Vulnerabilidade inclusiva é chave para o autoconhecimento

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A fisioterapeuta Patrícia Bogéa de Matos diz que o autoconhecimentos torna possível ver além da programação mental e em uma postura neutra de contemplação

São Luís – A palavra vulnerável significa estado de fragilidade, de destrutibilidade, de acordo com a origem da palavra. Entretanto, para a médica acupunturiatra Mércia de Souza e a fisioterapeuta e palestrante de saúde e bem-estar Patrícia Bogéa, autoras do e-book Janelas para Alma, vulnerabilidade está associada a um estilo de vida, uma forma de aceitação do próprio eu, saber lidar com todos os estágios da vida, seja no âmbito profissional ou pessoal.

Segundo as autoras, para chegar a essa capacidade de lidar de forma positiva com a vulnerabilidade, é preciso desenvolver o autoconhecimento e substituir a ideia de vulnerabilidade que exclui, habitualmente de fragilidade, vergonha e de culpa – por aquela que inclui e permite receber apoio, ajuda, escuta, assim como doar, em uma troca.

“Quando falo em vulnerabilidade inclusiva, falo de aceitação, sem culpas ou vergonha daquilo que realmente somos, uma aceitação do Eu integral,” frisa a médica acupunturiatra (que realiza acupuntura).

Já a fisioterapeuta define vulnerabilidade inclusiva como “um estado receptivo, ou seja, é estar aberto às experiências, dando a oportunidade de reconhecer a si mesmo, com todas as suas potencialidades”.

Reconhecer os momentos de vulnerabilidade faz parte do autoconhecimento. É desenvolver o estado de presença, quando se mantém corpo e mente no mesmo lugar, reconhecer que quem domina os sentimentos é você, segundo Patrícia. “Quando nos conhecemos, conseguimos nos ver além da programação mental e em uma postura neutra de contemplação”, pontua.

Pulsar

Por meio do Programa Pulsar, oferecido pela Elan Vital, empresa de desenvolvimento humano, o jornalista Oton Lima, de 38 anos, diz que ser vulnerável é lidar com imperfeições, pois segundo ele, não existe perfeição, e lidar com a própria vulnerabilidade lhe possibilita viver levemente. “Não é algo que acontece da noite para o dia. É preciso ir lapidando, exercitando o autoconhecimento, e a Elan foi uma aliada para que eu soubesse reconhecer, identificando esses momentos para lidar com a minha própria vulnerabilidade,” destaca o jornalista.

No e-book Janelas para Alma, as autoras afirmam que, aceitar que as pessoas são formadas, em sua essência pelo bem e o mal, pelo belo e feio, pela força e pela fraqueza, é a chave que abre a porta do caminho para a vulnerabilidade que inclui, é o caminho onde se encontra o que se foi, o que se é, e o que será.

Para a enfermeira Janaína Bezerra, de 33 anos, ser vulnerável, é se permitir reconhecer as dores do passado, aceitá-las e reconstruir um novo ‘Eu’. Ela conta que sua jornada de autoconhecimento começou quando buscava ajuda para outra pessoa, e ao conhecer o Programa Pulsar, percebeu estar em um momento vulnerável, pois se permitiu ser sensível ao acolher e ajudar o outro. “Eu consegui sentir verdadeiramente o significado de vulnerabilidade, uma sensação indescritível, uma evolução interna que sinto diariamente,” conta a enfermeira.

O livro Janelas para Alma mostra que revelar os sentimentos mais profundos é uma atitude de coragem e desprendimento. Mércia de Souza fala que ao escrever, deixou que sua vulnerabilidade fosse aflorada, para transmitir o que estava sentido em cada palavra escrita. “Em mim os textos do janelas causam um sentimento de alegria e realização como quando realizei meus sonhos de infância,” revela.

Para Patrícia de Matos, ‘Janelas para Alma’ nos permite descortinar nossas fragilidades de forma compassiva. Não importa que fomos feridos ou ferimos. “Quando nos conhecemos, conseguimos nos ver além da programação mental e em uma postura neutra de contemplação,” Enfatiza a Patrícia.

