Gestão de Edivaldo Holanda Júnior é aprovada pela maioria da população

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Prefeito Edivaldo Holanda Júnior faz uma boa gestão para a maioria dos ludovicenses

Números da última pesquisa Ibope divulgados esta semana atestam o que já se vê rotineiramente nos bairros de São Luís: o prefeito Edivaldo Holanda Junior está na reta final de sua gestão com ótimos índices de aprovação. Edivaldo tem sua gestão aprovada por 57% da população de São Luís e reprovada por 36%, enquanto 7% não souberam ou preferiram não opinar. 

A boa aprovação com que Edivaldo chega aos últimos meses de sua gestão é alicerçada pelo volume inédito de obras que ele está executando pela cidade, beneficiando mais de uma centena de bairros com destaque para as áreas mais periféricas e da zona rural onde bairros estão sendo urbanizados pela primeira vez.

Asfaltamento, drenagem profunda, construção de pontes, praças, reconstrução de mercados, reformas de escolas e unidades de saúde, implantação de novos acessos viários estão entre os investimentos históricos de sua gestão.

Os números da pesquisa corroboram o sentimento que é percebido nos bairros por onde Edivaldo tem passado. Marca registrada de sua gestão a presença do prefeito nos bairros é rotina de segunda-feira à domingo, incluindo feriados, seja manhã, tarde ou noite. Nestas visitas ele vistoria cada obra de sua gestão, conversa pessoalmente com os moradores e sempre é recebido com muito carinho.

Somado a isto estão sua gestão fiscal equilibrada, financeiramente ajustada – é importante destacar que em oito anos de gestão Edivaldo nunca atrasou o pagamento do funcionalismo e, na maioria das vezes, antecipou os pagamentos, enquanto muitas prefeituras suspenderam os vencimentos dos seus servidores. Outro ponto forte da gestão Edivaldo é a ética na administração pública.

Todo este trabalho e pontos positivos de sua gestão somados ao seu inegável carisma pessoal garantem a Edivaldo gabarito para ser o prefeito mais popular e bem avaliado das últimas décadas em São Luís.

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Caravelas: perigo escondido no mar

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DERMATOLOGISTA MICHELE MORENO HAPVIDA

Dermatologista orienta como agir em casos de envenenamento por caravelas. 

Em épocas em que as temperaturas são mais elevadas, o banho de mar é a solução para os ludovicenses. Considerado o segundo maior litoral do Brasil contando em linha reta, o litoral maranhense conta com mais de 640 km de extensão. Em dias mais quentes, são as praias o destino de muitos. Mas as águas refrescantes do mar escondem um perigo: as caravelas. 

De setembro a janeiro, época do ano, onde os ventos são mais fortes, é possível se perceber uma incidência maior das famosas caravelas, popularmente conhecidas como águas-vivas, nas praias de São Luís. O aparecimento desses animais geralmente ocorre quando a maré está enchendo devido ao deslocamento constante da correnteza. 

Caravelas – perigo escondido no mar

Apesar de aparentar indefesas, as caravelas causam queimaduras na pele de quem toca e as principais vítimas são banhistas, principalmente crianças. “Esses animais são formado por um estrutura circular com tentáculos, que contam com células que liberam substâncias ao contato com a pele que atuam envenenando. Por isso o termo correto é envenenamento e não queimadura. Em contato com a pele, estas toxinas causam lesões avermelhadas e até bolhas, devido a irritação da substância liberada”, explica a dermatologista do Hapvida Saúde, Michele Moreno.

Como agir?

Muitas pessoas atingidas pelas caravelas tendem a limpar a região atingida com água doce, mas a dermatologista alerta que essa prática é errada. “A água doce vai facilitar a liberação das células que ainda contém o veneno, aumentando a necrose, queimação e potencializando a dor”, alerta. “O ideal é usar compressas de água salgada gelada e banhos com vinagre, que vai ‘travar’ a liberação dessas células com veneno na pele”, ensina. “Nunca passe água doce e nenhuma outra substância, como bebida alcoólica ou urina”, destaca a especialista.

