TODDY®️ patrocina São João da Thay no Maranhão

0comentário

Durante o evento, a marca teve espaço para vídeos em 360º que os convidados postaram nas redes sociais

O influenciador Pedro Tozzi foi convidado de Toddy para se misturar com o São João do Maranhão direto de Salvador-BA. O estande de Toddy no São João da Thay contou com distribuição de brindes como copos e pipoca doce com Toddy

O São João da Thay ganhou o apoio de TODDY®️ pela primeira vez na edição de 2022. Uma das marcas de achocolatados da PepsiCo foi patrocinadora do evento filantrópico realizado pela atriz e influenciadora digital maranhense Thaynara OG, nesta terça, 28 de junho, em São Luís.

“Estamos muito felizes com a participação da marca nessa festa tão maravilhosa! O São João da Thay é uma ótima oportunidade para nós nos aproximarmos cada vez mais dos nossos consumidores do Nordeste. TODDY®️ mistura bem com tudo e decidimos convidar influenciadores para misturar junto com a gente no São João da Thay”, afirmou Thais Nascimento, Gerente de Marketing de TODDY®️.

Durante a festa, conhecida por convidados famosos e os maiores influenciadores digitais da atualidade, o público contou com a presença da Vaca (@VacaRealOficial), influenciadora oficial de TODDY®️. A marca produziu um espaço para vídeos em 360º que os convidados postaram nas redes sociais e teve ainda um carrinho de pipoca doce feita com TODDY®️ para adoçar a noite dos convidados.

“Além de toda essa estrutura, também levamos influenciadores de outros estados nordestinos para se misturar com a festa no Maranhão. A ideia foi trazer para o São João a Mistura com TODDY®️, conceito da nossa campanha atual. Misturamos pessoas de lugares diferentes, sabores e até culturas que fazem parte desse imenso território que é o Nordeste”, acrescentou Thaís.

Toda a renda arrecadada no São João da Thay é convertida em doações para o Fundo das Nações Unidas (UNICEF), no Maranhão, e vai custear ações direcionadas para crianças e adolescentes. Entre as atrações do evento este ano estão Juliette, Glória Groove, um time de influenciadores nacionalmente conhecidos e os tradicionais nomes do bumba-meu-boi do estado.

O coordenador de Marketing de Toddy, Gustavo Jabur, veio de São Paulo para prestigiar o evento em São Luis-MA. 

Sobre Toddy

Toddy é uma marca de achocolatados que está no Brasil há mais de 80 anos. Amada pelos adolescentes, a marca aposta na diversão com uma comunicação disruptiva, autêntica e indulgente. A @VacaRealOficial é a influenciadora oficial de Toddy e fala diretamente com o público que não dispensa uma receita fácil e rápida, por meio das redes sociais (Instagram, TikTok e YouTube).

Sobre a PepsiCo

Os produtos da PepsiCo são apreciados mais de um bilhão de vezes por dia por consumidores(as) em mais de 200 países e territórios em todo o mundo. A PepsiCo gerou mais de US$ 79 bilhões em receita líquida global em 2021 impulsionada por um portfólio complementar de alimentos e bebidas que, no Brasil, inclui PEPSI®️, GATORADE®️, QUAKER®️, LAY’S®️, DORITOS®️, RUFFLES®️, CHEETOS®️, KERO COCO®️, H2OH!®️, TODDY®️ entre outras. Globalmente, as marcas da PepsiCo geram mais de US$ 1 bilhão cada em vendas anuais estimadas. Para mais informações, visite www.pepsico.com.br.

sem comentário »

Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial

0comentário

Especialistas avaliam os efeitos da discriminação na infância e o papel da escola na vida de crianças que sofrem preconceito

Sandra Antão – psicóloga e professora da Estácio

No próximo domingo, dia 03 de julho, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial. De acordo com a Unicef (Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância), crianças e adolescentes, em especial as que vivem em contextos de desigualdades, são vítimas do racismo nas escolas, nas ruas, nos hospitais ou aldeias e, às vezes, dentro de suas famílias, deparando-se constantemente com situações de discriminação, de preconceito ou segregação. Uma cartilha produzida pelo Núcleo Ciência pela Infância (NCPI), baseado em um estudo realizado pela Univers idade de Harvard (https://ncpi.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Racism-Infographic_2020_pt.pdf), afirma que o preconceito sofrido na infância pode causar impactos sérios no desenvolvimento infantil, já que quando os sistemas de resposta ao estresse das crianças permanecem ativados em níveis elevados por longos períodos, isso pode ter um efeito significativo de desgaste no cérebro em desenvolvimento e em outros sistemas biológicos. Também pode ter impactos duradouros na aprendizagem, no comportamento e na saúde física e mental.

