CEV Novidades – Recorde: Revista de História do Esporte – Revista Licere

0comentário

Legislação Desportiva – CEVLeis: 20º Seminário Internacional de Ciências Criminais 2014

Posted:

  

Diagnóstico e Classificação dos Conteúdos e Volume do Treinamento Aplicado em Futebolistas da Categoria Sub-17 e Sua Relação com a Alteração das Capacidades Biomotoras em Diferentes Momentos do Macrociclo

Posted:

  

Alteração da Velocidade em Futebolistas Juvenis no Período Competitivo e Sua Relação com o Conteúdo de Treinamento

Posted:

  

Comparação das Respostas Metabólicas, Cardiorrespiratórias e do Estresse Fisiológico na Intensidade de Esforço da Transição do Gasto Energético Entre a Caminhada e Corrida em Homens Jovens

Posted:

  

Adaptação do Modelo de Potência Crítica Ao Karatê e Validação Por Máxima Fase Estável de Lactato

Posted:

  

Formação Profissional Para Atuação em Lazer: Produção Acadêmica no Período de 2005 a 2009

Posted:

  

Educação Física e Esporte: Solicitando Um Presente de Aniversário Para a Festa de 18 Anos do Cev

Posted:

  

História da Educação Física e dos Esportes: VIII Seminário do Cemef – Inscrições de Trabalhos Até 15 Agosto

Posted:

  

História da Educação Física e dos Esportes: Por Que Não Esquecemos de 1950?

Posted:

  

História da Educação Física e dos Esportes: Transformando Neve em Ouro: a Australia nos Jogos Olimpicos de Inverno

Posted:

  

História da Educação Física e dos Esportes: Chamada Para Periódico

Posted:

  

História da Educação Física e dos Esportes: Revista Licere

Posted:

  

História da Educação Física e dos Esportes: Recorde: Revista de História do Esporte

Posted:

sem comentário »

O BRASIL É TETRA!!!! Seleção Universitária de Futsal Feminino: isso, ninguém divulga!!!

0comentário

Fotos de Eder ·

Eder Popiolski  -  Trabalho realizado!

A Seleção Brasileira Universitária de Futsal Feminino conquistou o tetracampeonato Mundial no último domingo (20), em Antequera-Málaga (ESPANHA) ao vencer a anfitriã por 3 a 1 e isso, de minha parte, merece uma contextualização.

Já havia atuado anteriormente nos Mundiais de 2010 em Novi Sad (SÉRVIA) e de 2012 em Braga (PORTUGAL), conquistando os títulos de ambas. Desde dezembro de 2012 não exercia o papel de treinador em clube, todavia, me mantive acompanhando treinamentos e competições.

Em janeiro deste ano a CBDU fez o convite para seguir no comando do selecionado. Confesso que fiquei um tanto em dúvida, mas decidi pelo desafio, afinal sempre fui encantado pela quadra de futsal e acredito ter, mesmo com o recesso, competências para exercer a função.

Pensamos, eu e meus colegas de CT que seria necessário um período de preparação de 10 dias antes da competição, contudo o calendário coincidiu eventos e os clubes não puderam liberar as atletas pelos compromissos assumidos. Resultado, viajamos sem treinar. O desafio aumentava.

Chegando na Espanha três dias antes. Ok, vamos treinar? mas o cenário era de fadiga pela viagem e pelo fuso horário. Quem viaja assim sabe o quanto é desconfortável adaptar 5 horas de diferença. O desafio estava cada vez maior.

A organização disponibilizou apenas uma hora diária de treino para cada seleção. Tentamos dar um jeitinho brasileiro, mas sem sucesso. O desafio continuava crescendo.

Reclamar? Não. O negócio foi aproveitar ao máximo cada sessão e estabelecer uma estratégia diante das circunstâncias. Nossas atletas são bem treinadas em seus clubes e optamos por conduzir o processo a partir de conteúdos comuns, acrescentando conceitos de entendimento sobre o jogo.

Acredito ter dado certo e a equipe foi se apresentando melhor a cada rodada, resolvendo problemas na medida que se apresentavam. Na primeira fase passamos por Taipei (16-1), Russia (4-1) e Costa Rica (5-0).

