Ufma é a quarta do Brasil em inscritos no Sisu

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A Universidade Federal do Maranhão foi a quarta mais procurada do Brasil, no Sistema de Seleção Unificada 2017 (Sisu), ficando em quanto lugar com 131.899 inscritos para 2.418 vagas. Os dados são Ministério da Educação (MEC).

Dos dez cursos que mais receberam inscrições, dois são da UFMA: Pedagogia (11.112 inscrições, 7° lugar) e Direito (10. 862 inscrições, 9° lugar).

A Universidade Federal de Minas Gerais ficou em primeiro lugar, a de Pernambuco em segundo e a do Ceará em terceiro lugar.

Dos 4,9 milhões de inscritos em todo o Brasil, aproximadamente 1,9 milhão foram para cursos de instituições localizadas na região do Nordeste, que abriram, juntas, 90.851 vagas (20,8 candidatos por vaga), a maior oferta no País, de um total de 237.840.

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação por meio do qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio.

Coim dados da Ascom/Ufma

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Parada Literária em Imperatriz

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O terminal de integração de ônibus de Imperatriz foi palco, esta semana, do início do projeto “Parada Literária”. 

A proposta é uma iniciativa de servidores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e do Instituto Federal do Maranhão (IFMA).

São Disponibilizados ao público livros e outras formas de leitura, o que possibilitará a pedestres e usuários do transporte público acesso à leitura de forma prática e sem custo.

Também é necessário que as pessoas façam a sua parte doando outros livros. A doação pode ser feita na biblioteca da UFMA, campus Centro, localizado próximo à integração.

Para o professor do curso de Jornalismo da Ufma de Imperatriz e incentivador da “Parada Literária”, Marcos Fábio Belo Matos, a ideia é multiplicar o projeto nas áreas de grande circulação da cidade.

Com dados da Ascom/Ufma

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Veterinária que sacrificava cães comete suicídio

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Uma nova lei proibindo o sacrifício de animais entra em vigor, no sábado (04), em Taiwan depois de suicídio de uma veterinária abalada com a situação de animais recolhidos em abrigo.

O caso causou grande comoção em Taiwan, país com boa qualidade de vida. A veterinária e amante dos animais Chien Chih-cheng trabalhava, muitas das vezes, até tarde, em um abrigo para cães abandonados na cidade de Taoyuan. Quase nunca tirava uma hora para o almoço ou feriados para dar aos cachorros mais atenção e melhorar suas vidas.

Formada em uma das melhores universidades do país e com uma das mais altas pontuações nos exames finais, ela poderia ter escolhido um trabalho de chefia na sede do abrigo, mas optou por cuidar pessoalmente de cães que são abandonados todos os anos em Taiwan.

Em 5 de maio do ano passado, Chien se matou usando a mesma droga administrada no sacrifício de cães. Ela disse que queria ajudar as pessoas a entenderem o destino de cães abandonados em Taiwan.

O caso teve grande impacto no país pela morte trágica de uma pessoa tão jovem – e levantou, também, um questionamento acerca das pressões suportadas pelas pessoas que trabalhavam na linha de frente da batalha contra o abandono dos animais de estimação.

Vieram à tona imagens de uma entrevista que Chien tinha dado a uma rede de TV local, em que descreve a primeira vez que viu um animal sendo sacrificado. “Eu fui para casa e chorei a noite toda”, diz ela.

Mas surgiram também detalhes sobre o dilema vivido por ela. Empregados do abrigo não queriam sacrificar os cães, mas Chien e outros viam essa como a solução “menos dolorosa” para os animais que ficavam ali, envelhecendo sem ser adotados, correndo risco de pegar doenças por causa da superlotação do local.

Ela chegou a sofrer ataques pessoais, e recebeu o apelido de “a bela assassina” quando foi revelado que Chien já havia sacrificado 700 cachorros em dois anos. Era chamada até de ‘açougueira’.

Uma carta que Chien deixou quando se matou sugere que sua preocupação com o bem-estar dos animais. “Eu espero que minha ida faça com que vocês percebam que cachorros abandonados também são vidas. Espero que o governo entenda a importância de controlar o problema. Por favor, valorizem a vida”, escreveu.