A pedagoga Carollini Graciani, explica que o papel da escola é de extrema importância no combate ao racismo, desde o ensino infantil, trabalhando questões de autoestima, aceitação e respeito às diferenças, lembrando que, especialmente nesta fase, a criança replica o que vê e ouve.

– Nessa fase é natural que as crianças questionem as diferenças entre elas (cor do cabelo, da pele, do olho, altura) e no dia a dia o educador vai trabalhando ludicamente com essas crianças o fato de não existir um padrão, que cada um é único, que nosso país é rico culturalmente, que o cabelo dela é bonito como é, que ela pode e deve amar as características que ela tem, e que ela respeite as características dos amiguinhos, tudo isso por meio de contos e atividades. E sempre, claro, inserindo a família nessa parceria que é educar. E desta forma a criança aprende o respeito ao próximo e a se amar do jeito que é, diz a professora do curso de Pedagogia da Estácio.

Já nos ensinos médio e fundamental, a abordagem é diferente, segundo a pedagoga. Nesta fase já se pode ir a fundo em questões históricas e mostrar notícias atuais de pessoas que sofrem preconceito.

– O educador nesta fase trabalha responsabilidade, conscientização e respeito, lembrando aos jovens que a sociedade só vai progredir nesta e em outras questões se eles mudarem de atitude e não repetirem atos negativos. E nesta idade, quando um professor presenciar um aluno desrespeitando outro, é necessária uma intervenção pedagógica naquele momento, não pode deixar para resolver depois. É preciso parar a aula e explicar o que é o racismo, como ele se construiu, mostrar, com exemplos atuais, que o negro pode chegar onde ele quiser, que ele pode e deve ocupar o espaço que ele desejar. Assim trabalhamos a questão do respeito ao próximo e ao mesmo tempo a auto estima daquele que sofreu o preconceito, e é ela que o ajudará a se defender de atos discriminatórios futuros. E mais uma vez, trabalhar junto à família para que este aluno tenha uma postura de respeito com o próximo.

Carollini Graciani, professora do curso de Pedagogia da Estácio

Consequências do racismo na infância

A psicóloga Sandra Duarte Antão, professora do curso de Psicologia da Estácio, explica que o desenvolvimento humano é acompanhado de alterações físicas, cognitivas e psicossociais, todas acontecendo em um contexto, sendo influenciado por práticas culturais que interferem diretamente na formação da identidade.

– As relações sociais são parte essencial da formação da personalidade, podendo contribuir para o desenvolvimento de aspectos como autoestima, autoeficácia, empatia e altruísmo. No entanto, existem fatores que operam de maneira negativa na vida de uma criança e a exposição ao racismo traz essa realidade, podendo gerar consequências que irão impactar de maneira dolorosa a sua subjetividade. A criança pode ter sentimentos ambivalentes, sentindo-se triste, irritada ou ansiosa, podendo gerar comportamentos como isolamento social, evitação ou ainda agressividade por não sentir-se pertencente àquele contexto. Vale lembrar que o preconceito faz parte da nossa sociedade estruturalmente racista, que construiu modelos de beleza e atratividade social, que certamente não considerou a pessoa preta na construção desse referencial.

A doutoranda em Psicologia ressalta que cabe à família, à escola e aos que fazem parte da formação da criança, contribuírem para práticas que fomentem a construção do sujeito respeitando sua história e suas características, e para que a opressão à qual está vinculada sejam permanentemente combatidas.

