Meireles Jr. e Taciano Brito lançam livro nesta terça-feira

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Meireles Jr, os patrocinadores da obra, Equatorial Energia, representada pelo diretor José Jorge Soares e Fribal, representada pelo CEO Carlos Schmidt e Taciano Brito

São Luís – Já estão circulando os convites para o evento que promete marcar a cena cultural maranhense.

Estamos falando do livro “Ritos Tenetehar – A Cultura Ancestral de um Povo”, obra dos fotógrafos Meireles Junior e Taciano Brito, cujo lançamento será nesta terça-feira) às 19h, no São Luís Shopping (antiga São Patrício – 2º piso).

A obra traz registros inéditos do povo indígena Tenetehar (Guajajaras), que habitam o Território Indígena Araribóia, no sudoeste do Maranhão. Além da luxuosa encadernação, é uma obra trilingue, com versões em português, Inglês e tupi, que conta com o patrocínio das empresas Equatorial Maranhão e Fribal, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e terá toda a venda revertida em prol do Centro de Saberes Tenetehar Tukán.

Por meio dos sensíveis olhares de Meireles Jr. e Taciano Brito, foram registrados, pela primeira vez, três dos mais importantes rituais desse povo: A Festa do Mel, a Festa da Menina Moça e a Festa dos Rapazes

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Festança Boi da Lua: Fernando & Franco será atração inédita no evento de Pergentino Holanda

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Fernando e Franco é a mais talentosa dupla sertaneja do Maranhão na atualidade

São Luís – A mais famosa e talentosa dupla sertaneja do Maranhão, Fernando & Franco, será uma das atrações especiais da Festança Boi da Lua, evento voltado para a alta sociedade maranhense, realizado pelo colunista Pergentino Holanda, e que acontece nesta sexta-feira (17), em três ambientes do Rio Poty Hotel, na Ponta d’Areia.

Os cantores sertanejos receberam um convite especial do colunista e aceitaram de pronto. “Cancelamos uma agenda que teríamos nesse mesmo dia em Imperatriz porque não poderíamos deixar de atender a um pedido dessa personalidade maranhense que é Pergentino Holanda e que sempre nos prestigia em sua coluna diária e no PH Revista. É uma honra fazer parte dessa festa maravilhosa pela primeira vez”, disse Arthur Camões, empresário da dupla sertaneja.

Pergentino Holanda com a dupla Fernando e Franco

Atração inédita no evento

Talentosos, simpáticos e extremamente afinados e sintonizados no palco, Fernando e Franco levarão a música sertaneja para a Festança, colocando uma pitada musical inédita na programação junina proposta por Pergentino Holanda este ano. Os artistas estão entre as atrações mais esperadas, principalmente pela ala jovem que marcará presença. O repertório mesclará músicas autorias e os grandes sucessos do gênero.

A Festança, ambientada por Cíntia Klamt Motta, uma das mais competentes designers do Maranhão, englobará o salão Tarrafa´s, todo refrigerado, transformado num templo do forró e outros ritmos juninos, o Terraço da Lua, com refrigeradores de tempo dando uma quebra no calor, e o Terreiro da Lua, naturalmente ventilado pela brisa que vem do mar e com um céu de bandeirinhas coloridas para receber os grupos brincantes de bumba meu boi em noite de Lua ainda cheia.

https://www.youtube.com/shorts/hATXhVhmkSw

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Crise no transporte público é discutida na Câmara Municipal de São Luís

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Promotora de Justiça de Defesa do Consumidor Lítia Cavalcante durante a CPI dos Transportes

São Luís – A solução para a crise no transporte público de São Luís depende fundamentalmente de competência, boa vontade e da consciência de que a operação das linhas de ônibus é um serviço essencial. De sua parte, as empresas cumprem à risca as obrigações contratuais, mesmo com a alta dos combustíveis e outros custos inerentes à atividade, que comprometem gravemente a receita do sistema.

Sacrificadas ao extremo, as concessionárias não vislumbram qualquer possibilidade de reequilíbrio que não esteja condicionada ao apoio efetivo do poder público municipal, algo inexistente, apesar dos sucessivos apelos já feitos, sobretudo em momentos de greve. O assunto, mais uma vez, foi a pauta na Câmara Municipal de São Luís, no encerramento das atividades da CPI dos Transportes.

