Mulher é flagrada com 10 carrinhos de compras furtados do Mateus do Shopping do Automóvel escondidos em casa

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Carrinhos de compras enfileirados na loja do Mateus Supermercados do Shopping do Automóvel, no Calhau

Uma mulher foi flagrada recentemente com nada menos do que 10 carrinhos de compras furtados da loja do Mateus Supermercados do Shopping do Automóvel, na Avenida dos Holandeses, Quintas do Calhau, escondidos em sua casa. A suspeita de cometer o crime mora em um bairro situado por trás do empreendimento comercial, conhecido como Vila Conceição, onde a pobreza e o alto índice de violência tornam a área uma das mais inóspitas de São Luís.

Apelidada de Ligeirinha, a mulher apontada como autora do furto dos 10 carrinhos aparenta ter cerca de 50 anos de idade – ou talvez menos, pois seu aspecto físico maltratado pode ser consequência da extrema pobreza em que sobrevive. Ela tem estatura muito baixa, voz infantil, que remete a uma aparente deficiência na emissão da fala, e carrega na cabeça um inseparável boné.

Segundo testemunhas, Ligeirinha frequenta diariamente o Mateus do Shopping do Automóvel, geralmente à tarde e à noite, quase sempre acompanhada de uma criança do sexo masculino, de aproximadamente 6 anos, talvez 7.

Por frequentar o supermercado todos os dias, Ligeirinha é popular entre os funcionários, que a tratam com simpatia e bom humor. Muitos clientes também a conhecem e costumam pagar suas mercadorias ao serem abordados por ela nas filas dos caixas. Pois é, há quem seja solidário diante da figura paupérrima da mulher.

Quanto aos seguranças do supermercado, todos redobram a atenção ao ver Ligeirinha adentrar e circular com a criança que sempre a acompanha e um carrinho de compras pelas dependências da loja. O procedimento-padrão, nesse caso, é transmitir mensagem via rádio aos colegas para que ela seja monitorada.

É a miséria mostrando à sociedade maranhense a sua face mais cruel, sombria, humilhante e deprimente.

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Festival maranhense Conexão Dança acontece até o dia 30 no YouTube

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Áurea Maranhão em “Mergulho III”

São Luís – Começou, no último dia 27, o festival maranhense Conexão Dança. A programação acontece até o dia 30. No encerramento, haverá a segunda edição do Marabaque, uma batalha de vogue. Segue o link:

https://www.youtube.com/channel/UCXlwrMYrhXKeq-HhwfVYliw

Esta é a 12ª edição do evento, uma iniciativa do Bemdito Coletivo, financiado com recursos da Lei Aldir Blanc por meio do Edital de Fomento a Projetos Culturais da Secretaria de Estado da Cultura.

“Artistas foram convocados a participar com suas criações e pesquisa em desenvolvimento. Nós teremos, ainda, a residência artística como ação de formação com o convidado Cristian Duarte”, destaca Erivelto Viana, idealizador e coordenador do festival.

Ao todo, foram dez propostas selecionadas. Todas as apresentações estão disponíveis no YouTube. No último sábado, 27, a abertura contou com o espetáculo “Assombros e Trincheiras”, com Tieta Macau, Abeju, Elton Panamby e Inaê Moreira; “Da beira pra dentro”, de Eliara, e “Afrofunk: conexão Gana-Brasil”, de Josep Osei.

No domingo, 28, foi a vez de “.fAc3”, com Victor Vihen; “O Afrobuck de cada dia”, de Gilvan dos Santos; “Desmonta-AÇÃO”, com Frimes, e “Triturador”, da Casa do Sol.

Nesta segunda-feira, 29, às 19h, tem “Tukún”, com Yuri Azevedo e Lucca Muypurá; “Divisões Derivadas”, com Ruan Francisco, e Dinho Araújo, finalizando com Áurea Maranhão em “Mergulho III”.

A programação termina nesta terça-feira, 30, às 20h, com a segunda edição do “Marabaque”, uma parceria da Rebo Blyndex, Negroni Blyndex e BemDito Coletivo. A competição terá como jurados Pietra Serra, Nayh, Wand Albuquerque, Nebraska Diamond e Enme Paixão.