A partir daí é que as coisas exigiriam mais. A semifinal diante de Portugal mostrou a capacidade de lidar com placar adverso. Saímos perdendo e fomos para o intervalo na desvantagem (1-2). Retornamos fazendo um jogo perto daquilo que projetávamos como máximo (como se isso fosse possível trabalhando com jogadoras talentosas e dedicadíssimas) e viramos o jogo (6-2).

A final foi a que todos que acompanhavam de perto ou longe aguardavam. Brasil e Espanha é sempre emocionante e em alto nível. Ainda mais com ginásio lotado, transmissão por tv… Os espanhóis eram maioria, mais o torcida brasileira presente fazia sua festa. O jogo começou tenso pra nós, alguns erros e a Espanha desperdiçou oportunidades. Tempo pedido, equipe ajeitada, gol, golaço! Vanessa desfere um chute potente, no ângulo, sem chances. Fomos para o intervalo com o placar de 1 a 0.

Retornamos e assumimos o controle da partida. Finalizamos várias vezes e, em uma delas, Nega fez 2 a 0. Em outra Tampa ampliou para 3. Espanha tentou com goleira-linha. Marcamos bem, contudo, no finalzinho, conseguiram descontar.

Fim de jogo, 3 a 1, Brasil campeão, ou melhor, teeetra!!!

Muitos trabalhos, com ou sem conquistas, marcam minha trajetória. Esse, com certeza, foi um deles e merecem agradecimentos, como seguem:

Começo por quem tem o mérito maior: as ATLETAS. Se reuniram no aeroporto e se dedicaram a aproveitar cada segundinho de treino. Nos jogos foram valentes e produziram uma sinergia parecendo crer que treinavam juntas a anos.

Em seguida, agradeço meus colegas de COMISSÃO TÉCNICA (Sabóia, Coelho e Dênis), que aceitaram o desafio e que juntos conseguimos idealizar um jogo competitivo e de boa estética. Receber elogios de Javier Lozano Cid foi uma honra sem descrição. Aqui, também, cabe uma menção aos treinadores dos clubes que pertencem as atletas selecionadas (Chapecó, Brusque, Caçador e Unifor).

Recebi a tarefa pela terceira vez consecutiva e por essa confiança no trabalho agradeço a CBDU (Luciano, Alim, Juca, Marcelo…).Mais uma vez a entidade deu todo o suporte e condições necessárias para extrairmos o melhor do grupo e maximizar o resultado.

Por fim, muito obrigado para todos que torceram e vibraram pelo conquista. O futsal feminino brasileiro continua sendo referência mundial na modalidade e um dos orgulhos do esporte do país. Ver mais

— com Marcelo Falcão, Joao Coelho, Diana Santos, Alim Maluf Neto, Caroline da Silva, Tatiane Debiasi Croceta, Amanda Lyssa, Giga Patrícia Moraes, Valéria Schmidt, Poliana Irleu, Vanessa Pereira, Lediane Marcolan, Renata Adamatti e Missi Papst.

sem comentário »

Curso de Nivelamento Para Mestrado

0comentário

Clioterapia: Efeitos na Homeostasia Muscular Após o Exercício

Posted:

  

Educação Física no Ceará: Curso de Nivelamento Para Mestrado na Uece

Posted:

  

Fitness e Qualidade de Vida: Fabricante de Cigarros é Condenada a Pagar R$ 53 Bilhões à Viúva de Fumante

Posted:

  

Em Defesa da Educação Física na Modalidade a Distância

Posted:

  

A Influência da Aprendizagem Baseada em Problemas no Processo de Ensino-aprendizagem …

Posted:

  
sem comentário »

CEV Novidades – Publicações Periódicas de Ead do Evento Edulearn em Barcelona 2014

0comentário

EAD – Educação a Distância: Compartilho Publicações Periódicas de Ead do Evento Edulearn em Barcelona 2014

Posted:

  

Efeito da Alteração Ambiental em Componentes Psicológicos e Parâmetros Fisiológicos Durante a Corrida em Atletas

Posted:

  

Efeitos do Treinamento Concomitante e Suplementação de Glutamina Sobre a Hipertrofia do Músculo Esquelético em Ratos

Posted:

  

Relação Entre as Distâncias Parciais no Salto Triplo e o Desempenho em Competição

Posted:

  

Manifestações Emocionais em Atividades Motoras de Crianças de 5 a 6 Anos de Idade da Educação Infantil

Posted:

  
sem comentário »

CEV Novidades – •Idolatria e Malandragem: a Cultura Brasileira na Biografia de Romário

0comentário

Educação Física e Esporte: 7×1 Foi Pouco, no Nobel Está 103 a Zero.

