Aníbal visita Salinas do Sacavém e recebe apoio dos moradores

0comentário
Aníbal foi muito bem recepcionado pela.comunidade do bairro Salinas do Sacavém

O candidato a vereador de São Luís, Aníbal, tem percorrido diversos bairros da capital maranhense e ouvido os moradores sobre os seus anseios para São Luís .

Melhorias na infraestrutura é uma das principais demandas dos moradores da Salinas do Sacavém

Economista por formação, Aníbal no bairro Salinas do Sacavém pôde observar como a falta de políticas públicas básicas tem precarizado as condições de vida da população.

Bairro necessita de intervenções urgentes do poder público municipal

“Aqui podemos ver o mesmo abandono sofrido por tantas comunidades de nossa cidade. A falta de saneamento básico, de segurança, de iluminação e conservação das vias públicas, e de empregos, são alguns dos problemas sentidos pela comunidade. Isso precisa mudar. O nosso mandato será construído junto com o povo, para seja reflexo dos seus anseios e necessidades mais urgentes.”, afirmou.

Aníbal ouve o relato da dona de casa Luciene Frazão sobre a situação de abandono da Salinas do Sacavém

Para os moradores da localidade, a visita de Aníbal renovou a esperança de dias melhores. “Depois de anos largados em nosso bairro, eis que surge uma luz no fim do túnel. Sentimos firmeza e verdade nas palavras do Aníbal. Ele demonstra ter vontade de mudar nossa situação e fazer a diferença na política. Nossa reunião com ele nos deu mais ânimo.”, comentou o líder comunitário Wesley Frazão.

sem comentário »

A PRAÇA DOS POETAS E MARIANA LUZ

0comentário

Recentemente, o Governo do Estado teve a feliz inciativa, recebida com muita alegria pelo povo maranhense, da construção na Avenida Pedro II, de um vistoso espaço público, em homenagem aos intelectuais de nossa terra.

 Trata-se da Praça dos Poetas, na qual foram colocados bustos de dez destacados escritores maranhenses: Ferreira Gullar, Catulo da Paixão Cearense, Nauro Machado, Sousândrade, Bandeira Tribuzzi, José Chagas, Gonçalves Dias, Maria Firmina, Dagmar Desterro e Lucy Teixeira, poetas brilhantes e reverenciados, pela contribuição que deram à Atenas Brasileira.

NOVAS PRAÇAS, OUTROS BUSTOS

Como o Governo do Estado e a Prefeitura de São Luís estão construindo outras praças na cidade, seria de bom alvitre, até porque a população gosta e aplaude projetos de natureza cultural, que nesses espaços urbanísticos fossem também homenageadas figuras maranhenses, que se encontram esquecidas e deixaram os nomes marcados, pelas valorosas obras em prosa e verso que legaram à sociedade.

Para as praças com bustos de intelectuais, nomes não faltarão para ornamentá-las, pois o Maranhão pode ser pobre quanto aos índices econômicos e sociais, mas em matéria de cultura, temos poetas e prosadores em demasia, que certamente merecem ser homenageados e evocados.

E são nomes de realce do cenário cultural maranhense. Com base em livros que tratam da Literatura Maranhense, de autores do quilate intelectual de Mário Meireles e Jomar Moraes, encontramos miríades de escritores que se projetaram no plano nacional.

NOMES EM PROFUSÃO

Escritores da qualidade literária de Estevam Rafael de Carvalho, José Candido de Moraes e Silva, Joaquim Franco de Sá, Cândido Mendes de Almeida,  Pedro Nunes Leal, Antônio Marques Rodrigues, Mariana Luz, César Augusto Marques, Luiz Antônio Vieira da Silva, Trajano Galvão, Gentil Braga, Paula Duarte, Ribeiro do Amaral, Teófilo Dias, Teixeira Mendes, Adelino Fontoura, Barbosa de Godois, Correa de Araújo, Antônio e Raimundo Lopes, Silvestre Fernandes, Clarindo Santiago, Oliveira Roma, Rubem Almeida, Manuel Sobrinho, Francisco Viveiros de Castro, Justo Jansen, Dunshee de Abranches, Tasso Fragoso, Inácio Xavier de Carvalho, Aquiles Lisboa, Astolfo Marques, Luso Torres, Maranhão Sobrinho, Alfredo de Assis, Alarico Cunha, Jerônimo de Viveiros, Vespasiano Ramos, Franklin de Oliveira, Lago Burnett, Odilo Costa Filho, João Mohana, Oswaldino Marques e tantos outros, podem ser perpetuados, pelo que fizeram em favor do  engrandecimento do Maranhão, no campo das letras e das artes.