Janelas para Alma, até o momento disponível em e-book, já está em preparação para lançamento de um livro físico e um audiobook, sendo uma obra inclusiva àquelas pessoas que têm deficiência visual. A parceria entre as autoras mostra o quanto se permitiram conhecer uma a outra para troca de experiências e de conhecimento expressos em cada página. Para conhecer esse trabalho, acesse o site  http://janelasparaalma.launchrock.com/ e, a respeito do tema, assista à live com o tema “Ser vulnerável. É saudável ou perigoso?”, que acontece nesta segunda-feira (19), às 19h, com a fisioterapeuta Patrícia e a jornalista Maria Regina Telles, pelos perfis no Instagram @espacoelanvital e @comunicativama.

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Maior empresário do segmento sertanejo diz que quer ver Fernando e Franco no Faustão

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Talentosos e carismáticos, os irmãos Fernando e Franco receberam elogio de Wander Oliveira, mais famoso empresário da música sertaneja na atualidade

São Luís – Considerados a melhor dupla sertaneja do Maranhão na atualidade, os cantores Fernando e Franco acabam de aumentar o número de estrelinhas em seu status profissional.

É que o trabalho dos dois irmãos foi elogiado por Wander Oliveira, proprietário do mais famoso escritório de produção e agenciamento de carreiras do Brasil no segmento sertanejo.

“Ainda vou ver vocês lá”, escreveu Wander Oliveira, em uma postagem no Instagram, respondendo a um comentário de F&F sobre a presença de Diego & Victor Hugo no programa Domingão do Faustão. O comentário positivo do famoso empresário deixou a dupla lisonjeada.

“Nós nunca imaginamos que isso pudesse acontecer. Imagina, o maior empresário de música do Brasil acreditando em nos ver no Domingão do Faustão, maior vitrine da música brasileira, é um grande incentivo!”, disse a dupla a este Blog.

Print do Instagram com comentário do empresário Wander Oliveira, direcionado aos cantores sertanejos Fernando e Franco

Wander Oliveira, proprietário da Workshow, gerencia a carreira de artistas famosos como Zé Neto & Cristiano, Marilia Mendonca. Henrique & Juliano, Maiara & Maraisa, Diego & Victor Hugo, entre outros.

O escritório tornou-se o principal protagonista do mercado quando a dupla Henrique & Juliano estourou, em 2014, e após o lançamento do segundo DVD, a dupla se consolidou na música sertaneja. Além disso, garantiu à Workshow um lugar privilegiado no segmento.

O empresário Wander Oliveira com Henrique e Juliano e outros artistas ligados à empresa Workshow

Fernando e Franco chamam a atenção pela afinação, postura musical e simpatia, além de seu engajamento nas redes sociais, o que faz toda a diferença no projeto que eles tocam. Nos palcos onde se apresentam, mostram a maturidade que alcançaram, fruto do seu esforço e persistência. Recentemente, lançaram o clipe da música autoral “Relacionamento Abusivo”. São também deles as músicas “Na Frente da Rapariga”, “Ciúme Bateu” e “Sugar Daddy”.

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Faene reestrutura modelo pedagógico para se adaptar ao “novo normal”

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Ricardo Carreira é diretor da Faene

Nesta entrevista, o diretor da instituição, Ricardo Carreira, explica as mudanças imprimidas recentemente na instituição e destaca pontos positivos do novo modelo pedagógico, adotado devido à crise sanitária

Com o agravamento da crise sanitária, qual o posicionamento da Faene em relação às aulas remotas?

Ricardo Carreira – A Faculdade de Negócios Faene tem se preparado desde o ano passado para as aulas híbridas, ou seja, aquelas que ocorrem de forma presencial e on-line. Tudo a partir da nossa estrutura e utilizando a plataforma Google for Education, bem como todas as suas dissidências. Todo o processo de transmissão das nossas aulas estava predisposto aos dois modelos. Nós estávamos tendo aulas on-line com a participação de 50% dos alunos presencialmente e a outra metade on-line. É um modelo ao qual nos adaptamos para atender 100% on-line, se for o caso. Hoje, independente de os alunos participarem presencialmente ou não, todas as atividades estão dentro do ambiente virtual.