Posted:

  

Marketing Esportivo: Uma Nova Opção de Investimento

Posted:

  

Mídia, Lazer e Tédio

Posted:

  

Idolatria e Malandragem: a Cultura Brasileira na Biografia de Romário

Posted:

  

Futebol e Cultura Brasileira

Posted:

  

Atividade Física e Doença de Parkinson: Mudança de Comportamento, Auto-eficácia e Barreiras Percebidas

Posted:

  

FIEP – Federação Internacional de Educação Física: Primeiro Congresso da Fiep na Asia

Posted:

  

Handebol: Ciência. Documento do Congresso da Federação Européia de Handebol no Ar.

Posted:

  

Panathlon: Panathlon Club São Paulo – 40 Anos

Posted:

  

Legislação Desportiva – CEVLeis: Coordenador-geral Seleções Cbf

Posted:

  
sem comentário »

O legado não pode ser o choro – by futebolderua

0comentário

Por Fábio Cabral *

A cena que mais me marcou na copa do mundo não foi o incrível gol de cabeça do holandês Van Persie, a goleada alemã por sete a um no Brasil, nem a mordida do uruguaio Luis Suárez no adversário italiano (certamente, essa a mais marcante para o zagueiro Chiellini).

A imagem que me chamou atenção nas últimas semanas repetiu-se toda vez que a seleção brasileira esteve em campo na última copa: o choro compulsivo dos jogadores antes, durante e depois dos jogos, seja na vitória ou na derrota.

Não quero aqui atribuir a má atuação brasileira ao choro dos atletas. Também sou defensor da ideia de que a seleção perdeu principalmente porque não tinha tática, organização, padrão de jogo definido, além de hoje ter muito menos jogadores que podem decidir uma partida do que antes. Mas isso é outra conversa.

Voltemos ao choro. Muito se opinou em mesas redondas e de bares, arquibancadas e redes sociais, sobre as lágrimas derramadas em campo. Se cada brasileiro já era um técnico de futebol, também passou a ser um psicólogo por esses dias. A pressão de jogar uma copa em casa, a obrigação de vencer, a pouca experiência de jogadores em copas foram algumas das explicações oferecidas pelos divãs montados, país afora.

Confesso que desde o primeiro jogo quando vi as lágrimas caírem dos olhos da maioria dos jogadores brasileiros na hora do hino, acreditei que a seleção não estava equilibrada para disputar uma copa. Comentei o fato na hora com a minha esposa, com quem assistia ao jogo na ocasião, e nem percebi que ela também chorava ao meu lado vendo a cena daqueles marmanjos aos prantos (ainda bem que pelo menos ela não estava em campo).

Insensível? Nada a ver com a opinião de que homem não deve chorar. Aliás, como um chorão assumido, jamais poderia dizer isso. Apenas não me parecia salutar naquela ocasião em que a partida iria começar, observar tamanho desequilíbrio emocional.

Jogo a jogo a cena se repetiu, e a minha incredulidade com o fato também.

Não tentarei fazer uma abordagem freudiana sobre o tema, uma vez que não tenho esse conhecimento. Prefiro recorrer a observação e a reincidência de alguns fatos pela história do esporte brasileiro.

Encerrada a copa e depois de sete bons motivos para refletir dei-me conta de que a cena assistida repetidas vezes nos jogos, não é exclusividade dos jogadores de futebol do Brasil. Ela também já aconteceu com atletas brasileiros de outras modalidades esportivas.

Buscando na memória, lembrei-me rapidamente do choro de Daiane dos Santos, Diego Hipólito, Fabiana Murer, todos atletas de ponta do país que carregaram o peso do favoritismo para uma Olimpíada e viram o sonho da medalha olímpica terminar em meio as lágrimas. Alguém poderá dizer que esses atletas não choravam antes de suas apresentações, apenas depois. Por outro lado, também é bom lembrar que nessas modalidades não existem rituais de execução de hinos antes das partidas. Parte-se direto para a competição.

Todos eles, no entanto, carregaram em algum momento, o estigma de “amarelar” na hora da decisão. É assim que são vistos no país, os atletas favoritos quando perdem uma medalha.

