Doping e hipocrisia – by Lino Castellani Filho

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Colunista  Lino Castellani Filho –  lino@universidadedofutebol.com.br
Doping e hipocrisia
O doping não é manifestação patológica do esporte de alto rendimento, e sim parte constitutiva de sua lógica. É isso. Simplesmente isso…

Estava às voltas com o escrever minha crônica para esta coluna, diante das várias possibilidades que os debates dos últimos tempos me propiciavam…

De início pensava em falar da questão da religiosidade ou fé de nossos atletas, tema empolgante por tão presente no meio futebolístico… Se por um lado não parece ser fácil a missão de Deus em levar todos à vitória, por outro parece confortável ser responsabilizado por todas as vitórias e nunca pelas derrotas… Manuel Sergio, mestre amigo e amigo mestre, colega de coluna destaUniversidade do futebol, é que deve ter razão ao dizer ser agnóstico devoto, ou seja, em suas palavras, “Não sei se Deus existe, mas vivo como se existisse”…

A Copa de 2014 também fez com que me coçasse, seduzido pela quantidade de portas que via abertas à minha frente para abordá-la… Bem… Mais dia, menos dia, ela será alvo de minhas reflexões…

Tudo isso sem falar das Eliminatórias para o Mundial (vocês percebem que nem há necessidade de dizermos que é de futebol, pois não passa pela nossa cabeça outra hipótese!…). Que sufoco danação argentina, né! Também me lembrei do segundo lugar de nossa seleção sub-17 e da reta final do Campeonato Brasileiro (hepta competição empolgante!)…

Mas, diante disso tudo, fui envolvido pelas notícias da volta do Dodô aos gramados e dos episódios de doping no atletismo e na ginástica, envolvendo nada mais nada menos do que a nossa Daine dos Santos…

Lendo as matérias jornalísticas e ouvindo os comentários sobre o assunto nos programas de TV não pude deixar de ficar revoltado… Com a hipocrisia reinante em nossa sociedade!

Hipocrisia, sim! Pois não somos nós que exigimos a vitória a qualquer custo, atribuindo ironicamente a frase o importante é competir aos perdedores?

A coisa funciona mais ou menos assim: você é atleta e sabe que fama, sucesso e dinheiro vêm com resultados esportivos! Não com qualquer resultado, mas sim somente com a vitória. E você faz tudo o que está ao seu alcance para obtê-la. Submete seu corpo a um árduo treinamento físico, horas e horas a fio, abrindo mão, em plena juventude, de descobrir as loucuras da paixão, do amor, da vida… Sua cabeça não pode estar naquela menina/mulher ou menino/homem que faz seu coração como que pular pela boca, e sim na competição que se avizinha. Focado, dizem… Você tem que estar focado!

Com os treinos vêm os resultados e deles, seu salário. Salário, sim, pois você tem com o esporte uma relação de trabalho. É… Você é um trabalhador da bola, das pistas, das barras assimétricas e coisas e tais…

Mas eis que os resultados começam a ficar cada vez mais difíceis de serem obtidos e por mais que aumente a carga de treinamento, seu corpo já não responde a ele como antes… Mas você aprendeu que seu patrocinador só lhe patrocina porque você vende com suas vitórias o que ele deseja vender…

Seu salário está intimamente vinculado a elas… As entrevistas e notícias de jornal estão diretamente ligadas ao seu sucesso…

Então você diz: tudo isso precisa continuar a existir, custe o que custar… Pronto! Está feito! Daí pro doping é um pulinho…

Muitos sabem, mas fingem não ver o que está acontecendo com você. Afinal, você continua vencendo e dando o retorno que eles desejam… Aos produtores do produto que anuncia, aos dirigentes e torcedores do clube onde se encontra vinculado, ao país que une ufanisticamente sua bandeira às suas vitórias…

Bem… Aí, um exame surpresa acusa aquilo que todos teimavam em não querer ver e… O mundo lhe cai sobre a cabeça! As mesmas pessoas que o glorificavam, agora lhe apontam o dedo acusando-o do crime mais vil: o uso do doping? Não! Ter se deixado pegar em flagrante, dando visibilidade a uma realidade que desejam mascarar, isso sim…

Qual realidade? A única, insofismável: o doping não é manifestação patológica do esporte de alto rendimento, e sim parte constitutiva de sua lógica.

