Bateria Psicomotora de Vitor da Fonseca como ferramenta para professores de Educação Física. Profs. Chlerismar Ferreira e Romulo Bruzaca.

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Estacio-Faculdade São Luis no VII Congresso Brasileiro de Compotamento Motor.Trabalho:Bateria Psicomotora da Vitor da Fonseca como ferramenta para professores de Educação Física. Profs. Chlerismar Ferreira e Romulo Bruzaca.

Estacio-Faculdade São Luis no VII Congresso Brasileiro de Compotamento Motor.Trabalho:Bateria Psicomotora da Vitor da Fonseca como ferramenta para professores de Educação Física. Profs. Chlerismar Ferreira e Romulo Bruzaca.
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CEV Novidades – Caminhos de Uma Ciência Aberta

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CBCE – Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte: Caminhos de Uma Ciência Aberta. Ciência HojePosted:

  

Instigante da palestra TED da cientista Ellen Jorgensen. As oportunidades do laboratório em casa (ou na comunidade) com a rede de pesquisa e o acesso aberto são surpreendentes. Aqui alguns trechos:

Laboratório aberto
Uma experiência ainda mais radical, o Genspace, foi apresentada por uma de suas criadoras, Ellen Jorgensen. O projeto é uma espécie de laboratório comunitário aberto à participação de qualquer pessoa interessada em biologia molecular e sintética. “Tudo começou em 2009, quando soubemos de pessoas que criavam laboratórios em casa para produzir iogurtes verdes e coisas do tipo”, lembrou. “Pensamos, então: isso mostra que há muita gente interessada em ciência e posso ajudá-las, inclusive a não se matarem.”

Outro trecho:

“Antes de falar de temas maiores, é preciso fazer um trabalho de formiguinha, mostrar aos estudantes como criar um projeto que seja realmente livre”, ponderou Meirelles. “Sugerimos na UnB que os alunos subissem seus trabalhos de conclusão de curso na internet de forma aberta, ao invés de entregar três cópias impressas, mas a adesão dos professores foi limitada; ainda é difícil convencer até nosso colega do lado que é bom deixar os trabalhos dos nossos alunos abertos.”

A matéria bem documentada e ilustrada, e a palestra de 10 minutos da Dra Ellen, estão no Ciência Hoje do dia 15.10.2014. Vamos aproveitar? Quem amplia?

http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/10/caminhos-de-uma-ciencia-aberta

Laércio

 


Visite: CBCE – Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte – Centro Esportivo Virtual
http://cev.org.br/comunidade/cbce/

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III SEMINÁRIO DE CAPOEIRA DO MARANHÃO

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rao

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Feiras de Ciências do Esporte e a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

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Apelo do Prof. Dr. Pereira: Feiras de Ciências do Esporte e a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

 Cevnautas,

Está rolando, de 13 a 19 de outubro de 2014, a 14º Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Com a Semana C&T os educadores que sempre acreditaram nas “Feiras de Ciências” ganharam apoio e um período de convergência de iniciativas no calendário.

No CEV, a despeito de noticiarmos desde a primeira, nunca conseguimos fazer uma atividade específica. O bonde maior que perdemos foi a Semana C&T2013, quando o tema foi “Ciência, Saúde e Esporte”. http://bit.ly/1t0kzNs

Nos congressos do CBCE também não conseguimos.

Temos uma boa oportunidade nas exposições paralelas às Reuniões anuais da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, mas os estandes do Ministério do Esporte têm apresentado joguinhos, gincanas e outras atividades sem sintonia com o propósito do evento.

Com o tema “Ciencia e Tecnologia para o Desenvolvimento Social”  http://semanact.mcti.gov.br/pt/web/snct2014  a SNC&T deste ano tem:

34760 atividades cadastradas; 539 cidades brasileiras; 527 instituições

A notícia sobre a SNC&T2014 postada no portal do Ministério de Ciência e Tecnologia destacou um projeto da Educação Física do IFET Sul de Minas:

…   Inovação

O Instituto Federal Sul de Minas trouxe para Brasília o projeto ‘Tecnologias Aplicadas para Avaliação de Composição Corporal do Indivíduo’, também em exposição no estande do MEC. O objetivo é o uso da tecnologia a serviço dos profissionais da área de educação física, para prescrição correta da atividade física, e dos nutricionistas, para indicar a dieta mais adequada. 

O produto faz a análise da composição corporal do indivíduo, por meio de multifrequência da corrente elétrica, que permite o cálculo da quantidade de água intra e extracelular, proteínas, minerais, massa de gordura corporal, gordura visceral, massa de músculo esquelético, além de estimar o peso ideal.  

http://www.brasil.gov.br/educacao/2014/10/alunos-de-institutos-federais-apresentam-projetos-na-semana-de-c-t

….

Quem gosta de feira de ciências e topa compor um grupo de trabalho para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015 no CEV?  Basta escrever pra cá.

Não achei a data da SNT&C 2015, mas costuma ser em outubro.  Parece que Nova Friburgo se candidatou como sede.

Laércio

Comentários

Por Leopoldo Gil Dulcio Vaz
em 18-10-2014, às 08h26.

