Jogos Olímpicos e a “Pátria Educadora” – do Blog do José Cruz

0comentário

Jogos Olímpicos e a “Pátria Educadora”

José Cruz

O Ministério do Esporte investe R$ 70 milhões na construção de 15 pistas de atletismo, Brasil afora. Material de primeira qualidade. Construir é próprio do político e íntimo do gestor público. É uma das formas de relação com as empreiteiras, financiadoras de campanhas políticas.  Pista de Atletismo

Mas…

Temos professores capacitados ou técnicos para atender à clientela que vai chegar a essas pistas? As faculdades de Educação Física estão formando esses profissionais?

Em segundo lugar: quem se responsabilizará pela manutenção dessas áreas? A própria universidade? As prefeituras? Os governos estaduais? O Ministério do Esporte não será, já avisou. Fez a sua parte, “construir”.

Ilusão

Essa previsão de abandono pode ser projetada a partir de um importante programa educacional, o FIES – Fundo de Investimento Estudantil. Hoje, o ministro da Educação avisou: “acabou o dinheiro” e não haverá novos contratos. E estamos na “ Pátria Educadora”…

Ora, se isso ocorre com o que há de mais expressivo na construção de uma nação – o ensino – o que dizer dos rumos do esporte pós-Jogos 2016? Principalmente num setor em que não se tem projeto de longo prazo, prioridades, planejamento? Podermos até ter resultado significativo nos Jogos Olímpicos, mas é fruto de trabalho emergencial. E depois? O Pan 2007 é exemplo. Abandono de espaços e até transformação da pista Célio de Barros em estacionamento de luxo para a Fifa… Sem falar na demolição do Velódromo…  na suspeita terceirização do Estádio de Remo da Lagoa…

Atraso

Assim como na gestão do PCdoB, na atual, do PRB, o Ministério é um espetacular cabide de empregos. Parentes, amigos e fieis seguidores da Igreja Universal têm prioridade para os melhores cargos gratificados, em detrimento de técnicos e planejadores do esporte.

Estamos tão atrasados no terceiromundismo do esporte, que nem um Congresso Científico Pré-Olímpico conseguimos dar conta. A Universidade Federal do Estado de São Paulo, por seu departamento de Biologia, assumiu o compromisso de realizar esse tradicional evento, que reúne quatro mil cientistas do esporte do mundo todo. Mas, até agora, não consegue nem formar uma comissão organizadora.

Pior! A reitora da Unifesp, Soraya Smaili, não se manifesta sobre o tema. Por que? Porque não tem dinheiro. Está na dependência do Ministério do Esporte.

 Angústia

Sem exageros, há uma “angústia” na comunidade científica internacional, revelou um professor da Alemanha. Os pesquisadores já deveriam ter sido avisados sobre datas, inscrições de trabalhos, temas selecionados etc, para encaminharem suas pesquisas e batalhar por passagens, hospedagens etc. Mas, até agora, ninguém sabe absolutamente nada! Não há absolutamente uma só informação sobre esse evento que tradicionalmente precede os Jogos Olímpicos.

Em fevereiro já havia alertado sobre esse descaso, esse abandono da Unifesp e do governo federal, por extensão.

Enquanto isso…

…  fora da competição, nossa imagem esportiva queima lá fora, principalmente na área científica internacional.

sem comentário »

CIÊNCIAS DO ESPORTE HOJE – AS NOVIDADES DO CEV

0comentário
Ginástica: IV Seminário Internacional de Ga e Gr Posted:

  

Educação Física e Esporte: Encontro dos Ministros do Esporte e da Educação. e a Educação Física? Posted:

  

Educação Por Meio do Esporte: Investigando o Caso do Basquetebol no Brasil Posted:

  

Anormalidades na Coluna Lombar em Atletas Adolescentes do Remo Posted:

  

Ações Pedagógicas Voltadas a Estimulação da Inteligência Corporal Cinestésica e as Habilidades Motoras de Adultos Médios e Tardios Posted:

  

Desseriação da Educação Física no Ensino Médio Como Proposta de Contribuições à Saúde: Visão de Alunos e Professores Posted:

  

O País do Futebol na Copa do Mundo: Estudo de Recepção Ao Discurso Midiático-esportivo com Jovens Escolares Posted:

  

Da Fábrica Ao Campo de Futebol, Vender Tecido e Vender Espetáculo: Tecendo os Fios da História de Um Casamento Feliz Posted:

  

No Reino do Quero-quero: Corpo e Máquina, Técnica e Ciência em Um Centro de Treinamento de Futebol – Uma Etnografia Ciborgue do Mundo Vivido Posted:

  

Educação e Mídia: Formação do Sujeito em Espaço-tempo de Educação Física Posted:

  

CBCE – Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte: Mais Um 7×1. Agora na área das Ciências do Esporte Posted:

  

Educação Física e Esporte: Mais Um 7×1. Agora na área das Ciências do Esporte Posted:

  

Legislação Desportiva – CEVLeis: Mp 671 Audiência Publica On-line Agora Posted:

  

Gestão Desportiva: As Entrelinhas da Gestão Desportiva no Brasil Posted:

  

Impactos Econômicos de Megaeventos Esportivos Posted:

  

História da Educação Física e dos Esportes: Os Campeões de Boxe em Bangu Posted:
sem comentário »

Atletas do Mundial de Revezamento celebram vaga olímpica

0comentário

Atletas do Mundial de Revezamento celebram vaga olímpica

Nassau (Bahamas)
O Brasil fechou a participação no Mundial de Revezamentos das Bahamas sem medalhas, mas conquistou vagas para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 nas quatro categorias que disputou: 4x400m e 4x100m masculino e feminino. Os atletas brasileiros não apenas foram finalistas em todas as provas no estádio Thomas A. Robinson, como também melhoraram os tempos da temporada, visando ao Mundial de Pequim e aos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015.

No 4×400 masculino, a Seleção Brasileira foi composta por Pedro Burmann, Wagner Cardoso, Hederson Estefani e Hugo de Sousa, que ficaram em quinto lugar com 3min00s96, melhor tempo do ano. Os norte-americanos ficaram com o ouro, com tempo de 2min58s43, seguidos por Bahamas, Bélgica e Jamaica. O resultado foi possível graças a um mês de preparação nos Estados Unidos. Eles fizeram campings de treinamento e participaram de torneios, assessorados pela do campeão olímpico Michael Johnson.

“A prova foi maravilhosa, já estávamos esperando que fosse sair uma marca boa, mas foi ainda melhor que o planejado. A final foi muito forte e soubemos aproveitar. O Michael nos parabenizou pela marca e disse que podemos fazer ainda melhor”, comemorou Wagner.

Divulgação/CBAt

Os atletas do 4x400m fizeram o melhor tempo do ano e garantiram vaga para Rio 2016 (foto: Maiara Batista)

A equipe feminina da categoria 4x400m teve como representantes as atletas Joelma Sousa, Jailma Lima, Liliane Fernandes e Geisa Coutinho. O Brasil ficou apenas em oitavo lugar, com 3min31s30, mas conquistou a vaga olímpica mesmo assim. Os Estados Unidos foram campeões, seguidos por Jamais e Grã-Bretanha.

“Fizemos uma prova boa na semifinal e temos condições de conseguir uma marca melhor. Infelizmente não conseguimos na final. Mas consideramos nosso objetivo alcançado, já que nos classificamos para os Jogos Olímpicos. Este ano e o próximo são muito importantes, com competições de alto nível. Temos de seguir com o treinamento para corrigir as falhas que tivemos”, avaliou Geisa.

Na prova 4×100, Vanusa Santos, Ana Cláudia Lemos, Franciela Krsucki e Rosângela Santos ficaram em sexto, novamente com o melhor tempo do ano, 42s92. O pódio foi composto por Jamaica, Estados Unidos e Grã-Bretanha. Ana Cláudia reiterou a dificuldade da competição e celebrou a vaga.

“O objetivo foi alcançado, que era a vaga olímpica. A competição teve um nível muito alto, conseguimos fazer o melhor do ano e já temos novas metas traçadas para o Mundial de Pequim”, disse a atleta.

Na chave masculina do 4×100, Bruno de Barros, Vitor Hugo dos Santos, Aldemir da Silva Júnior e Jorge Vides terminaram em quarto lugar com 38s64, melhor tempo da temporada. O ouro ficou com os Estados Unidos, com 37s38, que bateram a Jamaica de Usain Bolt, segunda colocada.

sem comentário »

SERÁ QUE SEI ALGUMA COISA, SR. MÁRCIO JARDIM???

0comentário
  • Marcio Jardim Vc sabe quem é Rei Zulu, Bimbinha, James Adler, Iziane, kleber, Raimundinho Lopes, Pereira, Frederico Castro, Codó… ??????
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Sim, conheço-os todos… mas a divulgação foi apenas o Sr. Antunes… Não havia necessidade de o mesmo estar presente. Qual a contribuição dele? para o esporte maranhense? para o esporte escolar maranhense? Zulu, um icone, mas não foi aluno-atleta de nenhuma escola. Vou postar artigo que escrevi sobre ele, inclusive apresentado em evento internacional, de história do esporte – o Senhor Secretário sabe disso? quem está escrevendo a História e recuperando a memória do esporte maranhense? Os outros – exceção dos boleiros – tiveram suas vidas esportivas iniciadas nos JEMs… acompanho desde 1976… já coordenei modalidade, já arbitrei, e agora tento recueprar essa memoria… são cerca de 200 artigos publicados, tendo por tema o esporte maranhense… em revistas dedicadas aqui, no Brasil, e algumas no exterior. Então sei do que falo.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz O que não justifica o esquecimento de outros grandes nomes… sr. Marcio Jardim. Onde estão, no seu conhecimento e memoria Mary Santos, Carlos Vasconcelos, Luiz Rego? Nildes Nogueira, Graça Ribeiro, o outro Codó, o original, Francisco Ronaldo Maciel? quer mais nomes? os irmãos e primos Ninas? Emilio? o pessoal do Handebol – tirando Tião -, posso listar centenas de nomes , que mereceriam estar ali, para serem reconhecidos e homenageados por essas novas gerações. Um povo sem memoria, é o que somos… e como sempre, nunca antes neste estado, e a história começa agora… típico!!!
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Só para voce ter uma ideia…
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz REI ZULU E SEU ESTILO DE MMA – O “TARRACÁ”

    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ

    IHGM / ALL

    O lutador de Vale-Tudo (MMA) maranhense Rei Zulu – Casimiro de Nascimento Martins, por não ‘pertencer’ a uma escola do então Vale Tudo, ‘inventa’ a tradição de luta aprendida dos índios, TARRACÁ – atarracar, ou atarracado – que vai se constituir em um estilo – maranhense – disseminado tanto por ele, Zulu, em suas investidas no mundo da luta livre pelo mundo afora, como por seu filho Zuluzinho, quando coloca que seu estilo fora criado por seu pai – quem o treinava – e se chamaria ‘Tarracá’, de tradição indígena e negra, maranhense.
    O Vale-Tudo é uma modalidade de combate sem armas, onde os lutadores utilizam apenas os seus corpos para ferir e possui com isso, poucas regras, o suficiente para preservar a integridade física dos lutadores, bastante amplo em termos técnico-táctico com um sistema muito próprio de preparação e desenvolvimento bastante complexo devido à exigência das lutas. 
    É uma luta com contacto pleno (full contact) em que os adversários nem sempre precisam seguir um único estilo de arte marcial. Essa modalidade foi muito difundida no Brasil, inicialmente pelos irmãos Gracie. O evento que mais difundiu a modalidade foi o Ultimate Fighting Championship – UFC -, que em seus primórdios havia menos regras e restrições, além de haver várias lutas na mesma noite, sem limite de tempo: O vale-tudo começou na terceira década do século XX, quando Carlos Gracie, um dos fundadores da luta marcial brasileira Gracie Jiu-Jitsu, convidou cada competidor de modalidades de luta diferentes. Isso era chamado de “Desafio do Gracie”. Mais tarde, Hélio Gracie e a família Gracie e principalmente, Rickson Gracie, mantiveram este desafio que passaram a se dar como duelos de Vale Tudo sem a presença da mídia. In http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_tudo 
    Tendo como referência o Rei Zulú, tem-se a origem do “Tarracá” e, leva-nos ao moderno movimento das lutas corporais, hoje corporoficadas na sigla MMA – as artes marciais misturadas modernas com suas raizes em dois acontecimentos: o vale-tudo no Brasil, e o “shoot wrestling” japonês. “Wrestling” (lit. luta) é uma arte marcial que utiliza técnicas de agarramento como a luta em “clinch”, arremessos e derrubadas, chaves, pinos e outros golpes do “grappling”. Uma luta de “wrestling” é uma competição física entre dois (às vezes mais) competidores ou parceiros de “sparring”, que tentam ganhar e manter uma posição superior. Há uma grande variedade de estilos, com diferentes regras tanto nos estilos tradicionais históricos, quanto nos estilos modernos (Wikipédia).
    Dentre as correntes esportivas contemporâneas, encontramos, dentre outros, os Esportes Tradicionais, esportes consolidados pela prática durante muito tempo – os Esportes das Artes Marciais – provenientes da Ásia, inicialmente praticadas militarmente pelos guerreiros feudais, e hoje práticas esportivas: jiu-jitsu, judô. Karatê, taekwondo; os Esportes de Identidade Cultural, que são aqueles com vinculação cultural: no Brasil, a Capoeira principalmente; são identificadas outras modalidades esportivas de criação nacional, de prática localizada nos seus ”lócus”, inclusive as indígenas: Uka-uka, Corrida de Toras, etc., sem preocupações de práticas por manifestação. (TUBINO, 2010, p. 54-57).

