Maxx conecta tecnologia e esporte ao patrocinar partida do IAPE na final do Campeonato Maranhense
Por: Daniel Matos • 9 de março de 2026 • 0 comentários

Em um estádio Nhozinho Santos tomado pela expectativa da grande final do Campeonato Maranhense, no útimo dia 1º de março, a conexão entre torcida e futebol ganhou um reforço fora das quatro linhas.
A operadora de internet Maxx foi uma das patrocinadoras do IAPE Futebol Clube na partida de decisão do estadual, apostando no esporte como plataforma de aproximação com o público e de valorização do futebol maranhense.
A partida reuniu torcedores no tradicional palco do futebol ludovicense e transformou o estádio em um ambiente de celebração do esporte local. Além da presença da marca no uniforme do time, a empresa realizou uma ativação especial durante o jogo, com distribuição de brindes personalizados para os torcedores que foram apoiar o IAPE – como squeezes e ventarolas — que ajudaram a amenizar o calor e criaram um momento de interação direta com a torcida.
A ação faz parte de uma estratégia mais ampla da empresa, de associar sua atuação tecnológica a valores de convivência e pertencimento maranhenses. Para a Maxx, a ideia de conexão vai além da infraestrutura de internet e tecnologia: ela também passa pelas relações humanas que se formam em torno de experiências coletivas, como o futebol.

E o patrocínio da Maxx ao IAPE deu sorte, pois o time sagrou-se o primeiro campeão estadual de 2026, ao derrotar o MAC nessa partida. O clube, conhecido por seu trabalho de formação de base de atletas, representa para muitos jovens maranhenses uma porta de entrada para o futebol competitivo.
Ao apoiar o IAPE na partida decisiva do campeonato, a operadora reforça que investir em iniciativas esportivas como ferramenta de impacto social e fortalecimento de marca é sempre um gol de placa.
E se dentro de campo, o jogo foi pura emoção; fora dele, a Maxx mais uma vez se posicionou como agente de conexões, interagindo com os torcedores e apoiando iniciativas que mobilizam comunidades e mantêm viva a paixão pelo futebol no Maranhão.

Ao unir tecnologia e esporte, a Maxx lembra que, assim como a internet encurta distâncias, o futebol aproxima pessoas.
Justiça Federal em parceria com Prefeitura de Caxias realizam a Praça de Justiça e Cidadania no município
Por: Daniel Matos • 9 de março de 2026 • 0 comentários

Caxias recebe um importante evento voltado à cidadania e ao acesso à justiça: a Praça de Justiça & Cidadania, realizada no Caxias Shopping Center. A iniciativa reúne diversas instituições públicas e entidades parceiras com o objetivo de oferecer serviços gratuitos e orientação à população.
Durante o evento, os cidadãos têm acesso a atendimentos jurídicos, serviços de saúde, assistência social, orientação sobre direitos, regularização fundiária e capacitação profissional. A proposta é facilitar o acesso da população a serviços essenciais, reunindo em um único espaço órgãos que atuam diretamente na garantia de direitos.
A ação é coordenada pela Justiça Federal da 1ª Região e conta com a parceria da Prefeitura de Caxias, além da participação de diversas instituições do sistema de justiça, como Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral, Tribunal de Justiça do Maranhão, Ministério Público e Defensoria Pública, além de universidades e instituições de capacitação.
A presença dessas instituições reforça a importância da cooperação entre os poderes e entidades para ampliar o acesso da população aos serviços públicos e fortalecer a cidadania.
O prefeito Gentil Neto destacou a importância da iniciativa para o município e para os caxienses.