É isso. Simplesmente isso… O esporte é uma prática social, portanto produto do trabalho humano, que traz em sua materialização as intencionalidades definidoras de nossas ações, as quais se dão em um determinado contexto e momento histórico. Neste ordenamento societário pautado pela exploração do Homem pelo Homem, somente a hipocrisia explica o ar de espanto e surpresa de muitos desavergonhados.

Para interagir com o autor: lino@universidadedofutebol.com.br

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GURUGEEK AVISA: Muiiiitas Teses e Dissertações. Retomando o Cevteses.

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Muiiiitas Teses e Dissertações. Retomando o Cevteses.

Cevnautas,

Estamos retomando o cevteses sob o comando da Gerente de Conteúdo da Biblioteca do CEV, Bianca Natália Poffo http://cev.org.br/qq/biapoffo 

Como sabem os pioneiros, começamos com a lista de discussão cevteses-L em 1997, administrada pelas Profas Rossana Valéria e Estela Rodrigues.

http://bit.ly/cevteses_L 

Com a mudança de listas de discussão para comunidades, em maio de 2008, a cevteses-L parou.

O número de teses da biblioteca aumentou bastante  (temos hoje 6.350 teses e dissertações), e estamos retomando o anúncio das defesas, num movimento que começamos há alguns anos, mas só agora ficou viável com o aprimoramento dos portais dos programas de pós-graduação, que, aos poucos, vão criando páginas de anúncio das defesas. Também se firmou o entendimento sobre a a importância da “vísibilidade” dos programas, autores, orientadores… moeda cara no meio acadêmico. Mais presença na Internet significa mais “encontrabilidade” através dos algoritmos dos mecanismos de busca.

A publicação vai ser mensal. Como nessa primeira edição tivemos dois meses a relação ficou longa e virou artigo na biblioteca:

http://cev.org.br/biblioteca/cevteses-teses-dissertacao-fevereiro-marco-2015/ 

Naturalmente gostaríamos de ter a participação dos cevnautas com críticas e sugestões para aprimorar o cevteses.

Laércio


Visite: Educação Física e Esporte – Centro Esportivo Virtual
http://cev.org.br/comunidade/ef-esporte/

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CEV Novidades: Legislação; Teses e dissertações; Olimpismo; Futebol; Gestão; Fisiologia; e muito mais….

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Legislação Desportiva – CEVLeis: Espaço do Colecionador Cevleis Série Portais

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Educação Física e Esporte: Muiiiitas Teses e Dissertações. Retomando o Cevteses.

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Cevteses – Teses e Dissertações de Fevereiro e Março/2015

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O Papel do Estado, o Projeto Olímpico e a Importância do Legado

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Futebol: Fase de Mata-mata da Copa do Nordeste

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Gestão da Informação e do Conhecimento na Rede Cedes (2003- 2010)

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Perda Hídrica e Prática de Hidratação em Atletas de Futebol

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Efeitos Agudos da Suplementação de L-arginina e do Exercício Físico Aeróbio nas Respostas Hemodinâmicas e Endócrinometabólicas em Mulheres Após a Menopausa

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Tecnologia no Esporte: Cgi.br e Nic.br Lançam Centro de Estudos Sobre Tecnologias Web

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Mídia e Esportes: Cgi.br e Nic.br Lançam Centro de Estudos Sobre Tecnologias Web

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EAD – Educação a Distância: Cgi.br e Nic.br Lançam Centro de Estudos Sobre Tecnologias Web

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O Esporte em Salvador: a Realidade da Pesquisa, by Coriolano P. da Rocha Junior

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O Esporte em Salvador: a Realidade da Pesquisa

