”O melhor para a Região Tocantina é Orleans Brandão”, afirma presidente da Câmara de Imperatriz

Por: Daniel Matos • 27 de abril de 2026 • 0 comentários

Adhemar de Freitas falou em nome de centenas de vereadores que participaram do gigantesco ato político em apoio ao pré-candidato a governador Orleans Brandão (MDB)

Em forte discurso no encontro Por Todo o Maranhão, na noite de sábado (25), o presidente da Câmara de Vereadores de Imperatriz, Adhemar Freitas Júnior, reconheceu a importância dada pelo Governo Carlos Brandão à Região Tocantina, com investimento em obras e serviços, e defendeu a sua continuidade. “Não aceitaremos mais sermos tratados com abandono, a ficar em segundo plano. Por isso, o melhor para nós é Orleans Brandão”, afirmou ele.

Adhemar de Freitas falou em nome de centenas de vereadores que participaram do gigantesco ato político em apoio ao pré-candidato a governador Orleans Brandão (MDB). Ele ressaltou que a juventude, a capacidade política e o conhecimento das necessidades e potenciais do estado fazem de Orleans o mais preparado para conduzir o desenvolvimento do Maranhão. “Nós vereadores conhecemos cada cidade, cada bairro e as angústias dos cidadãos. E nosso pré-candidato conhece o Maranhão de ponta a ponta, com a capacidade de ouvir as pessoas e resolver os problemas”, acrescentou o presidente da Câmara de Imperatriz.

Por fim, ele afirmou que a classe política e os cidadãos da Região Tocantina caminharão junto com Orleans Brandão: “Vamos levar a sua mensagem de porta em porta, de bairro em bairro, mostrando à população quem é o melhor para nossa região”.


Equatorial moderniza rede subterrânea do Centro Histórico e reforça segurança energética em São Luís

Por: Daniel Matos • 26 de abril de 2026 • 0 comentários

A Equatorial Maranhão avança na modernização das redes elétricas subterrâneas do Centro Histórico de São Luís, consolidando um investimento de R$ 12,4 milhões na região mais visitada da capital. A iniciativa fortalece a confiabilidade do sistema elétrico, amplia a segurança operacional e incorpora novas tecnologias à infraestrutura que atende moradores, comerciantes, órgãos públicos e empreendimentos turísticos da região.

Reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO, o Centro Histórico de São Luís concentra uma rede subterrânea composta por 20 km de rede de média e baixa tensão, responsável pelo atendimento de aproximadamente 1.200 consumidores residenciais e comerciais, além de instituições estratégicas.

Modernização tecnológica e mais confiabilidade

As intervenções incluem a modernização dos Centros de Transformação Abrigados (CTAs), implantação de disjuntores e religadores automatizados, substituição e reforço de cabos e reorganização dos circuitos elétricos existentes.

Com maior nível de automação, o sistema passa a operar com manobras mais rápidas e precisas, reduzindo a abrangência de eventuais interrupções e elevando o padrão de qualidade do fornecimento. Os CTAs modernizados oferecem capacidade de expansão até três vezes maior, tornando a rede mais robusta e preparada para acompanhar o crescimento da atividade cultural, turística e econômica da região.

Durante as obras, as atividades estão sendo executadas com planejamento técnico estruturado, de forma a minimizar impactos ao comércio local e à circulação de moradores e visitantes.

Investimento estruturante e expansão estratégica

As obras integram o programa Mais Energia Maranhão, que reúne investimentos estruturantes, manutenção preventiva, inovação tecnológica e digitalização em todo o estado.

Além de São Luís, o projeto de redes subterrâneas contempla estudos e projetos elétricos e civis para futuras melhorias em São José de Ribamar, Alcântara e em Barreirinhas, ampliando a estratégia de modernização em áreas de relevância histórica e turística.

Energia com qualidade para o desenvolvimento da capital

Para o Superintendente Regional da Equatorial Maranhão, Tiago Barbosa, a modernização da rede subterrânea representa um avanço estratégico para São Luís.

