Vereadora de São Luís é vítima de golpe aplicado por pré-candidato a prefeito de Lago da Pedra

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O pré-candidato a prefeito de Lago da Pedra e suposto dono de malharia Bem-te-vi foi acusado de ser golpista pela vereadora de São Luís Fátima Araújo

A vereadora de São Luís Fátima Araújo (PCdoB) foi vítima de um golpe aplicado pelo pré-candidato a prefeito do município de Lago da Pedra conhecido como Bem-te-vi. A parlamentar encomendou um lote de abadás para um bloco que está apoiando neste período de pré-Carnaval, mas não recebeu as vestimentas, mesmo já tendo efetuado o pagamento.

Fátima Araújo denunciou em suas redes sociais que repassou a quantia de R$ 4.250,00 (quatro mil, duzentos e cinquenta reais) a Bem-te-vi, que se apresentou a ela como proprietário de uma malharia. Mas, ao que tudo indica, não passava de uma mentira, pois o suposto golpista sumiu com o valor que recebeu, sem dar qualquer satisfação.

“Eu fico imaginando um cara desses com mandato. Quanto golpe ele vai aplicar na população? Ele deve estar tomando cerveja com meu dinheiro do Carnaval “, desabafou Fátima Araújo em sua conta no Instagram.

Em tempo: no dia 17 de setembro do ano passado, Fátima Araújo foi rendida por assaltantes dentro da sua própria casa e teve vários pertences roubadoshttp://foi rendida por assaltantes dentro da sua própria casa e teve vários pertences roubados. Um dos bandidos chegou a ameaçá-la apontando uma arma de fogo para a sua cabeça e no momento de maior tensão apertou o gatilho, mas o disparo falhou. Assessores da vereadora que a visitavam testemunharam toda a ação a ação criminosa e também ficaram na mira do bando.

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Melhor que dinheiro

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Comecei minha jornada na política em 1978, como assessor parlamentar. De lá para cá fui deputado estadual, deputado federal constituinte e secretário de Estado, voltando depois a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Maranhão, mas desde janeiro de 2011, não sou mais político, pelo menos desses com mandato eletivo. Depois dali ainda exerci funções como secretário de esportes do Estado e de comunicação do Município de São Luís.

Ao todo foram 40 anos de vida pública, cujo saldo, em meu ponto de vista, acredito tenha sido bastante positivo.

Nunca perdi uma eleição; não trago nenhuma mácula moral ou ética no meu currículo; não cultivei inimigos e fiz nesse trajeto uma infinidade de bons companheiros e amigos, e até mesmo os poucos adversários que tive, sempre me trataram de forma respeitosa.

Estou comentando isso aqui hoje, pelo fato de mesmo sem manter nenhum cargo ou laço formal com os poderes constituídos, ainda sou procurado por pessoas, no sentido de ajudá-las a resolver algum assunto de seu interesse. Isso acontece não apenas comigo, mas com qualquer pessoa que tenha sido político, ou que mantenha algum nível de poder, mesmo que só informal ou aparente, como é o meu caso.

Mas a razão pontual e específica de abordar esse assunto, se deve ao fato de eu ter sido procurado por um amigo, no sentido de ajudar uma pessoa que precisava tratamento médico de urgência, pois corria risco de perder a vida se não fosse atendido imediatamente.

Não me lembro da última vez que eu tenha ficado atônito com um caso assim. O fato de não conhecer o secretário de saúde do Estado me deu certa sensação de obsolescência, e essa é uma sensação horrível, posso garantir a vocês.

Imediatamente, meu temperamento irreverente e brincalhão fez troça de mim mesmo e me fez pensar que se não conheço o secretário de saúde, conheço o chefe dele, que foi meu contemporâneo no Colégio Batista, e é um dileto amigo meu, mas resolvi não recorrer a COBF e pedi ajuda à um outro querido amigo, que ainda está na política e tem o instrumento necessário para ajudar as pessoas. Poder.

