Colapso no transporte: empresas Rei de França e Grapiúna deixam de operar e afetam nove linhas na Grande São Luís

Por: Daniel Matos • 14 de abril de 2026 • 0 comentários

Fim da operação das duas empresas foi anunciada anunciada durante audiência pública realizada na Vara de Direitos Difusos e Coletivos de São Luís

Diante de um cenário de forte crise financeira e na iminência de falência, as empresas Rei de França e Grapiúna deixaram de operar linhas do transporte semiurbano em São Luís e nos demais municípios da Região Metropolitana.

A paralisação atinge diretamente nove linhas, impactando milhares de passageiros que dependem diariamente do serviço. A situação foi anunciada durante audiência pública realizada na tarde desta terça-feira (14), na Vara de Direitos Difusos e Coletivos de São Luís. Segundo informações apresentadas na audiência, houve diversas tentativas de solução conduzidas pelo juiz titular da Vara, Douglas Martins.

Com mais de 25 anos de atuação, o grupo — que reúne as duas empresas — vinha enfrentando dificuldades crescentes para manter a operação, em meio ao aumento dos custos, como combustível e manutenção, além da defasagem tarifária e atrasos em repasses de subsídios pela Prefeitura de São Luís.

Desemprego

Atualmente, todo, 110 funcionários em operação são diretamente afetados pela interrupção das atividades, o que amplia o impacto social da crise no setor. Trabalhadores relatam incertezas quanto ao pagamento de salários e à manutenção dos empregos.

O fechamento das empresas agrava a já delicada situação do transporte público na capital maranhense, que vem sendo alvo de debates entre autoridades, empresários e representantes dos trabalhadores. A expectativa é de que medidas emergenciais sejam adotadas para garantir a continuidade do serviço nas linhas afetadas e minimizar os prejuízos à população.

Até o momento, órgãos competentes e gestores públicos não detalharam como será feita a substituição das operações nem o prazo para a normalização do atendimento nas regiões atingidas. Enquanto isso, usuários enfrentam dificuldades e buscam alternativas para se deslocar.


Wanderley Andrade vai comandar noite de clássicos e nostalgia no Beira Dumar

Por: Evandro Junior • 14 de abril de 2026 • 0 comentários

Wanderley Andrade fará show no Casarão Beira Dumar

São Luís – O cantor Wanderley Andrade será a grande atração deste sábado (18), no Casarão Beira Dumar, localizado na Avenida Beira-Mar. O evento, que começa a partir das 20h, promete reunir um grande público em uma noite marcada por nostalgia, emoção e muita animação.

Conhecido por sua energia contagiante e forte presença de palco, Wanderley Andrade preparou um show exclusivo para a ocasião, interpretando clássicos de dois ícones da música brasileira: Reginaldo Rossi, o eterno “Rei do Brega”, e Raul Seixas, um dos maiores nomes do rock nacional. A proposta é levar o público a uma verdadeira viagem musical, misturando romantismo e irreverência em interpretações marcantes.

A programação da noite contará ainda com a participação de outros dois talentos. O cantor Jamilson Jackson sobe ao palco com um repertório especial em homenagem ao Rei do Pop, Michael Jackson, prometendo encantar com performance e figurino característicos. Já Fabiana Alves será responsável por embalar o público ao som de muita seresta, garantindo momentos de romantismo e interação.

Sob o comando do produtor cultural Ricardo Fernandes, o Casarão Beira Dumar vem se consolidando como um dos espaços mais prestigiados da cena cultural de São Luís. O local é conhecido por sua estrutura acolhedora, vista privilegiada para a Baía de São Marcos e uma programação diversificada que valoriza artistas regionais e nacionais.

Esta não é a primeira vez que Wanderley Andrade se apresenta no espaço. Todas as suas passagens pelo Casarão são marcadas por casa cheia e grande entusiasmo do público. A expectativa para este sábado é de mais uma noite memorável, reafirmando o sucesso do artista e a força do Casarão Beira Dumar como ponto de encontro da música e da cultura na capital maranhense.


