NA ESTRADA… volto logo!

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Estou de partida… Foz do Iguaçu… passo uma semana por lá, visitando . Rwetorno dia 03/07…

Se conseguir, faço as postagens de lá…

 

Leopoldo

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Diesporte

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Diesporte

Cevnautas,

Tomo a liberdade de postar também aqui – desculpem a duplicação os dois ou três amigos que leram lá – a nota do blog comemorando o DIESPORTE – Diagnóstico Nacional de Esporte 2015. Como no CEV tem os trabalhos que deram subsídios aos pesquisadores, cito alguns. Como participante da equipe de trabalho consegui emplacar o nome fantasia Diesporte. Foi fácil. Argumentei na reunião que diagnesp, o apelido original, parecia nome de laboratório de análises clínicas ;-). Fiquei insuportavelmente envaidecido como padrinho de batismo.

Aos trabalhos principais:

Diagnóstico de Educação Física / Desportos no Brasil (Lamartine Pereira da Costa)

http://cev.org.br/biblioteca/diagnostico-educacao-fisica-desportos-brasil/

Atlas do Esporte no Brasil (Lamartine Pereira da Costa)

http://cev.org.br/biblioteca/atlas-esporte-brasil/

Diagnóstico Esportivo no Brasil: Desenvolvendo Métodos e Técnicas. (Aiton Oliveira – doutorado)

http://cev.org.br/biblioteca/diagnostico-esportivo-brasil-desenvolvendo-metodos-tecnicas/

Infraestrutura Esportiva: Desenvolvimento de Metodologias (Celi Taffarel, Ailton Oliveira)

http://cev.org.br/biblioteca/infraestrutura-esportiva-desenvolvimento-metodologias/

Como os autorers são cevnautas dá pra interagir com eles no contatro do quem é quem.  Com a palavra diagnóstico no mecanismo de busca do CEV dá pra acessar as demais publicações sobre o tema que estão entre os 46 mil documentos da biblioteca do CEV)

A nota do Blog:

DIESPORTE

O Diagnóstico Nacional do Esporte 2015 – DIESPORTE – ganhou um portal.

O trabalho de fôlego coordenado pela Profa. Celi Taffarel da UFBA e o Prof Ailton Oliveira da UFS. O trabalho envolveu pesquisadores do país inteiro, além do consultor internacional, ex-coordenador do Projeto COMPASS, Antonio Mussino, da Universidade Sapienza de Roma, Itália.

O diagnóstico mais recente que o Brasil tinha era o de 1970, Diagnóstico de Educação Física / Desportos no Brasil, além do Atlas do Esporte no Brasil, de 2005, ambos coordenados pelo Prof. Lamartine Pereira da Costa, que também acompanhou o DIESPORTE.

Tenho a honra de ter participado do Projeto. Explico que ajudei a circulação de informação e publicação da bibliografia auxiliar do trabalho na biblioteca do CEV, além de tocar, com o Tony Meireles , uma plataforma de comunicação.

Fiz os contatos e salamaleques para a vinda do Prof Antonio Mussino, do COMPASS.

A minha vaidade insuportável manda escrever que o apelido do Diagnóstico, DIESPORTE, foi proposta do locutor que vos fala.

O endereço do Portal:   http://www.esporte.gov.br/diesporte/

Visitar,  debater e divulgar.

Laércio

http://blog.cev.org.br/laercio/2015/diesporte/

 

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DIESPORTE – Como, onde e porque (não) se pratica esporte no Brasil

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do Blog do José Cruz

por Aldemir Teles

Professor da Escola Superior de Educação Física da Universidade de Pernambuco

O DIESPORTE, Diagnóstico Nacional do Esporte, divulgado na última segunda-feira, reproduz alguns dados já conhecidos. Outros, embora inéditos, não surpreendem, a não ser pelos valores percentuais encontrados.

Entre outros equívocos cometidos no Diagnóstico, um dos mais evidentes e que chamou atenção de especialistas, foi não categorizar adequadamente esporte e atividade física. Assim, “academia”, que não é nem esporte nem atividade física, entrou nas duas categorias como dos mais “praticados”.

Esportes como o futsal é menos praticado do que “academia”, mas não tem vez na lista entre as atividades físicas mais praticadas, como o voleibol, por exemplo. A pesquisa falha, ainda, por não ter apresentado detalhadamente a metodologia, além dos dados sobre infraestrutura e financiamento, como prometido.

Sedentarismo

O número de sedentários apresentado no documento não representa novidade, por isso não deveria causar surpresa ao ministro George Hilton. Segundo a pesquisa VIGITEL 2014, (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) do Ministério da Saúde, são 48,7% de sedentários. O Diesporte aponta para 45,9% de sedentários.

Embora confusos e, por isso, pouco esclarecedores, alguns dados do diagnóstico, e outros estudos, sugerem que a origem dos problemas apresentados, como sedentarismo, obesidade etc. estão na escola. Devem-se ao fracasso das propostas pedagógicas para a disciplina de educação física e a forma como o conteúdo esporte passou a ser conceituado e tratado pedagogicamente, após o final da década de 1980.

Causalidade circular

Isso ocorreu com o surgimento da corrente marxista, nesse período, formada por professores de várias universidades do país. O movimento propunha uma “teoria crítico-superadora” para a educação física e para o esporte. “A criança que pratica esporte respeita as regras do jogo… capitalista” foi um dos motes. O movimento influenciou e ainda influencia, fortemente, milhares de acadêmicos de educação física Brasil afora. Os agora ex-acadêmicos são os atuais professores que, de alguma forma, reproduzem as tais teorias.