Pereira, experiencia traumática!!!!

A UEMA participa dessa Feira, aqui em São Luis. Ano retrasado fizemos mais de 800 exames de condição física, com as equipes de Educação Física, contando com os estagiários do UniCEUMA, nossos professores, e os exames de sangue, pela Cruz Vermelha. Sucesso total!!! o que mais chamou a atenção no estande da UEMA…

Ano passado, repetimos a experiencia… sem apoio, sem infraestrtutura, sem a Cruz Vermelha, e mesmo assim, fizemos mais de 600 diagnóstico da condição física, em especial de estudantes… com muita dificuldade, e em apenas nos quatro ultimos dias… problemas de espaço, da propria feira…

Tivemos cinco trabalhos inscritos, sobre atividade física. Só eu, tive dois inscritos e uma palestra aprovada. Sabe o que aconteceu? nada!!!!

Voce bem me conhece; horário marcado, chegou pelo menos 30 minutos antes; cheguei uma hora antes, duas da tarde, e a programação da tarde, para iniciar as 13:30, ainda nem havia sido iniciado; minha palestra para as 15:00 horas… e haviam 5 na minha frente… no meu horário, 15 horas, estava sendo realizada a primeira e a pessoa já havia ultrapassado 15 minutos do tempo… esperei… quando finalmente, lá pelas 16:30 horas me chamaram, disseramm que eu teria 20 minutos – eram 30 minutos, devido aos problemas de incio – os tres primeiros apresentadores não chegaram no horário…

Pois bem, esvazia a sala, entram os interessados – a esta hora, quase ninguém, pois já atrasados mais de hora e meia, o escragiário me informa – o senhor tem 15 minutos!!! e comecei, então… quando entrou uma “profesora-doutora da UFMA”, com umas trinta pessoas, dizendo que o horário era o dela, e que queria dar a palestra dela, pois estava na sua hora… sem respeitar ninguém, nem a organização, nem o colega que estava a falar…

Para tudo, conversa, e a “Doutora da Ufma”, como reafirmava todo o tempo – “sou Professoras Doutora da UFMA e tenho prioridades…” – não quis nem saber: interrompeu e exigiu – isso mesmo, exigiu que eu deixasse a sala, pois estava no ‘seu’ horário, conforme a programação…

Conversar, não adiantava; a organização do evento não dizia nada, apenas que ela tinha razão, pois estava no horário dela. E eu? -ah! … voce é um simples professor de educação física ,e lá da UEMA…

Fui à ADMINISTRAÇÃO DA FEIRA, À DIRETORIA DE PROGRAMAÇÃO, E AO SECRETÁRIO DE CIENCIA E TECNOLOGIA… nada… e o Secretário era o ZeCosta, ex-diretor geral do CEFET/IFMA… de quem fui Diretor por muitos anos… só pedia: Leopoldo, não vamos criar problemas…

Não adiantou nada… e ainda tinha mais duas palestras e trabalhos a apresentar e ainda estavamos com o estande prejudicado, por falta de organização…

Pois bem, escrevi uma nota de protesto, protocolei na UEMA,  junto ao Reitor, na Secretaria e Ciencia e Tecnologia, e publiquei no meu Blog. Fui à FAPEMA… e nem mesmo um pedido de desculpas…

Não participo mais; e olhe que este ano recebi correspondencia da FAPEMA, e do Secretaria, alertando para os prazos e – devido ao sucesso de minha apresentação ano passado!!!!!!!!!! - estavam pedindo que eu tormasse a apresentar trabalhos na Feira deste ano.

Adivinha qual foi a resposta??? e direto ao ZeCosta, o Secretário????

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Gender and Sports Conference‏ – Transnational Body and Movement Cultures from a gender perspective

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Transnational Body and Movement Cultures from a gender perspective

The term ‘transnational’ refers to “sustained ties of persons, networks and organizations across the borders, across multiple nation-states ranging from little to highly institutionalized forms” (Faist, 2000, 189). This is especially true of sport, which has by definition a transnational orientation and is embedded in transnational networks.

A key question which is posed in this context concerns the inequalities – with regard to gender, social background and ethnicity – that are related to transnational migrations and influences. We look forward to papers which explore the multiple aspects of transnationalism in sport and movement cultures.

In addition, contributions are welcome which deal with the current state of gender research in different contexts and which take intersectionalities into account.

