Uema Sul apresenta avanços

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Os avanços conquistados e as novas perspectivas para a Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul) foram apresentados ao governador Flávio Dino, em reunião, na segunda-feira (28). Entre os temas da agenda, um balanço dos primeiros meses de atividades, projetos de expansão a serem desenvolvidos e planejamento para o próximo ano. Completando oito meses de implantação, a UemaSul tem como meta chegar a 22 municípios maranhenses, democratizando o acesso ao ensino superior.

O secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Davi Telles, pontuou a importância da universidade como um dos mais destacados projetos da educação e sinalizou o atendimento às demandas colocadas durante a reunião. “A reitora da universidade trouxe pleitos significativos ao desenvolvimento da instituição, que apesar do pouco tempo, vem produzindo grandes resultados. O governador está sensível às solicitações e tem esta instituição como uma das prioridades”, enfatizou.

Ampliar as atividades para os demais municípios da Região Tocantina é uma das primeiras medidas a ser concretizada no planejamento da instituição. Telles destacou que a universidade possui todas as condições estruturais, administrativas e de alto nível profissional. “A UemaSul já iniciou grande, demonstrando sua vocação para expandir”, destacou o titular da Secti. O plano contempla a construção de novos campi, centros e cursos em Imperatriz, Estreito e Açailândia, neste primeiro momento.

A reitora da universidade, Elizabeth Nunes Fernandes, também enfatizou a importância em expandir as ações por meio dos polos de educação, a partir do Programa de Formação de Professores. “A agenda é bem ampla, incluindo as ações dos oito meses à frente da UemaSul, que já é um marco no ensino superior do Maranhão. Queremos levar esses resultados positivos a mais regiões do Estado e tornar possível a formação superior aos maranhenses”, disse. A autonomia universitária era um sonho de mais de três décadas da comunidade acadêmica da Região Tocantina, pontua a reitora.

Ação Parceira

O campus de Imperatriz apresentava uma série de problemas estruturais, solucionados com as obras de reforma e adequação executadas pelo Governo do Estado, via Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra). Paralelamente, a ação conjunta e parceira com a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) tem garantido as atividades – desde matrícula, passando pelo registro acadêmico, à colação de grau. Está em atividades os campi de Imperatriz e Açailândia.

O mestrado da UEMA  vai ocorrer no campus da UemaSul; acordo com a Fapema que possibilita o aumento de 37 para 80 as bolsas de Iniciação Cientifica na UemaSul e mais quatro bolsas de pós-graduação do programa Ignácio Rangel. Cinco laboratórios básicos montados, 500 livros para as bibliotecas e notebooks paras os setores administrativos estão inclusos na parceria.

A UemaSul assumiu o papel central de articuladora na Região Tocantina da ‘Rede Ciência Maranhão’ – iniciativa da Secti de apoio à criação de políticas públicas nos interiores. A implantação do projeto ‘Cursinho Popular’ para preparar ao ingresso no ensino superior; a elaboração do texto base para o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e do Projeto Pedagógico Institucional (PPI) complementam as medidas.

Dados da Secap/Governo do Maranhão

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Médicos podem receitar canábis como medicamento em Portugal

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O site Observador, um dos mais influentes de Portugal, informa que a Ordem dos Médicos de Portugal reconhece que existe forte evidência da eficácia da canábis nalguns usos terapêuticos, mas avisa que a sua prescrição deve ser exclusivamente médica, enquanto medicamento e não na forma fumada.

Num parecer do Conselho Nacional da Política do Medicamento da Ordem dos Médicos é dito que a evidência atual “permite considerar a potencial utilização [da canábis]” em alguns casos, como no alívio da dor crônica em adultos, como anti-vômito no tratamento do cancro, na esclerose múltipla ou no controlo da ansiedade.

Contudo, o uso de canábis ou canabinoides como medicamento de uso humano deve ser sujeita a aprovação pelas entidades regulamentares em saúde”, como a Autoridade Nacional ou Europeia do Medicamento.

