Comércio de São Luís funcionará normalmente no feriado de Tiradentes

Por: Daniel Matos • 16 de abril de 2026 • 0 comentários

Comércio da Rua Grande funcionará em horário normal no feriado nacional alusivo ao Dia de Tiradentes

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA) informa sobre o funcionamento do comércio em São Luís durante o feriado de Tiradentes (21 de abril).

Na terça-feira (21), feriado nacional, a Convenção Coletiva de Trabalho autoriza o funcionamento dos estabelecimentos situados em ruas, avenidas, galerias e centros comerciais das 8h às 18h, enquanto as lojas em shopping centers poderão operar das 10h às 22h.

Nessa data, por se tratar de trabalho extraordinário, as empresas deverão remunerar as horas trabalhadas com adicional de 100% sobre o valor da hora normal, além do pagamento de gratificação no valor de R$ 53 aos empregados convocados.

As regras acima informadas não se aplicam aos segmentos de supermercados e farmácias, que se submetem a instrumentos normativos próprios e, por se tratarem de atividades essenciais, contam com autorização para funcionamento em horário livre.


Quando a investigação ameaça o poder

Por: Joaquim Haickel • 16 de abril de 2026 • 0 comentários

Hoje vou tratar aqui de um dos desdobramentos da CPI do crime organizado no Senado Federal.

Os trabalhos da comissão vinham transcorrendo dentro da normalidade. O presidente era do PT, o relator do MDB, e não havia, até então, maiores sobressaltos no seu funcionamento. O quadro começa a se alterar quando o presidente do Senado nega a possibilidade de prorrogação dos trabalhos, decisão que, no mínimo, levanta questionamentos relevantes, especialmente diante do entendimento consolidado de que CPIs, uma vez preenchidos certos requisitos, podem ter seus prazos estendidos.

Esse é apenas um dos aspectos controversos do caso. Afinal, a continuidade de uma comissão com esse objeto inevitavelmente produz efeitos no tabuleiro político nacional, o que torna difícil dissociar completamente decisões regimentais de suas consequências políticas.

A CPI investigava o crime organizado de forma ampla, mas o relator decidiu concentrar seu trabalho na existência de organizações com atuação em níveis sensíveis das estruturas das instituições governamentais. Foi a partir desse recorte que as dificuldades começaram a surgir, culminando na decisão do presidente do Senado de não permitir a prorrogação dos trabalhos da comissão.

Esse direcionamento passou a lançar luz sobre um terreno particularmente sensível, uma zona histórica e tradicionalmente pouco iluminada justamente por suas implicações, que não parece interessar a determinados segmentos dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário que seja plenamente conhecida e compreendida em toda a sua extensão.

Findo o prazo da CPI, e apresentado o relatório pelo relator da comissão, membros dos poderes Legislativo e Executivo passaram a operar manobras regimentais e legais, mas nem por isso decentes, morais ou éticas, com o objetivo de alterar a composição da comissão. Em outras palavras, substituíram seus integrantes para que, no momento da votação do parecer, este fosse rejeitado, impedindo que as medidas nele contidas fossem acolhidas como decisão do Senado Federal.

É importante registrar que o relator concentrou excessivamente sua análise nas organizações criminosas com atuação nas instituições políticas nacionais,  especialmente em episódios recentes envolvendo o INSS e o Banco Master, avançando sobre algumas figuras do Poder Judiciário. Esse recorte abriu espaço para críticas pertinentes, no sentido de que o relatório acabou assumindo contornos mais políticos do que técnicos, o que, em certa medida, é um ponto com o qual concordo.

Isso, no entanto, não elimina o fato de existirem organizações criminosas formalmente estruturadas em nosso país, com atuação em níveis sensíveis das estruturas dos três poderes, fenômeno que, por sua gravidade, deve ser enfrentado com rigor.

Lembremo-nos de que o crime organizado não se limita às práticas mais visíveis, como tráfico de drogas, armas e pessoas, assaltos, sequestros e assassinatos. Trata-se de um fenômeno mais amplo, que envolve a atuação coordenada de indivíduos voltados à obtenção de objetivos em desconformidade com a lei.

Nesse contexto, inserem-se condutas como corrupção ativa e passiva, peculato, fraudes em licitações e contratos públicos, lavagem de dinheiro, concussão, prevaricação, quando praticada de forma articulada, facilitação de crimes, extorsão, associação criminosa e obstrução de justiça.

É verdade que o fato de o relatório não pedir o indiciamento de figuras conhecidas do crime organizado em nosso país, ao mesmo tempo em que solicita o indiciamento de três ministros do STF e do Procurador-Geral da República, enfraquece sua consistência e abre espaço para questionamentos legítimos.

Ainda assim, esse ponto não pode servir de justificativa para reações que ultrapassem os limites institucionais. Não cabe a autoridades eventualmente mencionadas no relatório recorrer a mecanismos que possam ser interpretados como formas de pressão ou intimidação contra o relator, que atua no exercício regular de seu mandato, amparado pelas prerrogativas constitucionais e pela imunidade parlamentar.

