O líder político e pré-candidato ao Senado, Hilton Gonçalo, com o novo presidente do Agir, Celso Gonçalo
O cenário político maranhense ganha um novo movimento estratégico com a ascensão de Celso Gonçalo ao comando estadual do Partido Agir no Maranhão. Presidente do Sebrae/MA, Celso já aparece devidamente registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA) como dirigente da legenda, consolidando sua posição à frente do partido no estado.
A chegada de Celso Gonçalo ao comando do Agir representa mais do que uma simples mudança partidária: ela fortalece diretamente o grupo político liderado pelo ex-prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, que desponta como um dos nomes em articulação para a disputa ao Senado Federal em 2026.
Com forte influência política e administrativa, Celso passa a ter papel estratégico na construção de alianças, no fortalecimento da sigla nos municípios e na ampliação da base de apoio ao projeto de Hilton Gonçalo, que vem se consolidando como uma das principais lideranças emergentes do Maranhão.
A movimentação reforça a musculatura do grupo Gonçalo no tabuleiro eleitoral e sinaliza que a corrida para 2026 já começou com articulações importantes nos bastidores. Sob o comando de Celso, o Agir tende a ganhar protagonismo no estado, funcionando como peça-chave dentro da estratégia que visa ampliar a presença política do grupo e viabilizar uma candidatura competitiva ao Senado.
Evento será realizado na sede do grupo folclórico, às 13h, com apresentação do batalhão e seresta
SÃO LUÍS – O clima de São João já começa a tomar conta de São Luís, e um dos sinais mais aguardados desse aquecimento cultural vem do Boi de Maracanã, sotaque de matraca. No próximo dia 5 de abril, a partir das 13h, o grupo realiza, em sua sede, a tradicional ‘Cantoria’, evento que marca o início simbólico da temporada junina.
A programação é um dos momentos mais importantes para os brincantes e admiradores do bumba meu boi, pois será quando o grupo apresentará as novas toadas que irão embalar as apresentações deste ano.
Além disso, o público conhecerá o nome do touro que será destaque nas noites de São João, elemento central da manifestação cultural.
A festa também abre espaço para outros ritmos, com uma seresta comandada pelos cantores Camila Pereira e Ricardo Lobo, garantindo um clima animado e diverso ao longo da tarde.
Movimento de preparação para o São João
O evento integra um movimento mais amplo de preparação para o período junino na capital maranhense. Nesta época do ano, diversos grupos folclóricos intensificam seus ensaios, ajustando coreografias, figurinos e repertórios.
No caso do bumba meu boi, uma das expressões mais emblemáticas da cultura local, os encontros reúnem brincantes, músicos e comunidades inteiras em torno da preservação da tradição.
“Com os primeiros ensaios ganhando força e eventos como o nosso mobilizando o público, vamos, gradualmente, entrando no ritmo do São João 2026, reforçando nossa identidade cultural e mantendo viva uma das festas mais populares do Maranhão”, disse Maria José Soares, presidente do Boi de Maracanã.
Realizado pelo Sinepe-MA nos dias 8 e 9 de abril, EDUCA|MA reunirá palestrantes com expertise em inovação e gestão educacional para debater o futuro da educação. Temas como o recente “ECA Digital” integram a programação
Será que as escolas estão preparadas para lidar com os impactos do ECA Digital e os novos desafios legais do ambiente online dentro da sala de aula? E a inteligência artificial, será que é uma aliada estratégica ou uma ameaça silenciosa ao atual modelo educacional? Por falar em ameaça, em um cenário de aumento do burnout e de crises emocionais, como as instituições de ensino podem proteger a saúde mental de alunos e educadores sem comprometer os resultados?
Respostas a essas e a muitas outras questões deverão ser discutidas nos debates e palestras que farão parte da programação do Congresso EDUCA|MA, promovido pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Maranhão (Sinepe/MA), nos próximos dias 8 e 9 de abril. O evento, que será realizado no Espaço Residencial, em São Luís, reunirá especialistas de diversas regiões do Brasil e convidados internacionais para discutir tendências, desafios e soluções inovadoras para o setor educacional.