A Ordem dos Médicos avisa que, pela sua potencial toxicidade, a prescrição da canábis deve ser exclusivamente médica e com regulamentação específica, como é feito com os derivados de morfina, por exemplo.

O parecer aponta para desafios concretos no uso de canábis para fins terapêuticos, sobretudo em relação ao consumo direto da planta de canábis, lembrando que “nenhum país europeu autoriza atualmente a canábis fumada para fins médicos”.

 

Segundo o parecer homologado pela Ordem, as eventuais alterações legais que possam facilitar o uso direto de canábis para fins medicinais não devem negligenciar os potenciais riscos de saúde publica, incluindo o abuso na sua utilização como droga recreativa”.

Sobre a segurança do uso da canábis, o parecer aponta para uma associação entre o seu consumo e o desenvolvimento de dependência, esquizofrenia e outras psicoses, bem como agravamento de dificuldade respiratória.

Quanto à eficácia da canábis no uso clínico, a Ordem considera que existe forte evidência no tratamento da dor crónica, como anti-emético associado ao tratamento oncológico (anti-vómito), no auxílio do tratamento da esclerose múltipla e no controlo da ansiedade.

Existe ainda moderada evidência sobre o uso de canábis na melhoria do sono em pessoas com apneia obstrutiva do sono, fibromialgia, anorexia por cancro e stress pós-traumático.

O parecer recorda que não existe contudo ainda qualquer evidência que permita verificar eficácia da canábis no tratamento do cancro, sintomas de intestino irritável, epilepsia, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson ou esquizofrenia, apesar dos estudos desenvolvidos nestas áreas.

Confereir matéria completa no site Observador, de Portugal

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Fim da profissão de médico?

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Assim como as profissões de taxista e bancário, a de médico, da maneira como conhecemos hoje, pode está com seus dias contados.

O artigo que comenta o assunto é de autoria de Maria João Montenegro, publicado no site Observador.pt (de Portugal).

Aliás, vale abrir um parêntese para destacar a qualidade jornalística dos sites informativos de Portugal: Observador.pt e www.sapo.pt

O site Sapo ainda tem as vantagens de fazer excelente cobertura nos países de língua portuguesa na África e sustentar difusão sistemática via Instagram.

Observador.pt está ultrapassado o site Público, o mais badalado em Portugal. Está melhor em precisão jornalística e disposição das informações no site. Falta aparar algumas ‘bobagens’, como terminar parágrafos com dois pontos.

Se pudesse direcionar um espaço ao Brasil (como faz a BBC com a BBC Brasil), cobrindo o atual momento político e social do país, Observador.pt poderia, pelo menos, começar a ameaçar o portal UOL, sites dos jornais O Globo, Folha e Estado de SP e até ao poderoso G1.

Mas, voltando aos avanços tecnológicos na área médica, segue abaixo artigo publicado no site Observador.

A Medicina no futuro e o desaparecimento gradual do médico como o conhecemos

Maria João Montenegro

26/12/2017

Com o avanço da tecnologia, será que vamos cada vez mais alargar o leque de perfis dedicados à saúde, para matemáticos, programadores e outras profissões?

A terceira maior causa de morte nos EUA é o erro médico e má coordenação. Este problema não é exclusivo dos EUA e estima-se que, nos países desenvolvidos, uma em dez pessoas sejam tratadas incorretamente nos hospitais, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Perante grandes avanços tecnológicos, que mudanças acontecerão na prática da medicina?

Historicamente, a medicina tem sido feita nos consultórios e hospitais, de forma reativa, e baseada largamente na interpretação de sintomas e histórias clínicas incompletas, por médicos cujo conhecimento terá sido adquirido durante o curso de medicina e o internato:

A interação com profissionais de saúde é feita maioritariamente de forma presencial, nos hospitais. No entanto, 14 em 100 pacientes sofrem infeções devido à permanência em hospitais (OMS), não fossem estes os locais onde todas as doenças vão parar.