Com dados da BBC Brasil

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Professor da Ufma de Imperatriz doa livros à Uema Sul

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Professor Marcos Fábio

O professor Marcos Fábio Matos, do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) – campus de Imperatriz -, entregou, esta semana, dez exemplares do livro ‘Ecos da Modernidade: uma análise do discurso sobre o cinema ambulante em São Luís’, de sua autoria, para o acervo da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uema Sul).

O autor conclama os autores da Região Tocantina a empreenderem uma campanha de doação de livros para a Uema Sul.

A publicação apresenta pesquisa envolvendo a trajetória do cinema ambulante como um fenômeno moderno, no limiar do século XX. “O cinema era visto e vendido, então, como ‘a última maravilha do século’, por todos os jornais da época”, afirmou Marcos Fábio.

Segundo a reitora da Uema Sul, Elizabeth Nunes, há um planejamento para a expansão da biblioteca da instituição. O gesto do professor Marcos Fábio antecipa a ação que envolve a adequação do espaço físico e a aquisição de novos títulos e exemplares.

com dados da Secap/Governo do Maranhão

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Racismo no mundo empresarial

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Ainda são raras ações concretas que reduzam as desigualdades raciais, afirma autor de livro sobre executivos negros.

Escutar piadas racistas no hall do elevador de trabalho era uma situação comum para um executivo negro em uma época tão próxima como a década de 1970. Comum também era que todos rissem, e que o alvo da discriminação, apesar de se constranger, não pudesse fazer nada. É sobre o racismo no ambiente empresarial  – e a falta de medidas práticas para combatê-lo  – que trata o livro Executivos negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial, de Pedro Jaime de Coêlho Júnior.

Duas gerações

O autor conta que sua principal motivação foi tentar entender por que, apesar de uma perceptível mudança do discurso referente à diversidade, os negros e as negras continuavam sendo pouco representados nas posições de destaque em empresas no Brasil. Ele queria estudar o que mudou nos discursos das empresas e na questão de responsabilidade social. Para isso, dividiu seu trabalho na análise de duas gerações de executivos negros: a primeira foi aquela que entrou no mercado de trabalho durante a década de 1970, e a segunda seria a que começou a trabalhar no início do século 21, ambas em São Paulo. Ele inclusive ressalta que o resultado poderia ter sido diferente em outras regiões do Brasil.

“Eu queria entender um pouco do contexto sócio-político em que cada geração começou no mercado de trabalho, qual era o ambiente empresarial que eles encontravam, que consequências esse ambiente tinha para a carreira deles”, diz o autor. Ele explica que, para a primeira geração, fez entrevistas com dez homens e cinco mulheres que contaram sobre suas trajetórias pessoais e profissionais e relataram casos de racismo como o contra um executivo negro no hall do elevador. Já para a segunda geração, ele participou de comitês de negros – que fazem parte das políticas de diversidade das empresas -, entrevistou ONGs, ativistas de movimentos sociais e militantes do movimento negro, por exemplo.

Melhora do ambiente empresarial

Pedro Jaime afirma que observou uma melhora para os negros no ambiente empresarial. Na década de 70, o racismo ainda não era crime e, no caso citado, o executivo não tinha nem meios para reagir. “Ele engole aquilo e não expressa nenhuma situação de conflito, nem diretamente com quem falou, nem encaminha um processo judicial, nem vai ao RH e tenta fazer uma queixa”. A segunda geração já encontra, ao menos, um País onde racismo é crime inafiançável, um cenário menos desfavorável para a construção da carreira, “ela já encontra um cenário mais aberto, o Brasil está discutindo sistema de cotas, formas de se combater o racismo, de reduzir as desigualdades raciais com as políticas de ação afirmativa, as empresas estão falando muito mais fortemente de gestão da diversidade”.

As empresas já têm uma compreensão mais clara da importância dessas questões de diversidade, mas ainda não há muitas práticas concretas que reduzam as desigualdades raciais.

O autor ressalta ainda que houve uma grande mudança no próprio movimento negro que, ainda se consolidando no Brasil durante a década de 70 e em contexto de Guerra Fria, focava muito mais na questão de classes. “A nova geração já encontra o movimento negro com uma outra discussão, mais pautada para a redução das desigualdades raciais, reivindicando ações afirmativas no acesso à educação, discutindo essa questão da desigualdade de oportunidades para negros e brancos”. Na sua avaliação, depois de movimentos como o movimento hip hop e algumas conquistas do movimento negro, já é mais fácil inclusive para o negro se reconhecer como tal.