O esporte em Salvador: a realidade da pesquisa

02/03/2015
Coriolano P. da Rocha Junior

Neste blog tenho escrito sobre a história do esporte na Bahia, porém, desta vez, vou apresentar um panorama sobre o desenvolvimento das pesquisas neste tema aqui no estado.
No Brasil, os estudos sobre a história do esporte, normalmente, associam seu surgimento, sua constituição aos elementos da modernidade. Fatores como industrialização e os projetos de urbanização são apontados como indissociáveis à forma como as cidades assumiram o esporte como uma vivência. Assim, na atualidade, a maioria dos estudos em história do esporte o tem tratado como um fato, um elemento associado à modernidade. Desta maneira, esta vinculação entre esporte e modernização aponta rumos, define caminhos e elege modos de análise para as pesquisas.
A estreita vinculação entre a modernidade e seus efeitos e a constituição e alargamento das práticas esportivas na sociedade, tem por referências as pesquisas feitas a partir de cidades como São Paulo (SP) e mais ainda, o Rio de Janeiro (RJ). Tal fato se dá pela notória força destas duas no país e por toda uma gama de influências que elas exercem, direta e indiretamente. Entretanto, o cuidado deve estar em não querer analisar outras localidades a partir da realidade destas duas. É preciso entender as peculiaridades de cada uma, suas especificidades, que dão a elas maiores ou menores possibilidades de assumirem o esporte como uma prática cotidiana. E aqui, os estudos históricos são centrais, justo por nos darem a possibilidade de compreendermos a forma como se estabeleceu, ao longo dos tempos, o fenômeno esportivo em cada espaço.
Falando da Bahia e suas práticas de pesquisa, vamos encontrar um grupo ainda restrito de pesquisadores, em sua maioria, oriundos da Educação Física. Todavia, este grupo vem aumentando com o passar dos anos. Outras pessoas se juntam, outras áreas de conhecimento começam a olhar para o tema, como a própria História, para nele focarem seus estudos.
Outro fato notório é à força do tema futebol. Deste grupo de pessoas envolvidas com a pesquisa histórica, grande parte dedica seus esforços a analisar este esporte. Mas aqui também vemos se alargar os focos de estudo. Outras modalidades, outras experiências corporais, a questão escolar, os espaços de prática e gênero, são assuntos que tem surgido.
No caso baiano é possível perceber um amadurecimento desta frente de estudos, não só pelo aumento de pessoas envolvidas, mas pela diferenciação dos temas e área de origem dos interessados.
Tais mudanças ficam visíveis na constituição do simpósio temático, realizado no encontro estadual de história (no nordeste, só no da Bahia), que já aconteceu três vezes (2010, 2012 e 2014). Por mais que nos três simpósios tenhamos contado com a presença de pessoas de fora do estado, isto sempre foi uma pequena parcela, um ou dois por edição, mostrando que o tema tem mesmo atraído pesquisadores da própria Bahia. Se nas anteriores víamos uns poucos trabalhos que não falavam sobre futebol, na de 2014, este esporte aparece em minoria. Vale dizer que nos encontros nacionais, temos tido repetidamente a presença de pesquisadores da Bahia entre os apresentadores de trabalho.
Quando olhamos para os grupos de pesquisa identificamos que existem, atualmente, na Bahia, quatro grupos (o maior número do nordeste). Destes, ao menos três tem representantes em Programas de Pós-graduação. O mesmo tem se dado nas publicações em periódicos, onde temos visto as publicações de pessoas da Bahia nas principais publicações.
Um fator a se considerar ao tratarmos a Bahia é o tamanho e as possíveis diferenças de análise do tema dentro do estado. Assim, encontramos pesquisas e pesquisadores da capital e também pessoas do interior, que tem trabalhado nas interpretações do fenômeno.
As análises sobre a história do esporte na Bahia, na sua maioria, têm se associado à percepção da relação entre a constituição da modernidade e a instalação do fenômeno esportivo, todavia, não fazendo uma transposição das análises sobre RJ e SP, mas sim, buscando compreensões que tratem as particularidades locais, ou seja, são pesquisas que se atentam para as especificidades do estado, sejam elas culturais, econômicas, estruturais ou políticas.
