Divorciados têm mais risco de serem cardíacos

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Divociados cardiácos

Divorciados tem mais possibilidade de sofrerem ataques cardíacos do que pessoas que permanecem casadas.

Os dados são de pesquisa feita na Universidade Duke, nos Estados Unidos.

O estudo foi publicado no periódico científico Circulation.

Mulheres sofrem mais

De acordo com a pesquisa, estresse crônico enfrentado em processos de divórcio tem impacto de longo prazo no organismo.

Por meio de análise envolvendo 15.827 pessoas, descobriu-se que as mulheres são as mais afetadas.

E a possibilidade não diminui depois que as divorciadas casarem novamente.

Outro detalhe é que um novo casamento teve efeito positivo muito pequeno entre as mulheres, mas o eliminou entre os homens.

 Com dados da BBC de Londres
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Islândia mapeia DNA de toda sua população

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Reykjavik
Reykjavík, a capital da Islândia

 

Cientistas na Islândia dizem ter mapeado com sucesso o código genético de toda a população do país.

A façanha teria sido realizada por meio da combinação de dados de DNA com árvores genealógicas.

A Islândia é um país situado em ilha do extremo norte da Europa. Tem uma pequena população de 327.888, quase 1/3 da população de São Luís.

Representantes da equipe científica de CODE, responsável pelo mapeamento, disseram que, agora, podem encontrar todas as mulheres que correm risco de desenvolver câncer de mama “com o apertar de um botão”.

Seria, então, um crime não usar essa e outras informações para prevenir doenças e salvar vidas.

Ancestrais

A pesquisa científica, publicada no jornal científico Nature Genetics, usou os dados para fazer uma série de descobertas, incluindo a idade do último ancestral em comum de todos os homens.

O DNA é passado de geração para geração, assim, ao decodificar o código genético de uma criança, é possível mapear o DNA de seus país e avós.

A equipe pesquisou as sequências de DNA de dez mil pessoas e combinou os dados com árvores genealógicas.

Questões éticas

Os dados por enquanto são anônimos.

Usar esse tipo de informações em medicina poderia levantar questões éticas,  como identificar genes mortíferos em pessoas que nunca se voluntariaram para estudos de DNA.

 Com dados da BBC London
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Robôs na guerra PSDB e PT

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Robos

Muitos estão a perguntar o que são os socialbots e qual sua utilidade.

Bot é o diminutivo de robô, termo muito usado atualmente. E socialbots?

Bem resumidamente, socialbots seriam ‘robôs virtuais’. Eles realizam tarefas no mundo virtual como ‘replicar’ informações em redes sócias etc.

Um documento do Palácio do Planalto, recentemente divulgado, que admite erros na comunicação do Governo Federal, cita o uso de ‘robôs multiplicadores’ de conteúdo pelo PSDB e pelo PT durante a campanha presidencial.

Esses ‘robôs multiplicadores’ citados no documento são socialbots

Os socialbots teriam sido usados com “invejável profissionalismo” pelos tucanos, segundo o texto do Planalto.

Mesmo após a derrota eleitoral, o PSDB teria continuado a operar os cerca de 50 socialbots usados na campanha de Aécio.

O que socialbots?

Segundo o professor Fabrício Benevenuto, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), socialbots seriam programas básicos que permitem propagar informações automaticamente a partir de regras pré-definidas.

São programas simples, que não passam de 100 linhas de código de programação.

Funcionam a partir da chamada API, que é um conjunto de comandos/chamadas determinados para se obter informações.

Pode-se criar um socialbots para ler Twitter, para ‘retuitar’ um usuário específico ou postar todas as notícias que tenham uma palavra específica.

Interagindo com um robô na NET

Embora em sua raiz um socialbot possa ser simples, há também criações sofisticadas.

Há os que tem padrão aleatório e, assim, serem de difícil identificação. Podem se comportar como usuários reais e até “dormirem” oito horas por noite, como faz um humano.