    Kung fu · Fei hok phai · Baguazhang · Hsing-i chuan · Tai chi chuan · I-chuan · Wing chun · Shaolin quan · Bajiquan · Shuai jiao · Chin-na · Kenpō · Sanshou
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz SENHORAS E SENHORES PERMITAM-ME APRESENTAR-LHE…TARRACÁ.
    […] ladies and gentlemen, let me introduce you to…Tarracá. It was used by a Vale Tudo fighter who called himself “Rei Zulu” in the early 80´s here in Brazil; he kicked (better yet, throwed around)
     quite a few asses before getting tapped out by Rickson in 1984 IN www.bullshido.net 
    No Japão, década de 80, Antonio Inoki organizou uma série de lutas de artes marciais misturadas – o “shootwrestling”, com a formação de uma das primeiras organizações japonesas de artes marciais misturadas conhecida como “shooto”. A partir de 1993, Rorion Gracie e outros sócios criaram o primeiro torneio de UFC, quando as artes marciais misturadas obtiveram grande popularidade nos Estados Unidos. Os japoneses, em 1994, criam o “Free Style Japan Championship” ou “Open Free Style Japan” em 1994. 
    Rickson Gracie – um grande lutador de Vale Tudo do Brasil na década de 1970 e 1980, e que fazia lutas em MMA no Open Japan, vencendo as duas primeiras edições (1995 e 1995); luta também nas Primeiras edições do “PRIDE Fighting Championships”. O UFC passou a ficar em baixa, perdendo valor e sendo proibido em vários estados dos Estados Unidos. Em 2001, os empresários Dana White, Lorenzo e Frank Fertitta compraram o UFC, fundando uma empresa chamada Zuffa. Após várias mudanças nas regras conseguiram legalizar o esporte em praticamente todos os estados americanos. Em 2007 o UFC compra o Pride, levando vários atletas do Japão para os EUA e tranformando o UFC na maior organização de MMA do planeta. 
    WingChun Lawyer se posiciona, em sítio dedicado ao MMA: Eu tenho medo que não tenha dados concretos sobre Zulu. Ele lutou basicamente dependendo de sua força impressionante, e foi-me dito que ele conseguiu lançar Rickson fora do ringue um par de vezes antes de serem apresentados. Principalmente o que eu encontrar on-line são posts no fórum com informações úteis ou não mas confiáveis, em inglês ou em português. Eu pensei que era um assunto interessante porque, bem, parece que o Tarracá foi criado do zero – As habilidades de boze de Rei Zulu são realmente estranhas, seus movimentos são estranhos, e olhar áspero – embora alguns dos seus lances faria muitos uma judoca invejosos. Só sei que afirma ter criado Tarracá do zero porque eu achei uma entrevista curta sobre um blogspot, aparentemente ainda luta e executa um ginásio onde ele ensina Tarracá.

    MMA Martial Arts UFC Videos Articles and Reviews
    BULLSHIDO.NET
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Rei Zulú é a maior referencia do “Vale Tudo” no/do Maranhão. Nascido Casimiro de Nascimento Martins, em 09 de junho de 1947 é um lutador de Vale-Tudo. Ficou famoso por desafiar lutadores do Brasil e de outras partes do mundo. Após 17 anos de competiçãoVer mais
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Mauricio Kubrusly, em “Me leva Brasil” entrevistou Rei Zulu em São Luis do Maranhão, onde reside: Quem primeiro me treinou foi meu pai. E tem a prática com zorras, os pneus… é que no interior chama zorras. E ele conhecia também o tarracá, a luta dos índios. 
    Marc Magapi, em outra reportagem, descreve o ritual do Rei Zulú em suas lutas, como também informa ser seu pai o criador do estilo que “desenvolveu”: Rei Zulú (Eu como até ferro derretido) – Nascido em São Luiz, Maranhão, este folclórico lutador, é protagonista de inúmeras histórias por conta das décadas em que praticou o vale tudo (um cartel com mais de 250 lutas). Zulú entrava no ginásio, seguindo um ritual, que tinha início com uma volta olímpica, na qual saudava o público presente, sempre com o braço esquerdo estendido. Ao subir no ringue, o maranhense jogava-se no chão, rolava para o lado, dava cambalhotas, movimentava os ombros para frente e para trás e fazia inúmeras caretas. Zulú tinha a característica de zombar de seus adversários, acreditando sempre em sua força descomunal para vencê-los no momento que bem quisesse. Um autodidata do mundo das lutas, que sempre se disse representante do “Tarracá”; estilo criado por seu pai, que consistia basicamente em se “atracar” com o adversário, nunca teve aulas de jiu-jitsu, capoeira ou luta livre em uma academia. 
    Esse mesmo autor informa ter havido em São Luís do Maranhão uma “arena de lutas”, denominada de “Terreiro Tarracá”, no Bairro do João Paulo, onde era disputado um campeonato semanal de Vale Tudo, conforme se vê em “O encontro de Magapi com Rei Zulú”: 1997 São Luis – MA – tem uma faixa lá no João Paulo (bairro) chamando as pessoas para assistir o (pásmem!!!) semanal campeonato de vale tudo do Tarracá e dizendo que o Rei Zulú vai lutar movimentadas com uma média de 3 minutos para cada uma […] nesse local tinha luta todo final de semana mesmo […] Era um sábado, o local era escuro, a entrada era R$5,00 e no programa estavam confirmadas 6 lutas. O nome do local é Arena do Tarracá ou Baixada do Tarracá.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Mestre Baé – da Federação de Capoeira – responde e informa sobre o “ATARRACAR” em correspondência eletrônica, Com relação ao tema ATARRACAR; posso lhe adiantar o seguinte: desde criança tenho ouvido falar,assim como quase todos que também como eu sou da Baixada maranhense, grande parte da minha família é de Viana, Penalva, e Municípios vizinhos. Minha família sempre foi voltada para criação de gado e pescaria no interior, quando éramos crianças sempre a gente se atarracava um com o outro na beira do curral ou do rio e até no campo para ver quem era melhor de queda e isso porque a gente via os mais velhos fazerem também ,meus avós e tiso/avós falavam que isso sempre existiu o nome ATARRACAR e conhecido em vários interiores do Maranhão mas nunca ouvir dizer que era uma LUTA ou eu tenho lido algo afirmando ser luta, sempre foi o nome dado a forma de nos pegarmos para dar uma queda no outro em um corpo a corpo mais nunca foi denominado como luta até porque era baseada mais na força física e jeito de cada um pegar e arremessar o outro no chão através de uma queda.Luta pelo que eu tenho conhecimento possui técnica, bases, nomenclatura de movimentos, regras e etc.. 
    Então, é uma tradição na Baixada, uma forma de movimento agonístico, em forma de luta, conforme Baé guarda em suas memórias. Este Mestre Capoeira não considera aquela brincadeira como luta, dado seu conhecimento da Capoeira, e sua sistematização.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Em outra correspondência, recebida de Mestre Marco Aurélio, em que indaguei sobre a busca da origem do “TARRACÁ”, estilo de luta livre (hoje seria MMA) adotado pelo lutador maranhense Zuluzinho, que aprendera com seu pai, o Rei Zulú; Zulu, criado em Pontal, no interior do Maranhão, onde aprendera uma luta cabocla praticada e ensinada por índios e negros da região: o Tarracá: Quanto ao Atarracado, desconheço sua presença no centro-sul do Maranhão, apesar de poder haver, mas é uma prática muito comum no centro-norte, pelo menos na região do Pindaré e na Baixada, nesta última, pelo que já ouvi de alguns capoeiras originários daquela região das águas falarem-me a respeito. No que diz respeito à sua presença na região do Pindaré é fato, pois eu mesmo a praticava bastante, tendo sido ao longo do tempo, na qualidade de menino, e aí vai até meus doze (12) anos, a base de tudo o que sabia nas minhas ”brigas de rua”. Apesar de ter nascido em São Luís, me criei, desde bebê, até os sete (07) anos de idade, na cidade de Pindaré-Mirim, outrora, Engenho Central, e em sua origem, Vila São Pedro. Como toda criança ribeirinha, as brincadeiras eram em torno do rio, dos lagos e igarapés, ou então nas várzeas, e aí, não faltavam os embates. Lembro-me que a minha afinidade com a prática era bastante estreita, talvez, por desde pequenino ter sido corpulento, de maneira que não era muito afeito à briga “corpo fora”, como se dizia, mas, mais no “atarracado“, ou “corpo dentro”, o que se dava a partir de uma cabeçada. A ponto de quando ousava me aventurar pelo “corpo fora”, na maioria das vezes saía perdendo… Foi na Capoeira, que fui aprender o embate, digamos, “corpo fora”, a partir da ginga, de peneirar… – por favor, deixo claro que “corpo fora” e “corpo dentro”, não é nem um tipo de modaliade de luta, mas somente para fins, talvez, de didática, consoante dizíamos no interior.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Em outra mensagem eletrônica, Mestre Marco Aurélio acrescenta: Falei de como o atarracado tem semelhança com a Bassúla, luta de um país africano (Angola) e, no entanto, não me lembrei, na oportunidade, de falar de uma luta de origem indígena, o que se faz necessário, para ponderarmos, trata-se do Uka-Uka, um embate indígena, que consiste em fazer com que o contrário ponha um dos ombros no chão, hoje, ocorrente durante o “Quarup” um grande evento-cerimonial existente entre os povos do Alto-Xingú. Mas poderiam perguntar o que uma prática existente entre povos indígenas do Alto-Xingú tem a ver com uma prática ocorrente no Maranhão? Segundo Roberto da Mata, desculpem-me não dispor da referência bibliográfica, os povos Krahô e Xavante saíram em uma corrente migratória, a partir do Maranhão, para onde se encontram hoje, respectivamente, Tocantins e Alto-Xingú. Daí há de notar-se que o Maranhão em razão de ser banhado por inúmeras e grandes bacias hidrográficas era e é um celeiro de alimentos, o que deve ter sido berço de inúmeros povos indígenas, entre atuais, extintos e migrantes. Talvez, esse berçário, para os que possuem uma visão míope, e consideram que o maranhense tenha uma cultura ”preguiçosa” é por desconhecerem exatamente esse manancial de alimentos que é e, que outrora, tenha sido ainda mais
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Encontrei, ainda, descrição de luta-jogo semelhante, trazida por vaqueiros portugueses, durante o período colonial, a Galhofa – o “wrestling tradicional transmontano” – que se define como um desporto de combate. É tida como a única luta corpo a corpo cVer mais
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz MALUTA OU QUEDA
    Características. É uma forma de luta tradicional, conhecida em quase todo o distrito [Guarda] e praticada ainda em várias aldeias. É semelhante à luta grco-romana, embora tecnicamente mais rudimentar. Espaço. É no feno e na palha, no O
    Ver mais
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Rei Zulú, que praticava o que denominou de “tarracá” em sua infância, como atividade corriqueira, jogo/luta de sua infância, e dada suas características físicas, em um dado momento, ainda no quartel, vale-se de ambas – a forma de ‘luta’ e a força – para conquistar um espaço, que vem a se tornar uma profissão. 
    Para justificar seu estilo peculiar – força bruta – e por não ‘pertencer’ a uma escola do então Vale Tudo, ‘inventa’ a tradição de luta aprendida dos índios, TARRACÁ – atarracar, segundo Baé, ou atarracado, segundo Marco Aurélio – que vai se constituir em um estilo – maranhense – disseminado tanto por Zulu, em suas investidas no mundo da luta livre pelo mundo afora, como por seu filho Zuluzinho, quando coloca que seu estilo fora criado por seu pai – quem o treinava – e se chamaria ‘Tarracá’, de tradição indígena e negra, maranhense…
    Foi encontrado que em diversas regiões do Maranhão, ainda hoje, se pratica uma luta, que recebe diversas denominações – tarracá, atarracado, atarracar, queda – de origem possível portuguesa, tradicional hoje nas brincadeiras de crianças. 

    PARA ILUSTRAÇÃO:
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz http://forum.portaldovt.com.br/forum/index.php…

    Conheça Rei Zulu e Zuluzinho, os lutadores do Maranhão Apesar da desigualdade entre ele e seus…
    FORUM.PORTALDOVT.COM.BR
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz O Sr. Marcio Jardim me pergunta se conheço Zulu… isso basta? e o Senhor, conhece? ou apenas ouviu falar??? sabe de sua carreira e de sua importancia? eu, sei!!!
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz A proposito, conhece meu último livro: “Querido Professor Dimas: Antonio Maraia Zacharias Bezerra de Araújo – e a educação física maranhense – uma biografia (autorizada” ? 490 páginas… e apenas os ultimos 40 anos da memória da educação física, dos esportes e do lazer no/do Maranhão… e já estou quase concluindo outro, ainda ‘segredo’, não quero que o homenageado saiba antes do tempo… “Cláudio Vaz, o Alemão e o legado da Geração de 53″…
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Ou já conhece – leu – o ATLAS DO ESPORTE NO MARANHÃO????
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz A CULTURA DO LÚDICO E DO MOVIMENTO 
    DOS RAMKOKAMEKRA DE ESCALVADO


    por
    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
    Mestre em Ciência da Informação
    Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão
    Encontram como exemplo da cultura do movimento desses índios – os Rankokamekra de Escalvado, como se denominam – a corrida de toras, realizada tanto por homens como por mulheres.
    Para se entender toda essa dinâmica cultural, necessário se faz compreender o modo de vida dos Canelas: seu espaço vital – meio ambiente natural e a aldeia; sua história; seu sistema cultural – religião, organização cultural, economia.
    A corrida de toras – e as corridas de revezamentos – , no contexto ritual, não aparece apenas nos Canelas, mas é uma característica de outras tribos. Na aldeia do Escalvado, Dieckert e Mehringer observaram cerca de 50 corridas durante três meses de expedição, sendo três de mulheres. Foram observadas três distâncias: corridas longas – 20 a 40 km; corridas médias – 4 a 5 km; e corridas na aldeia – 850 m. Tipo, forma, função, significado, etc., das corridas de tora só se tornam compreensíveis através do conhecimento e análise das regras. Elas constituem-se o caráter das corridas.
    (São os indios Canelas, da aldeia do Escalvado, em Barra do Co0rda, para sua informação…)
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz ATIVIDADES DE LAZER NO MARANHÃO – SÉCULO XVII

    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ 

    CEFET-MA – Mestre em Ciência da Informação

    RESUMO
    O objetivo deste trabalho é o de resgatar as primeiras manifestações de lazer no maranhão colonial, através da leitura de “cronistas de época” e historiadores, sob a ótica da utilizacão do tempo livre, identificando as atividades do lúdico e do movimento praticados pelos primeiros colonizadores.
    No campo do lúdico foram encontrados os cerimoniais religiosos: procissões, canto coral, música, comédias (“representadas por noviços no átrio das igrejas”), festas religiosas. O entrudo – carnaval que durava até oito dias – e as dancas: congadas, chegancas.
    No campo do movimento, as cavalhadas, as mascaradas, as encamisadas e os jogos de cana e da argolinha, este último considerado a primeira manifestação de “esporte” no maranhão, praticado já por volta de 1660.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz “PERNAS PARA O AR QUE NINGUÉM É DE FERRO”:
    AS RECREAÇÕES NA SÃO LUÍS DO SÉCULO XIX 


    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ 
    DELZUITE DANTAS BRITO VAZ 

    “.. Morava na rua da Cruz, próximo ao bêco Escuro, na descida do açougue, os filhos do popular Bazola, célebre pelas festas retumbantes que todos os anos promovia pelo transcurso do 28 de julho [de 1823], data da adesão do Maranhão à Independência”. (VIEIRA FILHO, 1971, p. 170).

