Roberto Rocha chama de indigna tentativa de Flávio Dino de indispor senadores com prefeitos

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Roberto Rocha condenou destempero incivilizado e orquestrado entre o Governo e a mídia de aluguel na questão das emendas

Em nota, o senador Roberto Rocha (PSDB) classificou como indignada a atitude do governador Flávio Dino (PCdoB) de tentar indispor senadores com prefeitos maranhenses, atribuindo a ele e aos colegas Edison Lobão e João Alberto de Souza a culpa pelo não repasse emendas para a saúde nos municípios.

Rocha disse que é “é grotesco que o chefe do Executivo vocifere publicamente como se o recurso estivesse sendo retirado dos cofres estaduais”.

O senador tucano mencionou ações em favor das cidades maranhenses, como as audiências que viabilizou entre o ministro das Cidades, Bruno Araújo, e prefeitos da Região Tocantina em busca de soluções para os graves problemas que enfrentam os gestores municipais.

Roberto Rocha disse que foi surpreendido, ao retornar a Brasília, pelo destempero incivilizado e orquestrado entre o governo e a mídia de aluguel, com o propósito de desqualificar quem, com muito esforço, dedica-se à honrosa missão de representar o Estado. Segue a nota, na íntegra:

É indigna a posição do governador ao tentar indispor a bancada de senadores com os prefeitos do Maranhão.

Afronta o bom senso e degrada as regras básicas da convivência política sugerir que os representantes do Estado na Câmara Alta estejam contra a saúde da população.

As emendas parlamentares, como bem diz o nome, são prerrogativas dos deputados e senadores do Maranhão. Cabe a eles, e somente a eles, decidir o destino das emendas. É grotesco que o chefe do Executivo vocifere publicamente como se o recurso estivesse sendo retirado dos cofres estaduais. O que está em discussão é o orçamento da União, e não do Estado. Por acaso, em algum momento o governador convidou deputados federais e senadores para discutir o orçamento estadual?

Hoje mesmo, cumpri extensa agenda iniciada pela manhã em São Paulo, com o governador Geraldo Alckmin, e acertamos sua participação no dia 11/11, em Imperatriz, no nosso Seminário de Revitalização dos Rios Maranhenses e suas Nascentes. Na oportunidade, debateremos a crise hídrica do Rio Tocantins.

Em seguida, com o ministro Bruno Araújo, das Cidades, estive em Buriticupu entregando casas e Imperatriz, onde promovi o encontro do ministro com diversos prefeitos da região, em busca de soluções para os graves problemas que enfrentam os gestores municipais.

Voltei à noite para Brasília exatamente para equacionar, na sexta-feira, a questão das emendas, com diálogo e responsabilidade. Infelizmente fui surpreendido, na volta, pelo destempero incivilizado e orquestrado entre o Governo e a mídia de aluguel, com o propósito de desqualificar quem, com muito esforço, dedica-se à honrosa missão de representar o Estado.

Faço política aproximando pessoas, estreitando a distância entre os problemas e suas soluções. Com gestos e ações efetivas, e não com fanfarras retóricas para intrigar a população com seus representantes.

Roberto Rocha

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Música, dança e esporte no Golden Shopping

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No fim de semana de 20 a 22 de outubro, o Golden Shopping Calhau estará ainda mais movimentado com show musical e apresentações de dança, além de atividades esportivas. Stanley e Cristian fazem a “Sextaneja” a partir das 19h do dia 20.

No dia 21 tem a Mostra do Studium Maranhense de Dança e no dia 22, Dança do Ventre das 18h às 20h.

Entre as atividades esportivas, dias 20 e 21 tem curso de Katame no Kata até as 22h; e no domingo, dia 22, centenas de ciclistas se concentram às 8h no Golden para a corrida Pedala São Luís 2017 em parceria com o Sistema Mirante.

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Vilson Dias sai em defesa dos brasileiros profissionais da construção civil

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Vilson Dias conclama as entidades de classe para a se posicionaram contra o projeto de lei.

O candidato a presidência do Crea/Ma, Vilson Dias“Crea Legal 113”, vêm se manifestar em relação ao Projeto de lei que abre o mercado da construção civil-imobiliário e de infraestrutura para estrangeiros. O Governo Federal enviará ao Congresso Nacional um projeto de lei para abrir o mercado de construção civil-imobiliário e de infraestrutura para estrangeiros.