Release na íntegra: https://docs.google.com/document/d/1qUbvY6OZGyfqKVdHIfIg8BSxCoKG87fgC22Cwuhjko4/edit?usp=drive_link
O deputado federal Duarte Jr. e o presidente estadual do partido Avante, Aldo Rogério, exibem ficha de filiação
O deputado federal Duarte Jr. se filiou ao partido Avante na manhã de hoje (03/04) e pôs fim à expectativa quanto ao seu rumo político nas eleições deste ano. A ficha de filiação de Duarte Jr. foi abonada pelo presidente estadual da sigla, Aldo Rogério.
Aldo Rogério, apesar de ter assumido o partido faltando sete dias para o fim da janela, segue trabalhando firme para montar as chapas de deputados estaduais e federais, além de reunir quadros que compartilham de um projeto político sério, moderno e conectado com as reais necessidades da população brasileira.
“Em pouco tempo à frente da presidência, trabalhamos com foco, diálogo e estratégia para fortalecer o Avante no Maranhão. A chegada do deputado Duarte Júnior é resultado muitas articulações, de esforços diários e mostra que estamos no caminho certo, construindo um partido cada vez mais forte e competitivo”, destacou.
Sob a liderança do Ministro Carlos Augusto Pires Brandão e do desembargador federal Roberto de Carvalho Veloso, essas iniciativas revelam uma visão contemporânea do sistema de justiça
Em um tempo em que se cobra do Poder Judiciário não apenas produtividade, mas capacidade real de transformação social, duas experiências recentes no Maranhão demonstram que há caminhos institucionais capazes de aproximar a Justiça da vida concreta das pessoas. A Praça de Justiça e Cidadania, realizada em Caxias/MA, e a Semana da Paixão, promovida em Alcântara/MA, não foram apenas eventos de prestação de serviços. Foram manifestações de um modelo de Justiça que deixa os gabinetes, ocupa o território, reconstrói vínculos sociais e enfrenta conflitos que o processo convencional, sozinho, não consegue resolver.
Sob a liderança do Ministro Carlos Augusto Pires Brandão e do desembargador federal Roberto de Carvalho Veloso, essas iniciativas revelam uma visão contemporânea do sistema de justiça: menos centrada na lógica isolada da petição, contestação e sentença, e mais comprometida com redes colaborativas, soluções estruturais e presença institucional qualificada. Trata-se de compreender que há conflitos que não cabem em planilhas nem se resolvem apenas com decisões formais, porque atingem comunidades inteiras, tradições, territórios e modos de vida.
Foi isso que se viu em Caxias, entre os dias 9 e 13 de março, quando a Praça de Justiça e Cidadania mobilizou Justiça Federal, Justiça Estadual, Ministério Público, Defensorias, Prefeitura e diversos órgãos estaduais e federais em torno de um objetivo comum: aproximar a população dos serviços da Justiça e de outros órgãos públicos. O resultado foi expressivo. Mais de 10 mil atendimentos foram realizados em áreas como saúde, documentação, orientação jurídica, assistência social, regularização fundiária e conciliação.
Houve 300 audiências promovidas pela Justiça Federal, 400 atendimentos da Justiça Eleitoral, 150 pela Justiça do Trabalho, 1.800 pela Defensoria Pública, além de milhares de atendimentos prestados por secretarias municipais e instituições parceiras. Esses dados constam do material encaminhado pelo usuário e também dialogam com a perspectiva exposta no texto anexo.
Mas o que dá densidade institucional à experiência de Caxias não é apenas a dimensão numérica. O que distingue a Praça de Justiça e Cidadania de um simples mutirão é justamente sua capacidade de articular, ao lado dos atendimentos individuais, respostas a questões coletivas e estruturais. O texto anexo destaca, com precisão, a realização de audiência pública sobre a duplicação da BR-316 no trecho Caxias-Timon, com participação do DNIT e impactos sobre vinte municípios do leste maranhense, revelando que a Praça não se limitou ao balcão de serviços, mas se abriu também ao debate público de temas sensíveis para toda a região.
