A industrialização francesa e os efeitos no futebol do país – by fvannierborges

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A industrialização francesa e os efeitos no futebol do país

by fvannierborges

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Para quem olha pela primeira vez e compara com outros países da Europa, o mapa do futebol francês pode parecer estranho. Quando se pensa na concentração de equipes e títulos nas grandes capitais, ver o PSG como o único time de Paris na primeira divisão, tendo vencido apenas 4 vezes o título nacional, sendo que os últimos dois depois da chegada dos petrodólares, não combina com outros países europeus. Pode-se argumentar que Manchester e Liverpool não são as capitais da Inglaterra, mas possuem grandes times e concentram um grande número de títulos do campeonato inglês, mas então como explicar que Saint-Étienne é o clube que mais vezes ganhou o campeonato francês? A resposta passa um pouco pelo exemplo dado anteriormente, pois Manchester e Liverpool são duas cidades com alto nível de industrialização e concentração urbana.

A geografia do futebol francês reflete o processo de industrialização do país. Na França, não houve grandes cidades industriais como havia em meados do século XIX na Inglaterra. Assim, assistir, viver e falar sobre o futebol não era algo tão comum e um passatempo obrigatório passado por gerações. A industrialização foi pontual na região de Lille; Nordeste (Strasbourg, Alsácia…); centro e sudeste (St-Étienne, Lyon e região); ao redor de Marselha; e região de Paris. Foi um processo mais gradual, ao invés de mudar a balança de poder tão rapidamente entre campo e cidade. Nos anos 30, um terço da população ativa ainda estava empregada no setor primário, e o êxodo rural só foi acontecer com mais intensidade no pós-guerra, e só foi acompanhado de um crescimento econômico nos anos 70. Em relação a sua organização, ao invés de grandes concertações industriais, o modelo francês se baseava em “cidades-indústria”, muitas de organizações familiar, em que uma indústria dominava a mão-de-obra de uma pequena ou média cidade.

Esse modelo de industrialização criou uma forte ligação entre os clubes e as indústrias, e não por acaso aqueles que tiveram maior sucesso foram os com ligação direta a elas. O profissionalismo dos jogadores não era muito avançado, de modo que muitos jogadores estavam ligados às empresas para poder jogar. Além disso, fragmentação do futebol francês em pequenas cidades impediu que grandes massas de torcedores estivessem em torno de um clube. Os clubes mais populares estavam ligados (em seus nomes ou estádios) a essas indústrias, por exemplo, o Sochaux tem fortes ligações a montadora Peugeot e o St-Étienne ao grupo de varejo Casino.

Os clubes e jogadores de mais sucesso eram de cidades com menos de 50 mil habitantes, o que pode ajudar a explicar um pouco da falta de popularidade nacional do futebol frente a outras modalidades como o rugby e o tênis. Os primeiros clubes a atrair mais de 10 mil pessoas em jogos da Liga foram Olympique de Marselha, Racing Club de Paris, Racing Club de Strasbourg e Olympique Lillois – das grandes concentrações urbanas e industriais. Baseando-se em pequenas cidades industriais, e apoiado pela municipalidade, cada cidade tinha um time, não criando assim rivalidades através de dérbis, os clássicos municipais, que muito contribuem para aumentar o apoio do torcedor. Os estádios na França eram pequenos comparados a outros países europeus, só por ocasião das olimpíadas de 1924 que se construiu, em Paris, um estádio com capacidade de 50 mil pessoas, enquanto em Wembley já cabiam 100 mil espectadores.

A guerra também não ajudou muito. Mesmo que lentos, os progressos foram interrompidos com a dominação alemã durante a guerra, e todo o sistema teve que se reorganizar durante o pós-guerra. A partir de 1945, o período dos 30 gloriosos anos, serviu para França alcançar outras potências no desenvolvimento econômico. Só em meados dos anos 70 que a Economia começou a mudar, estando mais centrada nos serviços que na indústria, e com isso também mudou o perfil das pessoas que migravam para os grandes centros urbanos, até os anos 70, grande parte da população que migrava para Paris matinha a sua filiação com a sua origem (e seu departamento), e dessa forma mantendo a ligação com o time local.