A ESQUECIDA MARIANA LUZ

A louvada iniciativa do saudoso escritor José Nascimento de Moraes Filho, nos meados do século passado, revelou ao Brasil a romancista e poeta, Maria Firmina dos Reis, nascida em Guimarães e afro – descendente, de indiscutível valor intelectual, até então desconhecida da crítica literária nacional.  

Se outro escritor da estirpe de Nascimento de Moraes Filho, tivesse, também, levantado a bandeira para o Brasil saber que uma mulher nascida em Itapecuru, também professora e afro – descendente, batizada com o nome de Mariana Luz, escrevia poemas e sonetos da melhor qualidade intelectual, certamente que a minha conterrânea, que me ensinou as primeiras letras, estaria, como Maria Firmina, fazendo parte da galeria dos monstros sagrados da cultura brasileira.

AUSÊNCIA NA PRAÇA DOS POETAS

Eu e meus conterrâneos itapecuruenses, ficamos sobremodo decepcionados, quando vimos que o busto de Mariana Luz não marcava presença na Praça dos Poetas, ela, que deixou uma produção literária de grande monta e de renomado valor intelectual.

Em 1990, quando eu estava à frente da Secretaria da Cultura, mandei reeditar um pequeno livro de sua autoria intitulado Murmúrios, lançado na década de 1960, sob os auspícios do Centro Acadêmico Clodomir Cardoso, da Faculdade de Direito e do Orbis Clube de São Luís.

Recentemente, em função da fundação da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes, que tem Mariana Luz como patrona, a acadêmica, Jucey Santana, encabeçou um movimento para o reconhecimento cultural da nossa conterrânea, por meio do livro “Vida e Obra de Mariana Luz”, em que a autora resgata passagens biográficas  da poeta e de sua rica produção literária.

MEMBRO DA AML

Nos anos finais da vida, Mariana Luz teve algumas alegrias e o reconhecimento de alguns setores da sociedade nativa, quando um grupo da Academia Maranhense de Letras a elegeu em 24 de julho de 1948, para ocupar a cadeira 32, tomando posse a 10 de maio de 1949, solenidade que contou com a presença do governador Sebastião Archer da Silva. Saudada pelo acadêmico Mário Meireles, por causa de sua carente visão, teve o seu discurso de posse lido pelo professor Mata Roma. 

Ao tomar conhecimento de que Mariana Luz era uma mulher pobre e de vida sofrida, o governador Archer da Silva fez a Assembleia Legislativa aprovar um projeto de lei, que lhe dava direito a uma remuneração mensal. Com esse mesmo desiderato, o ex-prefeito Bernardo Matos, em 1943, com a ajuda da municipalidade e de outras personalidades da cidade, construíram uma casa para a poeta, que morava desconfortavelmente num casebre de taipa.

sem comentário »

O ADEUS A “CHICO DA LADEIRA”, COMPOSITOR MARANHENSE

0comentário
O cantor e compositor maranhense Chico da Ladeira morreu na madrugada deste sábado (24)

É com profundo pesar que informamos o falecimento do Grande Compositor Maranhense, parceiro do futebol no Marista, CHICO DA LADEIRA, ocorrida às O2:OO H desta madrugada, por falência múltipla dos órgãos.

O artista conhecido pelo seu maior sucesso “Haja Deus”, Samba-Enredo da FLOR DO SAMBA no Carnaval de 1979 em São Luís.


O velório será na quadra da Flor do Samba, no bairro do Desterro, sua Escola de Coração.

Que DEUS o receba em Sua Glória!

sem comentário »

João sem braço

0comentário

Penso que o governador Flávio Dino, que não nutre nenhuma simpatia por minha pessoa, não vai ficar muito satisfeito quando souber que, sem querer, acabou por me dar um presente.

O fato é que eu estava sem um assunto interessante para abordar em meu texto desta semana, e FD me proporcionou um.

Vou começar provando pra você, que me prestigia com a leitura dessas minhas mal traçadas linhas, como e quanto nosso governador tem um temperamento refratário a pensamentos e opiniões diferentes das suas.

Quando eu criei e a Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, por unanimidade, as leis de incentivo à cultura e ao esporte, foi estabelecido, em cada uma delas, um organismo consultivo formado por representantes do governo e da sociedade civil. Ocorre que, por não querer que esta mesma sociedade civil, que ele diz ter em alta conta, zelar por ela e protegê-la, participasse e acompanhasse a execução dessas leis, o governador mandou que o Legislativo maranhense, que aprovara anos antes essas duas inclusivas e democráticas leis, as desfigurassem, eliminando delas a participação da sociedade, para em seu lugar colocar funcionários comissionados das respectivas secretarias que gerenciam tais leis, ou seja, seus tutelados. Um verdadeiro absurdo, um imenso desrespeito para com o povo do Maranhão.

