Maranhão registra, em 2025, menor taxa anual de desemprego da série histórica
Por: Daniel Matos • 21 de fevereiro de 2026 • 0 comentários
Desocupação no estado foi de 6,8%, a mais baixa desde 2012. Taxa do país ficou em 5,6%, a menor desde o início da PNAD Contínua

O Maranhão registrou em 2025 a menor taxa anual de desemprego de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. O estado encerrou o ano com percentual de 6,8% de desocupação, redução de 0,4 ponto percentual em relação à taxa de 7,2% registrada em 2024, que já havia sido a menor até então. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
NACIONAL – O Brasil registrou, em 2025, a menor taxa anual de desocupação de toda a série da PNAD Contínua, iniciada em 2012. O percentual caiu de 6,6% em 2024 (até então o menor) para 5,6% em 2025. Outro destaque dos dados divulgados nesta sexta é que 20 das 27 Unidades da Federação registraram, no ano passado, a menor taxa anual de desocupação de toda a série histórica.
20 UFS COM MÍNIMA HISTÓRICA – Alcançaram a menor taxa anual de desocupação da série no ano passado: Bahia (8,7%), Amazonas (8,4%), Rio Grande do Norte (8,1%), Amapá (7,9%), Sergipe (7,9%), Distrito Federal (7,5%), Pará (6,8%), Maranhão (6,8%), Ceará (6,5%), Paraíba (6,0%), São Paulo (5,0%), Tocantins (4,7%), Minas Gerais (4,6%), Goiás (4,6%), Rio Grande do Sul (4,0%), Paraná (3,6%), Espírito Santo (3,3%), Mato Grosso do Sul (3,0%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso (2,2%).
As maiores taxas anuais foram registradas no Piauí (9,3%), Bahia (8,7%) e Pernambuco (8,7%). As menores ficaram com Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).
TRIÊNIO – A trajetória de recuo do desemprego fica ainda mais evidente quando se compara os dois primeiros triênios de gestões anteriores. Em 2015, 2016 e 2017, o Brasil teve taxa média anual de 11%. Já em 2019, 2020 e 2021, afetada pela pandemia de Covid-19 em 2020 e 2021, a taxa média anual subiu para 13,1%. Em 2023, 2024 e 2025, foi de 6,6% por ano. Segundo o IBGE, no quarto trimestre de 2025, o indicador foi de 5,1%, redução de 1,1 ponto percentual frente ao mesmo período do ano anterior (6,2%).
QUEDAS REGIONAIS – A queda nacional na desocupação no quarto trimestre de 2025 foi acompanhada por quatro regiões do país: Nordeste (de 7,8% para 7,1%), Sudeste (de 5,3% para 4,8%), Sul (de 3,4% para 3,1%) e Centro-Oeste (de 4,4% para 3,9%). Já a região Norte apresentou estabilidade.
POPULAÇÃO OCUPADA – Em 2025, a população ocupada no país chegou a 103 milhões de pessoas, o maior contingente da série histórica da PNAD Contínua. A população desocupada ficou em aproximadamente 6,2 milhões de pessoas, com queda de cerca de 1 milhão frente a 2024.
OCUPAÇÃO – O nível de ocupação anual chegou a 59,1% no Brasil em 2025, o maior da série histórica. Os maiores percentuais para este indicador foram apresentados por Mato Grosso (66,7%), Santa Catarina (66,2%) e Mato Grosso do Sul (64,4%) e os menores, por Alagoas (47,5%), Ceará (47,8%) e Rio Grande do Norte (47,9%). O nível de ocupação é a proporção de pessoas ocupadas dentro da população com 14 anos ou mais de idade.
RENDIMENTO – O valor anual do rendimento real habitual de todos os trabalhos alcançou R$ 3.560. Os maiores valores foram de Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177). Os menores valores foram de Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394).
GÊNERO, RAÇA E ESCOLARIDADE – A taxa de desocupação por sexo foi de 4,2% para os homens e 6,2% para as mulheres no quarto trimestre de 2025. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional para os brancos (4,0%) e acima para os pretos (6,1%) e pardos (5,9%). A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (8,7%) foi maior do que as dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 5,6%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (2,7%).
EM BUSCA DE TRABALHO – No quarto trimestre de 2025, cerca de 1,1 milhão de pessoas buscavam um posto de trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 19,6% em relação ao mesmo trimestre de 2024, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição. Por outro lado, 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente recuou 23,1% antes o mesmo trimestre de 2024, quando 1,4 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.
SUBUTILIZAÇÃO, INFORMALIDADE E DESALENTO – A taxa anual de subutilização para o Brasil ficou em 14,5%. O Piauí (31,0%) teve a maior taxa, seguido por Bahia e Alagoas (ambos com 26,8%), enquanto as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (4,6%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,4%).
A taxa anual de informalidade para o país foi de 38,1% da população ocupada. As maiores médias anuais ficaram com Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%) e as menores, com Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%).
A taxa anual de desalento para o Brasil ficou em 2,6%. Maranhão (9,5%) teve a maior taxa, seguido por Alagoas (8,5%) e Piauí (7,8%), enquanto as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (0,3%), Mato Grosso do Sul (0,6%) e Rio Grande do Sul (0,9%).
SOBRE A PESQUISA – A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.
Em função da pandemia de COVID-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta de forma presencial. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante. Consulte os dados da PNAD no Sidra. A próxima divulgação da PNAD Trimestral, relativa ao primeiro trimestre de 2025, será em 14 de maio.
Compromisso com o Maranhão: BRK viabiliza infraestrutura e celebra a cultura com o Bicho Terra no 80º Lava-Pratos de São José de Ribamar
Por: Daniel Matos • 21 de fevereiro de 2026 • 0 comentários
Concessionária de saneamento garante suporte sanitário para os foliões e reafirma compromisso com a preservação da cultura maranhense

