Detinha, Fabiana Vilar e Duarte Jr demonstram fortalecimento da campanha em São Luís

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Palanque forte da campanha do candidato a prefeito de São Luís Duarte Júnior

A deputada estadual Detinha, a candidata a vice-prefeita de São Luís Fabiana e o candidato a prefeito Duarte Júnior estiveram nessa terça-feira (29), no Anjo da Guarda.

Carisma de Detinha é um dos diferenciais da campanha de Duarte Jr

O evento foi o lançamento da campanha de Dona Eidimar para concorrer a uma vaga na Câmara Municipal de São Luís. “É uma honra estar novamente aqui no Anjo da Guarda. Na pré-campanha fizemos uma reunião com a participação de centenas de lideranças políticas e hoje vejo muitas delas aqui. Um sinal que esse importante bairro da região Itaqui-Bacanga acredita em nosso projeto político para São Luís”, destacou Detinha.

Aliados de braços dados no palanque em sinal de união em torno da candidatura

A presidente do PL em São Luís, Fabiana Vilar enfatizou a missão do partido nessas eleições municipais. “Temos um grupo político forte e sólido que tem crescido bastante no Maranhão, sob a liderança dos nossos deputados Josimar Maranhãozinho e Detinha. Aqui em São Luís temos uma missão eleger uma forte bancada de vereadores, aumentando a participação feminina no legislativo municipal e levarmos Duarte Jr à vitória. Estamos otimistas porque vemos a união de forças políticas comprometidas e o grande apoio popular que estamos recebendo por onde temos passado.”, disse.

Detinha disse ser uma honra visitar novamente o bairro Anjo da Guarda

O candidato a prefeito de São Luís Duarte Júnior falou da sua satisfação em ter uma aliança partidária forte em torno da sua campanha. “Estamos avançando e bem. Está aqui ao lado da deputada Detinha nos fortalece pela liderança política que o seu grupo politico representa no Maranhão e também aqui em São Luís. A Fabiana foi uma decisão acertada que tomei para compor comigo a chapa, temos andando em diversos bairros de nossa cidade e vejo o comprometimento dela com o povo de nossa cidade. Acredito em nossa vitória, que será não apenas a vitória do Duarte, mas de todo grupo político que representamos.”, declarou.

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Hábito de ter mais de duas pessoas nos relacionamentos cresce no Brasil

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São Luís – Seja no sexo a três, poliamor ou na prática do swing, o hábito de ter mais de duas pessoas nos relacionamentos, e, principalmente no sexo, tem crescido no Brasil.

O aplicativo Ysos, que registrou crescimento de 101,25% de assinaturas desde março, quando iniciou a quarentena, permite que casais encontrem outras pessoas para a prática do ménage à trois. Uma pesquisa com mais de 4 mil pessoas realizada pelo app apresentou dados interessantes: 68% dos respondentes afirmaram viver em relações liberais.

Estamos falando, aqui, das práticas que envolvem três ou mais pessoas no sexo (ou nos relacionamentos não oficializados pela lei). Traduzindo, o brasileiro é liberal e quer pluralidade.

A pesquisa do Ysos traz também informações que ajudam a entender melhor o universo das relações não-monogâmicas. Por exemplo, entre as pessoas que responderam, 74% dizem que o relacionamento não começou liberal, mas se adaptou com o tempo enquanto 26% contam que já iniciaram o namoro ou casamento de forma aberta para o ménage ou swing.

Cada casal tem sua história e os motivos que os levaram à liberdade sexual. Para 61% dos casais liberais é mais fácil inserir outras pessoas na relação aos poucos, quando já há intimidade e pouco espaço para a insegurança.

Outro dado curioso é sobre os relacionamentos anteriores desses casais: 82,4% teve a maior parte das relações monogâmicas, sendo o atual o primeiro a não envolver a monogamia.