    Segundo lugar no Concurso Literário e Artístico “Cidade de São Luís” – Prêmio “Antônio Lopes” de Pesquisa Histórica, 1995;
    Artigo publicado nos Coletâneas do III Encontro Nacional de História do Esporte, Lazer e Educação Física, DEF/UFPR; DEF/UEPG; FEF/UNICAMP, Curitiba, 10 a 17 de novembro de 1995, p. 458- ;
    Publicado nos Anais da III Jornada de Iniciação Científica da Educação Física da UFMA, São Luís, 05 a 08 de dezembro de 1995, p. 58;
    Publicado nos Anais do X Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte, Goiânia, 20 a 25 de outubro de 1997, p. 1005 – ,
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz QUEM FOI O PIONEIRO ?

    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ 


    O Jornal “O Estado do Maranhão”, em seu Caderno de Esportes, editado às segundas-feiras, vem contribuindo para o resgate da história do esporte, do lazer e da educação física no Maranhão. Seus editores, sem as técnicas de pesquisa sofisticada, presentes na moderna historiografia, têm dado verdadeira aula sobre como se resgata a memória oral de uma comunidade. Os trabalhos, em sua maioria, resgatam a história pessoal daqueles que permanecem nas lembranças “dos velhos”, dos tempos em quem o Maranhão era um celeiro de craques, não necessitando de importar times inteiros para o representar. As memórias levantadas, em sua maioria, até agora, foram dos ídolos do futebol, que também se aventuraram por outros esportes. 
    Certamente nos próximos números serão lembrados outros heróis da história do esporte, do lazer e da educação física no Maranhão. Talvez a pergunta “quem foi o pioneiro” na introdução do esporte e da educação física seja respondida. Uma primeira pista foi dada em reportagem publicada no suplemento GALERA, d’O ESTADO DO MARANHÃO, sobre o pioneirismo do fisiculturismo no Maranhão.
    […] E deixa, o autor da matéria, a pergunta: “quem foi o introdutor dessa prática em São Luís?” E responde que o pioneirismo coube ao “pequeno Edilson Penha Alves, em 1944, aos 12 anos de idade”. 
    Considerando-se sob o aspecto de quem começou a praticar exercícios com pesos, podemos afirmar que o pioneiro foi JOÃO DUNSHEE DE ABRANCHES MOURA, ainda no século passado. O autor de “O Captiveiro”, de “A esfinge do Grajaú”, “A setembrada” , “nasceu na estreita rua do Sol, 141, situado entre a Rua do Ribeirão e o Beco do Teatro, a 2 de setembro de 1867″ (GASPAR, 1993, p.12). 
    Nos livros de memórias desse festejado historiador, advogado, polemista, sociólogo, crítico, romancista, poeta, jornalista, parlamentar e internacionalista maranhense, relata-nos que o “Club dos Mortos” – proposto por Raymundo Frazão Cantanhende -, reunia-se no porão da casa dos Abranches, no início da Rua dos Remédios:
    “E como não era assoalhado nem revestido de ladrilhos, os meus paes alli instalaram apparelhos de gymnastica e de força para exercícios physicos” (ABRANCHES, 1941, p. 187).
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz ALUÍZIO AZEVEDO E A EDUCAÇÃO (FÍSICA) FEMININA 

    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ

    Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão
    DELZUITE DANTAS BRITO VAZ
    Centro de Ensino Médio “Liceu Maranhense”

    RESUMO: O objetivo deste estudo é identificar as atividades físicas praticadas durante o período imperial (1823-1889) em Maranhão, e traçar uma parte da construção histórica da participação da mulher maranhense nas atividades físico-esportivas no século XIX. Verifica-se que já em 1827, a mulher maranhense participa das mesmas atividades físicas praticadas pelos homens, e, a partir de 1844, com a fundação do primeiro colégio feminino, têm aulas de educação física. O escritor Aluízio Azevedo, autor de “O Mulato”, faz críticas à inatividade da mulher maranhense, sugerindo a prática de exercícios físicos com base em uma educação positivista, em voga na época. Estabelece-se, ainda, quem foram as primeiras professoras de Educação Física em Maranhão (Brasil).
    Palavras-chave: Educação Física; Mulher; História; Maranhão

    ABSTRACT: The obejective of this study is to identify the physical activities practiced during the imperial period (1823-1889), and draw up one part of th historical construction of the participation of the natural of Maranhão´s woman used in the physical sporting activities in the XIX century. Its observed that yet in 1827, the natural of Maranhão´s woman used to participate of the same physical activities – riding on foot and on a horseback games (pella – primitive style of tennis) – practiced by men, and had physical education classes. In 1880, Aluizio de Azevedo, author of O Mulato, made a criticism over the inativity of the woman natural of Maranhão, suggesting the practice of the physical exercises, based on a positivist education, fashionable at that time. It´s appointed, yet, who would be the firts teachers of Physical Education in Maranhão (Brasil).
    Key words: Physical Education, Woman, History, Maranhão

    Manifestações do lúdico e movimento em São Luís do Maranhão – século XIX
    Trabalho apresentado no VII CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE, LAZER E DANÇA, Gramado/RS, 29 de maio a 1 de junho de 2000. ANAIS… p. 250-255
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz CONSTRUÇÃO DE UMA ANTOLOGIA DE TEXTOS DESPORTIVOS
    DA CULTURA BRASILEIRA: PROPOSTA E CONTRIBUIÇÕES


    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ 
    Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão
    DELZUITE DANTAS BRITO VAZ
    Centro de Ensino Médio “Liceu Maranhense”

    Resumo
    Através do resgate e do registro de manifestações culturais esportivas na literatura brasileira, procura-se reconstruir a história do esporte, do lazer e da educação física no Brasil. A exemplo do que acontece em França, Itália, Espanha e Portugal, propõem-se reunir textos literários da cultura brasileira, com o objetivo de reconstituir a trajetória do esporte em nosso país, com a construção de uma antologia brasileira de textos esportivos.
    Palavras-chave: Educação Física. Esportes. Literatura. História
    Abstract
    Through the rescue and the registration of sportive cultural manifestations in bra\ilian literature, one tries to reconstruct the history of sport, leisure and physical education in Brazil. From the example of what happens in France, Italy, Spain and Portugalit is proposed to gather in our country, with the construction of a brazilian anthology of sport texts.
    Key-words: Physical Education. Sports. Literature. History.
    Trabalho apresentado no VII CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE, LAZER E DANÇA, Gramado/RS, 29 de maio a 1 de junho de 2000. ANAIS…
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz AS CAVALHADAS E O MARANHÃO

    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ


    Nesta semana, observamos as chamadas, em uma novela de televisão – Estrela-guia, da Rede Globo – realizada na cidade de Perinópolis-GO, por seus personagens. Aliás, nas chamadas de hoje, Quarta-feira, a personagem principal – vivida por Sandy – pede para ir assistir às cavalhadas… e nós já tivemos cavalhadas em São Luís … 
    As cavalhadas de Pirenópolis não são realizadas nesta época do ano, mas por força da novela, foi feita uma encenação para atender às necessidades da Globo. Normalmente, acontece durante a Festa do Divino…
    A “Festa do Divino Espírito Santo” foi trazida para o Brasil ainda no século XVI. Em Portugal, a “Festa do Divino” aparece desde as primeiras décadas do século XIV e foi estabelecida pela Rainha D. Izabel (1271-1336), casada com D. Diniz (1261-1325) e começou com a construção da Igreja do Espírito Santo em Alenquer.
    O cerimonial consta de passeio pela cidade, levantamento de mastro enfeitado de frutas naturais, feita por um grupo de caixeiras (tocadoras de caixa). Esta festa até hoje é realizada em Alcântara, com muita pompa e honraria. Mas sem as cavalhadas…
    No processo de colonização do Maranhão a Igreja teve um importante papel, indo além do mundo espiritual, representando o único freio moral de uma população brutalizada e ignorante. É na igreja que essa população encontra uma diversão e uma alegria que quebrasse a monotonia desesperada de uma vida prenhe de perigos e vazia. Essa alegria era representada pela beleza litúrgica do cerimonial religioso: O Te-Deum, a missa, o sermão, a novena, a procissão, o canto coral, a música do cravo no coro, o repicar dos sinos nas torres e a comédia que os noviços representavam em dias de festas, no adro dos templos, eram a única distração e a única alegria que regularmente se concedia àquela gente.
    Em 1678, o primeiro bispo, D. Gregório de Matos (1679-1689), foi recebido com uma festa foi,… “onde, por oito dias consecutivos houve representações de encamisadas a cavalo, danças e outros gêneros de demonstrações de festas e alegria.”
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz A INAUGURAÇÃO DO “FOOT BALL” EM MARANHÃO 

    por
    Ver mais

  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz O “SPORTMAN” ALUÍSIO AZEVEDO 

    por

    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
    Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão
    DELZUITE DANTAS BRITO VAZ
    Centro de Ensino Médio “Liceu Maranhense”
    leopoldo@cefet-ma.br 

    RESUMO
    Procurar-se evidenciar uma outra faceta do escritor Aluísio Azevedo. Além do que pregava a favor da educação física, em sua obra, notadamente em “O Mulato”, constituiu-se em um verdadeiro “sportman”, participando da implantação do esporte moderno em Maranhão. Jogou futebol, na posição de “full-back”, outras vezes como “half-back”, ou praticando o “law-tennis”, ou participando de concursos “gaiatos”, nas reuniões esportivas e sociais daquele início de século.
    Publicado em “O Imparcial”, São Luís, Domingo, 16 de julho de 2000, Caderno Impar, p. 5; e em LECTURAS: EDUCACIÓN FÍSICA Y DEPORTES, Buenos Aires, n. 25, setembro de 2000, disponível em <www.efdeportes.com > 
    Coletâneas do VII Congresso Brasileiro de Educação Física, Esporte, Lazer e Dança, Gramado-RS, 28 de maio a 1º de junho de 2.000. Porto Alegre : UFRGS

  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz O NASCIMENTO DOS ESPORTES EM MARANHÃO

    Leopoldo Gil Dulcio Vaz

    Mestre em Ciência da Informação
    Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão
    leopoldo@cefet-ma.br 

    INTRODUÇÃO
    Desde o período colonial já se praticavam algumas formas de atividades físicas em Maranhão. Em 1678, quando da chegada do primeiro bispo ao Maranhão, houve cavalhadas (VAZ, 1992; 1993). 
    CÂMARA CASCUDO (1972) registra o termo “cavalhada” referindo-se a desfile a cavalo, corrida de cavaleiros, jogo das canas, jogo de argolinhas, touradas. Essas atividades esportivas eram produtos do feudalismo e da cavalaria – do tardio medievo português -, período em que os jogos cavalheirescos se destacavam entre as manifestações atléticas e esportivas (GRIFI, 1989; VAZ, 1995; 1996) 
    Essas manifestações do entusiasmo popular talvez tenham nascido com as atividades recreativa que pipocaram em certos centros, conforme as feições econômicas das regiões. As cavalhadas, as vaquejadas, e até mesmo as touradas, assim como os sinais do reacritivismo admissível, tiveram arenas de atração transitória (LYRA FILHO, 1974).
    “Além dos encamisados, jogaram, decerto, a cana e a argolinha”, informa LOPES (1975). A argolinha é encontrada desde o século XV em Portugal e, de acordo com GRIFI (1989), a corrida “dall’anello” consistia de corrida a cavalo, lançado a galope, durante as quais os cavaleiros deviam enfiar a lança ou a espada em um arco suspenso. Vencia quem conseguia enfiar o maior número de arcos. Originária de antiquíssima justa, desde o século XVI que se corre a argolinha no Brasil
    Já no século XIX (VAZ e VAZ, 1995; 1995b; 1997), é encontrada nas memórias de DUNSHE DE ABRANCHES (1970) algumas atividades físicas praticadas naquele início de século. Esse escritor descreve como eram passados os dias pelas “gentes de bem”, ao relatar um passeio ao sítio de seu avô: 
    “… as moças e rapazes formavam bandos gárrulos e irrequietos que, desde a madrugada até o cair da tarde, saíam em excursões pela floresta e pelos sítios vizinhos, voltando carregados de cófos com frutas, cachos de jussaras e de buritis, flores silvestres, emfim, tudo que apanhavam pelos caminhos e atalhos.
    ……..
    “Garcia de Abranches [ – o Censor, pai de Frederico Magno de Abranches e avô de Dunshe de Abranches] tinha a paixão da caça; e , quando imaginava dar uma batida às pacas, pouco se importava do sol e da chuva: não regressava à casa antes de trazer as vítimas visadas.
    ……..
    “… Atirador emético e adestrado nos jogos atléticos, alto, magro e ágil, [Frederico Magno de Abranches] trepava como um símio até os galhos mais finos das árvores para apanhar uma fruta cobiçada pelas jovens ali presentes. Encantava-as também a precisão dos seus tiros ao alvo. E causava-lhes sustos e gritos quando trepava sem peias por um coqueiro acima ou se balançava no tope de uma jussareira para galgar as ramas de uma outra em um salto mortal, confirmando o título que conquistara entre os da terra de campeão da bilharda.”(p. 28).
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz RECORDAR É VIVER 

    Leopoldo Gil Dulcio Vaz

    Professor de Educação Física do CEFET-MA; 
    Mestre em Ciência da Informação

    INTRODUÇÃO
    Para KOWALSKI (2000) no surgimento dos rituais comunitários, responsáveis pelas transformações de sensações encadeadas por impulsos amplos, que vêm de fora: do remo, do futebol, as corridas de carro, o carnaval, o espetáculo da emoção e o delírio das multidões, estabeleceu-se uma sintonia entre a quebra da identidade colonial e a construção da identidade nacional, coletiva, cultural, brasileira. 
    O esporte é então concebido como uma escola de coragem e de virilidade, capaz de ajudar a modelar o caráter e estimular a vontade de vencer, que se conforma às regras, que adota uma atitude exemplar – o fair-play -, jogo justo e honesto, comportamento cavalheiresco:
    “Por outro lado, as exigências econômicas e culturais para praticar as novas modalidades esportivas… reforçariam ainda mais a conotação de que esta prática cultural se afirmava como um signo de distinção social”. (p. 393). 