Como tem sido a experiência para os alunos da Faene, já que discentes de graduação e pós têm mais facilidade de se adaptar ao ensino a distância?

O ensino superior conseguiu se adaptar bem mais rapidamente, com mais desenvoltura. Os nossos alunos das turmas de graduação pediram, mais uma vez, para que trabalhássemos 100% on-line. Sendo assim, alguns professores gravam ou transmitem as aulas diretamente da Faene, enquanto outros o fazem diretamente de suas residências.

Há algum cronograma curricular específico para o período de aulas remotas ou esse processo está vinculado à determinação do MEC, que autorizou o sistema até dezembro de 2021?

Antes de tudo isso acontecer, o MEC já havia determinado que todo e qualquer tipo de aula nas instituições de ensino superior do Brasil poderia ser 50% presencial e 50% on-line. Agora, pelo menos até dezembro deste ano, todas podem ser realizadas de forma on-line ou de acordo com a determinação de cada estado ou município. Se a instituição quiser, ela pode operar 100% on-line. Nós estamos preparados para os dois modelos. O importante é termos essas duas estruturas. Um fato interessante é que, a partir desse novo modelo, acabamos por atrair alunos de outras regiões do Brasil. Hoje, temos alunos de Brasília, de São Paulo, Ceará, Piauí, ou seja, esse universo foi ampliado. A perspectiva é que, em 2022, não abandonemos esse modelo on-line, que continuará coexistindo, com toda a estrutura e tecnologia que ele requer, associado à vivência do ensino presencial tradicional.

Quais os critérios da instituição para assegurar formas de aprendizagem pelos estudantes e o registro detalhado das atividades não presenciais?

RC- Cada ambiente virtual tem seus mecanismos para registro e controle de presença e nós utilizamos o Google for Education, pois a Faene é uma empresa conveniada,. Dentro desse ambiente virtual há todos os controles possíveis. Todas as atividades são repassadas por ele. O aluno faz o registro de sua participação no início e ao término da aula, por meio de um formulário especifico. Todas as atividades são disponibilizadas, com data de entrega, entre outros detalhes. Aliás, esses mecanismos nos possibilitaram um controle maior, bem como uma rigidez também maior.

Houve flexibilidade das formas de avaliação dos estudantes durante a vigência do estado de calamidade pública?

RC – Nós ampliamos as possibilidades de realização das atividades, para diluir mais os pontos. No entanto, os alunos continuam com a responsabilidade de entregá-las dentro dos prazos estabelecidos pelos professores.

Funcionários da instituição continuam trabalhando presencialmente ou alguns estão remotos?

RC – Por força da própria condição sanitária, nós estamos resguardando mais os nossos funcionários. Diante de qualquer sintoma gripal, por exemplo, nós preferimos que eles fiquem em casa. No entanto, há também os mecanismos de trabalho remoto, com acesso ao sistema e participação nas reuniões virtuais. Funcionamos em horários especiais quando não há aula presencial.

Quais os principais protocolos adotados na instituição dentro desse período?

Continuamos adotando horários especiais de atendimento, aferição de temperatura na entrada, obrigatoriedade do uso de máscaras, distanciamento social, álcool em gel, etc. Dentro das salas de aula, temos restrições de distanciamento entre as carteiras, obrigatoriedade do uso de máscaras e álcool em gel.

Quais os principais avanços da Faene de 2020 para cá, apesar da pandemia?

RC – Acho que o grande avanço foi termos entrado de cabeça nesse mundo da tecnologia educacional, pois estamos usando muito mais as ferramentas do que antes. Hoje, usamos mais os games, os aplicativos e formulários, que agregam mais conhecimento. Há ainda o uso mais frequente do YouTube, que serve de suporte nas aulas. O professor não fica mais restrito às apostilas nem a um determinado tipo de material. Não há mais limite e se pode usar todo tipo de material e formato.

Quais as perspectivas de crescimento para os próximos anos?

RC – Nós estamos desenvolvendo um projeto de ampliação da Faene, inclusive tecnológica, para que os alunos participem das aulas de variadas formas. Além disso, abriremos a nossa unidade avançada em Santa Inês, onde teremos um escritório e três cursos funcionando inicialmente. As aulas devem começar em junho. Em um primeiro momento, serão oferecidos os cursos de Gestão de Negócios e Inovação, Auditoria, Controladoria e Finanças e Marketing.

