Minirreforna: Braide promove mudanças em duas secretarias

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O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), anunciou, na noite desta quarta-feira (28), em suas redes sociais, mudanças em duas secretarias municipais. Uma das pastas cujo titular foi substituído é a de Informação e Tecnologia (Semit), que agora terá à frente Felipe Falcão.

Diego Rodrigues,.titular da Semit desde o início da gestão, assume a Secretaria Municipal de Administração (Semad), em substituição a Flávio Olímpio.

Braide agradeceu a Olímpio pelos serviços prestados em quase sete meses no comando da Semad.

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Casarão Colonial despede-se das férias de julho com programação especial neste domingo

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Mirella Castelo Branco, Ana Sousa, Marcela Muniz e Anderson Mello mostram o clima descontraído que domina todos os ambientes do Casarão Colonial

São Luís – Depois do sucesso da tarde/noite de reabertura, o Casarão Colonial (Rua Afonso Pena), no Centro Histórico de São Luís, voltará à agenda cultural neste domingo, a partir das 17h, a pedido do público.

O espaço gerenciado por Ricardo Fernandes (Pororoca Produções) receberá os grupos Feijoada Completa e CDC, além do DJ Arsênio Filho. A bilheteria será limitada, conforme protocolo do governo estadual, com acesso controlado na portaria. Os shows acontecem ao ar livre, na área do jardim, e todos os espaços são abertos e arejados.

Produtor cultural Ricardo Fernandes com Rosalino, proprietário do imóvel

Segundo o produtor cultural Ricardo Fernandes, a programação será especial, haja vista que marcará o encerramento das férias de julho em São Luís.

“Agosto vai chegando, mas é sempre bom nos despedir do mês das férias com muita música, descontração e energias positivas, que são os três elementos mais marcantes desse projeto, o qual terá continuidade até o fim do ano, sempre obedecendo as orientações de segurança das autoridades no que diz respeito aos cuidados contra a Covid-19. Nós sabemos que a pandemia está se enfraquecendo, mas ainda é preciso ter cautela”, frisou Ricardo Fernandes.

Perspectiva do jardim do Casarão Colonial, onde se apresentam os grupos musicais

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Por meio do Programa Atitude Ambiental da VLI, ruas da Vila Davi II receberão mudas para plantio

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Moradores da Vila Davi II e acolhidos da Casa Menino Pródigo durante treinamento

Plantio ocorre nesta sexta-feira, 30, e era um desejo antigo da comunidade

Moradores da Vila Davi II e acolhidos da Casa Menino Pródigo, em Imperatriz, participaram de treinamento para ação do plantio de mudas que ocorrerá no próximo dia 30 nas ruas do bairro. A iniciativa da VLI, por meio do seu Programa Atitude Ambiental e o Plano de Prevenção às Queimadas, com apoio da Prefeitura Municipal, atende a um desejo antigo da comunidade, que se ressente da falta de arborização na localidade.  

O assistente de Meio Ambiente da VLI, José Carlos Lima Chaves, disse que essas ações de conscientização e capacitação nas comunidades são fundamentais para promover uma educação ambiental. “É incrível ver como os moradores  abraçam as ideias e as colocam em prática. Promovem reflexões, pois eles (os moradores) têm muito conhecimento empírico, e aprendemos muito com a comunidade sobre meio ambiente”, pontua

De acordo com Rachel Rodrigues, analista da Ser Integral, empresa que dá suporte à VLI nessas ações, os participantes receberam orientação sobre as espécies de plantas e noções de cuidados com ênfase para o aspecto da luminosidade, umidade, espaços e atenções para o desenvolvimento de plantas arbóreas, adubos e alternativas sustentáveis.   

A ação faz parte, também, do trabalho de prevenção e conscientização das queimadas e incêndios, comuns na região. Ao todo, até este mês, a VLI já realizou, por meio do Atitude Ambiental, 173 atividades ao longo da Ferrovia Norte Sul.

A Diretora de departamento de educação ambiental e áreas protegidas da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Imperatriz, Bárbara Rodrigues, também participou do treinamento e destacou a importância da arborização urbana, cujos benefícios estão relacionados à estabilidade climática, ao conforto ambiental, melhoria da qualidade do ar, bem como da saúde física e mental da população. Barbara também disse que, durante o encontro, foram definidas as espécies mais adequadas para o plantio.

A presidente da Associação de Moradores da Vila Davi II, Zuleide Ribeiro, disse estar feliz com essa iniciativa e informou que as mudas serão distribuídas pelas ruas do bairro. A ação de plantio acontece dia 30 a partir das 8h.

