Faene completará duas décadas de trabalho no Maranhão em 2023

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Ricardo Carreira vai celebrar os 20 anos de atuação da Faene no Maranhão

São Luís – A Faculdade de Negócios Faene, instituição comandada pelos empresários Ricardo e Michele Carreira e situada no Residencial Pinheiros, completará duas décadas de atuação no Maranhão em 2023. A programação em homenagem terá início no mês de novembro deste ano com a apresentação de uma camiseta alusiva e um selo comemorativo.

Segundo o diretor de Negócios, Ricardo Carreira, o ano de 2023 será muito especial para a Faene, que tem uma história de muito trabalho em prol da educação e do desenvolvimento do estado. A instituição agrega cursos de graduação e pós-graduação, atuando na capital e interior, além de outros estados.

Faene fica localizada no Residencial Pinheiros e agrega cursos de graduação e pós-graduação

Carreira antecipou que a ideia é que sejam realizados 20 eventos dentro da programação comemorativa, incluindo cursos, seminários, palestras, encontros e cafés.

“Toda essa programação culminará com a Semana de Gestão e Negócios 2023, onde premiaremos profissionais e empresas que se destacaram no Maranhão também ao longo de 20 anos de atuação; Somos gratos a Deus por termos chegado até aqui com um trabalho sério, focado, dinâmico e acompanhando as transformações tecnológicas e sociais”, disse Carreira.

Curso de extensão

Ricardo Carreira informou, também, que de 17 a 20 de novembro deste ano, também dentro das comemorações pelos seus 20 anos, a Faculdade vai reeditar o curso de extensão sobre Docência, Inovação na Aprendizagem e Didática Universitária, sempre com alta demanda.

As aulas serão conduzidas por ele e pela professora Elaine Sousa. O curso passou dois anos e meio sem ser oferecido à comunidade e está sendo retomado.  A divulgação terá início neste mês de outubro.

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Dr. Julinho demonstra força e consegue votação expressiva em Ribamar para os seus aliados

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O prefeito de São José de Ribamar, Dr. Julinho, foi um cabo eleitoral importante para os seus candidatos

As eleições aconteceram no último domingo e um sentimento de gratidão toma conta do atual prefeito de São José de Ribamar, Dr. Julinho, pela votação expressiva e a força política demonstrada dentro do território ribamarense.

O chefe do executivo ribamarense agradeceu ao apoio e a votação expressiva destinada aos seus deputados que, juntos, receberam mais de 15 mil votos, sendo mais de 7 mil para Josimar de Maranhãozinho (deputado federal), e mais de 7 mil para o deputado estadual Pará Figueiredo.

Além disso, o prefeito Dr. Julinho agradece pelos votos destinado ao candidato Weverton Rocha para o Governo do Maranhão.

“Sou grato a todos os ribamarenses que nos ajudaram nesse momento tão importante. Tenho certeza que é uma via de mão dupla, onde os nossos candidatos, que já tem nos ajudado em nosso município, continuarão destinando emendas para melhorias de áreas como saúde, educação e assistência social. Muito obrigado, ribamarense! É com o coração cheio de alegria que deixo aqui registrado o meu sentimento de gratidão”, destacou o prefeito Dr. Julinho.

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Ministério Público solicita regularização do transporte escolar na zona rural de Alcântara (MA)

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Ilustração

Em Ação Civil Pública ajuizada nesta quinta-feira, 29, o Ministério Público do Maranhão (MPMA) solicitou que o governo estadual, a Prefeitura de Alcântara e o prefeito Nivaldo Araújo tomem providências para regularizar o transporte para estudantes do povoado Praia de Baixo e outros na zona rural do município.

A manifestação, formulada pelo promotor de justiça Raimundo Nonato Leite Filho, foi motivada por denúncia apresentada em fevereiro, relatando que o ônibus escolar não estava buscando os alunos residentes em Praia de Baixo.

O MPMA solicitou informações à Secretaria Municipal de Educação sobre a razão da falta de transporte para os estudantes do povoado.

