Orleans destaca força das parcerias ao entregar obras em Açailândia

Por: Daniel Matos • 11 de janeiro de 2026 • 0 comentários

O secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, acompanhou o governador Carlos Brandão e o prefeito Dr. Benjamin na entrega de obras e serviços estaduais em Açailândia

Em mais uma agenda de trabalho em Açailândia, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, acompanhou neste sábado (10) o governador Carlos Brandão e o prefeito Dr. Benjamin na entrega de obras e serviços estaduais que comprovam a importância da parceria com o Governo do Estado para o desenvolvimento dos municípios.

“Tudo o que foi prometido há um ano está sendo cumprido: Açailândia já recebeu ambulância, viatura, cinco quilômetros de pavimentação entregues hoje e mais 10 quilômetros estão chegando. A segunda etapa do Hospital Regional já foi entregue e a tão sonhada UPA será inaugurada no próximo dia 6 de fevereiro. Todos os municípios têm obra do Governo mais municipalista que o estado já viu. E a população de Acailândia está vendo o quanto temos trabalhado em parceria com o prefeito Benjamin, que tem ido buscar recursos para desenvolver a cidade. As obras estão acontecendo, saindo do papel, transformando sonhos em realidade”, enfatizou Orleans Brandão.

O governo estadual e a Prefeitura de Açailândia entregaram a reforma da Quadra Poliesportiva Cândido Belarmino de Sousa

À população de Açailândia foram entregues a reforma da Quadra Poliesportiva Cândido Belarmino de Sousa, no bairro Plano da Serra, e 5 km de pavimentação asfáltica no bairro Nova Açailândia II, além dos veículos do programa Coopera Maranhão doados para as secretarias municipais de Educação e Assistência Social, e para a Câmara Municipal. A comitiva ainda visitou a obra de construção da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), no residencial Tropical, e o local destinado à implantação do Serviço de Oncologia no município.

Autoridades percorrem trecho que recebeu pavimentação asfáltica no bairro Nova Açailândia II

“Nossa cidade está se desenvolvendo porque temos essa grande parceria com o Governo do Estado. E Orleans é realmente um parceiro que quer desenvolver os municípios, cada um com as suas características e necessidades. E Açailândia tem recebido grandes obras como a nossa tão sonhada UPA, que vai dar melhores condições de atendimento à população e de trabalho para os funcionários”, declarou o prefeito Benjamin.


ARTIGO - Lula e Brandão unidos pelo Maranhão

Por: Daniel Matos • 11 de janeiro de 2026 • 0 comentários

Por Marlon Botão, ex-secretário de Cultura de São Luís, marqueteiro e militante político há mais de 40 anos

Marlon Botão ressalta que não há subordinação na relação entre o governo Brandão e o Governo Federal, mas sim convergência política e institucional

Nos últimos meses, setores da oposição têm insistido em construir a narrativa de que o governador Carlos Brandão estaria politicamente fragilizado ou condicionado a uma suposta autorização do presidente Lula para conduzir os rumos do Maranhão. Essa tentativa de enquadramento ignora o essencial: a relação entre Lula e Brandão não nasce agora, nem se sustenta por conveniências eleitorais. Ela foi construída desde o início do atual governo estadual, com base em confiança política, identidade de propósitos e compromisso concreto com o desenvolvimento do Maranhão.

Desde os primeiros momentos da gestão, Brandão foi consolidando uma forma de governar alinhada à visão de Lula sobre o papel do Estado: gerar equilíbrio social, combater desigualdades históricas e criar condições para que a população viva com dignidade. Esse entendimento comum explica por que o Maranhão passou a ocupar um lugar estratégico na agenda do governo federal. Não há subordinação nessa relação, mas convergência política e institucional, que permitiu ao Estado ampliar o alcance das políticas nacionais e, em muitos casos, complementá-las com iniciativas próprias.