    É nesse sentido específico que certos esportes aparecem como elemento de diferenciação do estilo de vida. A prática esportiva torna-se um indicativo de pertencimento social, tendo em vista que a prática de certas modalidades (tênis, crickt, crockt, remo) estava condicionada, em Maranhão, à participação em associações esportivas (os clubs), enquanto outras (foot-ball) vinham alcançando uma maior difusão social, irradiando-se por todos os lados.
    Emblemático, desse período romântico do esporte maranhense – e em especial do futebol – é a biografia esportiva de vários “sportman” e “cracks” do futebol da época – que abrange os anos 1915 a 1945.
    CRACKS & SPORTMAN MARANHENSES
    Tomamos por base as matérias publicadas no jornal “O Esporte”, nascido no ano de 1947, – “órgão puramente esportivo” – que tinha por objetivo “incentivar ainda mais a prática dos desportos na capital maranhense, para que possamos manter a posição de prestígio que ocupamos no cenário esportivo nacional, depois das vitórias de 1946″. Fundado, dirigido e escrito por José Ribamar Bogéa, sua primeira edição circulou no dia 21 de julho de 1947 e sobreviveu até 1951…
    Em uma sessão denominada “Recordar é Viver”, são oferecidos aos leitores biografias de vários “sportman” e de cracks do futebol, em que se pode traçar como se deu o desenvolvimento do esporte em terras maranhenses, após a implantação na primeira década dos “novecento” (1900). 
    As primeiras biografias referiam-se a atletas em atividades, em atuação nos diversos clubes da capital – Moto Clube de São Luís, Sampaio Corrêa Futebol Clube, Maranhão Atlético Clube, e Sociedade Esportiva Tupan, responsáveis pelas conquistas esportivas naquele ano de 1946.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz A INTRODUÇÃO DO ESPORTE (MODERNO) 
    EM MARANHÃO 
    Ver mais

  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz HIPODRISMO EM MARANHÃO 

    Delzuite Dantas Brito Vaz

    Centro de Ensino Médio “Liceu Maranhense”
    Leopoldo Gil Dulcio Vaz
    Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão

    RESUMO
    Procurando responder o que era o esporte no século XIX – dentre as várias manifestações do lúdico e do movimento encontradas em Maranhão, desde os anos 1600 -, encontrou-se o turfe como dos primeiros “sports” introduzidos naquele final de século, repetindo-se o mesmo movimento de outras cidades brasileiras. 

    ABSTRACT
    Looking for replying “what was the sport on th XIX century – between several demonstrations of leisure and movement, found in Maranhão since 1600 – the “turfe” was found as one of the first sport introduced into the end of that century, getting repeated the same demonstrations from others brasilians cities.
    Palavras-chaves: História; Esportes; Turfe; Maranhão
    Artigo publicado nas Coletâneas do VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTES, LAZER E DANÇA, Ponta Grossa – PR, 14 a 17 de novembro de 2002. Ponta Grossa : UEPG, 2002.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz É… vasmos pular um pouco e vamos para o ultimo ano – ou os acima do numero 200
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz MIGUEL HOERHANN – PIONEIRO DA EDUCAÇÃO PHYSICA NO MARANHÃO
    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
    IF-MA / IHGM – ALL

    vazleopoldo@hotmail.com 
    RESUMO
    Registra-se o nascimento das atividades esportivas no Maranhão e traz Miguel Hoerhann como o primeiro professor de Educação Física, atuando na Escola Normal, Escola Modelo, Liceu Maranhense, Instituto Rosa Nina, nas escolas estaduais e até nas municipais, estimulando a prática da cultura física.
    EDUCAÇÃO FÍSICA; HISTÓRIA; MARANHÃO

    Djard MARTINS (1989) registra em seu já clássico “Esporte, um mergulho no tempo” o nascimento das atividades esportivas no Maranhão e traz Miguel Hoerhann como o primeiro professor de Educação Física, atuando na Escola Normal, Escola Modelo, Liceu Maranhense, Instituto Rosa Nina, nas escolas estaduais e até nas municipais, estimulando a prática da cultura física: “E para coroar de êxito esse idealismo, esteve à frente da fundação do Club Ginástico Maranhense…” (MARTINS, 1989). 
    É o próprio Miguel quem confirma essa condição, em nota publicada no jornal “O Paiz” em 21 de novembro de 1909, no Rio de Janeiro:
    ‘EDUCAÇÃO PHYSICA/CARTÃO COMEMORATIVO DE 20 ANOS DE TRABALHO NO BRASIL/
    Mens sana in corpore sano;/ vita non este vivere;/sede vivere
    Miguel Hoerhann, capitão-tenente honorário da armada nacional, professor de educação física da Escola Naval, Colégio Militar, Externato Aquino, e professor de ginástica e esgrima do Automóvel Club do Brasil – Ex-professor dos colégios Brasileiro-Alemão, Abílio Rouanet, João de Deus, Instituto Benjamin Constant, e Instituto Nacional de Surdos Mudos, no Rio de Janeiro. Ex-professor dos colégios São Vicente de Paulo, Notre Dame de Sion, Ginásio Fluminense e Escola Normal Livre; sócio-fundador e 1º. Turnwart do Turnerein Petrópolis, em Petrópolis. Ex-professor da Escola Normal e grupos escolares Menezes Vieira e Barão de Macaúbas e do colégio Abílio, em Niterói. Ex-diretor do serviço de Educação Física; ex-professor da Escola Normal, escola modelo Benedito Leite; Instituto Rosa Nina, Liceu Maranhense, e escolas estaduais e municipais; fundador e 1º presidente e 1º diretor dos exercícios do Club Ginástico Maranhense; em S. Luis do Maranhão. Ex-professor do Ginásio São Bento e ex-secretário do I. e R. Consulado da Áustria e Hungria, em São Paulo. 20 anos de devotado trabalho no Brasil (de 24 até 44 anos de idade, desde 1889 a 1909). Ex-Instrutor da imperial e real marinha de guerra da Áustria, condecorado com a medalha militar de bronze, conferida por sua imperial e real majestade apostólica Francisco Jose I, Imperador da Áustria-Hungria (desde 15 até 23 anos de idade, 1880-1888).
    […]
    A primeira referencia que se tem desse professor de educação física é de um diploma dado a diversas autoridades e intelectuais, dentre os quais a Fran Paxeco, Cônsul Honorário de Portugal no Maranhão; consta ‘aos propugnadores da educação physica’ e está assinada por Miguel Hoerhann, Diretor da Educação Physica, e foi passado em 18 de maio de 1904
    Miguel Hoerhann foi instrutor de artilharia do império austro-húngaro, professor de esgrima e ginástica sueca nos estados do Maranhão e Rio de Janeiro. Nesta cidade, a ginástica era voltada para o treinamento militar dos novos cadetes e oficiais da Marinha Brasileira e do Colégio Militar. Miguel tem vasta produção de artigos em periódicos e é autor do livro Esgrima de Baioneta, publicado no Maranhão em 1904
    APRESENTADO NO CONGRESSO DE HISTÓRIA AGOSTO 2014 EM LONDRINA-PARANÁ
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz FRAN PAXECO – UM DOS PROPUGNADORES DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO MARANHÃO
    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
    IF-MA / IHGM / ALL

    vazleopoldo@hotmail.com 

    RESUMO – Ao estudar a introdução da Educação Física/Ginástica no Maranhão, encontra-se o portugues Fran Paxeco como um dos incentivadores. Miguel Hoherann, o primeiro Diretor da Divisão de Educação Física do Estado expediu um diploma ‘aos propugnadores da educação física’, estando o consul portugues entre os agraciados. Anos depois, quando da realização do I Congresso Pedagógico do Maranhão, 1922, Fran Paxeco inclui a Educação Física como uma área a ser estudada, buscando sua regulamentação nas escolas públicas.
    EDUCAÇÃO FÍSICA. MARANHÃO. FRAN PAXECO

    APRESENTADO NO CONHRESSO DE HISTÓRIA DOS ESPORTES, EDUCAÇÃO FÍSICA E LAZER, EM LONDRINA-PARANÁ ANO PASSADO, AGOSTO…
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz O “CHAUSSON/SAVATE” INFLUENCIOU A CAPOEIRA?
    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
    IF-MA / IHGM / ALL

    RESUMO
    Em uma série de artigos em que se busca a ancestralidade da Capoeira, comprovada africana não apenas pelo perfil étnico predominante dos capoeiras brasileiros do passado, mas, sobretudo, pela existência na África de práticas similares, como o Moringue, no Oceano Índico – nas Ilhas de São Lourenço (Madagascar), Reuniões e em Moçambique. Assim como encontramos uma influencia européia, configurada através da Chausson/Savate, praticado por marinheiros no porto do sul de Marselha, do século XVII. Segundo os historiadores, foram aprendidos pelos ‘leões marinhos’ em suas viagens aos países do Oceano Índico e o Mar da China. Houve intenso tráfico entre os portos brasileiros – Rio de Janeiro, Salvador, Recife, São Luis e Belém – e Marselha. 
    Capoeira. História. Chausson. Savate.
    APRESENTADO NO CONGRESSO DE HISTÓRIA DOS ESPORTES, EDUCAÇÃO FÍSICA E LAZER, EM LONDRINA-PARANÁ ANO PASSADO, AGOSTO…
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Voltamos ao inicio… TARRACÁ, ATARRACAR, ATARRACADO…
    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
    IF-MA / IHGM / ALL

    vazleopoldo@hotmail.com

    […] ladies and gentlemen, let me introduce you to…Tarracá. It was used by a Vale Tudo fighter who called himself “Rei Zulu” in the early 80´s here in Brazil; he kicked (better yet, throwed around) quite a few asses before getting tapped out by Rickson in 1984
    www.bullshido.net 
    RESUMO
    Busca-se a origem do estilo de luta “Tarracá”, supostamente criado pelo lutador de Vale-Tudo (MMA) maranhense Rei Zulu – Casimiro de Nascimento Martins. Rei Zulú, por não ‘pertencer’ a uma escola do então Vale Tudo, ‘inventa’ a tradição de luta aprendida dos índios, TARRACÁ – atarracar, ou atarracado – que vai se constituir em um estilo – maranhense – disseminado tanto por ele, Zulu, em suas investidas no mundo da luta livre pelo mundo afora, como por seu filho Zuluzinho, quando coloca que seu estilo fora criado por seu pai – quem o treinava – e se chamaria ‘Tarracá’, de tradição indígena e negra, maranhense.
    MMA. TARRACÁ. REI ZULU 
    APRESENTADO NO CONGRESSO DE HISTÓRIA DOS ESPORTES, EDUCAÇÃO FÍSICA E LAZER, EM LONDRINA-PARANÁ ANO PASSADO, AGOSTO..

    MMA Martial Arts UFC Videos Articles and Reviews
    BULLSHIDO.NET
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Bem, Sr. Marcio Jardim, creio que posso dizer, sim, conheço um pouquinho dessa história… e pergunto: o Sr. conhece???
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz ALDEMIR CARVALHO DE MESQUITA – (Futsal)
    1948 – nascido em 16 de janeiro, em Vargem Grande – antiga Vila da Manga, hoje, Nina Rodrigues -, filho de José Rodrigues de Mesquita e Izabel Carvalho de Mesquita.
    In Entrevista – 