– Desta forma, poderemos gerar debates que ofereçam às crianças condições de um desenvolvimento focado em estratégias promissoras que auxiliem na formação de uma identidade segura e protegida, fomentando práticas que conduzirão a formação de um discurso autêntico e sadio sobre si, opina a professora da Estácio, citando um trecho da obra ‘Pequeno Manual Antirracista’, da escritora Djamila Ribeiro, que diz que “é importante ter em mente que para pensar soluções para uma realidade, devemos tirá-la da invisibilidade”.

sem comentário »

São Luís ganha circuito de skate e retorno da Federação Maranhense de Skate (FMS)

0comentário
Foi inaugurada, no Parque do Bom Menino, na Avenida Alexandre de Moura, uma nova pista dedicada aos amantes da modalidade

São Luís – A Federação Maranhense de Skate (FMS) promoveu, no último domingo (26), na Praça Deodoro, no centro de São Luís, uma programação especial em homenagem ao Dia do Skate, celebrado em 21 de junho, com a presença de skatistas de todas as idades.

Durante o evento, foi inaugurada, no Parque do Bom Menino, na Avenida Alexandre de Moura, uma nova pista dedicada aos amantes da modalidade. A pista pública, que recebeu o nome de Paulo Gomes, é a primeira para manobras radicais inaugurada na capital.

Paulo Pires: “Federação Maranhense de Skate representa mais de 45 mil praticantes e atletas do skate em todo o estado”.

Segundo o presidente da FMS, Paulo Renato Pires, a pista é mais um incentivo para que mais pessoas passem a praticar o esporte em São Luís.

“A prática do skate, além de saúde, traz muitos outros benefícios. Entre outras coisas, estimula a amizade entre os praticantes e seu engajamento nos eventos da modalidade. A federação, a parir de agora, vai incentivar tudo isso, coordenando todas as ações e estimulando o apoio aos atletas, para que nós possamos criar um circuito oficial de skate no Maranhão”, disse Paulo Renato Pires.

A pista de skate inaugurada durante o evento no Parque do Bom Menino, segundo o presidente da FMS, recebeu o nome de Paulo Gomes porque ele foi pioneiro na consolidação desse esporte na capital, promovendo, por conta própria, competições de rua e deixando um legado esportivo e cultural inestimável.

“Hoje, o Maranhão é destaque e referência mundial no skate. A nossa função, enquanto Federação, é fomentar, assistir e organizar a modalidade em todo o estado, buscando e proporcionando o desenvolvimento de talentos”, finalizou Paulo Pires.

A FMS representa, de acordo com Paulo Renato, mais de 45 mil praticantes e atletas do skate em todo o estado. No Brasil, segundo pesquisa Datafolha, já são mais de 8,5 milhões de praticantes. Número este que não para de crescer.
O evento e, principalmente, a inauguração da pista, agradou os praticantes do esporte, a exemplo do fotógrafo Ivan Rocha, que pratica skate desde 1975.

“Hoje, estou com 62 anos e ainda ando de skate, pois esporte é saúde. Logo, só nos faz bem e nos traz muitas alegrias”, finalizou.

sem comentário »

Nem morfologia, nem sintaxe. Lógica!

0comentário

Resolvi analisar uma postagem de Lula, feita no Twitter, na tentativa de entender o que ele pensa de nós. Quem e como ele imagina que sejamos.

Dividi o texto postado por ele em três frases, para que a compreensão se torne mais fácil, sem dar margens para muitas dúvidas.

Vejamos:

“Eu quero ser presidente de um movimento pelo restabelecimento da democracia”.

Em primeiro lugar a democracia brasileira nunca esteve tão forte, pois ela tem aguentado ataques vindos de todos os lados e não dá demonstração alguma de enfraquecimento!

Ela tem sido atacada por quem deveria proteger a lei que a instituiu; é atacada pelo destempero de quem deveria administrar as ações que acontecessem por causa dela; é atacada pelo desleixo daqueles que deveriam trabalhar para aprimorá-la; é atacada pelos que deveriam noticiar a verdade sobre os acontecimentos gerados por sua existência; e por fim, inacreditavelmente, é atacada por aqueles que deveriam ser seus beneficiários.

Nesta frase, o autor tenta incutir na cabeça do leitor desavisado, a necessidade de termos um salvador, um messias, alguém que venha nos salvar de alguma coisa que ele diz que existe, mas que todos sabem que não é real.

Em segundo lugar, se alguém atenta contra a democracia, são aqueles que descumprem as leis estabelecidas, a lei civil, a lei penal, a lei constitucional, como tem sido comprovado recorrentemente, como é o caso do autor da frase e de seus asseclas.

Tudo bem que hipocrisia e mentira não são crimes tipificados em nossos códigos, pois se fossem, quase todos seriam criminosos.