Quais suas considerações finais?

RC – É um momento muito difícil para todos nós, de muita apreensão, do ponto de vista da saúde e da economia. No entanto, uma instituição de ensino como a Faene precisa ter o seu papel cada vez mais potencializado. Em outras palavras: o conhecimento certamente nos abrirá caminhos. Em um momento de dificuldade como este, as nossas perspectivas rodam a partir do nível de competência e habilidade que dispomos. A Faene, com certeza, pode contribuir para melhorar e ampliar essas competências, para que as pessoas tenham condições e alternativas para seguir em frente com seus negócios. Claro, sempre respeitando os protocolos sanitários, uma vez que todos nós precisamos preservar as nossas vidas. Sempre digo que essa situação da pandemia, além dos riscos que corremos, requer uma busca por alternativas e soluções.

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Em reunião na SES, Othelino discute reforma do Hospital Municipal de São Vicente Férrer

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Deputado Othelino, secretário Carlos Lula e o prefeito Adriano Freitas conversam sobre os detalhes da reforma do hospital

São Luís – O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), reuniu-se, nesta segunda-feira (12), com o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, para discutir a reforma do Hospital Municipal de São Vicente Férrer, uma das principais demandas da cidade. No encontro, o parlamentar esteve acompanhado do prefeito do município, Adriano Freitas (DEM). 

Na reunião, o chefe do Legislativo e o prefeito Adriano expuseram a importância da reforma da unidade de saúde para o município, localizado na Baixada Maranhense. 

Othelino Neto informou, ainda, que o governador Flávio Dino já autorizou a execução da obra, em mais uma parceria do Governo do Estado com os municípios. 

“A reforma do Hospital Municipal é uma das principais demandas da cidade. Tratei do assunto com o governador Flávio Dino e, hoje, viemos conversar sobre os detalhes da obra com o secretário Carlos Lula. Certamente, é mais um benefício para São Vicente Férrer, que contará com um hospital estruturado para melhor atender à população”, enfatizou o parlamentar.

O secretário Carlos Lula afirmou que, agora, serão feitos os encaminhamentos para que a reforma seja iniciada o mais breve possível. “Mais uma vez, o Governo do Estado faz parcerias com os municípios para melhorar a vida da população. Agora, vamos reformar o Hospital Municipal de São Vicente Férrer, uma obra já autorizada pelo governador Flávio Dino e que, em breve, começaremos a reforma”, garantiu.

Benefícios 

O prefeito Adriano agradeceu o apoio do deputado Othelino para a concretização do pleito. Segundo ele, o parlamentar sempre trabalhou para garantir benefícios à população vicentina. Agradeceu também ao Governo do Estado por ter atendido à solicitação.

“Como representante da população, agradeço ao presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto, ao secretário Carlos Lula e ao governador Flávio Dino, que vai viabilizar esse projeto tão importante para o nosso município. Fico muito feliz de ver esse pleito sendo atendido, pois é uma luta desde o início do nosso mandato, que conquistamos agora para benefício da população de São Vicente Férrer”, declarou.

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Governo do Estado e Sebrae levam programa Cidade Empreendedora para mais de 20% do total de municípios maranhenses

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Evento de lançamento da parceria Sebrae e Governo do Estado para execução do programa Cidade Empreendedora em 51 municípios do Maranhão

São Luís – Em solenidade digital, realizada na manhã desta segunda-feira, 12, o Governo do Estado do Maranhão e o Sebrae anunciaram os detalhes da parceria que levará o programa Cidade Empreendedora para 51 municípios maranhenses.

O evento, transmitido pelas redes sociais do governo do estado, contou com a participação do governador do Maranhão, Flávio Dino, do presidente do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae e da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros, do diretor presidente nacional da instituição, Carlos Melles, da diretoria executiva da instituição no estado, além de prefeitos, autoridades legislativas e de entidades empresariais.