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Novos paradigmas, o cérebro e as doenças mentais

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            A Psiquiatria, ao longo de sua história, sempre tentou localizar no cérebro as origens das doenças mentais ao ponto de, por muitos anos, esta especialidade ter sido designada como Neuropsiquiatria. As contribuições nesse sentido foram muitas, desde a possibilidade de identificar pontos no cérebro responsável por esse ou aquele sintoma ou até mesmo explicar a totalidade das doenças psiquiátricas. Outras áreas do conhecimento, além da área medicina, propriamente dito, como a religião, a psicologia, a filosofia, a antropologia, trouxeram contribuições importantes no sentido de se explicar e se compreender as origens dessas doenças.

Na atualidade, com bases sólidas nos atuais conhecimentos neurocientíficos e baseadas em evidências clínicas e laboratoriais, descobriu-se que as doenças mentais derivam de uma intricada rede de fatores, como os genéticos, a bioquímica, a imunologia, a neurofisiologia, a neuroquímica, o ambiente e as condições sociais, que interligadas umas às outras, colaboram para a expressão final do nosso equilíbrio ou desequilíbrio mental e emocional. Portanto, a saúde e a doença mental em última análise decorrem do equilíbrio desses distintos aspectos, relacionados aos comportamentos humanos.

            Portanto, qualquer fator que ocorra que seja suficientemente capaz de interceder com esse equilíbrio dinâmico ou disfuncionar essas atividades que se materializam no cérebro, por menor que seja, são capazes de provocar respostas psicopatológicas ou transtornos psiquiátricos e emocionais. Há, por outro lado, pessoas que herdam condições geneticamente desfavoráveis, para o desenvolvimento de distintos tipos de doenças mentais com gravidades variáveis, são as chamadas doenças mentais geneticamente determinadas. Por último, há um outro grupo de transtornos psiquiátricos que são ocasionadas, predominantemente, por injunções sociais, ambientais e culturais, desfavoráveis, esses são designados de distúrbios ou transtornos psicossociais.

            A visão atual, portanto, mostra que doença mental, seja qual for, nunca será determinada por um único fator, pois se originam de múltiplos fatores: exógenos, endógenos, genéticos e/ou ambientais sociais e culturais onde, em todas essas dimensões, de forma isolada ou conjuntamente, exercerão sua influência direta na origem dessas enfermidades.

            Há um fato que devemos notar, nessa rede complexa de causas dessas doenças, qual seja, em cada pessoa, portadora de uma doença mental, haverá fatores preponderantes, uns sobre os outros em distintas proporções. Por exemplo, as doenças psicóticas, tais como esquizofrenia, transtorno afetivo-bipolar, os transtornos da personalidade, quadros delirantes e alucinatórios e alguns tipos de sociopatias, as causas são, predominantemente genéticas, mesmo assim não se pode descartar a participação de outros fatores, não genéticos, para o aparecimento de tais doenças.  Volto a dizer: não há uma causa única que determine tais doenças, vários fatores contribuem para seu aparecimento.

            Outras doenças mentais, como os transtornos de ansiedade, Síndrome de Burnout, Transtorno de Stress pós-traumático e os diferentes tipos de stress, as depressões situacionais, as angustias existências, que são bastante prevalentes na atualidade, são transtornos predominantemente situacionais, ambientais, sociais e culturais.

             Devido a isso, podemos afirmar com segurança, que a sociedade atual está enferma, mentalmente. As condições gerais de vida da população, as inseguranças porque passamos, as decepções na vida, a violência doméstica, na cidade ou no campo, ou na vida urbana, o desamor, a falta de fé e de compaixão, os medos, a desconfiança nas pessoas, tem favorecido para o surgimento de muitos problemas emocionais, psiquiátricos e comportamentais, que tem como base esses conflitos pelos quais estamos passando nos dias atuais. E, a tendência é que esses transtornos se incrementem cada dia mais, por conta dos avanços da tecnologia (redes sociais), a possibilidade de liberação de drogas (maconha e outras), as questões econômicas e políticas, as anomias do estilo de vida, etc. Todos esses indicadores conflitantes, de qualquer natureza: econômicos, éticos, políticos e, sociais são fatores francamente desfavoráveis à nossa saúde mental.