Na última segunda-feira, dia 19 de outubro, nosso paquidérmico governador, adjetivo que alude não apenas a seu corpanzil, mas também à sua invejável memória, tido por todos como um homem inteligente, culto, bem preparado, coisas que ele realmente é, resolveu dar uma de joão sem braço, pra cima das pessoas de São Luís, se auto aplicando o golpe da fake news.

Ele foi para as redes sociais choramingar. Disse que recebera no domingo, uma mensagem de whatsapp onde o deputado Eduardo Braide, candidato a prefeito da preferência da maioria dos ludovicenses, o atacava violentamente, o que não era verdade: nem Flávio recebera tal mensagem; nem o material no qual o governador se baseava era de agora (era de maio de 2019); nem nele havia ataque ao governador; nem o que havia sido dito há mais de 18 meses tinha conteúdo violento. Ou seja, era tudo mentira, tudo desculpa para arrumar um jeito de entrar na campanha eleitoral de São Luís no melhor estilo esquerdista canalha, se vitimizando, dando uma de coitadinho, quando todo mundo sabe que de coitadinho nosso governador não tem nem o formato de ovo!

Flávio cometeu pouquíssimos erros em sua carreira política e um dos maiores, foi não cooptar para seu lado, o deputado Eduardo Braide. Outro erro cometido pelo ditador do Maranhão, erro comum a outros de nossos mandatários, foi se cercar de pessoas que o temem mais que o respeitam ou amam, como alude Nicolau, no capítulo XVII de seu famoso compêndio sobre o poder e os poderosos. São poucos os bons secretários e auxiliares do morubixaba guajajara.

Se Braide fosse candidato de Flávio nosso egocêntrico mandatário estaria muito melhor na fita, e não correria o risco de uma desmoralização retumbante.

Imagine só um cabra que deseja ser candidato a presidente dos brasileiros, não conseguir eleger nem o candidato a prefeito da capital de seu estado! Ainda mais tendo ele estabelecido um consórcio de candidatos, num quadro eleitoral onde apenas 2 dos 12 postulantes ao cargo de prefeito não são de alguma forma ligados a ele!?

A arrogância e a prepotência de Flávio não permitem que ninguém mais na “sala” onde ele estiver, se destaque, tenha luz e brilho próprio.

Sua capacidade política, seu arcabouço intelectual, sua retórica, são incontestáveis, mas a sua falta de carisma, de simpatia, de charme, rivalizam com a daquele que ele escolheu para saco de pancada, o presidente Jair Bolsonaro, sendo que este não deseja ser nem aparentar o que não é.

Flávio Dino nunca me enganou. Eu sempre soube quais eram suas qualidades e seus defeitos, mas infelizmente ele tem cultivado mais os segundos, e isso ficou claro quando tentou armar para cima de Eduardo Braide, que com calma, tranquilidade, serenidade e sabedoria, simplesmente tirou o corpo e deixou o governador dar com os burros n’água!

O desespero de Dino em atacar Braide, é a prova cabal de que a eleição de São Luís será decidida no primeiro turno, e o grande derrotado será o governador.

sem comentário »

Ricardo Carreira fala dos novos modelos educacionais que se tornaram mais comuns na pandemia

0comentário
Ricardo Carreira diz que a educação superior não será mais a mesma após a pandemia

São Luís – Quando foi decretado o isolamento social no Brasil, todas as aulas presenciais precisaram ser adaptadas para ocorrer a distância ou planejadas para compensação em um futuro que não se sabe quando será. Do improviso no início, surgem sinais de que a experiência com aulas remotas inspirou transformações perenes, como o investimento em modos híbridos de ensino.

Segundo o consultor e professor Ricardo André Carreira, docente da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), esses novos modelos de ensino
vieram para ficar e a educação superior, em especial, não será mais a mesma depois da pandemia do novo coronavírus.

Nesta entrevista, Ricardo Carreira discorre sobre as vantagens e desvantagens desses novos modelos educacionais e analisa o
cenário atual do ponto de vista da educação.

Qual seriam as principais vantagens do modelo educacional híbrido?

A principal vantagem do modelo educacional híbrido, como o próprio
nome diz, é a flexibilidade de se trabalhar ações síncronas, que pressupõem
interação, envolvimento instantâneo, em tempo real com os alunos. Ou seja, são os momentos “ao vivo”, que podem ser presenciais ou online. Além,
é claro, do uso intenso de todas as tecnologias. Ou seja, você tem uma educação com a mediação da tecnologia. É por essa razão que esse modelo é
bastante interessante. Você começa a assistir a uma aula presencial e, no
outro dia, termina de forma online. Vamos imaginar um streaming, onde
você começa a acompanhar uma série em um dia e finaliza no outro, começando no celular e concluindo no tablet.

