10 COPA FÉRIAS DE HANDEBOL 2015

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10 COPA FÉRIAS DE HANDEBOL 2015
TABELA DE JOGOS.

DIA 27-01 no GINÁSIO DO COLÉGIO BARBOSA DE GODOIS
01 – 17 hs – IF AESF X BGH A
02 – 17;30 IF RGN X BGH B
03 – 18 HS JF AESF X RGN
04 – 1830 JF BGH X JOVENS MA.
05 – 19 hs JM A SPORTIVUS X BGH A
06 – 19;30 AF- B PHC X JOVENS MA.
07 – 20 hs AF A CUBANAS X UFMA
08 – 20;30 AM A EST.SAÚDE X AESF
09 – 21 hs AM A UFMA X GHC

DIA 28.01 QUARTA – FEIRA
10 – 17 hs IF A BGH A X BGH B
11 – 17;30 JF BGH X RGN
12 – 18 hs JM B BGH B X RGN
13 – 18;30 AF B SPORTIVUS X PHC
14 – 19 hs. AF A UFMA X AESF
15 – 19;30 AM B MHC X BHG 
16 – 20 hs AM A GHC X EST. SAÚDE
17 – 20;30 AM B SPORTIVUS X LAUNÉ

DIA 29 01 QUINTA – FEIRA
18 – 16-30 IM BGH B X RGN
19 – 17 hs IF AESF X BGH B
20 – 17;30 JM A SPORTIVUS X SABARÁ
21 – 18;hs JF JOVENS MA X AESF
22 – 18;30 JM B BGH B X AESF
23 – 19 hs AF B SPORTIVUS X JOVENS MA
24 – 19;30 AM B MHC X LAUNÉ
25 – 20 hs AM A EST. SAÚDE X UFMA
26 – 20.30 AM B BGH X SPORTIVUS
27 – 21. hs AM A AESF X GHC

DIA 30 01 SEXTA-FEIRA
28 – 17.hs IM BGH A X BGH B
29 – 17;30 JF BGH X AESF
30 – 18;hs JM A BGH X SABARÁ
31 – 18;30 JF JOVENS -MA X RGN
32 – 19;hs JB B RGN X AESF
33 – 19;30 AF A CUBANAS X AESF
34 – 20;hs AM A AESF X UFMA
35 – 20;30 AM B MHC X SPORTIVUS
36 – 21;hs AM B BGH X LAUNÉ

DIA 31.01 SÁBADO

37 – 14;30 IM BGH A X RGN

SEMI – FINAIS

38 – 15 hs JM 1 do G A X 2 do G B
39 – 15;30 JM 1 do G B X 2 do G A
40 – 16;00 AF 1 do G A X 2 do G B
41 – 16;30 AF 1 do G B X 2 do G A 
42 – 17;hs AM 1 do G A X 2 do G B
43 – 17;30 AM 1 do G B X 2 do D A

DIA – 01 02 DOMINGO – FINAIS

44 – 8 ; 30 IF 1 X 2
45 – 9; hs IM 1 X 2
46 – 9;40 JF 1 X 2
47 – 10;30 AF V-40 X V-41
48 – 11;20 AM V-42 X V-43
Obs: possibilidade de transferência do jogo adulto masculino se necessário.
NOMENCLATURA.
IF – Infantil feminino – IM infantil masculino – JF – juvenil feminino
JMA – juvenil masculino grupo A – JMB – juvenil masculino grupo B
AFA – adulto feminino grupo A – AMB – adulto feminino grupo B
AMA – adulto masculino grupo A AMB – adulto masculino grupo B.

Obrigado pela participação, BONS jogos.

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PRESIDENTE DA FEMAG VISITA O NOVO SECRETÁRIO DE ESPORTE DO MARANHÃO!

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PRESIDENTE DA FEMAG VISITA O NOVO SECRETÁRIO DE ESPORTE DO MARANHÃO!

Excelente receptividade!!

A presidente da Federação Maranhense de Ginástica (FEMAG), Liane Bezerra Melo e o Profº Dimas Bezerra, visitaram no dia (21) a Secretaria de Esporte e Lazer (SEDEL) para saudar o atual secretário, Márcio Batalha Jardim.

Além da visita, a presidente e o Profº Dimas Bezerra falaram sobre a atual situação da Ginástica do Maranhão, que mesmo diante de alguns obstáculos ela renasce com a força dos ginastas e a dedicação dos técnicos, que se doam incansavelmente!

A presidente destacou a extrema importância da liberação do ginásio Rubem Goulart, para fortalecer a prática da modalidade no estado e a disposição de parceria da FEMAG com a SEDEL, para o desenvolvimento de novos projetos com vistas à inclusão social com foco na descoberta de talentos. ” A Secretaria de Esporte estará sempre de portas abertas para dialogar e colaborar com o esporte do Maranhão” afirmou Márcio Jardim.

A visita foi acompanhada pelo superintendente Eduardo Telles e o coordenador do JEMs, Miguel Pinheiro.