Você pode até ter polemizando, feito amizade ou namorado com um ou uma socialbot nas redes sociais sem saber. Certamente interagiu com um deles quando concorda ou discorda de uma opinião postada em um blog, principalmente os políticos em período de campanha eleitoral.

Existe um desafio na Inteligência artificial chamado Teste de Turing, no qual você testa um robô para saber se ele é mesmo um robô.

É muito difícil passar neste teste, mas com um socialbot está ficando mais fácil, porque você pode ter um robô que “fale” gírias etc.

Destorcendo estatísticas

Há socialbots que circulam na net apenas para distorcer estatísticas.

Com eles, é fácil criar uma sensação de que há um grupo muito grande insatisfeito com alguma coisa.

Há sites que disponibilizam gratuitamente códigos prontos para se criar um socialbots multiplicador de conteúdo.

 com dados de O Globo
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Filhos tem mais dos pais e menos das mães

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Filhos parecem mais com os pais

Um estudo desenvolvido na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, descobriu que os filhos tem maior influência de genes mutantes vindos do pai do que genes mutantes da mãe.

Mutações genéticas passadas dos pais para os filhos aparecem, tipicamente, em doenças consideradas complexas, que envolvem milhares de genes.

O processo pelo qual a informação contida nos genes se manifesta fisicamente é chamado de expressão genética.

Cientistas acreditam que a descoberta pode abrir novos caminhos para o tratamento de doenças comuns, porém complexas, como vários tipos de câncer, diabetes, doenças cardíacas, esquizofrenia e obesidade.

Com dados da BBC de Londres

 

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Avanços na exploração do Universo em 10 anos

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A BBC de Londres ouviu opiniões de especialistas sobre quais serão os avanços na exploração do Universo nos próximos 10 anos?

Foram entrevistados os cientistas Scott Pace (diretor do Instituto de Política Espacial, em Washington), David Baker (ex-engenheiro da Nasa, escritor e editor da revista Spaceflight) e Monica Grady (professora de ciências planetárias e espaciais na Open University, da Grã-Bretanha).

Avanços na exploração do Espaço
Lua poderá servir como base para lançamento de foguetes

 

Veja os avanços

A Lua poderia servir de base para lançamento de foguetes. Uma viagem à Lua dura apenas três dias e mandar astronautas para lá por um curto período de tempo é algo que exige poucos recursos. Um dos objetivos da China é colocar astronautas na Lua.

Em meados de 2020, a China terá uma estação espacial em órbita e a Europa negociará para ter alguns astronautas a bordo.

As missões espaciais de turismo lançadas por empresas particulares, como a Virgin Galactic, a Space X e a XCOR, terão sucesso. Quando os negócios das empresas privadas se consolidarem, os governos terão resultados surpreendentes.

A Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos,  lançou recentemente a Orion, nave destinada ao transporte de astronautas, em substituição aos ônibus espaciais, o que trará desdobramentos em termos de avanços científicos.

A Europa conseguiu pousar uma sonda em um cometa a 510 milhões de quilômetros da Terra, o que contribuirá para progressos no  campo da ciência espacial.

Com os avanços da robótica, os robôs poderão fazer o que os homens fazem, para fins científicos, não havendo tanta necessidade de mandar pessoas para missões científicas espaciais.

A China está trabalhando em sua próxima estação espacial.

Nos próximos anos acontecerá a etapa final da construção telescópio espacial James Webb, um observatório flutuante do tamanho de uma quadra de tênis.

Haverá uma corrida espacial entre a Índia e a China

 

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É possível fazer um ‘back up’ do cérebro?

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Se fosse possível ‘salvar’ sua memória como fazemos com informações no disco rígido de um computador, você faria isso? Essa é uma questão que alguns cientistas esperam poder nos fazer em breve.

Equipes de cientistas trabalham para descobrir tecnologias que ‘eternizem’ nossas mentes.

Desde os primeiros desenhos riscados em paredes de cavernas na pré-história, o homem vem tentando transcender sua memória, passando pela imagens fotográficas, entre outras.

