Parada no Italuís afeta abastecimento de água em mais de 70 bairros da capital

Por: Daniel Matos • 30 de abril de 2026 • 0 comentários

A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA) informa a parada parcial do Sistema de Abastecimento de Água do município de São Luís, no Sistema Italuís, devido a problemas na captação de água da unidade.

Equipes operacionais foram mobilizadas para os reparos técnicos. O abastecimento será retomado, gradativamente, após a conclusão dos serviços prevista para às 23h desta quinta-feira (30).

A normalização completa do abastecimento ocorrerá de forma progressiva nos dias seguintes.

Área afetada: Angelim Velho, Bequimão, Cohajoli, Cohama, condomínio Villagio Esperança, conjunto Angelim, Residencial Marfim, conjunto Boa Morada, conjunto Vinhais, Ecovillagio, Maranhão Novo, Planalto Vinhais I e II, Recanto Vinhais, Residencial Jaqueira, Residencial Esperança, Residencial Vinhais II e III, Rio Anil, Vila Fialho, Villagio do Angelim, Vivendas da Cohama, Vinhais Velho, Residencial São Domingos I, Olho D’Água, parte do Habitacional Turu, condomínio Fit Vivare II, Anjo da Guarda, Alto da Esperança, Residencial Ana Jansen, Vila Nova, Bom Fim, Vila Verde, Fumacê, Piçarra, Estiva, Vila Funil, Residencial Batată, Residencial Magnólia, Mangue Seco I e II, Vila Progresso, Vila Cabral, Pedrinhas, Vila Samara, Distrito Industrial, Centro, São Pantaleão, Madre Deus, Goiabal, Codozinho, Vila Bessa, Belira, Lira, parte da Areinha, Macaúba, Apicum, Camboa, Vila Bangu, Diamante, Coreia de Baixo e Coreia de Cima, Sítio do Meio, Alto de Boa Vista, Retiro Natal, Liberdade, Tomé de Sousa, Fé em Deus, Floresta, parte do Monte Castelo e Avenida Beira-Mar.


Deputado Wellington fiscaliza Estrada de Ribamar após afundamento de pista e cobra solução urgente

Por: Daniel Matos • 30 de abril de 2026 • 0 comentários

O deputado Wellington do Curso realizou visita de fiscalização após afundamento de pista da Estrada de Ribamar

Atendendo a um pedido da população, o deputado estadual Wellington do Curso (PSD) realizou fiscalização na MA-201, mais como conhecida como Estrada de Ribamar, nesta quinta-feira (30). Um trecho da pista cedeu por causa das fortes chuvas e causou grave transtorno a todos que utilizam a rodovia estadual como acesso.

O parlamentar se reuniu com técnicos da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) e se comprometeu a acompanhar de perto a situação para garantir que a recuperação da via aconteça o mais rápido possível.

“Sou oposição, com independência e coragem. Fiscalizamos, denunciamos, cobramos melhorias e apresentamos soluções para os problemas. Estamos nas ruas, em defesa da população”, reafirmou.

Clique aqui e assista ao vídeo.


Em Grajaú, Orleans Brandão reforça parcerias, destaca obras executadas e amplia articulação política no município

Por: Daniel Matos • 30 de abril de 2026 • 0 comentários

O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, participou nesta quarta-feira (29) das celebrações pelos 215 anos do município de Grajaú. Na cidade, ele foi recebido pelo prefeito Gilson Guerreiro, que reiterou apoio à sua pré-candidatura ao governo estadual e reforçou a parceria política e administrativa em favor do desenvolvimento do município.

Durante a programação, Orleans Brandão visitou obras de pavimentação asfáltica executadas na cidade pelo Governo do Estado e participou do ato de entrega de kits de fardamentos disponibilizados pela gestão municipal aos alunos da Escola Leão da Silva Figueiredo. Na ocasião, ele congratulou os grajauenses pelos 215 anos do município e destacou a importância da cidade para o desenvolvimento do Maranhão.

“São 215 anos de história, de luta e de conquistas dessa bela cidade. Um município rico em cultura, em belezas naturais e, principalmente, de um povo trabalhador que contribui diariamente para o crescimento do nosso estado. Tenho certeza de que, com união e compromisso, ainda teremos muitos avanços e dias melhores para todos aqui”, disse.

Orleans também ressaltou o potencial econômico e social de Grajaú, destacando a força do polo gesseiro, da agricultura e da pecuária. Ele também lembrou avanços na área da saúde, como a implantação do serviço de hemodiálise no município, iniciativa do governo estadual que acabou definitivamente com o deslocamentos de pacientes para outras cidades.

Citou ainda ações estruturantes realizadas na região, como a reforma de hospitais, a requalificação da MA-006 e obras de pavimentação, enfatizando a parceria com a gestão municipal. Ao agradecer o apoio do prefeito Gilson Guerreiro, ele destacou o bom diálogo que sempre mantiveram para viabilizar esses investimentos.