Com ações empreendedoras de forte impacto no desenvolvimento local, o Cidade Empreendedora afetará direta e indiretamente mais de dois milhões e meio de habitantes do Estado (2.456.914 habitantes), presentes nos 51 municípios contemplados pela parceria com o governo, o que corresponde a 34,5% da população estimada do Maranhão, que segundo dados do IBGE 2020, corresponde a 7.114,598 habitantes.

No âmbito econômico, os territórios contemplados respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB) maranhense, cerca de R$ 26,5 bilhões, considerando dados do IBGE Cidades e IMESC – 2018, que apontam o PIB total do Maranhão na ordem de R$ 98.179 bilhões. Além disso, levantamento feito pelo Sebrae aponta que, juntas, as cidades contempladas concentram 74.357 pequenos negócios, dos quais quase 43 mil são micro ou pequenas empresas e 31,5 mil são MEIs (microempreendedores individuais), gerando empregos e renda nessas regiões.

Na ocasião do Secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, enfatizou a importância do fortalecimento das vocações produtivas dos municípios do estado e de como o Cidade Empreendedora trabalhará esse aspecto. “Vamos repassar, por meio do Sebrae, o conhecimento sobre a vocação econômica e produtiva de cada município. Vamos, passo a passo, com o Cidade Empreendedora, capacitando os funcionários públicos para que saibam da importância de ativar essa vocação e potencializá-la, para que tenhamos um Maranhão forte”, disse. O secretário enfatizou ainda, que o Cidade Empreendedora é mais um impulso para fortalecer a economia do estado, atuando junto aos pequenos negócios locais.

“O programa parte da realidade de cada município e de suas próprias caraterísticas. Os eixos de atuação partem da identificação de suas vocações locais e assim a elaboração de um plano de desenvolvimento, voltado para a desburocratização de processos de abertura das empresas, impulso das compras públicas para fortalecer os negócios locais, a educação empreendedora. Nesse sentido estamos aptos e a postos para apoiar o Maranhão, na certeza de que o Sebrae estadual e o Nacional farão de tudo para o contribuir com o sucesso da ação”, complementou o presidente do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae e da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros

Cidade Empreendedora

O programa une gestão pública a ações de incentivo ao empreendedorismo e desenvolvimento local, que vão da simplificação e desburocratização da abertura e gestão de pequenos negócios, inclusão de empresas locais em compras públicas, ações de acesso a mercado e a crédito, inserção do empreendedorismo na educação básica municipal, entre várias outras ações.

“Os 51 municípios que iremos atender por meio desta parceria com o governo do estado, correspondem a 1/3 da população do Maranhão e de nosso PIB, abrangendo mais de 74 mil empreendimentos, o que é extremante relevante para a economia de nosso estado e o mais importante ainda, é entendermos que só conseguimos ser relevantes se estivermos juntos, Sebrae, governo do estado e governo municipal. O Cidade Empreendedora é uma solução diferenciada, principalmente para esse momento, que mostra como é possível unirmos nossas forças para superarmos situações difíceis. E isso é muito relevante para o Maranhão, pois iremos dar capacitação para essas empresas para que elas consigam crescer e assim gerar emprego e renda aos municípios”, declarou o superintendente do Sebrae no Maranhão, Albertino Leal.

Para a execução do Cidade Empreendedora nos municípios contemplados, o governo e o Sebrae disponibilizaram um aporte de cerca de R$ 5 milhões para realização de ações de estímulo ao empreendedorismo, contribuindo para o desenvolvimento local, priorizando as vocações produtivas e econômicas dos territórios. Nessas cidades, o programa executado pelo Sebrae será coordenado pela Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão (Seinc).

“O que o Sebrae tem de diferencial é a metodologia, uma sistematização que na prática dá resultados formidáveis, porque dá segurança e confiança. Nesse sentido ao fazer isso, os prefeitos vão se sentir confortáveis. Acreditamos que esses 5 milhões de investimento, vão evoluir, porque o método leva à evolução e deixará um legado nesses municípios”, disse o diretor presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles.

Representando as prefeituras contempladas pela parceria, o prefeito de Tutum, Fernando Pessoa, falou em nome da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM) e agradeceu o apoio do governo do estado e do Sebrae. “Esperamos que logo que possível, mais prefeituras tenham acesso à solução”, disse o prefeito.