“Eu percebi que, na primeira geração, eles eram frutos de estratégias individuais, eram indivíduos isolados em algumas empresas, então se blindavam, constituíam mecanismos de defesa para lidar com as situações de racismo”. Segundo o pesquisador, isso tornava difícil inclusive para que a pessoa se reconhecesse como negra – um dos entrevistados retratado no livro chegou a dizer que não sabe se teria se declarado negro caso a entrevista tivesse sido feita alguns anos antes.

Desigualdade persistente

Apesar da melhora observada no trabalho, o autor afirma que, hoje, cinco anos depois da defesa de sua tese, ainda precisamos melhorar muito. Segundo uma pesquisa do Instituto Ethos intitulada ‘Perfil social, racial e de gênero das 500 maiores empresas do Brasil e suas ações afirmativas”, publicada em maio de 2016, os negros representam apenas 4,7% das pessoas que ocupam cargos de direção nas quinhentas maiores empresas do nosso país que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possuía 53% de negros em 2013. Ele compara a nossa situação com a dos Estados Unidos da América, onde a população afro-americana possui uma representatividade proporcional consideravelmente maior no mundo empresarial, “lá já é desigual porque tem 12% de afro-americanos contra 9% de afro-americanos em posições de direção nas 100 maiores companhias, segundo uma pesquisa do The Executive Leadership Council, mas se fizermos a regra de três, era para termos aqui oito vezes mais para chegarmos na mesma proporção, então a nossa desigualdade racial é muito maior se comparada a dos Estados Unidos”. Ele diz que isso acontece porque aquele país investiu em políticas inclusivas, de ação afirmativa.

Os dados publicados pelo Instituto Ethos também mostram como o cenário é ainda mais desigual quando se coloca o gênero em questão. Entre os 548 diretores das quinhentas maiores empresas do país, apenas duas são mulheres negras. Pedro conta que, na década de 70, além de terem que lidar com o machismo e o racismo no ambiente profissional, as mulheres deveriam enfrentar o sexismo de seus maridos em casa, “os maridos tinham dificuldade de perceber uma mulher que começava a avançar na carreira, que de repente ganhava mais do que ele, ou que não estava em casa cedo para servir o jantar”. Ele ainda ressalta que, apesar da evidente melhora, era comum que em entrevistas coletivas que ele fazia nas empresas já no fim da primeira década do século 21, muitos homens assumissem que se sentiriam incomodados de se relacionarem com mulheres bem sucedidas em suas carreiras.

É por esses motivos, ele diz, que políticas de ação afirmativa são importantes. No mesmo levantamento do Ethos, 71,8% das empresas afirmaram não ter políticas para promover a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, e 88% afirmaram não ter políticas para promoção de igualdade de oportunidades entre negros e não negros. “Nos cargos de direção, somente 3,4% das empresas afirmam ter políticas com metas e ações planejadas para incentivar a participação de negros. Então eu diria que as empresas, em termos de consciência, de discurso,  já têm uma compreensão mais clara da importância dessas questões de diversidade, mas ainda não há muitas práticas concretas que reduzam as desigualdades raciais.”

O autor defende que é importante que o governo pressione as empresas através de secretarias e ministérios especiais para promoção da diversidade, por exemplo, que têm sofrido cortes. “Quando temos um contexto institucional que não favorece a pressão, o mundo empresarial relaxa um pouco nessas ações concretas, como os dados do Ethos mostram”.

Publicada pela Edusp em 2016, o livro nasceu da tese Executivos negros: racismo e diversidade no mundo empresarial. Uma abordagem sócio-antropológica, defendida por Pedro em 2011. O trabalho foi desenvolvido na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP em cotutela com a Université Lumière Lyon 2, na França. Em 2013, a tese recebeu o prêmio Tese Destaque USP na área das Ciências Humanas para os trabalhos apresentados em 2011 e 2012.

Com dados do Portal USP http://www5.usp.br/

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Medicina da Ufma premiado pelo Sistema de Escolas Médicas

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Professores do curso de Medicina entregaram certificado à reitora Nair Portela

O curso de Medicina do campus da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) de São Luís recebeu o certificado do Sistema de Acreditação de Escolas Médicas.