Os números apontam para os argumentos defendidos aqui. Vejamos alguns deles:

1 – Na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2012), 63,1% dos alunos adolescentes avaliados foram considerados insuficientemente ativos (menos de 300 minutos de atividade física acumulada nos sete dias anteriores à avaliação).

2 – O Diesporte aponta que 69,3% tiveram iniciação no esporte entre os 6 e 14 anos. O dado demonstra que ao menos 30% de jovens nessa faixa, em idade escolar, não tiveram acesso à prática esportiva.

3 – O início da prática esportiva ocorreu na Escola/Universidade para 48% dos pesquisados. Isso significa que mais da metade dos sujeitos não tiveram oportunidade de aprender esportes na escola; e que outros só tiveram acesso ao esporte ao chegar à universidade. Como se explica isso no país que pretende ser potência olímpica?

4 – A pesquisa informa que 45% das pessoas abandonam a prática de atividade física e esporte entre 16 e 24 anos. Mas eles mal começaram…

Estou cada vez mais convicto de que a tarefa de mudar os hábitos dos brasileiros em relação à prática regular da atividade física e do esporte não é do Ministério do Esporte e sim do Ministério da Educação.

É na escola, onde se universaliza a cultura e o conhecimento, que o aluno pode aprender sobre a importância da prática da atividade física e do esporte, o conhecimento de como, quando e porque praticar, além do prazer pelo movimento.

Mais do que se tornar uma potência esportiva, é preciso desenvolver no país a cultura em torno do esporte. E esse é um papel, especialmente, da escola.  A figura ilustra as consequências, para qualquer sistema esportivo, da falta de investimento no esporte escolar. O professor Gustavo Pires chama de teoria da “Causalidade circular”.

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Coordenação técnica faz analise positiva dos Jogos Escolares de Caxias

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A 38º edição dos Jogos Escolares de Caxias (JECS) encerrou na última sexta-feira (19). Durante nove dias, alunos-atletas de 49 escolas se enfrentaram no Atletismo, Basquetebol, Futebol de Campo, Futsal, Handebol, Voleibol, Natação, Tênis de Mesa, Dama, Xadrez, Beach Soccer, Queimada, Vôlei de Areia, Judô, Karatê e Jiu-Jitsu.

Os vencedores das modalidades coletivas agora devem participar da etapa regional dos Jogos Escolares Maranhenses, que acontecera em Caxias entre os dias 19 a 26 de julho. Já os campeões das modalidades individuais são classificados direto para as etapas estaduais que ocorrerão em São Luís nos meses de agosto e setembro.

A animação contagiante dos jovens deixou os seus familiares bem orgulhosos, como é o caso de Francisca Bonfim, avó da campeã de atletismo Darleane, de 16 anos, que afirmou que “a neta adora treinar, mas que a maior motivação dela é conquistar uma medalha nos Jogos Escolares da Juventude”.

Outra pessoa que não conseguiu esconder a alegria foi José Antonio, pai de Lucas, de 14 anos, campeão de futebol. “Estou muito feliz com o desempenho e a participação do meu filho nos jogos, pois em vez de ficar nas ruas ocioso, está praticando um esporte, defendendo a camisa de sua escola numa competição saudável”, disse.

Balanço

O coordenador técnico da competição, Robson Rodrigues, fez uma analise positiva do evento. “O balanço desta edição dos Jogos Escolares foi extremamente positivo. Foram 211 partidas realizadas em oito dias de competição. Estamos surpresos com o nível técnico das equipes, vimos jovens talentos despontarem no cenário esportivo caxiense. Além disso, todas as escolas se dedicaram ao máximo e fizeram do JECS um grande evento esportivo.

A secretária de esporte, Aureamélia Soares, lembrou o incentivo que o prefeito Leo Coutinho oferece ao esporte caxiense. Acrescentou ainda que, para o evento ter sucesso, contou com a parceria de outras secretarias e alguns órgãos municipais, a exemplo da Guarda Municipal, que teve um papel fundamental, pois esteve presente em todas as praças esportivas fazendo a segurança da população. “Quero agradecer a todos que trabalharam para que o JECS fosse um sucesso. Quero agradecer aos Guardas Municipais, aos professores e diretores das escolas pela colaboração e, especialmente, a todos os funcionários pela dedicação no decorrer dos jogos”.

JOGOS ESCOLARES DE CAXIAS 2015

Coordenação Geral: Reginaldo Bezerra

Coordenação Técnica: Robson Rodrigues

PERÍODO DE REALIZAÇÃO DOS JOGOS ESCOLARES DE CAXIAS

11 a 19 de junho de 2015

NÚMERO DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO PARTICIPANTES

49 escolas

NÚMERO ALUNOS-ATLETAS INSCRITOS

1.450 alunos-atletas

MODALIDADES

Atletismo, Basquetebol, Futebol de Campo, Futsal, Handebol, Voleibol, Natação, Tênis de Mesa, Dama, Xadrez, Beach Soccer, Queimada, Judô, Karatê, Jiu-Jítsu e Vôlei de Areia.

LOCAIS ONDE OCORRERAM AS COMPETIÇÕES

Ginásio João Castelo, Ginásio Eugênio Coutinho, Ginásio Mundico Santos, Quadra de Beach Soccer Volta Redonda, Pista de Atletismo Walter Viana e Escola Joaquim Francisco e IFMA.