A investigação a partir da compreensão de um projeto de modernização local, também guarda enormes diferenças em relação a outros estados, mesmo que estes tenham servido de inspiração. As realidades locais fizeram com que houvesse diferenciações, no porte, no tipo, no período de realização e no perfil dos agentes executores. Existia um mesmo desejo, mas uma diferente capacidade de execução, que redundou numa diferente realização.
Por mais que se identifique que a experiência esportiva na Bahia se iniciou em um período próximo ao do RJ e de SP, foi possível perceber foi uma descontinuidade ou ao menos, uma não linearidade na sequência da prática no estado. Desde o início com a tourada, o críquete, passando pelo turfe, pelo remo, pela vivência de práticas variadas, como natação, tênis, patinação e outras, até se chegar à dominação do futebol, o estado vivenciou alternâncias nas formas de prática, de gestão e mais, de circulação das atividades entre a população.
Tomando por base as pesquisas realizadas, identificamos que as fontes centrais têm sido os jornais de circulação diária, notadamente os da capital e mais ainda, dois em específico, o Diário de Notícias e o A Tarde, por serem considerados os principais e os que mais lidam com as questões de cotidiano e claro, aqui, falamos da transição entre o século XIX e o XX, período base dos estudos sobre a instalação do esporte. A importância destes dois jornais se consolida com a publicação de produções específicas sobre eles, em áreas diferentes.
Também encontramos dados que tratam de forma crítica o que é mostrado pelos memorialistas, principalmente Geraldo da Costa Leal e Mário Gama. Fonte importante são as revistas de costumes e de cultura. Estas, na Bahia, surgiram com uma qualidade de edição importante, com o uso de imagens, retratando o esporte e suas repercussões de maneira constante, com colunas específicas, tendo inclusive, em alguns casos, adotado a prática na extensão de seus nomes.
Pouca documentação oficial tem sido usada como fonte, a mais recorrente é a edição especial do Diário Oficial do estado, publicada no centenário de independência da Bahia, em 1923. Embora seja recorrente o aparecimento de imagens nas pesquisas, estas aparecem como ilustrativas, não conseguimos identificar nenhum estudo iconográfico. O uso de fontes orais é bem limitado, quase nenhum. Na literatura de base, encontramos uma presença grande de estudos do Programa de Pós-graduação da Arquitetura, que tem uma linha que trabalha com a história da cidade e também, dos Programas de Pós-graduação em História. Nestes dois casos, não encontramos referências ao esporte, mas sempre, a cidade, seu desenvolvimento e em alguns poucos casos, a experiências corporais como a dança, como prática social e a capoeira. Sobre as fontes, sua descoberta e seu uso, devemos relatar a difícil condição enfrentada no estado, que claro, não deve ser única. Temos três principais centros de acesso a fontes (Biblioteca Pública do Estado; Arquivo Público e Biblioteca do Instituto Geográfico e Histórico). Estes enfrentam grandes dificuldades estruturais e de conservação das fontes. Não há nenhum tipo de tratamento especializado, fazendo com que revistas e jornais se percam com o próprio uso. Afora isto, percebemos uma descontinuidade no tratamento do tema e ainda, devemos falar de um bombardeio no que era a sede da Biblioteca Central em 1912, fazendo com que ocorresse uma perda estimada de 70% do que ali estava guardado.
Ainda sobre a Bahia, podemos dizer que estudos que tratam de outros lugares do Nordeste colocam que a experiência baiana serviu de modelo para seus contatos com o esporte, inspirando as práticas e as formas de contato com elas.
Por fim, cremos que a partir de um panorama geral, foi possível abordar as questões específicas da pesquisa em história do esporte na Bahia, nossa intenção central, trabalhando suas especificidades.