Time

13 – 15 November 2014, Copenhagen, Denmark

Venue

Department of Nutrition, Exercise and Sports

http://nexs.ku.dk/english/calendar/2014/gender-conference/

-- 
Dr. Kai Reinhart
Westfälische Wilhelms-Universität Münster
Institut für Sportwissenschaft
Horstmarer Landweg 62b
D-48149 Münster
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CEV Novidades‏ – Pensei Que Tava na Aula de Ciências ou os Significados da Educação Física na Educação de Jovens e Adultos

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O Clube da Rhodia e os Moradores da Vila Holândia – Campinas/SP

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Avaliação dos Estados de Humor dos Atletas Paraolímpicos Brasileiros do Futebol de Cinco

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Educação Física Escolar: Educação Física Escolar

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Educação Física Escolar: 15 de Outubro – Dia dos Professores (phorte Editora)

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Atuação de Licenciados em Educação Física nas Academias de Ginástica: Uma Análise a Partir dos Saberes Docentes

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Produções Acadêmicas Sobre Violência, Agressão e Agressividade em Periódicos Brasileiros de Educação Física

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Pensei Que Tava na Aula de Ciências ou os Significados da Educação Física na Educação de Jovens e Adultos

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Treinamento Intervalado de alta intensidade e benefícios para saúde – implicações para sua prescrição

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Treinamento Intervalado de alta intensidade e benefícios para saúde – implicações para sua prescrição

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O American College of Sports Medicine (ACSM) recomenda atualmente a prática de ≥ 30 minutos de exercício cardiorrespiratório em ≥ 5 dias na semana, totalizando ≥ 150 minutos na semana, na intensidade moderada para melhora da qualidade de vida e aquisição dos benefícios da prática de exercício físico. Porém, apesar de bem estabelecido os benefícios de uma vida ativa, a maior parte da população continua sem atingir a recomendação mínima da prática de exercícios. A principal barreira citada para o engajamento à pratica de exercícios tem sido a falta de tempo. Considerando tal fato, a elaboração de um programa de treinamento que possa ser realizado de forma curta, mas que produza os ajustes fisiológicos que promovam uma melhoria na qualidade de vida, torna-se interessante para a saúde pública. Uma forma de treinamento que vem se popularizando atualmente é o treinamento intervalado de alta intensidade (HIT).

O HIT é caracterizado por estímulos realizado em alta intensidade, intercalado por um período de recuperação. Os estímulos utilizados podem ser baseados no consumo máximo de oxigênio (VO2máx), no limiar anaeróbio, na percepção subjetiva de esforço (PSE) ou mesmo no pace (ritmo de treino). A aplicação do estímulo poderá ocorrer de modo submáximo, máximo ou supramáximo, em qualquer uma das formas de prescrição citadas anteriormente. Para fins de aprimoramento da aptidão cardiorrespiratória e benefícios da saúde, o HIT tem sido empregado com estímulos de curta duração (30 segundos) com longo tempo de intervalo (4 minutos e 30 segundos), realizados entre 4 a 6 repetições por sessão, três vezes na semana. Esse treinamento gastaria aproximadamente menos do que 10 minutos de exercício por semana. Outros protocolos de treinamento, (ex. 30 segundos de estímulo com 30 segundos de intervalo) tem sido relatados na literatura.

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Tem sido verificado que o HIT promove ajustes tanto centrais (melhora na distribuição sanguínea, na contratibilidade do miocárdio, aumento do ventrículo esquerdo) quanto periféricos (aumento das enzimas oxidativas, aumento da capilarização, aumento no volume e número de mitocôndrias). Comparado a protocolos que são realizados em maiores volumes de treinamento de forma contínua, o HIT tem apresentado ser eficaz na mesma proporção, e em diversos estudos, tem demonstrado melhores resultados na aptidão cardiorrespiratória do que o treinamento contínuo. O aumento do VO2máx tem sido a principal medida observada como índice de melhora da aptidão física. Na prática, sujeitos que praticam treino intervalado apresentam uma melhora na função do sistema cardiorrespiratório, apesar do considerável menor tempo se exercitando. O HIT também apresenta um efeito positivo sobre os fatores da síndrome metabólica, como um aumento da função endotelial e mudanças nos componentes da pressão arterial de repouso (figura 1). Tem sido verificado que o HIT aumenta a sensibilidade à insulina, o principal determinante do controle da glicose sanguínea (figura 1). Esse aumento tem sido associado com aumento na capacidade de enzimas aeróbicas, biogênese mitocondrial e aumento no transportador de glicose 4 (GLUT-4). Little et al. (2011) mostraram que seis semanas de HIT com baixo volume ao longo de duas semanas reduziu a média de concentração de glicose sanguínea e a glicemia pós-prandial. Evidências apresentam que esse tipo de treinamento é um método alternativo eficaz para o controle e redução de fatores de risco para saúde.

A literatura apresenta inúmeras pesquisas realizadas com pacientes que apresentam diversos casos de desordens cardiometabólicas, como diabetes melitus, cardiopatias e dislipidemias. O HIT tem provado ser um método de treinamento praticável para as mais diversas populações. Apesar dos benefícios do HIT, sua prática deve ser vista com cautela. O nível de aptidão do sujeito, o nível de experiência, o histórico de saúde e o grau de motivação do sujeito, devem ser considerados antes da prescrição desse tipo de treinamento.

A literatura sugere que o treinamento intervalado de alta intensidade é eficaz para melhora da aptidão cardiorrespiratória e melhora dos fatores de risco de desordens cardiometabólicas, promovendo ajustes centrais e periféricos, que podem melhorar a qualidade de vida de seus praticas. Cuidados devem ser tomados antes da prescrição deste treinamento, respeitando a individualidade biológica dos participantes.

.Referências

Buchheit, Martin, and Paul B. Laursen. “High-intensity interval training, solutions to the programming puzzle.” Sports medicine 43.5 (2013): 313-338.