        Veja por exemplo, a questão do consumo de álcool, tabaco e de outras drogas, que ocorre nos dias atuais. São condições, absolutamente, insalubres que fatalmente colaboram para os índices assustadores de doentes mentais, suicídios, homicídios, feminicídios e muitas outras situações negativas que vem ocorrendo na população em geral.

        Independentemente, de quais sejam os fatores predominantes, na etiopatogenia dessas enfermidades psiquiátricas, há um denominador comum: eles se entrelaçam e interagem uns com os outros para expressarem clinicamente a disfuncionalidade cerebral. O cérebro é, portanto, a sede material dessas doenças, pois é lá que se processa o desfeixe final, quiçá inicial, desses transtornos. É a partir do cérebro que desenvolvemos nossa consciência, nossos pensamentos, nossas emoções, nossos desejos, aspirações e julgamentos. A regulação e o equilíbrio emocional, do humor da nossa memória, do controle dos impulsos e das nossas relações sociais dependem basicamente da atividade cerebral e das nossas relações com os outros e com o mundo. Finalmente, o comportamento, personalidade, a percepção, a atenção, a cognição e muitas outras funções essenciais à vida dependem da atividade do nosso cérebro, ao ponto de. Em havendo disfunção do mesmo todas essas funções e atividades se alterarão.

           Por isso, é que a cada dia se exorta a necessidade de protegermos e tratarmos nosso cérebro com carinho, com zelo, oferecendo-lhe muitas atividades e exercícios, sistemáticos, pois só assim é que iremos garantir nossa longevidade, nossa saúde física, mental e social. Semelhantemente, a outros órgãos e sistemas biológicos humanos, o cérebro tem que ser bem tratado, agredi-lo, sob qualquer forma, é uma temeridade.

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Helena!

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Essa imensa onda de intolerância pela qual o mundo passa, principalmente no âmbito político, me fez lembrar de algumas pessoas com as quais convivi durante muitos anos neste setor, e essa lembrança me fez perceber como eu sou um felizardo.

Quando comecei na política, antes mesmo de ter mandatos eletivos, além de meu pai, meu tio e seus amigos, convivi com figuras extraordinárias, como Haroldo Tavares, Pedro Neiva de Santana, Clodomir Milet, Maria Aragão, João Castelo e José Burnet, pessoas com as quais pude aprender as primeiras noções do ofício que havia escolhido para mim. Gosto de pensar que aquela foi a minha formação básica.

Em minha estreia como deputado estadual, em 1983, tive o prazer e a honra de ser colega de Bento Neves, Gervásio Santos, Celso Coutinho, Raimundo Leal e tantos outros. Comparo aquele tempo ao meu curso universitário, pois aos 23 anos, era naquela ocasião o mais jovem deputado do Brasil.

Na Assembleia Nacional Constituinte pude conviver com alguns ícones como Ulisses Guimarães, Afonso Arinos, Artur da Távola, Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso e Lula, entre outros bons amigos que fiz naqueles anos de grande aprendizado! Gosto de imaginar que aquele mandato me serviu de mestrado.

De volta à Assembleia Legislativa do Maranhão, iria conviver com antigos companheiros de meu primeiro mandato como Edivaldo Holanda e Ricardo Murad, mas teria a oportunidade de me relacionar com Mauro Bezerra, amigo dos meus tios, a quem conhecia desde criança, Aderson Lago, que conhecia do Jaguarema, Carlos Alberto Milhomem, que em alguns aspectos me lembrava meu pai, Domingos Dutra, de quem não tinha boa impressão e Helena Barros Heluy, a quem eu achava uma figura distante, inabordável e de difícil contato. Com aquelas e outras pessoas faria o meu doutorado.

Não lembro de nenhuma das pessoas que citei serem sectárias, maniqueístas ou mesmo hipócritas e incoerentes, duas facetas muito fáceis de se encontrar nos políticos. Alguns se mostraram diferentes com o passar do tempo. Tive a sorte de conviver, de modo geral, com um tipo de político que hoje em dia é coisa rara.