Segundo o órgão municipal, os alunos fazem parte do ensino médio e a competência para o serviço é do Estado do Maranhão. A administração municipal estaria arcando com os custos do transporte e a justificativa para a falta de prestação do serviço seria o acesso difícil ao povoado, porque as condições da estrada impossibilitam o tráfego de veículos de grande porte.

A Promotoria de Justiça de Alcântara também pediu à Secretaria de Estado de Educação informações sobre o transporte escolar sob sua responsabilidade, no município. A informação recebida foi que a Prefeitura de Alcântara havia aderido ao Programa Estadual de Apoio ao Transporte Escolar (PEATE) e recebido R$ 103 mil, em 2021, para atender 519 alunos do ensino médio, na zona rural da cidade. Entretanto, o Município não entregou a prestação de contas referente aos recursos em tempo hábil.

Quando normalizou a situação, o Município não regularizou a validade da Certidão Negativa de Débitos Relativos aos Tributos Federais e à Dívida Ativa da União. Mesmo assim, a administração municipal tem recebido recursos relativos ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE). Até agosto de 2022, foram destinados ao Município R$ 243.075,77.

De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, o Município de Alcântara pode viabilizar o transporte escolar porque recebeu recursos do programa, além de ter recebido três ônibus escolares. Além disso, a prestação do serviço foi descontinuada devido à dificuldade de acesso à região, porque as estradas vicinais estão intrafegáveis.

REIVINDICAÇÕES

“Tenho recebido diariamente relatos da falta de transporte escolar em todos os povoados que compõem a zona rural de Alcântara”, afirmou o promotor de justiça.

O representante do MPMA informou que na última quinta-feira alunos do Centro de Ensino Médio Professor Aquiles Batista Vieira, na zona rural, encaminharam abaixo-assinado com 91 assinaturas, solicitando providências para regularização do serviço. Desde 19 de setembro, com o retorno das aulas presenciais, eles não conseguem frequentar as aulas, devido à falta de transporte.

“O Estado, o Município e o prefeito Nivaldo Araújo vêm, ao longo de mais de sete meses tratando o transporte escolar de forma omissa e precária, desassistindo muitos dos alunos atendidos. É imperativo assegurar a regularidade do transporte escolar dos alunos do povoado Praia de Baixo e demais povoados que estão matriculados na Escola CEM Professor Aquiles Batista Vieira, como garantir que o serviço seja prestado de forma digna e segura”, enfatiza Raimundo Leite Filho.

PEDIDOS

Para garantir a regularização do serviço de transporte escolar, o Ministério Público requer que a Justiça estabeleça multas diárias, a serem pagas pessoalmente pelo governador do Maranhão e pelo prefeito Nivaldo Araújo. O valor deve transferido ao Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos.

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Uma análise fria sobre as eleições presidenciais

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Cubes of ice covered with water drops. Frozen water in form of a cube, ice. Critically pure ice.

Fria é uma palavra que exprime uma temperatura que não combina com o clima polarizado que tomou conta do nosso país, mas é a palavra e o sentimento que precisa se sobressair quanto se deseja analisar com o máximo de isenção e com a maior imparcialidade possível uma conjuntura.

Preciso deixar de lado qualquer resquício de opinião e de sentimento que por acaso eu tenha sobre este ou aquele candidato, sobre esta ou aquela proposta e sobre um ou outro lado nesta disputa. Desde logo digo que isso é uma tarefa muito difícil, pois o desapego àquilo no qual você acredita, nunca é uma coisa fácil de fazer.

Vamos aos fatos. São apenas quatro os candidatos citáveis nesta eleição presidencial, sendo que dois são coadjuvantes e dois protagonistas.

A disposição espacial destes candidatos é a seguinte: Lula está à esquerda do quadro e ao lado direito dele está Ciro, que por sua vez tem do seu lado direito Tebet e por fim, à direita dela está Bolsonaro. Desta disposição ninguém discorda, certo?

Os dois candidatos citados mais ao centro desta linha são os coadjuvantes e como tal atiram nos candidatos que se encontram nas pontas e jamais um contra o outro, pelo contrário, eles trocam figurinhas entre si.

A Tebet está fazendo um papel melhor que qualquer um poderia imaginar, mas é apenas e tão somente um papel, um roteiro, uma narrativa, ela está plantando algo que poderá ou não vir a colher no futuro.