Gibala, Martin J., et al. “Physiological adaptations to low-volume, high-intensity interval training in health and disease.” The Journal of physiology 590.5 (2012): 1077-1084.

Larsen, Ryan Godsk, Logan Maynard, and J. A. Kent. “High‐intensity interval training alters ATP pathway flux during maximal muscle contractions in humans.” Acta Physiologica 211.1 (2014): 147-160.

Little JP,Gillen JB, Percival M, Safdar A, TarnopolskyMA, Punthakee Z, Jung ME & Gibala MJ (2011a). Low-volume high-intensity interval training reduces hyperglycemia and increases muscle mitochondrial capacity in patients with type 2 diabetes. J Appl Physiol111, 1554–1560

Richards, Jennifer C., et al. “Short-term sprint interval training increases insulin sensitivity in healthy adults but does not affect the thermogenic response to β-adrenergic stimulation.” The Journal of physiology 588.15 (2010): 2961-2972.

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A GYMNÁSTICA NO MARANHÃO – Parte II

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No início do século XIX, foram encontradas, no Maranhão, algumas formas de atividade física[1]:

 

… as moças e rapazes formavam bandos gárrulos e irrequietos que, desde a madrugada até o cair da tarde, saíam em excursões pela floresta e pelos sítios vizinhos, voltando carregados de cófos com frutas, cachos de jussaras e de buritis, flores silvestres, emfim, tudo que apanhavam pelos caminhos e atalhos . (DUNSHE DE ABRANCHES, 1970, p 28)[2].

 

Além desses passeios, praticava-se a caça, como o fazia Garcia de Abranches – o Censor [3] -: “e , quando imaginava dar uma batida às pacas, pouco se importava do sol e da chuva: não regressava à casa antes de trazer as vítimas visadas”.

Seu filho, Frederico Magno de Abranches – o Fidalgote [4] – era

 

Atirador emético e adestrado nos jogos atléticos, alto, magro e ágil, trepava como um símio até os galhos mais finos das árvores para apanhar uma fruta cobiçada pelas jovens ali presentes. Encantava-as também a precisão dos seus tiros ao alvo. E causava-lhes sustos e gritos quando trepava sem peias por um coqueiro acima ou se balançava no tope de uma jussareira para galgar as ramas de uma outra em um salto mortal, confirmando o título que conquistara entre os da terra de campeão da bilharda. (Dunshee de Abranches, 1970, p. 28)

 

Os longos passeios pelos arrabaldes permitiam o contato com o ar livre e com a natureza, e se constituíam forma de divertimento salutar, pois reúnem harmoniosamente a solução quanto ao medo de doenças que impedia a vida laboriosa, por um lado, e o medo da crítica que a rígida moral implicava, por outro. Às mulheres, recomendava-se sobretudo os exercícios do corpo que obrigavam a andar ao ar livre, como os passeios a pé ou a cavalo.

Ainda se referindo ao Fidalgote – Frederico Magno de Abranches -, cabe lembrar que praticava também, o tênis:

 

… Os dois namorados [Frederico e Maricota Portinho] tiveram assim, momentos felizes de liberdade e de alegria, fazendo longos passeios pelos bosques, em companhia de Milhama, ou passando horas inteiras a jogar a péla [5] de que o Fidalgote era perfeito campeão… (Dunshee de Abranches, 1970, p. 31).

 

O primeiro registro encontrado onde aparece a palavra “ginástica” data de 1841, conforme anúncio no “JORNAL MARANHENSE” [6] sob o título de:

 

“THEATRO PUBLICO

“Prepara-se para Domingo, 21 do corrente huma representação de Gimnástica que será executada por Mr. Valli Hércules Francez, mestre da mesma arte de escola do Coronel Amoroz em Paris; e primeiro modelo da academia Imperial de Bellas Artes do Rio de Janeiro, que terá a honra de apresentar se pela primeira vez diante d’este Ilustrado público, a quem também dirige agradar como já tem feito nos principais Theatros de Europa , e deste Império.

“Mr. Valli há contractado o Theatro União, para dar sua função, junto com Mr. Henrique, e tem preparado para este dia um espetáculo extraordinário que será composto pela seguinte maneira:

  • Exercícios de forças, Agilidade e posições Acadêmicas
  • Exercícios no ar e muitas abelidades sobre colunnas assim como admiraveis sortes nas cordas

“Nos intervalos de Mr. Valli, se apresentará Mr. Henrique, para executar alguns exercícios de fizica, em quanto Mr. Valli descansa.”

 

Novo anuncio é publicado em 16 de novembro daquele ano de 1841 [7], sob o mesmo título, em que eram anunciadas as novas atrações do programa a ser apresentado:

Theatro Publico

 

Domingo 21 do corrente 1841, 1ª apresentação gimnastica dirigida por Mr. Valli, Herculez Francez, que tem a distinta honra de apresentar-se diante deste ilustre publico para executar seis noites de divertimentos:

1ª noite – exercícios gimnasticos, malabares, fizica

2ª dita – grande roda gyratoria

3ª dita – jogos hydraulicos como existem em Europa

                 4ª dita – a grande luta dos dois gladiadores.