No campo social, essa identidade é evidente. As políticas federais de combate à pobreza e de proteção social encontraram no Maranhão um governo disposto a fortalecê-las e ampliá-las. Há o Bolsa Família, mas há também ações estaduais que reforçam a rede de proteção e enfrentam diretamente a extrema pobreza, como o programa Maranhão Livre da Fome, criado para ampliar o alcance das políticas sociais e retirar milhares de famílias maranhenses da situação de vulnerabilidade extrema. Há o Pé-de-Meia nacional, e há iniciativas locais que caminham na mesma direção, fortalecendo a permanência dos jovens na escola. O mesmo ocorre na educação, com a expansão dos Institutos Federais combinada ao crescimento da rede estadual, e na segurança alimentar, com a ampliação de equipamentos públicos como os restaurantes populares.

Essa parceria ganha sua expressão mais visível em São Luís, que se consolidou como a grande vitrine dessa união entre o governo federal e o governo estadual. A capital concentra a maior população do Estado e recebe diariamente pessoas de todas as regiões do Maranhão. O que acontece em São Luís reverbera por todo o território maranhense. E é exatamente ali que algumas das obras mais simbólicas dessa parceria estão em curso.

A Avenida Metropolitana é um exemplo eloquente. Trata-se de uma intervenção de enorme impacto social e urbano, que interliga os quatro municípios da Grande Ilha e, dentro de São Luís, atende diretamente pelo menos 58 bairros, muitos deles historicamente marginalizados pelo poder público. Regiões como o bairro do São Raimundo, com mais de cem mil habitantes, passam a experimentar uma transformação profunda: valorização de imóveis, fortalecimento do comércio local, melhoria da mobilidade e, sobretudo, resgate da autoestima de quem vive nesses territórios. É uma obra que reorganiza a cidade e devolve dignidade a áreas esquecidas.

Outro exemplo emblemático é o prolongamento da Avenida Litorânea, que amplia o acesso da população às praias, melhora significativamente o deslocamento de quem utiliza transporte coletivo e cria uma alternativa concreta de mobilidade urbana para uma cidade que sempre sofreu com gargalos estruturais nessa área. Mais do que um cartão-postal, a Litorânea ampliada se consolida como eixo de integração urbana e regional, conectando São Luís aos demais municípios da Ilha e facilitando a circulação de trabalhadores, estudantes e famílias.

Essas obras não são exceções, mas parte de um conjunto mais amplo. A parceria entre Lula e Brandão já viabilizou mais de 1.700 projetos no Maranhão, abrangendo áreas como infraestrutura, saúde, educação, habitação, mobilidade e saneamento. Entre os desafios históricos mais sensíveis está o acesso à água. Resolver esse problema exige investimentos de grande porte, planejamento de médio e longo prazo e articulação federativa. Nesse ponto, Brandão teve papel decisivo ao levar essa demanda ao governo federal, que passou a apontar investimentos estruturantes para a área de saneamento e abastecimento no Maranhão.

Esse alinhamento, justamente por ser real e produzir resultados, passou a incomodar. Não por acaso, Brandão se tornou alvo permanente de ataques de setores do próprio campo progressista no Maranhão, que tentam enquadrá-lo como obstáculo político ou figura deslocada do projeto nacional. Esses ataques não decorrem de divergências programáticas profundas, mas de disputas internas por espaço, protagonismo e controle do processo sucessório. Trata-se de uma tentativa de desfazer, na marra, um compromisso político que não é circunstancial, mas estrutural.

O país segue polarizado, mesmo com avanços importantes. Essa polarização atribuiu a cada Estado um peso ainda maior na disputa nacional. O Maranhão, nesse contexto, tem relevância estratégica. Em 2022, a votação expressiva de Lula no Estado — em torno de 70% — foi decisiva para compensar derrotas em grandes colégios eleitorais do Sudeste. Em outras palavras, o Maranhão ajudou a equilibrar o jogo nacional. Em 2026, esse papel tende a se repetir.

É exatamente por isso que excluir Brandão do processo político é um erro eleitoral grave para o campo progressista. Ele é, hoje, o único líder no Estado capaz de dialogar com setores mais ao centro da política maranhense e transformar esse diálogo em capilaridade eleitoral junto à população. Retirá-lo da equação significa, na prática, inviabilizar a ampliação da vitória nacional de Lula no Maranhão. É, como se diz popularmente, dar um tiro no próprio pé.