Considerado o encerramento oficial do Carnaval do Maranhão, o tradicional Lava-Pratos de São José de Ribamar chega à sua histórica 80ª edição nos próximos dias 21 e 22 de fevereiro. Para apoiar e garantir o sucesso de uma das maiores festas populares do estado, a BRK – concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto do município – atua como parceira estratégica na infraestrutura e no fomento da cultura local.
Infraestrutura de apoio ao folião
Para os dois dias de evento, a empresa irá viabilizar toda a infraestrutura de banheiros químicos distribuídos em diversos pontos do circuito, garantindo suporte sanitário durante a intensa movimentação do público. A iniciativa vai além do suporte técnico: trata-se de um compromisso com a saúde pública, mitigando impactos ambientais e garantindo que maranhenses e turistas desfrutem da folia com higiene e conforto.
Patrocínio ao Bicho Terra: valorizando a cultura maranhense
A atuação da BRK ultrapassa os serviços essenciais, alcançando o pilar socioambiental através do apoio às expressões locais. Nesta edição do Lava-Pratos a empresa patrocina o show do grupo Bicho Terra, marcado para domingo (22), às 18h.

Com mais de 35 anos de história, o Bicho Terra é um ícone da resistência cultural do Maranhão. Nascido no bairro da Madre Deus, em São Luís, o grupo funde ritmos tradicionais, teatro e personagens irreverentes, celebrando a fauna e a flora do estado em performances que arrastam multidões.
“Acreditamos em um saneamento que transforma a realidade das pessoas e em um cuidado que permanece para além das obras e instalações de infraestrutura. É por isso que estar presente no 80º Lava-Pratos, apoiando o Bicho Terra e garantindo a estrutura de higiene do maior carnaval fora de época do Maranhão, é a forma de reafirmar nosso papel socioambiental com a comunidade ribamarense”, afirma Sandra Lúcia Leal, diretora da BRK no Maranhão.
Obra da Litorânea: secretário e empresária desconstroem “factoides” e reafirmam legalidade do serviço
Por: Daniel Matos • 21 de fevereiro de 2026 • 0 comentários
Em vídeos, o secretário de Estado da Infraestrutura, Aparício Bandeira, e a empresária Aglai Fernanda Cruz desmontaram factoides que circulam na internet sobre supostas irregularidades na obra de prolongamento da Avenida Litorânea, uma das maiores intervenções na área da mobilidade na Grande São Luís.
Aparício Bandeira destacou que o serviço foi iniciado em abril de 2025 e que dois meses depois houve visita de uma comissão do Tribunal de Contas da União (TCU), que apresentou pré-relatório no mês de setembro contendo 10 itens de atenção e esclarecimento. A Sinfra respondeu em outubro do mesmo ano, prestando as informações solicitadas. O TCU não se manifestou mais.
Assim, foi dado seguimento à obra que já está com 88% de execução física e 83% de execução financeira concluídas. “Isso mostra que o andamento dos serviços está compatível com o pagamento realizado, e que o cronograma segue de forma responsável”, reforçou.
O secretário também esclareceu que, assim que foi identificado problema com uma empresa subcontratada, o contrato com esta foi rescindido pela empresa titular do serviço, conforme a legislação.
Empresa atuante no mercado
Já a empresária Aglai Fernanda Cruz reforçou que a AGLA’s Infraestrutura Ltda não recebeu pagamentos diretos do governo do Estado, por não ter sido efetivado o vínculo contratual. Também ressaltou que a empresa tem atuação regular no setor de engenharia, com contratos executados em diferentes esferas e acervo técnico registrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.
Aglai Fernanda Cruz contestou, ainda, a associação maldosa feita entre a empresa de engenharia e um negócio do setor de maquiagem. A empresária afirmou que são empresas distintas, com estruturas administrativas e sedes independentes.
Secretário da Sinfra repõe verdade após informações deturpadas sobre obra de prolongamento da Litorânea
Por: Daniel Matos • 21 de fevereiro de 2026 • 0 comentários

O secretário de Estado de Infraestrutura, Aparício Bandeira, restabelece a verdade sobre informações deturpadas que circulam na internet acerca da obra de prolongamento da Avenida Litorânea, uma das maiores intervenções na área da mobilidade na Ilha de São Luís.
O secretário detalha que o serviço foi iniciado em abril de 2025 e que dois meses depois houve visita de uma comissão do Tribunal de Contas da União (TCU), que apresentou pré-relatório no mês de setembro contendo 10 itens de atenção e esclarecimento. A Sinfra respondeu em outubro do mesmo ano, prestando todas as informações solicitadas. O TCU não se manifestou mais.
Assim, foi dado seguimento à obra que já está com 88% de execução física e 83% de execução financeira concluídas. “Isso mostra que o andamento dos serviços está compatível com o pagamento realizado, e que o cronograma segue de forma responsável”, reforça.
Aparício Bandeira também esclarece que, assim que foi identificado problema com uma sócia de empresa subcontratada, o contrato foi rescindido pela empresa titular do serviço, conforme determina a legislação.
O secretário reafirma, ainda, que a obra segue todos os parâmetros legais, com execução técnica e a devida *fiscalização dos órgãos competentes.
Assista ao vídeo:
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