Problemas no transporte público foram discutidos por representantes do poder público, sociedade civil e entidades

Durante a plenária, a temática trouxe questões que envolvem a intransigência que em nada condiz com a obrigação da administração pública de proporcionar bem estar à população, a Prefeitura de São Luís se recusa a conceder um auxílio financeiro â altura das necessidades do sistema e dos seus 700 mil usuários, que representam a grande maioria dos habitantes da capital. E, agindo assim, vai na contramão de outras gestões Brasil afora e do exterior, que há tempos compartilham a responsabilidade de oferecer um transporte público de qualidade à população.

O preço da omissão da prefeitura é a precarização do serviço e a insatisfação generalizada de quem depende dos ônibus para se locomover. Acusadas de não conservar a frota, as empresas, na verdade, nada mais são do que vítimas de uma conjuntura que inviabiliza o lucro, uma vez que a atividade é um negócio e, como tal, deve remunerar seus investidores de forma justa e sustentável. Diante de um cenário tão desfavorável, até mesmo os recursos para manutenção mecânica, substituição de peças e outros insumos são limitados.

Tanto descaso gerou um ambiente de caos, que resulta, em última instância, na fuga de passageiros para outros meios de transporte. A propósito, essa migração de usuários de ônibus para outras modalidades de locomoção compromete o direito de ir e vir, já que os cidadãos que recorrem a tal mudança se lançam em arriscadas aventuras para chegar aos seus destinos.

E de quem é a culpa por mais essa deturpação? Sem dúvida, é novamente da Prefeitura de São Luís, que além de negar apoio às empresas de ônibus, se mostra incapaz de coibir a atuação do transporte irregular. Seria o caso, então, de uma intervenção do Ministério Público ou mesmo da Justiça restabelecer a legalidade, com a respectiva condenação do Município por não fazer cumprir a lei?

São múltiplos os fatores que deixaram o sistema de transporte público da Grande Ilha à beira de um colapso. Praticamente todos foram abordados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), encerrada na tarde desta quinta-feira (9), na Câmara Municipal de São Luís. A expectativa se volta, agora, para o relatório, que deve ser preciso ao apontar a culpa pela instabilidade do serviço.

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Exclusiva Cosméticos inaugura Centro Técnico em São Luís

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Katiucia da Luz e Wilson Queiroz

São Luís – Os empresários Katiucia da Luz e Wilson Queiroz inauguram, no dia 13 de junho, às 16h, o novo Centro Técnico da Exclusiva Cosméticos, com ambiente amplo e aconchegante.

O espaço fica localizado na Avenida Três, no Ipem São Cristóvão. O coquetel é somente para convidados, clientes, parceiros e imprensa.

Durante o evento, haverá sorteio de brindes, apresentação de técnicas de tendências Maxiline Profissional 2022 e desfile, além da presença dos técnicos Alini Calixto, Franck Alves e Cristian Meirelles.

A Exclusiva Cosméticos atua no mercado há 11 anos, atendendo somente profissionais da beleza, como cabeleireiros, com linhas exclusivas para salões que trabalham com produtos de qualidade.

A ideia de abrir um centro técnico surgiu para capacitar, educar e fidelizar os clientes e obter melhores resultados com os produtos de cosméticos como Maxiline Profissional e Murano Professional.

Endereço no Instagram: @exclusivacosmeticos2611

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Décima sexta edição do ‘Encontro de Miolos’ acontecerá graças ao patrocínio da Granorte

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Evento acontecerá na Praia Grande, nesta sexta-feira

São Luís – A Granorte é a patrocinadora oficial do 16º Encontro de Miolos, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura. O evento, já tradicional no calendário junino local, acontece nesta sexta-feira, das 9h às 20h, na Praça dos Catraieiros, em frente à Casa do Maranhão, na Praia Grande.

“Nós já incentivamos o esporte maranhense patrocinando o Moto Club. Agora, estamos de mãos dadas com a cultura, contribuindo para o sucesso do Encontro de Miolos, que valoriza os brincantes que dão vida e graça ao couro do boi, personagem principal do bumba meu boi do nosso estado”, diz o publicitário Pedro Salgueiro, coordenador do setor de Marketing da empresa.