 

Ainda nesse mesmo ano, aparecem anúncios [8] de aulas de esgrima:

 
Annuncios Diversos

Manoel Dias de Pena, se dispõe a encinar com toda a prefeição o jogo de espada, e assim roga a todos os Snrs. que quizerem aprender esta Arte, tão útil a mocidade, se diriga a esta Typographia que se dirá aonde mora o annunciante.

 

Ao mesmo tempo, e logo abaixo deste, outro anunciando a venda de espadas:

 

Vendem – Antonio Joaquim d’Araújo Guimarães & Sobrinhos tem para vender… espadas com copos dourados…. (in JORNAL MARANHENSE,, São Luís, n. 49, Sexta-feira, 31 de dezembro de1841).

 

O Prof. Antônio Joaquim Gomes Braga, diretor do Colégio de Nossa Senhora da Conceição, localizado Rua do Desterro, ao apresentar o Plano de Estudos para o ano de 1842, informa que as aulas de “Dansa e Muzica para os internos serão pagas à parte”. (in JORNAL MARANHENSE, 1º de outubro de 1841) [9].

Em 1843, outro colégio particular anuncia em seus planos de estudos as aulas de dança para seus alunos, aberta à comunidade:

 

AULA DE DANÇA, começará em Novembro próximo a ter exercícios no Colégio de N. S. dos Remédios na rua do Caju em os dias feriados, isto é, duas vezes por semana das 9 as 11 horas da manhã. Os que já frequentam outras aulas do Colégio são admitidos mediante o premio de 3:000 rs. mensais; porém os que não estão neste caso concorrerá com 4:000 reis.

 

Também haverá outra aula, que principiará com a noite na 3ª e 6ª feiras para as pessoas que não podem ir de dia, os quais farão despesa de 5:000 reis. Nestes serão ensinadas as danças nacionais e estrangeiras, tanto simples, como dobradas, e etc.

 

O diretor do Collégio está convencido de que os pais de familias tendo no seu devido apreço esta prenda não deixarão de promover, que ele não falte a educação de seus filhos: muito principalmente não alterando esta aula no Colégio a introdução dos meninos, por ser somente nos feriados.

 

Collegio de N. S. dos Remédios, 24 de outubro de 1843.

(A REVISTA, n. 207, Quarta-feira 8 de novembro de 1843)

 

Desde 1844, quando foi fundado o primeiro colégio destinado exclusivamente às moças, em São Luís, as atividades físicas faziam parte do currículo:

 

… não somente sobre as disciplinas escolares com também sobre o preparo physico, artístico e moral das alumnas. Às quintas-feiras, as meninas internas participavam de refeições, como se fossem banquetes de cerimônia, para que se habituassem ‘a estar bem á mesa e saber como se deveriam servir as pessoas de distinção’. Uma vez por semana, à noite, havia aula de dança sob a rigorosa etiqueta da época, depois de uma hora de arte, na qual ouviam bôa música e aprendiam a declamar. (Abranches, 1941, p. 113-114)[10].

 

Esse colégio – o “Collegio das Abranches”, como era conhecido o Collégio N. S. das Glória -, foi fundado por D. Marta (Martinha) Alonso Veado Alvarez de Castro Abranches [11] – educadora espanhola nascida nas Astúrias provavelmente por volta de 1800 (JANOTTI, 1996) [12] –, e pela sua filha D. Amância Leonor de Castro Abranches, e tinha, ainda, como professora, D. Emília Pinto Magalhães Branco, mãe dos escritores Aluizio, Artur e Américo de Azevedo.

Mas a primeira aula de dança de que se tem notícia data de 1829, como se vê de anúncio publicado em “O FAROL”:

 

Carlos Carmini, de nação italiana, recentemente chegado a esta cidade, faz saber aos ilustres habitantes da mesma que ensina tôda e qualquer dança, segundo o gosto moderno, tanto em sua casa (que ao presente é na rua da Palma, no. 10), como também pelas particulares para que seja chamado; prestando-se ao ensino das ditas danças, tanto a pessoas grandes como para meninos

(In “O FAROL MARANHENSE”, 25 de agosto de 1829, citado por VIVEIROS, 1954, p. 376)[13].

 

Os banhos de mar também faziam parte dos costumes da época, conforme se depreende deste anúncio:

BANHO
Público – na praia do Caju, em que um grande banheiro e seguro, a todas as marés a 40 rs por pessoa trata-se com Jozé Ferreira do Valle no mesmo lugar casa no. 1. (CORREIO D’ANNUNCIOS, Ano I, n. 3, Segunda-feira, 03 de fevereiro de 1851)

 

Cabe lembrar que Antônio Francisco Gomes, em 1852, propunha além da ginástica, os exercícios de natação, esgrima, dança, jogo de malha e jogo da pella para ambos os sexos (CUNHA JÚNIOR, 1998, p. 152)[14]

Desde 1861 já se tinha, no Maranhão, a cadeira de Ginástica, conforme se depreende desse anúncio do Instituto de Humanidades:

Ao que indicam as notícias publicadas em nossos periódicos – 180 referencias apenas no A Pacotilha – o Sr. Alfredo Bandeira Hall lecionava inglês (1861), tendo inclusive publicado uma gramática adotada pelo Lyceo Maranhense, e exerceu a função de Inspetor de Ensino, atuando em vários exames da 2ª Freguesia. Antes, no ano de 1860, aparecia como agente de leiloes na cidade, conforme anúncios em O Publicador Maranhense. Remédios para bexigas, importados da Inglaterra por Alfredo Bandeira Hall também estavam à disposição do público, em algumas farmácias da capital (1883).