“Estamos fortalecendo uma infraestrutura que precisa aliar tecnologia, segurança e respeito ao patrimônio histórico. A modernização do sistema subterrâneo eleva o padrão de confiabilidade da rede e entrega energia com mais qualidade para a população, contribuindo diretamente para o desenvolvimento sustentável da cidade”, destaca Tiago.


Orleans Brandão vai às ruas de Imperatriz, dialoga com moradores e reforça compromisso com o esporte e a inclusão

Por: Daniel Matos • 26 de abril de 2026 • 0 comentários

Após a noite histórica do movimento “Por Todo o Maranhão” em Imperatriz, o pré-candidato ao governo do estado, Orleans Brandão, manteve a agenda ativa na manhã deste domingo (27), com uma série de atividades pela cidade.

Acompanhado da esposa, Fernanda Heluy, do prefeito Rildo Amaral e de apoiadores da região, Orleans percorreu pontos importantes da cidade, em mais um momento marcado pelo acolhimento popular.

Durante o giro, ele conversou com moradores, recebeu manifestações de carinho e reforçou sua proximidade com a população.

Ele iniciou o passeio pela tradicional Feira do Bom Sucesso, onde experimentou iguarias regionais e interagiu com feirantes.

Em seguida, participou do projeto Ruas de Lazer, iniciativa municipal que transforma a avenida Bernardo Sayão em um espaço dedicado ao esporte e à convivência social aos domingos. Em um momento de descontração com o prefeito Rildo Amaral, Orelans ainda entrou em quadra para testar suas habilidades no basquete, esporte que praticou na adolescência.

Visitou também o Ginásio Geralda Bernardes da Silva (Cenapa), obra recém-inaugurada pelo Governo do Estado com foco no incentivo à prática esportiva para pessoas com deficiência.

No local, reuniu-se com um grupo de paratletas do basquete, ocasião em que reafirmou seu compromisso com a ampliação de políticas públicas voltadas à inclusão e ao esporte adaptado.

Durante a agenda, Orleans Brandão destacou a importância de estar próximo das pessoas e conhecer de perto a realidade de cada região. “Foi uma manhã muito especial, de contato direto com a população, ouvindo, dialogando e participando de iniciativas que fortalecem o esporte, a inclusão e a qualidade de vida”, afirmou.


“O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você.” — Mário Quintana

Por: Daniel Matos • 26 de abril de 2026 • 0 comentários

Natalino Salgado Filho*

No mês de março, quando celebramos o Dia Mundial do Rim, algumas reflexões vieram me visitar — como quem chega sem ruído, trazendo consigo uma serenidade pensativa. Elas nasceram de um hábito que cultivo há tempos e que me ajuda a equilibrar, com alegria serena, as muitas tarefas do cotidiano: a jardinagem.

Pode parecer curioso que um nefrologista encontre repouso entre plantas, terra e flores. No entanto, há algo de profundamente convergente entre cuidar de um jardim e cuidar da vida humana. Ambos exigem atenção ao invisível, escuta do silêncio e respeito ao tempo.

No jardim, aprende-se a ler sinais quase imperceptíveis: a folha que empalidece, o solo que pede água, o broto que anuncia, com timidez, um novo ciclo. No consultório, o olhar também precisa se educar para essas delicadezas — uma alteração sutil nos exames, um equilíbrio instável entre retenção e eliminação, um organismo que sussurra por cuidado antes que a doença erga a voz.

Se me fosse permitido poetizar a nefrologia, diria que o nefrologista é um jardineiro das águas internas — um guardião silencioso dos fluxos que sustentam a vida. Os rins são fontes invisíveis: irrigam o organismo, depuram excessos e mantêm fértil o solo íntimo onde a existência floresce. Trabalham sem alarde, como raízes que jamais se exibem, mas sem as quais nada subsiste.

E, como todo jardineiro atento, o nefrologista também enfrenta as pragas persistentes que ameaçam esse jardim confiado. Na linguagem da medicina, elas atendem pelos nomes de diabetes e hipertensão. Tal como num jardim negligenciado, pequenos desequilíbrios, quando ignorados, podem comprometer toda a harmonia do sistema. Por isso, o diagnóstico precoce e o cuidado contínuo são formas de preservar esse delicado ecossistema que habita cada pessoa.