Ménage à trois: paixão nacional

O assunto ainda é tabu e é difícil encontrar pessoas que falem abertamente sobre ménage à trois sem se preocupar com o que os outros podem pensar. Mas, não é porque não está estampado nos jornais que a prática não exista: pelo contrário. Os relacionamentos liberais crescem a cada dia e com mais espaço. Aplicativos como o Ysos ajudam pessoas a se conectarem e viverem seus desejos com segurança: o app criou ferramentas exclusivas, que preservam a privacidade dos seus usuários.

O aplicativo, disponível para Android e iOS, oferece um ambiente totalmente seguro para que seus clientes encontrem as pessoas certas para o ménage, que tenham afinidade e estejam próximas. Ou seja, é a tecnologia dando um empurrãozinho pra cada um curtir sua liberdade e seus desejos.

Conselhos de quem entende

Sempre é tempo de descobrir coisas novas e apimentar a relação. Por isso, alguns clientes do Ysos dão dicas para quem quer começar no ménage, mas não tem coragem.

“Eu sempre indico uma conversa sincera para introduzir mais uma pessoa na relação. E, também, que ambos entendam que nada que acontecer ali, naquele momento, vai mudar o relacionamento amoroso. Além disso, mesmo que um não goste da ideia, é preciso ouvir e dizer não sem repreender, lembrando que se o parceiro sugeriu é porque há cumplicidade entre os dois”, diz Júnior*, um dos assinantes do app.

A Juliana* é outra adepta ao ménage que ressalta a importância da cumplicidade nesses momentos. “Meu conselho é que o casal converse bastante, exponha seus desejos e fantasias. A maioria já pensou em entrar para esse mundo, mas nunca tiveram coragem de abordar o assunto”, indica.

A diretora de marketing do Sexlog (rede social criadora do Ysos), Mayumi Sato, lembra que antes de mais nada é preciso saber que nenhuma prática liberal salva casamentos. “O sexo liberal, livre de tabus, é para ser vivido com prazer. Se o relacionamento vai mal, não vai ser introduzindo mais uma pessoa que as coisas vão melhorar. Para dar certo, é preciso confiança e cumplicidade.”

Sobre o Ysos

O Ysos é um aplicativo que permite os amantes do sexo liberal a encontrar o terceiro elemento para um ménage a trois. Lançado em 2018 pelo Sexlog, maior rede social adulta do país, a plataforma está disponível para Android e iOS e pode ser baixado na PlayStore e na App Store pelo link https://linktr.ee/ysos

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Por um plano diretor humanizado e ambientalmente equilibrado

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Oitenta e nove vezes aparece a palavra desenvolvimento na proposta de revisão do plano diretor. Mas desenvolvimento para quem?

UPAON AÇU – Sem lendas, sem histórias, sem poesia, sem amorosidade. A população de São Luís enfrenta uma grave, desrespeitosa e adversa realidade. A falta de comprometimento da administração pública e da inoperância da Câmara Municipal de São Luís em fiscalizar o executivo, para o cumprimento da atualização do Plano Diretor, agrava o contexto social, ambiental e econômico da cidade dos azulejos. 

Há quatro anos sem revisão, o Plano Diretor segue atendendo aos interesses políticos e financeiros dos grandes empreendimentos que por aqui facilmente se instalam na grande Ilha. Com a aproximação das eleições, é preciso que os vereadores e o prefeito eleitos, se comprometidos com a população, assegurem um diálogo democrático, claro sem excessos dos termos técnicos que nada fomenta o debate das pessoas envolvidas sobre o Plano Diretor. Por outro lado, a consciência na hora do voto por parte dos cidadãos, será determinante para seguir com o mesmo pleito ou renovar a Câmara Municipal, tendo como fator determinante o comprometimento e a viabilidade das propostas de campanha apresentadas ao longo do período eleitoral.