Por fim, Orleans reforçou o compromisso de ampliar as ações que vêm sendo realizadas pelo Estado, afirmando que, embora já tenham sido registrados avanços importantes, ainda há muito a ser feito para a população de Grajaú.

Gilson Guerreiro destacou a facilidade de interlocução e o compromisso que Orleans sempre teve quando à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas. Ele reiterou seu apoio à pré-candidatura de Orleans e reafirmou o compromisso de seguirem juntos enfrentando desafios históricos do município.

“Avançamos com conquistas importantes, como a regularização fundiária, por exemplo, e seguiremos firmes no compromisso de garantir mais melhorias para a nossa cidade”, afirmou Guerreiro.


147 pessoas no Maranhão estão sob proteção federal por ameças à defesa dos direitos humanos e do meio ambiente

Por: Daniel Matos • 30 de abril de 2026 • 0 comentários

Balanço do Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH) no Brasil foi apresentado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

O Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH) do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) acompanhou, em 2025, 1.524 pessoas em situação de risco. Desse total, 75% é formado por lideranças que defendem o direito à terra, povos e comunidades tradicionais, e o meio ambiente. No Maranhão, 147 homens e mulheres recebem esse tipo de proteção.

Em 2025, o programa ganhou novo impulso por um novo arcabouço normativo que trouxe maior consistência, previsibilidade e efetividade à política pública. A Portaria nº 892 padronizou os fluxos operacionais e técnicos, enquanto o Decreto nº 12.710 instituiu o Plano Nacional de Proteção (PlanoDDH), estabelecendo uma governança articulada e estratégica entre os entes federativos. Complementando essas medidas, a edição da Portaria Conjunta nº 6 definiu um plano de ação concreto e um comitê de monitoramento interministerial, assegurando a execução organizada e o acompanhamento institucional das metas de proteção até o ano de 2035.

Regiões

O maior número de casos acompanhados pelo programa está nos estados da região Norte. Ao todo, são 540 pessoas protegidas. Em segundo lugar, vem o Nordeste (421), seguido pelo Sudeste (305), Centro-Oeste (138), e Sul (120).

Na divisão por unidade federativa, o Pará lidera com 186 casos, seguido por Maranhão (147), Bahia (140), Minas Gerais (125), Ceará (117), Amazonas (116), Rio de Janeiro (92), Mato Grosso do Sul (76), Paraná (54), Rondônia (52), Pernambuco (50), São Paulo (46), Mato Grosso (43), Espírito Santo (42), Rio Grande do Sul (40), Roraima (31), Santa Catarina (25), Paraíba (23), Piauí (22), Sergipe (17), Alagoas (16), Acre (14), Tocantins (13), Goiás (10), Amapá (9), Distrito Federal (9) e Rio Grande do Norte (9).

A política pública de proteção a defensoras e defensores de direitos humanos no Brasil é estruturada a partir de uma cooperação entre diferentes níveis de governo. O governo federal coordena a política nacional e estabelece diretrizes gerais, enquanto programas estaduais e regionais são responsáveis pela implementação das medidas protetivas nos territórios.

Perfil

Entre as pessoas protegidas pelo PPDDH, estão indígenas (58,51%), quilombolas (29,53%), extrativistas (10,59%), pescadores, geraizeiros, catadores de mangaba, comunidades de fundos e fecho de pasto, comunidades de terreiros e matriz africana, seringueiros, veredeiros, entre outros (1,37%). Do total, 39,96% eram pessoas do gênero feminino; e os outros 60,04% eram do gênero masculino.

A concentração de casos nesses contextos está associada, em grande medida, a contextos de disputa por terra, conflitos socioambientais, pressões sobre territórios indígenas e quilombolas, além da atuação de lideranças comunitárias em defesa de direitos sociais.

Dentre as mais variadas áreas de atuação sob proteção, destacam-se a defesa do direito à terra (29,33%); dos direitos de povos e comunidades tradicionais indígenas (28,14%) e quilombolas (14,63%); e a defesa do meio ambiente (3,34%).

A maioria das situações de risco registradas envolve disputas relacionadas a conflitos fundiários e disputas territoriais envolvendo povos indígenas e comunidades tradicionais, conflitos socioambientais relacionados à exploração de recursos naturais, denúncias de crimes ambientais e violações de direitos humanos. “Esses conflitos evidenciam como a defesa de direitos humanos está frequentemente associada à proteção de territórios, recursos naturais e direitos coletivos”, destaca Igo Martini.

Proteção

Para garantir a integridade das pessoas incluídas no PPDDH, o programa adota medidas proporcionais ao nível de risco identificado em cada caso. Segundo o coordenador-geral do programa, Igo Martini, a proteção exige leitura qualificada dos contextos de risco e construção de respostas compatíveis com a realidade de cada território.

Saiba mais aqui.


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