A prática médica é um misto de arte e ciência. O médico diagnostica usando o seu sentido crítico e conhecimento para interpretar os exames e descrição dos sintomas e historial clínico do paciente. No entanto, todos sabemos que raramente conseguimos expressar corretamente o que sentimos ou ser exaustivos na comunicação da nossa história (nem que seja porque parte dela aconteceu quando éramos demasiado pequenos para a compreender).

Os médicos adquiriram grande parte do seu conhecimento na faculdade e internato, muitas vezes há décadas. No entanto, por muito que os melhores médicos encarem a sua profissão como uma que exige aprendizagem contínua e ininterrupta, atualmente os avanços na Medicina acontecem a um ritmo que torna impossível o seu acompanhamento exaustivo. Quantos de nós, perante graves doenças, partimos em busca duma segunda e terceira opinião e saímos com várias novas hipóteses sobre a doença e tratamentos recomendados?

Caminhamos para uma realidade muito distinta da atual, em que a Medicina é mais preventiva e preditiva, o diagnóstico é feito por computadores e os pacientes deslocam-se menos a hospitais:

Telemedicina

A ida ao hospital será menos frequente graças a linhas de apoio telefónico, consultas virtuais (estima-se que cerca de ⅓ das consultas já poderiam ser virtuais), prescrições eletrónicas e exames médicos feitos em casa. Note-se que estudos mostram que programas de telemedicina levam a uma redução da taxa de mortalidade de até 45% (revela o Departamento de Saúde do Reino Unido) e uma clara redução de custos.

Estas mudanças libertarão os profissionais de saúde para outras atividades e o espaço físico dos hospitais para situações de real necessidade, reduzindo os custos com cuidados de saúde e tornando os sistemas de saúde menos insustentáveis. Em Portugal, existe a linha de apoio SNS 24, que pretende fazer uma triagem dos casos urgentes e evitar idas desnecessárias às urgências e hospitais, no geral. O serviço já realiza também mais de 70 mil consultas de telemedicina anualmente. Quanto a exames feitos em casa, atualmente existem tecnologias (por exemplo da AliveCor) que permitem transformar smartphones em aparelhos de eletrocardiograma, e também aplicações que detetam episódios maníaco-depressivos – quando necessário, poderão ser emitidos alertas para profissionais de saúde, desencadeando respostas em benefício do paciente.

Sr. Dr. Computador

O diagnóstico será feito com algoritmos em computadores de capacidade de processamento muito acima da do ser humano. Um médico com décadas de experiência poderá ter visto milhares de casos, mas essa experiência não é comparável aquela dum computador capaz de processar milhões de casos num instante. Foram feitos avanços importantes em sistema de saúde como o português, com a introdução de Normas de Orientação Clínica, mas ainda assim existe variabilidade no diagnóstico e tratamento e não é garantida a atualização permanente destas normas. Comparando o historial médico eletrónico (exaustivo e preciso) e exames, com bases de dados de doenças (sempre atualizadas com todo o conhecimento aceite pela comunidade científica), o diagnóstico feito por computadores tem o potencial de reduzir drasticamente os erros e prolongar a vida e qualidade de vida de todos nós.

Estas mudanças irão transformar a profissão médica. Por exemplo, já existem algoritmos (da Zebra Medical Vision) que permitem analisar radiografias de forma mais rápida, barata e com menor probabilidade de erro que a de um um humano. Porque não começar a combater falhas de recursos especializados no SNS através da implementação de programas-piloto destas tecnologias, para que libertemos os médicos para atividades de maior valor acrescentado e que ainda não podem ser realizadas por computadores?

Wearables

Verificamos a rápida adoção de dispositivos eletrónicos que lêem e registam sinais fisiológicos e promovem comportamentos saudáveis, alertando para a necessidade de exercício e monitorizando as calorias ingeridas.