Em uma tentativa antidemocrática, a Prefeitura de São Luís iniciou o processo de revisão do Plano Diretor. O processo previa 8 audiências. O Ministério Público Estadual (MPE-MA) e a sociedade civil pediram um número maior e mais divulgação à época. A Prefeitura acatou e estabeleceu 15 audiências – destas, 13 foram realizadas. O processo foi cancelado pelo MPE, devido a pressão dos Movimentos Sociais, que determinou que se discutisse, de maneira mais ampla, o Plano Diretor. Desafio para a próxima gestão da Câmara Municipal: fiscalizar o processo do legislativo.

Participação popular

Como o plano diretor pode impactar e melhorar a vida do cidadão? A começar pela construção coletiva e democrática que leve em consideração os anseios da comunidade frente ao desenvolvimento municipal. É uma lei proposta pelo executivo municipal e aprovada pela Câmara Municipal, mas somente considerada legal a partir da participação popular. Teoricamente, a população diz o que quer!  Deveria ser assim, mas o pesquisador da Universidade Federal do Maranhão e integrante do Movimento de Defesa da Ilha, geógrafo Luiz Eduardo Neves dos Santos, alerta para a exclusão da participação popular. 

O advogado ambientalista Guilherme Zagallo, em entrevista a Agência Tambor, explicou que a alteração do Plano Diretor é apenas o primeiro passo dos agentes do capital em São Luís. O objetivo é, na sequência, assegurar a alteração na Lei de Zoneamento, Uso e Ocupação do Solo Urbano, essa sim, mais detalhada, capaz de alterar a utilização do território, permitindo, por exemplo, construções em áreas de preservação, e a instalação de empreendimentos degradantes num ambiente de equilíbrio ecológico delicado, que é o de uma ilha, tudo como forma de maximizar a exploração do espaço e das pessoas. Vale ressaltar que pela proposta da revisão ficaram de fora questões essenciais como: mobilidade urbana, saneamento, infraestrutura de saúde, moradia, lazer e educação, uso e ocupação do solo.

A matéria completa aqui: https://bit.ly/2SeTc3b.

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A TELEVISÃO NO MARANHÃO

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O Brasil comemora 70 anos da inauguração da primeira estação de televisão, a TV Tupi, em setembro de 1950, em São Paulo, solenidade que se repetiu na Cidade Maravilhosa, em janeiro de 1951, eventos presididos pelo poderoso dono dos Diários Associados, Assis Chateaubriand, proprietário de quase todas as emissoras de rádio e jornais do País.

Eu tive o privilégio de ver a chegada da televisão em São Luís em dois marcantes momentos.

PRIMEIRO MOMENTO

Eu era estudante do Liceu Maranhense quando em fevereiro de 1955, por motivos políticos, o povo de São Luís teve a invejável oportunidade de conhecer uma novidade eletrônica, que o saudoso jornalista carioca, Stanislau Ponte Preta, chamava de “máquina de fazer doido”.

A população maranhense, em matéria de veículos comunicação social, desfrutava de três emissoras de rádio, cinco jornais e dezenas de serviços de alto falantes, de repente se dá conta de ser a terceira cidade do Brasil a ter diante dos olhos e ouvidos, imagens transmitidas pela televisão.

ELEIÇÃO DE CHATEAUBRIAND

Quem empreendeu tão arrojada iniciativa foi o jornalista Assis Chateaubriand, não por motivos financeiros ou culturais, mas por razões políticas, pois perdera a eleição de senador na Paraíba, sua terra natal.

Como Chatô era homem poderoso, o PSD precisava de sua cadeia de rádio, jornal e televisão, para apoiar a candidatura de JK à Presidência da República em 1955. Resultado: sob as bençãos do senador Vitorino Freire e do governador Eugênio Barros, o PSD maranhense assumiu o compromisso de realizar uma eleição fora de época.

Para isso, contaram como a colaboração do senador Antônio Bayma e do suplente Newton Bello, que renunciaram aos mandatos, bem como do TRE, que marcou para 5 de março de 1955, a nova eleição, na qual Assis Chateaubriand derrotou o candidato das Oposições, coronel da Aeronáutica, Armando Serra de Menezes.