[1] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; VAZ, Delzuite Dantas Brito. “Pernas para o ar que ninguém é de ferro”: as recreações na São Luís do Século XIX. In CONCURSO LITERÁRIO E ARTÍSTICO CIDADE DE SÃO LUÍS – PRÊMIO “ANTÔNIO LOPES” DE PESQUISA HISTÓRICA, 1995.

VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; VAZ, Delzuite Dantas Brito. “Pernas para o ar que ninguém é de ferro”: as recreações na São Luís do Século XIX. In CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE, X, Goiânia, 20 a 15 de outubro de 1997… ANAIS vol. II, p. 1005-1016

[2] ABRANCHES, Dunshee de A SETEMBRADA – A REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1831 EM MARANHÃO – romance histórico. Rio de Janeiro: Jornal do Brasil, 1970.

[3] JOÃO ANTÔNIO GARCIA DE ABRANCHES – Garcia de Abranches, o Censor – nasceu em 31 de janeiro de 1769, em Macieira, freguesia de Sant’Iago, junto à vila de Cêa, bispado de Coimbra, em Portugal. É filho do Capitão José Garcia de Abranches e de D. Maria dos Reys. Seu apelido – Censor – deve-se ao jornal que escrevia, o Censor, no período de 1825 a 1830, em defesa das liberdades, da Independência e do Imperador, fazendo oposição ao jornal de Odorico Mendes; e ao Lord Cochrane, o que lhe valeu o exílio para Portugal, onde se bateu pela restauração de D. Pedro ao trono português. Garcia de Abranches aportou a São Luís do Maranhão em 1789, construindo fama e fortuna, embora procedesse de uma das maiores famílias portuguesas. De seu casamento com D. Anna Victorina Ottoni, falecida em 1806, nasceram-lhe três filhos: Frederico Magno de Abranches ; João e Antônio, estes dois, falecidos antes de 1812. O primeiro, conhecido como ‘O Fidalgote’, teve vida longa, representando papel importante na política e no jornalismo. Garcia de Abranches, aos 52 anos, casa-se com a fidalga espanhola D. Martinha Alvarez de Castro, com 17 anos à época.

[4] FREDERICO MAGNO DE ABRANCHES, o Fidalgote, nasceu em São Luís do Maranhão em 1804; professor de Phylophofia Racional; Secretário da província do Maranhão; deputado geral de 1835 a 1838; Cônsul geral em Cayenna, onde veio a falecer em 1880.

[5] O jogo da péla – jeu de paume – consiste em bater a bola com a mão e substituiu os “ludus pilae cum palma” romano. Na França, a bola, nascido no tardo-medievo como instrumento de contenda incruenta, torna-se momento lúdico e agonístico, aberto a todos Em Portugal, no início do século XVIII, foi introduzido o uso francês de jogar com raqueta. Conhecido já no século XII foi jogado melhor no período sucessivo, até dar vida ao atual tênis.]

[6] JORNAL MARANHENSE,, São Luís, n. 36, 12 de novembro de1841

[7] JORNAL MARANHENSE,, São Luís, n. 37, 16 de novembro de1841

[8] JORNAL MARANHENSE, anno I, São Luís, Sexta-feira, 31 de dezembro de1841, n. 49

[9] JORNAL MARANHENSE, anno I, São Luís, Sexta-feira, 1º de outubro de 1841, n. 24

[10] ABRANCHES, Dunshe de. O CAPTIVEIRO. Rio de Janeiro : (s.e.), 1941

[11] A fidalga espanhola D. Martinha Alvarez de Castro, casou-se com Garcia de Abranches, o Censor, quando tinha 17 anos. Foi a fundadora do primeiro colégio destinado ao sexo feminino em Maranhão – o “Colégio Nossa Senhora das Graças”, mais conhecido como o Colégio das Abranches – junto com sua filha Amância Leonor, em 1844. Foi – ela, ou uma das filhas – a primeira professora de educação física do Brasil [11].

[12] JANOTTI, Maria de Lourdes Monaco. Três mulhes da elite maranhense. In REVISTA BRASILEIRA DE HISTÓRIA, São Paulo, v. 16, n. 31 e 31, p. 225-248, 1996

[13] VIVEIROS, Jerônimo de. HISTÓRIA DO COMÉRCIO DO MARANHÃO – 1612+1895. São Luís : ACM, 1954

[14] CUNHA JÚNIOR, Carlos Fernando Ferreira da. A produção teórica brasileira sobre educação physica/gymnastica no século XIX: questões de gênero. In CONGRESSO BRASLEIRO DE HISTÓRIA DO ESPORTE, LAZER E EDUCAÇÃO FÍSCA, VI, Rio de Janeiro, dezembro de 1998. COLETÂNEA… . Rio de Janeiro : Universidade Gama Filho, 1998, p. 146-152.