    1959 – transfere-se para São Luís, para estudar; fazer primário em São Luís, já a 4a série primário, no Alberto Pinheiro.
    1961/1967 – faz o exame de seleção para o Liceu Maranhense, onde fez o ginásio e científico; 
    - envolvimento com a Escola Técnica – Porque nós viemos morar aqui no fundo da Escola Técnica, rua Raimundo Correia, Travessa Miguel Couto, que sai aqui, no fundo do campo, que é um antigo ginásio que chamavam Chico Barrigudo. Tipo menino esperto, que sempre pulava o muro para comer manga e jogar bola e eles botavam quem não era aluno, que a gente pulava o muro, o pessoal da Popular… o professor Braga nesse tempo diretor de esportes aqui da Escola Técnica, chegava e perguntava quem era aluno, quem não era aluno da Escola? Eu me calava, então ele chegava e ninguém se acusava e então ele dizia: turma eu mesmo vou tira e tirava e me confundia com aluno da Escola, porque eu só vivia aqui dentro. Eu almoçava aqui, eu sempre dizia que a 1º comida que eu comi em São Luis foi dentro da Escola Técnica. 
    - Jogos Intercolegiais – (final da década de 50) mais ai já havia a divulgação, porque o doutor Carlos Vasconcelos, realmente foi o pioneiro junto com o professor Rubem Goulart e o professor Braga. Esse três eu considero assim, como pioneiro em terno de divulgação do esporte, porque não existia nem professor de educação física aqui, na época. Então foi que foi para Escola do Rio de Janeiro, Escola Nacional de Educação Física; (1942/43) foi que mandaram a professora Mary Santos, professor Braga e o professor Rubem Goulart, então quando eles voltaram, eles deram uma outra cara para o esporte amador do Maranhão e isso também só foi possível com o apoio, nesse tempo, do doutor Carlos Vasconcelos; era medico de todos os colégios daqui e era do Exército, Capitão de Exército, Capitão-Médico, e isso tinha uma penetração muito grande dentro da área federal e ele representava o governo federal na época do esporte. Era delegado do MEC, nessa época, Então essa parte foi ficando com o doutor Carlos e a professora Mary Santos ficou com a criação do Ginásio Costa Rodrigues que veio, ai que entrou o Cláudio Vaz de acordo com o trabalhado praticamente.
    - No Liceu, teve grande destaque como goleiro de futebol de salão, nessa fase de jogos escolares, no campeonato Maranhense, também pelo Flamenguinho, do Monte Castelo do saudoso João Canso, nosso Tião que é o professor Joaquim daqui da Escola
    1971 – O técnico foi através da professora Mary Santos, que ela criou… nos estávamos… aí que entrou o Estado. O que a gente percebia, que tinha que crescer a parte de esporte no Maranhão, então estava com uma deficiência de técnico, então precisava de pessoas para treinar; esse pessoal que trabalhava com esporte e devido isso veio juntamente com Mary Santos, com o professor… doutor Carlos Vasconcelos que foi em conjunto isso aqui, o diploma que eu tenho tá assinado pela professora Mary Santos e Carlos Vasconcelos; Era aquele exame de suficiência. Antigo exame de suficiência do MEC, ou foi aquele curso ministrado pelo major Leitão no Costa Rodrigues
    1972/1973 – atuou como técnico de handebol, na Escola Técnica, na época o handebol foi incluído nacionalmente, foi divulgado e pelo 1º ano em handebol, criado aqui no Maranhão. O 1º ano criado a competição de handebol no Maranhão, eu tive a felicidade de dirigir a equipe de handebol do Maranhão; aprendeu Handebol no curso que nos fizemos. Após o curso que nos fizemos de etc. esse curso de reciclagem novos dizer assim, de treinamento, aperfeiçoamento de professor de educação física . nós fizemos esse curso que foi dado o curso de handebol para competição dos jogos dos JEM’s. Então Braga, que era o Coordenador de Esportes da ETFM acatava qualquer decisão nossa. Qualquer pessoa que diga – professor, vamos fazer isso aqui ? Então ele dizia – tem time para botar? Então vou me responsabilizar; então ele nos dava autonomia para isso. Então quando criamos, posso até ressaltar ainda essa criação dessa seleção de handebol – foi até uma sugestão dos próprios alunos, do Maranhão, quer dizer foram as pessoas que tiveram essa iniciativa, dos atletas, o Albino, Paulo, o Gafanhoto. Foram pessoas que disseram praticamente vamos botar: vamos jogar e apenas eu montei o time e vambora e o banco é esse; e nós fomos e ganhamos, por incrível que pareça. Eles já tinham, já tinham um fundamenta no basquete, campeão maranhense, campeão brasileiro, eles iam muito bem no basquete. Então eu disse – rapaz se nós montarmos o time de basquete, no time de handebol e não tem o basquete e você pega rápido nós vamos ganhar, e foi isso que aconteceu, quer dizer não teve dificuldade, não.
    Fonte: VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; ARAÚJO, Denise Martins; VAZ, Delzuite Dantas Brito. QUERIDO PROFESSOR DIMAS (Antonio Maria Zacharias Bezerra de Araújo) e a Educação Física maranhense – uma biografia (autorizada). São Luís : (s.e.), 2003. (Inédito) – (in ENTREVISTAS).
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz ALFREDO SALIM DUAILIBE – Médico, político
    1914 – nasceu em 19 de outubro. Foi o primeiro médico maranhense a ingressar em uma Escola de Educação Física com o objetivo de se especializar em Medicina Desportiva. 1931/1936 – cursa medicina na Faculdade N
    acional de Medicina do Rio de Janeiro;
    1938/1941 – médico da enfermaria Santana e do ambulatório de clínica médica, da Santa Casa de Misericórdia;
    1942 – cursa especialização em Medicina Esportiva na Escola Nacional de Educação Física;
    1943 – fundador e chefe do Serviço de Educação Física do Maranhão;
    1944 – professor da Cadeira de Biometria, da Escola Normal do Instituto de Educação
    1946 – Diretor Geral de Instrução Pública, Interventoria Saturnino Bello
    1946/1950 – provedor da Santa Casa; 
    1947 – Secretário do Interior e Justiça e Segurança do Maranhão, no Governo Sebastião Archer da Silva;
    1947/1950 – membro do Diretório Regional de Geografia do Maranhão
    1951/1955 – Deputado Federal
    1954/1962 – suplente do Senador Vitorino Freire 
    1955 – assume a Secretaria de Justiça e Segurança no período em que o Governador Matos Carvalho é impedido de exercer o cargo de governador
    1956/1960 – presidente da LBA do Maranhão
    1961/1966 – Vice-governador, governo Newton de Barros Bello
    1970/1978 – Suplente do Senador Alexandre Costa
    1971/1974 – Secretário do Interior e Justiça e Segurança do maranhão do governador Pedro Neiva de Santana
    1977 – professor de Medicina do trânsito do Curso Básico de Engenharia do Trânsito FESM, IPR-S
    -professor catedrático de Histologia e Microbiologia, da Faculdade de Farmácia e Odontologia de São Luís; 
    - Membro da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra; 
    - Sócio efetivo da Sociedade Brasileira de Microbiologia; 
    - membro efetivo e fundador da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Maranhão; 
    - membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia; 
    - sócio efetivo, vice-presidente e presidente interino da Liga Maranhense de Combate ao Câncer;
    - médico do IPASE; 
    - médico do Cotonifício Cândido Ribeiro; 
    - membro do Conselho do Centro da FUM; 
    - vice-coordenador do Instituto de Ciências Físicas e naturais da FUM; 
    - professor de Biometria aplicada à Educação Física, FUM; 
    - Deputado Federal, suplente de Senador, Senador, Vice-governador – tendo assumido o governo do Estado por cinco dias, de 25 a 31 de janeiro de 1966, dando posse ao governador eleito, José Sarney; Foi professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Maranhão, atuando também no Curso de Educação Física, como professor, até se aposentar, em 1984.
    Fontes 
    NUNES, Patrícia Maria Portela. MEDICINA, PODER E PRODUÇÃO INTELECTUAL. São Luís : UFMA-PROCIN-CS, 2000; 
    BUZAR, Benedito. VITORINISTAS & OPOSICIONISTAS. São Luís : Lithograf, 2001, p. 55-62; 
    BIGUÁ, Tânia; BIGUÁ, Edivaldo Pereira. Onde anda você ? Dr. Alfredo Duailibe. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 26 de abril de 1998, Segunda-feira, p. 4. Caderno de Esportes; 
    BUZAR, Benedito. Alfredo Duailibe ao oitenta anos: vitorinista, graças a Deus. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 16 de outubro de 1994, Domingo, p. 20-21. Caderno Alternativo. 
    VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; ARAÚJO, Denise Martins; VAZ, Delzuite Dantas Brito. QUERIDO PROFESSOR DIMAS (Antonio Maria Zacharias Bezerra de Araújo) e a Educação Física maranhense – uma biografia (autorizada). São Luís : (s.e.), 2003. (Inédito) –
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz ANA ZÉLIA JANSEN SARAIVA GOMES (Natação)
    Principais títulos: Campeã e Vice-campeã Sul-americana juvenil, Vice-campeã Sul-americana Absoluto, Campeã e Recordista Brasileira desde 1995, Vice-campeã Multinations (Lisboa e Grécia) 
    1992 – Comecei a competi
    r pela A . Alumar, passando pela Aquanata, AABB, Nova Onda, Vasco da Gama e atualmente pela Aquátika.
    1994 – passa a treinar com Mário Aguiar e com Daniela Flexa.
    2002 -Vice-campeã Sul-americana Absoluto 
    2003 – e medalhista no Troféu Brasil (campeonato Brasileiro absoluto)
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz ANTONIO JOSÉ DA CONCEIÇÃO RAMOS – Mestre Patinho – 
    1953 – nasceu em São Luís, em 14 de setembro, no Bairro São Pantaleão; filho de Djalma Estafanio Ramos e de Alaíde Mendonça Silva Ramos;
    Década de 60 – Babalú, um apaixonado pela capoeira, outro amig
    Ver mais
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz ARY FAÇANHA DE SÁ – Atletismo, dirigente esportivo
    1928 – Nasceu em 1º de abril, no município de Guimarães, Em São Luís, cursou o ginasial no Colégio de São Luiz, do prof. Luiz Rego – criador dos Jogos Inter-colegias -, por onde disputava as provas de 
    100 e 200 metros, além do salto em distância; consegue a espantosa marca de 5,00 metros. 
    1949 – foi para o Rio de Janeiro estudar – levado pelo irmão, ingressa no Fluminense Futebol Clube, como atleta. 
    1950 – ingressou na Escola Nacional de Educação Física. 
    1952 – recordista sul-americano de salto em distância, com 7,57 m, o que lhe valeu a convocação para a Olimpíada de Helsinque, tendo conquistado o 4º lugar no salto em distância. 
    1955, bateu o recorde pan-americano, com a marca de 7,84 metros, a quarta marca do mundo. 
    - atleta da Seleção Brasileira de Atletismo – e do Fluminense, do Rio de Janeiro; 
    - recordista sul-americano do salto em distância, participou de duas Olimpíadas, de 1952 e 1956. 
    - Professor de Educação Física, formado pela Escola Nacional, foi o introdutor do Interval-training no Brasil, assim como um dos idealizadores dos Jogos Escolares Brasileiros.
    Fonte: VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; ARAÚJO, Denise Martins; VAZ, Delzuite Dantas Brito. QUERIDO PROFESSOR DIMAS (Antonio Maria Zacharias Bezerra de Araújo) e a Educação Física maranhense – uma biografia (autorizada). São Luís : (s.e.), 2003. (Inédito) – (in ENTREVISTAS).
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz CARLOS ALBERTO BARATEIRO DA COSTA – BEBETO, CEL. BEBETO – Basquetebol, Futebol 
    1934 – Nascido em 25 de novembro, começou com o futebol, aos 14 anos de idade (1948), a contragosto de seu pai, “seu” Silvestre, no campo do Matadouro (Bairro da Liberdade)
    Ver mais
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz CARLOS ALBERTO FERREIRA ALVES – militar, Voleibol 
    1928 – ano de seu nascimento
    1945 – jogava Basquetebol pelo Liceu Maranhense. Conhecido, nos meios esportivos do Maranhão, como Tenente Alves, por toda uma geração de esportistas, de Basquetebol, de Vo
    leibol, e de alunos de vários cursos de Educação Física que ministrou. 
    1946 – jogava pelo Moto Clube de São Luís. 
    - Cursou a Escola preparatória de Cadetes, em Fortaleza, por onde jogava Basquetebol e Futebol de Salão; foi para a Academia Militar das Agulhas Negras e lá também se destacou no Basquetebol. 
    1953 – estava de volta ao Rio de Janeiro, como 2º Tenente; 
    1955 – retorna à São Luís, formando ao lado de Rubem Goulart, Rinaldi Maia, Carlos Vasconcelos e Ronald Carvalho um dos melhores times de Basquetebol do Maranhão
    - foi um dos fundadores da Federação Maranhense
    - foi presidente da Federação Maranhense de Desportos – FMD -; 
    1968 – administrador do Ginásio Costa Rodrigues, a convite do Secretário de Educação, Cabral Marques; o então Major Alves deva aulas de Basquetebol, Handebol, Voleibol, ao lado de Dimas, Rinaldi Maia e Vanilde Leão. 
    - Foi Diretor de Esportes do SESC até 1972, ano em que foi técnico de Voleibol – masculino e feminino – e Basquetebol – masculino – da seleção que participou dos JEB’s de Maceió – na primeira participação do Maranhão. 
    Fonte: BIGUÁ, Tânia; BIGUÁ, Edivaldo Pereira. Onde anda você ? Alves – atleta e técnico. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 17 de novembro de 1997, Segunda-feira, p. 4. Caderno de Esportes.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz CONSTÂNCIO CARVALHO NETO – JOSÉ FERDINAND CHAVES 
    CARVALHO – FERDIC
    - 1939 – nasce em 03 de maio – 1940 – nasce em 08 de abril