No período entre guerras, e até brevemente pós-2ª guerra existiam clubes em Paris com sucesso de público e esportivo, como o Olympique Pantim, Red Star e o Racing Club. Com o tempo foi se tornando mais difícil mantê-los nas divisões de elite, principalmente sem a grande ajuda do poder municipal, que contribuía para o sucesso de outros times, uma vez que Paris só foi ter a sua prefeitura municipal em 1977. Mas a mudança social e da própria organização do futebol, que aos poucos estava mais baseada na publicidade e na venda de direitos televisivos, não passou desapercebida aos fundadores do Paris Saint-Germain, que foi criado com o intuito de ser uma potência no cenário Francês.

Apesar de alguns altos e baixos nesse caminho, a chegada dos sheiks a Paris aparenta ter consolidado o PSG como potência esportiva e ter dado sustentabilidade ao projeto do clube e sua ligação com a cidade. Com a perda da importância das indústrias, as cidades usam o esporte como forma de atrair atenção e tentar desenvolver os locais. Antes, o apoio da municipalidade (ajuda financeira e uso do estádio) servia mais como forma de estabilizar as contas do que como grande vantagem financeira – além disso, os prefeitos achavam que podiam interferir muito no clube. Com a nova organização do futebol, a partir de meados dos anos 80, novos dirigentes apareceram, e os clubes passaram a ser usados como forma de divulgar as cidades mais amplamente.

Para Manuel Castells, com a globalização, ao invés de perderem importância, as grandes cidades se tornam “hubs” (pontos de encontro e grande fluxo de uma rede) vitais da economia global. Com um peso cada vez maior da imagem na construção da marca, o sucesso de um empreendimento está associado a elementos simbólicos e um futebol moderno, globalizado e espetacularizado, que está muito em função da televisão, isso não poderia ser diferente.  Ao investir no PSG, uma das justificativas dadas era a noção de que uma grande capital europeia precisava de um grande time e não foi por acaso a contratação de David Beckham para o PSG, o seu papel era muito mais comercial do que esportivo. Da mesma forma, tem uma função estratégica a loja do PSG localizada no Champs-Elysées, um dos pontos de maior prestígio e fluxo de turistas da cidade de Paris, bem como a mudança do emblema da equipe, que deu mais destaque a ligação com Paris. A História avança, mudam a Geografia e a Economia de um país e o futebol vai junto.

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Do lado esquerdo, o escudo que foi usado a partir de 2002 e o novo emblema, no lado direito.

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Evolução dos escudos do PSG

fvannierborges | 22/09/2014 às 05:30 | Categorias: História do Esporte | URL: http://wp.me/pvzlx-1da
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CEV Novidades – •Perfil dos Participantes de Bullying Escolar em Crianças e Adolescentes de Alta Vulnerabilidade Social

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Educação Física no Maranhão: Homenagem Aos Fundadores do Curso de Educação Física, Ufma, Dia 24/9

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I COPA INTERCURSOS DE FUTSAL FEMININO UNIVERSITÁRIO.

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ATENDENDO A DEMANDA DO PÚBLICO FEMININO UNIVERSITÁRIO A ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ACADÊMICA UFMA ESTARÁ REALIZANDO DURANTE O MÊS DE OUTUBRO E NOVEMBRO A I COPA INTERCURSOS DE FUTSAL FEMININO UNIVERSITÁRIO. INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 17 DE OUTUBRO

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Homenagem Aos Fundadores do Curso de Educação Física, Ufma, Dia 24/9

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Homenagem Aos Fundadores do Curso de Educação Física, Ufma, Dia 24/9

Dia 24 marca homenagem aos fundadores do curso de Educação Física

O evento será realizado no Auditório Central da Cidade Universitária

SÃO LUÍS – No dia 24 de setembro, às 8h, o Departamento de Educação Física e o Centro Acadêmico “Prof. Dimas” realizarão, no Auditório Central da Cidade Universitária, uma cerimônia que homenageará os professores que fundaram o curso de Educação Física na Universidade Federal do Maranhão.