Aqui cabe um dos questionamentos mais relevantes do nosso tempo: quem controla aqueles cujas decisões, na prática, tornam-se irrecorríveis? Quem estabelece limites quando o exercício do poder ultrapassa o razoável? E, sobretudo, quem os contém?

Em um ambiente institucional sólido, seria no mínimo questionável que um ministro mencionado em relatório de CPI acionasse o Procurador-Geral da República, que, além de figurar no mesmo relatório, possui relação pregressa com o próprio interessado, para investigar o senador responsável pelo documento.

Não sei o que é mais grave: a ausência de um diagnóstico mais amplo sobre o crime organizado no relatório final da CPI, a inclusão de autoridades no pedido de indiciamento sem a devida robustez técnica, ou a reação dos mencionados no relatório, que, sendo quem são e ocupando os cargos que ocupam, reagem de forma a pressionar, confrontar e tentar intimidar quem os questiona.

Diante de tudo isso, a impressão que se impõe é a de que algo essencialmente errado se instalou no funcionamento das instituições.


Universidade Ceuma e Oxygeni Hub apresentam ligas tecnológicas com a presença de campeão mundial de robótica

Por: Daniel Matos • 16 de abril de 2026 • 0 comentários

Instalações do Oxygeni Hub, agência de inovação, tecnologia e empreendedorismo da Universidade Ceuma, no Campus Renascença

O Oxygeni Hub, agência de inovação, tecnologia e empreendedorismo da Universidade Ceuma, lança nesta quinta-feira (16), às 15h, no Campus Renascença, três ligas tecnológicas: LARA – Liga Acadêmica de Robótica e Automação, LUIGI – Liga Universitária de Games e LIA-Liga de Inteligência Artificial. Voltado à inovação, aprendizado e desenvolvimento nas áreas de Inteligência Artificial, Games, Automação e Robótica, o evento contará com a presença do campeão mundial de robótica, na Coreia do Sul, Marcus Vinicius. As inscrições seguem abertas. Basta clicar aqui.

No Oxygeni Hub, o futuro da tecnologia não se espera, se constrói. E no no ecossistema isso já está acontecendo, consolidando o modelo pedagógico como verdadeira máquina de aprendizagem (Machine Learn).

Na agência de inovação, tecnologia e empreendedorismo da Universidade Ceuma, a formação vai além da teoria. É prática, projeto real e conexão direta com o mercado. É sobre aprender fazendo, errando, evoluindo e criando soluções que impactam de verdade.

TechX

Com a TechX, nasce um novo modelo de formação em tecnologia – mais dinâmico, mais conectado e muito mais preparado para o mundo real. E junto com ela, um ecossistema completo que impulsiona talentos:

LARA – Liga Acadêmica de Robótica e Automação

LUIGI – Liga Universitária de Games

LIA – Liga de Inteligência Artificial

Tudo integrado, tudo conectado, tudo pensado para transformar alunos em profissionais prontos para os desafios do futuro.

Para quem quer só aprender, tem vários caminhos. Mas se o objetivo é construir, inovar e fazer parte de algo maior, o lugar certo é o Oxygeni Hub, onde o futuro já começou.

Sobre o convidado

Aluno do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), Marcus Vinicius foi campeão do Roboworld Cup FIRA 2025, uma das maiores e mais prestigiadas competições de robótica do mundo, que reuniu equipes de diversos países para disputar provas que desafiam criatividade, programação, engenharia e trabalho em equipe.

Assista ao vídeo:


Daniel Andrade agita a Seresta Prime neste domingo (19)

Por: Daniel Matos • 16 de abril de 2026 • 0 comentários

Evento será realizado a partir das 15h, na Associação da Sucam, no bairro Turu

Cantor Daniel Andrade vai agitar a Seresta Prime deste domingo (19), na Associação da Sucam, no bairro Turu

São Luís – Um evento que promete ser um dos destaques deste fim de semana para quem aprecia música romântica e dança de salão é a apresentação de Daniel Andrade na Seresta Prime, neste domingo (19), às 15h, na Associação da Sucam, no bairro Turu. Programação terá shows ainda de Eduardo Ébano, Fabiana Alves, Banda Seresta Prime, Taty Pereira e Karina Paixão.

Com uma trajetória marcada pela versatilidade, Daniel Andrade carrega influências que vão desde o regionalismo brasileiro (muito presente em estilos como a seresta, o bolero e o brega romântico) até referências do pop internacional. Essa combinação permite que ele transite entre clássicos consagrados e releituras mais modernas, criando uma experiência musical envolvente tanto para quem gosta de dançar quanto para quem prefere apenas apreciar o show.

O artista construiu uma identidade musical plural. Essa mistura cultural se reflete no palco, onde ele costuma apresentar repertórios que dialogam com diferentes gerações. Não é raro ver o público cantando junto, principalmente em músicas que marcaram épocas e ainda permanecem vivas na memória afetiva de muitos.

A Seresta Prime, por sua vez, já se consolidou como um espaço voltado para os amantes da boa música e da dança. O evento reúne os chamados “pés de valsa”, pessoas que valorizam o clima social, a elegância da dança a dois e o repertório romântico. O ambiente costuma ser animado, com pista sempre cheia e clima de confraternização.

A dica é chegar cedo para garantir um bom lugar e aproveitar melhor a programação.


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