O senhor que precisava de tratamento urgente foi atendido e passa bem, graças à ajuda daquele meu bom amigo e das pessoas a quem ele deve ter acionado para resolver tal questão.

Quando soube do desfecho satisfatório do caso, vi que a sensação de estar ficando obsoleto é inversamente proporcional a de conseguir ajudar alguém, de fazer o bem para uma pessoa. Essa em minha opinião é a função principal do poder.

Esse acontecimento serviu para reafirmar uma das primeiras lições que aprendi na minha vida, e que já foi até tema de propaganda de um banco, no tempo em que eu ainda era criança. “Melhor um amigo na praça do que muito dinheiro no caixa”.

Muito obrigado, meu amigo ABF!…

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Nações Indígenas: Série documental da TV Assembleia exibe episódio sobre povo Guajajara neste sábado

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O povo Guajajara é o foco de mais um episódio da série documental “Nações Indígenas”, que a TV Assembleia exibe neste sábado (28), às 17h. O programa traz um passeio pela história, tradições e rituais dos nativos habitantes da Terra Indígena Arariboia, que reúne 140 aldeias e fica situada entre os municípios de Amarante, Grajaú e Santa Luzia.

Com idealização e direção geral do jornalista Edwin Jinkings, diretor de Comunicação da Assembleia, a série “Nações Indígenas” teve gravações iniciadas em 2021, período em que os indígenas vivenciaram processo de invasões e violência.
“A produção é bem completa, mostrando os valores, as lutas, festas e as várias formas de resistência desse povo, até chegar a esse momento em que o país ganha o inédito Ministério dos Povos Originários e tem a liderança indígena maranhense com renome internacional, Sonia Guajajara, em seu comando”, declarou Edwin Jinkings.

No documentário, Sonia Guajajara, que nasceu na Terra Arariboia, dá depoimento contundente: “O território é uma garantia para todos os povos viverem sua cultura, sua tradição, seu modo de vida. Mas, embora tenhamos um território demarcado, tem um processo muito violento de invasão. Isso acaba que junta e traz todo mundo para a mesma situação de insegurança, de violência e de luta”, afirmou.

Donos do cocar

Falando uma língua pertencente à família tupi-guarani, o povo Guajajara é uma das etnias indígenas mais numerosas do Brasil. O nome significa “os donos do cocar”, sendo que a autodenomiação desse povo é Tenetehara.
Entre os destaques do episódio, estão as festas realizadas, sempre marcadas por cânticos, dança e pintura corporal. Exemplos são o ritual que marca a chegada dos meninos à puberdade e as festas do mel e do milho.

O documentário destaca a Festa da Menina Moça, que é dividida em três momentos: a Festa da mandioca, a caça e a festa do Moqueado. Segundo a tradição dos Guajajaras, na primeira menstruação, as meninas passam por um rito que inclui ficar por cinco dias em um espaço reservado, onde recebem, dos pais e avós, a primeira pintura corporal. No encerramento, recebem a carne do moqueado e passam a ser consideradas adultas.

Produção

A produção, que traz conversa com o antropólogo Deusdedith Leite, tem roteiro da jornalista Márcia Carvalho; com entrevistas e pesquisa de campo de Elda Borges e Produção de Marise Farias. A narração é de Rosalvo Júnior e as imagens são assinadas por Rubenilson Lima e Fábio Lima.

Os dois primeiros episódios da série “Nações Indígenas” estão disponíveis no canal do YouTube da TV Assembleia e no ar no canal aberto digital 9.2, na MAXX TV, no canal 17, e Sky, no canal 309.

O primeiro enfoca o povo Canela Apanyekrá, da terra indígena Porquinhos, que tem incidência em municípios como Barra do Corda e Fernando Falcão. O segundo destaca o povo Krikati e é ambientado na aldeia São José, entre os municípios de Montes Altos e Sitio Novo.

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Sarcófago de 4.300 anos com múmia coberta de ouro é encontrado no Egito

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Uma das quatro tumbas recém-descobertas no sítio arqueológico de Saqqara, ao sul do Cairo / Foto: G1 / Getty Images via BBC

Uma múmia coberta de ouro dentro de um sarcófago que não era aberto há 4.300 anos foi descoberta por arqueólogos na quinta-feira (26) .

