Crime ambiental: pesca de zangaria causa morte de milhares de sardinhas na Praia de Araoca, em Guimarães-MA

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Milhares de sardinhas mortas pela pesca de zangaria, segundo especialistas

Milhares de sardinhas apareceram mortas neste fim de semana, na Praia de Araoca, no município de Guimarães, no litoral ocidental do Maranhão. A mortandade dos peixes tem como causa a pesca de zangada, segundo informações de especialistas, que apontam crime ambiental e cobram providências das autoridades para punir os culpados e evitar que a situação volte a ocorrer.

Vários vídeos enviados ao blog mostram uma imensa quantidade de sardinhas mortas. De acordo com um veterinário que trabalha na região, os milhares de peixes morreram ao ficar presos nas redes de zangaria durante a maré baixa. Essa modalidade de pesca é considerada predatória e é proibida em grande extensão do litoral brasileiro.

A Praia de Araoca é um importante atrativo do Litoral do Maranhão e registra visitação crescente. Recentemente, a região recebeu investimentos do Governo do Estado para melhorar a infraestrutura turística, a fim de desenvolver a atividade e gerar mais receita.

Assista aos vídeos aqui, aqui, aqui e aqui.

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CAPS AD Estadual por meio de sua direção e equipe continuarão acompanhando paciente acolhido na praça Deodoro, Centro de São Luís

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O coordenador do CAPS AD Estadual, Marcelo Costa, ao lado do paciente Thalisson

Na 6ª edição da Ação Resgate de 2024, organizada pela equipes do Governo do Maranhão realizam nesta sexta-feira (19), na Praça Deodoro, Centro de São Luís, o Centro de Assistência Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD Estadual) fazer o resgate do Thalisson que é paraplégico, usuário de drogas e encontrava-se em situação de extrema vulnerabilidade em frente ao Banco do Brasil da praça Deodoro. O mesmo já está internado em hospital de urgência para providências clínicas importantes, iremos acompanhar de perto, sabendo que foi só o início, mas feito corretamente.

“Estamos hoje acompanhando o Thalisson que passou por procedimento de desbridamento (é o ato de remover tecido necrótico ou materiais biológicos, como crostas, hiperqueratose (é um espessamento da parte mais externa da epiderme, o stratum corneum), corpos estranhos, fragmentos de ossos e micro-organismos, de uma lesão traumática ou crônica a fim de promover a exposição do tecido saudável) na região sacral , em decorrência de úlceras de decúbito provocado por longos anos em situação de rua e ser paraplégico. O CAPS AD Estadual e sua área social irão acompanhar o processo de recuperação, inclusive foi solicitado por nós parecer para psiquiatra e psicólogo da unidade na qual está internada acompanhar seu período de hospitalização”, explicou o coordenador do CAPS AD Estadual, Marcelo Costa.

O CAPS AD Estadual tem como objetivo prestar assistência em saúde à população, além de atender pessoas em situação de rua e dependentes químicos.

Serviço

O CAPS AD Estadual fica localizado na Rua Conde D’Eu, s/n, no bairro do Monte Castelo e funcionará de segunda a sexta-feira, das 8 às 18h, atendendo demanda espontânea. O serviço atende pacientes por demanda espontânea, encaminhados por Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou de hospitais gerais.

O CAPS AD é destinado ao atendimento diário, com assistência clínica, acompanhamento e reabilitação psicossocial de usuários com transtornos mentais decorrentes do uso de álcool e drogas. É um serviço de saúde aberto ao público, oferecido pelo Sistema Único de Saúde.

Dentre os serviços disponibilizados, estão o atendimento individual e em grupo, os tratamentos medicamentoso e psicoterápico, orientação familiar, atividades comunitárias, oficinas e visitas domiciliares. O CAPS estima atender a, aproximadamente, 100 pacientes por dia. A unidade possui uma estrutura física com refeitório, banheiros, salas de atendimento da equipe de saúde e de terapia de grupo, adequadas ao atendimento diário deste quantitativo.

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Polyana Dominici reúne-se com grupo de mulheres em comunidade de São Luís

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Polyana Dominici com grupo de mulheres durante café da manhã surpresa em sua homenagem

São Luís – O mês de abril foi de gratas surpresas para a empresária Polyana Dominici, proprietária da Clínica de Estética Avançada Polyana Dominici, localizada no bairro São Marcos, e que está atraindo todas as atenções desde que abriu as portas.

Polyana foi surpreendida com uma surpresa de um grupo de mulheres de uma comunidade de São Luís com as quais ela mantém um vínculo solidário, por meio do projeto “Semente da Mente no Coração”.

Polyana Dominici recebe o carinho de mulheres da comunidade

“Trata-se de uma iniciativa voltada para o desenvolvimento pessoal e profissional dessas mulheres, sendo a maioria donas de casa. Nós levamos muito carinho e outras coisas mais que as ajudam a levantar a autoestima e a seguir em frente”, frisou a empresária e futura médica.

