Livro aborda impactos da separação

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A psicóloga e psicanalista Christianne Marie lançou, nessa quinta-feira (25), na livraria e espaço AMEI, no São Luís Shopping, o livro SEPARAÇÃO: o estranho enigma do nó entre amor, angústia e luto segundo a psicanálise. 

O livro é o resultado de mais de duas décadas pesquisando o enigma do nó entre três afetos: amor, angústia e luto em processo de separação segundo a psicanálise. “O que me motivou a desenvolver esta pesquisa foi avaliarmos a realidade que estamos inseridos hoje. Se pararmos para pensar, vivemos em um mundo que a falta de identidade de vínculos afeta diretamente esta geração com excessiva quebra de relacionamentos e frustrações em uma sociedade com laços sociais frágeis e inseguros”, conta a escritora. 

O evento para convidados, respeitando todos os protocolos de segurança, aconteceu no espaço e livraria AMEI, no São Luís Shopping, e os livros podem ser adquiridos no local. 

“Este livro é uma contribuição corajosa para desvendarmos os labirintos emocionais vividos nesta confusa e desordenada sociedade. O desatar do “nó” que nos acena, é uma forma de iluminar, com altruísmo, lágrimas e alegrias que me inspiraram, com muito fascínio, ao saber e tentar trilhar um novo caminho de renovação e superação da nossa mente”, conclui a escritora, psicóloga e psicanalista Christiane Marie. 

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Mesatenistas do Projeto Social Fórum Jaracaty disputam competição neste fim de semana

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Disputas acontecem neste sábado e domingo, no Golden Shopping Calhau. 

SÃO LUÍS – Após um ano sem competições, por conta da pandemia, os atletas do projeto social Ações Esportivas Fórum Jaracaty retomam as disputas participando do Campeonato Maranhense de Tênis de Mesa – 1ª Etapa, promovido pela Federação Maranhense e que será realizado neste fim de semana – durante todo dia, na praça de alimentação do Golden Shopping Calhau.  

Com patrocínio da Equatorial Energia, através da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado do Maranhão, o grupo se mostra confiante na conquista por medalhas. Irão competir sete atletas distribuídos nas categorias mirim (12 e 13 anos), infantil (14 e 15 anos), juvenil (16 e 17 anos) e juventude (18 anos).   

“Competições como essas geram motivações e experiências para nossos atletas”, declara confiante Antônio Ferreira, treinador do grupo. 

Para este ano, o maior desafio aos atletas está sendo a adaptação no uso de máscaras, devido ao esforço físico que requer as atividades. A competição seguirá todos os protocolos de segurança exigidos pelas autoridades do Estado e Saúde com uso obrigatório de máscara, aferição da temperatura, higienização das mãos e espaço restrito aos competidores mantendo distância exigida. 

Para Paola Moraes, 14 anos, que nos últimos ranking ficou entre as primeiras no estadual, com a pandemia novos hábitos tiveram que ser colocados em prática e o uso da máscara durante todo jogo é um grande desafio, por conta do esforço físico que realizam, mas que vem sendo colocado em prática desde que retornaram as atividades no projeto. 

“Estamos nos adaptando, nos treinos sempre ficamos de máscara, utilizamos álcool nas mãos, evitamos contato físico e após os treinos sempre lavamos as mãos com água e sabão. É um pouco complicado ficar o tempo todo de máscara, mas sabemos que é essencial para nossa saúde. São novos hábitos e acredito que estamos preparados para as disputas deste fim de semana”, declarou a atleta. 

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Entrevista exclusiva com o jamaicano Junior Holt, filho da lenda do reggae John Holt

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O podcast traz uma entrevista exclusiva com o jamaicano Junior Holt, filho da lenda do reggae John Holt. O cantor fala sobre a regravação de “Wild Fire”, traz detalhes a respeito do álbum “Tributo A John Holt”, entre outros assuntos inéditos! Saiba mais agora mesmo, com o DJ Waldiney, em poucos minutos.  Acesse aqui!

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ALUMAR e Instituto Alcoa destinam R$ 690 mil para projetos da comunidade

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São Luís – “A iniciativa de empresas e pessoas pode mudar a realidade de uma comunidade. Mais que um legado de sustentabilidade, nesses tempos de pandemia, entendo a doação da Alumar e do Instituto Alcoa como uma atitude solidária e de generosidade”, destacou Vera Jordão, presidente da organização não governamental Movimento de Mulheres da Vila Dom Luís (Movila).

A instituição receberá o valor de R$ 83.343,10 para o projeto “Minha Oportunidade no Mercado de Trabalho”, como incentivo à geração de emprego e renda para 250 jovens de diversos bairros de São Luís.

No dia 23 de fevereiro, a Alumar e o Instituto Alcoa fizeram a oficialização do repasse de R$ 690.127,94 em contribuição a quatro projetos comunitários, que foram selecionados por meio do Programa de Apoio a Projetos Locais 2020, desenvolvido pelo Instituto Alcoa. A entrega dos recursos foi realizada de forma virtual pela Alumar, com a presença de representantes das instituições beneficiadas, lideranças do Consórcio e do Instituto Alcoa.