Estratégia Nacional

O Cidade Empreendedora é uma iniciativa do Sebrae que integra gestão pública e pequenos negócios em um ambiente de oportunidades, para estimular a economia local e desenvolver os municípios. A estratégia foi nacionalizada a partir de 2021, e deve ser executada em mais de mil municípios brasileiros até o próximo ano.

A proposta é promover a transformação econômica, social e cultural de municípios, onde o Sebrae parceiriza com poder público e dispõe de uma série de ferramentas para estimular a cultura empreendedora, gestão, inovação e políticas públicas, objetivando o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios locais.

“O papel do Sebrae é oferecer o Sebrae que o Brasil precisa. Estamos prontos para servir. Essa é a nossa vocação: servir a todos os pequenos negócios, de todos os seguimentos”, complementou Melles.

A execução das ações será pautada pelas principais necessidades da gestão municipal. Assim, a partir de demandas elencadas pela prefeitura, o Sebrae atuará na implementação de soluções empreendedoras, que trabalhem na implantação de políticas de desenvolvimento socioeconômico, aprimorando o ambiente dos negócios e gerando cada vez mais soluções acessíveis aos empreendedores locais.

No primeiro Ciclo do programa no Maranhão, foram atendidos 12 municípios do estado. Neste segundo ciclo, além dos 51 municípios atendidos por meio da parceria com o Governo do Estado, outros 25 também contarão com ações do Cidade Empreendedora, totalizando neste segundo ciclo 76 municípios atendidos com soluções do portfólio do Cidade Empreendedora.

“O conhecimento determina o destino de um povo, e essa metodologia permitirá que os gestores municipais saibam o que fazer, no tempo certo, e com eficiência. Espero que, em breve, ao verificarmos as altas taxas de sucesso do programa nos municípios contemplados, possamos anunciar a ampliação para outras cidades do estado, fortalecendo a parceria com o Sebrae”, afirmou o governador do Estado do Maranhão, Flávio Dino.

Para assistir a íntegra do evento acesse https://youtu.be/cK1xW4nMtog.

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DJ Nega Glícia fará sua primeira live neste sábado

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DJ Nega Glícia é referência no reggae roots maranhense e fará sua primeira live da pandemia

São Luís – Referência na cena do reggae roots maranhense, a DJ Nega Glícia realizará sua primeira live, batizada como “Reggae feito por Mulher”, neste sábado, às 19h, com transmissão pelo seu perfil no Instagram, direto do Quilombo da Liberdade, no bairro Liberdade. A live contará com a participação dos DJs Joenny Roots e Edilson Black.

A ideia, segundo Nega Glícia, é arrecadar doações, uma vez que paralisou suas atividades devido à pandemia do novo coronavírus. Segundo ela, o movimento musical reggae continua forte nas redes sociais, apesar da crise sanitária, razão pela qual a música não pode parar.

“Nós, artistas, temos enfrentado muitas dificuldades, além da pandemia propriamente dita, quando precisamos preservar a nossa saúde. Além disso, não temos trabalhado e estamos parados, pois a agenda cultural está suspensa, até que as coisas voltem à normalidade. Por essa razão, precisamos da ajuda de quem pode ajudar e, em especial, dos fãs do reggae, que nos dão força para continuar a jornada”, disse a DJ.

A DJ Joenny Roots é uma das convidadas da live

A DJ disse ainda, que, após a pandemia, quer trabalhar com projetos sociais voltados para mulheres. “Trabalhando o social com mulheres tendo o reggae como mote, ou seja, uma ferramenta de luta. Quero trabalhar utilizando a música como mais um atrativo em prol das questões sociais”, acrescentou.

Na live, Nega Glícia vai apresentar um repertório que traduz sua trajetória consistente dentro do gênero no Maranhão, com uma sequência característica do trabalho que ela está acostumada a fazer O trabalho dela é inspirado, principalmente, no do colega DJ Andrezinho Vibration, dono de um estilo próprio de discotecar e de se comunicar com o público. Nega, no entanto, soube absorver as “manhas” do mentor e criou o seu próprio estilo. Ela também recebeu grandes lições e conselhos de Jr. Black, Neturbo, Serralheiro, Jorge Black e Tarcisio Selektah.