NÚMERO DE PARTIDAS

213 partidas realizadas em nove dias de competição

PARCERIAS

– Policia Militar

– Guarda Municipal

– Sec. Municipal de Segurança Pública

– Escola Joaquim Francisco (Provas de Dama e Xadrez)

– Escola Eugenio Barros (Onde foram realizados os congressos técnicos)

– Meios de Comunicação

– Tiro de Guerra

– Sec. Municipal de Saúde

– Sec. Municipal de Educação

– Sec. Municipal de Saúde (SAMU)

– Departamento Municipal de Transito

– IFMA (Provas de Natação)

CAMPEÕES DAS MODALIDADES COLETIVAS

* BASQUETEBOL INFANTO MASCULINO

Campeão – C. E. Thales Ribeiro

* VOLEIBOL INFANTO FEMININO

Campeão – U. I. M. Magnólia Hermínia

* FUTEBOL DE CAMPO INFANTIL MASCULINO

Campeão – C. E. Clóvis Vidigal

* FUTEBOL DE CAMPO INFANTO MASCULINO

Campeão – Aluisio Azevedo

* HANDEBOL INFANTIL MASCULINO

Campeão – C. E. Clóvis Vidigal

* HANDEBOL INFANTIL FEMININO

Campeão – U. I. M. Hélio Queiroz

* HANDEBOL INFANTO MASCULINO

Campeão – C.E Inácio Passarinho

* HANDEBOL INFANTO FEMININO

Campeão – C.E. Aluisio Azevedo

* BEACH SOCCER INFANTIL MASCULINO

Campeão – U. E. Izaura Costa

* BEACH SOCCER INFANTO MASCULINO

Campeão – C.E. Aluisio Azevedo

* FUTSAL INFANTIL MASCULINO

Campeão – U. E. Vespasiano Ramos

* FUTSAL INFANTIL FEMININO

Campeão – C. E. Clóvis Vidigal

* FUTSAL INFANTO MASCULINO

Campeão – C. E. Aluisio Azevedo

* FUTSAL INFANTO FEMININO

Campeão – C. E. Aluizio Azevedo

* QUEIMADA INFANTIL FEMININO

Campeão – Colégio São José

* QUEIMADA INFANTO FEMININO

Campeão – Colégio São José

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AINDA SOBRE A “PRESIDENTA”, OS POVOS INDIGENAS E A MANDIOCA: EU SAÚDO A POROROCA!!!!!

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Saúdo a Pororoca!!!

Sim, para quem não sabe, ‘pororoca’ é o nome indígena de: MARANHÃO!!!.

AINDA, TEM TUDO A VER COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS…

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A respeito da mandioca, lembro de uma peça, de Antonio Maria, chamada BRASILEIRO: PROFISSÃO ESPERANÇA – a versão que assisti, no Rio de Janeiro, e depois adquiri em CD, é a que tem Marcos nanini no papel de Antonio Maria, e Marília Pera, no de Maisa; a original, Gracindo Junior e Bibi Ferreira -, em que em um dado momento se proclama que, em vez de Brasil, devessemos ter como nome, do País, MANDIOCA. Pau por pau, pelo menos a mandioca é mais conhecida e ainda serve de alimento – para o corpo (comida) e para a alma (bebida…).

Com o que concordo: deviamos ser, ou ter, como nome do pais, Mandioca!!! e no Maranhão, a versão indígena: Pororoca!!!

Mas, sobre os JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS, gostaria de resgatar a História: é sugestão, a sua realização, minha!!!

Em encontro promovido pelo Ministéri Extraordinásrio dos Esportes através do INDESP, como parte daquele Ministério, fui comvidado a participar de reunião para definir ‘JOGOS COM IDENTIDADE CULTURAL'; havia escrito um artigo sobre a CORRIDA DE TORAS DOS INDIOS CANELAS, DO MARANHÃO, apresentado em Congresso do CBCE realizado em Belém do Pará. Fui convidado para um encontro, pois…

Lá, nas sugestões que os seus participantes fizeram – olhem só a companhia: Lamartine Pereira da Costa, Silvino Santini, Muniz Sodré, Leila Mirtes, Paulo Vicente Guimarães, Maria Hilda Baqueiro Paraiso, Priscila Ribeiro Ferreira, além  de José Eduardo Fernandes de Sousa e Silva,Asfilófio de Oliveira Filho, sendo Ministro Extraordinário Edson Arantes do Nascimento…

Voltando, das contribuiçõe, no seu encerramento, após inumeras discussões no grupo de oito ‘pensadores’, sugeri a realização dos Jogos dos Povos Indígenas… pois é… depois o Paulinho Paiakan – que estava na FUNAI – gostou a ideia, após visita, e encampou a proposta e estão ai…

corida de toras

Para ver a contribuição, de cada um, ESPORTE COM IDENTIDADE CULTURAL: COLETÂNEA, Brasília, INDESP, 1996 – Série Esporte ede Criação Nacional; tenho duas contribuições: PRIMEIRAS MANIFESTAÇÕES DO LUDICO E DO MOVIMENTO NO MARANHÃO COLONIAL p. 95-105), e A CORRIDA ENTRE OS INDIOS CANELAS (p. 106-111).