A Lei Estadual de Incentivo à Cultura é uma oportunidade para as empresas patrocinem projetos culturais e tenham ganho de marca significativo, uma vez que investem o recurso que seria o pagamento de um imposto, transformando-o em um ganho para a sociedade com ações culturais.

“Nós estamos muito felizes com essa parceria. Já tínhamos a informação de que a Granorte incentivava o esporte e, assim, buscamos um diálogo para que tivéssemos esse apoio, também, na área cultural, o que para nós é uma honra, dada a importância da empresa para o Maranhão”, afirma Sandra Barbosa, integrante da produção do evento.

O ‘Encontro de Miolos’ terá início às 9h, com a apresentação da banda de músicos do Exército Brasileiro, horário em que o público poderá acompanhar, também, a exposição de couros de bois. Por volta das 15h, será a vez da banda marcial da Guarda Municipal e, às 17h, o cortejo de miolos pelas ruas do Centro Histórico. Mais tarde, às 18h, haverá apresentação de cantadores de grupos de bumba meu boi. O encerramento da festa, às 19h, será com o Boi da Maioba.

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Empório Fribal tem presentes diferenciados para o Dia dos Namorados

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Sugestão para presentear no Dia dos Namorados e curtir a dois: cestas que podem ser montadas com produtos gourmets e flores do Empório Fribal, ao gosto do cliente

São Luís – Neste domingo (12), Dia dos Namorados, a dica é surpreender com muito sabor, delicadeza e surpresas com presentes do Empório Fribal.

Dos espumantes, vinhos e cervejas especiais aos chocolates importados; das flores aos itens de decoração, o que não faltam são opções de presentes para agradar pessoas de todas as idades e estilos.

E vale lembrar, também, dos kits personalizados, que podem ser montados com produtos gourmets, na preferência do clientes: massas, azeites, queijos e vinhos, doces e outras deliciosas opções, além de lindas flores.

Quem quiser aproveitar o domingo ao máximo celebrando o amor desde cedo, pode começar o dia com um café da manhã mais que especial nas lanchonetes do Empório Fribal. Ou, ainda, presentear com uma linda cesta de café da manhã, que podem ser encomendadas até sábado (11) nas lojas do Empório Fribal da Ponta d’Areia, Península e Calhau.

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Artigo de Raul Lamarca: “Como inovar no setor portuário e quais os primeiros passos”

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Raul Lamarca é head de inovação

Nos últimos 12 meses, tive a experiência mais marcante da minha carreira como head de inovação de um dos maiores portos brasileiros. No começo, eu via o projeto com muito ceticismo, pois como acreditava até então, seria impossível inovar em uma empresa pública e em um setor bastante conservador como o portuário.

Encerrei esse ciclo com relativo sucesso e, além de confirmar que é possível, agora quero ajudar outros líderes que desejam começar uma jornada de inovação em seus portos e terminais. Por isso, publicarei artigos sobre inovação no setor portuário e na logística em geral, com a expectativa de iniciar um diálogo que também inclua outros grupos, como profissionais de mercado, consultores, acadêmicos e empreendedores. 

Nesse artigo você vai ler sobre:

  • Do embarque e desembarque ao digital: as quatro gerações dos portos
  • A geração de valor no setor portuário: low tech vs. high tech
  • Primeiros passos para a inovação

DO EMBARQUE E DESEMBARQUE AO DIGITAL: AS QUATRO GERAÇÕES DOS PORTOS

Nos últimos 60 anos, os portos passaram por quatro gerações, cada uma com um foco: a primeira foi o porto de carga e descarga, com enfoque nas operações portuárias; depois veio o porto industrial, em que foram atraídas grandes indústrias para as suas retroáreas; em seguida, o porto da supply chain, com orientação a todos os agentes econômicos das cadeias logísticas, e, por último, a geração dos portos inteligentes, que surge com era da digitalização.