“Essa é uma ação muito importante porque aproxima a justiça e os serviços públicos da população. Quando as instituições trabalham juntas, quem ganha é o cidadão. A Prefeitura de Caxias tem orgulho de ser parceira de um evento que garante direitos, orienta a população e facilita o acesso a serviços essenciais”, afirmou o prefeito.
O evento também contou com a presença do secretário de Estado Fábio Gentil, representando o governador Carlos Brandão, da deputada estadual Daniella e do desembargador Roberto Veloso, além de outras autoridades do Judiciário, representantes de instituições públicas e membros da sociedade civil.
A programação inclui atendimentos, orientações e entrevistas com autoridades presentes no evento.
A Praça de Justiça & Cidadania mostra o compromisso das instituições em levar serviços diretamente à população, promovendo inclusão, orientação e fortalecimento da cidadania em Caxias.
SENAPPEN apresenta, em Brasília, plano com medidas de melhoria para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas
Por: Daniel Matos • 9 de março de 2026 • 0 comentários
Documento apresenta ações estruturadas em quatro eixos para enfrentar a superpopulação, garantir direitos e fortalecer o monitoramento do sistema prisional maranhense

Brasília/DF, 09/03/2026 – A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) apresentou, nesta quinta-feira (05), o Plano de Cumprimento das Medidas Provisórias para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão. A proposta, apresentada durante uma reunião em Brasília, é resultado de quatro meses de articulações interinstitucionais com mais de 20 órgãos do Governo Federal, do governo estadual maranhense, do sistema de justiça e das organizações peticionárias do caso.
Elaborado a partir da decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que determinou à Equipe de Monitoramento e Acompanhamento das Decisões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos Envolvendo o Sistema Penal Nacional (EMA/SENAPPEN) a coordenação de uma Mesa de Trabalho destinada a promover o diálogo entre o Estado brasileiro e os representantes dos beneficiários das medidas provisórias, o documento é dividido em quatro eixos estruturantes alinhados ao Plano Nacional Pena Justa.
Enfrentamento à superpopulação e melhoria nas condições de ambiência
Entre as ações previstas neste eixo estão o aprimoramento dos mecanismos de controle de entrada e saída do sistema prisional e os mutirões de revisão processual, com o objetivo de garantir que cada custodiado esteja cumprindo pena em conformidade ao período estipulado para seu caso. Além de prever fomento às medidas alternativas à prisão, como a monitoração eletrônica e melhorias estruturais nos ambientes prisionais.
Dignidade e acesso a direitos
Neste eixo, o foco é promover a garantia de direitos básicos da pessoa privada de liberdade, como o acesso à educação, ao trabalho prisional e à saúde física e mental. Também estão previstas medidas voltadas às especificidades de grupos vulneráveis, como o público feminino. As ações incluem ainda o fortalecimento da atuação das Comissões Técnicas de Classificação (CTC), equipes responsáveis por avaliar os custodiados de acordo com suas necessidades específicas.
Acesso à justiça e combate à tortura
A proposta prevê a elaboração de um protocolo de denúncia de maus-tratos e a revisão dos fluxos de apuração de faltas disciplinares. Além disso, este eixo aponta para a regulamentação do uso de instrumentos de menor potencial ofensivo, com o objetivo de prevenir violações de direitos, padronizar procedimentos e assegurar a adequada apuração de eventuais ocorrências no sistema prisional.
Monitoramento e participação social
No último eixo do documento, as propostas se concentram no fortalecimento do diálogo contínuo com os peticionários e a administração penitenciária, na criação de uma estrutura de monitoramento e avaliação (EMA) no Maranhão e na capacitação dos servidores que atuam na execução penal.
A proposta apresentada prevê que essas ações sejam desenvolvidas de forma articulada entre diferentes instituições. A partir da apresentação do documento, foram iniciadas as tratativas finais para o refinamento das propostas, com vistas à sua consolidação e implementação conjunta.
Esse compromisso também se expressa em investimentos concretos. Desde 2014, a SENAPPEN, repassou ao estado do Maranhão R$ 321.562.436,51, destinado ao fortalecimento e ao aprimoramento das políticas penais e das ações no sistema prisional estadual. Os recursos foram viabilizados por meio da formalização de convênios, repasses do Fundo Penitenciário Nacional (FUNPEN) e contratos de repasse. Esses instrumentos materializam a cooperação federativa voltada ao desenvolvimento e à qualificação das políticas penais nos estados.
Para o Ouvidor Nacional de Serviços Penais e Coordenador Executivo da EMA-SENAPPEN, João Vitor Ferreira, “a construção desta proposta representa um passo importante no cumprimento das medidas estabelecidas no âmbito do Sistema Interamericano de Direitos Humanos e no fortalecimento das políticas penais no país. O objetivo é estruturar ações concretas e coordenadas entre os diferentes órgãos envolvidos, promovendo melhorias nas condições do sistema prisional e garantindo a observância dos direitos fundamentais das pessoas privadas de liberdade. A expectativa é que, a partir desse trabalho conjunto, possamos avançar na implementação de soluções sustentáveis, capazes de qualificar a gestão penitenciária e contribuir para a superação dos desafios identificados no Complexo Penitenciário de Pedrinhas”, destacou.
MPF recomenda regularização da merenda escolar em Alcântara (MA) após vistorias do programa MPEduc
Por: Daniel Matos • 9 de março de 2026 • 0 comentários
Recomendações buscam garantir oferta de frutas e hortaliças e fiscalização efetiva do Conselho de Alimentação Escolar no município