Teria muitas histórias para contar sobre todas essas pessoas, mas o fato que me fez pensar na onda de intolerância que assola o Maranhão, o Brasil e o mundo, me remete a uma pessoa especificamente: Helena Barros Heluy.

Helena, era para mim uma caixa sem fechadura ou dobradiças, daquelas pressurizadas, hermeticamente fechadas, que para abrir, só usando uma palavra mágica. Não adiantaria usar um pé de cabra, martelo e talhadeira ou maçarico. Para abri-la seria preciso algo mágico… E não foi difícil para mim descobrir como.

Para que se possa ter acesso a pessoas como Helena Barros Heluy, pessoas resolutas, sóbrias, eloquentes, inteligentes, cultas, sensíveis, dignas, basta apenas que se seja simples e verdadeiro. Não precisa concordar com ela, não precisa apoiá-la em suas ideias ou atitudes, basta se mostrar como você realmente é, o resto é por conta dela

Helena tem uma apuradíssima capacidade de ler as pessoas, um imenso senso de justiça e um profundo embasamento filosófico, que ao contrário do que pensam aqueles que só a conhecem de longe, está mais ligado ao cristianismo que ao marxismo.

Quando ainda não conhecia Helena mais de perto, quando meu conhecimento dela era superficial, achava muito estranho ela ser casada com Heluy, a quem eu também só conhecia superficialmente. Achava que as pessoas naquele casal não combinavam, eram muito diferentes. No convívio dela e de sua família, descobri que aquele sujeito imenso e aparentemente rude, era na verdade uma pessoa doce e bondosa, a qual o amor dela domava. Ao me fazer entender isso ela me deu uma lição. Fez com que eu olhasse para dentro de minha própria casa, na minha família. Quem visse a minha suave e doce mãe convivendo com o elétrico e pouco fino pai, diria que havia algo errado. Essa diferença é parte do sucesso que o amor causa. Ainda sobre esses dois casais, descobri que fizeram cursilho para casais juntos, na Igreja de Santo António.

No convívio com Helena, fui a conhecendo e descobri que ela morou na Rua da Saúde, numa casa vizinha da casa de meu pai, que era oito anos mais velho que ela, e minha mãe, onze. Ela que havia sido amiga de minhas tias Norma e Rose, agora era minha colega no parlamento maranhense.

Uma das marcas registradas da deputada Helena Heluy, era o imenso pacote de documentos que ela carregava para onde quer que fosse, o que se certa forma me deixava incomodado, pois ia para as reuniões plenárias apenas com os telefones celulares. Outra coisa marcante nela, era o fato de raramente faltar as sessões.

Quando não a víamos no plenário, ficávamos preocupados, pois algo importante deveria ter acontecido.

Convivemos durante oito anos, de 2003 até 2011, quando os dois, sem sabermos da intenção ou dos motivos do outro, resolvemos não mais concorrer a mandatos eletivos.

Depois, conversando com ela, descobri que nossos motivos haviam sido os mesmos.

Uma grande decepção com o rumo que a política havia tomado, com as consequências que certamente esse rumo tortuoso acarretaria. Estávamos certos.

Helena havia sido vereadora de São Luís, antes de ser deputada estadual, e aqui fica uma conclusão que pode parecer desairosa para ela, mas ao contrário disso é extremamente honrosa. Em minha opinião, Helena foi melhor vereadora de São Luís que Deputada do Maranhão. Eu explico. Pessoas como Helena, operosas e incansáveis, são mais afeitas a proximidade com os problemas e com suas soluções. Um vereador está mais perto dos fatos e pode interferir mais diretamente neles, já um deputado se serve mais do discurso na tribuna, da entrevista no rádio ou na televisão, de uma reunião com secretários, para interferir nos destinos desses fatos.

Isso não quer dizer que Helena não fosse magistral na tribuna, nas comissões, no plenário, nas entrevistas de rádio e TV. Ela era, e muito! Ocorre que pelo fato de ser como é e de agir como age, sua performance quando dependia de tratar com representantes do governo estadual, ficava prejudicada, mais por causa deles que por causa dela.

