Auxilio Cidadão injeta R$ 3,6 milhões na economia de São José de Ribamar

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O prefeito Dr. Julinho apresenta o cartão do Auxílio Cidadão, que injetará R$ 3,6 milhões na economia de São José de Ribamar


O programa Auxílio Cidadão foi lançado nesta sexta-feira, 18, em São José de Ribamar. O objetivo é beneficiar famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social. A cerimônia restrita, devido à pandemia de Covid-19, aconteceu na Biblioteca Pública Municipal.

Ao todo, 10mil famílias ribamarenses serão beneficiadas com o programa. A prefeitura investiu 3,6 milhões de reais de recursos próprios, para garantir o benefício. Nesta primeira etapa, 4.829 famílias receberão o Auxilio Cidadão.

Segundo a secretária de Assistência Social, Trabalho e Renda, Gilvana Duailibe, o recurso pago para essas famílias vai impactar toda a cidade de forma positiva. “Todo processo do programa foi minuciosamente pensado para que o valor investido circule somente dentro do município. Dessa forma, nós vamos contribuir com as famílias em situação de vulnerabilidade e com a economia local”, destacou a secretária. 

As famílias vão receber R$ 360,00, que serão pagos em três parcelas de R$ 120,00. Os dados dos beneficiados foram retirados da base, referente ao mês de março, do Cadastro Único do Governo Federal.

A secretária de Assistência Social, Trabalho e Renda, Gilvana Duailibe com cidadãs ribamarenses contempladas pelo benefício

De acordo com o prefeito de São José de Ribamar, Dr. Julinho Matos, o Auxílio Cidadão vai reduzir o sofrimento das pessoas em situação de vulnerabilidade. “O investimento vai garantir que as famílias de baixa renda coloquem alimento na mesa. Esta foi a forma que a gestão encontrou para reduzir os impactos deixados pela pandemia em nossa cidade”, argumentou.

Além de ajudar as famílias, o Auxílio Cidadão também vai movimentar a economia ribamarense, pois o dinheiro do programa só poderá ser gasto em estabelecimentos da cidade que fazem parte da rede credenciada.

A consulta dos contemplados, local e recebimento dos cartões e da rede credenciada será feita por meio de um aplicativo, que ficará disponível a partir do dia 23 de junho. A população também pode realizar a consulta na Central do CadÚnico, no Moropoia, ou em qualquer unidade Cras de São José de Ribamar.

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O pior cego é aquele que não deseja ver

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O fato de eu ser um daqueles sujeitos que dão uma boiada para entrar em uma polêmica, seja ela filosófica ou política, e duas boiadas para não sair dela sem que tenha sido declarado vencedor, e ainda por cima, estar ocupando a Secretaria de Comunicação do município de São Luís, tem feito com que eu tenha me manifestado muito pouco através de meus artigos no jornal, repercutidos em meu Blog e Facebook, pois acredito que toda a visibilidade deve ser dada às ações da prefeitura como um todo e às ações, atitudes, gestos e manifestações do prefeito Eduardo Braide.

Mas para tudo há um limite e esta semana cheguei ao meu.

Fico abismado com a incapacidade de algumas pessoas em entenderem, ou melhor, em aceitarem o funcionamento dos mecanismos políticos, e olha que essas pessoas a quem me refiro são o que se poderia chamar de “caciques”.

Pois bem, esses “caciques” não conseguem admitir nem aceitar o protagonismo da Prefeitura de São Luís e o maravilhoso trabalho que vem realizando o prefeito Eduardo Braide e seus abnegados colaboradores, principalmente, neste caso específico, os da saúde, dirigida pelo jovem humilde e trabalhador, dr. Joel Nunes.

Por não admitir e não aceitar o sucesso decorrente de um trabalho sério, planejado minuciosamente e executado, tendo em mente aquelas quatro palavras iniciadas com a letra E – efetividade, eficiência, eficácia e excelência – é que muita gente resolveu inventar panaceias para tentar remediar seus insucessos no combate à pandemia de Covid-19.