Segundo a especialista é fundamental que após tratada a região no local, o paciente busque um atendimento médico. “Em alguns casos, mesmo após a aplicação do vinagre ou água salgada, a dor é persistente em alguns pacientes, nessas situações o recomendado é buscar atendimento médico especializado para realizar o controle da dor e evitar sequelas como cicatrizes”, recomenda. 

Alerta

A água-viva pode queimar até 6 horas depois de morta e, se colocada dentro da água, ainda depois de morta, pode queimar até 24 horas. Por isso, não se deve tocar, mesmo que pareçam mortas na areia. 

Fique de olho: águas-vivas não atacam as pessoas, os acidentes acontecem quando por algum motivo, encostam-se nos banhistas e, neste momento, liberam substâncias na pele que causam o envenenamento.

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BUNDA COMO PALAVRA

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Vinte anos atrás circulou em todo o Brasil a revista chamada BUNDAS, com conteúdo de humor político na linha anteriormente seguida pelo famoso jornal O Pasquim, inclusive contando em sua equipe com alguns jornalistas remanescentes do antológico semanário que marcou época.

Há uma semana, surpreso e quase completamente esquecido da mesma, resgatei alguns exemplares dessa revista num sebo. Em uma de suas edições, a de número 48, deparei com uma matéria de Sérgio Augusto, um de seus colaboradores,  em que este apontou a palavra Bunda como a mais bonita da língua portuguesa. E explicou o motivo: 

“Tenho para mim que quando alguém me pede uma palavra bonita a escolha seja ditada mais pela eufonia do que pela expressividade semântica. É o som e não o sentido, que embeleza ou enfeia um vocábulo. Pelo menos os poetas deveriam saber disso. Alguns dos nossos não sabem, daí o prestígio de vocábulos como liberdade, esperança e democracia, entre os bardos da terra. Baudelaire e Joyce teriam ficado horrorizados com essas escolhas. Para Baudelaire a palavra mais bonita da língua francesa era hemorroides. Joyce preferia cuspidor que na língua dele também significava escarradeira, mas que, evidentemente, soa mais agradável aos ouvidos , quando pronunciada à irlandesa”

Quando encarei esse tema, neste jornal, nos tempos do Hoje é dia de… argumentei de forma semelhante, porém fui mais longe, sugerindo que as palavras, muitas vezes  se rebelam ao significado que lhes impõem e continuam belas ou feias independente da semântica em que foram inseridas . Em defesa de minha tese  me socorri do definitivo – para mim – postulado do romancista francês  Vítor Hugo: “ As palavras como se sabe são seres vivos” A crônica intitulada ‘Com quem se parecem as palavras’ foi muito solicitada  então pelos leitores tendo inclusive a sua frase final “ A palavra pássaro é um outro pássaro” sido escolhida como epígrafe de um dos poemas do belo livro de Weliton Carvalho lançado este ano   Ócios do ofício. Isso me levou a incluí-la  no meu primeiro livro de crônicas, O ABC bem humorado de São Luis, hoje em terceira edição.

Mas, seria a palavra Bunda efetivamente  merecedora do galardão de a mais bela,   pelas razões citadas?  Lembro de que entre os leitores que me mandaram mensagens na época houve  aqueles que se deixavam levar pela semântica  apontando   Mãe, Coração , Liberdade ou a própria palavra Bonita ( como foi a opinião  do articulista amigo José Neumanne Pinto). Surgiram vocábulos pleiteantes ao título entre aquelas cuja sonoridade se impõe à rejeição natural do que traduzem, como  Holocausto, Lúcifer, Vândalo e Vendaval, como também aquelas nas quais o sentido e a sonoridade se entrecruzam vitoriosos por terem a sua eufonia sintonizadas com a sugestão de seus significados como Aurora, Paraíso, Harmonia, Vitória ou Pássaro. Essas  sairiam como  favoritas numa competição  porque não demandariam  restrições de nenhuma ordem.  