PRESIDENTE DA FEMAG VISITA O NOVO SECRETÁRIO DE ESPORTE DO MARANHÃO! </p>
<p>Excelente receptividade!!</p>
<p>A presidente da Federação Maranhense de Ginástica (FEMAG), Liane Bezerra Melo e o Profº Dimas Bezerra, visitaram no dia (21) a Secretaria de Esporte e Lazer (SEDEL) para saudar o atual secretário, Márcio Batalha Jardim.</p>
<p>Além da visita, a presidente e o Profº Dimas Bezerra falaram sobre a atual situação da Ginástica do Maranhão, que mesmo diante de alguns obstáculos ela renasce com a força dos ginastas e a dedicação dos técnicos, que se doam incansavelmente! </p>
<p>A presidente destacou a extrema importância da liberação do ginásio Rubem Goulart, para fortalecer a prática da modalidade no estado e a disposição de parceria da FEMAG com a SEDEL, para o desenvolvimento de novos projetos com vistas à inclusão social com foco na descoberta de talentos. " A Secretaria de Esporte estará sempre de portas abertas para dialogar e colaborar com o esporte do Maranhão" afirmou Márcio Jardim.</p>
<p>A visita foi acompanhada pelo superintendente Eduardo Telles e o coordenador do JEMs, Miguel Pinheiro.

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ALBERTO PUGA – Miembro de Honor Del Grupo de Investigación Sobre Derecho Del Deporte; universidad de Oriente, Santiago de Cuba.

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Acredidición de Miembro de Honor Del Grupo de Investigación Sobre Derecho Del Deporte de La Facultad de Derecho (gidd-fd),universidad de Oriente, Santiago de Cuba.

cevnautas e  Prof.Dr. Laercio  Elias Pereira! Compartilho o  laurel de  acredidición de Miembro de Honor del Grupo de Investigación sobre Derecho del Deporte de la Facultad de Derecho (GIDD-FD),Universidad de Oriente, Santiago de Cuba.   Agradezco especialmente ao Prof.  Dr.Karel Pachot Zambrana, Coordinador GIDD-FD ,Universidad de Oriente, Facultad de Derecho segue transcrito em mensagem e ema nexo.   (a) alberto  puga, moderador   UNIVERSIDAD DE ORIENTE FACULTAD DE DERECHO Facultad de Derecho, Universidad de Oriente – Alturas de Quintero – Patricio Lumumba – Santiago de Cuba, CP: 90500 – Cuba Telf. (53-22) 63 1864   A: Alberto Puga Rivera Coordinador de la Red Académica Internacional de Derecho Deportivo CEVLEIS, Brasil. Asunto: Acreditación de condición de Miembro de Honor del Grupo de Investigación sobre Derecho del Deporte de la Facultad de Derecho (GIDD-FD), Universidad de Oriente, Santiago de Cuba. Estimado profesor: Por medio de la presente nos complace acreditar su condición como Miembro de Honor del Grupo de Investigación sobre Derecho del Deporte de la Facultad de Derecho (GIDD-FD) de la Universidad de Oriente, Santiago de Cuba según consta en Resolución Decanal de 26 de febrero de 2014, por la cual se dispuso la constitución del referido Grupo. El GIDD-FD se constituye como un equipo multidisciplinario de estudios e investigaciones socio-jurídicas sobre el deporte y otras manifestaciones de la Cultura Física, en sentido general, y cuyos propósitos fundacionales son la promoción, el desarrollo y la divulgación del Derecho del Deporte en nuestro país y, con ello, elevar una conciencia y un conocimiento jurídico-deportivos a tono con las exigencias que demanda en la actualidad este ámbito social, genuino y esencialmente normado. Con ello se pretende contribuir, además, al desarrollo del Derecho del Deporte en Latinoamérica. Significamos muy valiosa su participación en tal condición en el GIDD-FD, conociendo de su ejecutoría, compromiso y prestigio en el ámbito iusdeportivo, lo que contribuirá notablemente a enriquecer el acervo jurídico sobre el deporte en Cuba. Reciba la expresión de nuestros más sinceros saludos. Santiago de Cuba, 19 de enero de 2015 AtentaiiSHfó”‘”^ Dra.C. p£^^^l4. March99P,l^^ Decana* Facultad de Derecho ;;,. ORIENT E Dr.C. KareflT Pachol Zambrana Coordinador GIDD-FD  Anexos (1) Acreditación – Alberto Puga (1).pdf 113 KB   Visualizar  Download

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No Desporto e Lazer, assume Jerry Abrantes.

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Prefeito Edivaldo empossa novos auxiliares

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O prefeito Edivaldo empossou na tarde desta quarta-feira (21) novos secretários para a administração municipal. O ex-secretário de Desporto e Lazer, Olímpio Araújo, assumiu a pasta do Orçamento Participativo, que estava vaga. No Desporto e Lazer, assume Jerry Abrantes. O advogado Júlio César Marques assume a secretaria de Articulação e Desenvolvimento Metropolitano. Ulisses Fernandes Campos é o novo coordenador de Juventude do município.

Na ocasião, o prefeito Edivaldo salientou a importância do apoio e das parcerias para articulação de ações na esfera municipal, ressaltando o novo ânimo da equipe com as parcerias já alinhadas com o governo estadual. “Tivemos grandes dificuldades nos últimos dois anos. Ainda assim, demos um grande passo na área da saúde, por exemplo. Entregaremos, no final do ano, o novo Hospital da Criança, dobrando o número de leitos, e já começamos a maternidade da Cidade Operária. Planejamos ainda a estruturação de cerca de 20 creches, além da entrega já realizada de importantes equipamentos sociais, como o Circo Escola e um abrigo para moradores de rua. Estamos agregando novos valores à nossa equipe em um momento de muita motivação, no intuito de somarmos esforços para atingirmos novos objetivos”, afirmou.