 

Fonte: www.historiadoesporte.wordpress.com

 

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A COLONIZAÇÃO AGRÍCOLA DE BURITICUPU : a história contada por quem a viveu”, de Antônio Rafael da Silva

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"Sinto-me honrada em convidá-los para o lançamento do livro "A COLONIZAÇÃO AGRÍCOLA DE BURITICUPU : a história contada por quem a viveu", de Antônio Rafael da Silva, que acontecerá no dia 8 de abril de 2015, às 19 horas, no Auditório Central da Universidade Federal do Maranhão - Cidade Universitária - Bacanga, em São Luís. Conto com a sua presença. É um belo resgate histórico."

Sinto-me honrada em convidá-los para o lançamento do livro “A COLONIZAÇÃO AGRÍCOLA DE BURITICUPU : a história contada por quem a viveu”, de Antônio Rafael da Silva, que acontecerá no dia 8 de abril de 2015, às 19 horas, no Auditório Central da Universidade Federal do Maranhão – Cidade Universitária – Bacanga, em São Luís. Conto com a sua presença. É um belo resgate histórico.

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Cgi.br e Nic.br Lançam Centro de Estudos Sobre Tecnologias Web

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Escopo das atividades abrange desenvolvimento global da Web e subsidiará a formulação de políticas públicas no País

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), lança na próxima quarta-feira (25) o Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br). O departamento tem como missão disseminar e promover o uso de tecnologias abertas na Web, fomentar e impulsionar a sua evolução no Brasil por meio de estudos, pesquisas e experimentações de novas tecnologias. A criação do Ceweb.br foi aprovada pelo CGI.br em janeiro e vem sendo implementada pelo NIC.br.

Na ocasião do lançamento, um debate será realizado em São Paulo sobre dados abertos na Web como vetor de inovação social. O encontro terá a participação de Antônio Acuna, coordenador do portal de Dados Abertos do Reino Unido (data.gov.uk), Eleanor Stewart, Chefe de Transparência do Foreign Commonwealth Office, Eduardo Fumes Parajo, conselheiro do CGI.br, e Vagner Diniz, gerente do Ceweb.br.

Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br, reforça que a Web é hoje um dos componentes mais importantes da Internet e que ela necessita da colaboração constante em seu desenvolvimento. “Há mais de 20 anos a Web é construída diariamente a muitas mãos. São desenvolvedores, empresários, ativistas, governo e usuários que tornam essa ferramenta essencial para o desenvolvimento social. O Ceweb.br nasce dentro do espírito multissetorial do CGI.br, com a missão de manter esse caráter coletivo e interconectado da Web”, destaca.

Hartmut Glaser, diretor do NIC.br de Assessoria ao CGI.br, complementa que “o Ceweb.br manterá diálogo aberto com a sociedade para fomentar a inovação, estimular o  melhor da Web, mostrar seu potencial e contribuir para sua evolução”. Entre os temas de interesse do Centro, estão discussões sobre o incentivo a pautas atuais como a relação entre Internet e Web das Coisas, pagamentos pela Web, Web e TV digital, Web automotiva e estudos da Web como interface da nova economia. “É muito importante discutir esses novos temas no cenário brasileiro e fomentar pesquisas, desenvolvimento de aplicações práticas e experiências de ponta”, reforça Vagner Diniz, gerente do Ceweb.br.

Atividades do Ceweb.br

Os resultados do Centro de Estudos sobre Tecnologias Web serão consolidados em plataformas, cursos, estudos, recomendações e publicações por meio de acordos de cooperação e espaços de discussão e colaboração permanentes sobre dados abertos.

Além disso, o Ceweb.br conduzirá a coordenação do Grupo de Trabalho de Acessibilidade na Web no Brasil, o Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web e abrigará o laboratório de experimentação Web (LabWeb), criado para atender a demanda de testes com aplicações Web abertas e participação ativa no grupo de trabalho Data on the Web Best Practices do W3C.

SPUK

Entre as ações do Ceweb.br que já estão em andamento, está o acordo de cooperação “Melhorando o ambiente de negócios por meio da transparência no Estado de São Paulo – SPUK”, uma parceria formada com a Embaixada Britânica no Brasil e o Governo do Estado de São Paulo. O objetivo é realizar um intercâmbio de experiências entre o Brasil e o Reino Unido sobre o uso de dados abertos. Por meio do projeto SPUK o Governo de São Paulo espera aumentar o número de bases de dados em formato aberto, plenamente acessíveis e disponibilizadas em linguagem compreensível por qualquer cidadão.