Acredita-se que a múmia, os restos mortais de um homem chamado Hekashepes, seja um dos corpos não pertencentes à realeza mais antigos e completos já encontrados no Egito.

A múmia foi descoberta a 15 metros de profundidade em um cemitério em Saqqara, no sul do Cairo, onde três outras tumbas também foram encontradas.

A maior das múmias descobertas na antiga necrópole pertence a um homem chamado Khnumdjedef — um sacerdote, inspetor e supervisor de nobres.

Várias estátuas e peças de cerâmica foram encontradas nos túmulos — Foto: G1 / Getty Images via BBC

Outra pertencia a um homem chamado Meri, que era um alto funcionário do palácio com o título de “guardião de segredos”, o que permitia a ele realizar rituais religiosos especiais.

Acredita-se que um juiz e escritor chamado Fetek tenha sido sepultado na outra tumba, onde foi descoberta uma coleção de estátuas — provavelmente as maiores já encontradas na área.

Vários outros itens, incluindo artigos de cerâmica, também foram encontrados entre os túmulos.

Descobertas datam de 25 a 22 a.C.

O arqueólogo Zahi Hawass, ex-ministro de Antiguidades do Egito, afirmou que todas as descobertas datam aproximadamente dos séculos 25 a 22 a.C.

Saqqara foi um cemitério ativo por mais de 3 mil anos — e é um Patrimônio Mundial da Unesco. Está localizada no que era Mênfis, antiga capital egípcia, e abriga mais de uma dúzia de pirâmides — incluindo a Pirâmide de Degraus, perto de onde a múmia foi encontrada.

A descoberta aconteceu um dia depois de especialistas em Luxor, no sul do país, anunciarem ter encontrado uma cidade residencial completa da era romana, que remonta aos séculos 2 e 3 d.C.

Os arqueólogos encontraram edifícios residenciais, torres e o que chamaram de “oficinas de metal” — contendo vasos, ferramentas e moedas romanas.

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Com informações do site G1

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Código-fonte das urnas eletrônicas é de acesso público a toda a sociedade

O código-fonte da urna eletrônica brasileiro é um conjunto de instruções às quais os sistemas eleitorais, desenvolvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), obedecem.

O código-fonte está aberto e é de acesso público a toda a sociedade, uma vez que instituições fiscalizadoras que a representam têm atuado continuamente na ativa inspeção desses sistemas.

Você sabia que há 40 oportunidades de auditoria em um ciclo eleitoral que avaliam o funcionamento e a segurança desses sistemas? Tudo isso para garantir a transparência e a lisura do processo eleitoral, garantindo que o voto digitado na urna pelo eleitor é o mesmo computado pelo TSE.

A auditoria do sistema eletrônico de votação é realizada pelas entidades fiscalizadoras, legitimadas a participar das etapas do processo de fiscalização, que constam no Artigo 6º da Resolução TSE 23.673/21, entre elas partidos políticos, federações e coligações; Forças Armadas; Polícia Federal; Sociedade Brasileira de Computação; Conselho Federal de Engenharia e Agronomia; Tribunal de Contas da União; entidades privadas brasileiras, sem fins lucrativos, com notória atuação em fiscalização e transparência da gestão pública, credenciadas junto ao TSE; e departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas junto à Corte.

As entidades fiscalizadoras têm acesso irrestrito a todo o código-fonte, em ambiente preparado para inspeção, a partir de 12 meses antes do primeiro turno das eleições, o acesso antecipado aos sistemas eleitorais desenvolvidos pelo TSE e o acompanhamento dos trabalhos para sua especificação e desenvolvimento, para fins de fiscalização e auditoria, em ambiente específico e sob a supervisão do Tribunal. Portanto, o código-fonte está aberto e acessível às entidades fiscalizadoras, como efetivamente já foi inspecionado e acompanhado por várias delas no último biênio

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