O deputado Weverton Rocha fez uma analogia ao futebol para analisar as mudanças na equipe da prefeitura. “Um técnico muda os jogadores de um time na hora que é necessário. E ele faz isso no intuito de melhorar. Mesmo com todas as dificuldades, o prefeito mudou os jogadores, mas não mudou de time nem o seu propósito de gestão, como muitos fizeram”, pontuou.

O deputado Cléber Verde, por sua vez, sinalizou  apoio para que sejam celebradas parcerias entre o Ministério dos Esportes e a prefeitura. “Hoje celebramos uma parceria administrativa e buscaremos aproximar o Ministério dos Esportes das políticas públicas já executadas em São Luís. Esta é uma relação de parceria importantíssima para a nossa capital”.

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O novo secretário de Orçamento Participativo, Olímpio Araújo, afirmou que a reativação da pasta tem o propósito de articular um diálogo ainda mais próximo com as comunidades para a montagem de projetos importantes como o Orçamento, direcionando-o para a realização de anseios populares. “A intenção do prefeito é reativar o papel que o Orçamento Participativo tinha na cidade, com todas as lideranças de bairros e representantes da sociedade civil discutindo as prioridades e apontando soluções para os problemas coletivos. Vamos criar um canal de diálogo direto com a população, a fim de darmos as mãos para a melhoria de nossa São Luís”.

 

 

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Jerry Abrantes disse que chega à pasta para dar continuidade ao trabalho já realizado, com ênfase ainda para o apoio ao esporte amador. “Vamos buscar junto ao governo federal a reconstrução do estádio Nhozinho Santos, mas também queremos fazer com que a secretaria ajude a fomentar outras práticas esportivas, além do futebol. Existem talentos da nossa cidade que precisam ser apoiados”.

 

 

 

3217_posse_secretarios_210115_foto_baeta_2A Secretaria de Articulação de Desenvolvimento Metropolitano foi reativada e terá como novo titular Júlio César Marques. O novo secretário diz que terá como principal missão  a articulação de ações das prefeituras na região metropolitana em parceria governo do estado, sobretudo nas áreas limítrofes. “Vamos enfrentar a questão da metropolização e atuar junto a outras prefeituras, principalmente na questão da mobilidade”.

 

 

 

3217_posse_secretarios_210115_foto_baeta_6O novo coordenador de Juventude, Ulisses Fernandes, afirmou que a Coordenadoria deverá centralizar projetos diversos para este público, que hoje funcionam sob a coordenação de outras secretarias. “Vamos aproximar da Coordenação de Juventude todos os projetos de juventude espalhados em diversas secretarias do município, para aplicar uma política mais dirigida. Agradecemos a confiança do prefeito Edivaldo para nossa atuação neste sentido”.

 

 

 

Estiveram presentes na cerimônia os secretários estaduais Márcio Jardim (Esportes), que representou no Ato o governador Flávio Dino; Márcio Honaiser (Agricultura) e Tatiana Pereira (Juventude), os deputados federais Weverton Rocha (PDT) e Cléber Verde (PDT); os deputados estaduais Othelino Neto (PCdoB) e Júnior Verde (PRB); os vereadores Pavão Filho (PDT), Chico Carvalho (PSL), Ricardo Diniz (PHS), Chaguinhas (PSB) e Josué Pinheiro (PSDC).

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Esporte Melhora o Rendimento Escolar – Por Hérika Dias

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Esporte Melhora o Rendimento Escolar: segue nota sobre o impacto de um programa de esporte para escolares. No rodapé tem entrada para a dissertação na biblioteca do CEV.

 

Laercio

Programa de inserção no esporte melhora rendimento escolar

Por Hérika Dias – herikadias@usp.br 21/janeiro/2015

O investimento em programas públicos de iniciação esportiva pode influenciar nos resultados em sala de aula. Alunos que participam desses programas obtiveram melhor rendimento escolar. É o que mostra pesquisa de mestrado, que avaliou a relação dos gastos envolvidos nesse tipo de ação e seus resultados, apresentada no Programa de Pós-graduação Interunidades em Nutrição Humana Aplicada (PRONUT), que engloba as Faculdades de Saúde Pública (FSP), Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP.

Notas de português e matemática melhoraram, em média 0,790 e 0,784 O estudo mostra a razão custo-efetividade da inserção esportiva, ou seja, quanto foi necessário gastar com recreação esportiva com cada criança para o aumento das notas. Em média, cada ponto de melhora no rendimento escolar nas notas de português foi associado a um custo de R$133,05 por criança por trimestre ou nas notas de matemática o valor de R$134,07. Para chegar a esses números, a economista e autora da pesquisa Julia Guimarães Aranha acompanhou, durantes três meses, alunos de oito a dez anos de escolas de Indaiatuba, interior de São Paulo, que participavam do Programa de Recreação, Iniciação e Aperfeiçoamento (PRIA). Um programa da prefeitura da cidade voltado à inserção social e introdução de cri an&ccedi l;as em atividades esportivas fora da sala de aula. “A proposta do estudo foi avaliar o PRIA quanto ao seu impacto sobre indicadores de estado nutricional, qualidade de vida e rendimento escolar das crianças em relação aos gastos públicos envolvidos”, explica Julia. Cada um desses indicadores tiveram análises de diferentes variáveis, no caso do estado nutricional, foi considerado o Índice de Massa Corpórea (IMC) e a bioimpedância (BIA); para a qualidade de vida, foi aplicada a Escala de Avaliação de Qualidade de Vida (AUQEI, em francês) e para o rendimento escolar, foram utilizadas as notas de português e matemática. Metodologia

A pesquisadora dividiu 86 estudantes em dois grupos: o primeiro que participaria do PRIA (grupo caso) e o segundo que não participaria (grupo controle). Foram realizadas aferições antropométricas e aplicados questionários socioeconômico e demográfico aos dois grupos antes dos alunos entrarem no programa de iniciação esportiva e após três meses. Também foi feita a avaliação econômica do PRIA com levantamento do custo do programa.   “A metodologia para avaliar a efetividade do PRIA utilizou o método de estimação Diferenças em Diferenças, bastante empregado na avaliação de políticas públicas. Assim conseguimos fazer modelos para medir os parâmetros do estado nutricional, qualidade de vida e rendimento escolar de cada um dos alunos dos dois grupos”, afirma Julia.