Helena se formou em advocacia e foi procuradora de Justiça do Estado do Maranhão. Manteve durante muitos anos, um programa na Rádio Educadora, ligada à igreja católica, e na juventude, como jornalista, escreveu colunas em jornais da capital. Inclusive tenho com ela uma dívida, que é de resgatar uma série de entrevistas que ela realizou para um desses matutinos. Devo não nego, pagarei em breve!… Quem sabe presente de oitenta anos!?…

Algumas pessoas marcam as nossas vidas e nem nós nem elas entendem o porquê. Na verdade, são muitos os motivos. Por exemplo, quando você escreve um artigo no jornal e alguém que lhe é muito caro, pega o telefone e liga para dizer que se identificou com o seu escrito, que pensa parecido, que se sentiu representado, isso nos deixa felizes e realizados. Quando a pessoa que liga pra dizer isso é uma Helena Heluy, essa felicidade e realização é muito maior, pois a opinião dela é mais relevante, pois ela é mais sensível, e mais capacitada para auferir e mensurar os acontecimentos.

O que me fez lembrar de Helena foi o fato de estarmos vivendo tempos de intransigência e intolerância, e ela em que pese ser dura em suas posições e na defesa de suas ideias, jamais foi intransigente ou intolerante, sempre estava pronta para o bom entendimento e a ponderação.

Já não se fazem políticos como Helena, o que é uma grande pena.

Costumava dizer que se fosse um dia governador do Maranhão, além dos secretários de cada pasta, teria um grupo de conselheiros. No setor de ideias geniais teria Haroldo Tavares, Eduardo Lago e Claudio Pinto dos Reis. No setor de projetos políticos, teria Clodomir Milet, José Burnet e Aderson Lago. Porém não assinaria nenhum papel que antes não passasse primeiro pelo crivo jurídico de António José Muniz e pelo crivo moral de Helena Barros Heluy.

Ainda hoje ouço o então segundo secretário da Assembleia Legislativa do Maranhão, o inquebrável e inquebrantável deputado Pontes de Aguiar, que hoje deve estar beirando os 100 anos, pronunciar erradamente o sobrenome de Helena, ao ler o expediente da casa, ao que todos juntos sorriam.

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Comunidades Quilombolas das cidades de Caxias, São João do Sóter e Aldeias Altas recebem troca de geladeiras

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Equatorial Maranhão realiza cadastro nos dias 30 de novembro e 01 de dezembro na Praça Panteon em Caxias

O programa de eficiência energética E+ Geladeira Nova, da Equatorial Maranhão, segue contemplando a população. Quem recebe as ações desta vez são as comunidades Quilombolas dos municípios de Caxias, São João do Sóter e Aldeias Altas. Ao todo, a Distribuidora conta com 50 geladeiras para troca entre os moradores das comunidades. O cadastro acontece nos dias 30 de novembro e 01 de dezembro, das 8h às 17h. O sorteio será realizado no dia 02 de dezembro, às 17h.

Os clientes interessados em participar e concorrer à troca da sua geladeira antiga por uma nova e mais econômica devem se direcionar à Praça Panteon, no Centro de Caxias. A praça fica localizada em frente à Prefeitura e Câmara Municipal. Nos dias do cadastro, a Equatorial Maranhão também fará a troca de lâmpadas incandescentes ou fluorescentes (em funcionamento) por lâmpadas novas de LED. Para isso, é imprescindível que o cliente leve as lâmpadas antigas e em funcionamento.

Vale explicar que após o cadastro acontecerá o sorteio, na quinta-feira (02/12). Além disso, no dia do sorteio ainda serão entregues 100 cestas básicas e brinquedos. Já o último momento será a troca e entrega das novas geladeiras aos ganhadores. Essa etapa acontece no dia 03 de dezembro, a partir das 7h.

O programa de eficiência energética E+ Geladeira Nova da Equatorial Maranhão é uma iniciativa que faz parte do programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (PEE/ANEEL). O objetivo é trocar gratuitamente geladeiras ineficientes por equipamentos novos e econômicos. Neste momento, a Companhia reforça que é indispensável todos seguirem à risca os protocolos de saúde: usar máscara, álcool gel e manter o distanciamento social.

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