Do outro lado sempre nos impressionamos com a frieza dos alemães, russos, americanos, japoneses, todos, quando favoritos, centrados nos seus objetivos e, fora algumas exceções, conquistando medalhas para seus países

Nessa hora os “comentaristas de plantão” atribuem o nosso desempenho claudicante ao sangue latino do brasileiro, mais emotivo que os demais. Não devemos esquecer, no entanto, que países como Itália, Espanha, que também carregam o “DNA latino”, possuem desempenho compatível com as suas pretensões e tamanhos.

O cerne da questão deveria ser outro: que diferenças existem na formação dos atletas nesses países e no Brasil? Como eles tratam o esporte como direito e como nós tratamos? Qual a formação cidadã dessas pessoas?

Limitar a discussão do choro dos atletas brasileiros ao puro desequilíbrio emocional por conta de pressão ou obrigação de vencer é fechar os olhos para a ausência de uma política publica de esporte estruturante em nosso país, que possa assegurar a universalização do direito ao esporte a todos e compreender que esse direito, assim como tantos outros ainda negados a maioria da nossa população, é fundamental para a constituição do ser humano enquanto cidadão.

No país ideal, a formação dos atletas de alto rendimento deveria vir como conseqüência desse direito assegurado combinado com o interesse e desempenho de alguns. Entretanto, a realidade ainda é muito desigual. Poucos, entre duzentos milhões de habitantes, têm a possibilidade de alcançar o alto nível de competitividade e desempenho. Conquista essa, fruto na maioria das vezes de ações isoladas, investimento pessoal, dedicação, talento e muita sorte. São protagonistas de uma história ímpar, que não tem continuidade.

Mesmo no futebol, onde nos projetamos mundialmente como um país formador de craques e conquistamos ao longo da história mais copas do mundo do que qualquer outra seleção, não existe uma estrutura de formação adequada, que trabalhe além do jogador a formação do ser humano. Na maioria dos casos, a opção por jogar futebol é uma oportunidade de melhorar de vida, que poucos na prática alcançam.

Por isso, quando chegam a uma Copa do Mundo ou uma Olimpíada, muitos desses atletas carregam o peso de representarem uma nação, e assumem a condição de redentores de um povo que não teve a mesma sorte que eles, ou simplesmente projetam na vitória a superação de todas as dificuldades e esforços individuais vivenciados ao longo de sua preparação, bem diferente dos oponentes do primeiro mundo.

Voltando ao futebol e ao choro dos nossos jogadores, não podemos deixar que o legado da copa das copas seja resumido ao das lágrimas. Olhando para frente e com uma Olimpíada a realizar no país daqui a dois anos deveríamos nos preocupar com a construção de um real legado para o esporte em nosso país, em que o objetivo principal não seja apenas a vitória da exceção dentro de campo, nos tatames ou na quadra, mas a garantia do direito e políticas estruturantes para o desenvolvimento do esporte em nosso país.

Assim, podemos trocar as lágrimas pelo sorriso.

* Diretor do Instituto Formação e Coordenador da Incubadora de Artes, Mídias e Tecnologias

** Foto AFP retirada site R7

futebolderua | julho 18, 2014 às 6:03 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/pScrW-gk
sem comentário »

CEV Novidades – •Profissional de Educação Física: Origem Clássica

0comentário

Gestão Desportiva: IV Curso de Gestão no Futebol (23 de Agosto em São Paulo)

Posted:

  

O Efeito Agudo do Alongamento na Marcha das Idosas

Posted:

  

Comparaçăo Entre as Práticas em Partes e Como Um Todo e a Utilizaçăo de Dicas na Aprendizagem Motora de Duas Habilidades da Ginática Rítmica

Posted:

  

Comportamento de Alguns Marcadores Fisiológicos e Bioquímicos de Uma Prova de Triathlon Olímpico

Posted:

  

Estudo da Associaçăo do Exercício Físico e da Suplementaçăo com óleo de Peixe Sobre Crescimento Tumoral, Caquexia e Imunidade em Ratos com Tumor de Walker 256

Posted:

  

Profissional de Educação Física: Origem Clássica

Posted:

  

Psicologia do Esporte: Crp e Psicologia do Esporte

Posted:

  

Educação Física no Ceará: Oportunidade!