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Mas, de onde vem esse nome – Maranhão ? – recorramos[1] ao Padre Antônio Vieira, que em seu sermão da Quinta dominga da quaresma, do ano de 1654, servindo-se de uma fábula, afirma que:

“… caindo um dia o diabo do céu, se fizera no ar em pedaços. E cada pedaço caiu em uma terra, onde ficaram reinando os vícios correspondentes ao membro que lhe coube: na Alemanha, caiu o ventre, daí serem os alemães dados à gula; na França, caíram os pés, por isso os franceses são inquietos, andejos e dançarinos; na Holanda e em Argel, caíram os braços com as mãos e unhas, daí serem corsários; na Espanha, caiu a cabeça, daí serem os espanhóis fumosos, altivos e arrogantes.

“Da cabeça, coube a língua a Portugal, e os vícios da língua eram tantos, que já deles se fizera um grande e copioso abecedário. O que suposto, se as letras deste abecedário se houvessem de repartir pelas várias províncias de Portugal, não há dúvidas que o M pertenceria de direito à nossa parte, porque M Maranhão, M murmurar, M motejar, M maldizer, M malsinar, M mexericar, e, sobretudo M mentir; mentir com as palavras, mentir com as obras, mentir com os pensamentos. Que de todos e por todos os modos se mentia. Que novelas e novelos eram as duas moedas correntes da terra, só com esta diferença, que as novelas armavam-se sobre nada, e os novelos armavam-se sobre muito, para que tudo fosse moeda falsa. Que no Maranhão até o sol era mentiroso, porque amanhecendo muito claro, e prometendo um formoso dia, de repente e dentro de uma hora se toldava o céu de nuvens, e começava a chover como no mais entranhado inverno. E daí, já não era para admirar que mentissem os habitantes como o céu que sobre eles influía”. (LISBOA, 1991) [2]

Simão Estácio Da Silveira[3], em sua “Relação Sumária das Cousas do Maranhão”, escrito em 1624, afirma que “… a terra tomou esse nome de Maranhão do capitão que descobriu seu nascimento no Peru”. (Seu, do rio e não da terra, conforme Barbosa de Godois, in História do Maranhão[4], 1904; e Berredo, in Anais Históricos) [5].

Marañon era o nome do atual rio das Amazonas, daí que o nome foi herdado de um companheiro de Gonçalo Pizarro. A família de nome Marañon já era conhecida em Espanha desde o século XII, e em Navarra existe uma localidade com esse nome. Com o topônimo Maranha, que significa matagal, há no Minho uma localidade com esse nome; Maranhão, ainda, é o nome de uma antiga aldeia alentejana, do Conselho de Aviz; é variação de Marachão – dique, recife; e aumentativo de Maranha, como dito acima, matagal; como também pode vir de Mara Ion, como os tupinambás designavam o grande rio da terra; ou do diálogo entre dois espanhóis: um pergunta, referindo ao Amazonas – Mar ? e o outro responde: Non.

Na língua nativa, Maranhay, corruptela de maramonhangá (brigar) e anham (correr), pororoca; ou Maranhay, de maran (desproposidatamente), nhãn (correr) e y (água), também significando pororoca; corruptela de Paraná (marana) de onde maranãguaras por paranaguaras para os habitantes da ilha; ou de Marauanás – indígenas encontrados por Pinzón – marauanataba, traduzida pelos espanhóis como marañon; ou ainda, Mair-Anhangá = alma ou espírito de Mair, da tradição andina e sua corruptela tupi marã-n-aã; Mara-munhã, que significa fazer-se barulhento ou impetuoso (de novo, pororoca); ou ainda Mbará-nhã – o mar corrente, o grande caudal que simula um mar a correr (uma vez mais, pororoca). (SILVEIRA, 1976; BERREDO, 1988; MEIRELES, 1980)[6]. Para Tavares (1724):

“Terá Vossa Reverendíssima reparado na ortografia com que escrevo a palavra – Maranhay – contra o comum. Foi de industrias por dar gosto a V.R. que como tão perito na língua Brasílica folgará lhe diga o que por mim tenho alcançado acerca da etimologia desta palavra Maranhão, ponto em que tenho ouvido alternar por bocas e por escritos antigos, e sobre nunca assentarem em nada, de quanto disseram, nada tem fundamento no meu fraco entender; Vejam-se os antigos manuscritos da missão. O Padre Bartolomeu Leão da Província do Brasil, reformador do Catecismo da língua Brasílica me recomendou muito quando vim para o Maranhay, que me avistasse com o Padre Ascenso Gago, o mais perito que por então reconhecíamos neste idioma Brasílico, soubesse dele o que sentia neste ponto; ambos morreram ignorantes de que aqui quero dizer, e nunca o disseram ser ter visto com os meus olhos as pororocas do Maranhãy: Pelo que digo que a palavra Maranhay se compõe de dois verbos, e de um substantivo, os verbos são MARAMONHANGÁ, que significa brigar; e anham que significa correr (até aqui atinavam desta padre Bartolomeu Leão) e o substantivo é a palavra, ou letra, que significa água, e ainda tirada da palavra Maranhan, por corrupção da palavra, assim como estão infinitos nomes, da língua Brasílica corruptos pela pronúncia dos Portugueses: nesta palavra não podia atinar o Padre Leão sem ver ou lhe dizerem o que passa pelo Maranhay; deram os naturais este principal nome a esta terra do que nela mais principalmente avultava, que são as pororocas; cujo efeito é uma briga das águas correndo. Tudo isto diz a palavra Maranhay, água que corre brigando. Perguntar-me-ão, pois por que não se chama Maranhay, pororoca: respondo que pororoca é palavra que explica o que descreve; parece-me que se compõem da palavra opõe que significa rebentar de estouro, como o ovo quando rebenta, e da palavra cororan que significa roncar continuamente, como o mar. Ou é palavra simples feita freqüentativa, tiradas sempre do verbo opõe. [7]