Polyana descontrai ouvindo histórias de vida de idosa da comunidade
Polyana Dominici recebe presente durante o encontro

A surpresa foi em forma de um simples e delicioso café da manhã, seguido de muita interação, orações e bate-papo. “Foi uma manhã muito agradável e de troca de energias com aquelas mulheres guerreiras. Saímos de lá renovados”, disse Polyana Dominici.

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Justiça Eleitoral não cobra custas processuais para julgamento de ações ou recursos

As custas processuais, que são taxas judiciárias devidas pela prestação de serviços públicos de natureza forense para o julgamento de ações ou recursos, não são cobradas na Justiça Eleitoral. Diferente do que acontece em outros tribunais, o tratamento dado nesse ramo da Justiça é peculiar, tendo em vista que a própria Constituição Federal (CF), em seu artigo 5°, que inaugura os direitos e garantias fundamentais, diz que, além do habeas corpus e habeas data, qualquer ato necessário ao exercício efetivo da cidadania deverá ser gratuito, ou seja, não vai ser objeto de custas, nem emolumentos.

Esse entendimento da CF foi adotado pela esfera eleitoral. Em 1996, foi criada a Lei 9.265, a qual tornou gratuitos atos necessários à cidadania, como os pedidos de informações ao poder público, em todos os seus âmbitos, objetivando a instrução de defesa ou a denúncia de irregularidades administrativas na órbita pública; as ações de impugnação de mandato eletivo (AIME) por abuso do poder econômico, corrupção ou fraude e quaisquer requerimentos ou petições que visem as garantias individuais e a defesa do interesse público.

No ano seguinte, a Lei das Eleições (Lei 9.504/97) criou novas ações, como explica Alessandro Rodrigues da Costa, coordenador de Registros Partidários, Autuação e Distribuição (CPADI) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Essas novas ações e representações, entre elas a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), também receberam o mesmo tratamento que a AIME, uma ação constitucional. A partir daí, a própria jurisprudência do TSE estendeu para que, não só as ações eleitorais, mas qualquer feito eleitoral fosse desprovido de cobranças, custas processuais, emolumentos e condenação em sucumbência.” 

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Um país sem luminares

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Sempre quis ter uma máquina do tempo, para poder constatar a veracidade de alguns fatos históricos, mas hoje eu queria poder viajar para um passado não muito distante e perguntar para Ulisses Guimarães, o senhor constituinte, o que ele pensa sobre tudo isso que está acontecendo em nosso país, sobre as atitudes perpetradas pelos atuais ministros do STF, sobre a conivência do Congresso Nacional.

Por falar nisso por onde andará Fernando Henrique Cardoso, que nada faz para defender nossa Constituição que está sendo dilacerada? Por onde anda o eterno candidato a presidência da república, Ciro Gomes, que nada diz sobre os desmandos do STF? Nem pergunto sobre o paradeiro dos presidentes das casas legislativas federais, pois esses são coniventes com toda essa usurpação de poder.

Sabem o que é pior nisso tudo? É que aqueles que se levantam contra as arbitrariedades que estão sendo cometidas em nosso país, são tidos como bolsonaristas, quando eles são na verdade verdadeiros cidadãos e patriotas que abominam os atos inconstitucionais cometidos pelo STF, e repudiam as idiotices perpetradas por Bolsonaro.

Daqui a algum tempo, olharemos para essa quadra de nossa história e veremos uns envergonhados por não terem dito ou feito nada em defesa do estado democrático de direito e do devido processo legal, veremos outros arrependidos por terem aceitado e até apoiado essa absurda tirania que está sendo praticada em nosso país, mas aqueles que se posicionaram contra essas ações infames que atentam contra a lei constitucional e a justiça, esses serão reconhecidos como defensores do Brasil.

O que se dizer de um país que não tem luminares que possam servir de guia, de parâmetro para seu povo, que possa se manifestar em defesa daquilo que é correto e contra as atrocidades cometidas pelos poderosos de todo e qualquer tipo. Saudade de Ulisses, de Teotônio, de Tancredo… Pelos nomes parece estarmos falando da Grécia Antiga, mas falamos é daqui do Brasil, um país sem líderes que possam se levantar contra as iniquidades que estão sendo cometidas diariamente contra a lei constitucional, o regime republicano e o devido processo legal.

Que líderes nos restaram? Com quais luminares podemos contar? Dois ex-presidentes cassados pelo congresso nacional, um outro, substituto, que depois foi preso, outros dois, acadêmicos nonagenários, no crepúsculo da vida, sem contar com um outro que se alguma luz tiver não alumia nem como um vagalume.

Quem pode servir de guia, de líder de voz, de luz do povo, neste momento?

Um país sem líderes, sem luminares, é presa fácil para o tipo de gente que vem destruindo a nossa democracia, e o que é pior, agem na desculpa de protegê-la.

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