O Ministério Público Federal (MPF) expediu duas recomendações ao prefeito de Alcântara (MA), Nivaldo Araújo, e à secretária municipal de Educação, Neidilene Castro, para que adotem medidas que garantam a regularização da alimentação escolar oferecida nas escolas públicas municipais. Os destinatários têm o prazo de 15 dias úteis para manifestar se acatam as recomendações e 30 dias para informar as providências adotadas.
As recomendações foram expedidas após a identificação de falhas no cumprimento do cardápio e na execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O levantamento foi realizado em unidades escolares vistoriadas por meio do programa Ministério Público pela Educação (MPEduc), que fiscaliza a qualidade da educação pública básica.
O MPF verificou que as refeições servidas nas escolas Antônio Lobo, Duque de Caxias e Vereador Joaquim Ribeiro não estavam de acordo com o cardápio nutricional previsto pelo PNAE. De acordo com as normas do programa, as refeições devem incluir, pelo menos, três porções semanais de frutas e hortaliças, o que não vinha sendo cumprido nas unidades.
Além disso, algumas unidades informaram que o Conselho de Alimentação Escolar (CAE), responsável por acompanhar e fiscalizar a execução da merenda escolar, não realizou visitas de fiscalização nas escolas nos últimos 12 meses. Também foi verificado que não estava sendo cumprida a regra de destinar o mínimo de 30% dos recursos para a compra de alimentos da agricultura familiar, conforme previsto no PNAE.
O MPF destacou nas recomendações que a alimentação adequada é um direito fundamental do ser humano, reconhecido internacionalmente pela Declaração Universal dos Direitos Humanos (art. 25) e pelo Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (art. 11). Esse direito é essencial para garantir o bem-estar e o desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Recomendações – Nos documentos, o MPF recomenda que a prefeitura e a secretaria municipal garantam que os alimentos previstos no cardápio sejam efetivamente oferecidos, com a oferta de, no mínimo, três porções semanais de frutas e hortaliças, e que os recursos do PNAE sejam aplicados corretamente. Além disso, que o CAE realize visitas regulares de fiscalização. O descumprimento das recomendações poderá implicar na adoção de medidas administrativas e judiciais cabíveis contra os responsáveis.
MPEduc – O Ministério Público pela Educação (MPEduc) é um programa coordenado pela Câmara de Direitos Sociais e Fiscalização de Atos Administrativos do MPF (1ªCCR). O principal objetivo da iniciativa é verificar se as políticas públicas voltadas para a educação básica estão sendo cumpridas pela rede escolar.
Para isso, o Ministério Público realiza audiências com a comunidade, aplica questionários, promove reuniões e visita pessoalmente as escolas. Com base nessas informações, são feitas recomendações para que as prefeituras e gestores locais melhorem o que for necessário. Tudo é acompanhado de perto pelo Ministério Público, que depois presta contas à sociedade sobre o que foi feito e os resultados alcançados.
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