Quanto à palavra Bundas, podem dizer tudo da mesma, menos de que seja feia, independente de não poder ser citada com naturalidade  nos ambientes e nos discursos.

 Assim como uma rosa é uma rosa é uma rosa, uma bunda é uma bunda é uma bunda, possuindo ainda uma adicional peculiaridade vitoriosa. Mesmo não sendo a mais bonita, é sempre bom lembrar que, nesta vida, em qualquer lugar da fila em que alguém se ponha estará, certamente,  atrás de uma.

José Ewerton Neto é autor de O ABC bem humorado de São Luis, agora, chegando às livrarias em terceira edição

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Assembleia Legislativa do Maranhão aprova PL que autoriza alienação de imóvel para projeto “Cidade da Justiça”

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Sessão plenária realizada nesta terça-feira, 22

São Luís – A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na sessão plenária desta terça-feira (22), o Projeto de Lei 221/2020, do Poder Executivo, que autoriza ao Estado alienar imóvel de sua propriedade com vistas a viabilizar a execução do Projeto “Cidade da Justiça”. Após aprovação, o PL seguiu para sanção do governador Flávio Dino.

O imóvel corresponde à área a ser desmembrada de outra maior, com tamanho de 5,8 hectares, limitando-se, de frente, com a avenida Carlos Cunha, medindo 250,00m; de fundo com terras de propriedade do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA), medindo 250,00m; de lateral direita com o Tribunal de Contas do Estado, medindo 232,00m, e de lateral esquerda com terras do FEPA, com 232,00m.

De acordo com o projeto aprovado, o Poder Executivo poderá alienar o referido imóvel mediante quaisquer das formas legais admitidas, inclusive transferi-lo, mediante doação, à empresa estatal Maranhão Parcerias (MAPA) ou integralizá-lo junto ao Fundo Estadual Imobiliário (FEI), instituído pela Lei nº 11.140, de 23 de outubro de 2019.

O projeto prevê, ainda, que a alienação do imóvel será precedida de licitação, ressalvadas as exceções legais, obedecendo aos demais requisitos normativos correlatos à forma de alienação adotada e às condições estabelecidas no respectivo edital, com as necessárias cláusulas de salvaguarda.

Importância

Em Mensagem à Assembleia Legislativa, justificando a importância do projeto, o governador Flavio Dino explicou que “os problemas de ordem estrutural se afiguram como um dos mais expressivos do Judiciário brasileiro, sobretudo em face do contexto de progressivo aumento de casos levados à apreciação jurisdicional, que demandam a ampliação do quadro funcional e impõem uma estrutura física adequada”.

De acordo com o govenador, a proposta legislativa apresentada, ao passo que promove o adequado aparelhamento físico dos órgãos vinculados à instituição integrante do Sistema de Justiça do Estado do Maranhão, contribui para a ampliação e o aprimoramento da qualidade do atendimento ao cidadão, bem como das condições de trabalho dos servidores públicos e demais operadores do direito. 

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PÉROLAS POLÍTICAS DE ALFREDO DUAILIBE

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Quando o Dr. Alfredo Duailibe deixou a política e a medicina, atividades nas quais se projetou no Maranhão como uma das mais importantes figuras humanas e profissionais, eu, conquanto não fosse de sua geração, sempre o visitava, a princípio na sua confortável casa, no Calhau, que trocou depois por um apartamento bem amplo, no bairro Renascença, onde, morava em companhia da idolatrada esposa, Maria, e da filha Teresa.