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A GYMNÁSTICA NO MARANHÃO

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A GYMNÁSTICA NO MARANHÃO[1]

A ginástica é um conceito que engloba modalidades competitivas e não competitivas e envolve a prática de uma série de movimentos exigentes de força, flexibilidade e coordenação motora para fins únicos de aperfeiçoamento físico e mental. Tem sua origem no grego, gymnastiké – da palavra grega “gymnos” (nu) pelo fato de, na antiguidade clássica, os exercícios se praticarem com o corpo nu. É o conjunto dos exercícios corporais sistematizados, para esse fim, realizados no solo ou com auxílio de aparelhos e aplicados com objetivos educativos, competitivos, artísticos e terapêuticos, etc.

A prática só voltou a ser retomada – com ênfase desportiva e militar – no final do século XVIII, na Europa, com a influência de vários pensadores que se debruçaram sobre as vantagens da prática do exercício físico, destacando-se o contributo de Jean-Jacques Rousseau[2] na obra pedagógica “Emílio”, em que o autor se refere à necessidade da pratica física como meio para atingir a razão.

Desde 1771 em Portugal, sob o balizamento da Universidade de Coimbra, se estabeleceu que as atividades físicas como conteúdo educacional, atendia aos pressupostos da nova educação. As “Artes Liberais” nos Estatutos do Collegio Real de Nobres da Corte, e cidade de Lisboa eram a Cavalaria, Esgrima, e Dança. Apesar de contar ainda um sentido cavalheiresco (educação dos nobres), essa introdução se deu através das ideias burguesas.

A partir daqui surgiram várias correntes, que encontraram eco na Alemanha[3] com Johann Bernard Basedow[4], pedagogo e educador, que conseguiu assimilar e transformar os princípios orientadores de Rousseau e impulsionou a ginástica, tendo para isso criado em 1775 o pentatlo de Dassau, no seu “Philanthropicum“, constituído por provas de corrida, saltos, transporte, de equilíbrio e de trepar. Foi o primeiro pedagogo, desde a Antiguidade, a defender que o exercício físico deveria fazer parte dos programas das escolas primárias.

Em 1784, Christian Gotthlif Saltzmann[5], pedagogo e educador, abre outro “Philanthropicum“, em Schneppenthal. Em 1785, Johann Christoph Friedrich Guts-Muths[6], professor e educador, inicia sua obra com um novo conceito de ginástica. Foi um impulsionador da educação física obrigatória; utilizou o “Philanthropicum” de Schnepfenthal, incluindo a par da corrida, saltos, lançamento, luta e natação, os exercícios de trepar e de equilíbrio.

No período de 1861 a 1871 verifica-se a presença de alunos de nacionalidade brasileira no Philantropinum[7], sediado em Schnepfenthal[8]; dentre esses alunos vamos encontrar:

NOME LOCAL E                                      PERÍODO DE

ANO NASCIMENTO                                 ESTUDOS

 

de La Roque, Jean          Pará, 1850            1861 – 1866

de La Roque, Auguste    Pará, 1851            1861 – 1867

de La Roque, Henri        Pará, 1849            1861 – 1864

de La Roque, Guilherme            Cametá, 1853                   1863 – 1869

De La Roque, Luiz         Pará, 1856            1865 – 1871

de La Roque, Carlos       Pará, 1857            1865 – 1871

 

Temos a existência da Família LaRocque no Maranhão. Os LaRocque – importante família estabelecida no Pará, procedem de dois irmãos:

I – HENRIQUE de LaROCQUE (c. 1821 – Porto ?), que deixou geração do seu casamento, em 1848 – Pará -, com Matilde Isabel da Costa ( ? – 1919); e

II – LUIZ de LaROCQUE (c. 1827 – Porto ?), que deixou geração de seu casamento, em 1854 (Pará) com sua cunhada Emília Ludmila da Costa.

Ambos, filhos de JOÃO LUIZ de LaROCQUE (c. 1800 – a. 1854) e de Rosa Albertina de Melo. Entre os membros dessa família registra-se o senador HENRIQUE de LaROCQUE ALMEIDA, advogado diplomado pela Faculdade Nacional do Rio de Janeiro (hoje, UFRJ).[9]

No Dicionário, é dada como sobrenome de origem escocesa, o que é contestado por Henrique Artur de Sousa, para quem a família LaRocque estabelecida no Brasil é de origem portuguesa, da cidade do Porto – encontrou uma primeira referência no início da colonização do Brasil, nos anos 1500, em São Vicente … -, o que parece ser a versão verídica, haja vista que o falecimento de dois membros dessa família – os irmãos Henrique e Luís, filhos de João Luís de LaRocque e sua mulher Rosa Albertina de Melo – se dão na cidade do Porto, no século XIX… (vide Dicionário…)

Efetivamente alguns LaRocque se estabeleceram no Maranhão, a partir de 1832. Henrique Artur de Sousa – genealogista estabelecido em Brasília encontrou documentos no Arquivo Público do Estado do Maranhão “firmados de próprio punho” de três membros da família LaRocque, quando de sua chegada, “de que haviam estudado na Alemanha”, numa cidade chamada Schnepfenthal !