Posted:

 
sem comentário »

ALUNO PROCESSA PROFESSOR POR TER TOMADO CELULAR EM SALA DE AULA E JUSTIÇA NEGA PEDIDO!!

3comentários

PARABÉNS AO MAGISTRADO!! ALUNO PROCESSA PROFESSOR POR TER TOMADO CELULAR EM SALA DE AULA E JUSTIÇA NEGA PEDIDO!!
Um aluno que teve seu celular tomado pelo professor não será indenizado.

 

O juiz Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª Vara Cível e Criminal de Tobias Barreto, no interior do Sergipe, julgou improcedente um pedido de indenização que um aluno pleiteava contra o professor que tomou seu celular em sala de aula. De acordo com os autos, o educador tomou o celular do aluno, pois este estava ouvindo música com os fones de ouvido durante a aula.

 

Segundo o site Migalhas, o estudante foi representado por sua mãe, que pleiteou reparação por danos morais diante do “sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional”.

 

Na negativa, o juiz afirmou que “o professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe”.

 

O magistrado se solidarizou com o professor e disse que “ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma”.

 

Eliezer Siqueira ainda considerou que o aluno descumpriu uma norma do Conselho Municipal de Educação, que impede a utilização de celular durante o horário de aula, além de desobedecer, reiteradamente, o comando do professor. Ainda se considerou que não houve abalo moral, já que o estudante não utiliza o celular para trabalhar, estudar ou qualquer outra atividade.

 

“Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os ‘realitys shows’, a ostentação, o ‘bullying’ intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira”, declarou.

 

Por fim, o juiz ainda faz uma homenagem ao professor.

 

“No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro herói nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu ‘múnus’ com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor”.

3 comentários »

CADERNOS DE REFERENCIA DO ESPORTE DISPONÍVEIS

0comentário

A coleção Cadernos de Referência de Esporte traz os mais modernos conceitos e metodologias pedagógicas sobre esporte para o desenvolvimento infanto-juvenil. Vários especialistas abordam temas como valores no esporte, fisiologia do exercício, treinamento esportivo, aprendizagem motora, o esporte para o desenvolvimento, pedagogia da cooperação e proposta pedagógica de esporte, entre outros.

Download gratuito: http://bit.ly/cad_esportes

  • O esporte é reconhecidamente uma poderosa ferramenta para inclusão social e desenvolvimento de crianças e adolescentes. Se bem orientados, professores, assistentes sociais e lideranças comunitárias podem fazer a diferença na formação cidadã de meninos e meninas. A fim de contribuir com a capacitação de educadores e disseminar a cultura esportiva em escolas e comunidades, os Cadernos de Referência de Esporte trazem os mais modernos conceitos e metodologias pedagógicas sobre esporte para o desenvolvimento. Os 12 volumes da coleção são parte do Programa Brasil Vale Ouro, da Fundação Vale, em foram editados parceria com a UNESCO no Brasil.

    “Em tempos de Copa do Mundo, fica claro o quanto o esporte mobiliza pessoas e encanta as crianças e adolescentes de todo o país. Se unido às práticas para a educação integral, formação de capacidades, abordagem cidadã e cultura de paz, o esporte se torna altamente estratégico para a promoção do desenvolvimento humano”, explica Fábio Eon, Oficial de Programas em Ciências Humanas e Sociais da UNESCO.

    Time de alto nível

    Os Cadernos de Referência de Esporte contam com a participação e o envolvimento de mais de 50 especialistas entre autores, revisores técnicos e organizadores. Eles foram convidados a estruturar tecnologias que garantam a qualidade das atividades esportivas oferecidas, inicialmente, pela Fundação Vale. O conteúdo é de acesso livre no site da UNESCO no Brasil.

    O material pedagógico consiste em orientar profissionais para a abordagem de temáticas consideradas essenciais à prática do esporte. São eles: Valores no esporte; Fisiologia humana; Fisiologia do exercício; Crescimento, desenvolvimento e maturação; Treinamento esportivo; Aprendizagem motora; Psicologia do esporte; O esporte como possibilidade de desenvolvimento; Nutrição no esporte; Biomecânica do movimento humano; Avaliação física; Pedagogia da cooperação e Proposta pedagógica de esporte.