Nesse contexto, merece especial relevo a atuação do Juiz Federal Luiz Régis Bomfim Filho, cuja organização foi decisiva para o êxito da iniciativa em Caxias. Coube-lhe articular atendimentos, alinhar instituições, coordenar a logística e assegurar o funcionamento integrado dos diversos eixos do evento. O êxito da Praça também contou com a colaboração do advogado Washington Leite Torres, que auxiliou na coordenação dos trabalhos e contribuiu para a formação dessa ampla rede institucional. Em experiências dessa natureza, o resultado não decorre do acaso, mas de liderança concreta, planejamento rigoroso e capacidade de diálogo.
Se Caxias mostrou a força da Justiça como presença pública e solução concreta de demandas sociais, Alcântara projetou esse modelo para uma dimensão ainda mais profunda. A Semana da Paixão, realizada entre 23 e 27 de março, no âmbito do Projeto Viva Alcântara – Desenvolvimento Sustentável, reuniu cidadania, fé, cultura, escuta comunitária e desenvolvimento social em um território historicamente marcado por disputas fundiárias, memória coletiva e resistência quilombola. Mais do que uma programação religiosa e cultural, o evento assumiu o significado de uma ação institucional de reparação, pacificação e reconstrução de vínculos.
O texto anexo acrescenta um dado central para a compreensão dessa experiência: em novembro de 2024, a Corte Interamericana de Direitos Humanos proferiu sentença no caso das Comunidades Quilombolas de Alcântara vs. Brasil, responsabilizando o Estado brasileiro por violações que comprometeram o projeto de vida coletivo de numerosas comunidades quilombolas. Nesse cenário, a Semana da Paixão não foi apenas simbólica. Ela se inseriu como parte de um esforço concreto de cumprimento da sentença internacional, por meio de escutas, articulação institucional, regularização documental, promoção de direitos e fortalecimento da legitimidade das instituições junto às comunidades afetadas.
Em Alcântara, portanto, a Justiça foi além da conciliação tradicional. Tornou-se mediadora social de um conflito estrutural, ligando o universo jurídico ao território, à cultura e à dignidade coletiva. A procissão pelas ruas históricas, a missa na Igreja do Carmo, a participação das caixeiras do divino e as referências à Festa do Divino Espírito Santo não foram elementos periféricos. Foram expressões vivas da identidade cultural de um povo, demonstrando que, naquela realidade, direito territorial, memória, religiosidade e pertencimento não podem ser separados.
Nesse quadro, sobressai a atuação do Juiz Federal Hugo Abas Frazão, cuja organização da Semana da Paixão em Alcântara evidenciou que projetos dessa magnitude exigem não só domínio jurídico, mas sensibilidade territorial, capacidade de articulação e leitura humana dos conflitos. Também nessa iniciativa houve a colaboração do advogado Washington Leite Torres, que ajudou a coordenar os trabalhos e a integrar os diversos atores institucionais envolvidos. A presença da AJUFER, de magistrados federais e estaduais, de representantes do sistema de justiça e de autoridades públicas reforçou o caráter plural e cooperativo da ação.
O ponto de unidade entre Caxias e Alcântara está justamente aí. Ambas as experiências revelam que o sistema de justiça pode assumir papel mais amplo do que o de mero solucionador tardio de litígios individuais. Pode funcionar como rede colaborativa de escuta, presença, mediação e reconstrução social. Essa visão, ressaltada no texto anexo, parte da compreensão de que o sujeito de direito não é uma abstração isolada, mas alguém inserido em relações familiares, sociais, econômicas, culturais e institucionais. Quando essas relações se rompem, a exclusão não é apenas jurídica: é humana, comunitária e histórica.
É por isso que Praças de Justiça e Cidadania, Semanas temáticas e outras formas de atuação territorial têm relevância crescente. Elas materializam, no território, aquilo que metas e indicadores nem sempre conseguem expressar: presença estatal efetiva, cuidado com a saúde das relações sociais e solução concreta de conflitos complexos. O que o anexo chama de “redes colaborativas do sistema de justiça” traduz exatamente isso: uma forma de atuação em que Judiciário, Ministério Público, Defensorias, entes federativos e sociedade civil deixam de agir de modo fragmentado e passam a construir respostas conjuntas.