Filhos de Jean Francoise de LaRocque:

Carolina – depois Baronesa de Santos;

Henrique de La Rocque;

Guilherme de LaRocque;

João Luís de LaRocque;

Luís de LaRocque;

Rosa;

Amélia;

Antônio de LaRocque.

 

Desses irmãos, quatro estudaram na Alemanha; Henrique de LaRocque Júnior, e seus irmãos João e Augusto, também podem ter estudado na Alemanha … Henrique de LaRocque Júnior – viria construir o Mercado de Ver-o-Peso, em Belém do Pará -, vem a ser avô do Senador LaRocque…

[1] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; VAZ, Delzuite Dantas Brito. “Pernas para o ar que ninguém é de ferro”: as recreações na São Luís do Século XIX. In CONCURSO LITERÁRIO E ARTÍSTICO CIDADE DE SÃO LUÍS – PRÊMIO “ANTÔNIO LOPES” DE PESQUISA HISTÓRICA, 1995.

VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; VAZ, Delzuite Dantas Brito. “Pernas para o ar que ninguém é de ferro”: as recreações na São Luís do Século XIX. In CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE, X, Goiânia, 20 a 15 de outubro de 1997… ANAIS vol. II, p. 1005-1016

VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. ATIVIDADES FÍSICAS FEMININAS. NO MARANHÃO IMPERIAL (1823-1889). In Lecturas: Educación Física y Deportes Revista Digital, Buenos Aires,  Año 4. Nº 14, Junio 1999, disponível em http://www.efdeportes.com/, VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. ATIVIDADES FÍSICAS FEMININAS. NO MARANHÃO IMPERIAL (1823-1889). In REVISTA “NOVA ATENAS” DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA, São Luís, Volume 03, Número 01 – jan/jun/2000.

[2] Jean-Jacques Rousseau (Genebra, 28 de Junho de 1712Ermenonville, 2 de Julho de 1778) foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço. É considerado um dos principais filósofos do iluminismo e um precursor do romantismo.

[3] http://pt.wikipedia.org/wiki/Gin%C3%A1stica

[4] Johann Bernard Basedow (1723-1790) estabeleceu sua escola-modelo – Philanthropinum, em Dessau, Alemanha, onde a ginástica estava incluída no currículo escolar e possuía o mesmo status que as disciplinas intelectuais. Inicialmente, nessa instituição eram praticadas atividades originárias dos tempos medievais como a equitação, o volteio, a natação, a esgrima, a dança e os jogos, posteriormente, foram acrescentados exercícios naturais como o correr, saltar, arremessar, transportar e trepar. http://www.ahistoria.com.br/esportesjogos/educacao-fisica-escolar.html

[5] Christian Gotthilf Salzmann (1744-1811), pedagogo e educador alemão, criou um estabelecimento semelhante ao de Basedow, localizado, também, na Alemanha, na cidade de Schnepfenthal. Era, nele, acentuada a importância da educação sensorial para a formação física, para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da capacidade intelectual do educando, como também, desenvolvido o interesse educativo do esforço, que deveria ser executado de acordo com as possibilidades dos alunos. http://www.ahistoria.com.br/esportesjogos/educacao-fisica-escolar.html

[6] Johann Christoph Guts Muths (1759-1839), educador alemão, iniciou a lecionar como professor de Ginástica no Instituto de Schnepfenthal, fundado por Salzmann, e lá permaneceu por 54 anos. A Educação Física para Guts Muths possuía, então, o objetivo de exercitar uma ação educativa destinada a harmonizar o corpo com as forças espirituais e morais e desenvolver, na criança, qualidades e capacidades que lhe permitisse superar obstáculos de caráter físico. Observa-se, também, a sua preocupação em proporcionar às mulheres atividades físicas, fundando a primeira escola de ginástica feminina onde os exercícios físicos eram adaptados ao sexo, como, também, possuía a consciência do valor que o esporte oferecia à formação física e da personalidade da juventude.. http://www.ahistoria.com.br/esportesjogos/educacao-fisica-escolar.html

[7] Em janeiro de 1999, o Prof. Dr. Lamartine Pereira Da Costa fez um anúncio através do CEV (Centro Esportivo Virtual www.cev.org.br): “Permitam-me iniciar o ano de 1999 fazendo um anuncio importante para o desenvolvimento da Historia do Esporte no plano nacional e internacional, como também mobilizar os amigos da Lista e fora dela para que sejam iniciadas pesquisas no tema que se segue.”.

[8] Fonte: Preisinger, M. (Arquivos de Schnepfenthal – 1998)

[9] in DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS, vol. II, BARATA, Carlos Eduardo de Almeida; CUNHA BUENO, Antônio Henrique da. Arquivos da Biblioteca Pública “Benedito Leite”.

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