Talvez por essa afinidade silenciosa entre cuidar da terra e cuidar da vida, o pequeno jardim que cultivo em casa tenha se tornado uma espécie de metáfora viva. É um território de encantamento cotidiano. Pela manhã, os passarinhos chegam como se obedecessem a uma antiga memória do lugar. As flores se abrem em cores diversas, e as plantas seguem seus ciclos com uma sabedoria que nenhum tratado consegue ensinar.

Rubem Alves dizia, com sua ternura filosófica, que “todo jardim começa com um sonho de amor”. Antes de existir na terra, ele floresce na alma. Talvez por isso cuidar de um jardim produza uma alegria tão serena: é a materialização de um afeto.

E Fernando Pessoa, com sua lucidez despojada, aconselhava: “Segue o teu destino, rega as tuas plantas, ama as tuas rosas. O resto é a sombra de árvores alheias.” Há, nessa sentença, uma ética inteira do cuidado — uma convocação à fidelidade ao que nos foi confiado.

Cuidar do próprio jardim — literal ou simbólico — é, no fundo, um gesto de responsabilidade amorosa. Não por acaso, os jardins atravessam a história humana como imagens fundadoras. A Bíblia começa com um jardim — o Éden — onde ao ser humano é dada sua primeira vocação: cultivar e guardar a terra. Séculos depois, a imaginação humana tentou recriar esse paraíso nos lendários Jardins Suspensos da Babilônia, erguidos como um oásis contra a aridez.

E também não é por acaso que a própria narrativa bíblica se encerra com um jardim restaurado: no Apocalipse, o rio da vida corre pelo coração da cidade, e, às suas margens, cresce a árvore cujas folhas são destinadas à cura das nações. Entre o princípio e o fim, a humanidade se move entre jardins — ora perdidos, ora reencontrados.

Talvez por isso os poetas tenham feito dos jardins uma linguagem da existência. Manoel de Barros, com sua devoção ao ínfimo, lembrava que o essencial é justamente aquilo que não se vê. E talvez essa seja a mais profunda lição dos jardins — sejam eles feitos de terra ou de carne: a vida se sustenta em equilíbrios invisíveis, em harmonias discretas, em cuidados persistentes.

No fundo, todo cuidador é um jardineiro. Alguns cultivam flores visíveis. Outros zelam pelas águas secretas que mantêm o corpo vivo. Mas todos participam da mesma arte antiga — a de proteger a vida para que ela continue florescendo.

Recordo, então, o jardim de Akademos, nos arredores de Atenas. Ali, entre oliveiras, Platão fundou a Academia. O conhecimento era compreendido como algo vivo — algo que precisava ser cultivado. Os discípulos eram sementes; o pensamento, uma forma de germinação.

Quantas metáforas pode oferecer um simples jardim!

Sigo, ainda hoje, encantando-me com o meu. Encanto-me com sua paleta de cores, com a mangueira que cresce desde quando meu filho tinha apenas dois anos — e que hoje oferece frutos de doçura paciente —, e com as pequenas estatuetas escolhidas com carinho, em silencioso diálogo com a beleza que a própria natureza compõe.

Entre essas descobertas silenciosas, aperfeiçoa-se também o meu olhar de médico. Porque, ao ver a vida brotar diante dos olhos, aprendo a acolher melhor as vidas que se confiam às minhas mãos — mãos que plantam, mãos que regam, mãos que sustentam.

Talvez seja essa a mais profunda e silenciosa afinidade entre rins e jardins: ambos dependem de águas bem cuidadas para que a vida, em sua delicadeza obstinada, continue a florescer.

*Médico nefrologista, membro da Academia Nacional de Medicina, da Academia Maranhense de Medicina e da Sociedade Brasileira de Nefrologia, ex-reitor da UFMA, professor universitário, e imortal da Academia Maranhense de Letras.


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