Estes poderão, por exemplo, detetar anomalias e prever eventos como ataques cardíacos, alertando atempadamente o paciente e profissionais de saúde. Não tardará a altura em que dispositivos como o Apple Watch terão a capacidade de detetar anomalias no batimento cardíaco e prever com precisão ataques cardíacos, emitindo um alerta para profissionais de saúde próximos da nossa localização. Ao contrário do que se poderá pensar, a adoção da tecnologia irá permitir uma personalização nunca antes vista da Medicina, mas também uma humanização do papel dos profissionais de saúde.

Torna-se claro que com os avanços tecnológicos o futuro da medicina é risonho, mas qual será o papel do médico? Deixará, certamente, de ser tão relevante no diagnóstico, mas será importante no desenvolvimento de tecnologias de saúde e no acompanhamento dos pacientes para a explicação das doenças e tratamentos – mas para desempenhar estes papéis será que precisamos dum curso de medicina, ou vamos cada vez mais alargar o leque de perfis dedicados à saúde, para matemáticos, programadores e outras profissões?

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Asteroide em forma de caveira chegará perto da Terra em 2018

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Ilustração do Asteroide do Halloween

Image captionPor ter sido observado na época do Dia das Bruxas e ter semelhança com caveira, o corpo celeste foi chamado de Asteroide do Halloween | Ilustração: J.A.Peñas/Sinc

Depois do asteroide Oumuamua, que tem um formato parecido com um charuto e que foi descoberto por cientistas em outubro, os astrônomos terão a oportunidade de estudar mais um corpo celeste enigmático que passará perto da Terra. Um pequeno asteroide que, ao girar em torno de seu eixo, mostra semelhança impressionante com uma caveira deve passar perto do nosso planeta novamente em 2018.

A última vez que o asteroide 2015 TB145 passou perto da Terra foi no fim de outubro de 2015, época em que muitos países comemoram o Dia das Bruxas. Por isso, os cientistas o apelidaram de “Asteroide do Halloween”.

Na época, ele estava a uma distância de aproximadamente 486 mil km – apenas 1,3 vezes a distância da Lua à Terra. A proximidade significava que o objeto estava mais iluminado. Por isso, cientistas europeus, americanos e latino-americanos apontaram seus instrumentos para o 2015 TB145

Em algumas das imagens, o asteroide se assemelhava, em alguns ângulos, a um crânio humano por causa do seu relevo e das condições de iluminação.

O pesquisador Pablo Santos-Sanz, dos Instituto de Astrofísica da Andaluzia (IAA-CSIC), também organizou campanhas de observação do asteroide para descobrir suas características.

Em novembro de 2018, o Asteroide do Halloween poderá ser observado mais uma vez. No entanto, ele passará a uma distância 105 vezes maior que a da Terra à Lua – o que ainda é próximo o suficiente para que seja possível estudá-lo.

Um encontro mais emocionante, segundo os pesquisadores, voltará a acontecer em 2088, quando o 2015 TB145 passará pela Terra a uma distância equivalente a 20 vezes a distância entre nosso planeta e o satélite.

Asteroide do Halloween

Image captionEm 2015, asteroide passou a uma distância equivalente a apenas 1,3 vezes a distância da Terra à Lua | Foto: Nasa

Novas descobertas

O Asteroide do Halloween tem entre 625 a 700 metros de diâmetro, segundo o estudo publicado por Pablo Santos-Sanz e sua equipe no periódico Astronomy and Astrophysics.

Eles também descobriram o período de rotação do corpo celeste, o que seria a duração do seu “dia” – entre 2,94 horas e 4,78 horas, de acordo com a observação e os cálculos deles. E determinaram seu formato, uma elipse achatada, que reflete apenas entre 5% e 6% da luz do sol que a atinge.

“Isso significa que é um asteróide muito escuro, só um pouco mais reflexivo que o carvão”, disse Santos-Sanz em nota.

Atualmente, acredita-se que o Asteroide do Halloween pode ser um cometa extinto, que perdeu bastante água e outros componentes voláteis durante as voltas que deu ao redor do Sol.