Brado e Alcoa viabilizam operação logística multimodal que reduz emissões e fortalece o corredor logístico nacional

Por: Daniel Matos • 14 de abril de 2026 • 0 comentários

A operação entre o Maranhão e a região Sudeste amplia a eficiência logística, melhora a previsibilidade e estabelece um novo padrão para o transporte de metais no Brasil

A iniciativa teve início ainda em julho de 2025, quando a nova rota multimodal foi inaugurada. Desde então, foram realizadas 13 viagens, que movimentaram 884 contêineres e 22,5 toneladas mil toneladas de produtos

A Brado Logística, líder nacional em serviços de logística multimodal, e a Alcoa, líder global na produção de bauxita, alumina e alumínio, estão implementando uma nova operação multimodal para o transporte de lingotes de alumínio da Alcoa produzidos na Alumar, consórcio gerenciado pela empresa no Maranhão, para clientes da Alcoa no estado de São Paulo. A operação integra os modais rodoviário e ferroviário, tendo a Ferrovia Norte-Sul como eixo principal, conectando Davinópolis (MA) a Sumaré (SP) ao longo de mais de 2.700 quilômetros, a mais longa operação ferroviária contínua dedicada ao abastecimento industrial regular no país.

Com esse projeto, a iniciativa amplia o uso do transporte ferroviário para cargas industriais de maior valor agregado e consolida um corredor multimodal com maior previsibilidade operacional, menor intensidade de carbono e ganhos de eficiência sistêmica. A iniciativa teve início ainda em julho de 2025, quando a nova rota multimodal foi inaugurada. Desde então, foram realizadas 13 viagens, que movimentaram 884 contêineres e 22,5 toneladas mil toneladas de produtos, consolidando parâmetros operacionais, modelagens e ganhos logísticos para a formalização do contrato agora anunciado.

“Operações como essa mostram como a multimodalidade é decisiva para destravar competitividade no Brasil. Ao unir ferrovia e rodovia de forma integrada, conseguimos oferecer uma logística mais eficiente, segura e sustentável, alinhada às demandas industriais e a necessidade de soluções com previsibilidade operacional e menor impacto ambiental possível”, destaca Luciano Johnsson, CEO da Brado.

Mais do que uma simples adição de modal, a operação comprova a viabilidade de estabelecer corredores ferroviários regulares para cadeias de suprimentos industriais complexas, tradicionalmente sensíveis a atrasos, questões de segurança, interrupções no fornecimento e volatilidade tarifária.

“O modelo logístico representa um avanço estrutural na forma como o alumínio é transportado por longas distâncias no Brasil. Isso contribui para um transporte de cargas com menores emissões, rigorosos padrões de segurança e maior eficiência ao longo de toda a cadeia de valor, ao mesmo tempo em que fortalece a resiliência e a competitividade de nossos negócios”, afirma Mateus Tiraboschi, vice-presidente global de Compras e Transporte da Alcoa.

Competitividade industrial e agenda logística

O desenho operacional integra a capacidade e a previsibilidade da ferrovia em longas distâncias com a flexibilidade do transporte rodoviário nos trechos iniciais e finais da operação. Os lingotes, com peso médio de 1,1 toneladas por unidade, exigem rigorosos padrões de embalagem, rastreabilidade e segurança, além de planejamento antecipado para a ocupação de contêineres e a gestão dos terminais.

O percurso logístico tem início em São Luís (MA), segue para Davinópolis (MA), percorre a Ferrovia Norte-Sul até Sumaré (SP) e, a partir daí, abastece clientes industriais em São Paulo e Minas Gerais. Esse modelo busca mitigar riscos operacionais, reduzir a volatilidade nos prazos de entrega e fortalecer a resiliência das cadeias produtivas, atributos cada vez mais determinantes nas decisões de investimento industrial.

Nesse modelo logístico, a dimensão ambiental é tratada como um fator estratégico. Além do ganho operacional, a parceria reforça o avanço de soluções sustentáveis no transporte de cargas no país. Apenas no segundo semestre de 2025, a adoção da ferrovia na rota da Alcoa reduziu mais de 5 mil toneladas de CO₂ quando comparada ao transporte rodoviário. A estimativa considera a massa transportada, a distância percorrida e o fator emissões por modal, refletindo um benefício ambiental relevante.

Sobre a Brado

A Brado é referência nacional em serviços de logística multimodal. Tem estrutura própria composta por 22 locomotivas, cerca de 5 mil contêineres e mil vagões, equipamentos, armazéns e terminais, complementadas por meio de parcerias estratégicas nos principais centros de consumo do país. Com atuação cada vez mais adaptada às necessidades do mercado de importação, exportação e mercado interno, a empresa preza pela excelência na movimentação de contêineres no Brasil, focada na integração multimodal.