“De qualquer sorte que tomem a palavra pororoca, sempre significa estourar, ou estalo donde do que se ouve, se chama aquela infernal fúria das águas pororoca e do que se vê se chama todo este Estado Maranhay. [8]

“Dizem os cronistas que há aqui um Rio que se chama Maranhon, do qual tomam a denominação todo o Estado é para mim consideração para que ele fizeram. E se não digam-me onde está este Rio ? [9]

“Já que entretive a Relação com estas curiosidades mais próprias para Crônica, quero dizer o que entendo da fundada da pororoca ou causa dela. É de saber que como estas terras são tão rasas visivelmente se se vê a terra abaixando do sertão para o mar, isto se vê sem embaraço de duvidas no Rio Itapecurú pelo qual quem vai navegando vê ao longe terra alta de uma a outra parte. Chega ao lugar em que mascara a terra alta e a vê a rasas como a de donde marcar a tem alta. (TAVARES, 1724).

Clóvis Ramos (1986; 1992) [10] ao analisar o surgimento da imprensa no Maranhão, afirma ser jornalista o magnífico João Tavares com sua Informação das recreações do rio Munim do Maranhão. Em seu roteiro literário do Maranhão (2001) [11]·, refere-se a João Tavares como: “… cronista, professor de humanidades e filosofia, missionário. Padre da Companhia de Jesus, nascido no Rio de Janeiro a 24 de setembro de 1679, chegado ao Maranhão, e catequizando índios, os tremembés, arrebanhou-os em aldeias, fundou a cidade de Tutóia. Faleceu no Maranhão em onze de julho de 1744. Deixou manuscritos valiosos, interessado em explicar, também, o nome Maranhão e o fenômeno das pororocas, que o fascinava. No Dicionário histórico e geográfico da província do Maranhão de César Marques, no verbete Maranhão, vem mostrado como um escritor original, de prosa poética. (RAMOS, 2001, p. 3-4).

Esse Autor, baseado em César Marques[12], e citando como bibliografia: Breve descrição das grandes recreações do rio Munim do Maranhão, 1724, passa a transcrever o que consta das páginas 454/455 daquele dicionário:

“AS POROROCAS DO MARANHAY

“Foi de indústria, por dar gosto a Vossa Revma. que, como tão perito na língua brasílica, folgará lhe diga o que por mim tenho alcançado acerca da etimologia desta palavra Maranhão, ponto em que tenho ouvido alternar por boca e por escritos antigos, sobre nunca assentarem em nada de quanto disseram nada tem fundamento no meu fraco entender. Veja os antigos manuscritos da missão.

“O padre Bartolomeu Leão, da Província do Brasil, reformador do catecismo da língua brasílica, me recomendou muito quando vim para o Maranhay, que me avistasse com o padre Ascenso Gago, o mais perito que por então reconhecíamos neste idioma brasílico, soubesse dele o que sentia nesse ponto. Ambos morreram ignorantes do que aqui quero dizer, e nunca o dissera sem ter visto com os meus olhos as pororocas do Maranhay. Pelo que digo que a palavra Maranhay se compõe de dois verbos e de um substantivo. Os verbos são maramonhangá, que significa brigar e anham que significa correr (até aqui atinava o dito Bartolomeu Leão) e o substantivo é a palavra ou letra que significa água, e ainda tirada de Maranhão por corrupção de palavra, assim como estão infinitos nomes da língua brasílica corrupta pela pronúncia dos portuguese.

“Nesta palavra não podia atinar o padre Leão sem ver ou lhe disserem o que passa pelo Maranha. Deram os naturais este principal nome a esta terra do que nela mais principalmente avultava que são as pororocas, cujo aspecto é uma briga das águas correndo. Tudo isto diz a palavra Maranhay – água que corre brigando. Perguntar-me-hão pois porque não se chama o Maranhay pororoca; respondo que pororoca é a palavra que explica o que se ouve; parece-me que se compõe da palavra opõe, que significa rebentar de estouro, como o ovo quando rebenta, e da palavra cororan, que significa roncar continuamente, como o mar; ou é palavra simples, feita pela freqüêntativa, tirada sempre do verbo opõe. De qualquer sorte que tomem a palavra pororoca, sempre significa estourar ou estalar, de onde do que se ouve se chama aquela fúria das águas – pororoca; e do que se vê se chama todo este Estado – Maranhão”. (RAMOS, 2001, p. 3-4; MARQUES, 1970, p. 437).    

Às páginas 437/448, sob o verbete Maranhão, César Marques passa analisar a etimologia desse nome Maranhão, com base em textos disponíveis e explicações apresentadas. Afirma aquele autor que, para servir de contrapeso às hipóteses de algumas destas pretendidas etimologias 13]: “… acrescentaremos outra opinião, que se não for a verdadeira terá ao menos o mérito de ser fundada em inéditas indagações sobre a língua brasílica. O Padre João Tavares não escreve na sua carta Maranhão, mas sim Maranhay, do que dá a seguinte satisfação – …” (p. 437).  

transcrevendo o que Clóvis Ramos (2001) trás como sendo das páginas 454/455 daquele Dicionário, acima já transcrito … Ainda à página 438, e ainda referindo-se ao estado do Maranhão, traz que: “O alegado Padre Tavares, para quem o país era tão familiar, escreveu na carta sobredita o seguinte: ’Dizerem os cronistas que há aqui um rio, que se chama Maranhão, do qual tomou a denominação todo o Estado, é para mim consideração pia, que eles fizeram. E, se não, digam-me: onde está esse rio ?’” [14].