Para cumprir os objetivos do projeto, o Ceweb.br coordena o desenvolvimento e publicação de guias que darão diretrizes para cinco temas: abertura de dados, web semântica, participação cidadã e fomento a negócios sociais. Os guias servirão também para as implementações de projetos pilotos nas áreas da saúde, transporte metropolitano e tribunal de contas do estado.

Como parte do desenvolvimento do SPUK, o Ceweb.br promove dois workshops. Um deles acontecerá na terça-feira (24) e contará com apresentações dos especialistas britânicos e debates sobre desafios e estratégias de implantação dos pilotos. O segundo workshop acontecerá na quarta-feira (25) e terá na programação a produção de um documento com desafios brasileiros para gerar um mapa do caminho sobre dados abertos e web semântica. Para mais informações acesse http://igovsp.net/spuk/.

Sobre o Ceweb.br
O Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br), do NIC.br, tem como missão disseminar e promover o uso de tecnologias abertas na Web, fomentar e impulsionar a sua evolução no Brasil por meio de estudos, pesquisas e experimentações de novas tecnologias. No escopo de atividades desenvolvidas pelo Centro, destacam-se o estímulo às discussões sobre o ecossistema da Web e a preparação de subsídios técnicos à elaboração de políticas públicas que fomentem esse ecossistema como meio de inovação social e prestação de serviços.

Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br
O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br (http://www.nic.br/) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil. São atividades permanentes do NIC.br coordenar o registro de nomes de domínio — Registro.br (http://www.registro.br/), estudar, responder e tratar incidentes de segurança no Brasil — CERT.br (http://www.cert.br/), estudar e pesquisar tecnologias de redes e operações — CEPTRO.br (http://www.ceptro.br/), produzir indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação — CETIC.br (http://www.cetic.br/) e abrigar o escritório do W3C no Brasil (http://www.w3c.br/).

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br
O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios de multilateralidade, transparência e democracia, o CGI.br representa um modelo de governança multissetorial da Internet com efetiva participação de todos os setores da sociedade nas suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (http://www.cgi.br/principios). Mais informações em http://www.cgi.br/.
Visite: Tecnologia no Esporte – Centro Esportivo Virtual

http://cev.org.br/comunidade/tecnologia/

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Projeto da Escolinha de Futebol Araticum Juniores, de Barra do Corda

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Foto de Eliseu Sousa Costa Sousa.
  • O Deputado Estadual Rigo Teles recebendo o Projeto da Escolinha de Futebol Araticum Juniores, de Barra do Corda, do Presidente Frankin Do Cartório.
    O respectivo Projeto foi elaborado pelo Presidente Regional de Esportes e Laser – Centro-Sul, o Secretário de Esportes de São Domingos-Ma, Eliseu Sousa.
    O Apoio do Secretário se deve à tradição da Escolinha e ao trabalho que vem sendo desenvolvido com crianças e adolescentes, objetivando melhorar as condições educativas, através das aulas, valores que o esporte garante na vida do ser humano, socializando e preparando para um futuro melhor, relacionado na vivência esportiva.
    Minimizando os índices dos desvios sociais, resgatando as crianças e adolescentes egressos do trabalho infantil, proporcionando a prática do esporte e o retorno à escola, eliminando os desvios sociais, tais como o da droga, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para o desenvolvimento físico e mental das crianças e adolescentes, caminhos da política de Governo.

    Foto de Eliseu Sousa Costa Sousa.
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Campeonato Municipal de Futebol Chico do Horácio – São Domingos do Maranhão

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  • Em solenidade realizada no auditório do Centro de Recreação e Assistência Social-CRAS, o prefeito Kleber Andrade, Tratorzão, e o Secretário de Esporte e Lazer de São Domingos do Maranhão, Eliseu Sousa lançaram na noite da terça-feira (24) o 1º Campeonato Municipal de Futebol Chico do Horácio.