Resultado

Segundo a professora Denise Cavallini Cyrilo, orientadora da pesquisa, o estudo conseguiu verificar que o PRIA foi efetivo em termos de rendimento escolar, uma variável de inserção social, e também verificou o quanto a prefeitura de Indaiatuba deveria gastar por criança para contribuir com a melhoria do rendimento escolar. O resultado mostrou que os alunos que participavam do programa melhoraram, em média, suas notas de português e matemática em 0,790 e 0,784, respectivamente. A partir desses valores, também foi realizada análise do custo-efetividade, avaliação econômica utilizada para programas públicos em diversas áreas. “Medimos o custo médio da prefeitura com cada criança participante do PRIA e comparamos com o rendimento escolar. Descobrimos que o PRIA foi efetivo em termos de rendimento escolar por meio do esporte, do programa da Secretaria de Espo rtes da cidade de Indaiatuba”, ressalta Julia.

Para melhorar um ponto na nota de português de um aluno, a prefeitura deveria investir R$133,05 nas ações esportivas durante um trimestre; já na nota de matemática, o custo seria de R$ 134,07. A professora Denise destaca que “em termos de estado nutricional e qualidade de vida, o período analisado foi insuficiente para verificar a efetividade do PRIA sobre essas duas variáveis”.

De acordo com a pesquisadora, apesar dos resultados estatisticamente não significantes, há indícios de que atividades esportivas também podem ter influência positiva sobre o estado nutricional e sobre a qualidade de vida. “Novos estudos são necessários a esse respeito avaliando-se períodos mais estendidos”, adverte Julia.

FONTE: http://www.usp.br/agen/?p=199545

A disertação na biblioteca: http://cev.org.br/biblioteca/impacto-um-programa-publico-iniciacao-esportiva-para-criancas-gastos-antropometria-rendimento-escolar-qualidade-vida/
Visite: Educação Física e Esporte – Centro Esportivo Virtual

http://cev.org.br/comunidade/ef-esporte/

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Jogos Mundiais Militares – Aprovadas diretrizes de participação do Brasil nos 6º Jogos Mundiais Militares na Coréia do Sul

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Jogos Mundiais Militares

dou 19-01-15

MINISTÉRIO DA DEFESA

Aprovadas diretrizes de participação do Brasil nos 6º Jogos Mundiais Militares na Coréia do Sul

 

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=24&data=19/01/2015

 

Alberto Puga, moderador

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Colecionamento, Tiro Desportivo e Caça – Nova regulamentação das atividades

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Colecionamento, Tiro Desportivo e Caça

dou 19-01-15

MINISTÉRIO DA DEFESA

Nova regulamentação das atividades de colecionamento, tiro desportivo e caça

 

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=20&data=19/01/2015

 

alberto puga,moderador

 


Visite: Legislação Desportiva – CEVLeis – Centro Esportivo Virtual
http://cev.org.br/comunidade/legislacao/

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CEV Novidades – •Educação Física Escolar e a Prova do Enem: Convergências e Divergências

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Esportes Diferenciados: Slackline

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Esportes Diferenciados: Slackline

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Esportes Diferenciados: Slackline

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Educação Física Escolar e a Prova do Enem: Convergências e Divergências

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Políticas Públicas: Qual o Futuro do Esporte no Brasil?

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Legislação Desportiva – CEVLeis: Colecionamento, Tiro Desportivo e Caça

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Legislação Desportiva – CEVLeis: Jogos Mundiais Militares

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Futebol: Dilma Vetará Refinanciamento do Futebol Sem Contrapartidas

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Implicações dos Projetos de Extensão Universitária Para a Formação do Professor de Educação Física

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Gestão Desportiva: Pra Onde Vai a Formação em Gestão Esportiva?

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UM ENCONTRO NECESSÁRIO – sobre literatura ateniense…

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Semana que passou ‘rolou’ na ‘nuvem’ – facebook – uma foto emblemática, reunindo um grupo de literatos atenienses:

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Antonio Aílton, Hagamenon de JesusNatan Campos (Natanílson Campos -à esquerda); Bioque Mesito, à frente, e Dyl Pires mais atrás (à direita)[1]

Em OS ATENIENSES - UMA ANTOLOGIA  VOLUME IV-A  LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ (Organizador) (ainda inédito), escrevi:

[…]

Leão (2011)[1] refere-se à utilização do terno atenienses para definir a condição de literatos do Maranhão:

 

Entende-se por ‘atenienses’ um grupo de intelectuais surgidos durante o século XIX, mais especificamente em São Luis do Maranhão, decorrente do epíteto de ‘Atenas Brasileira” que a cidade recebeu em função da movimentada vida cultural e do número expressivo de intelectuais e literatos ali nascidos ou residentes – depois em parte migrados para a Corte no Rio de Janeiro -, com um papel muito importante na configuração da vida politica e literária do país que tinha acabado de emancipar-se da antiga metrópole portuguesa. Os ‘atenienses’ são, portanto, os vários grupos de intelectuais e homens de letras surgidos em torno da cidade letrada de colonização portuguesa, como São Luis, a qual teria sido um dos poucos centros de intensa atividade intelectual do primeiro e segundo periodo imperial brasileiro. […]”. (p. 33).