Já o sociólogo Rossini Corrêa (1993)[15], comenta uma carta de João Tavares a um superior seu – seriam as “Breves descrições…” ? -, descrevendo a paisagem da Ilha de São Luís, ante a chegada possível de missionários europeus ao Maranhão. Afirma que aqueles religiosos deixariam as delícias da Itália, não pelos trabalhos, mas pelas recreações do Maranhão, conforme consta das “Breves descrições…”, tecendo os seguintes comentários: “Como na Ilha Grande foi decantada pelo espaço contrário aos trabalhos (os quais, no mínimo, resguardaria) antieticamente haveria de apresentar expressiva contenção de exercícios corporais, enquanto expressão de labuta, de fadiga e de descanso decorrentes de diligência em atividade física. Permitiria – na contrapartida da terra de gente excepcional – a alternativa das recreações para o cultivo e o requinte do espírito. Desdobrado da hipótese das recreações coletivas, o raciocínio desenclausurado outro não é, senão o de que, no Maranhão, seria comunitária a amizade pelas luzes, pela razão, pela sabedoria etc., considerada a educação do pensamento e do sentimento um fragmento indispensável das recreações.” (40).

“A afirmativa do padre João Tavares foi riquíssima, porque vaticinou uma permuta – as delícias (da Itália) pelas recreações (do Maranhão). Sociologicamente significativa, haja vista que, na substituição, as delícias européias não terminariam trocadas pelos trabalhos americanos. Ao contrário, o fundamento do intercâmbio seria a validade indicada como vantajosa – a das recreações maranhenses.” (p. 39).

 

[1] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; VAZ, Delzuite Dantas Brito. “BREVE DESCRIÇÃO DAS GRANDES RECREAÇÕES DO RIO MUNI DO MARANHÃO, pelo Padre João Tavares, da Companhia de Jesus, Missionário no dito Estado, ano 1724”. Inédito.

[2] LISBOA, João Francisco. OBRAS COMPLETAS… V. IV, 3a. ed. São Luís : ALUMAR, 1991.

LISBOA, João Francisco. JORNAL DE TÍMON II – Apontamentos, notícias e observações para servirem à História do Maranhão. São Luís: ALUMAR/AML, 1991 vol. I e vol. II

[3] SILVEIRA, Simão Estácio da. RELAÇÃO SUMÁRIA DAS COUSAS DO MARANHÃO. São Luís: UFMA/SIOGE, 1979

SILVEIRA, Simão Estácio da. RELAÇÃO SUMÁRIA DAS COUSAS DO MARANHÃO. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1976 – Edição facsimilar

[4] BARBOSA DE GODOIS. Antonio Baptista. HISTÓRIA DO MARANHÃO – para uso dos alumnos da Escola Normal. Maranhão: Typ. Ramos d´ Almeida & Suc., 1904, tomo I e II

[5] BERREDO, Bernardo Pereira de. ANAIS HISTÓRICOS DO ESTADO DO MARANHÃO. Rio de Janeiro: Tipografia Ideal, 1988.

[6] SILVEIRA, 1979

SILVEIRA, 1976 – Edição facsimilar

BERREDO, 1988

MEIRELES, Mário Martins. HISTÓRIA DO MARANHÃO. 2 ed. São Luís: Fundação Cultural do Maranhão, 1980

[7] Comparar este trecho com a descrição em RAMOS, Clóvis. ROTEIRO LITERÁRIO DO MARANHÃO – Neoclássicos e Românticos. Niterói : (s.e.), 2001

[8] Comparar este trecho com a descrição em RAMOS, Clóvis. ROTEIRO LITERÁRIO DO MARANHÃO – Neoclássicos e Românticos. Niterói : (s.e.), 2001.

[9] Comparar este trecho com a descrição em MARQUES, César Augusto. DICIONÁRIO HISTÓRICO – GEOGRÁFICO DA PROVÍNCIA DO MARANHÃO. 3ª ed. São Luís : (s.e.), 1970..

[10] RAMOS, Clóvis. OS PRIMEIROS JORNAIS DO MARANHÃO – 1821 – 1830. São Luís : SIOGE, 1986;

RAMOS, Clóvis. OPINIÃO PÚBLICA MARANHENSE (1831 a 1861). São Luís : SIOGE, 1992.

[11] RAMOS, Clóvis. ROTEIRO LITERÁRIO DO MARANHÃO – Neoclássicos e Românticos. Niterói : (s.e.), 2001

[12] Estas são comentários de João Francisco Lisboa, em seus Apontamentos para a história do Maranhão; de um jornal português, Panorama vol. 3, 1939, retirado da obra Maranhão conquistado a Jesus Cristo e à Coroa de Portugal pelos religiosos da Companhia de Jesus; do livro do padre Manoel Rodrigues, Marañon y Amazonas, dentro outros, que reproduzem estes textos (MARQUES, 1970, p. 437)

[’13] Alguns autores trazem esse rio como sendo o Mearim

[15 CORRÊA, Rossini. FORMAÇÃO SOCIAL DO MARANHÃO: o presente de uma arqueologia. São Luís : SIOGE, 1993

[15] MARQUES, César Augusto. DICIONÁRIO HISTÓRICO – GEOGRÁFICO DA PROVÍNCIA DO MARANHÃO. 3ª ed. São Luís : (s.e.), 1970.