Nessas costumeiras visitas, geralmente vespertinas,  conversávamos sobre assuntos diversos, mais do passado do que do presente, sobretudo do tempo em que militou na vida pública, quando nela ingressou a convite do interventor federal Saturnino Bello, para dirigir o Departamento de Instrução Pública, em 1946, na transição da ditadura para a democracia, época em que conheceu Vitorino Freire, com o qual forjou uma longa e fraterna amizade.

Ao longo de nossas conversas, Dr. Alfredo, dotado de memória privilegiada, não fazia reservas ou deixava de contar, com riqueza de detalhes, tudo que eu perguntava sobre pessoas, atos e fatos de uma das fases mais polêmicas e importantes da política maranhense, relatos que tenho gravado e de onde selecionei algumas pérolas políticas, para conhecimento das novas gerações, que ignoram por completo as figuras humanas que pontificavam no cenário político maranhense, no qual Alfredo Duailibe, brilhou pela competência, honradez e integridade, como deputado federal, secretário de Estado, suplente de senador, senador, vice-governador e chefe do Executivo.

Ele nasceu em São Luís a 19 de outubro de 1914, filho de Linda Sady e Salim Nicolau Duailibe, ambos libaneses. Formado pela Faculdade Nacional de Medicina, do Rio de Janeiro. Faleceu a 24 de abril de 2010, com a idade de 95 anos.   

AS PÉROLAS POLÍTICAS

– O governador Sebastião Archer da Silva, ao contrário do que aparentava, era um político sabido, astucioso, esperto e primava pelo cavalheirismo e refinada educação.

– Vitorino Freire jamais interferiu em qualquer administração estadual ou procurou tutelar qualquer governador do Maranhão.

– A competência política de Vitorino podia ser medida pelo tipo de oposição que enfrentava no Maranhão, gente de luta e de capacidade, a exemplo de Clodomir Cardoso, Lino Machado, Genésio Rego, Clodomir Millet, Neiva Moreira, Fernando Viana e Henrique de La Rocque.

– Quem começou a quebrar o comando político de Vitorino no Maranhão não foi Newton Bello, mas Renato Archer, pelo enorme prestígio que desfrutava no governo do presidente Juscelino Kubitscheck.

– Dos governadores eleitos por Vitorino, Newton Bello foi o que menos se enquadrou ao vitorinismo.

– Eugênio Barros era muito amigo de Vitorino, mas não tolerava o seu secretário de Interior, Justiça e Segurança, Benu Lago.       

– Foi com a Revolução de 1964, que adotava o figurino político da UDN, que Vitorino começou a perder o prestígio político que tinha no plano federal.

– Vitorino só fez bem aos militares, mas a Revolução foi ingrata com ele.

– Vitorino tinha uma qualidade nobre: sabia respeitar as amizades dos amigos com seus adversários políticos. Ele jamais questionou o meu bom relacionamento com Sarney.

– Eu aconselhei Sarney a não renunciar ao mandato de governador, quando foi pressionado pelos militares, em 1968, baseado no fato de ser eleito pelo povo e não pela Revolução.

– Fraude eleitoral no Maranhão sempre houve. Quando o PSD fazia era de acordo com os oposicionistas.

– Os três melhores governadores que o Maranhão teve em todos os tempos: Paulo Ramos, Newton Bello e José Sarney.

– Chico Abreu, próspero comerciante de Ipixuna, atual, São Luís Gonzaga, não era profeta, mas costumava dizer ao meu pai, Salim Duailibe: – O seu filho, Alfredo, quando crescer vai ser médico e governador do Estado.

– No final do governo Newton Bello, ele mandou sondar-me para assumir o cargo de governador e assinar o ato de sua aposentaria de consultor jurídico. Diplomaticamente, não concordei com a proposta, mas aceitei ausentar-me do Estado, para que o seu substituto legal, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Aldenir Silva, satisfizesse os interesses pessoais do governador.

– O que eu consegui ao longo da minha vida, devo à medicina e ao magistério de nível superior. Da política, não ganhei materialmente nada. Dela só conquistei amizades.  

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