O evento será um momento de confraternização entre os alunos ingressos e egressos, além de reunir professores, ex-professores e aposentados que estão ou estiveram lotados no Departamento de Educação Física da Universidade. Nesta homenagem aos fundadores do curso, duas serão in memorian e uma com a presença do professor Dimas Antônio Maria Zacharias Bezerra de Araújo, que hoje está com 86 anos.

Durante o evento, além das homenagens, o docente mais conhecido como “professor Dimas” ministrará uma palestra na qual ele contará um pouco sobre a sua contribuição na fixação do curso no Estado e como foi esse processo de implantação. Além disso, o professor falará um pouco sobre a criação dos Jogos Escolares no Maranhenses (JEMs).

Segundo o chefe do Departamento de Educação Física, Mario Sevilio, a ideia surgiu depois de uma conversa informal com o professor Dimas. “Conversando sobre a homenagem que o nosso Centro Acadêmico deu, em 2007, colocando o nome do professor no Centro Acadêmico, Dimas me informou que não sabia desta homenagem e questionei se os professores fundadores do curso já haviam recebido alguma homenagem e ele me disse que não. Então, resolvemos, em assembleia, conceder esta homenagem”, disse.

O Departamento de Educação Física informa que o evento contará com a presença de todos os alunos, professores, ex-alunos, ex-professores, familiares, amigos, federações ligadas ao esporte.

Saiba mais  

O curso de Educação Física da Universidade Federal do Maranhão possui quase quatro décadas de existência. Atualmente, está em 50º lugar em uma avaliação que foi feita com quase mil instituições. Com relação aos cursos da UFMA, na área de ciências e biológicas, o curso está em terceiro lugar, perdendo apenas pra nutrição e biologia.

O curso conta, atualmente, apenas com licenciatura, entretanto, a partir de 2015, será bacharelado também. A Universidade está aguardando a autorização da capes para iniciar o Mestrado em medicina do esporte.

Produção: Marcele Costa Revisão: Charles Mendes

Lugar: Cidade Universitária Campus do Bacanga

FONTE: http://portais.ufma.br/PortalUfma/paginas/noticias/noticia.jsf?id=43941


Visite: Educação Física no Maranhão – Centro Esportivo Virtual
http://cev.org.br/comunidade/maranhao/

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CEV Novidades – Revista Panathlon Distrito Brasil N. 9 Mai-jul 2014 no Ar

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Legislação Desportiva – CEVLeis: Derecho-publico-del-deporte de Gabriel Real Ferrer

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O Universo Desportivo de Cegos e Deficientes Visuais : Uma Interpretação

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Educação Física no Distrito Federal: A Capital Federal Continua Torrando Dinheiro com o Pretexto do Esporte

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Panathlon: Revista Panathlon Distrito Brasil N. 9 Mai-jul 2014 no Ar

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Oficina (Gratuita) de Danças Folclóricas Maranhenses

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Oficina Gratuita de Danças Folclóricas Maranhenses

O Observatório Cultural SLZ – UFMA oferece uma Oficina de Danças Folclóricas Maranhenses, totalmente gratuita, em sua sede (Centro Pedagógico Paulo Freire, térreo – asa norte UFMA), as inscrições acontecem de 22 a 26 setembro de 2014. Durante a oficina serão transmitidos os conhecimentos teóricos e práticos sobre o folclore de cada região do Maranhão.

Vagas limitadas!!

As inscrições vão até o dia 26 de setembro
pelo email: observatorioculturalslz@gmail.com.br,
ou na sede do Projeto: Universidade Federal do Maranhão, Centro Pedagógico Paulo Freire, – térreo – Asa Norte – São Luís – MA.
Informações: (98) 84306810

Manifestações Abordadas:
Bumba meu boi (todos os sotaques)
Cacuriá
Dança do Coco
Tambor de Crioula

Ficha de inscrição
Download
http://www.4shared.com/office/xfoF8GVdce/FICHA_DE_INSCRIO_-_OFICINA_DE_.html