Vilson Dias, ressalta que essa “abertura” do mercado brasileiro à mão de obra estrangeira será feita de forma indiscriminada; Considerando, ainda, levantamento feito pelo DIEESE que mostra que, entre 2014 a 2017, foram demitidos 50.433 engenheiros em todo o Brasil.

“Como profissional de engenharia e candidato à presidência do CREA/MA, não posso deixar de afirmar que o referido projeto de lei é um equívoco em sua integralidade”, destaca Vilson Dias.

O futuro presidente do Crea/MA, explica que com tantos profissionais brasileiros desempregados, tal projeto representa uma afronta não só aos profissionais como a engenharia nacional. “Na tentativa de defender a seriedade de nossa profissão, bem como respeito e a valorização cabível a esta, conclamo as entidades de classe, o CREA-MA, o CONFEA, os deputados federais e senadores da bancada maranhense a se posicionarem contrariamente a tal projeto e tomarem as providências que lhes couber em resistência a este, por ser, frise-se, prejudicial à engenharia nacional”, finaliza.

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Sociedade Maranhense de Direitos Humanos repudia mortes com envolvimento de policiais

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Gaiolão da Delegacia de Barra do Corda, onde o empresário Francisco Edinei Lima morreu

Em nota, a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) repudia as sucessivas mortes violentas praticadas por policiais ou com envolvimento destes no estado. A instituição chama de equivocado o modelo de segurança pública ora vigente no Maranhão e menciona levantamento que aponta a polícia local como uma das que mais mata no Brasil.

A SMDH menciona quatro mortes violentas ocorridas recentemente, com envolvimento de integrantes das forças policiais. Uma delas foi do empresário  Francisco Edinei Lima Silva, 40 anos, que morreu dentro de uma jaula, onde foi preso provisoriamente em condições subumanas. Cita ainda as mortes de um jovem no Centro Histórico, de um servidor público federal na Avenida Litorânea e de um homem em Imperatriz. Nesses três últimos casos, os assassinos foram policiais. Segue a nota, na íntegra:

A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) manifesta seu repúdio e sua indignação diante das seguidas mortes ocorridas no Estado do Maranhão, motivadas por um modelo de Segurança Pública e de Justiça Criminal profundamente equivocado.

A primeira morte ocorreu no município de Barra do Corda em 09.10.2017 e teve como vítima Francisco Edinei Lima Silva, 40 anos, preso provisório, sem antecedentes criminais, morto em decorrência de péssimas condições prisionais na Unidade Prisional de Barra do Carda, onde uma de suas celas é conhecida como “gaiolão”, caracterizada como espaço a céu aberto, sem fornecimento de água e banheiro, destinada a presos provisórios (ou mais propriamente para infligir castigos). Celas como a referida também são usadas em outras unidades, como em Pindaré-Mirim, Grajaú e Icatu.

A segunda vítima se trata de Jamilson Machado Pereira, confundido com um criminoso e morto por um disparo de policial civil, na madrugada do sábado, dia 7 de outubro, no Centro Histórico de São Luís.

A terceira vítima foi Ademar Moreira Gonçalves, 37 anos, servidor público do Ibama, executado na Avenida Litorânea, em São Luís – MA por um policial civil, cuja identidade não foi revelada, o qual se apresentou à Superintendência da Delegacia de Homicídios alegando ter atirado na vítima porque suspeitava que seu carro estava sendo furtado, no dia 14 de outubro.

A quarta vítima foi Tarcísio Mota Miranda, executado a tiros em Imperatriz, no dia 15.10.2017, pelo Policial Militar do 3º Batalhão de Imperatriz Cândido Neto Vieira em circunstâncias ainda não elucidadas.

Em todos os casos, percebe-se a participação direta de agentes públicos na morte de civis. De acordo com o levantamento de mortes violentas produzidos pela SMDH o estado do Maranhão, nos últimos 4 anos, foi responsável por mais de 80 mortes em suas unidades prisionais, caracterizadas pela superlotação, falta de estrutura das unidades prisionais, péssimas condições sanitárias e de saúde.