    Em homenagem e reconhecimento ao ex-prefeito Chico do Horácio e à família pela abnegação ao esporte, o campeonato leva seu nome.

    Presentes, o vice-prefeito Nego Leite, os vereadores Fran Edson Cardoso, Braz Facundes, Horácio Neto (filho do homenageado) e os secretários municipais Rogério Andrade e Francisco Saraiva, além de vereadores da cidade de Gonçalves Dias.

    Para abrilhantar o momento, esteve presente o Presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Maranhense de Futebol-FMF, Marcelo Filho, Instrutor da CBF e FIFA, ilustrando palestras, bem como os depoimentos de apoio, em vídeo, do Presidente da Federação Maranhense de Futebol Antonio Américo, do Secretário de Esporte e Lazer (SEDEL), Márcio Jardim e Paulo Vitor, ex-goleiro do Fluminense e da Seleção Brasileira.

    O Primeiro Campeonato de Futebol Chico do Horácio contará com a participação de 28 equipes, que, sem sombra de dúvida, é fator de inclusão social, além da magnitude de ser o maior da região.

    Foto de Emanoel Sousa Costa.
  • Foto de Emanoel Sousa Costa.
  • O prefeito Kleber ANDRADE (TRATORZÃO foi seleção Maranhense e seleção universitáris de handebol no período de 1979 a 1986 e era considerado um dos maiores marcadores do esporte , além de ter um arremesso potente.

    Eliseu Sousa Costa. Seleção Maranhens
    e, Universitária e Brasileira, de HANDEBOL. sendo por 14 vezes campeão Maranhense 6 vezes campeão norte e nordeste 1 vez campeão brasileiro 2 vezes campeão universitáurio e outros títulos. ..Formado em Educação Física e em andamento fazendo gestão escolar.
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ENCONTRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DA REGIÃO TOCANTINA – Parabéns, Charles… e obrigado!!! por contar essa História!!!

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Foto de Charles Ferreira.
Foto de Charles Ferreira.
Foto de Charles Ferreira.

Acabo de receber a carta de aceite informando que meu livro será apresentado neste evento.

Aagradecer a DEUS mas a você meu amigo Isnande Mota Barros, por me ajudar nesta construção.

Agradecer as instituições de ENSINO SUPERIOR que acreditam nesta pesquisa E AVALIARAM A MESMA COMO IMPORTANTE NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO PARA PARTICIPAR DE EVENTOS COMO ESTE: UFMA-SÃO LUIS- 2013, UEMA-IMP- 2012, FEST-IMP- 2012, UFMA-IMP- 2015.

E A VOÇÊ MEU MESTRE Leopoldo Gil Dulcio Vaz

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CEV Novidades – Teses; Biologia; Estresse; Cursos; Treinamento; e mioto mais…

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Cevteses – Teses e Dissertação de Fevereiro e Março/2015Posted:

  

Dimensão Biológico-funcional da Avaliação Cognitiva dos Conteúdos da Educação Física EscolarPosted:

  

Estados Emocionais de Estresse e Cortisol Salivar na Escalada em RochaPosted:

  

Educação Física no Ceará: Especialização em Educação Física EscolarPosted:

  

Educação Física no Ceará: 1° Workshop de Musculação e Treinamento de ForçaPosted:

  

Educação Física no Ceará: Especialização em Ciência do Treinamento de ForçaPosted:

  

Educação Física e Esporte: A Internet Ameaçada. Manuel Castells.Posted:

  

Efeitos do Treino Concorrente e Suplementação com Taurina Sobre Composição Corporal e Perfil Lipídico em Mulheres Pós MenopausaPosted:

  

Treinamento Aeróbio e Diabetes Experimental em Ratos: Perfil Endócrino-metabólico no CerebeloPosted:

  

Exercício Físico, Marcadores Inflamatórios e Genótipo da Apoe em Idosos com Comprometimento Cognitivo Leve e Idosos Cognitivamente PreservadosPosted:
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