[…]

Aparecem, assim, novos grupos organizados, como o caso do Poeisis, ao qual pertence Antônio Aílton, Bioque Mesito, e pelos poetas co-geracionais Danyllo Araújo, Geane Fiddan e Natinho Costa. Outros nomes que aguardam publicação, possuindo obras inéditas de grande relevo estético, são a poeta Jorgeana Braga (A casa do sentido vermelho, Sangrimê, Cerca Viva), Nilson Campos (o romance A Noite, além de contos e poemas), e a sensível poeta Rosemary Rego, com uma obra lírica surpreendente. Uma geração, afinal, não se faz somente de poetas publicados e, às vezes, alguns de seus melhores talentos estão entre aqueles inéditos em vida, como é o caso de vários exemplos, como o de Konstantinos Kaváfis, Emily Dickinson e Cesário Verde[1].

Sobre esse movimento, Antonio Aílton[2] deu-me o seguinte depoimento:

 

O “movimento Poesis” iniciou-se em 2006, a partir da iniciativa de Geane Lima Fiddan e do poeta Bioque Mesito, os quais convidaram Antonio Aílton, Rosimary Rego, Hagamenon de Jesus, Paulo Melo Sousa, Raimundo Nonato Costa (Natinho Costa), Daniel Falcão Bertoldo (músico), e Danilo Araújo, grupo que foi crescendo por convites a outros poetas, tais como José Couto Corrêa Filho e César Borralho (este na verdade mais como “participação” em alguns momentos), além de Graziella Stefani, que não escrevia, mas deveria fazer o marketing do grupo.  

A ideia era promover ações abrangentes de realizar projetos de incentivo à leitura, de criação e encontros literários e, sobretudo divulgação, unindo, nesta divulgação poesia e música erudita através de recitais em locais públicos e significativos de São Luís, com ideia de expansão para o interior do Estado. Foram montados grandes recitais públicos acompanhados de piano, violoncelo, percussão, violão, flauta, gaita, etc., sendo o mais marcantes na Praça Gonçalves Dias, na Escola de Música do Maranhão e no Teatro João do Vale[3], o maior e mais importante deles[4], o último com direção da Cássia Pires. Foram feitas chamadas pela TV para esses recitais, e foram filmados [registro fílmico]. Receberam certo [e parco] patrocínio particular e público.

Pela necessidade de receber patrocínios mais significativos, o que só seria possível como pessoa jurídica, foi criada a POIESIS – ASSOCIAÇÃO DE ESCRITORES, em 19/05/2006, totalmente legal, com registro civil de pessoa jurídica e estatuto próprio, com Antonio Aílton Santos Silva como presidente, Geane Lima Ferreira Fiddan como vice-presidente, Fábio Henrique Gomes Brito [Bioque Mesito] como primeiro secretário, Raimundo Nonato Costa e Rosemary como tesoureiros. Hagamenon e Paulo ficaram no Conselho Fiscal.

Na verdade, após a criação da Associação seguiu-se apenas o que já estava programado, isto é, os recitais e organizou-se um projeto de “feira literária”, que não foi em frente porque se soube que a Prefeitura de São Luís começava a organizar a 1ª Felis, como ocorreu logo depois.

Com a dispersão de muitos membros para estudos e saídas do estado, como foi o meu caso, a Associação ficou em latência, cada um realizando projetos individuais até o momento.

 

Outro grupo que surge nessa época, o Grupo Carranca, capitaneado pelos poetas e escritores Mauro Ciro Falcão e Samarone Marinho, comparsas das atividades do Curare – e vice-versa. A partir de 2000, a existência dos dois grupos se encontra praticamente paralelas, e confundidas. Pertencentes a uma faixa geracional um pouco diferente – embora quase coeva –, os membros do Grupo Carranca aceitaram dividir seus espaços e iniciativas, durante algum tempo, com o Grupo Curare. Durante vários anos, as reuniões e encontros do Grupo Curare e Grupo Carranca aconteceram na casa do jornalista Gojoba, sempre com bastante aconchego e diversão. A participação de vários membros do antigo Curare consta das antologias de poemas e contos organizadas pelo grupo Carranca, que agitaram o cenário literário de São Luís entre 1999 e 2002. De lá para cá, os membros de ambos os grupos, agora identificados pelos laços comuns, com seus projetos e propostas definidos, trabalham para construir a identidade da nova literatura maranhense[5].

Antonio Aílton também se refere a esses grupos, Curare, e Carranca[6]:

 

Em relação ao CURARE, é bom ressaltar que os diálogos, discussões e encontros informais – determinantes para o impulso e maturação da literatura de muitos de seus membros -, consolidaram uma amizade duradoura entre partes de seus membros, tanto que alguns consideram que um certo ‘espírito’ desse grupo não se extinguiu.

O papel aglutinante desse grupo foi sempre do poeta Hagamenon de Jesus (junto com Antonio Aílton, Ricardo Leão, Dyl Pires, Bioque Mesito). Houve também uma confluência dessa amizade com membros do grupo Carranca (jovens e iniciantes poetas), o qual era encabeçado por Mauro Ciro e Elias Rocha, encontrando-se dominicalmente na residência do jornalista Gojoba, pai de Mauro Ciro.