Carreira – A carreira da DJ é bastante movimentada. Em abril de 2011, por exemplo, ela foi convidada a participar do grupo histórico de 12 DJs do Maranhão que participaram do palco “Radiola” na Virada Cultural de São Paulo. Glícia fez uma apresentação brilhante, atraindo o público paulista com uma seqüência cheia de ginga e charme. Essa participação no maior evento cultural da América do Sul catapultou sua vida profissional como DJ em São Luis, o que a tornou uma das DJs mais requisitadas nos grandes eventos do gênero.

Na capital, Nega Glícia já se apresentou em palcos como Trapiche, Creóle Bar, Kingston 777 e Bar do Nelson, bem como fora do Maranhão, nos estados do Ceará, Pará e Rio de Janeiro. Em um ambiente de DJs estritamente masculinos, ela esteve à frente de vários projetos, como “Terça Jah” e “Casa sem Teto”. Desde 2006 na caminhada como DJ, está sempre presente em iniciativas da cena reggae local e seu nome é associado a projetos como “Reggae Raiz”, “Surf Reggae” e “Freedom”.

Serviço

O quê

Live “Reggae feito por Mulher”, com Nega Glícia e convidados

Quando

Neste sábado, às 19h

Onde

Transmissão pelo Instagram oficial da DJ (@negaglicia)

Apoio: Pororoca Produções, Crys Ateliê SlZ, Boleiragem Barbearia, Studio Rasta, Studio 3T e Talles Tatoo

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Inscrições para programa de apoio do Instituto Alcoa são prorrogadas

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São Luís – O prazo para envio de projetos comunitários ao Programa de Apoio a Projetos Locais, do Instituto Alcoa, foi prorrogado até 15 de abril, em função das restrições impostas em alguns municípios pela pandemia.

O programa tem como objetivo contribuir com a missão do Instituto Alcoa de promover coletivamente a educação e o desenvolvimento dos territórios nos quais atua.

A iniciativa apoiará projetos locais desenvolvidos por organizações da sociedade civil e/ou do poder público nas áreas prioritárias para o Instituto – educação com foco em ensino fundamental e geração de trabalho e renda, causas estruturantes para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa.

Os critérios de participação permanecem os mesmos:

Serão priorizados projetos nas regiões de atuação do IA: Juruti, Óbidos e Santarém (PA); Poços de Caldas, Andradas e Caldas (MG); Divinolândia (SP); São Luís, Paço do Lumiar, Raposa e São José de Ribamar (MA).

Organizações com no mínimo dois anos de existência, projetos realizados nas localidades elegíveis e iniciativas com duração máxima de dois anos são alguns dos critérios para participar do edital.

Os projetos devem conter: 1) foco nas áreas prioritárias do Instituto Alcoa; 2) objetivo de implementação, expansão, aperfeiçoamento ou disseminação de propostas já existentes; 3) valor solicitado ao Instituto Alcoaentre R$ 50 mil e R$ 250 mil; 4) perspectiva de continuidade e sustentabilidade das ações após o encerramento do apoio; 5) ao menos uma parceria financeira assegurada para o desenvolvimento da proposta, que corresponda a, no mínimo, 10% do orçamento total; e 6) estratégias de avaliação e plano de divulgação, incluindo ações e resultados.

Sistema

As inscrições serão recebidas até 15 de abril pelo sistema de gestão de projetos. No ato da inscrição, as organizações devem enviar todos os documentos descritos no edital. Com o novo prazo para inscrição de projetos, a divulgação dos selecionados será realizada até 13 de agosto.

“Precisamos, mais do que nunca, reforçar nossas parcerias para apoiarmos as comunidades na retomada de seu desenvolvimento econômico e social. Acreditamos na força que os projetos comunitários possuem para promoverem verdadeiras transformações na sociedade”, explica Monica Espadaro, gerente de projetos do Instituto Alcoa.

Todas as informações sobre o Programa de Apoio a Projetos Locais 2021 estão reunidas no edital da iniciativa, disponível neste link.

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 0800 722 0715 (ligação gratuita de segunda à sexta-feira, das 9h00 às 17h00).

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