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VOLTAMOS!!! ONTEM, TODOS OS POSTS FORAM PARAR NO BLOGS OESTADO… DE VOLTA À CASA… MARANHÃO EM EVIDENCIA NO CEV…

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Trabalho, Educação Física e Currículo : Uma Proposta MínimaPosted:

  

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Projetos Para a Educação Física em Tempos de Reestruturação ProdutivaPosted:

  

Agita (Programa): Simpósio Celafiscs: Prêmio de Investigação Científica de Medidas do Nível de Atividade Física.Posted:

  

Educação Física no Maranhão: Lino em São Luis…Posted:

  

CBCE – Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte: Boletim de Noticias 22/6/15 – Ano 3 N.13Posted:

  

O Uso de Dicas de Aprendizagem e Sua Relação com o Ensino de Habilidades na DançaPosted:

  

Efeitos da Suplementação com B-hidroxi-b-metilbutirato Associado Ao Protocolo de Reabilitação Acelerada na Recuperação Muscular de Pacientes Submetidos à Cirurgia de Reconstrução LigamentarPosted:

  

Estudo Comparativo da Composição Corporal e Nível de Atividade Física Habitual de Crianças Pré-púberes, de Diferentes Condições SocioeconômicasPosted:

  

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A Privatização no Parque Barigui: Possíveis Influências na Apropriação dos Espaços e Equipamentos de LazerPosted:

  

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Os Espaços de Lazer do Colégio Estadual do Paraná: Possíveis Espaços de Aprendizagem Para o Uso da Cidade no Tempo/espaço de LazerPosted:

  

Validação do Collective Efficacy Questionnaire For Sports (ceqs) Para Atletas BrasileirosPosted:

  

Mobilidade Funcional Pode Influenciar o Número de Quedas e o Desempenho Funcional em Idosas Hígidas da Comunidade? Estudo TransversalPosted:

  

A Educação Para o Lazer em Aulas de Educação Física: Um Panorama do Cotidiano, Barreiras e FacilitadoresPosted:

  

Percepção do Ambiente e Atividade Física em Adolescentes de Curitiba-PRPosted:

  

Efeito do Treino de Força Muscular Associado à Prática de Imaginação nos Aspectos Motores, Contráteis e Psicológicos em Mulheres com FibromialgiaPosted:

  

Entre Diretos, Centures Avant, Chaves de Braço e Rabos de Arraia: os Primórdios dos Combates Intermodalidades na Cidade do Rio de Janeiro 1909-1929Posted:

  

Percepção Subjetiva de Esforço em Testes com Cargas Constantes na Diferenciação da Capacidade Funcional de IdososPosted:

  

Aptidão Física, Fatores de Risco Metabólicos e Presença de Polimorfismo nos Receptores Adrenérgicos em Crianças e AdolescentesPosted:

  

Atividade Física e a Agregação de Fatores de Risco Metabólico em AdolescentesPosted:

  

Efeito de Diferentes Intensidades de Exercício com Pesos Sobre as Respostas Afetivas e Perceptuais em Mulheres IdosasPosted:

  

Dossiê Licenciatura em Educação Física com Caráter Ampliado: Fórum, Marco Legal e a Produção Científica.Posted:

  

ANPPEF – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação Física: Prazo Para Inscrição II AlcidedPosted:

  

Legislação Desportiva – CEVLeis: Dia do (d)esporte(o) Brasileiro 23 de JunhoPosted:

  

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A Estrutura Esportiva do Sesi no Paraná: 1946 a 2004.Posted:

  

Gestão Desportiva: Curso: Gestão no FutebolPosted:

  

Gestão Desportiva: Curso: Marketing nos Grandes Eventos EsportivosPosted:

  

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Futebol: O Novo Mineirão e a Pampulha. Defesa de Mestrado na Eeffto.Posted:

  

Educação Física em Pernambuco: Esporte e Educação, Uma Aliança NecessáriaPosted:

  

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Futebol: O Futebol e as Mulheres. Estamos Caminhando? Jk.Posted:

  

Educação Física e Esporte: Cevnautas Fazem História no Ministério do Esporte Esta SemanaPosted:

  

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Educação Física no Maranhão: Maranhão Participa do Conselho Nacional do EsportePosted:

  

Legislação Desportiva – CEVLeis: Copa America Chile 2015Posted:

  

Educação Física em Pernambuco: Programa Ganhe o Mundo EsportivoPosted:

  

Gestão Desportiva: Clipping da Internet – Ceged – Nº 068Posted:

  

Marketing Esportivo: Midia e Olimpiada no 38º Simpósio de Ciências do EsportePosted:
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O PENSAMENTO VIVO DA “PRESIDENTA” – JOGOS INDÍGENAS E A MANDIOCA…

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Em cerimônia com índios, Dilma saúda ‘mandioca’ e fala de ‘mulheres sapiens’

Evaristo Sá/AFP
Durante o discurso, Dilma segurava uma bola que ela disse ser um presente vindo da Nova Zelândia
Durante o discurso, Dilma segurava uma bola que ela disse ser um presente vindo da Nova Zelândia

MARINA DIAS
DE BRASÍLIA

Foram quase dez dos vinte minutos de seu discurso dedicados a cumprimentar as autoridades presentes na abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, nesta terça-feira (23) em Brasília. Mas a presidente Dilma Rousseff surpreendeu mesmo ao fazer um cumprimento especial “à mandioca” e ao criar uma nova categoria na evolução humana: as “mulheres sapiens”.