O estado do Maranhão apresenta, também, elevada taxa de encarceramento, destinada sobretudo aos mais pobres e aos negros, vitimizados pela espetacularização de suas prisões, mesmo que de forma provisória.

Ademais, o Estado do Maranhão é o 7º colocado no Ranking Nacional de Letalidade Policial, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2016. É uma das polícias que mais mata no Brasil.

Diante desses fatos, a SMDH clama pela rigorosa apuração das três mortes ocorridas e pela responsabilização dos seus autores, bem como pela imediata interdição, pelo Governo do Maranhão, de todas as unidades prisionais dotadas de celas tipo “gaiolão”, por se tratar de gravíssima violação aos direitos humanos das pessoas privadas de liberdade, numa clara afronta aos ditames estabelecidos pela Constituição Federal, pela Lei de Execução Penal e pelas normas internacionais de Direitos Humanos.

A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos defende um modelo de Segurança Pública e Justiça Criminal assentado na participação democrática, no desencarceramento, no combate ao racismo, no combate à letalidade e desmilitarização das policias.

São Luís do Maranhão, 17 de outubro de 2017
Sociedade Maranhense de Direitos Humanos

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TRE condena prefeito de Mirinzal por uso de templo religioso na campanha de 2016

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Jadilson foi condenado a pagar multa de R$ 4 mil por propaganda eleitoral em culto religioso durante a campanha

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) confirmou a sentença do Juízo Eleitoral de Guimarães que condenou o prefeito de Mirinzal, Jadilson Coelho, por uso de templo religioso na campanha do ano passado.

A sentença do juízo da 30ª Zona Eleitoral julgou procedente a Representação ajuizada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e condenou Jadilson a multa no valor de R$ 4 mil por entender que houve realização de propaganda eleitoral em culto religioso durante a campanha, cujo templo é bem equiparado a de uso comum do povo.

Influência religiosa

O uso da influência religiosa na campanha de 2016 pelo candidato Jadilson, intitulado por muitos como “o candidato de Deus” se propagou com muita intensidade.

O fato culminou em um culto realizado no anexo da igreja Assembleia de Deus (Anexo Pastor Teles), onde o então candidato foi apresentado aos seguidores daquela denominação como o candidato e posteriormente prefeito de Mirinzal.

A decisão

A condenação em primeira instância foi recorrida por Jadilson, alegando que foi falado apenas “genericamente” do processo eleitoral de 2016. Segundo a defesa do prefeito, lá não foram distribuídos materiais de campanha, não houve divulgação de plataformas políticas, não pediu votos expressamente nem falou mal de seu adversário.

A argumentação não foi convincente e os desembargadores do TRE acordaram pelo acolhimento da condenação e negar provimento ao recurso interposto por Jadilson.

Falando nisso

A importância dessa decisão não se dá só pela aplicação da multa a Jadilson, mas pelo reconhecimento de que houveram abusos que influenciaram a vontade do eleitor no pleito municipal de 2016 e, nesse caso em especial, a decisão do TRE influenciará nos fatos da Ação de Investigação Judicial Eleitoral que culminou na cassação do até então prefeito, Jadilson Coelho, e do seu vice, Derson Ribeiro.

Isso se dá pelo fato de que uma das teses do processo de anulação das eleições é o abuso do poder religioso, agora confirmado pelo TRE no processo em que o MP requereu a aplicação de multa.

Cassação

O Portal AtéHoje publicou com exclusividade a cassação de Jadilson e Derson ocorrida em 29 de junho deste ano, por decisão do juiz de Guimarães, José Jorge Figueiredo dos Anjos Júnior (relembre aqui). Devido a mudanças na legislação eleitoral, ambos permanecerem provisoriamente no cargo para recorrerem ao TRE, onde o processo encontra-se, atualmente, em vias de ser julgado.

Fonte: atehoje.com

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No Dia do Médico, Wellington pede criação de cursos de Mecina na Uema em São Luís e na UemaSul

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Ao fazer alusão ao dia do médico celebrado hoje (18), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) voltou a cobrar articulação de ações que viabilizem a criação do curso de Medicina nos polos da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) de São Luís e Imperatriz. A solicitação do deputado Wellington já foi feita formalizada na Assembleia e encaminhada ao Governador do Estado e ao Reitor da instituição, solicitando que adotem providências, no sentido de viabilizar junto ao Ministério da Educação a criação do curso de Medicina nos campi já citados.