Grandes players das indústrias marítima e portuária já apresentam alguns novos serviços digitais baseados em tecnologias emergentes, como a PortXchange, uma plataforma digital baseada em inteligência artificial nascida no Porto de Rotterdamque cresceu e se tornou independente otimizando processos portuários como o port call; Trade Lens,  joint-venture entre IBM e Maersk que aplica blockchain  para otimizar a logística de carga de ponta a ponta com dados que conectam transportadoras, portos, terminais e alfândegas quase em tempo real; e a Dock Tech, startup da Wilson Sons que utilizou digital twin para aumentar a disponibilidade de informações e melhorar a tomada de decisão na comunidade portuária de Santos.

O principal desafio para desenvolver soluções inovadoras como essas é a integração digital entre os diversos agentes de uma comunidade portuária, o que já funciona quanto aos serviços físicos tradicionais, mas que deve evoluir quanto aos novos serviços digitais em resposta à crescente demanda dos usuários dos portos por acesso à informação de forma cada vez mais rápida e confiável. Para navegar na onda da digitalização, portanto, os portos podem iniciar por dois pontos: desenvolver uma cultura de inovação, tanto em nível de empresa quanto em nível de comunidade portuária, e criar estratégias claras não só para lidar com as tecnologias emergentes da indústria 4.0

Antes disso, é necessário evidenciar a relação entre geração de valor, uso de tecnologia e a cultura no setor portuário.

A GERAÇÃO DE VALOR NO SETOR PORTUÁRIO: LOW-TECH VS HIGH TECH

A cadeia de valor é dividida em três níveis no setor portuárioatividades primárias, composta principalmente por operações portuárias, armazenamento e transporte terrestre; atividades de suporte, dividida em gestão de pessoas e gestão de contratos em áreas como manutenção, projetos, qualidade e comunicação; e as tecnologias facilitadoras como as engenharias, tecnologias de informação de comunicação (TICs) e desenvolvimento de processos.

Assim os outros modais de transporte, os portos sãoum setor de baixa intensidade tecnológica (low-tech), e o que para eles é uma tecnologia facilitadora, é considerada atividade primária em indústrias de alta intensidade tecnológica (high-tech). Há então uma diferença fundamental na relação entre viabilidade financeira vs. inovação nos dois casos, sendo que no primeiro inovar é uma questão de diferenciação no setor, enquanto que no segundo é um fator de sobrevivência para indústrias como a de desenvolvimento de softwares.

Por isso, focar em métricas consagradas em  atividades high-tech, como investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), novas soluções lançadas e quantidade de patentes, pode não ser o melhor caminho para os portos no curto prazo. As pessoas que utilizam recursos e executam processos nos portos são usuárias de tecnologia, e não produtoras, por isso talvez o maior desafio seja adaptar o modelo de gestão dessas organizações à realidade low-tech do setor.

PRIMEIROS PASSOS PARA A INOVAÇÃO

1. Comece observando a sua cultura.

A inovação tem sucesso nas high-techs porque parte do encorajamento da alta liderança, o que cria uma atmosfera favorável ao trabalho compartilhado e ao desenvolvimento de soluções em conjunto. Por isso, uma hierarquia centralizada e composta por departamentos especialistas pode ser uma barreira cultural, já que nesses contextos equipes tendem a se isolar em seus escopos de trabalho e a colaborar pouco, portanto, há uma oportunidade de adotar modelos alternativos para gestão de projetos inovadores. 

Imagine um projeto para criar um novo processo de amarração de navios em um determinado porto, considerando o potencial de diminuir os riscos de saúde e segurança para os amarradores e de reduzir o tempo e o custo necessários. Além da operação portuária, poderiam participar dessa “startup corporativa” pessoas de outras áreas, como tecnologia da informação, engenharia ou comercial, agregando olhares diferentes ao projeto. 

2.  Entenda que inovação e gestão tradicional devem coexistir.

A inovação antecede a execução, por isso as high-techs criam espaços para experimentar de forma segura, rápida e barata, entregando posteriormente novas soluções para o time de operações. Ou seja, ao invés de aplicar ferramentas consagradas pela gestão tradicional, como ciclo PDCA, gestão de projetos ou kaizen, que funcionam melhor em cenários previsíveis e já conhecidos, você pode aplicar o ciclo construir-medir-aprender para, por exemplo, inovar no processo de amarração de navios.