Quais seriam as desvantagens?

As desvantagens estão relacionadas ao fato de que as pessoas não estão
muito acostumadas com esse modelo, por ele ser algo novo. E, claro, tudo
que é novo implica em certa restrição. Por outro lado, nós usamos a tecnologia de forma mais intensa e nem todos estão preparados para isso ou dispõem de tecnologia para tal. E isto pode ser um grande empecilho.

Você acredita que esse modelo veio para ficar? Por quê?

Na realidade, muita gente imagina que esse modelo é passageiro, mas
já se sabe que não, ainda que não em sua totalidade. Boa parte do que está sendo desenvolvido será absorvido, porque ele abre um leque significativo de possibilidades. Nós saímos da restrição, onde você somente assiste
às aulas dentro de um espaço físico pré-determinado, para outros ambientes, ou seja, para voar em busca de conhecimento. Além disso, ampliou-se o uso de equipamentos e o tipo de conteúdo.

À qual modalidade de ensino esse modelo melhor se aplica?

Há uma diferença muito interessante entre o que é EAD (ensino a distância), ensino híbrido e ensino remoto. O híbrido pode ser aplicado a qualquer tipo de modalidade de ensino, seja no ensino fundamental, no médio, na graduação ou na pós-graduação. A única restrição, talvez, seja o ensino infantil, onde há necessidade de uma atenção mais presencial. O EAD, por exemplo, é quando você tem aquele pacote já pronto e disponibiliza para grupos fechados, com a ajuda de um tutor, para facilitar. É um tipo de ensino digital fechado, sem essa flexibilidade. A educação remota já é uma troca, ou seja, aquela mesma aula disponibilizada para os alunos em sala de aula transmitida para eles em casa, mas da mesma sala de aula. Ou seja, é apenas a digitalização do ensino presencial. Na prática, não resulta em uma metodologia muito interessante. É algo, na verdade, planejado para uma situação emergencial.

Qual sua avaliação sobre essa aplicação ao ensino da pós-graduação?

Para o adulto, o ensino híbrido é ainda mais adequado, pois ele já está
mais acostumado com o uso de tecnologias e já tem mais disponibilidade.
Às vezes, os estudantes nem têm tempo de ir até a faculdade. Logo, essa
modalidade se torna mais interessante. Até porque você não tem mais o limitador de tempo e lugar.

No que esse modelo precisaria melhorar em termos de tecnologia?

Basicamente, precisaríamos de mais condições de internet, que é o grande gargalo disso tudo. Nós não temos uma rede tão apropriada para um
uso tão intenso.

Como é a receptividade dos alunos?

Em um primeiro momento, percebemos muita restrição por parte dos
alunos. Quando nos referíamos a níveis de iniciação do ensino, pior ainda,
pois os pais estavam muito resistentes. No entanto, com o passar do tempo, todos foram absorvendo melhor essa mudança e o entendimento facilitou essa flexibilidade para una mudança mais radical, entre aspas. Foi notado, também, que, como você tem um leque muito maior de aprendizagem, identificou-se que os alunos começaram a gostar. Hoje, no Brasil, temos casos de turmas inteiras que preferem o ensino 100% online, ao invés
do híbrido.

É mais trabalhoso para os professores?

Sem dúvida! Muitos pensam que o ensino híbrido é mais fácil, mas não
para os docentes. É preciso preparar aulas com ainda mais atenção. Há aulas gravadas, outras repassadas ao vivo. A quantidade de material é maior, como e-books, apostilas, formulários, documentos, sites, artigos e por aí vai. O trabalho é redobrado. Não obstante, o resultado é muito mais interessante.

E educação superior não será mais a mesma após a pandemia?

Absolutamente! Mudou de uma forma irreversível, pois percebemos que
não podemos mais limitar a educação a um espaço físico. É preciso expandir e o mundo é o nosso limite. É, como se tem dito, a escola sem paredes.

Quais suas considerações finais?

Acredito que houve um nível de aprendizagem muito grande para os
professores, para os gestores educacionais e, também, para os alunos. Foram meses de ensinamentos e evolução. Agora, passados sete meses de implantação, já estamos mais acostumados e envolvidos com esse modelo.
Assim sendo, acredito que sempre iremos evoluir, pois tudo está apenas começando. Houve um ganho muito grande e as perspectivas de crescimento para o modelo híbrido são imensas. O ensino 100% presencial já estava batendo no teto. Agora, o céu é o limite.

sem comentário »
Twitter Facebook RSS