Com a certificação, a Medicina da Ufma está entre as 19 instituições de ensino superior do Brasil aprovadas, entre 23 avaliadas.

Esta semana, professores do curso de Medicina entregaram, simbolicamente, o certificado à reitora Nair Portela.

O Sistema que concedeu a certificação exigiu o cumprimento de uma série de requisitos relacionados à gestão, ao programa educacional, ao corpo docente e discente e à infraestrutura das instituições de ensino superior que oferecem cursos de Medicina.

A avaliação visa qualificar a formação médica no Brasil.

O selo de acreditação tem validade de três anos. Caso a instituição não mantenha os níveis de qualidade, o curso pode perder o reconhecimento. Por isso, a comissão de avaliação fez sugestões para que o curso de Medicina da Ufma solicite que seja revalidada a certificação e pediu a continuidade na melhoria dos índices de qualidade da graduação.

O Sistema de Acreditação de Escolas Médicas Brasileiras foi desenvolvido pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Educação Médica (Abem).

O processo de acreditação compreende uma etapa de autoavaliação com apresentação de evidências, análise de documentação, visita de três dias à instituição, elaboração de relatório com recomendações e entrega do parecer final.

Com dados da Ascom/Ufma

 

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Dez espécies salvas da extinção

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O site El Español, em colaboração com vários investigadores, elaborou uma lista de dez espécies que estão escapando da extinção. A pesquisa foi realizada depois de consulta a diferentes classificações internacionais.

A salvação das espécies está acontecendo por causa de trabalhos como o realizado por grupos que defendem a preservação da natureza.

Baleia-Cinzenta

A baleia-cinzenta (Eschrichtius robustus) é um mamífero da família dos escrictídeos que pode chegar a medir 15 metros e pesar até 35 mil quilos. Apesar de ter enfrentado, desde sempre, ameaças de extinção, a regulação de caça comercial conseguiu com que o nome desta espécie deixasse de constar na lista daquelas que estão em perigo iminente, passando agora a ser caraterizado como uma “preocupação menor” por parte da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Lince Ibérico

Há 15 anos havia apenas uma centena de linces ibéricos (Lynx pardinus) em liberdade. No entanto, o número de espécies no ano passado conseguiu aumentar para cerca de 440, um crescimento que possibilitou a estes animais livraram-se do perigo de extinção, segundo dados obtidos por meio de um estudo ibérico.

Panda Gigante

O panda gigante (Ailuropoda melanoleuca) deixou de fazer parte da “lista negra” das espécies em vias de extinção em 2016, de acordo com a IUCN.

Águia Imperial Ibérica

A águia imperial ibérica (Aquila adalberti) é uma espécie proveniente do sudoeste da Península Ibérica e do norte de Marrocos. Depois de muitos esforços por parte de organizações de conservação, esta ave deixou de estar em perigo e passou a estar em situação “vulnerável”, conta Nicolás López-Jiménez, responsável pelas Espécies Ameaçadas da SEO/BirdLife.

Rinoceronte de Java

Segundo o El Español, não se sabe ao certo quantos rinocerontes de java (Rhinoceros sondaicus) habitam no mundo. Contudo, estima-se que haja cerca de 70 exemplares desta espécie, um número muito baixo e que faz com que estes animais permaneçam em situação de perigo considerável.

Gnu de Cauda Preta

O gnu é um grande mamífero que inclui duas espécies, ambas nativas do continente africano: o gnu de cauda branca (Connochaetes gnou) e o gnu de cauda preta (Connochaetes taurinus). É o gnu de cauda preta que mais sofre da possibilidade de extinção. Por agora, é considerado “uma preocupação menor”, conta Michael Hoffmann.

Milhafre Real

O milhafre real (Milvus milvus) é uma ave da família accipitridae e a sua espécie chegou a registar um grande declínio, com quebras de mais de 50%, de acordo com o investigador Nicolás López-Jiménez. Apesar disso, no último ano conseguiu alcançar uma ligeira melhoria na sua população, deixando de estar presente na lista dos animais em risco de extinção. Tal como a águia imperial ibérica, as principais ameaças à sua espécie são eletrocussões e envenenamento.