Isso é semelhante ao que se considera a respeito do objeto interestelar Oumuamua, que causou surpresa por seu formato de “charuto” e também parece ser um tipo de cometa “disfarçado” de asteroide.

Em geral, asteroides e cometas são diferenciados por sua composição (os primeiros são mais rochosos e metálicos, e os últimos têm uma proporção maior de gelo e rochas) e pelo tipo de órbita ao redor do Sol. Mas nem sempre é fácil diferenciá-los com as observações que a distância permite fazer.

Agora, os pesquisadores aguardam que novembro de 2018 traga mais novidades sobre a natureza destes objetos.

“Apesar de essa passagem próxima não ser tão favorável, conseguiremos como obter novos dados que podem aumentar nosso conhecimento sobre a massa dele e outras que passam pelo planeta”, disse Pablo Santos-Cruz.

Texto e imagens da BBC Brasil

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Internet está prejudicando os mais pobres

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Por trás da aparente imparcialidade dos algoritmos, ferramenta por meio da qual são preenchidos questionários e outros recursos disponibilizados por empresas na internet, escondem-se critérios nebulosos de injustiças, preconceitos e discriminações.

Cathy O’Neil

A denúncia é da matemática Cathy O’Neil, dos Estados Unidos. Por causas desses problemas, ela enxerga entraves na revolução dos algoritmos.

Formada em Harvard e Massachussetts Institute of Technology (MIT), duas das mais prestigiadas universidades do mundo, ela é uma das mais respeitadas estudiosas em efeitos colaterais da economia do Big Data.

De forma resumida, a definição mais corrente, na Internet, indica que algoritmo é uma sequência finita de instruções, bem definidas e não ambíguas, executadas, mecânica ou eletronicamente, em um intervalo de tempo finito e com uma quantidade de esforço finita. Não é necessariamente, um programa de computador e, sim, os passos necessários para realizar uma tarefa, como preencher um questionário virtual.

Os algoritmos estão por toda parte. Nos formulários de vagas de emprego, de contratos com bancos e seguradoras, nas propagandas, notícias personalizadas etc.

Em entrevista à BBC Brasil, Cathy O’Neil disse que os algoritmos não são ferramentas neutras e objetivas. Refretem visões de mundo de seus programadores e, de forma geral, reforçam preconceitos e prejudicam os mais pobres.

Um exemplo do problema detectado por Cathy O’Neil está nos algoritmos de seguros de automóveis nos Estados Unidos. Motoristas que nunca receberam uma multa, mas que tinham restrições de crédito por morarem em bairros pobres pagavam valores mais altos do que aqueles com facilidade de crédito, mas já condenados por dirigirem embriagados.

Outro exemplo são os testes de personalidade em entrevistas de emprego. A pesquisadora diz que, antes, as pessoas se candidatavam a uma vaga indo até uma determinada loja que precisava de um funcionário. Hoje, todo mundo se candidata pela internet. É isso que gera os testes de personalidade. Existe uma quantidade tão grande de pessoas se candidatando a vagas que é necessário haver algum filtro. E esse filtro é feito por meio do uso de Algoritmos.

Os testes de personalidade e programas que filtram currículos são alguns exemplos de como os algoritmos estão afetando o mundo do trabalho.

Para Cathy O’Neil os algoritmos vão transformar as pessoas em robôs ou que os robôs vão substituir o trabalho dos seres humanos.

A melhor maneira de resolver o problema, segundo a pesquisadora,  é fazer com que os algoritmos sejam auditados por terceiros, de fora da empresa que aplica o algoritmo.

Com dados da BBC Brasil e outras fontes.

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Cresce venda de armas no mundo

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Pela primeira vez, em cinco anos, as vendas das 100 principais empresas de armamento do mundo aumentaram.

Juntas, essas empresas venderam quase US$ 375 bilhões em 2016, o que representa um pouco mais de US$ 1 bilhão por dia – um crescimento de 1,9% em relação ao ano anterior.

O Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês) publicou, nesta semana, avaliação anual do mercado global de armamentos.

De acordo com o relatório, os principais fabricantes estão vendendo 38% mais armas que em 2002, quando a organização começou a mapear esses dados.

Tudo isso em meio ao quinto ano com mais mortes desde o fim da Guerra Fria, segundo o Instituto de Investigação para a Paz de Oslo (Prio, na sigla em inglês).

Domínio ocidental

As empresas norte-americanas ocupam sete dos primeiros dez lugares da lista e cresceram 4% no ano passado.

As fabricantes da Europa ocidental se mantiveram estáveis (aumento de 0,2% em relação a 2015).

As empresas britânicas e alemãs cresceram, enquanto as francesas, italianas e transeuropeias – cujas sedes estão em mais de um país da União Europeia – apresentaram retração nas vendas.

Com dados da BBC Brasil

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Miguez propõe união dos engenheiros nas eleições do Crea-MA

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O presidente do Clube de Engenharia do Maranhão (CEM), engenheiro civil Emanuel Miguez, defendeu a união de todos os engenheiros nas eleições para a escolha do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão (Crea-MA), no dia 15 deste mês. Ele ressaltou a imparcialidade do CEM, mas disse que o Crea-MA tem de voltar a ser uma entidade com credibilidade na sociedade e atuante na defesa da engenharia e dos engenheiros. “E para isso é preciso união”.

Para Miguez, todos os candidatos de oposição têm méritos e capacidade para assumir o cargo de presidente do Crea-MA, mas ele considera necessária uma candidatura de oposição de consenso e sugere o nome do engenheiro civil Vilson Dias.

E essa união das forças de oposições, segundo Miguez, deve assumir o compromisso de dar continuidade ao trabalho de negociação e formalização das dívidas antigas e atuais do Crea-MA, iniciado na atual gestão do engenheiro mecânico Cleudson Campos.  “É preciso somar forças para que os engenheiros defendam seus direitos com eficiência e credibilidade”.

O Crea-MA, segundo, Miguez precisa aperfeiçoar, de forma urgente, o atendimento presencial e virtual aos profissionais das engenharias, fortalecendo o Setor de Fiscalização do exercício profissional para combater o exercício ilegal da profissão.

Ele acha, também, que o Crea-MA tem de apoiar as entidades associativas, sindicais e de ensino, que compõem o plenário do conselho. E deve colocar em prática programas e campanhas nas áreas de atualização profissional em parceria com as entidades na área da engenharia.

O Crea-MA, segundo Miguez, tem de se unir ao sistema formado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas) e entidades da área de engenharia na defesa da revisão imediata e modernização da Lei Geral de Licitação 8.666/93 e fim do Pregão e do RDC para contratação de obras, projetos e serviços de engenharia.

Sistema Confea/Creas

Na esfera nacional, Miguez disse que o Sistema Confea/Creas precisa, também, resgatar a sua credibilidade para poder participar das discussões dos grandes temas do país. “É o momento do Sistema Confea/Creas opinar e intervir quando o assunto envolve questões ligadas a engenharia nacional, que estão na pauta do dia”.

Miguez defende uma reestruturação do Sistema Confea/Creas, que foi instituído em 1933 e regido por uma lei de 1966.  “O Sistema Confea/Creas funciona dentro de um modelo com mais de 50 anos, que precisa ser renovado e atualizado para atender as demandas dos engenheiros. O momento é este e o Crea-MA, se nos unirmos, pode ser um exemplo para o Brasil”.

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Centro Cultural Vale MA abre inscrições para edital Pátio Aberto 2018

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Pátio Cor de Rosa, Centro Cultural Vale Maranhão

O Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) está com inscrições abertas para a 2ª edição do edital Pátio Aberto.

Serão selecionados 42 projetos para ocupar o Pátio Cor de Rosa do CCVM

O objetivo é fomentar a produção de artistas maranhenses ou residentes no estado, nas áreas de música, teatro, performance, dança, audiovisual e cultura popular, e oferecer programação gratuita para o público do centro histórico.