Se aceita a solicitação, o curso de Medicina terá o desenvolvimento de vários acadêmicos da região, tendo em vista a demanda por vagas existente.

“Hoje é o dia do médico e ao parabenizar aproveitamos também para agradecer aos profissionais de todas especialidades pelo cuidado com o nosso bem maior: a vida. Nós somos cientes da demanda da população quanto à necessidade de assistência e tratamento hospitalar. O médico é um profissional indispensável e, por isso, defendemos a necessidade de se ampliar as vagas em tal curso. No Maranhão, a Universidade Estadual dispõe somente de um campus em todo o estado que oferece o curso de Medicina, o campus de Caxias. Paralelo a isso, observa-se um dado preocupante que é o baixo percentual de médicos por habitantes. Nesse sentido, a ampliação do número de campis que oferecem o curso de Medicina irá contribuir substancialmente com o número de médicos formados e assim diminuir o déficit de médicos que hoje assola o estado.”, disse Wellington.

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Flávio Dino faz propaganda da saúde com obras realizadas por Ricardo Murad

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Sem ter obras a mostrar na saúde, Flávio Dino tenta se apropriar do legado deixado pelo governo anterior

Propaganda do governo Flávio Dino (PCdoB) tenta fazer crer que hospitais construídos em municípios do interior são obras da gestão da comunista. Trata-se de uma tentativa descarada do atual gestor de apropriar-se do legado deixado pelo ex-secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, mentor e executor do programa “Saúde é Vida”, ação revolucionária e um marco na história da administração pública no Maranhão.

A mídia paga a peso de ouro por Flávio Dino enumera os hospitais de Pinheiro, Caxias, Santa Inês, Bacabal, Imperatriz e Balsas como tendo sido construídos pelos comunistas, versão desmentida categoricamente pelos fatos. Em quase três anos de mandato, Dino apenas deu continuidade a projetos na área de saúde que já encontrou orçados, licitados e com execução já em andamento.

O que se vê na propaganda governista é a tentativa desesperada de Flávio Dino de passar ao povo a impressão de que tem feito obras de impacto e significados. Pura ficção, produto da sua máquina midiática, a cada dia mais aparelhada para iludir a população, com objetivos meramente eleitoreiros.

Na verdade, o que os comunistas fazem é apenas pegar carona em realizações da gestão anterior, que esbanjou competência, enquanto o governador e seus aliados destilam ódio, perseguem adversário e são pilhados, dia após dia, em atos de improbidade. Assista ao vídeo:

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Deputado Wellington repercute insatisfação de policiais civis contra caos na segurança pública

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Wellington fez coro com os policiais civis, que denunciam falta de condições de trabalho e até risco à integridade física

Descaso: é com essa palavra que podemos resumir o tratamento que o governador Flávio Dino (PCdoB) tem dado à Polícia Civil do Estado do Maranhão. Como se não bastasse a falta de estrutura, baixo efetivo e péssimas condições de trabalho, o Maranhão ainda foi destaque em nível nacional nos noticiários devido às condições das Delegacias de Polícia na capital e no interior do Estado.

Há uma série de ilegalidades dentro do Sistema de Segurança Pública, a começar pela custódia ilegal de presos, situação rotineira, que prejudica consideravelmente o trabalho das investigações em curso. Além disso, as condições das delegacias são totalmente insalubres e sem nenhuma segurança, como podemos acompanhar nos meios de comunicação, exibindo verdadeiras “jaulas” para custodiar presos, tratamento desumano e além disso tem gerado um risco iminente de fuga e danos à coletividade e _a integridade física da categoria de Policiais Civis e Agentes Penitenciários.