Até gente da mais alta qualidade, pessoas a quem respeito, demonstram não entender que numa hora como essa, não interessa quem é que está realizando o trabalho, mas que ele está sendo feito, e bem, e que é isso deve ser apoiado e louvado.

Essa falta de humildade, essa incapacidade de enfrentar a realidade dos fatos, tem embaçado a visão dessas pessoas, transformando alguns em míopes e outros em cegos funcionais. Essa incapacidade de ver, ou melhor dizendo, essa falta de vontade de enxergar, de abrir os olhos para as coisas verdadeiras e boas que estamos realizando, pode custar caro para essas pessoas, como ocorreu na eleição do ano passado.

Mas o pior de tudo neste contexto apocalíptico, que em primeiro lugar é causado pela peste, e em segundo, pela “ignorância” ou mesmo pela má fé, é saber que a Defensoria Pública aventa a possibilidade de a vacina estar sendo ministrada preferencialmente para pessoas mais ricas, enquanto as mais pobres estariam sendo preteridas, fato que por si só seria um absurdo, se não fosse uma infâmia, uma aleivosia, uma canalhice mesmo.

Será que alguém, em sã consciência, acredita que o prefeito Braide, o secretário Joel e todo o pessoal envolvido com a vacinação em nossa cidade poderiam priorizar a vacinação para os ricos, deixando os pobres no esquecimento. Só sendo muito imbecil e canalha para pensar uma coisa dessas.

Pior é assistirmos uma reportagem na televisão de maior audiência da cidade, onde a repórter afirma que isso está acontecendo e como exemplo, coloca no ar uma mocinha de bem menos de 18 anos, que não é alvo da campanha de vacinação, dizendo que estava com medo de contaminar sua avó, pelo fato de ter ido visitá-la sem usar máscara!… Ora bolas, me comprem um bode!… Nós temos feito campanhas sistemáticas no sentido de conscientizar a população sobre a importância das medidas preventivas e sanitárias, e a mocinha não usa máscara, e isso é culpa da prefeitura!?…

Bem, acho melhor eu realmente me manter afastado de polêmicas, pois o trabalho que temos realizado é muito mais importante, tanto que São Luís tem sido notícia e notícia boa, em âmbito nacional e mundial, pelo trabalho no combate à pandemia e no sucesso da campanha de vacinação, tanto que nossa cidade ganhou o título de Capital Brasileira da Vacinação contra Covid-19. 

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Cinema Made in Brazil na TVN

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FOTO – DIVULGAÇÃO: Os atores Karine Teles e Antônio Saboia, que interpretam dois forasteiros no premiado filme Bacurau, um dos destaques da Semana do Cinema Nacional da TVN

A TVN está de parabéns por valorizar e democratizar o cinema produzido no país! Para quem é cliente da operadora fica a dica: Até o próximo domingo (20.06) está acontecendo a Semana do Cinema Nacional nos canais Megapix (canais 59/ 459)  e canais Telecine (canais, 460, 461, 462, 463, 464 e 465).

Entre os filmes da programação, nessa sexta (18.06) às 19H35 no Telecine Action, tem o premiadíssimo Bacurau, um misto de drama, thriller, faroeste e ficção científica, escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho e que tem no elenco a veterana Sônia Braga e o jovem ator Antônio Saboia, entre outros nomes internacionais. A produção conquistou diversos prêmios importantes, entre os quais, o Prêmio do Júri do Festival de Cannes de 2019, tornando-se o segundo filme brasileiro a receber esse prêmio, juntamente com O Pagador de Promessa, de Anselmo Duarte. O filme se passa no sertão brasileiro, e mostra a comunidade de Bacurau, que acabara de perder dona Carmelita, uma moradora respeitada por todos. Enquanto a cidade se prepara para o velório, estranhos episódios começam a acontecer e o povoado desaparece dos mapas online. O fora da lei Lunga, então, é chamado para ajudar seus conterrâneos a protegerem sua terra.