O Ciro também está fazendo um papel muito melhor do que qualquer analista poderia imaginar. Ele está tão bem que até a mim, que tenho pavor de “bandido inteligente”, ele impressionou, ao ponto de cogitar votar nele.

Ciro é o mais preparado dos candidatos, e exagerando um pouco, posso dizer que se somarmos todas as aptidões e capacidades dos demais candidatos, ainda assim não superariam as dele, porém ele traz em si os piores germes dos dois protagonistas desta eleição, ele é tão temerário e irresponsável quanto Lula e tão autoritário e boçal quanto Bolsonaro, sendo que é muito mais inteligente e competente que ambos juntos. Tenho medo de gente assim.

Chegamos a Lula e Bolsonaro. Pobre e triste sina de meu amado país, ter que escolher entre estes dois sujeitos. Um representa o patrulhamento ideológico, o aparelhamento das instituições, o populismo hipócrita, a manipulação midiática, a corrupção deslavada. O outro representa a falta de respeito, a insensibilidade, o autoritarismo, a incapacidade de convivência social, o negacionismo.

Os defensores de ambos vão defendê-los com unhas e dentes e me acusarão de ser parcial ou partidário. Algumas das coisas que eu disse acima podem até serem contestadas, porém são coisas que se diz sobre ambos e que de uma forma ou de outra, colou a suas imagens, e um político nada mais é que aquilo que sua imagem representa!

Dizer que Lula não é ladrão é praticamente impossível, da mesma forma que negar que Bolsonaro seja genocida! Se é verdade ou não, isso não importa mais, para uns e para outros eles são isso mesmo.

Em 2018 Bolsonaro foi eleito como resposta a ideologia e aos políticos que durante vinte e quatro anos comandaram o Brasil, sendo oito deles encabeçados pelo PSDB e dezesseis pelo PT.

Bolsonaro teve 4 anos para demonstrar que poderia fazer melhor e até conseguiu fazer isso em muitos e importantes aspectos, como o da economia e das finanças, porém pecou absurdamente no aspecto político, diplomático e institucional. Seus acertos não são e não serão sentidos tão imediatamente, mas seus erros são instantâneos e refletem negativamente na hora que ele fala, nem precisando que ele venha a fazer o que diz.

Da mesma forma que a maioria do povo brasileiro disse não a Lula e sua turma em 2018, tudo indica que dirá não a Bolsonaro em 2022. O certo é que infelizmente o Brasil vai sair dessa eleição mais dilacerado e dividido. O certo é que sairemos menores e enfraquecidos, e se me perguntarem de quem é a culpa, eu direi, agora deixando de ser tão frio e imparcial. A culpa é de Lula, que poderia ter sido um grande líder, um grande estadista, mas preferiu ser o comandante de uma corrente ideológica e partidária. A culpa é de Bolsonaro, que não teve a capacidade de se portar como um estadista, de dar o exemplo que precisa ser dado por aqueles que têm a função de líder, que não foi capaz de entender os mecanismos da política e de ter a sensibilidade necessária para conviver com os antagônicos.

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Votar nulo ou em branco para outros cargos não anula votação para presidente

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Uma nova versão sobre um boato antigo circulou no aplicativo WhatsApp e confundiu o eleitorado sobre o funcionamento dos votos brancos e nulos. A publicação afirmava que se a eleitora ou o eleitor votasse apenas para presidente e em branco para os demais cargos o voto seria considerado “parcial” e, por isso, acabaria sendo anulado.

A informação é falsa. Ao contrário do que afirma o boato, é possível votar somente para presidente ou para qualquer outra função se essa for a vontade do eleitor. Isso acontece porque a urna eletrônica contabiliza cada voto individualmente e a escolha por votar em branco ou nulo em um dos cargos não interfere na forma como a votação será computada pelo aparelho.

Ou seja, essa história de “voto parcial”, que começou a rodar a internet durante as Eleições 2018, simplesmente não existe. Além disso, as mesárias e os mesários ainda estão sendo nomeados e, portanto, não passaram pelo treinamento para auxiliar a Justiça Eleitoral nos trabalhos de outubro deste ano.

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