Sobre a Alcoa Brasil

Referência mundial na produção de bauxita, alumina e alumínio, a Alcoa foi construída sobre uma base de valores sólidos dedicados ao desenvolvimento compartilhado e sustentável. A empresa adota as melhores práticas de inovação para trabalhar com eficiência, segurança e responsabilidade, fortalecendo as comunidades das regiões em que atua. No Brasil são três unidades produtivas: Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA); dois escritórios: São Paulo (SP) e Poços de Caldas (MG); e participação acionária em quatro usinas hidrelétricas: Machadinho, Barra Grande, Serra do Facão e Estreito. Com 10 mil colaboradores, diretos e indiretos, a Alcoa segue impulsionada por valores como “agir com integridade”, “trabalhar com excelência”, “cuidar das pessoas” e “liderar com coragem” para unir excelência operacional, desempenho econômico, impacto social e proteção ambiental na construção de um futuro melhor.


Brado e Alcoa viabilizam operação logística multimodal que reduz emissões e fortalece corredor logístico nacional

Por: Evandro Junior • 14 de abril de 2026 • 0 comentários

Operação entre o Maranhão e a região Sudeste amplia a eficiência logística, melhora a previsibilidade e estabelece um novo padrão para o transporte de metais no Brasil

São Luís – A Brado Logística, líder nacional em serviços de logística multimodal, e a Alcoa, líder global na produção de bauxita, alumina e alumínio, estão implementando uma nova operação multimodal para o transporte de lingotes de alumínio da Alcoa produzidos na Alumar, consórcio gerenciado pela empresa no Maranhão, para clientes da Alcoa no estado de São Paulo. A operação integra os modais rodoviário e ferroviário, tendo a Ferrovia Norte-Sul como eixo principal, conectando Davinópolis (MA) a Sumaré (SP) ao longo de mais de 2.700 quilômetros, a mais longa operação ferroviária contínua dedicada ao abastecimento industrial regular no país.

Com esse projeto, a iniciativa amplia o uso do transporte ferroviário para cargas industriais de maior valor agregado e consolida um corredor multimodal com maior previsibilidade operacional, menor intensidade de carbono e ganhos de eficiência sistêmica. A iniciativa teve início ainda em julho de 2025, quando a nova rota multimodal foi inaugurada. Desde então, foram realizadas 13 viagens, que movimentaram 884 contêineres e 22,5 toneladas mil toneladas de produtos, consolidando parâmetros operacionais, modelagens e ganhos logísticos para a formalização do contrato agora anunciado.

“Operações como essa mostram como a multimodalidade é decisiva para destravar competitividade no Brasil. Ao unir ferrovia e rodovia de forma integrada, conseguimos oferecer uma logística mais eficiente, segura e sustentável, alinhada às demandas industriais e a necessidade de soluções com previsibilidade operacional e menor impacto ambiental possível”, destaca Luciano Johnsson, CEO da Brado.

Mais do que uma simples adição de modal, a operação comprova a viabilidade de estabelecer corredores ferroviários regulares para cadeias de suprimentos industriais complexas, tradicionalmente sensíveis a atrasos, questões de segurança, interrupções no fornecimento e volatilidade tarifária.

“O modelo logístico representa um avanço estrutural na forma como o alumínio é transportado por longas distâncias no Brasil. Isso contribui para um transporte de cargas com menores emissões, rigorosos padrões de segurança e maior eficiência ao longo de toda a cadeia de valor, ao mesmo tempo em que fortalece a resiliência e a competitividade de nossos negócios”, afirma Mateus Tiraboschi, vice-presidente global de Compras e Transporte da Alcoa.

Competitividade industrial e agenda logística

O desenho operacional integra a capacidade e a previsibilidade da ferrovia em longas distâncias com a flexibilidade do transporte rodoviário nos trechos iniciais e finais da operação. Os lingotes, com peso médio de 1,1 toneladas por unidade, exigem rigorosos padrões de embalagem, rastreabilidade e segurança, além de planejamento antecipado para a ocupação de contêineres e a gestão dos terminais.

O percurso logístico tem início em São Luís (MA), segue para Davinópolis (MA), percorre a Ferrovia Norte-Sul até Sumaré (SP) e, a partir daí, abastece clientes industriais em São Paulo e Minas Gerais. Esse modelo busca mitigar riscos operacionais, reduzir a volatilidade nos prazos de entrega e fortalecer a resiliência das cadeias produtivas, atributos cada vez mais determinantes nas decisões de investimento industrial.

Nesse modelo logístico, a dimensão ambiental é tratada como um fator estratégico. Além do ganho operacional, a parceria reforça o avanço de soluções sustentáveis no transporte de cargas no país. Apenas no segundo semestre de 2025, a adoção da ferrovia na rota da Alcoa reduziu mais de 5 mil toneladas de CO₂ quando comparada ao transporte rodoviário. A estimativa considera a massa transportada, a distância percorrida e o fator emissões por modal, refletindo um benefício ambiental relevante.


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