As mais recentes tentativas vêm pelos servidores da internet.

Se for possível fazer um ‘back up’ do cérebro, as consequências serão profundas.

Conheça alguns desses projetos e entenda o que eles pretendem alcançar e de que forma.

Back up do cérebro 2
Equipes de cientistas trabalham para descobrir tecnologias que ‘eternizem’ nossas mentes

 

Eterni.me

Eterni.me é um serviço que propõe guardar a sua memória ou de um ente querido seu.

Funciona da seguinte maneira: em vida, o cliente dá ao Eterni.me acesso a todas as suas contas em sites como Facebook, Twitter e provedores de e-mail. E também faz uploads de fotos, de históricos geográficos de locais onde esteve e até de coisas que viu usando a ferramenta Google Glass.

As informações são coletadas, filtradas e analisadas antes de serem transferidas para um avatar (uma pessoa virtual que tenta imitar a aparência e personalidade do usuário).

O avatar aprende mais sobre a pessoa à medida que interage com ela ao longo da vida. O objetivo é que o avatar possa, no decorrer do tempo, refletir com cada vez mais precisão a personalidade desta pessoa.

“A ideia é criar um legado interativo, uma forma de evitar (que a pessoa) seja totalmente esquecida no futuro”, disse Marius Ursache, um dos criadores do Eterni.me.

A equipe por trás do Eterni.me é formada por engenheiros, designers e pessoas de negócios, faz parte do programa de fomento ao empreendedorismo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (em inglês, Massachusetts Institute of Technology, MIT) e será lançado em breve.

O MIT é um centro universitário de educação e pesquisa privado localizado em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos. Um dos líderes mundiais em ciência, engenharia e tecnologia.

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Cérebro ‘back up’

E, se em vez de simplesmente escolhermos o que queremos capturar em formato digital, pudéssemos gravar tudo, absolutamente tudo o que uma mente contém?

Isto não é ficção científica. Em teoria, exigiria três avanços básicos.

Os cientistas teriam de descobrir como preservar o cérebro de alguém após sua morte. Depois, a informação contida nesse cérebro precisaria ser analisada e arquivada. Finalmente, a mente da pessoa precisaria ser ‘recriada’ em outro cérebro construído artificialmente.

Cientistas de todo o mundo já trabalham para tentar criar um cérebro humano artificial. Nele poderia ser feito o upload de um arquivo de segurança da memória de um ser humano – ou, pelo menos, essa é a ideia.

O MIT, nos Estados Unidos, oferece um curso de conectomia – um campo ainda emergente da ciência onde pesquisadores tentam criar um mapa contendo todas as conexões existentes em um cérebro humano.

Especialistas trabalhando em outro projeto, o ‘US Brain’, tentam registrar a atividade cerebral de milhões de neurônios. E, na Europa, o projeto “EU Brain” tenta construir modelos integrados capazes de simular esta atividade.

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Corrida do Ouro

O desafio é grande, mas não parece haver escassez de investimentos nesse campo. O Google, por exemplo, vem investindo pesado no projeto Google Brain, que tenta simular aspectos do cérebro humano.

O diretor do projeto, o Ray Kurzweil, tornou-se o líder de uma comunidade de cientistas. Eles dizem acreditar ser possível fazer um back updigital de um cérebro humano – e dizem que ainda estarão vivos quando isso acontecer.

O Google também contratou o britânico Geoff Hinton, cientista da computação e um dos maiores especialistas do mundo em redes neurais – os circuitos por meio dos quais a mente humana pensa e lembra.

Com parte dos textos e as imagens da BBC de Londres
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‘Má sorte’ e câncer: blog divulgou primeiro

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Os acessantes do Uniblog foram um dos primeiros, no Brasil, a ficarem sabendo de estudos que indicam casualidade no surgimento de câncer, notícia publicada aqui no dia 2 deste mês. Depois, outros veículos nacionais divulgaram o fato e, recentemente, o programa Fantástico, da Rede Globo, fez matéria sobre o assunto.