A TV NA PROPAGANDA

Como não havia tempo para a realização de comícios e propaganda do candidato do PSD ao Senado, que estava sendo bombardeado pelos oposicionistas, que o denunciavam como barganha política, a direção dos Diários Associados trouxe para São Luís, técnicos e equipamentos da TV Tupi, e usaram os estúdios da Rádio Timbira, que funcionava no começo da Rua Osvaldo Cruz, de onde geravam imagens para os aparelhos de televisão, espalhados na Praça João Lisboa, para uma multidão que às noites comparecia para ouvir notícias, vocalizadas pelo famoso locutor Carlos Frias, bem como  ver shows de artistas nacionais do rádio, cinema e teatro do nível de Adelaide Chiozzo, Trio Irakitan, Francisco Carlos, Emilinha Borba, Ivon Cury e de cantores da terra, a exemplo da Dupla Ponto e Vírgula, Orlandira Matos, Lourdinha Costa, Maria Emília, Hamilton Raiol e Joran Coelho.

SEGUNDO MOMENTO

O segundo momento da presença da televisão em São Luís, verificou-se quando eu cursava Direito, na antiga Faculdade da Rua do Sol.

Desta vez, a tevê veio para ficar, época em que a sociedade maranhense exigia inovações tecnológicas, na área da comunicação social, onde a televisão era a principal atração.

A inauguração da pioneira estação de TV em São Luís, surge oito anos depois do arremedo de televisão, que Chateaubriand instalou com finalidade eleitoral. Às 21 horas de 9 de novembro de 1963, o representante do Presidente da República, ministro da Justiça, Abelardo Jurema, o governador Newton Bello e o deputado Raimundo Bacelar apertaram um dispositivo eletrônico, fazendo com que as imagens da TV- Difusora, canal 4, fossem para o ar.

 ENLATADOS E DE CHANCHADAS LOCAIS

Os irmãos Raimundo e Magno Bacelar, que não eram neófitos na área da comunicação social, pois fundaram o Jornal do Dia e a Rádio Difusora, adquiriram os equipamentos de televisão nos Estados Unidos e os instalaram nos últimos pavimentos do Edifício João Goulart, na Avenida Pedro II

Mesmo funcionando em espaços não adequados, a TV Difusora veiculava uma programação à base de enlatados, com filmes geralmente americanos e seriados, intercalados com programas de artistas locais, que, sob à direção do saudoso Reynaldo Faray, apresentava shows, entrevistas e até novelas, que não passavam de chanchadas tupiniquins.  

Quem pagou um preço alto por acreditar que a TV Difusora viera para ficar, foi um pequeno número de gente, que, por isso, via a casa ser invadida por vizinhos curiosos e visitas incômodas. Alguns, para se livrarem dessas inoportunas figuras, fechavam antes do anoitecer as portas das moradias. Outros, porém, mais sabidos, cobravam dos visitantes e curiosos, um pequeno valor monetário, para ajudar no custo da eletricidade.

A CHEGADA DO VÍDEO-TAPE

Três anos depois da inauguração da TV Difusora, quando havia aumentado consideravelmente a quantidade de aparelhos de tevê e de telespectadores, os irmãos Bacelar, aprontaram outra surpresa aos maranhenses: em junho de 1966, implantaram o sistema de vídeo-tape, que fez a  programação da emissora dar uma guinada de 180 graus.

Pelo vídeo-tape, os programas veiculados pelas emissoras do Rio e São Paulo, como noticiários, novelas, shows com cantores nacionais e estrangeiros, apresentações de peças teatrais, com atores e atrizes famosos e partidas de futebol, com os grandes craques, passaram a ser vistos, não simultaneamente com os sulistas, mas dias depois.    

A REPERCUSSÃO DAS NOVELAS

A primeira novela transmitida pela TV Difusora foi produzida pela Record, chamada de Redenção, que fez enorme sucesso em São Luís, a ponto de dar nome a um bairro novo, nas proximidades do Filipinho.  A realidade dos moradores assemelhava-se à ficção novelesca.