E tem mais na programação, sucessos como a trilogia do saudoso Paulo Gustavo “Minha Mãe é Uma Peça 1,2 e3” , o policial “Tropa de Elite 2”; filmes biográficos como “Gonzaga – De Pai para Filho”, “Tim Maia” e “Simonal” ; dramas como “A Divisão”, “Carandiru” e “Cidade de Deus” entre outros.

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FEMINICIDAS SOLTOS E À SOLTA

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645 O PENSADOR POLITICAMENTE INCORRETO DA PANDEMIA

SINCERO COMO UM NÚMERO

ÍNTEGRO COMO A MATEMÁTICA

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A HISTÓRIA COMO FARSA OU A FARSA COMO A HISTÓRIA

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Hegel dizia que a história se repete sempre pelo menos duas vezes

Karl Marx deixou registrado que a história se repete a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.

Luís Fernando Verissimo, que não é filósofo como Hegel e Marx, mas do alto de sua competência jornalística, disse que no Brasil a história não se repete como farsa, mas as farsas é que se repetem com a história.

Com vistas a dirimir este dilema, submeto à consideração do leitor, dois episódios vindos à tona em épocas diferentes, com forte repercussão nos meios políticos e militares, gerando crises e polêmicas, com o objetivo de arrastar o Brasil para tempos de incerteza democrática e de intranquilidade institucional.

O primeiro, aconteceu depois das eleições de outubro de 1955, quando o ex-governador de Minas Gerais, Juscelino Kubitschek, derrotou por pequena margem de votos os candidatos da UDN, general Juarez Távora, do PSP, Ademar de Barros, e do PRP, Plínio Salgado.

Derrotada nas urnas, a retrógada UDN, tendo o deputado Carlos Lacerda como porta-voz, passou a defender a tese de que só poderia assumir o cargo presidencial o candidato que tivesse obtido a maioria absoluta de votos, ou seja, a metade mais um.

Tratava-se de uma ardilosa manobra para impedir a posse de JK, que não havia conseguido  o que os udenistas desejavam e apregoavam, tese que hoje se assemelha ao artifício levantado pelo presidente Jair Bolsonaro, de querer que as eleições de 2022 ocorram pela extinta cédula única, no irracional  entendimento de que o processo eleitoral, pelo sistema eletrônico, enseja o renascimento da fraude.

 Com o pensamento de anular as legítimas eleições presidenciais, no dia 1º de novembro de 1955, no enterro do general Canrobert Pereira da Costa, presidente do Clube Militar, o coronel Jurandir Bizarria Mamede, insurgiu-se contra a vitória eleitoral de JK, por considerá-la “uma mentira democrática e por estabelecer o predomínio da minoria, baseada numa pseudalegalidade imoral e corrompida.”

O general Henrique Teixeira Lott, ministro da Guerra, um militar legalista, anunciou a punição do coronel Mamede, que, como oficial da ativa, não poderia fazer manifestação política, assim como o fez recentemente o general Eduardo Pazuello, num ato político em favor da reeleição do presidente Jair Bolsonaro.    

À época, encontrava-se à frente do Palácio do Catete, o presidente da Câmara Federal, deputado Carlos Luz, substituto do sucessor de Vargas, João Café Filho, licenciado para tratamento de saúde.  No exercício do cargo presidencial, o udenista Carlos Luz, por não concordar com a punição de Mamede, demitiu o general Henrique Lott do cargo de ministro da Guerra, mas, este, com o apoio de outros militares, destacando-se o general Odilo Denis, comandante do I Exército,  coloca as tropas nas ruas do Rio de Janeiro, a 11 de novembro, ato que conduz o Congresso Nacional a destituir Carlos Luz e elege para substitui-lo o senador Nereu Ramos, do PSD, dando o chamado “golpe preventivo”, não para impedir, mas para garantir a posse de Juscelino Kubitschek.