Caxias e Alcântara, cada qual a seu modo, demonstram que esse caminho é viável, necessário e replicável. Em Caxias, a Justiça encontrou a população no espaço público e mostrou eficiência administrativa, capilaridade social e impacto regional. Em Alcântara, a Justiça se aproximou da cultura, da fé, da memória e da luta quilombola, reafirmando que a legitimidade institucional também se constrói pelo respeito à história e à identidade das comunidades.
Essas experiências, conduzidas sob a liderança do Ministro Carlos Brandão e do Desembargador Federal Roberto Veloso, com participação destacada dos Juízes Federais Luiz Régis Bomfim Filho e Hugo Abas Frazão, além da colaboração do advogado Washington Leite Torres, merecem não apenas elogio, mas reflexão. Elas apontam para uma Justiça que não renuncia à técnica, mas a coloca a serviço da vida concreta. Uma Justiça que não abandona a decisão, mas compreende que decidir, muitas vezes, também é escutar, articular, mediar e reconstruir.
O modelo já se expande. Em abril, São Miguel do Guamá, no Pará, receberá nova edição da Praça, com apoio da Coordenadoria dos Juizados Especiais Federais do TRF da 1ª Região. Ali, a Juíza Federal Priscila Garrastazu Xavier lida com conflitos envolvendo direitos de indígenas, quilombolas e ribeirinhos. Entre 12 e 15 de maio, será a vez de Porto Calvo, berço de Calabar, em Alagoas, onde o Ministro Brandão já realizou visita técnica preparatória.
Maranhão, Pará, Alagoas. A rede se espraia e já se projeta como política judiciária nacional.
Quando a Justiça vai à praça, ela não apenas amplia o acesso a serviços. Ela reafirma sua vocação mais alta: a de ser instrumento de cidadania, dignidade e pacificação social.
O deputado Wellington do Curso destacou que a tecnologia assistiva não é um detalhe, é o que garante acesso real à educação
A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou por unanimidade o Projeto de Lei nº 057/25, de autoria do deputado estadual Wellington do Curso, que institui a Política Estadual de Tecnologia Assistiva. A proposta agora segue para sanção do governador.
O projeto tem como objetivo garantir o uso de tecnologias assistivas nas escolas da rede estadual e também em instituições privadas, promovendo a inclusão e assegurando melhores condições de aprendizagem para estudantes com deficiência.
“A tecnologia assistiva não é um detalhe, é o que garante acesso real à educação. Esse projeto é para assegurar que nenhum aluno fique para trás”, destacou o deputado Wellington do Curso.
A iniciativa está alinhada à Constituição Federal, que assegura a educação como direito de todos, e à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), que reforça o acesso à educação em condições de igualdade e sem discriminação.
Entre as diretrizes previstas estão a capacitação contínua de profissionais da educação, o incentivo à pesquisa e à inovação, a realização de diagnósticos nas unidades de ensino e a integração entre áreas como educação, saúde e tecnologia, garantindo um atendimento mais eficiente às necessidades dos alunos.
Com a aprovação, a expectativa é que a nova política contribua para reduzir desigualdades e fortalecer uma educação mais inclusiva, acessível e moderna em todo o Maranhão.
O texto aguarda agora a sanção do Poder Executivo para entrar em vigor.
O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), marcou presença na tradicional Via Sacra do Anjo da Guarda, realizada nas ruas do bairro, na noite desta quinta-feira (2), em São Luís. O espetáculo, promovido pelo Grupo Grita com patrocínio do Governo do Estado, reafirmou sua importância como uma das maiores manifestações culturais e religiosas do Maranhão.
Durante o evento, Orleans Brandão, acompanhado de sua esposa, Fernanda Heluy, destacou a relevância da Via Sacra do Anjo da Guarda para a cultura local.