Segue a baixo a matéria do dia 2.

A ocorrência da maior parte dos tipos de câncer pode ser atribuída mais à “má sorte” do que a fatores de risco conhecidos, como o hábito de fumar, segundo um estudo americano.

A pesquisa, publicada no jornal científico Science, mostra que dois terços de todos os tipos de câncer analisados são originados de forma aleatória por mutações genéticas, independentemente do estilo de vida levado pelo paciente.

O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins e da Escola de Saúde Pública Bloomberg.

Por outro lado, melhorias no estilo de vida podem ajudar a prevenir ao menos um terço dos tipos de câncer.

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Divisão celular pode levar a mutações e causar câncer

 

A pesquisa

Os pesquisadores afirmaram que o fator aleatório está na maneira como os tecidos do corpo se regeneram.

Células velhas e desgastadas do corpo são constantemente substituídas por meio de células-tronco, que se dividem para formar novas células.

Mas, em cada divisão, há o risco de que ocorra uma mutação perigosa, aumentando a chance da célula-tronco se tornar cancerígena.

O ritmo dessa renovação celular varia de acordo com a região do corpo, sendo mais rápida no intestino e mais lenta no cérebro, por exemplo.

Os pesquisadores compararam o número de vezes que essas células se dividem em 31 tecidos do corpo durante a vida de um indivíduo com o índice de incidência de câncer nessas partes do corpo.

Eles concluíram que dois terços dos tipos de câncer eram causados pelo ‘azar’ de células-tronco em processo de divisão sofrerem mutações imprevisíveis.

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Estilo de vida previne um terço dos tipos de câncer

 

Vida saudável

Mesmo assim, a organização Câncer Research UK afirmou que um estilo de vida saudável aumenta as chances de uma pessoa não desenvolver a doença.
Nos Estados Unidos, 6,9% da população desenvolve câncer de pulmão, 0,6% tem câncer de cérebro e 0,00072% sofre de tumores na laringe em algum momento de suas vidas.
As toxinas do cigarro podem explicar por que o câncer de pulmão é mais comum.

Com dados da BBC
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Suecos implantam chip no corpo

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Portais de todo mundo, incluído o G1 e a UOL, no Brasil, estão reproduzindo notícia da BBC sobre 8 suecos, voluntários, que  instalaram chips no corpo.

Com isso, os pioneiros podem abrir portas sem chave e destravar celulares.

Eles estão sendo chamados de ‘ciborgues’.

Os voluntários são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI.

A iniciativa é do biohacker Hannes Sjoblad.

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Ciborgues após implante de chip nas mãos (Foto: BBC)

 

Como funciona

Os voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão.

Sjoblad também tem um.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo aos usuários abrir portas de suas casas sem a chave. Para fazer isso,  eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

A meta é conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados.

Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a “brincar” com tecnologia.

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Instalação do chip feita por tatuadores (Foto: BBC)

 

É só o começo

“Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa”, diz Sjoblad.

“Com os aplicativos para registrar exercícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir”.

Ele vai mais além: “Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip em sua mão”.

“Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles”, acredita.

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Tatuagem digital envia dados do corpo para celular (Foto: MC10)

 

Homem e máquina
Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

 

Lentes inteligentes

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glicose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

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Doença renal crônica no Maranhão

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O reitor da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Natalino Salgado, e o farmacêutico-bioquímico do Hospital Universitário da Ufma, João Victor Leal Salgado, apresentaram, esta semana, no Congresso Americano de Nefrologia, realizado na Pensilvânia, na Filadélfia, EUA, uma pesquisa sobre prevalência de doenças renais crônicas entre moradores dos municípios de São Luís e Alcântara, no Maranhão.

A pesquisa é “Prevalence of Chronic Kidney Disease in a Brazilian Former Slave Population: Preliminary Findings From The Prevrenal Study” (“Prevalência de Doença Renal Crônica no Município de São Luís e em Comunidades Quilombolas de Alcântara”).