Com base em uma ideia, monte uma equipe multidisciplinar e construa a primeira versão (ou MVP), teste-a e depois meça as informações e feedbacks obtidos. Se forem positivos, altere o procedimento operacional padrão e comece amarrar os navios da nova forma estabelecida, caso contrário, utilize os aprendizados da primeira versão para construir novas, até que uma delas seja validada pelos clientes.

3. Separe a “problemática” da “solucionática”

As high-techs sabem que ninguém conhece os problemas melhor do que as equipes que neles trabalham diariamente, porém, também sabem que talvez elas não saibam como solucioná-lo. Se o problema pode ser resolvido por meio de tecnologias, a oportunidade de produzir algo inédito unindo os conhecimentos internos sobre os problemas com os externos sobre as possíveis soluções. 

Voltando ao caso da inovação em amarração de navios, o porto poderia colaborar com universidades, startups ou até com outros portos para resolver esse desafio por meio da inovação aberta. Essa é uma forma interessante de ter acesso a desenvolvimento tecnológico ou processual sob demanda, a um custo muito inferior e muito mais rápido do que o encontrado em soluções “de prateleira” no mercado.

OK, MAS E AGORA?

Esse artigo focou em reflexões que antecedem o início de uma jornada de inovação no setor portuário. Depois de tomada a decisão é preciso seguir em frente e sair da inércia, e esse é o tema do próximo artigo.

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Boi de Maracanã se apresenta no Centro Cultural Vale nesta quinta-feira

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Boi de Maracanã se apresenta no São João do Pátio Norte

São Luís – O Centro Cultural Vale Maranhão tem programação especial voltada para o São João, no Pátio Aberto. Nesta quinta-feira (9), às 19h, haverá apresentação de um dos grupos de cultura popular mais tradicionais do estado: o Bumba Meu Boi de Maracanã.

Sotaque de matraca, o boi pontificará com seus caboclos de pena, de fita, índias, cantadores e a trupiada para emocionar e exaltar a cultura maranhense.

O Centro Cultural Vale Maranhão fica localizado na Avenida Henrique Leal, 149, no Centro Histórico de São Luís. A entrada é gratuita.

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Antes de ser lançado, novo livro de Meireles Júnior já faz sucesso

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Maranhenses no programa Pânico: o fotógrafo Meireles Jr. e o publicitário Marcos Leal com Emílio Surita e equipe, que destacaram o novo livro sobre os ritos e a ancestralidade do povo Tenetehar

São Luís – É grande a expectativa em torno do lançamento do livro “Ritos Tenetehar – A Cultura Ancestral de um Povo”, obra dos fotógrafos Meireles Junior e Taciano Brito, confirmado para o próximo dia 14 de junho (terça-feira), às 19h, em um grande evento no São Luís Shopping (antiga São Patrício – 2º piso).

Na programação, além do coquetel, haverá exposição de fotos, apresentação indígena do Território Araribóia e pockets-shows com músicos como Marcelo Carvalho e a dupla Adriano Correa e Edinho Bastos.

A obra fez registros inéditos do povo indígena Tenetehar (Guajajaras), que habitam o Território Indígena Araribóia, no sudoeste do Maranhão. Além da luxuosa encadernação, traz textos nos idiomas português, Inglês e tupi.

 Em São Paulo, o cantor e compositor Zeca Baleiro recebeu, em primeira mão, o livro “Ritos Tenetehar – A Cultura Ancestral de um Povo”, dos fotógrafos Taciano Brito e Meireles Jr.

O projeto conta com patrocínio das empresas Equatorial Maranhão e Fribal, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e terá toda a venda revertida em prol do Centro de Saberes Tenetehar Tukán.

Por meio dos sensíveis olhares de Meireles Jr. e Taciano Brito, foram registrados, pela primeira vez, três dos mais importantes rituais desse povo: A Festa do Mel, a Festa da Menina Moça e a Festa dos Rapazes. E mais, a dualidade tão valorizada do natural e do sobrenatural; além da sabedoria ancestral que luta para se perpetuar entre as novas gerações.

Em São Paulo, os primeiros a receber o novo livro elogiaram bastante. O músico Zeca Baleiro, que tem um texto seu na obra, recebeu Meireles Jr. e o publicitário Marcos Leal, da Ideia Propaganda, responsável pela coordenação editorial – após seu show com Vinícius Cantuária e Jesse Harris no Blue Note. E ficou simplesmente encantando com o resultado final.