“Mais uma vez, o espetáculo reuniu um mar de gente nesse grande momento de fé, arte e tradição. Parabéns ao Grupo Grita pelos 50 anos de história e dedicação a esse evento tão grandioso, que é um verdadeiro patrimônio vivo do nosso estado e um exemplo de como a arte pode incluir e transmitir valores importantes para toda a sociedade. Seguimos firmes fortalecendo cada vez mais a cultura do nosso Maranhão”, afirmou Orleans Brandão.
Na edição deste ano, o espetáculo traz como tema “Paixão que Inclui, Arte que Acolhe”, narrativa que vai além da história bíblica da Paixão de Cristo, incorporando também reflexões contemporâneas sobre direitos humanos e desigualdades sociais.
Emocionado em assistir à grandeza do espetáculo, Orleans acompanhou todo o percurso feito pela Via Sacra. “A participação direta dos moradores do bairro mostra a força dessa manifestação cultural, desse trabalho coletivo que fortalece o sentimento de pertencimento de toda a comunidade. Valorizar a Via Sacra do Anjo da Guarda é reconhecer a importância da nossa cultura popular e garantir que essa tradição continue viva para as próximas gerações”, ressaltou.
Considerado o maior espetáculo de teatro comunitário do Maranhão, transformando as ruas do Anjo da Guarda em um grande palco a céu aberto, a encenação é dividida em diversos atos distribuídos em palcos ao longo do bairro, culminando sempre na Praça da Ressurreição.
Evento, a partir das 20h, reunirá PP Júnior e os DJs Zeca Pinheiro, Júnior Katonga, Augusto Júnior e Mauro Blug, que fizeram história nos anos 90 e 2000
DJs que fizeram história no Clubão da Cohab estarão no evento deste sábado (4). no Casarão Beira Dumar
SÃO LUÍS – O Casarão Beira Dumar, na Avenida Beira Mar, será palco, neste sábado (4), às 20h, de uma festa especial em homenagem ao Clubão da Cohab, icônico ponto de encontro de baladeiros de São Luís, especialmente dos bairros Cohab e Cohatrac. O espaço, que marcou a vida noturna da cidade nos anos 90 e 2000, volta a ser lembrado por meio de uma celebração que promete reviver a energia daquela época.
O Clubão da Cohab era conhecido pelos domingos animados, com baladas comandadas por DJs que se tornaram referências na cena local, como Mauro Blug, Fábio Freitas (Fabio Macaco), DJ Sidney e Katonga. Agora, a festa no Casarão trará de volta esse clima, com um repertório especial de flashback, assinado pelos DJs Zeca Pinheiro, Júnior Katonga, Augusto Júnior e Mauro Blug, prometendo embalar os convidados ao som dos clássicos que marcaram gerações.
Além da trilha sonora nostálgica, o evento contará com show ao vivo do cantor Pepê Júnior, reforçando a homenagem a uma época em que o Clubão da Cohab era ponto de encontro e diversão garantida. A expectativa é reunir, principalmente, o público que viveu de perto os domingos históricos do local e agora terá a chance de reviver essas memórias.
“Para muitos, será uma viagem no tempo, lembrando os encontros com amigos, a música que embalava noites inesquecíveis e a energia única que transformou o Clubão da Cohab em um marco da vida noturna de São Luís”, diz Ricardo Fernandes Pororoca, idealizador do evento.
Choquito e Nina estarão na programação de Páscoa do Golden Shopping Calhau neste final de semana
Encerrando a programação alusiva à Páscoa, o Golden Shopping Calhau prepara um fim de semana repleto de diversão para o público infantil e suas famílias. A proposta é oferecer uma experiência lúdica, com atividades temáticas que estimulam a imaginação e garantem momentos de alegria para as crianças.
No sábado (4), a Praça de Eventos 2 será palco da animada “Caça aos Doces”, uma brincadeira interativa em que os pequenos percorrem o shopping em busca de guloseimas, em um circuito divertido e cheio de surpresas. Já no domingo (5), a magia continua com um cortejo especial pelos corredores do shopping, comandado pelos coelhinhos Choquito e Nina, personagens da Paty Produções. A concentração também na Praça 2 de Eventos, reunindo crianças e famílias em um momento de interação e muita animação. Todas as atividades são gratuitas e têm início a partir das 16h.