Para o diretor da Alumar, Helder Teixeira, a parceria com a população local é histórica e recorrente. “São projetos comunitários importantes que podem tornar realidade aquilo que estava apenas no papel e contribuem para transformar o dia a dia de nossas comunidades”, disse.

O Programa de Apoio a Projetos Locais tem como objetivo contribuir com a missão do Instituto Alcoa, de promover coletivamente a educação e o desenvolvimento nos municípios de sua atuação, apoiando financeiramente projetos de organizações da sociedade civil e do setor público, a partir das áreas consideradas prioritárias: educação com foco em ensino fundamental e geração de trabalho e renda, causas estruturantes para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa.

Além do Movila, foram beneficiadas as instituições maranhenses: Centro Educacional do Coroadinho (CEPC) com o recurso de R$ 195.071 ; APAE-MA com R$ 200 mil; e o Instituto Pobres Servos da Divina Providência – Cidade Operária, com R$ 214.713,84. A exceção da APAE, selecionada com projeto da área de educação, as demais instituições focaram na promoção da geração de trabalho e renda.

Programa de Apoio a Projetos Locais 2021

As inscrições para a edição 2021 do programa estarão abertas a partir do dia 1º de março. Com objetivo de auxiliar as instituições na preparação das propostas, será realizado um workshop, online, no dia 5 de março, às 10h. Para receber o convite com o link e participar do workshop, envie um e-mail para: [email protected]

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Um imbecil e onze tolos

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Estava com um texto pronto para mandar para o jornal e me vi obrigado a cancelá-lo, pois recebi alguns telefonemas pedindo que abordasse aqui o mesmo assunto que publiquei em minha página no Facebook, na última quarta-feira, 17.

Nele eu comentara sobre a notícia que abalou as estruturas da democracia brasileira durante a semana que se finda, a prisão do dublê de deputado federal pelo Rio de Janeiro, Daniel Silveira, um imbecil que também é detentor de alguns outros adjetivos semelhantes.

Ocorre que esse ogro resolveu insultar e agredir verbalmente, das formas mais deploráveis possíveis, os ministros do Supremo Tribunal Federal, com ênfase para Luiz Edson Fachin, e em meio a uma coletânea de impropérios, em sua vasta maioria claramente tipificados como crimes de calúnia, injúria e difamação, o beócio deputado, fez ameaças à integridade física dos ministros, incentivou a desobediência civil, disparou agressões contra o estado democrático de direito e aventou a interferência das Forças Armadas para conter os abusos que segundo ele, são praticados pelo STF.

Resultado!… O STF expediu um mandado de prisão em flagrante contra o deputado! Foi aí que começou a polêmica sobre o texto em minha página no Face, que recebeu grande número de curtidas e comentários.

Assisti ao vídeo gravado e postado por Silveira, onde além das barbaridades proferidas por ele, não consegui vislumbrar motivo para que fosse expedida uma ordem de prisão em flagrante em seu desfavor. Em que pese ter ele cometido alguns crimes, não vi motivo para prender o deputado. Processá-lo, sim. Prendê-lo, só depois de julgado e condenado!

Abomino e repudio tudo que foi dito por Silveira contra o STF, mas sei por experiência própria que os constituintes originais, ao redigirem nossa Carta Magna, nos anos de 1987 e 1988, jamais imaginaram a utilização de prisão, ainda mais em flagrante, como remédio para ações e atitudes como aquelas perpetradas pelo deputado.

Não argumentei sobre os citados crimes, aos quais não pode ser atribuída prisão em flagrante, nem coloquei em discussão o fato de o dito infrator ter prerrogativas constitucionais de imunidade parlamentar, o que lhe dá o direito à livre manifestação de opiniões e pensamentos no exercício de seu mandato eletivo e não pode ser usada como salvo conduto. Resolvi não bater cabeça, e apenas tentei analisar os fatos, como sempre procuro fazer, sem interesse político, coloração partidária e viés ideológico, calçado no bom senso e respaldado na insofismável coerência.

Em minha modesta opinião, o STF não poderia ter mandado prender o meliante. Fazendo isso extrapolou suas prerrogativas, e agindo assim deu legitimidade ao discurso tóxico e nocivo daquele que até então era o agente dos crimes.

Novamente, em minha modesta opinião, agindo como o fez, o STF, passou do polo de ofendido e atacado para o polo de infrator da Constituição da República Federativa do Brasil, a mesma a qual ele é o guardião e intérprete supremo.

Em meio a toda essa situação, lembrei de um exemplo que um colega meu de turma, do curso de Direito, certa vez deu, sobre impossibilidade material do crime. Ao invés de dar o exemplo clássico de matar um cadáver, ele todo gabola, disse que não poderia ser configurado crime de ameaça de morte, a bravata de um sujeito cego e desprovido de mãos, que vociferava dizendo que iria dar um tiro no meio da testa de um desafeto seu. Ainda assim houve quem discordasse dele!…

Dito isso, fico imaginando o imbecil do deputado Daniel Silveira obrigando o alto comando do Exército brasileiro, formado por homens corretos e de bem, a colocarem os tanques nas ruas e subverter nossa ordem democrática. Existe quem acredita que isso pode acontecer, da mesma forma que há quem acredite em Currupira e Saci Pererê.

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