Por causa dessa novela, um garoto que morava no Apeadouro, ao ver uma cena violenta, teve um choque emocional e perdeu a fala por várias horas.

Nessa mesma novela, uma das atrizes interpretava uma mulher fofoqueira denominada de Maroca, que acabou virando em São Luís o verbo marocar.    

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Agenda para o próximo prefeito

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Com a campanha eleitoral se aproximando e as eleições batendo a porta, resolvi fazer uma lista de problemas que no meu entendimento o próximo prefeito de São Luís deve dedicar especial atenção para seu equacionamento e imediata solução.

Não vou falar do óbvio! A preocupação com saúde, educação, transporte, segurança e infraestrutura deve ser uma constante. O próximo prefeito deve dedicar especial atenção a esses assuntos, mantendo constante e incansável vigilância na busca de maior e melhor eficiência, eficácia e efetividade das ações administrativas nesses setores primordiais da vida da cidade.

Quero listar coisas aparentemente não tão cruciais, mas também importantes para que se tenha uma cidade melhor, para que as pessoas possam ter uma vida e uma convivência mais saudável, cidadã, produtiva e engrandecedora.

A preservação do maior patrimônio de nossa cidade, o seu casario colonial, motivo dela ser considerada Patrimônio da Humanidade, deve ser prioritário. Deve haver campanhas de conscientização e de apoio a ações de preservação, além do incentivo à implantação de empreendimentos comercias e residenciais nessa área.

A prefeitura deve ter uma postura de convívio democrático e republicano com os órgãos de fiscalização e controle, como IPHAN e Ministério Público, no sentido de diminuir os empecilhos, que impeçam que essas ações aconteçam e quando for necessário os enfrente, dentro do limite da lei, no sentido de defender os interesses maiores da cidade e de seus cidadãos, que muitas vezes são atropelados pela burocracia destes órgãos.

Vejam o caso da falta de estacionamento no Centro Histórico! Ela deve ser enfrentada com determinação e coragem. Não podemos destruir prédios históricos para em seus lugares construirmos estacionamentos, mas prédios já completamente desfigurados, ou ruínas inaproveitáveis devem ser convertidos em estacionamento, pois isso irá ajudar a preservar e manter os demais prédios que fazem nossa cidade conhecida no mundo todo.

Acredito que será muito bom que o poder público municipal abra consulta pública para prospectar empresas que tenham o interesse de implantar estacionamentos subterrâneos na área do centro histórico de nossa cidade.

Antes que apareça alguém colocando gosto ruim nessa ideia, lembro que algumas das mais antigas cidades históricas do mundo, possuem estacionamentos subterrâneos que as viabilizam para o turismo cultural.

Outro assunto importante é que o futuro prefeito interceda de forma contundente e enérgica, na retirada dos entulhos de areia acumulada na encosta da Avenida Litorânea.

Quando essa avenida foi construída, e mesmo depois, durante algum tempo, não sei se o governo do estado ou a prefeitura municipal retiravam a areia que se acumulava no muro de contenção da avenida. Fazendo isso, a vista das praias a partir da avenida era preservada, a segurança das pessoas era mais garantida, o acesso era muito mais fácil. Depois pararam de limpar as praias e o que temos hoje são montes de areia trazidos pelo vento, dificultando o acesso, a segurança e a vista da paisagem, prejudicando de forma violenta o turismo numa área muito importante para essa indústria em nossa cidade.

Outra coisa que deve ser vista é a reestruturação do zoneamento urbanístico da cidade. Precisamos estabelecer o que pode ser construído, além de onde e como.

Os setores imobiliário e da construção civil são grandes alavancas de desenvolvimento de qualquer cidade e não podem ser menosprezados. A postura do poder público para com esses setores deve ser de apoio, mas também de fiscalização e cobrança. Eles podem ser responsáveis por importantes empreendimentos em nossa cidade, mas devem dar as necessárias contrapartidas no sentido de melhorar nossa cidade.

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