Os projetos selecionados serão realizados no Pátio Maranhão, na área interna do CCVM, entre os meses de março a dezembro de 2018.

“Em 2017 a programação foi bem diversificada. Para o próximo ano temos a expectativa de seguir na linha da diversidade e contar com a participação de um número maior de artistas do interior do Maranhão”, disse Paula Porta, diretora e curadora do CCVM.

As inscrições estarão abertas de 05 de dezembro de 2017 a 05 de fevereiro de 2018.

O regulamento e o formulário do edital estão disponíveis para download no site www.ccv-ma.org.br.

A proposta deve ser enviada pelo e-mail [email protected], pelo correio ou entregue na recepção do CCVM de terça a domingo, das 10h às 19h, no endereço Av. Henrique Leal, 149 Praia Grande, São Luís/ MA. CEP: 6510-160.

Sobre o CCVM

Em oito meses de atuação, o CCVM vem oferecendo programação cultural diversificada e gratuita para o público, incentivando o acesso à arte e à cultura.

Até o momento foram 3 exposições, 13 shows, 6 espetáculos de teatro e dança, 15 oficinas, 8 palestras e uma mostra de animação.

Mais de 70 mil pessoas já participaram das atividades promovidas pelo CCVM.

Para saber mais e acompanhar a programação acesse o site www.ccv-ma.org.br. Siga no Instagram e no Facebook.

Com dados da  Comunicação ccv-ma

 

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Ed Wilson Araújo vence o Prêmio Fapema 2017

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O professor e jornalista Ed Wilson Ferreira Araújo é o terceiro vencedor do Prêmio Especial Fapema. Ele vai receber o troféu, nesta terça-feira (5), às 20h, na sede da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), durante o evento do Prêmio Fapema Neiva Moreira 2017.

Ed Wilson é militante do movimento de rádios comunitárias e colaborou criação da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária no Maranhão (Abraço-MA), entidade da qual é o atua como presidente.

Para Ed Wilson, é uma honra receber o prêmio que este ano homenageia o jornalista e político Neiva Moreira. “Não foi preciso conhecê-lo pessoalmente para ele entrar na minha formação jornalística e acadêmica. Quando eu era adolescente, ia a uma banca na antiga rodoviária de São Luís e, ao garimpar as publicações, me interessei bastante pela revista Cadernos do Terceiro Mundo, com reportagens profundas sobre a África e outros temas da conjuntura internacional”, lembra.

“O legado dele encontra-se bastante presente na minha militância junto às rádios comunitárias. Há 20 anos eu atuo nesse segmento, ajudando a organizar as emissoras e fazendo o trabalho de formação dos comunicadores”, completou.

Ed Wilson é doutor em Comunicação pela PUCRS, tem mestrado em Educação e graduação em Jornalismo na UFMA. É professor do Departamento de Comunicação, no Curso de Rádio e TV, na UFMA, e assina o Blog do Ed Wilson, onde publica reportagens, artigos e crônicas sobre política, cultura e meio ambiente.

Autor do livro ‘Rádios comunitárias no Maranhão: história, avanços e contradições na luta pela democratização da comunicação’, Ed Wilson também produz e apresenta o programa ‘Revista Araruna’ aos domingos (9h às 10h) na rádio comunitária Araruna FM.

Premiação especial
A categoria Prêmio Especial Fapema foi lançada em 2015 com o propósito de reconhecer o trabalho de pesquisadores que contribuem para o desenvolvimento do estado. A professora e pesquisadora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Federal do Maranhão, Maria Nilce de Sousa Ribeiro, foi a primeira premiada.

No ano passado, por ocasião do Prêmio Fapema Maria Aragão, o agraciado foi o médico infectologista Antonio Rafael da Silva, diretor do Centro de Referência em Doenças Infecciosas e Parasitárias (CREDIP).

Com dados da Secap/Governo do Maranhão

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V Jornada de Filosofia em Codó

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