PF vasculha região portuária de São Luís em busca de drogas e incinera 300 kg de cocaína apreendida no Maranhão

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Equipe da PF acompanha operação de carga de navio à procura de vestígios de tráfico de entorpecentes

A Polícia Federal realizou diversas ações voltadas à prevenção e à repressão ao tráfico de entorpecentes. Estão sendo realizados patrulhamentos e fiscalizações em portos e abordagens em embarcações.

Policiais federais observam navio em busca de indícios de transporte de drogas na região portuária de São Luís

Nesta sexta, foram incineradas, com autorização do Tribunal de Justiça do Maranhão, aproximadamente 300 KG de cocaína, oriundas de apreensões.

Policiais federais fazem incursão em embarcação ancorada em porto de São Luís em busca de entorpecentes

Tais ações fazem alusão à Semana Nacional de Políticas sobre Drogas, que foi instituída pela Lei 13.840/2019, e ocorre no período de 21 a 24 de junho.

300 KG de cocaína apreendidos em poder de traficantes prontos para incineração, em atividade alusiva à Semana Nacional de Políticas sobre Drogas
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Filme “Um Dia Qualquer” já está em cartaz em algumas capitais brasileiras

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Paulo Ricardo Dias (esq.) com o protagonista do filme, Augusto Madeira

São Luís – “Um Dia Qualquer”, novo lançamento da Elixir Entretenimento e da Com Domínio Filmes, estreou na última quinta-feira (23), no Rio de Janeiro. O filme também está em cartaz em São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Natal e Brasília.

O longa-metragem com direção de Pedro von Krüger, produção de Denis Feijão e distribuição da Pipa Pictures, com coprodução do Canal Space, já participou de 13 festivais no Brasil e exterior. No Rio, a estreia contou com a presença do empresário, ator e escritor maranhense Paulo Ricardo Dias.

Sob os pilares “Drama Materno”, “Milícia/Violência” e “Emoções Extremas”, o filme mostra que um dia qualquer nos subúrbios cariocas pode ser qualquer coisa, exceto algo comum. Quando o Estado é omisso, forças paralelas assumem seu lugar. Milícia, tráfico e corrupção fazem parte de uma combinação explosiva em que a principal vítima é a família e comunidade dos subúrbios cariocas.

O maranhense Paulo Ricardo Dias (de camisa azul) com atores que estão no longa-metragem
Paulo Ricardo Duas com o diretor do filme, Pedro von Krüger

 “O filme drama-ficção é repleto de emoções e traz em seu elenco nomes como Augusto Madeira (Quirino), Mariana Nunes (Penha), Jefferson Brasil (Seu Chapa), Vinicius de Oliveira (Maciel), Willean Reis (Beto), André Ramiro (Participação especial – Delegado), Juan Paiva (Juninho), Eli Ferreira (Jéssica), Samuel Melo (Robson), Tainá Medina (Bruna), Adriano Garib (Participação especial – Dr. Menezes), entre outros.

Por trás de um cotidiano aparentemente simples e rotineiro, a violência diária e o clima de guerra civil obrigam os moradores a iniciar uma verdadeira jornada por sobrevivência. Nesse delicado momento para os moradores, diversas histórias se misturam e mostram que viver mais um dia pode não ser tão fácil assim. E revela, ainda, as entranhas e, principalmente, a maneira como nasce e se consolida o poder paralelo em uma zona esquecida pelas instituições públicas.

Em um retrospecto de 10 anos, vemos o tráfico de Seu Chapa perder espaço para Quirino, um correto Policial Civil que passa a adequar suas convicções às novas dimensões: os fins, agora, justificam os meios.

“Acredito que a arte cinematográfica tem a importância de ampliar o debate sobre temas complexos do nosso tempo. Quando eu criei “Um dia qualquer” pensei que o avanço das milícias e seu poder paralelo, a injustiça social sofrida pela população negra, as buscas das mães de vítimas da violência e as agressões domésticas decorrentes do machismo, são questões que precisam ser resolvidas na nossa sociedade atual”, diz o diretor Pedro von Krüger.

 SINOPSE

 O clima de festa do primeiro domingo após o Carnaval é logo interrompido com o desaparecimento do filho de Penha. Certa de que seu desaparecimento só pode ser obra da máfia comandada pelo ex-policial Quirino, uma velha antipatia, Penha logo saberá as consequências de fazer justiça com as próprias mãos. Enquanto um jovem desaparece, outros se reúnem tentando preencher suas vidas com a realidade principal em que estão inseridos: o Projeto Quirino. O que antes era um dia como qualquer outro, agora carrega muitos dias dentro. Sob as máscaras e fantasias de mais um dia na Baixada Fluminense, esconde-se a intensa realidade de famílias e vizinhos que vivem sob as regras da crescente máfia carioca.

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DRIVE TRHU JUNINO E BOX “SONHO DE CATIRINA” NA VILLA DO VINHO BISTRÔ

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Werther Bandeira, da Villa do Vinho Bistrô e o Box Junino “Sonho de Catirina” com um mix do melhor da culinária maranhense

Menu Junino disponível Disponível para retirada no restaurante ou pedidos no IFood

Já virou tradição o menu junino da Villa do Vinho Bistrô e ele está de volta! Com o melhor das delícias típicas da culinária maranhense. E está disponível para encomendas com retirada no restaurante ou pedidos via IFood, no período das 10h às 23H30 de segunda a sábado e aos domingos até à 16h.