De acordo com a superintendente do Golden Shopping Calhau, Julianna Buzar, a iniciativa reforça o compromisso do empreendimento em oferecer experiências que vão além das compras. “O Golden Shopping Calhau tem investido constantemente em ações voltadas ao lazer e à diversão das famílias, consolidando-se como um importante ponto de encontro para atividades lúdicas, especialmente para o público infantil. Nosso objetivo é proporcionar momentos especiais, de convivência e encantamento, em um ambiente seguro e acolhedor”, destaca.
Equatorial Maranhão alerta sobre perigos em áreas alagadas e orienta população em casos de cabos de energia partidos
Com a intensificação do período chuvoso, que pode provocar alagamentos, enchentes e fortes ventanias, a Equatorial Maranhão reforça o alerta à população sobre os riscos envolvendo a rede elétrica. Nessas condições, cabos de energia podem ser rompidos em casos de queda de árvores e galhos, descargas atmosféricas e até acidentes de trânsito com postes, situações que representam perigo à segurança da população.
Em áreas externas, como ruas e avenidas, o perigo é ainda maior. A água pode conduzir eletricidade, ampliando a área de risco e aumentando significativamente a possibilidade de choques elétricos. Por isso, ao identificar fios caídos no chão ou cabos rompidos, a orientação é clara: não se aproxime e mantenha distância do local.
Cabos partidos podem permanecer energizados mesmo após a queda, representando um risco invisível. Em períodos chuvosos, esse perigo é potencializado, já que superfícies molhadas facilitam a propagação da corrente elétrica.
Ao se deparar com cabos ao solo, a população deve evitar qualquer tipo de contato e acionar imediatamente a Equatorial Maranhão, por meio da Central 116. Também é importante não tentar remover objetos que estejam sobre os fios e não permitir que outras pessoas e animais se aproximem da área até a chegada das equipes da Distribuidora.
Além disso, durante as chuvas e incidência de raios, evite áreas abertas, como campos, praias, ficar perto de árvores, postes, fiação elétrica e locais alagados.
Respeite a altura das vias: Evite acidentes com a rede elétrica
Ocorrências com a rede elétrica também podem ocorrer por outras causas, como acidentes de trânsito com quebra de postes e o tráfego de veículos acima da altura permitida. No trânsito, a Equatorial Maranhão orienta motoristas a respeitarem a altura regulatória das vias e a redobrarem a atenção com a rede elétrica, principalmente durante chuvas fortes.
O engenheiro de Segurança do Trabalho da Equatorial Maranhão, Maxinard Costa, destaca a importância de acionar imediatamente a Distribuidora em qualquer situação de risco envolvendo cabos de energia.
“Há um perigo invisível nesses casos, pois não é possível saber até onde a energia pode se espalhar, sobretudo em áreas molhadas ou alagadas. A orientação é manter distância do local e acionar imediatamente a Equatorial pela Central 116 ou pelo WhatsApp da Assistente Virtual Clara, no número (98) 2055-0116, informando a ocorrência de risco à vida, para que nossas equipes atuem com agilidade”, alertou.
Movimento “VC+ Seguro”
Essas orientações fazem parte do movimento “VC+ Seguro”, iniciativa da Equatorial Maranhão que promove a conscientização sobre o uso seguro da energia elétrica e reforça o compromisso da Distribuidora com a segurança e o bem-estar da população, especialmente em períodos de maior vulnerabilidade, como o cenário de chuvas intensas.
A Equatorial Maranhão reforça ainda que, ao presenciar uma pessoa vítima de choque elétrico, jamais tente tocá-la.
A orientação é acionar imediatamente os serviços de emergência pelo 193 (Corpo de Bombeiros) ou 192 (SAMU).
Em ocorrências em vias públicas, a Distribuidora também deve ser imediatamente comunicada pela Central 116, para que todas as medidas de segurança sejam adotadas.
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