A principal contribuição do grupo (reduzido a um pequeno núcleo) foi ou tem sido, a meu ver, o incentivo e impulso para a busca de uma superior qualidade da produção (poética ou teórica), o incentivo ao crescimento e destaque de cada um – o que pode ser constado nas premiações recebidas pelos membros do grupos (ver relação dos concursos), as quais são motivos de alegria e discussão conjunta.

          Leão (2008)  [8] – ao comentar os resultados dos concursos de 2007 da SECMA e do Concurso Literário “Cidade de São Luis”, afirma que todos estes novos talentos fazem parte, ao fim e ao cabo, de um mesmo grupo, a maior parte na mesma faixa geracional, outros em faixas diferentes, de poetas, escritores e intelectuais que, lutando por visibilidade e reconhecimento no cenário da literatura maranhense contemporânea:

 

[…] já vêm trabalhando há pelo menos dez anos, quando não mais, no sentido de produzir uma obra capaz de continuar, com dignidade e competência, a tradição de literatura que o precede, com profundo respeito aos grandes autores maranhenses do passado, mas também com ousadia e inovações.

 

Para Dyl Pires[9], a geração de poetas dos anos 90 foi favorecida por algumas pessoas importantes, instituições que ofereciam editais e concursos para publicações, além de lugares onde todos se encontravam.

Entre seus livros de formação, estão A Poesia Maranhense no Século 20 – Antologia (1994), organizado por Assis Brasil; o último número da revista publicada pela Academia dos Párias (8º Andar); O Circuito da Poesia Maranhense, livro organizado por Dilercy Adler; as antologias poéticas do Grupo Carranca; o Suplemento Vagalume, de Alberico Carneiro.

As figuras do poeta Paulo Melo Sousa e Couto Corrêa Filho e suas respectivas bibliotecas serviram de espaço para que os poetas da Geração 90 tivessem acesso à variadas fontes literárias e também como espaço de encontro. “Couto abria sua casa para nos receber em sábados dionisíacos. Ali era a nossa Movelaria Guanabara”, lembrou.

Ele destacou também a importância dos projetos de fomento à produção literária promovidos pela Fundação Municipal de Cultura, a Secretaria Estadual, o Serviço de Imprensa e Obras Gráficas (SIOGE), entre outras instituições.

Já Bioque Mesito[10] reconheceu que a geração daquela época foi sendo valorizada quando passou a assinar prefácios de livros e a participar de suplementos literários. Ele ressaltou nomes de outros artistas fora da literatura que contribuíram para a formação da estética do trabalho deles, como o artista visual Binho Dushinka.

Assumindo uma postura mais contemporânea, afirmou não ter influência da poesia de Nauro Machado e que nomes como Augusto Cassas, Mauro Portela, Aberico Carneiro, Celso Borges, Chagas Val e Fontenelle foram mais importantes na sua formação como poeta.

 

Estamos diante da GERAÇÃO 90, que tinha entre seus membros, além de Dyl Pires, Bioque Mesito e Sebastião Ribeiro, representantes do grupo de poetas daquela geração, nomes como Agamenon Almeida, Eduardo Júlio, Antônio Ailton, Ricardo Leão, Jorgeana Braga, Mauro Ciro, Lúcia Santos, Marco Polo Haickel, Natan, entre outros perdidos na lembrança.

Em 1995, segundo Leão (2008) [11], surge o Grupo Curare com a promessa e a intenção de publicação de uma revista, infelizmente não concretizada, e da organização de eventos literários diversos, a fim de divulgar o surgimento de mais uma confraria de amigos, praticantes de uma poesia e literatura sérias, no sentido da constante busca de preparo e erudição, a fim de contribuir com a renovação dos quadros da literatura maranhense:

 

Tratava-se, destarte, de um projeto pretensioso. Porém, não se produz arte literária, sobretudo dentro de uma tradição longa e respeitada como a maranhense, de modo impune e sem grandes pretensões, até mesmo alguma megalomania. É necessário, portanto, recapitular um pouco dessa história, antes que sejamos os únicos que ainda se lembrem dela.

[…] O Grupo Curare organizou-se com o intuito de conduzir alguma publicação periódica – a exemplo da revista Uns e outros e das publicações da Akademia dos Párias –, com a qual fosse lançada a pedra fundamental de nossa atividade literária. Após muitas discussões nas ruas e becos da Praia Grande, o grupo percebeu que tinha mais gosto em estar simplesmente reunido para boas conversas sobre literatura, cinema e assuntos de algum modo conectados à arte, do que propriamente elaborar projetos que não saíssem do papel, dada a diferença de temperamentos e opiniões entre todos, além da evidente falta de dinheiro.

 

Ricardo Leão recorda que a ideia inicial de montar o grupo fora dele e de Dyl Pires, após um encontro ocorrido em 1995 na Biblioteca Pública Benedito Leite, no anexo aos fundos, onde se elaborou uma lista inicial de amigos e conhecidos comuns, constante de uns 25 nomes, entre os quais vários que já se vinham destacando em concursos locais e nacionais. O nome da revista – Curare – foi igualmente sugestão do Dyl, que nos apresentou a todos, porém quem sugeriu a publicação de um periódico foi o poeta e ficcionista Marco Polo Haickel. O encontro havia, pois, acontecido. Como o projeto da revista naufragou após um tempo, faltou um evento que registrasse e existência do grupo (LEÃO, 2008).