As delícias do nosso São João à venda diariamente no Drive Thru Junino da Villa do Vinho Bistrô na Cohama

Os clientes provaram, aprovaram e já é sucesso…. Todas as delícias podem ser pedidas em porções individuais ou o menu completo no Combo Junino Sonho de Catirina, com pratos como Arroz de Batipuru e Cuxá; Tortas de Camarão e Caranguejo; Vatapá; Mingau de Milho; Bolos de Tapioca, Fubá Cremoso e Macaxeira; Manuê e Canjica.

Há também o prato típico composto por porções de Torta de Camarão; Arroz de Cuxá, Vatapá e Farofa. Tudo com o sabor, qualidade e alto padrão da Villa do Vinho Bistrô direto para a casa dos clientes.

No Box “Sonho de Catirina” um menu completo com diversas porções do melhor da gastronomia junina maranhense

 

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Amigos, juçara e queijos

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Eu gosto de cultivar hábitos, para com eles estabelecer e cumprir, no limite do possível, rotinas que estabilizem e normatizem meu dia a dia. Isso não significa que eu seja um sujeito enquadrado e engessado, isso nunca! Jamais!…

Faço jejum intermitente de no mínimo 20 horas às segundas, terças, quintas e sextas. Nas quartas, sábados e domingos, eu folgo! Reunimos a família para almoçar na casa de minha mãe, que com 92 anos, faz questão de ajudar no preparo das delícias que nos oferece.

Nas quartas ela alterna um maravilhoso cozidão maranhense, com tudo dentro (rabada, patinho e chã; vinagreira, repolho, jerimum, maxixe, quiabo, chuchu, cenoura, batata, macaxeira, milho, banana e quando tem, ela coloca até caju), e uma extraordinária carne de grelha, Melhor até que a da famosa Diquinha, com arroz branco e feijão mulata gorda, sem contar os acompanhamentos e complementos. Salada de alface, rúcula, tomate e pepino, camarão seco ou charque com ovos, purê de batata ou de jerimum ou ainda feijão peneirado, uma especialidade inventada por minha avó, Maria Haickel, inspirada no homus libanês.

Aos domingos o cardápio é muito mais variado, pois o comparecimento é sempre maior. Nesses dias temos coisas como cuxá, vatapá, caruru, mocotó e feijoada, passando pela célebre galinha, ao molho pardo ou no leite de coco babaçu, pela carne de porco assada, as tortas de camarão, caranguejo, carne, miúdos, descambando para lasanhas e estrogonofes, para agradar a meninada. A celebre carne assada de panela com molho ferrugem não falta nunca. Isso sem contar o macarrão e as farofas, de farinha seca ou de farinha d’água, itens que meu saudoso cunhado Antônio mais apreciava.

Disse isso só para deixar vocês com água na boca e para finalmente falar do dia de sábado.

Aos sábados, minha mãe não almoça comida normal, do dia a dia. Neste dia, por estar antecipando o preparo da comida que servirá no domingo, ela toma juçara com camarão seco ou jabiraca e farinha d’água. E não adianta tentar chamar de açaí, que ela não aceita. Esse hábito ela cultiva a muitos anos, desde quando era menina e ia passar férias no sítio de uma tia dela, Tia Nádia.

Normalmente eu vou tomar um pouquinho de juçara com ela, mesmo que eu tenha outro compromisso para o almoço, com amigos, o que é frequente.

Comentei isso com meu amigo Altevir Mendonça e sua esposa Manú e eles mandaram para minha mãe alguns litros de sua Nut Açai, que eu confesso, foi o melhor que eu tomei em toda minha vida, e não digo isso para agradar a Manú e Altevir, mas é porque o açaí deles é realmente maravilhoso.

Altevir está cultivando uma variedade de açaí em uma de suas fazendas na baixada. Uma coisa extraordinária de se ver. É o poder do agronegócio usando as mais modernas tecnologias disponíveis de cultivo e irrigação.

Comentei sobre o presente de Altevir e Manu com meus amigos Nelson e Cris Frota e eles perguntaram o que minha mãe costuma servir nas sobremesas de nossos almoços em família e eu disse-lhes que além de frutas, bolos e café, não falta doces de goiaba, caju, banana e leite.

Nelson e Cris então mandaram para minha mãe uma coleção dos Queijos Eldorado, que acabaram de ganhar diversos prêmios em concursos internacionais. 

Com uma mãe como essa e com amigos como esses, só fazendo mesmo quatro dias de jejum intermitente por semana, caso contrário vou chegar rápido aos 200 quilos!…

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O podcast deste sábado conta com hits especiais para homenagear ícones do reggae

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No episódio deste sábado (26), o Reggae Point está acompanhado por trilhas de cinco dos maiores nomes do reggae jamaicano: Derrick Morgan, Bob Andy, Ken Boothe, Byron Lee e Jacob Miller. Durante o programa, os ouvintes participam indicando um sucesso, como “By By Love”, do cantor americano David Lindley. Acesse aqui e curta em poucos minutos!

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