    - 1955 – os irmãos Carvalho fundam a Sociedade Esportiva Sparta, ao lado de Nilson Santiago e Juca Abreu
    - como toda equipe daquela geração de esportistas da década de 1950,começaram jogando futebol de meia na rua, ou nos pátios dos colégios (estudavam no Liceu Maranhense), quando surgiu o Futebol de Salão (1955), trazido pelo prof. Pedro Santos; dentre os gazeteiros doidos por bola, destacavam-se, além dos irmãos Constantino e Ferdic, os irmãos Nilson e Nervalzinho Santiago (filhos do secretário do Liceu, Nerval Lebre Santiago), Juca Abreu, Januário, José Reinaldo Tavares, Xuxuca, Negão, César Bragança, malheiros,macieira, Canhotinho, etc.
    - passaram pelo Sparta: Parú, Milson Cordeiro, Enésio, AntonioCoxinho, Nonato Santos, Bira, Roberto babão, Guilherme Saldanha, Paulista, 
    1959 – o Sparta encerra suas atividades.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz EDUARDO SOARES TELLES DE SOUZA – Eduardo Telles
    1962 – nasceu a 1º de novembro. É um dos muitos filhos do Advogado Reginaldo Telles e da Advogada e Professora Maria Lúcia Telles. Casado com a Professora e Psicopedagoga Analete Sousa, Eduardo é pai da n
    adadora Letiana Telles e do nadador Danilo Telles. Estudou no Colégio Marista Meng, Pituchinha, ITA, e ETFMa (Magistério em Educação Física). Exerceu vários cargos no desporto maranhense, além de ter organizado vários eventos esportivos na cidade e Estado; Vice-Presidente da FMDA; Diretor de Árbitros da FMDA e FmaH; Diretor Técnico da FMDA e FmaH; Técnico das seleções maranhenses de Handebol e Natação; Diretor do Departamento de Educação Física da SEMED (Secretaria de Educação de São Luís); Faz parte do Conselho Estadual da Pessoa Portadora de Deficiência e do Conselho Estadual de Juventude; É Membro Fundador da Associação de Professores de Educação Física do Maranhão; É Professor de Educação Física da rede pública do Estado; tem vários cursos de treinamento desportivo tanto na área de desporto de rendimento quanto de recreação e lazer; É árbitro nacional de Natação e Handebol; É filiado ao Conselho Federal de Educação Física; Atualmente (2007) exerce o Cargo de Secretario Adjunto de Projetos Especiais da SESP – Secretaria de Estado de Esporte do Maranhão. 
    1975 – começou a vida esportiva em 1975, nas aulas de Educação Física na escola ITA, com a professora Eldinéa de onde foi levado para a escolinha de Handebol do Professor Carlos Tinoco (Carlão). Daí Eduardo Telles começou a praticar a sua maior paixão esportiva: o Handebol. 
    1978 – Participou da sua primeira seleção maranhense, convocado pelo Professor Edivaldo Biguá. Jogou o seu primeiro JEBs, terminando como terceiro colocado. Começou sua vida profissional na Educação Física ainda estudante, em 1978, como auxiliar técnico de Viché na escolinha de Handebol do Meng.
    1979 -agora com Viché, participou do JEBs em Brasília, ficando novamente como terceiro colocado e, no mesmo ano foi convocado para a Seleção Maranhense, onde participaria do Campeonato Brasileiro de Handebol Juvenil promovido pela Confederação Brasileira de Handebol. Neste ano o Maranhão foi campeão Brasileiro. 
    1982 – ingressou na Escola Técnica Federal do Maranhão para fazer o curso de Habilitação ao Magistério em Educação Física para alunos de 1º e 2º graus, formando-se em 83.
    - Começou a militância partidária no PTB. Logo depois mudou para o PDT, onde foi o criador e fundador da JTS (Juventude Trabalhista e Socialista), que veio se transformar em JS (Juventude Socialista-PDT). Participou no PDT do seu primeiro Diretório Municipal, militando em todas as campanhas políticas de 82 até hoje. Pelo PDT foi candidato a vereador obtendo 1.332 votos em 2004. Atualmente faz parte do Diretório Municipal do partido e do Instituto Alberto Pasqualinni, onde é diretor de gestão pública. 
    1988 – Como auxiliar de Vicente Calderoni (Viché) no Handebol, Eduardo foi campeão brasileiro escolar em 1988 nos JEBs realizados em São Luís.
    2002 – passa a atuar como professor de natação na escola Aquanata
    2003 – ao lado de Abelardo Telles e Mario Aguiar montou a super-equipe campeã de Natação da AABB que, dos dez títulos de Melhor Clube do ano da Natação, conquistou nove pela Federação Maranhenses de Natação.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz FABIANO VIEIRA DA SILVA – Basquetebol, jornalista
    1944 – nascimento de Fabiano, filho de Raimundo Vieira da Silva – (os irmãos Vieira da Silva: Fabiano, Marco Antônio e Paulo, filhos de Raimundinho). Fabiano – e seus irmãos – cresceu vendo o pai e os a
    migos praticando esportes: Rubem Goulart, Coronel Bebeto, Raul Guterres, Ronald Carvalho, no campo do Moto Clube. Quando foi para o Liceu, ainda garoto, já praticava o esporte, participando de peladas, porém sem qualquer tipo de treinamento específico. 
    1958 – Participou das Olimpíadas Estudantis, ao lado de Nega Fulô, Sá Valle, Salim Lauande, Jaime Tavares. 
    1959 – foi para o Marista, jogando ao lado de Nonato e Elias Cassas e do irmão Marco Antônio.
    1960 – vai para Minas Gerais estudar e lá o esporte passa a fazer parte da vida do jovem maranhense, jogando pelo Clube Ginástico, treinado por Luís Adolfo; foi bi-campeão mineiro e cestinha dos campeonatos de 61 e 62, em Belo Horizonte. Treinava também na seleção mineira de voleibol. 
    1962 – transfere-se para o Rio de Janeiro, passando a jogar pelo Flamengo Futebol e Regatas, tendo Canela como técnico – Canela foi técnico da seleção brasileira por muitos anos -. Já era um jogador respeitável – atuava como pivô -, 
    1963 – chamado de volta, pelo pai. Fez vestibular para o curso de Economia e passa a disputar os Jogos Universitários nas modalidades de Basquetebol e Voleibol, ao lado de Gilmar Ferreira, Emílio Ayoub e José Carlos Martins. 
    1970 – Participou do Campeonato Brasileiro, em Porto Alegre. Ao retornar, parou de jogar, dedicando-se apenas às peladas do Jaguarema e na praia. 
    Trabalha nas empresas da família – TV Cidade, canal 6, do Grupo de Comunicação Vieira da Silva -. 
    1980 – abriu a TV para as transmissões esportivas locais
    - Foi Secretário Adjunto de Indústria, Comércio e Turismo. 
    Fonte: BIGUÁ, Tânia; BIGUÁ, Edivaldo Pereira. Onde anda você ? O grande Fabiano do basquete. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 16 de fevereiro de 1998, Segunda-feira, p. 4. Esportes. .
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz FATIMA ANDRADE – Handebol
    1958 – Nasceu em São Luís em 20 de abril. Estudante do Colégio Batista – em uma época em que só era permitido às meninas fazer apenas educação física, sem praticar esportes, mesmo assim jogava Basquetebol. 
    1971 – é Apresenta
    da ao Handebol, pelo coordenador de esportes do colégio, Professor Emílio Mariz, foi da primeira geração de meninas a praticar não só esportes, mas o handebol, que estava sendo introduzido nas escolas de São Luís naquele ano. Muito parecido com o Basquete, em que se jogava com as mãos só que o objetivo era fazer o gol. Então o Prof. Dimas passou a treinar as equipes do Batista – e do Marista – visando a participação nos FEJ – Festival Esportivo da Juventude – . O Batista foi o melhor, e aquele primeiro Festival serviu de espelho para a 
    1972 – primeira convocação do Handebol feminino para os Jogos Escolares Brasileiros – JEB’s -, que seriam disputados em Maceió-AL; faziam parte da equipe, Teresa, Venina (gol) Ana Lilia Figueiredo, Viviana Martins (filha de Dimas, o professor), Rosa Amélia, Auridete, Janny Eidi. Nem sabem em que lugar ficaram.
    1973 – lá estavam de novo, tanto no FEJ como no JEB’s. Não deixou de praticar o Basquete, tanto pelo Batista como pela Seleção Maranhense, que disputou o Campeonato Brasileiro de Juvenis, em Caxias de Sul – RS. 
    1974 – Vicente Calderoni – Viché – passa a treinar a equipe de Handebol feminino do Batista e impõem às atletas a opção de praticar somente um esporte. Fátima, além do Basquete e Handebol, fazia parte da equipe de Atletismo, e naquele primeiro FEJ participou das provas de velocidade. Viché descobre em Fátima muitas qualidades – tantas que até casa com ela, mais tarde -, passando-a de ponta para armadora. E naquele ano, durante os JEB’s, disputados em Campinas- SP o time tinha outra feição
    1975 – disputa os JEB´s, em Brasília. Nesse mesmo ano, foi campeã do Norte e Nordeste, vencendo a forte equipe do Amazonas na final, por um gol de diferença. 
    1976 – o Handebol feminino maranhense estava entre as melhores equipes do país. Fátima, concluindo o segundo grau, limita sua participação apenas aos Jogos Universitários – passa para o curso de Medicina, na UFMA – e os campeonatos Brasileiros. 
    - Foi penta-campeã dos Jogos Escolares, de 71 (FEJ) a 75 (JEM’s). 
    Fonte: BIGUÁ, Edivaldo Pereira; BIGUÁ, Tânia. Onde anda Você ? Fátima, a capitã do handebol. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 1º de novembro de 1999, Segunda-feira, p. 4. Esportes.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz FRANCISCO RONALDO MACIEL OLIVEIRA – Atletismo 
    1962 – Nasce em Codó – daí seu apelido – em 11 de abril, de uma família pobre – o pai, Francisco Carvalho Oliveira era funcionário de uma usina de pilar arroz e a mãe era funcionária da Prefeitura Municip
    al; moravam, todos, na casa dos avós, pois não tinham condições de ter casa própria. 
    1977 – Com muito sacrifício, mandaram o filho mais velho estudar na Capital, sendo aprovado, no Curso Técnico em Administração, do Liceu Maranhense. 
    1978/1979 – No Liceu, começou a praticar Atletismo, conquistando a medalha de ouro nos 100 e 200 metros rasos dos JEM’s de 78 e 79. Nesse mesmo período, competindo pelo MAC, foi campeão do Troféu Norte e Nordeste de Atletismo, defendendo as cores do Maranhão; conseguiu, ainda, um título de vice-campeão brasileiro juvenil, no Campeonato Brasileiro disputado em São Paulo (o campeão foi Robson Caetano, também começando a se destacar naqueles anos de 79/80). Treinando na Pista do 24o. BC, correndo ladeira abaixo, Codó fazia 11,0 s, sendo sua melhor marca 10,8; no Castelinho, conseguia fazer 10,8; e em São Paulo, naquele Campeonato Brasileiro Juvenil, fez 10,6, ficando atrás apenas de Robson Caetano, com 10,5; em Brasília, nos JEB’s, fez um 5º lugar, repetindo a marca de 10,6 … isso, em 1979/80. 
    1981 – aprovado no vestibular, para o Curso de Direito da UFMA.abandonando o Atletismo, que tantas glórias lhe dera, e ao Maranhão. Hoje, é Juiz de Direito 
    Fonte: reportagem
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz GRAÇA HELUY
    Foi professora do Colégio Santa Teresa e da Divisão de Educação Física do Município de São Luís; 
    Década de 1960 – Ainda adolescente, envolveu-se com o esporte, o Voleibol em especial; fez o Curso Normal, no Instituto de Educação, onde teve
     como professoras Ildenê Menezes e Celeste Muniz; participou dos Jogos da Primavera, disputados no Casino Maranhense; 
    - quando terminou a Escola Normal, foi para Pernambuco, fazer o Curso de Suficiência em Educação Física, na Escola Superior do Recife; na volta, assumiu o lugar de Mary Santos, como professora de Educação Física do Santa Teresa; 
    1973 – na primeira participação do Maranhão nos JEB’s, Graça, junto com o Coronel Alves, dirigiu a seleção de voleibol feminino; criou os Jogos Interclasses do Santa Teresa; implantou outras modalidades , criando escolinhas, quando assumiu a Coordenação de Educação Física e Esportes do colégio; paralelamente, trabalhava na Divisão de Educação Física do Município, como professora, chegando a assumir a direção daquela Divisão; criou os Jogos Infantis do Município, com a participação, inclusive, de escolas da zona rural.
    1980 – – junto com Celeste Muniz, abriu a Academia de Ginástica São Francisco – uma das primeiras do Estado, e hoje, sob a direção de sua filha, Carolina, também professora de Educação Física -. 
    - Em abril, afastou-se do Santa Teresa e do Município, dedicando-se apenas à sua academia de ginástica, desde então.
    Fonte: BIGUÁ, Edivaldo Pereira; BIGUÁ, Tânia. Onde anda você. Professora Graça Helluy. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 07 de dezembro de 1998, Segunda-feira, p. 4. Esportes.)
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz HERMÍLIO ARMANDO VIANA NINA – HERMÍLIO NINA 
    1953 -Nasceu em São Luís, a 17 de maio; um dos onze filhos de Eráclito Nina Neto – lateral esquerdo do MAC – e de Leonete Nina. Todos os irmãos dedicaram-se aos esportes: Aquino, goleiro de futebol; Gilson,
     técnico de natação; Zeca, basquete, handebol, voleibol, como Hermílio; Filomeno, também basquete; das irmãs, apenas Conceição dedicou-se ao esporte, jogando Handebol, na Faculdade.
    1967 – Hermílio, aos 14 anos, como todo jovem da época jogava Futebol e Futsal pelo Colégio São Luís. Como media 1,74 m de altura, aos 15 anos, foi levado pelo primo Olivar Leite para treinar Basquete.
    1968 – Hermílio estava naquele grupo que disputou a final do Intercolegial, que terminou em 1 x 0, cesta de Olivar; faziam parte do time do São Luís Olivar, Alvinho Leite, Astorzinho, Alexandre, Vagner, Girafinha, Girafão, Raul Goulart (filho de Rubem Goulart), e Luís Fernando Figueiredo. Depois desse título escolar, passou a ser “rato de quadra”, treinando na escolinha do Ginásio Costa Rodrigues, dirigida por Chico Cunha, no colégio, e na quadra do parque Bom Menino, disputada a tapa com o pessoal do Futsal.
    1969 – disputou o Campeonato Brasileiro Juvenil, em feira de Santana-BA; nesse mesmo ano, ingressa no “General Asmapio”, time do 24º BC, onde atuavam Dirceu, Olivar Leite, Capitão Goulart, Jaime Santana, Rubem Goulart Filho, Zé Reinadl tavares; o técnico era o então Major Alves (Carlos Alberto Ferreira Alves). 
    1971 – Aos 18 anos – 1,85 m – jogava como pivô, devido à grande impulsão; depois passou a jogar como ala, onde se destacou no time da Escola Técnica federal do Maranhão – ETFM, hoje, CEFET-MA -. Sagrou-se campeão dos Festival Esportivo da Juventude – FEJ, jogos precursores dos JEM’s, criados por Cláudio Vaz dos Santos, o Alemão –nos anos de 1971 e 72. Jogavam ao lado de Hermílio, Zé Costa, Pintinho (Elinaldo Baldez das Neves), Zeca Nina (seu irmão),Gafanhoto (José de Ribamar Silva Miranda). Albino (cunhado de Hermílio), Felipe, Sultão e Paulo Tinoco (Paulão). Além do Basquete, essa turma se destacava nas competições escolares em handebol, Voleibol e no Atletismo. Devido a sua grande impulsão, Hermílio chegou a saltar 1,80 m em altura, disputando também os saltos em distância e triplo.
    1971/74 – defendeu a ETFM nos Jogos Brasileiros do Ensino Industrial (JEBEI, 71 e 72) e os Jogos Brasileiros do Ensino Médio (JEBEM, 73 e 74). 
    1971 – disputados em Belém-PA, a equipe não obteve destaque; 
    1972 – em Curitiba-PR, ficaram em 5º lugar;
    1973 – em Natal-RN, foram vice-campeões; 
    1974 – em Campos-RJ, tornarem-se campeões brasileiros. O técnico, Prof. Braga – um dos criadores dos JEBEI e JEBEM – morrera pouco antes dos jogos de campos. O time jogou de luto e ao retornar a São Luís, foram ao cemitério e depositaram suas medalhas no túmulo do professor e técnico. 
    - Foi seleção brasileira juvenil e transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi vice-campeão carioca pelo Olaria. 
    - Retornando a São Luís, tornou-se técnico de basquete do Colégio Batista, e de vários outros colégios, atuando, ainda, como técnico em várias seleções estaduais. 
    Fonte: BIGUÁ, Tânia; BIGUÁ, Edivaldo Pereira. Onde anda você ? Hermílio Nina, o melhor do Basquete. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 12 de julho de 1999, Segunda-feira, p. 4. Caderno de Esporte.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz IVONE DIAS NAZARETH 
    1949 – Nasceu em São Luís em 18 de março; Filha do famoso maestro João Carlos Nazareth e da não menos famosa cantora Alcione, a Marron. Atleta versátil, jogava Voleibol, Basquetebol, e Handebol, além de praticar o, Atletismo (arrem
    essadora).
    - Estudou no Instituto de Educação, sendo sua professora de Educação Física Ildenê Menezes – uma das pioneiras da educação física maranhense. Nos intervalos das aulas, permitiam que participasse das peladas de volei, das alunas mais velhas, dentre as quais, sua irmã mais velha, Alcione, além de Tânia Baé e sua irmã gêmea Telma, Jesus Mota, Eneida, dentre outras. As jogadas, eram o “revestréis” – meio de lado, para enganar a adversária -; e o saque “tesoura” – por baixo, com a bola batendo no polegar.
    - Suas principais parceiras, nas peladas, eram Telma e Remédinho. Um dia, resolveram desafiar as alunas do curso normal, para um jogo. A professora Ildenê serviu como árbitro; o jogo transcorria normalmente quando sua irmã, Alcione, por deboche, chamou-as de “as pirralhas do ginásio”. Ivone partiu para cima dela e o jogo terminou em pancadaria. O Maestro João Carlos foi informado e Ivone levou uma surra do pai…
    - No científico, já no Liceu Maranhense, continuou com o Voleibol, ao lado de Délia, Roseana (Sarney), Helena, sheila, socorro Ranheta, Leda, Conceição Nina, e teresa bandeira. Os treinos eram contra os rapazes – Gimba, Tribi (Sidney), Belira, Timóteo, Domngos Leal, Gutemberg, jaime, Jorge Duailibe. As mesmas atletas do Vôlei iniciaram o Basquete, tendo Dirceu – um jogador do Liceu – como técnico. Em um jogo contra o São Vicente de Paula, venceram por 2 x 0 !. Esse mesmo grupo foi disputar um Campeonato Brasileiro, em Feira de Santana – Bahia. Helena Bolota, atleta alta e forte, ganhou a bola e partiu com tudo em direção à cesta; errou o arremesso e as companheiras respiraram aliviadas, pois arremetera contra a própria cesta ! Mesmo sem terem qualquer preparo, tanto no basquete como no volei, continuaram a participar de competições, inclusive fora do Estado. Essa fase termina com a chegada de Gilmário Pinheiro, um atleta cearense que passa a treinar as equipes de voleibol feminina. Para Ivone, o voleibol feminino, em Maranhão, tem duas fases, antes e depois de Gil. 
    - Ivone era canhota, raçuda, um bom bloqueio e ataque forte na saída da rede. Disputava os campeonatos regionais – zonais – ao lado de Telma, Rosângela, Rosão, Terezinha, Tânia Biguá, Fátima Rodrigues, Remédinho, e Carminha.
    1974 – atuava como técnica, do Colégio Rosa Castro, indo para o Estado, dando aulas no Gonçalves Dias, de educação física e voleibol. Passou ainda pelo São Vicente de Paula, Divina pastora, Cardoso Amorim, Silva Martins, Liceu, Coelho Neto e Escola Técnica…
    1977 – ingressou na primeira turma do Curso de Educação Física da UFMA, formando-se em 1980, ao lado de Joaquim, Beleleu (Reinaldo Conceição da Cruz, outro grande nome do basquete, e do atletismo maranhense), Osanilda, Cristiano Sá, Francisca, Osmar e Liana. A turma toda cabia no fusquinha do Beleleu … 
    1981 – está de volta à UFMA, como professora de voleibol, efetivada no cargo em 1985. Fonte: BIGUÁ, Edivaldo Pereira; BIGUÁ, Tânia. Onde anda você ? Ivone Dias nazareth. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 18 de março de 2002, Segunda-feira, p. 4. Esportes.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz IVONE REIS NUNES
    1941 – nascimento em 19 de janeiro, em Barreirinhas; casada com José Ribamar Dutra Nunes; Foi Professora de Educação Física da antiga Escola Técnica, hoje aposentada e trabalhando em Barreirinhas.
    1970 – envolvimento com a educação fís
    ica – após o curso normal no Rosa Castro eu fui convidada pele Profa. Zuíla Cruz para fazer um curso que ia acontecer em São Luis; pela primeira vez se falava em handebol em São Luis. Ai eu fui convidada a fazer esse curso; logo depois desse, eu fiz um curso de recreação aonde nós tivemos um leque muito grande de disciplinas, nós fomos ver o que era anatomia, fisiologia aquela historia toda da educação física e logo depois naquela época nos tínhamos aqui é a antiga… Nós não tínhamos uma delegacia do MEC nós tínhamos uma inspeção do MEC e quem chefiava era o Dr. Carlos Vasconcelos, e Dr. Carlos Vasconcelos pediu a D. Zuíla para que indicasse algumas pessoas para participar de um curso, e eu fui uma dessas pessoas a partir daí eu fui convidada pelo Dr. Carlos Vasconcelos com o aval de D. Zuíla para ir até a Belém fazer um curso pela Inspeção; nessa época eu fui, lá eu adquiri o meu certificado, o meu registro para lecionar em São Luis, no Estado do Maranhão. E assim começou, desencadeou, então, esse processo, e eu comecei a trabalhar no Estado; logo depois, eu fui convidada a trabalhar no Município e daí eu comecei a ter as oportunidades de curso de reciclagem, de aperfeiçoamento; eu fui acumulando, acumulando esses conhecimentos e cheguei no CEFET. 
    - Curso de Suficiência, que formava professores para trabalhar a nível estadual, emergencial no Governo do Estado; depois, fiz pedagogia, depois, eu fiz pós-graduação em Planejamento Educacional pela Universidade Federal. 
    1972 – quando eu cheguei no CEMA apesar de ter sido no período da fundação, mas ocorreu o seguinte a educação física só foi montada depois do grupo, através da Profa. Claudete Ribeiro eu fui indicada para participar do grupo e a Profa… A irmã Éster Salomão que era coordenadora não é dessa área, fez uma entrevista comigo e eu engajei a partir daí, ai foi que eu cheguei no CEMA eu não fiz aquele treinamento que o grupo maior fez porque o pessoal de educação física não sei porque foi quase que esquecido. E foi feito concurso em que foi Dimas, Vanilde, Major Batista os primeiros aprovados; os primeiros aprovados, mas eu já estava lá! Eu fui quem organizou um pouco esse trabalho.
    - inicio de educação física no CEMA – O CEMA era uma televisão educativa – Tele aulas, era circuito fechado, era tudo ali concentrado ali realmente na Av. Kennedy naquele prédio e então depois que foi estudado que iria para a tele sala era os três orientadores de aprendizagem um para português-inglês, outro para matemática-ciências, o outro para a parta de estudos sociais então eram três orientadores de aprendizagem. Ai onde esta a educação física? ai foi que a educação física chegou se fez presente e ai o Prof. Dimas exatamente junto com o Profa. Vanilde começaram também a fazer os trabalhos, as aulas eram produzidas…Aulas normais, Presenciais, No Parque do Bom Menino, começou no Parque do Bom Menino, ai eles tinham aulas na televisão, eles produziram aulas… depois foram produzidas programas de educação física para televisão; ai executavam os exercícios todos na televisão; os alunos acompanhavam; a gente via tudo, depois a gente ia para praia, parque do Bom Menino, nos tínhamos aulas na televisão; a Profa. Vanilde era artista e o Prof. Dimas. Os produtores desses programas eram Dimas e Vanilde; Os dois faziam toda a produção e depois a apresentações; levavam crianças, treinavam essas crianças, levavam, executavam direitinho e tal, era um sucesso; nessa época eram trinta e duas salas; No auge da televisão educativa chegou a comportar 45 mil estudantes; houve um momento em que era circuito fechado, logo depois, dado o sucesso e já outros interesses começaram a surgir outros postos, ai foi na Cohab, um no Anjo da Guarda, um no Bairro de Fátima e um outro na Camboa; Ai ela começou então a expansão só que esse trabalho de ginástica, de educação física, continuava a terminar da mesma forma ai o quadro de professores aumentou; Essas quadras… Essas escolas já tinham espaço físico para ser executada a educação física, então a educação física acontecia lá. E aí foi interessante porque desse desenrolar quando surgiram os jogos estudantis maranhense, aí vem a historia dos nossos atletas das nossas revelações, nós tivemos grandes revelações como Tião, do handebol; e nós tivemos assim um trabalho belíssimo feito por principalmente no handebol, no atletismo, no atletismo por prof. Macário, handebol prof. Maranhão é na ginástica olímpica Profa. Vanilde. É e ai nós fomos com outras modalidades e o nosso grande sucesso foi, sempre foi bem, bem transparente no atletismo e no handebol essas duas marcaram muito.
    - Como eram as aulas de educação física – eram o seguinte, nós tínhamos a coordenação eu que controlava o trabalho, nós tínhamos sistematicamente as nossas reuniões, nessas reuniões a gente discutia o que iam ser trabalhado, nós tínhamos o nosso plano de ação para a educação física e ele se desencadeava todo a partir desse plano. Quanto ao conteúdo:Eram de ginástica mesmo, tínhamos realmente os professores. na verdade nosso corpo docente, da equipe de professores de educação física, nos tínhamos aqueles mais voltados para o esporte e aqueles mais voltados para educação física. Então fazia um plano a partir da educação física, o olho clínico dos nossos técnicos iam já pegando os nossos alunos e montando as suas equipes de trabalho, então nos tínhamos equipe de trabalho da COHAB e dos vários postos de tele-salas que nos tínhamos, os professores executavam e tinha no caso professores só para parte de educação física propriamente dito que eu acredito esses professores muitos deles ainda estão por ai trabalho, no antigo CEMA hoje eu não sei mais nem o que é, passou para Fundação Roquete Pinto passou não sei para que eu não sei bem; mais ainda temos alguns deles alguns já se aposentaram e outros continuam na ativa.
    1977 – Escola Técnica – a Escola Técnica abria as portas para o sexo feminino que até então era restrito só ao masculino; existia o internato depois terminou o internato e continuava só sexo masculino, ai chegou o momento de abrir as portas para o sexo feminino e o corpo docente da educação física era todo masculino, todo mundo era, só tinha professores; então Eldir fez esse convite, ai eu vim logo que eu cheguei a professora Vanilde chegou, então a gente foi começando, e daí a gente foi para trabalhar um pouco com a menina, ver um pouco da questão da educação física, mais a parte rítmica, é esse lado com tendência à dança e tal e a gente chegou aqui e começamos um trabalho a partir disso que a Escola foi na verdade abriu as portas para o sexo feminino.
    Fonte: VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; ARAÚJO, Denise Martins; VAZ, Delzuite Dantas Brito. QUERIDO PROFESSOR DIMAS (Antonio Maria Zacharias Bezerra de Araújo) e a Educação Física maranhense – uma biografia (autorizada). São Luís : (s.e.), 2003. (Inédito) – (in ENTREVISTAS).
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz JAMES ADLER