A mesma reação teve o apresentador do programa Pânico, Emílio Surita. Ele  e sua equipe mostraram a obra ao vivo, no programa dessa última segunda-feira (6/6). E não pouparam elogios sobre a estética das fotos e a importância desses registros.

Agora é esperar pelo dia 14 de junho para conferir de perto esse relevante trabalho de Meireles Jr. e Taciano Brito.  

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Crônica de José Fernandes: “Estratégias para viver melhor”

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PALESTRANTE e consultor de estresse, Richard Carlson diz que o seu livro contém apenas algumas estratégias para ajudar pessoas a enfrentar a vida de modo mais ameno.

Na minha opinião, esse seu livro, de conteúdo simplificado, Não faça tempestade em copo d’água, vai muito além do que se propõe, é mais do que de autoajuda – é um compêndio que, em forma de agradável aconselhamento, pode transformar, totalmente, o nosso dia a dia, se o levarmos a sério. Embora muita gente conheça boa parte das regras nele contidas, a maneira direta e despojada de cienticismos como as explana tornam-nas receptivas e convincentes, porque dizem, exatamente, como gostaríamos de proceder – e não procedemos – pois somos limitados por quizílias que nos fazem desvalorizar as coisas simples.

Não tenho a pretensão de adentrar nas peculiaridades da obra. Ofereço, apenas, para quem interessar, uma amostra dos assuntos abordados nos seus resumidíssimos capítulos de pouco mais de uma página. Um, por exemplo, pede que façamos as pazes com as nossas imperfeições; outro, pede para ficarmos atentos ao efeito bola-de-neve dos nossos pensamentos e, na sequência, que desenvolvamos a complacência; lembra-nos que, quando morrermos, nossa caixa de entrada não estará vazia; aconselha-nos a não interrompermos nem completarmos as frases dos outros; a não valorizar a nossa glória, mas aprender a viver o momento presente.

Tornar-se-á cansativo declinarmos todos os temas expostos no opúsculo, mas seria uma lamentável omissão não mencionar os que nos ensinam a ter tolerância ao estresse, a gastar um minuto por dia pensando em alguém a quem devamos agradecer, a sorrir para os estranhos, olhar nos seus olhos e dizer “olá’; a reservar, todos os dias, alguns momentos para nós mesmos; a imaginar as pessoas em nossa volta como se fossem criancinhas ou adultos centenários, a praticar atos caridosos ao acaso, a não querer estar sempre certos, a desenvolver nossos próprios rituais de ajuda e a resistir à necessidade de criticar os outros.

Os sintéticos capítulos contidos no livro de Richard lembram-nos as coisas interessantes que devemos fazer ou evitar, alerta-nos sobre circunstâncias que eventualmente nos passam despercebidas, tais como aquelas que nos incitam a ser melhores ouvintes, a praticar a humildade, a dizer a três pessoas (hoje mesmo) o quanto você as ama; a – só para se divertir – aceitar, sem protesto, a crítica dirigida a você; a respirar profundamente antes de falar; a ser um motorista menos agressivo, a valorizar mais o que você tem, em vez de do que gostaria de ter; a procurar a verdade na opinião dos outros; a praticar a meditação; a parar de culpar os outros, a tornar-se um madrugador, a exercitar a prática para não falar bobagens e de vislumbrar o poder do seu pensamento.

Poderia, caro leitor/leitora, prosseguir na enumeração de outras tantas estratégias sugeridas e desenvolvidas pelo jovem autor americano, nesse pequeno grande livro, que, de maneiras bem práticas, mas, acima de tudo, compreensíveis, alertam-nos contra os procedimentos inconvenientes que podemos evitar, e nos estimulam a adotar outros, que nos serão benéficos, contribuindo para que a nossa vida se torne mais profícua e mais serena, se quisermos.

Não vale desprezar essas regrinhas singelas sem as praticarmos efetivamente, até como tentame, abdicando do nosso silente e não reconhecido orgulho.

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José Fernandes é escritor e membro da Academia Ludovicense de Letras

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