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CEV Novidades – •Quando o Estado Joga a Favor do Privado : as Politicas de Esporte Apos a Constituição de 1988

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CEV Ndades

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AINDA SOBRE A GYMNÁSTICA NO MARANHÃO

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A GYMNÁSTICA NO MARANHÃO

Leopoldo Gil Dulcio Vaz

Do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão

da Academia Ludovicense de Letras

Professor de Educação Física

 

 

A ginásticaé um conceito que engloba modalidades competitivas e não competitivas e envolve a prática de uma série de movimentos exigentes de força, flexibilidade e coordenação motora para fins únicos de aperfeiçoamento físico e mental. Tem sua origem no grego, gymnastiké – da palavra grega “gymnos” (nu) pelo fato de, na antiguidade clássica, os exercícios se praticarem com o corpo nu. É o conjunto dos exercícios corporais sistematizados, para esse fim, realizados no solo ou com auxílio de aparelhos e aplicados com objetivos educativos, competitivos, artísticos e terapêuticos, etc.

A prática só voltou a ser retomada – com ênfase desportiva e militar – no final do século XVIII, na Europa, com a influência de vários pensadores que se debruçaram sobre as vantagens da prática do exercício físico, destacando-se o contributo de Jean-Jacques Rousseau[1] na obra pedagógica “Emílio”, em que o autor se refere à necessidade da pratica física como meio para atingir a razão.

Desde 1771 em Portugal, sob o balizamento da Universidade de Coimbra, se estabeleceu que as atividades físicas como conteúdo educacional, atendia aos pressupostos da nova educação. As “Artes Liberais” nos Estatutos do Collegio Real de Nobres da Corte, e cidade de Lisboa eram a Cavalaria, Esgrima, e Dança. Apesar de contar ainda um sentido cavalheiresco (educação dos nobres), essa introdução se deu através das ideias burguesas.

A partir daqui surgiram várias correntes, que encontraram eco na Alemanha[2] com Johann Bernard Basedow[3], pedagogo e educador, que conseguiu assimilar e transformar os princípios orientadores de Rousseau e impulsionou a ginástica, tendo para isso criado em 1775 o pentatlo de Dassau, no seu “Philanthropicum“, constituído por provas de corrida, saltos, transporte, de equilíbrio e de trepar. Foi o primeiro pedagogo, desde a Antiguidade, a defender que o exercício físico deveria fazer parte dos programas das escolas primárias.

Em 1784, Christian Gotthlif Saltzmann[4], pedagogo e educador, abre outro “Philanthropicum“, em Schneppenthal. Em 1785, Johann Christoph Friedrich Guts-Muths[5], professor e educador, inicia sua obra com um novo conceito de ginástica. Foi um impulsionador da educação física obrigatória; utilizou o “Philanthropicum” de Schnepfenthal, incluindo a par da corrida, saltos, lançamento, luta e natação, os exercícios de trepar e de equilíbrio.

No período de 1861 a 1871 verifica-se a presença de alunos de nacionalidade brasileira no Philantropinum[6], sediado em Schnepfenthal[7]; dentre esses alunos vamos encontrar:

NOME LOCAL E                                                  PERÍODO DE

ANO NASCIMENTO                                           ESTUDOS

 

de La Roque, Jean          Pará, 1850                          1861 – 1866

de La Roque, Auguste    Pará, 1851                          1861 – 1867

de La Roque, Henri        Pará, 1849                         1861 – 1864

de La Roque, Guilherme    Cametá, 1853               1863 – 1869

De La Roque, Luiz         Pará, 1856                           1865 – 1871

de La Roque, Carlos       Pará, 1857                          1865 – 1871

 

Temos a existência da Família LaRocque no Maranhão. Os LaRocque – importante família estabelecida no Pará, procedem de dois irmãos:

I – HENRIQUE de LaROCQUE (c. 1821 – Porto ?), que deixou geração do seu casamento, em 1848 – Pará -, com Matilde Isabel da Costa ( ? – 1919); e

II – LUIZ de LaROCQUE (c. 1827 – Porto ?), que deixou geração de seu casamento, em 1854 (Pará) com sua cunhada Emília Ludmila da Costa.