Antonio Aílton Santos Silva (2014) [12], um dos jovens literatos participe de diversos desses movimentos, em especial do Curare, deu um depoimento muito esclarecedor, ao pedir sua biobibliografia; transcrevo-a em parte – a integra está no devido lugar -, pois muito diz sobre como funcionavam esses movimentos, ou grupos, e esclarece muitos pontos. Vamos aos “FRAGMENTOS SUBJETIVOS DE UMA BIOBIBLIOGRAFIA TRANSITADA DE MUITOS”:

 

As biobibligrafias são uma tentativa de objetivação em forma de fragmentos dispersos de ação e produção, e só podem começar in media res. Começo esta de quando avistei, em certa manhã do final de 1987, o mar cinza São Luís do Maranhão. […] Apague-se certo momento em que perambulei por prédios velhos da Praia Grande, em São Luís, sustentado por duas mulheres, uma das quais minha irmã reencontrada milagrosamente após cinco ou dez anos sem nos vermos, e à qual fiz um poema muitos anos depois (poema “SVP” – Revista Poesia Sempre, org. Marco Luchesi, 2009).

[…] Há um poema significativo e que incrivelmente chama-se BIOBIBLIOGRAFIA (eu acabara de descobrir a roda desta palavra, naquele momento). Eu o tirei da gaveta em 1993, para participar do IX Festival de Poesia Falada da UFMA […] O Festival aconteceu no Auditório Central da UFMA, e eu recebi o terceiro lugar. […] Fui convidado pelo poeta Altemar Lima para participar de um grupo dali remanescente, o quase efêmero Sociedade dos Poetas Vivos – mais Edmundo, Kleber Leite, Anne Glauce… Chegamos a fazer recitais e dar entrevistas na Rádio Universidade. Que fim levamos?…

[…] Entre uma coisa e outra, sempre tive amizade e o estímulo do poeta visionário Eudes de Sousa, que me levava às reuniões da já ancestral Associação Maranhense de Escritores, da qual ele era quixotescamente o eterno presidente. Conheci através dele e nas últimas reuniões dessa Associação poetas como Jorge Nascimento, Jose Maria Nascimento, e Nauro Machado, […] além da jovem poeta Rosemary Rego.

[…] Na mesma época, conheci o incansável Alberico Carneiro, que era então Editor do Suplemento Vagalume, publicado pelo SIOGE-MA. O Vagalume foi para mim o contato mais fundamental para a poesia que se fazia no Maranhão naquele momento, e para a admiração minha dos nossos grandes ícones, experientes, novos e novíssimos, a quem Alberico sempre soube valorizar e divulgar. A poesia noturna era recitada pelo grupo Poeme-se, Paulo Melo Sousa, Riba, Antonio Carlos Alvim Filho, Cláudio Terças, Elício Pacifico, Rosa… Paulo Melo também promovia oficinas de poesias, de algumas das quais participou o poeta Dyl Pires.

A confluência de grupos e festivais levou-me à companhia e à verdadeira amizade de poetas com os quais depois, somados mais alguns, formaríamos o Grupo Curare de Poesia. O Eudes de Sousa, num de seus projetos na Biblioteca Central, em que me parece só comparecemos três ou quatro, apresentou-me o Hagamenon de Jesus, poeta ludovicense que estava voltando de uma temporada em Brasília. Depois conheci outros: Bioque Mesito (à época, Fábio Henrique), Dyl Pires, Ricardo Leão (à época, Ricardo André), Natan, Marco Pólo Haickel, Jorgeane Braga, Judith Coelho, Rosemary Rego, César Willian, Couto Correa, Gilberto Goiabeira, Dylson Júnior, em cuja casa, no Calhau, passamos a nos reunir. Mulheres poucas para o grupo, queríamos mais. Acho que a morena Itapari andou aparecendo. Muita gente da Antologia Safra 90 (SECMA, 1996).

[…] O Curso de Letras rendeu outras confluências: Karina Mualen, Ilza Cutrim, Jô Dantas, Lindalva Barros, Dino Cavalcante e José Neres, este, sobretudo, que eram da turma de Ricardo Martins. Recitávamos e cantávamos nos encontros de Letras Maranhão e Brasil a fora. Substituí (junto com Manoel Rosa Gomes) Dino Cavalcante na presidência do Diretório Acadêmico de Letras por dois mandatos ou quatro anos. A diferença política essencial é que Dino nunca aprendeu o caminho do Bambu Bar, no Sá Viana, batismo sagrado dos estudantes da UFMA, à época. Ascensão total do reggae nas calouradas e em São Luís do Maranhão.

Por essa época, recebi um prêmio da Aliança Francesa, o Premier Prix – Concours “Brésil, Terre Latine”, Alliance Française/UFMA/Academia Maranhense de Letras.

O Curare planejava o lançamento de uma revista com poesia de qualidade, a Sygnos, a cujo nome Hagamenon sugeriu acrescentar “.doc” [Sygnos.doc] porque sugeriria algo de bastante “atual”, na época. Embora, parece-me, o nome do grupo como da revista tenha surgido das ideias de Dyl e Ricardo, é preciso dizer que o grupo não se estabeleceu em torno destes, mas do poeta Hagamenon de Jesus. Em contraste com o espírito vívido e alegre, mas corrosivo e irônico [quase sarcástico, diríamos] do Dyl e a inteligência declaradamente prepotente de Ricardo [fora o fato de que este só bebia refrigerante e não comia nem um fruto do mar], o esteio desse grupo foi sempre a figura do poeta Hagamenon de Jesus, mais equilibrado e carismático, e a cujo olhar crítico confiávamos muitos de nossos poemas ou textos. Basta ver os prefácios dos nossos primeiros livros.