“Essa ação é muito bem-vinda para o bairro da Vila Davi II. É um desejo antigo dos moradores. Com as orientações vamos fazer o plantio em local adequado e como vamos cultivar as plantas. A comunidade agradece essa ação, que está sendo muito bem recebida”, disse Zuleide.    

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150 melhores empresas para trabalhar pela revista Você S/A, a VLI também foi eleita a mais inovadora empresa de transporte e logística, pelo Prêmio Valor Inovação Brasil 2020, e conquistou o 1º lugar na categoria Transporte e Logística das Melhores, da IstoÉ Dinheiro. A VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

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Perdeu o Reggae Point dessa segunda-feira? Ouça agora!

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O Reggae Point dessa segunda-feira (26) trouxe lindas recordações no Arquivo Pesado, como por exemplo, Give The Nigger A Chance, de Rad Bryan (aniversariante da última semana); King of Babylon, de Junior Byles; e You Can’t Blame The Youth, do grupo Byron Lee & The Dragonaires. O DJ Waldiney também fez um resumo sobre os eventos que ocorreram no último fim de semana, destacando o Bar do Nelson (Calhau), Projeto Agarradinho (Beira Mar) e Reggae das Antigas, que ocorreu no Real Bar (Jardim América). O programa já está disponível aqui!

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VASCO. A VERDADEIRA HISTÓRIA

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1.Na época em que O Vasco da Gama foi fundado, 1898,  o turfe, o ciclismo e o remo eram as modalidades esportivas que seduziam os jovens na capital da República. D,Pedro II ainda era o regente quando no Brasil surgiram as primeiras agremiações dos esportes náuticos.

A sedução pelos  esportes náuticos dava-se  pela movimentação das elites dos centros urbanos fugindo da insalubridade em busca do ar puro da orla da baía de Guanabara. O mar sugeria saúde  em contraponto aos lugares centrais vítimas da sujeira provocada pela contaminação dos esgotos a céu aberto, proliferando epidemias.  

Nas 3 primeiras décadas  de sua fundação o Vasco tornou-se uma das principais agremiações do remo só vindo a aderir ao futebol em 1915 após sua fusão com o Lusitânia SC, que também nasceu da colônia portuguesa do Rio. Com o nascimento da República as associações desportivas cariocas começaram a se estruturar como times de futebol a partir de 1904.

2.No ano 1922, já na primeira divisão o Vasco venceu todas as disputas que participou.  E qual era o seu diferencial? No Vasco todos participavam diariamente de treinos técnicos e físicos. Em seu livro O negro no futebol brasileiro Mario Filho escreve: ‘Às vezes, de noite, se a noite era de lua podiam-se ver  os jogadores do Vasco treinando.” Mas havia uma outro diferencial a ser destacado: a origem de seus jogadores. Clubes como Fluminense, Botafogo e Flamengo eram formados por jovens da classe média carioca. O Vasco apresentava  um time de gente negra e parda, operários oriundos da classe pobre, trazidos da periferia da cidade.

A massa sentia-se atraída a acompanhar o Vasco onde quer que fosse, provocando ressentimento dos adversários. Para eles  o Vasco era um estranho no ninho  que, no entanto, vencia e vencia. Assim que tricolores, flamenguistas etc deram-se conta de que iam para os estádios para assistir a derrota dos seus para os ‘camisas pretas’  a coisa mudou de figura. A bronca com os portugueses, gerada por uma onda de xenofobia era que, se não fosse por eles,  aquele time formado por operários, pretos e mulatos não estaria desafiando e vencendo  gente de boa família.

Começou então uma onda de xenofobia e jacobinismo. Ainda Mário Filho: “O português levava a culpa. Pouco importava que o time do Vasco  com seus brancos, pardos, mulatos e negros fosse brasileiríssimo.”

O resto já se sabe. Inexplicável má vontade perdura até hoje contra o clube especialmente na mídia dominante no Rio e, daí para o país,  a ponto de se tentar transferir para outros times toda aura de popularidade e  tradição vanguardista conquistada, em sua origem, pela equalização dos direitos individuais e pela absorção dos desvalidos. Bastou um resultado adverso na copa de 1950 para se iniciar o processo de tentativa de demolição da popularidade do time, (que foi a base dessa seleção brasileira)  escolhendo-se  para bode expiatório  o grande goleiro Barbosa, eternamente considerado culpado pelo revés, por causa de sua negritude.   

Nada disso arrefece o apego de sua torcida ao time apesar de recentes dissabores. Combalido financeiramente à reboque de  administrações desastrosas, peculiares à estrutura avulsa do futebol brasileiro, o Vasco , no entanto, ostenta como patrimônio , além de sua imensa torcida, um estádio de futebol,  São Januário,  que é o único dessa envergadura no país, a  ter sido construído, tijolo por tijolo, com a ajuda apenas do suor de seus  torcedores.

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