    1965 – James Adler Sousa, nascido em 11 de dezembro, em São Luís do Maranhão, Filho do Promotor de Justiça Manoel Sousa e da dedicada mãe Darci Adler Sousa; Faixa Preta 1º DAN Registro na CBJ – 3655 – 11 vezes Campeão Maranhense – 07 vezes
    Ver mais
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz LUIS FERNANDO BEZERRA FIGUEIREDO
    1954 – Nasceu em 15 de agosto, filho de Raimundo Soares Figueiredo – o prof. Figueiredo, ex-diretor do Colégio Batista Daniel de LaTouche, um dos grandes incentivadores do esporte escolar maranhense. Aluno do Batista, c
    omeçou a praticar Basquetebol com o prof. Rubem Goulart. 
    1969 – Aos 15 anos, conheceu o Handebol através do Prof. Dimas. Pertenceu àquela primeira geração – Vieirinha (goleiro), Raul Goulart, Phil Camarão, Wagner, Estevinho, Gentil, Alex, Roberto Chocolate, Alberto Carlos e Zé Carlos – que conquistaram vários títulos;
    1971 – conquista o título do primeiro dos FEJ, contra o Marista – outra equipe treinada por Dimas, e que contava, dente outros, com Álvaro (goleiro), Deusdedith, Nélio Tavares, Godinho, Régis, Chicão. 
    1972 – nos JEB’s de Maceió – primeira participação do Maranhão – foi o artilheiro do Brasil, com 109 gols – e isso, sem irem para as oitavas de final 
    - o Batista foi derrotado pelas equipes da ETFM no Handebol e no Basquetebol, durante os FEJ: a Escola Técnica formou com Hermílio e Albino Nina, Zeca, Zé Costa, Raul Goulart, Paulo e Carlos Tinoco, e Aurélio (goleiro).
    1973 – nos JEB’s realizados em Brasília, mesmo sem jogar a segunda fase, foi vice-artilheiro do Handebol. De Brasília, foram para Fortaleza-CE, disputar o Campeonato Brasileiro de Basquetebol, onde ficaram em 4º lugar: – técnico: Chico Cunha, e o timo formou com, além de Luís Fernando, com Binga, Gafanhoto, Paulo e Carlos Tinoco, Albino e Hermílio Nina, Caruso, Zeca, Zé Costa e Pintinho. Nesse mesmo ano, entrou para o curso de Medicina, da UFMA, passando a participar do desporto universitário. 
    1974 – foi terceiro colocado no Campeonato Brasileiro disputado em Fortaleza-CE, ao lado de Álvaro e Vieirinha (goleiros), Tião, Phil Camarão, Rubinho Goulart, Zeca, já sob o comando de Laércio Elias Pereira, como técnico. 
    1976 – foi campeão brasileiro adulto, no Rio de Janeiro, para onde mudou-se no ano seguinte, para cursar o último ano de Medicina. 
    1977 a 1983 – No Rio, jogou pelo Flamengo F.R., conquistando vários títulos estaduais. No Flamengo, além de atleta, assumiu a função de médico ortopedista do Departamento de Futebol Amador e, depois, foi membro da Comissão Anti-doping da Confederação Brasileira de Futebol – CBF -. 
    1990 – retorna a São Luís, jogando por mais três anos, pela A.A. Alumar. Além do Handebol e Basquetebol, praticou Natação, Xadrez e Voleibol. 
    1999 – eleito Presidente da Federação Maranhense de Handebol – FMH. 
    Fonte: BIGUÁ, Edivaldo Pereira; BIGUÁ, Tânia. Onde anda Você ? Luís Fernando, o artilheiro do Brasil. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 17 de maio de 1999, Segunda-feira, p. 4. Esportes.
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz LOUIS PHILIP MOSES CAMARÃO – PHIL CAMARÃO
    1955 – Nascido em São Luís, em 06 de março, filho de Felipe Reis Camarão e Jean Moses Camarão. Médico perito examinador do trânsito. Começou sua vida esportiva no Colégio Batista, desde o jardim de infância, e
     é daquela geração de ouro do esporte maranhense, sendo considerado um dos maiores jogadores de handebol do Maranhão, chegando a campeão brasileiro. Foi Secretário de Desportos e Lazer; diretor do Instituto de Previdência do Estado do Maranhão, onde incentivou o esporte entre os funcionários públicos estaduais, criando os Jogos dos Funcionários Públicos. 
    Fonte: VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; ARAÚJO, Denise Martins; VAZ, Delzuite Dantas Brito. QUERIDO PROFESSOR DIMAS (Antonio Maria Zacharias Bezerra de Araújo) e a Educação Física maranhense – uma biografia (autorizada). São Luís : (s.e.), 2003. (Inédito) – (in ENTREVISTAS).
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz MARY SANTOS
    1943 – graduada pela Escola Nacional de Educação Física, hoje, EEF/UFRJ, da então Universidade do Brasil, hoje, UFRJ Já falecida. 
    Conforme consta em EDUCAÇÃO (CRÔNICAS), de sua autoria, “… Lecionou várias disciplinas, em diversos colég
    ios do Estado. Foi Deputada Estadual. Diretora do Serviço de Educação Física, Recreação e Esportes do Estado, hoje SEDEL, durante o Governo José Sarney. Foi brilhante organizadora, durante 4 anos consecutivos, dos desfiles escolares e dos jogos Inter-colegias, atualmente, Jogos Estudantis Maranhenses, É jornalista filiada à ABI e ao Sindicato dos Jornalistas profissionais de São Luís, tendo sido agraciada com diversas comendas estaduais e municipais. Representante do Maranhão, junto ao 6º Congresso Nacional de Educação…”. (SANTOS, Mary. EDUCAÇÃO (CRÔNICAS). 2 ed. São Luís : Grafite, 1988. p. 8).
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz NILDES MARIA NOGUEIRA
    1961 – Nasceu em São Luís 
    - Estudante do CEMA, onde começou a treinar Atletismo, destacava-se nas provas de 400, 800, e 1.500 metros, além do salto em altura. 
    Ver mais
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz RONALD DA SILVA CARVALHO – PROF. RONALD
    1915 – Nasceu em 15 de dezembro. Advogado, educador, dirigiu a então Escola Técnica Federal do Maranhão (hoje, CEFET-MA), por mais de 20 anos, tendo trabalhado na mesma por mais de 44 anos. Um dos grandes nomes 
    da Educação Física e do Esporte maranhenses, foi um exímio jogador de Basquete – esporte que praticava desde 1939, quando abandonou o futebol, por – em uma partida, no Liceu – chocar-se com seu amigo Dejard Martins e lhe quebrar um braço; alguns anos depois, ainda traumatizado, iniciou-se no Basquete; dirigente esportivo, sempre teve seu nome ligado ao Sampaio Corrêa Futebol Clube; 
    1951 – fundou a Associação Atlética do curso de Direito, base para a Federação Atlética Maranhense de Esportes – FAME -; foi membro do CRD e do TJD-FMF; 
    1958 – foi um dos fundadores da Federação Maranhense de Basquetebol. 
    Fonte: BIGUÁ, Tânia e BIGUÁ, Edivaldo Pereira. Onde anda você ? Professor Ronald Carvalho. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 24 de novembro de 1997, Segunda-feira, p. 4. Caderno de Esportes;
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz ROSANGELA DE JESUS SANTOS REIS – Rosa Reis – Handebol; cantora
    1959 – nasceu em 06 de março, em São Luis (Rua da Inveja), filha de Rui de Jesus Reis e Tereza de Jesus Santos Reis
    1973/79 – aos 14 anos, apaixona-se pelo esporte – antes, praticava balé n
    o grupo de Reinaldo Faray -; estudante do Colégio Santa Teresa – da 5ª série ao 3º ano do segundo grau – conheceu o Handebol; 
    - disputou vários JEM´s pelo Santa Teresa, participou dos JEBs, sendo convocada para a seleção brasileira, o que não aceitou;
    Fonte: Antonio Júnior. Rosa Reis – Perfil. O Estado do Maranhão, São Luís, 1º. De agosto de 2004 – domingo, p. 9
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz RUBEM TEIXEIRA GOULART
    1920 – Nasceu em Guimarães. Um dos pioneiros da Educação Física,
    1935 – Veio para São Luís em 1935, iniciando sua carreira esportiva no Colégio de São Luiz, do professor Luís Rego. 