Diante do cenário político-militar de 2021, quando ao contrário de 1955, o general Eduardo Pazuello,  no exercício da atividade militar, não foi punido pelo superior hierárquico, que mandou arquivar o processo contra o ex-ministro da Saúde, vale perguntar ao leitor: quem está certo no que se refere à dicotomia história-farsa: Hegel, Marx ou Luís Fernando Verissimo?  

O OUTRO LADO DE HAROLDO SABOIA

Eu sabia que Haroldo Saboia, pela sua atuação na vida pública, foi uma figura política competente e com atuação destacada nos cargos eletivos para os quais se elegeu: vereador à Câmara Municipal de São Luís, deputado à Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado à Câmara federal e deputado Constituinte.

Por reconhecê-lo dono dessas virtudes políticas, tomei um estrondoso e alegre susto, quando dele recebi mensagem, na qual revelava a outra vertente de sua personalidade: o de apreciador e restaurador de casarões históricos abandonados ou em processo de ruínas. Eis a mensagem: “Meu amigo Buzar, li sua nota sobre a localização da secretaria da Cultura na Avenida dos Holandeses. Lamentável é a realidade do nosso Estado. Na verdade, quem mais contribui para o esvaziamento do Centro Histórico são os poderes públicos federal, estadual e municipal. Passei, por exemplo, 10 anos restaurando um belíssimo casarão, na Rua da Savedra, com fachadas de azulejo e três andares. Há um ano procuro alugá-lo. Foi um trabalho primoroso. Seu confrade, Phillipe Andres esteve lá recentemente e saiu encantado com o que viu.”

DOM BELISÁRIO

Dos últimos arcebispos nomeados para a Arquidiocese do Maranhão, Dom José Belisário, que acaba de nos deixar, preocupou-se apenas com os problemas eclesiásticos e pastorais.

Os seus antecessores, Dom Carlos Carmelo, Dom Adalberto Sobral, Dom José de Medeiros Delgado, Dom Antônio Fragoso e Dom João José da Mota e Albuquerque, além das pertinentes ações sacerdotais, não deixavam de participar de atividades públicas e privadas, desde que tivessem repercussão na vida eclesiástica.

Se Dom Belisário era arredio socialmente e não se imiscuía em atos que achava descabidos à sua esfera de atuação, era dotado de uma virtude que os seus antecessores se ressentiam: ser uma figura humana cordial, fraterna e extremamente culta.

NAVIO INDIANO

Em matéria de saúde pública e relacionada com o problema infeccioso da Covid-19, o melhor que aconteceu no Maranhão foi o anúncio da chegada no porto de São Luís de um navio-cargueiro, vindo da Índia, com a tripulação contaminada pelo vírus.

A notícia, como um rastilho de pólvora, apavorou as autoridades brasileiras e os governantes maranhenses, que montaram em São Luís um aparato para defender a nossa população com vacinas de todos os tipos, vindas aos montes de Brasília, imediatamente aplicadas em pessoas ainda não vacinadas daqui e de outras cidades.

FESTIVAL DE BESTEIRA

O competente jornalista carioca, Sérgio Porto, mais conhecido por Stanislau Ponte Preta, criou no jornal Última Hora uma coluna intitulada Festival de Besteira que Assola o País ou Febeapá.

Se Sérgio Porto não tivesse falecido, certamente não deixaria de incluir no seu Febeapá um assunto que anda circulando na internet condenando o Governo do Maranhão pela veiculação de uma oportuna e comovente peça publicitária, que tem como fundo musical a bela composição de Sérgio Bittencourt, intitulada Naquela Mesa, criada como um apelo para a população se vacinar e não perder os familiares.         

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