Ao contrário do que tentam fazer crer, Brandão não é figura secundária nesse processo. Ele exerce protagonismo. Além de fortalecer as políticas sociais, tem atuado de forma decisiva para atrair investimentos e reposicionar o Maranhão no cenário nacional e internacional. O trabalho de potencialização do Porto do Itaqui, o debate sobre a ampliação da malha ferroviária, os investimentos em infraestrutura aeroportuária, a promoção do Estado em feiras e eventos, bem como o incentivo à cultura, à indústria, ao comércio e ao turismo, fazem parte de uma estratégia clara de desenvolvimento.

Na mesma direção, o governo estadual tem ampliado investimentos em ciência, tecnologia e inovação. O fortalecimento da FAPEMA, o estímulo à pesquisa aplicada e a criação de um ambiente favorável a startups demonstram que há uma visão de futuro em curso. Essa agenda está plenamente alinhada às políticas do governo federal e reforça a ideia de que o Maranhão pode — e deve — se transformar, a médio e longo prazo, em uma potência social, econômica e logística.

Há, contudo, um ponto de amarração decisivo para compreender essa visão de futuro: o olhar estratégico para a juventude, tendo a educação pública e a ciência como pontas de lança do desenvolvimento. Pensar o Maranhão do amanhã exige identificar onde se concentra, hoje, a face mais dura da desigualdade social — e ela está, em grande medida, na população que depende integralmente dos serviços públicos, especialmente na rede estadual de ensino.

É ali que estão os jovens mais pobres, os mais vulneráveis, aqueles que historicamente tiveram menos acesso a oportunidades. E foi exatamente para esse público que o governo estadual direcionou uma política integrada, partindo do princípio de que não há desenvolvimento possível sem investir, de forma estruturada, na formação dessa juventude. A lógica é simples e poderosa: jovens precisam estar nutridos, protegidos e conectados para que possam desenvolver plenamente suas capacidades cognitivas e projetar novos horizontes.

Nesse sentido, a política de alimentação escolar ganhou centralidade. Programas como a Merenda de Verdade, voltados à oferta de alimentação de qualidade, cumprem um papel que vai muito além do prato servido: garantem condições mínimas para o aprendizado, fortalecem a permanência na escola e impactam diretamente a saúde e o desempenho dos estudantes. Nutrir a juventude é condição básica para liberar o potencial intelectual de uma geração inteira.

O segundo eixo desse tripé é a permanência escolar. Iniciativas alinhadas ao Pé-de-Meia, em articulação com ações estaduais complementares, ajudam a assegurar que o jovem permaneça estudando, reduzindo a evasão e criando perspectivas concretas de futuro. Trata-se de uma política que reconhece a realidade material das famílias mais pobres e atua para quebrar o ciclo da exclusão educacional.

O terceiro pilar é a democratização do acesso à tecnologia. A distribuição de tablets para os estudantes da rede estadual não se resume à entrega de um equipamento eletrônico. Ela representa a abertura de portas para o mundo do conhecimento. Ao colocar esses jovens em contato direto com conteúdos educacionais, científicos e culturais, o Estado amplia horizontes, estimula a autonomia intelectual e insere essa juventude no circuito contemporâneo da informação e da inovação.

Essas três vertentes — alimentação de qualidade, permanência escolar e acesso à tecnologia — formam um conjunto coerente, integrado e profundamente transformador. Elas expressam uma visão de Estado que reconhece a juventude como mola mestra de qualquer processo real de transformação social e dão sustentação ao caminho que o Maranhão vem trilhando.

Por isso, é preciso afirmar com clareza: não será uma disputa eleitoral que vai desfazer tudo o que foi construído ao longo desses anos. A união entre Lula e Brandão não é fruto de conveniência momentânea. Ela nasce de uma visão comum de Estado, de compromisso com a justiça social e de um projeto de desenvolvimento que o Maranhão não pode se dar ao luxo de interromper. O povo maranhense não merece retrocessos nem aventuras políticas. Merece continuidade, seriedade e respeito ao futuro.