 

Ambos, filhos de JOÃO LUIZ de LaROCQUE (c. 1800 – a. 1854) e de Rosa Albertina de Melo. Entre os membros dessa família registra-se o senador HENRIQUE de LaROCQUE ALMEIDA, advogado diplomado pela Faculdade Nacional do Rio de Janeiro (hoje, UFRJ).[8]

No Dicionário, é dada como sobrenome de origem escocesa, o que é contestado por Henrique Artur de Sousa, para quem a família LaRocque estabelecida no Brasil é de origem portuguesa, da cidade do Porto – encontrou uma primeira referência no início da colonização do Brasil, nos anos 1500, em São Vicente … -, o que parece ser a versão verídica, haja vista que o falecimento de dois membros dessa família – os irmãos Henrique e Luís, filhos de João Luís de LaRocque e sua mulher Rosa Albertina de Melo – se dão na cidade do Porto, no século XIX… (vide Dicionário…)

Efetivamente alguns LaRocque se estabeleceram no Maranhão, a partir de 1832. Henrique Artur de Sousa – genealogista estabelecido em Brasília encontrou documentos no Arquivo Público do Estado do Maranhão “firmados de próprio punho” de três membros da família LaRocque, quando de sua chegada, “de que haviam estudado na Alemanha”, numa cidade chamada Schnepfenthal !

Filhos de Jean Francoise de LaRocque:

Carolina – depois Baronesa de Santos;

Henrique de La Rocque;

Guilherme de LaRocque;

João Luís de LaRocque;

Luís de LaRocque;

Rosa;

Amélia;

Antônio de LaRocque.

 

Desses irmãos, quatro estudaram na Alemanha; Henrique de LaRocque Júnior, e seus irmãos João e Augusto, também podem ter estudado na Alemanha … Henrique de LaRocque Júnior – viria construir o Mercado de Ver-o-Peso, em Belém do Pará -, vem a ser avô do Senador LaRocque…

 

[1] Jean-Jacques Rousseau (Genebra, 28 de Junho de 1712Ermenonville, 2 de Julho de 1778) foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço. É considerado um dos principais filósofos do iluminismo e um precursor do romantismo.

[2] http://pt.wikipedia.org/wiki/Gin%C3%A1stica

[3] Johann Bernard Basedow (1723-1790) estabeleceu sua escola-modelo – Philanthropinum, em Dessau, Alemanha, onde a ginástica estava incluída no currículo escolar e possuía o mesmo status que as disciplinas intelectuais. Inicialmente, nessa instituição eram praticadas atividades originárias dos tempos medievais como a equitação, o volteio, a natação, a esgrima, a dança e os jogos, posteriormente, foram acrescentados exercícios naturais como o correr, saltar, arremessar, transportar e trepar. http://www.ahistoria.com.br/esportesjogos/educacao-fisica-escolar.html

[4] Christian Gotthilf Salzmann (1744-1811), pedagogo e educador alemão, criou um estabelecimento semelhante ao de Basedow, localizado, também, na Alemanha, na cidade de Schnepfenthal. Era, nele, acentuada a importância da educação sensorial para a formação física, para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da capacidade intelectual do educando, como também, desenvolvido o interesse educativo do esforço, que deveria ser executado de acordo com as possibilidades dos alunos. http://www.ahistoria.com.br/esportesjogos/educacao-fisica-escolar.html

[5] Johann Christoph Guts Muths (1759-1839), educador alemão, iniciou a lecionar como professor de Ginástica no Instituto de Schnepfenthal, fundado por Salzmann, e lá permaneceu por 54 anos. A Educação Física para Guts Muths possuía, então, o objetivo de exercitar uma ação educativa destinada a harmonizar o corpo com as forças espirituais e morais e desenvolver, na criança, qualidades e capacidades que lhe permitisse superar obstáculos de caráter físico. Observa-se, também, a sua preocupação em proporcionar às mulheres atividades físicas, fundando a primeira escola de ginástica feminina onde os exercícios físicos eram adaptados ao sexo, como, também, possuía a consciência do valor que o esporte oferecia à formação física e da personalidade da juventude.. http://www.ahistoria.com.br/esportesjogos/educacao-fisica-escolar.html

[6] Em janeiro de 1999, o Prof. Dr. Lamartine Pereira Da Costa fez um anúncio através do CEV (Centro Esportivo Virtual www.cev.org.br): “Permitam-me iniciar o ano de 1999 fazendo um anuncio importante para o desenvolvimento da Historia do Esporte no plano nacional e internacional, como também mobilizar os amigos da Lista e fora dela para que sejam iniciadas pesquisas no tema que se segue.”.