O Curare se desfez, mas o seu espírito ficou. Curare: um veneno, ou um espírito. Passamos a nos reunir todo domingo na casa de um dos poetas amigos e finalmente os domingos passaram aos almoços na casa de “Seu” Gojoba (jornalista – responsável pelo Tribuna do Nordeste) e Dona Graça, sua esposa e nossa mãe. Acrescentaram-se os poetas Samarone Marinho e Mauro Ciro (Grupo Carranca), filho de Gojoba. Sem podermos levar adiante os projetos do grupo por pura falta de grana e apoio, passamos a torcer pelos sucessos individuais. Ricardo e Bioque receberam prêmios dos concursos de poesia da Xerox do Brasil, e tiveram seus livros publicados. Dyl, que já ganhara o primeiro lugar no 12º Festival de Poesia Falada da UFMA, recebeu o Prêmio Sousândrade, “Concursos Cidade de São Luís”, com Círculo das Pálpebras (1998), eu recebi o mesmo prêmio por Habitações do Minotauro, no ano seguinte, e também em 2002, com Humanologia do eterno empenho: Conflito e movimento trágicos em A travessia do Ródano de Nauro Machado (Ensaio, FUNC – 2003), ensaio resultante da monografia de graduação em Letras. Posso dizer que ainda é também espírito Curare o Prêmio Sousândrade de 2007, de Bioque, com o anticópia dos placebos existenciais (FUNC, 2008) e a publicação de The Problem e/ou os poemas da transição, de Hagamenon de Jesus (Edição do autor, 2002).

[…] Não poderia deixar de citar meu trabalho de parceria com Alberico Carneiro, um intelectual que merece admiração e respeito, além de uma amizade verdadeira, na minha colaboração com o Suplemento Literário & Cultural JP Guesa Errante, desde 2007.

[1] LEÃO, Ricardo. OS ATENIENSES – a invenção do cânone nacional. Imperatriz: Ética, 2011

[1] Antonio Aílton Santos Silva Caro Leopoldo Gil Dulcio Vaz, os gajos são, na foto grande: eu, Hagamenon de jesusNatan Campos – ou seja, Natanílson Campos (à esquerda); Bioque Mesito, à frente, e Dyl Pires mais atrás (à direita). 17 de janeiro às 08:39, disponível em https://www.facebook.com/photo.php?fbid=754805847922014&set=a.469966329739302.1073741826.100001778182652&type=1&theater

[1] LEÃO, 2008, disponível em http://www.guesaerrante.com.br/2008/5/20/Pagina1026.htm

[2] SILVA, Antonio Aílton Santos. DEPOIMENTO dado a Leopoldo Gil Dulcio Vaz, em 27 de abril de 2014, via correio eletrônico.

[3] Geane Lima pode dar informações mais precisas sobre estes recitais, pois ela os organizou mais efetivamente e era quem dialogava com os músicos, sobretudo sobre questões financeiras.

[4] Não lembro a data, mas tenho a filmagem.

OBS: Da relação “Poiesis” em seu texto, não participaram Jorgeane Braga nem Natanílson Campos. Estes eram sim do CURARE. Também não me lembro de Mobi fazer parte desse grupo, ao menos com esse nome…

[5] LEÃO, 2008, disponível em http://www.guesaerrante.com.br/2008/5/20/Pagina1026.htm

[6] SILVA, Antonio Aílton Santos. DEPOIMENTO dado a Leopoldo Gil Dulcio Vaz, em 27 de abril de 2014, via correio eletrônico

[7] Antonio Aílton Santos Silva Caro Leopoldo Gil Dulcio Vaz, os gajos são, na foto grande: eu, Hagamenon de jesusNatan Campos – ou seja, Natanílson Campos (à esquerda); Bioque Mesito, à frente, e Dyl Pires mais atrás (à direita). 17 de janeiro às 08:39, disponível em

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=754805847922014&set=a.469966329739302.1073741826.100001778182652&type=1&theater

[8] LEÃO, Ricardo. Entre Carrancas e Monstros: a jovem poesia e literatura maranhenses. O GUESA ERRANTE, edição de 23 de abril de 2008, disponível em http://www.guesaerrante.com.br/2008/5/20/Pagina1026.htm

[9] Estética da poesia dos anos 90 é debatida na Feira do Livro. São Luis, quinta-feira, 3 de outubro de 2013. Disponível em http://www.saoluis.ma.gov.br/frmNoticiaDetalhe.aspx?id_noticia=7254

[10] Estética da poesia dos anos 90 é debatida na Feira do Livro. São Luis, quinta-feira, 3 de outubro de 2013. Disponível em http://www.saoluis.ma.gov.br/frmNoticiaDetalhe.aspx?id_noticia=7254

[11] LEÃO, 2008, disponível em http://www.guesaerrante.com.br/2008/5/20/Pagina1026.htm

[12] SILVA, Antonio Aílton Santos. FRAGMENTOS SUBJETIVOS DE UMA BIOBIBLIOGRAFIA TRANSITADA DE MUITOS – DEPOIMENTO dado a Leopoldo Gil Dulcio Vaz, em 27 de abril de 2014, via correio eletrônico.

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