orçamento que ignora deliberadamente uma decisão popular seria transformar o Legislativo em carimbador automático de um Executivo que governa sem escutar.
Uma vez reconhecida a importância do Orçamento para o funcionamento da cidade, é preciso enfrentar a questão central que sustenta o impasse: existe, de fato, algum impedimento financeiro para a inclusão do passe-livre? A resposta é não. O Orçamento previsto para 2026 ultrapassa os R$ 6 bilhões, com um superávit estimado em quase R$ 2 bilhões. Há recursos disponíveis, há margem fiscal e há tempo político para corrigir o texto e incluir o passe-livre. O impasse persiste não por falta de dinheiro ou de viabilidade técnica, mas porque o prefeito se recusa a respeitar a vontade popular expressa no plebiscito.
Diante desse cenário, a decisão da Câmara de adiar a votação, que deveria ter ocorrido ainda em dezembro, é legítima, responsável e necessária. O Legislativo cumpre seu papel institucional ao tensionar o debate, exigir correções e defender o interesse público. Votar o Orçamento sem o passe-livre, apenas para cumprir calendário, seria aceitar que a participação popular não vale nada quando contraria a vontade do prefeito.
É preciso inverter a lógica do discurso. Não é a Câmara que atrasa a cidade. Quem trava São Luís é um prefeito que, mesmo diante de um resultado esmagador em um plebiscito, escolhe governar de costas para a população. A Câmara, ao adiar a votação, sinaliza que o Orçamento é importante demais para ser aprovado sem diálogo, sem correção e sem respeito à decisão coletiva.
Defender que o Orçamento só seja votado após a inclusão do passe-livre não é radicalismo nem irresponsabilidade. É, ao contrário, um gesto de compromisso com a democracia participativa, com a justiça social e com a própria governabilidade da cidade. São Luís precisa do Orçamento aprovado, mas precisa, sobretudo, de um Orçamento que represente a vontade do seu povo. Enquanto isso não ocorrer, adiar a votação não é problema — é parte da solução.
Justiça obriga Estado do Maranhão a indenizar famílias da Liberdade desalojadas por obras da Avenida IV Centenário
Por: Daniel Matos • 8 de janeiro de 2026 • 0 comentários
Decisão judicial beneficia pessoas que foram obrigadas a deixar suas casas para construção da via

O Estado do Maranhão deverá pagar indenizações por danos materiais, no valor de R$ 176 mil, e por danos morais, no valor R$ 20 mil, a cada uma das dez famílias desalojadas da Rua da Galeria, no Bairro da Liberdade para a construção da “Avenida IV Centenário”, em São Luís.
Na mesma sentença, o juiz Douglas de Melo Martins (Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís) determinou o fim da obrigação de pagamento do “Aluguel Social” devido às famílias, a partir da data do cumprimento da obrigação da indenização por danos materiais.
A decisão judicial resultou do julgamento da ação civil pública ajuizada pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE) em favor de 10 famílias de baixa renda, para obter a condenação do Estado do Maranhão a pagar indenizações por danos materiais e morais, por núcleo familiar.
FAMÍLIAS REMOVIDAS
Segundo informações da ação, as dez famílias que moravam na Rua da Galeria foram removidas, entre os anos de 2007 e 2008, para que fosse construída a Avenida IV Centenário, obra realizada por meio do Projeto “PAC Rio Anil”.
A Secretaria de Estado das Cidades (SECID) ofereceu unidades no Residencial Jomar Moraes, localizado no Sítio Piranhenga, mas não foram aceitas pelas famílias devido à distância do Bairro Liberdade, onde mantinham laços históricos, culturais e sociais. A SECID também prometeu pagar valor equivalente a uma unidade residencial do Programa Minha Casa Minha Vida (R$ 73 mil) por família (ID 57733937) – o que não ocorreu.
As famílias foram realocadas sob promessa de reassentamento em moradias definitivas em até 15 meses, conforme Termo de Acordo Extrajudicial homologado (firmado) judicialmente, e não cumprido.
DIREITO FUNDAMENTAL
Na sentença, Douglas Martins sustentou que o direito social à moradia é elevado à categoria de direito fundamental pela Constituição Federal, constituindo um dos pilares para a concretização do princípio da dignidade da pessoa humana.
Nesse contexto legal, a moradia não se resume a um simples teto, mas abrange o conceito de moradia digna, que deve garantir a estabilidade do indivíduo, sua segurança jurídica e o acesso à infraestrutura urbana, social e cultural necessária ao pleno desenvolvimento da personalidade.
“A intervenção do Poder Público em áreas urbanas consolidadas, especialmente aquelas habitadas por populações vulneráveis, como as famílias de baixa renda removidas de palafitas na Rua da Galeria, na Liberdade, deve ser pautada pelo princípio da primazia da pessoa humana e pela observância rigorosa do devido processo legal e social”, afirmou.
QUILOMBO URBANO
Em sua decisão, o juiz considerou a complexidade e a importância que envolve o remanejamento de moradores da comunidade Liberdade, reconhecido como quilombo urbano em 2019, pela Fundação Palmares.
O juiz entendeu que a remoção forçada de uma população, com a ruptura de seus laços de vizinhança, emprego e cultura, sem a realocação no mesmo território ou em área de proximidade que respeitasse o direito de permanência em comunidade, representa uma intervenção estatal gravosa, que exige reparação.
“Conforme exaustivamente demonstrado pelos laudos periciais, o remanejamento das famílias do Bairro Liberdade, comunidade com vínculos socioculturais notórios, conforme atestada sua condição de quilombo urbano, gerou a desagregação familiar e a perda de laços comunitários e redes de vizinhança e assistência, com sérios impactos psicossociais”, concluiu Douglas Martins.
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