Órix

O órix (Oryx leucoryx), também chamado de guelengue-do-deserto, é um antílope africano. Habita em desertos ou em planícies áridas e desloca-se em manadas. Este animal selvagem chegou mesmo a extinguir-se na vida selvagem por volta dos anos 70. Porém, a reprodução em cativeiro e os esforços para voltar a introduzir esta espécie no seu habitat natural deram resultado por volta de 1980. Agora, a sua condição é “vulnerável”, conta o El Español.

Cavalo Selvagem da Mongólia

O cavalo selvagem da Mongólia (Equus ferus), também chamado de cavalo de przewalski, é uma espécie que se deu por desaparecida no seu habitat natural em 1996. Mas, graças a um projeto internacional de conservação de espécies, tem voltado a ser reintroduzida no seu habitat natural depois de reprodução em cativeiro. Atualmente, a sua situação melhorou e agora encontra-se “apenas” em perigo de extinção.

Existem cerca de 50 animais desta espécie que vivem em liberdade. No entanto, são muito vulneráveis a condições atmosféricas severas, isto é, a invernos rigorosos que, na região onde vivem, podem chegar até aos 30 graus negativos.

Rato Leporillus conditor

Pode considerar-se um sobrevivente. Os roedores da espécie Leporillus conditor são da família Muridae e podem ser apenas encontrados na Austrália. Este tipo de rato, também apelidado de “rato arquiteto”, é conhecido pela facilidade em construir ninhos e já esteve quase extinto. Foi graças a um plano de recuperação que agora se encontra fora da zona de perigo, segundo o El Español.

Dos sites: Observador (Portugal) e El Español (Espanha).

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UFMA e IFMA devem seguir o exemplo UemaSul  

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Já começam a aparecer as primeiras articulações, no Instituto Federal do Maranhão (Ifma) e na Universidade Federal do Maranhão (Ufma), no sentido de instalar universidades públicas no interior do Maranhão.

Atualmente, Ufma e Ifma mantêm unidades no interior do Maranhão vinculadas a reitorias com sede em São Luís.

No caso do Ifma, com estrutura muito centralizada, a iniciativa de descentralização é mais complicada.

Com relação da Ufma, o trâmite é legalmente mais viável por causa da autonomia universitária.

A descentralização de instituições de ensino superior federais em outros estados já é um sucesso, a exemplo das Universidades Federais de Ouro Preto, Juiz de Fora e Viçosa, desvinculadas da Universidade Federal de Minas Gerais.

UemaSul

A primeira instituição de ensino superior no interior do Maranhão é a Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul), no sul do estado, com sede em Imperatriz. Começa a funcionar em março.

A iniciativa é parte do projeto do governador Flávio Dino de regionalização do ensino superior no Maranhão. Atende a uma reivindicação da comunidade acadêmica de mais de três décadas.

Reforma no prédio da UemaSul

O imóvel onde vai funcionar da UemaSul, em Imperatriz, está sendo totalmente readequado.  O local, de 2 mil m², receberá reparos na parte elétrica, hidráulica, piso, forro, revestimentos de parede e o melhoramento da fachada.

Para não atrapalhar o calendário letivo, a parte emergencial será entregue no início de março.

Com dados da Secap\Governo do Maranhão

 

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Posse da primeira reitora da UemaSul  

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A primeira reitora da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul), Elizabeth Fernandes, toma posse,  nesta quarta-feira (18), as 9h, em solenidade no auditório do Palácio do Comércio, em Imperatriz, com a presença do governador Flávio Dino.

A UemaSul, a primeira universidade no interior do Maranhão, foi instituída  pelo Flávio Dino no dia 1º de novembro de 2016.

Com dados da Secap/Governo do Estado

 

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Apple, empresa de tecnologia mais ‘green’ do mundo

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Depois de eleita a mais inovadora, a Apple é a empresa tecnológica mais “green” do mundo, segundo ranking da Greenpeace.

Greenpeace é uma organização mundial cujo objetivo é mudar atitudes e comportamentos em defesa do meio ambiente e promoção da paz.

A classificação atribuída pela Greenpeace vai de ‘A’ a ‘F’.

Além da Apple, destaque, também, para o Facebook e Google. As três tiveram classificação final ‘A’.

Mas, no índice energias limpas, Apple teve 83%, Facebook 67% e Google 56%.

A Netflix, atual destaque no panorama tecnológico, deixou a desejar com classificação ‘D’.

Vê gráfico de classificação

Com dados do site de Portugal www.sapo.pt/noticias/tecnologia

 

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