No 8º dia de buscas, prefeito Roberto Costa garante que operação continuará até localizar Isabelly e Michael

Por: Daniel Matos • 11 de janeiro de 2026 • 0 comentários

O prefeito de Roberto Costa dialoga com o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, e oficial da Polícia Militar durante a operação de buscas às crianças desaparecidas em Bacabal

Neste domingo, 11 de janeiro, as equipes da força-tarefa deram continuidade às buscas pelos irmãos Agatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desaparecidos no Quilombo de São Sebastião dos Pretos, zona rural de Bacabal. As operações entram no oitavo dia consecutivo.

A força-tarefa é composta por policiais, bombeiros, homens do Exército e voluntários, com apoio de helicópteros do CTA, drones com tecnologia de busca e cães farejadores, atuando em áreas de mata fechada e regiões de difícil acesso.

Equipes da Perícia Oficial de Natureza Criminal estiveram no povoado neste domingo, reforçando o apoio técnico às investigações.

“A perícia realizará algumas diligências para subsidiar as investigações levadas a cabo pela Polícia Civil”, declarou o secretário de Estado da Segurança Pública, Maurício Martins.

O prefeito Roberto Costa, a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, e o deputado estadual Florêncio Neto com equipe do Corpo de Bombeiros que atua nas buscas às duas crianças desaparecidas em Bacabal

O deputado estadual Florêncio Neto e a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale, também estiveram no Quilombo e na base de operações. Na ocasião, Iracema Vale destacou a união entre os órgãos públicos e a população no apoio às buscas.

“Eu vim para dizer que a Assembleia Legislativa também está acompanhando essa situação e prestar nossa solidariedade e apoio aqui às famílias. Temos visto desde o início essa soma de esforços do Governo do Estado com todo o aparato da segurança pública e, do outro lado, a Prefeitura com toda a logística necessária para as equipes de trabalho, os voluntários, nessa força-tarefa que, com fé em Deus, teremos sucesso nessas buscas.”

O prefeito Roberto Costa afirmou que a Prefeitura seguirá garantindo toda a estrutura necessária para a continuidade das buscas. “Estamos hoje servindo quase duas mil refeições diárias, todos os dias, além de água, lanche, gerador de energia, toda estrutura para que as buscas continuem durante 24 horas. É uma grande corrente de união da nossa cidade, e o que a gente puder fazer, inclusive para ampliar essa logística, se necessário, nós iremos fazer para encontrar essas duas crianças, a Isabelly e o Michael.”

O prefeito também afirmou que não há prazo para encerrar a operação.

Frota de veículos das forças de segurança empregada nas buscas às duas crianças que desapareceram em Bacabal

“A prioridade nossa é procurar as duas crianças. Não existe essa história de dizer assim: tem uma data X para encerrar? Claro que não! O nosso compromisso maior é encontrar as crianças”, garantiu.


Médico que atuava no Complexo Hospitalar Gentil Filho, em Caxias-MA, morre de mal súbito no Paraná

Por: Daniel Matos • 11 de janeiro de 2026 • 0 comentários

Morreu neste domingo (11), aos 37 anos, o médico nefrologista Thiago Barcellos, que atuava na rede de saúde pública municipal de Caxias-MA. O profissional foi vítima de um mal súbito na cidade de Boa Vista da Aparecida, no Paraná. Thiago era filho do também médico José Wagner Bona.

Ao lamentar a perda, o ex-prefeito de Caxias e atual secretário de Estado de Agricultura e Pecuária, Fábio Gentil, responsável pela estruturação do Complexo Hospitalar Gentil Filho, onde Thiago atuava, solidarizou-se aos familiares, amigos e à equipe de saúde.

O Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA) manifestou pesar pela morte do profissional, destacando que ele “exerceu a medicina com dedicação, ética e compromissos, deixando uma contribuição significativa para a profissão e para que tiveram a oportunidade de conhecê-lo”.

O corpo foi velado na Capela do Cemitério Jardim da Ressurreição. O cronograma fúnebre está previsto para encerrar ao final da tarde deste domingo, quando ocorrerá o sepultamento.


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