“Nenhuma civilização nasceu sem ter acesso a uma forma básica de alimentação e aqui nós temos uma, como também os índios e os indígenas americanos têm a deles. Temos a mandioca e aqui nós estamos e, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos. Então, aqui, hoje, eu tô saudando a mandioca, uma das maiores conquistas do Brasil”, disse Dilma de um fôlego só.

A plateia riu baixinho. E a presidente continuou dizendo que é de se orgulhar “ter no DNA do nosso país essa relação com a natureza”.

“A capacidade de ter na natureza não aquela a quem se subjuga e explora, mas uma relação fraterna de quem sabe que é dessa relação que nasce nossa sobrevivência.”

Dilma segurava nas mãos uma bola cinza escura, a qual colocou debaixo do braço quando se dirigiu ao púlpito para fazer, de improviso, seu discurso. Não quis passar a bola para um assessor, que logo se aproximou para ajudá-la a ficar com as mãos livres. “Não precisa”, sussurrou.

Usaria em sua fala o presente que veio “de longe, da Nova Zelândia” para, segundo ela, “durar o tempo que for necessário.”

“Aqui tem uma bola, uma bola que eu acho que é um exemplo. Ela é extremamente leve, já testei aqui, testei embaixadinha, meia embaixadinha… Bom, mas a importância da bola é justamente essa, é símbolo da capacidade que nos distingue”, recomeçou Dilma sob suspiros dos presentes.

“Nós somos do gênero humano, da espécie sapiens, somos aqueles que têm a capacidade de jogar, de brincar, porque jogar é isso aqui. O importante não é ganhar e sim celebrar. Isso que é a capacidade humana, lúdica, de ter uma atividade cujo o fim é ele mesmo, a própria atividade. Esporte tem essa condição, essa benção, ele é um fim em si. E é essa atividade que caracteriza primeiro as crianças, a atividade lúdica de brincar. Então, para mim, essa bola é o simbolo da nossa evolução, quando nós criamos uma bola dessas, nos transformamos em Homo sapiens ou mulheres sapiens”, concluiu. Dessa vez, entre risos menos tímidos da plateia.

Sentada na primeira fileira do auditório que abrigou a cerimônia, ao lado do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), Dilma assistiu a apresentações de danças típicas indígenas, foi abençoada por um pajé e citou a civilização grega para dizer que, com ela, “aprendemos a transformar os jogos em um momento de confraternização.”

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Semana Antidrogas, a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude de Caxias,

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Como parte da programação da Semana Antidrogas, a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude de Caxias, realizará amanhã (25), uma Gincana Cultural com os alunos das Escolas Joaquim Francisco e Professor Arlindo.

Foto de Francisca Girlene.
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III COPA ABERTA INTERCURSOS DE FUTSAL UNIVERSITÁRIO

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III COPA ABERTA INTERCURSOS DE FUTSAL UNIVERSITÁRIO

RODADA 27.06.2015

12:00 NFFU X ESTÁCIO(FEMININO)
12:40 AMIGOS DE 80 X PSICOTICOS
13:20 OCEAN’S X P10 RESENHA CEUMA
14:00 DANONE FC X ATLETICO DE MADRID
14:40 ALCOOL IN GEO X STF 187
15:20 SI FUTEBOL CLUB X ASA
16:00 É NOIZ X FARMACIA
16:40 TIO COPPI X CIVIL 
17:20 BCTEIROS X BIDU TEAM
18:00 VSF X MECANICA

OBS: A TOLERÂNCIA SOMENTE PARA O 1º JOGO DA RODADA É DE 15 MINUTOS.

 

III COPA ABERTA INTERCURSOS DE FUTSAL UNIVERSITÁRIO

RODADA 28.06.2015

12:00 MASCARADAS FC X BBFC(FEMININO)
12:40 BCTIME X ELETRONS
13:20 DEPORTIVO HAWKS X ENGENHARIA DA PESCA
14:00 DIFERENCIAL FC X BAC
14:40 ENFERMAGEM X ATLETICO ATLAS
15:20 ADTUR X AMIGOS DE PESTANA
16:00 CEST X LAS FARSISTAS
16:40 DIREITEAM X NEUTRINOS
17:20 BORUSSIA ESTACIO X BCTEAM
18:00 BETAS FC X FIZ MINHA PARTE

OBS: A TOLERÂNCIA SOMENTE PARA O 1º JOGO DA RODADA É DE 15 MINUTOS.

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Jogos Mundiais dos Povos Indígenas

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Foto de Joslea Rodrigues.
Foto de Joslea Rodrigues.
Foto de Joslea Rodrigues.
Foto de Joslea Rodrigues.
Foto de Joslea Rodrigues.

Hoje ocorreu o lançamento dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Indígenas maranhenses da etnia canela participarão dos jogos representando o Maranhão. O evento ocorrerá de 20/10 a 1/11/ 2015 em Palmas/TO. Principais modalidades: Arco e flecha, Corrida com tora, lutas corporais, Canoagem…

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