[7] Fonte: Preisinger, M. (Arquivos de Schnepfenthal – 1998)

[8] in DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS, vol. II, BARATA, Carlos Eduardo de Almeida; CUNHA BUENO, Antônio Henrique da. Arquivos da Biblioteca Pública “Benedito Leite”.

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Proposta torna claro que qualquer pessoa pode ser treinador de futebol

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Em vez de curso de formação o deputado baiano quer dar a autorização de execicio profissional aos treineiros e ex-atletas.

Isso talvez valorize quem bateu bem escanteio ou falta a vida toda, mas desvaloriza a existência de um curso superior específico para o trabalho. Será que passa?

Ninguém falou para o deputado que não é proibido aos ex-atletas estudar?

Por que ele não propõe um programa de apoio ao estudo?

 
Proposta torna claro que qualquer pessoa pode ser treinador de futebol

Os conselhos regionais de educação física exigem o registro do treinador, mas a lei que regulamenta a profissão dá apenas prioridade aos diplomados. A exigência do diploma exclui vários ex-atletas.

Maia: exigir o diploma prejudica o próprio futebol, que deixa de contar com o conhecimento de ex-jogadores.

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7113/14, do deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), que explicita que qualquer pessoa pode exercer a profissão de treinador ou monitor de futebol.

O deputado conta que os conselhos regionais de educação física têm exigido o registro dos treinadores profissionais de futebol junto às instituições, para que possam exercer a profissão. “Essa exigência tem causados grandes prejuízos a profissionais que, embora com grande experiência no esporte, não possuem diploma de curso superior de Educação Física, como é o caso dos ex-atletas”, disse Maia.

Decisões judiciais têm sido contrárias à restrição, porque a Lei 8.650/93, que regulamenta a profissão de treinador profissional de futebol, dá apenas prioridade aos diplomados em Educação Física, e às pessoas que à época tinham no mínimo seis meses de atuação na área.

Tramitação
A proposta foi apensada do PL 4907/01, que também trata da profissão, e está pronto para ser votado em Plenário.
Íntegra da proposta:

    PL-7113/2014   http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=606089

Reportagem – Marcello Larcher
Edição – Natalia Doederlein

FONTE: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ESPORTES/474291-PROPOSTA-TORNA-CLARO-QUE-QUALQUER-PESSOA-PODE-SER-TREINADOR-DE-FUTEBOL.html


Visite: Educação Física e Esporte – Centro Esportivo Virtual
http://cev.org.br/comunidade/ef-esporte/

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CEV Novidades – Qualquer Pessoa Poderá Ser Treinador de Futebol, Vai Liberar Geral?

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CEV Novidades

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Atividade Física no Programa Saúde na Família: Gtt Atividade Física e Saúde Cbce/conbrace

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História da Educação Física e dos Esportes: Revista Licere – V. 17, N. 3 (2014)

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História da Educação Física e dos Esportes: O Ciclismo na Colômbia. Metáfora do Nacional?

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Educação Física e Esporte: Qualquer Pessoa Poderá Ser Treinador de Futebol, Vai Liberar Geral?

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Idoso: Longevidade e Qualidade de Vida no Dia do Idoso, Unicamp

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CBCE – Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte: 17 de Setembro, Aniversário do Colégio Brasileiro de Ciência do Esporte

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Cabeça, Tronco e Membros: a Construção da Hexis Corporal de Professores de Educação Física

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Educação Indígena : Reflexões Sobre Noções Nativas de Infância, Aprendizagem e Escolarização

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