A pesquisa foi realiza por um grupo de profissionais do Hospital Universitário, sob a coordenação do reitor Natalino Salgado.

O projeto tem parceria da Universidade Federal de São Paulo, sob a coordenação do professor Ricardo Sesso. 

O congresso reuniu profissionais de diversos países.

Natalino Salgado e Joao Vitor Salgado
Pesquisadores Natalino Salgado e Joao Vitor Salgado

 

Pesquisa

O estudo apresentado pelos pesquisadores consiste em determinar a prevalência da Doença Renal Crônica (DRC) em indivíduos adultos afrodescendentes residentes em quilombos de Alcântara, no Maranhão.

A DRC é grave e complexa, porém, com tratamento adequado o paciente pode ter qualidade de vida.

Durante a pesquisa, foi realizada uma avaliação clínico-laboratorial e de atividade física com os moradores das comunidades quilombolas. Eles passavam por coleta de sangue para realização de exames como glicemia (dosagem do açúcar), colesterol, hemoglobina (avaliar a anemia) e creatinina (avaliar a função do rim).

Após a coleta, o paciente com suspeita de doença dos rins era encaminhado para o Hospital Universitário. Lá, era acompanhado por uma equipe multiprofissional formada, além de médicos e enfermeiras, por nutricionistas, educadores físicos, fisioterapeuta, psicólogos, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais.

Também participaram do estudo: Joyce Santos Lages, Dyego José de Araújo Brito, Alcione Miranda dos Santos, João Victor Leal Salgado, Giselle Andrade dos Santos Silva,Francisco Monteiro Júnior, Francival Leite de Souza, Gisele Silva Pereira, Ana Luisa Bezelga, Elton Jonh Freitas Santos, Elisângela Milhomem dos Santos, Isabela Leal Calado, Natália Ribeiro Mandarino, Deuzilene Pedra Viegas, Raimunda Sheyla Carneiro Dias,Elane Viana Hortegal, Mara Silvia Pinheiro Cutrim, Emanoel Catarino Serra Santos, Inácio Silva Diniz, Adriana Aragão Silva, Eliane Nascimento e Gilberto Castelo Branco Souza.

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Pesquisa genética e biologia molecular animal em Caxias  

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O Laboratório de Genética e Biologia Molecular, da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), no município de Caxias (interior do Maranhão), desenvolve estudo de genética e sistemática molecular de animais.

Os trabalhos com insetos vetores, peixes, anfíbios e mamíferos está tendo destaque no meio acadêmico.

Os professores Elmary Fraga e Maria Claudene Barros fundaram o laboratório em 2006.

Laboratório Caxias biologia molecular animal
Laboratório da Uema em Caxias

 

Os trabalhos de pesquisa, feitos em todo o Maranhão, auxiliam no manejo e preservação das espécies.

Consiste em diagnosticar a variabilidade genética (diferença nos genes de uma mesma população) entre organismos de diferentes ecossistemas e biomas, a partir do sequenciamento de DNA (série de métodos bioquímicos que têm como finalidade determinar a ordem da molécula de DNA).

É realizada a extração do tecido do animal, a identificação dos genes de interesse e sequenciamento gênico, para verificar se há divergência genética entre os seres, como também conhecer características dos ambientes em que vivem.

Um relevante estudo realizado com anfíbios resultou na publicação do “Levantamento de Anfíbios da APA do Inhanum”, área de preservação ambiental em Caxias.

Na sequência, a pesquisa foi estendida para os rios Pindaré e Mearim, e também na Baixada Maranhense, para o estudo dos grupos de peixes.

Insetos

No grupo dos insetos, o estudo do Aedes aegypti é o mais frequente, por conta da incidência do mosquito na região. Foi detectado que nos 4 municípios da Região Metropolitana de São Luís existem duas linhagens desse inseto, informação importante para conter doenças tropicais.

 Com dados e foto da Ascom da Uema
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