    1942 – ingressou na Escola Nacional de Educação Física, junto com José Rosa, Rinaldi Maia e Valdir Alves. Na Escola Nacional de Educação Física conquistou títulos retumbantes, participando de todos os esportes ali praticados, tendo o seu lugar efetivo nas equipes de volley-ball, basket-ball e atletismo. Foi campeão interno de volley nas competições efetuadas na ENEF; vice-campeão de Halterofilismo, peso médio, além de ter participado das Olimpíadas Universitárias de 1942, nas representações de volley, basket, futebol e atletismo. Alcançou os seguintes lugares nas provas de Atletismo: 
    - 2º lugar nos 100 metros rasos, com a marca de 11,2s; 
    - 2º em salto em distância num espaço de 6,25 metros; 
    - 2º no salto em altura com 1,70 m (igualou também o record); 
    - obteve lugar em arremesso do peso com 12 metros; 
    - sagrando-se ainda campeão por equipe no revezamento 4 x 100 metros.
    1943 – durante as Olimpíadas Universitárias e diversas competições atléticas no Rio, defendendo as cores do Fluminense, saindo-se vice-campeão do decatlo, com 5.007 pontos:
    100 metros rasos 11,0s 827 pts.
    Salto em distância 6,19m 620 pts.
    Arremesso do peso 10,23m 463 pts.
    Salto em altura 1,70m 661 pts.
    400 metros rasos 54,1s 665 pts.
    110 m. s/ barreiras 19,5s 422 pts.
    Lançamento do disco 30,16 m 404 pts.
    Salto com vara 2,70 m 397 pts.
    Lançamento do dardo 29,25 m 278 pts.
    1.500 metros rasos 5m29,0s 270 pts.
    Total 5.007 pts
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Sr. Marcio Jardim, tenho umas 50 páginas só de biografia dos maiores atletas do Maranhão; omiti, aqui, os de futebol; da decada de ouro do esporte maranhense – anos 40 -… apenas os que se destacaram nos jogos escolares… de várias épocas…
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Um pouco mais da História… JIU-JITSU NO MARANHÃO

    LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
    Ver mais

    CAPOEIRA.JEX.COM.BR|POR MILTINHO ASTRONAUTA
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz MARANHÃO NA FRENTE?
    Pelo sitio a Confederação Brasileira da modalidade, o Jiu-jitsu foi introduzido no Brasil, oficialmente, por Mitsuyo Maeda, – “Conde Koma” -, em 1915. 
    O Conde Koma – em viagem de exibição pelo Brasil para divulgar sua arte -, a cam
    inho de Belém (novembro daquele ano), passou por São Luís e fez algumas exibições:

    A PACOTILHA, 7, 8, 9, 15 de dezembro de 1915

    A PACOTILHA, 10 de dezembro de 1915

    Em Belém do Pará, o professor Koma passou a lecionar o verdadeiro Jiu Jitsu a seu dileto aluno Carlos Gracie. 

    A PACOTILHA, 22 de junho de 1922

    Os irmãos Carlos e Hélio Gracie foram os precursores do que hoje é chamado de Jiu Jitsu Brasileiro, de eficiência comprovada no mundo inteiro (fonte: www.pef.com.br/esportes/?e=jiu-jitsu).
    Só em 1925 Geo Omori funda a primeira academia de Jiu Jitsu no Brasil – no Rio de Janeiro -, mas o esporte só se consolidou com a família Gracie. 

    ALGUMAS QUESTÕES A SEREM RESPONDIDAS:
    Como explicar que o Jiu-jitsu foi introduzido – no Brasil – em 1915, pelo Conde Koma, e que a primeira academia date de 1925, criada por Geo Omori se desde 1909 já era praticada no Rio de Janeiro – e consta que “o próprio ministro da marinha mandou vir do Japão dois peritos profissionais no jogo, para instruir os nossos marinheiros”. 
    E que desde 1908 Nhozinho Santos implanta mais duas modalidades esportivas no FAC: o Tiro, com inscrição na Confederação Brasileira de Tiro; e o “jiu-jitsu”, com um grande número de adeptos?
    Se que a 18 de abril de 1910, segunda feira, em “A Pacotilha” consta noticia de que no “Fabril Athletic Club” – FAC – estava em funcionamento um “um curso de jiu-jitsu, dirigido pelo Sr. F. Almeida contando já com muitos adeptos. Esse curso passará a funcionar, regularmente d’agora em diante, aos domingos das 8 as 10 horas do dia”?
    E que também no “Onze Maranhense” – fundado nesse mesmo ano de 1910, de uma dissidência do FAC -, desenvolveu-se, dentre outras atividades esportivas, a luta livre, introduzida por Álvaro Martins? 

    JIU-JITSU NO MARANHÃO DESDE 1909…
    Por Leopoldo Gil Dulcio Vaz em 24-08-2009, às 12h04.
    Publiquei em meu Blog Sáb, 22/08/09 por leopoldovaz |http://colunas.imirante.com/…/curiosidades-o-que…/… categoria Esporte Escolar, Informação, Literatura & Esporte, Raízes, Recordar é Viver
    Para quem faz Jornalismo Esportivo é imprescindível conhecer o mínimo… como a própria história da modalidade e suas principais características. Falo de uma nota publicada já duas vezes num jornal online – sobre o Jiu-Jitsu… como curiosidade: fora introduzido no Brasil pelo Conde Koma, a partir de 1915, que o ensinou aos Gracies, do Pará… que a primeira academia fora fundada no Rio de Janeiro em 1925 por Omori… Certo! Até aí, nada de mais, pois essa é a versão oficial… O que não aceito, é que no Maranhão! Se divulgue essa versão…

    Para saber mais:
    A PACOTILHA, SÃO LUIS, 18 de abril de 1910, segunda feira, no. 90.
    ATLAS DO ESPORTE NO BRASIL (org. Lamartine Pereira da Costa), em duas versões: em papel, editado pela Shape, em 2005; e a edição eletrônica, disponível em www.atlasesportebrasil.org.br
    JIU-JITZU. A Pacotilha”, São Luís, segunda feira, 14 de junho de 1909.
    MARTINS, Djard Ramos. MERGULHO NO TEMPO. São Luís: Sioge, 1989.
    VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; VAZ, Delzuite Dantas Brito. A introdução do esporte (moderno) no Maranhão. In CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE, LAZER E DANÇA, 8º, Ponta Grossa, UEPG… Coletâneas … disponível em CD-ROOM, novembro de 2002.
    VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. ATLAS DO ESPORTE NO MARANHÃO. São Luis: SEDEL; IHGM, 2013.
    www.pef.com.br/esportes/?e=jiu-jitsu
    No Blog do Leopoldo Vaz http://www.blogsoestado.com/leopoldovaz/ 
    JIU-JITSU NO MARANHÃO JÁ TEM MAIS DE CEM ANOS – Por Leopoldo Vaz • domingo, 03 de abril de 2011 às 11:
    http://www.blogsoestado.com/…/jiu-jitsu-no-maranhao-ja…/

    Aproveite as ofertas de Esportes aqui no Shopping…
    POR PEF.COM.BR
  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz Bom, Sr. Marcio Jardim, já está de bom tamanho…
sem comentário »

SE NO PARANÁ ESTÁ ASSIM, COMO VAI POR AQUI???

0comentário

WANESSA ZAVOLSKI PODE FICAR DE FORA DO TROFÉU BRASIL DE ATLETISMO

Neste ano de 2015 o atletismo Pontagrossense esta passando por momentos de dificuldades e até mesmo por pedidos de “SOCORRO” por uma estrutura adequada, que possibilite resultados expressivos em competições. A Fundação de Esportes de Ponta Grossa – FUNDESP conta no momento com dois projetos que oferecem bolsa-auxílio para os atletas do município, sendo o “Projeto Prata da Casa” e “Lei de Incentivo ao Esporte”. Este último estipulado por lei dá o benefício ao atleta em receber 06 meses, com início do pagamento previsto para junho. Porém atletas como Wanessa Zavolski já iniciaram o seu treinamento em novembro de 2014, visando as competições para o ano de 2015, como Troféu Brasil e Jogos Abertos.
Das 04 competições que o atletismo de Ponta Grossa realizou neste ano de 2015 para a cidade de Maringá, o Presidente da FUNDESP – Leopoldo Cunha conseguiu com muito ESFORÇO e LUTA o transporte para levar os dois atletas e o técnico para as competições. Gastos com alimentação e estadia dos atletas foi solicitado junto a Fundação um “adiantamento” desde o mês de Fevereiro, mas até este momento nenhum pagamento foi efetuado, sendo os gastos com a viagem pagos pelos atletas e técnico. 
No período de 27/04 à 01/05 foi realizado em Campo Mourão o Camping Nacional de Treinamentos de Provas com Barreiras pelo Cubano Santiago Antunes, eleito técnico do ano em 2010, pela Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF), e orientou campeões olímpicos, como Anier Garcia (ouro em Sidney – 2000) e Dayron Robles, em Pequim 2008. Nesta semana de aperfeiçoamento Ponta Grossa esteve representada com Wanessa Zavolski, mas ela teve que tirar dinheiro do seu próprio bolso para custeios na cidade e gastos com a viagem. 
Em relação a pista de treinamento, desde novembro de 2014 foi solicitado junto ao Secretário de Obras do Município – Alessandro Lozza de Moraes e ao Prefeito Marcelo Rangel melhorias no local, pedindo o maquinário do parque de obras para a melhoria de estrutura do local de treinamento. Porém, a resposta foi que o município possui outras prioridades e até maio deste ano a solicitação não foi atendida.
Devido a falta de estrutura física e financeira, Wanessa Zavolski poderá ficar de fora da principal competição esportiva do Atletismo Brasileiro o Troféu Brasil, disputado entre 14 a 17 de maio, ficando assim Ponta Grossa sem projeção a nível nacional no atletismo em 2015. Em toda a sua vida como atleta Wanessa Zavolski sobrevive no atletismo principalmente pelo apoio e parceria com a empresa TRATORNEW S/A, que a segue em 12 anos de sua carreira esportiva.

sem comentário »

CIENCIAS DO ESPORTE HOJE

0comentário
Indicadores Antropométricos de Obesidade e Fatores Sociodemográficos e de Saúde Associados à Pressão Arterial Elevada em Adultos de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil : Estudo de Base Populacional

Posted:

  

Pessoas Longevas e Atividade Física : Fatores Que Influenciam a Prática

Posted:

  

Bioquímica do Exercício: Solicitação de Artigos Científicos Para Finalizar Minha Dissertação

Posted:

 

sem comentário »

COPA INTERESCOLAR DE VOLEI

0comentário
Foto de Prosports Qualidade de Vida.
sem comentário »

Final do VI Campeonato de Futebol do Baixão da Lagoa

0comentário
Foto de Semel SaoDomingos.
Foto de Semel SaoDomingos.
Foto de Semel SaoDomingos.
Foto de Semel SaoDomingos.
Foto de Semel SaoDomingos.

DOMINGO DE DECISÃO NOS BAIXÕES COM A PRESENÇA DO PREFEITO KLEBER “TRATORZÃO”
Foi realizado neste domingo com total apoio da Prefeitura Municipal de São Domingos do Maranhão e da Secretaria de Esporte a grande final do VI Campeonato de Futebol do Baixão da Lagoa , o evento que é organizado por Pretinho, teve início no dia 2 de fevereiro e contou nesta edição com a participação de 10 equipes. O time do Baixão do Leocádio sagrou-se campeão após derrotar o Baixão do Meio pelo placar de 2×1, ao término da partida houve a entrega das premiações. Estiveram presentes na grande final o Secretário Municipal de EsporteEliseu Sousa Costa, os Vereadores Fran Edson, Nildo, O Presidente da Câmara Wilsão e várias lideranças como Edson, Renan e Jairo.

sem comentário »

NOVIDADES EM CI^^ENCIAS DO ESPORTE – Gestão de carreira; testes; SUS; formação profissional

0comentário
Gestão de Carreira Esportiva: Uma História a Ser Contada no Futebol

Posted:

  

Validade do Teste de Carminatti (t-car) Para Predição da Performance e Determinação dos Efeitos do Treinamento em Jogadores de Futebol

Posted:

  

Desenvolvimento e Avaliação de Um Questionário Baseado na Web Para Avaliar o Consumo Alimentar e a Atividade Física de Escolares

Posted:

  

A Educação Física do Sistema único de Saúde (sus) : Efetividade de Uma Intervenção de Base Comunitária Para Promoção da Atividade e Saúde

Posted:

  

As Competências na Formação do Professor de Educação Física: Um Olhar Acerca das Atitudes.

Posted:

  

Formação de Professores e Cultura Digital: observando Caminhos Curriculares Através da Mídia-educação

Posted:

  

Os Impactos da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas 2016

Posted:

 

sem comentário »

NOVIDADES NO CEV

0comentário
Autonomia e Identidade Profissional de Professores de Educação Física Diante da Proposta Curricular do Estado de São Paulo

Posted:

  

Educação Física: a Educação da Fisicalidade Humana

Posted:

  

Legislação Desportiva – CEVLeis: Qual a Posição da Oab Sobre a Mp Moralizadora do Futebol?

Posted:

 

sem comentário »