    Nesse sentido, a Coleção colabora para a construção de padrões conceituais, operacionais e metodológicos que orientem a prática pedagógica dos profissionais do Programa Brasil Vale Ouro, principal programa de apoio ao esporte da Fundação Vale. A coleção passou a contribuir na formação continuada dos profissionais envolvidos no Programa, de maneira que os educadores se sintam cada vez mais seguros para proporcionar experiências significativas ao desenvolvimento integral das crianças e dos adolescentes.

    Conheça a coleção Cadernos de Referência de Esporte.

    Mais informações:

    Ana Lúcia Guimarães, 61-2106 3536, a.guimaraes(at)unesco.org Anita Campos, 61-2106 3538, anita.campos(at)unesco.org.br http://www.unesco.org/brasilia http://www.facebook.com/unescobrasil http://www.twitter.com/unescobrasil

    A coleção “Cadernos de Referência de Esporte” faz parte do Programa de Esportes da Fundação Vale, intitulado Brasil Vale Ouro, que busca promover o esporte como um fator de inclusão social de crianças e adolescentes, incentivando a formação cidadã, o desenvolvimento
    humano e a disseminação de uma cultura esportiva nas comunidades.

    Esta coleção contou com a participação e o envolvimento de mais de 50 especialistas na área de esporte, entre autores, revisores técnicos e organizadores. Seu o objetivo é garantir a qualidade das atividades esportivas oferecidas que a Fundação Vale realiza na formação continuada dos profissionais envolvidos no Programa, de maneira que os educadores sintam-se cada vez mais seguros para proporcionar experiências significativas ao desenvolvimento integral das crianças e dos adolescentes. Além disso, este material pedagógico consiste em orientar esses profissionais para a abordagem de temáticas consideradas essenciais à prática do esporte. Nesse sentido, esta coleção colabora para a construção de padrões conceituais, operacionais e metodológicos que orientem a prática pedagógica dos profissionais do Programa, onde quer que se encontrem.

    Acompanha a coleção a publicação “Proposta pedagógica de esporte”, que tem como finalidade apresentar diretrizes, orientações e organização do Programa Brasil Vale Ouro.

    Brasília: Fundação Vale, 2013. 12 v.

    Títulos dos volumes – (PDF – clique nos títulos para download gratuito):

    1. Fisiologia humana. 54 p.
    2. Fisiologia do exercício. 74 p.
    3. Crescimento, desenvolvimento e maturação. 42 p.
    4. Treinamento esportivo. 58 p.
    5. Aprendizagem motora. 40 p.
    6. Psicologia do esporte. 36 p.
    7. O esporte como possibilidade de desenvolvimento. 30 p.
    8. Nutrição no esporte. 44 p.
    9. Biomecânica do movimento humano. 36 p.
    10. Valores no esporte. 42 p.
    11. Avaliação física. 70 p.
    12. Pedagogia da cooperação. 66 p.
    * Proposta pedagógica de esporte. 45 p.

A coleção Cadernos de Referência de Esporte traz os mais modernos conceitos e metodologias pedagógicas sobre esporte para o desenvolvimento infanto-juvenil. Vários especialistas abordam temas como valores no esporte, fisiologia do exercício, treinamento esportivo, aprendizagem motora, o esporte para o desenvolvimento, pedagogia da cooperação e proposta pedagógica de esporte, entre outros.</p><br /><br /><br /><br />
<p>Download gratuito: http://bit.ly/cad_esportes

sem comentário »

Cadernos de Referência de Esporte

0comentário

Educação Física em Pernambuco: Cadernos de Referência de Esporte

Posted:

  

Resposta Imunitária em Ratos Submetidos á Atividade Física de Longa Duraç&#259;o : Efeito da Suplementaç&#259;o com óleo de Peixe, Rico em ácido Graxo Poliinsaturado N-3

Posted:

  

Influência da Resistência à Insulina na Utilização de Lipídeos e Carboidratos Durante o Repouso e Exercício Contínuo de Intensidade Progressiva

Posted:

  

Preditores do Desempenho na Nataç&#259;o Máster

Posted:

  

Diferenças na Composiç&#259;o Corporal, no Perfil Lipídico e na Aptid&#259;o Física em Mulheres Ativas e Inativas com Mais de 60 Anos

Posted:

  

Estudo Comparativo dos Níveis de Cortisol Salivar e Estresse em Atletas de Luta Olímpica de Alto Rendimento

Posted:

  

Psicologia do Esporte: Futebol e Seleção Brasileira

Posted:

sem comentário »