“Que a gente possa colocar no coração de cada um de nós a indignação contra a miséria, a pobreza e o desalento que está caindo hoje nesse país”.

Ora!… Nosso país foi governado durante 24 anos por partidos de ideologia esquerdista, dezesseis dos quais pelo PT, partido do autor desta frase. A pergunta que precisa ser feita, é por que nos 16 anos que eles estiveram no poder, e seu poder foi imenso naquela ocasião, eles não acabaram ou pelo menos minimizaram “a miséria, a pobreza e o desalento” do povo deste país? Como é que “a miséria, a pobreza e o desalento” de agora podem ter surgido repentinamente, se ela já não existisse desde antes?

Existem várias respostas para essa pergunta. A primeira é que esse tipo de pessoa, e principalmente de político, só consegue manter o poder se houver miséria, pobreza e desalento, pois a ideologia deles é quase uma religião. Eles vendem esperança, a eterna esperança, aquela mesma que para existir, precisa que a realização do objetivo aventado, jamais se realize.

Como alcançar o objeto da esperança é muito difícil, o tempo inteiro o indivíduo fica cativo desse tipo asqueroso de político, que lhe oferece um fio de esperança, dando-lhe pequenas porções de alento, para causar-lhe uma leve sensação de conquista, que logo se apaga, necessitando de mais injeção de esperança e assim sucessiva e eternamente. Uma verdadeira escravização.

Se não houvesse miséria, pobreza e desalento, e existisse em contrapartida, abundância, riqueza e conforto, não precisaríamos de grandes disputas políticas e todos poderíamos ser “socialistas”, pois todos seriam minimamente desiguais, e se isso acontecesse, não precisaríamos de políticos para nos prometer redenção e nos iludir com esperanças fugazes e falsas.

A imagem que me vem à mente quando leio, vejo ou ouço essas pessoas, me remete às revistinhas em quadrinhos de minha infância, onde um cocheiro segura uma vara de pescar com uma cenoura pendurada na ponta, colocada à frente de um animal que arrasta a carroça, fazendo com que o pobre coitado trabalhe na esperança de pegar o alimento.

Ora, se é verdade que o objetivo dessa gente é acabar com a desigualdade, a injustiça, a dificuldade, se eles realmente acabarem com essas mazelas, qual poder eles vão almejar? Entender isso é indispensável para a compreensão do contexto político, o nosso e o de todos.

Esse tipo de gente, essa esquerda, busca uma coisa que não deseja realmente encontrar, até porque se o fizerem, destroem-se a si mesmos!

Em muitos aspectos a esquerda brasileira é diferente de esquerdas de países como Estados Unidos e Dinamarca, por exemplo, que conseguem se manter numa linha mínima de ação, com coerência e lógica, e veja que ao dizer isso, não estou generalizando.

Mesmo que eu discorde e me oponha a eles, existem esquerdistas, socialistas e até comunistas que não são mal-intencionados, que não são criminosos, que não são canalhas.

Na frase final da postagem, o autor diz:

“Vamos juntos pelo Brasil. Bom dia!”

Em minha modesta opinião, Lula foi um bom governante em seu primeiro ano de governo, entre 2003 e 2004, enquanto estava fascinado com o efetivo poder. Nos anos seguintes, rendeu-se ao lado negro da força e enveredou por um caminho onde a manutenção do poder era a única coisa que interessava a ele e aos seus comparsas, e não ao povo brasileiro e ao Brasil.

PS: Antes que algum palhaço venha reclamar, quando digo “lado negro da força” faço uma referência a Star Wars, de George Lucas. Minha frase nada tem de preconceituosa. Quem desejar, pode substituir a expressão usada por Lucas por outra, como “obscuro”.

sem comentário »

O podcast deste sábado conta com hits especiais para homenagear ícones do reggae

0comentário

No episódio deste sábado (26), o Reggae Point está acompanhado por trilhas de cinco dos maiores nomes do reggae jamaicano: Derrick Morgan, Bob Andy, Ken Boothe, Byron Lee e Jacob Miller. Durante o programa, os ouvintes participam indicando um sucesso, como “By By Love”, do cantor americano David Lindley. Acesse aqui e curta em poucos minutos!

sem comentário »
Twitter Facebook RSS