“Dezenas de Municipios maranhenses sequer possuem delegacias e delegados, dificultando o trabalho da polícia judiciária na elucidação de crimes. Serviços como registros de boletins de ocorrências não podem ser realizados devido à falta de profissionais e delegacias. As delegacias que existem no interior do Estado geralmente estão instaladas em prédios sem nenhuma estrutura, cedidos pelas prefeituras, ou mesmo prédios alugados. Também não há viaturas suficientes, valorização profissional e ainda contamos com um dos piores efetivos do país”, desabafou um delegado.

Situações como a “jaula” em Barra do Corda e o despejo na Delegacia de Peritoró são comuns e rotineiras em todo o Estado.

“O Governo do Estado ilude a população Maranhense com propagandas para mascarar a real situação da Segurança Pública, pois não há investimento eficiente na área. Não adianta tentar enganar a população com marketing, a realidade do Maranhão é bem diferente do que é mostrado pelo Governo. Podemos constatar a indignação dos Policiais Civis espalhadas pela capital e não podemos admitir que uma instituição tão importante como essa se encontre nessa situação de caos e abandono. É preciso que haja uma reestruturação imediata na Polícia Civil, tanto nas condições de trabalho, quanto no número de profissionais que integram esta classe. O concurso para a área e a melhoria nas condições de trabalho é urgente. Assim como os policiais civis questionam em uma campanha publicitária: estamos do mesmo lado, o lado da população. E o governo do Estado, de que lado está?” Disse Wellington.

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Coach Adriana Carvalho ministrará palestra show com renda revertida para tratamento do câncer de mama

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Evento acontecerá no Teatro da Cidade e os ingressos podem ser encontrados no Carrinho Solidário (entrada da Praça de Alimentação do Shopping da Ilha), na Fundação Antonio Dino e na loja Camarim

A coach Adriana Carvalho irá ministrar a palestra show “Marketing para Mulheres – Prevenção é um Poder Valioso”, em prol do Hospital do Câncer Aldenora Bello, no próximo dia 19, às 19h, no Teatro da Cidade. Os ingressos podem ser encontrados no Carrinho Solidário, que fica na entrada da Praça de Alimentação do Shopping da Ilha, na Fundação Antonio Dino e na loja Camarim.

Adriana está doando essa ação a fim de que mais e mais mulheres carentes, pacientes do Hospital do Câncer Aldenora Bello, possam ser beneficiadas com a reconstrução mamária.

“Acredito realmente na máxima de que ‘Juntos somos mais fortes’, assim gostaria de reunir o máximo de pessoas nessa causa, e estamos usando o outubro rosa para essa sensibilização, disse Adriana. Adriana Carvalho é coach, tem certificação como palestrante pelo Instituto Gente-Roberto Shinyashiki, e entre outros treinamentos, Formação em PNL pela Sociedade Brasileira de PNL.

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Adriano Sarney vota contra o “Mais Juros”

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Adriano alerta que o o governo comunista vai pagar mais juros e deixar o grosso da dívida para quem o suceder no Palácio dos Leões

“Estão querendo deixar essa dívida para a próxima governadora”, disse o deputado Adriano Sarney (PV), ao defender o seu voto contrário ao Projeto de Lei Nº 213/2017 que vai permitir ao governo Flávio Dino (PCdoB) renegociar as operações de crédito firmadas com recursos do empréstimo do BNDES, projeto que também está sendo chamado pela oposição de “Programa Mais Juros”, votado nesta quarta-feira (18), na Assembleia.

Segundo Adriano, a proposta do governo comunista, que chega ao fim do mandato em 2018, é alongar o pagamento dos juros (carência) da dívida para 48 meses, além de aumentar o prazo das parcelas (amortização) para 72 meses, ou seja, o governo atual vai pagar mais juros e deixar o grosso da dívida para quem o suceder no Palácio dos Leões.

“A governadora Roseana Sarney deixou para o governo comunista R$ 2,5 bilhões firmados com o BNDES, esse recurso que Flávio Dino está torrando com asfalto de péssima qualidade pelo Estado, tentando a sua reeleição. E agora, em vez de pagar, ele quer deixar para a próxima governadora a dívida de hoje. Isto é um absurdo. Nós já tivemos o “Mais Assalto”, o “Mais Impostos” e agora o “Mais Juros””, resumiu o parlamentar.

Assista ao discurso em que Adriano Sarney justifica seu voto contra o “Mais Juros”:

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