Camarote Stage inicia vendas para o Carnaval na Litorânea

Assinado pela 4Mãos Entretenimento, o projeto cresce a partir do reconhecimento do público e da experiência da edição anterior, ampliando sua estrutura e reforçando o compromisso com conforto, organização e visão privilegiada da avenida

SÃO LUÍS – O Camarote Stage inicia as vendas para o Carnaval 2026 já consolidado como um dos principais espaços da folia na Avenida Litorânea. Após uma estreia de grande sucesso, marcada por público expressivo, repercussão positiva e alto nível de entrega, o camarote retorna em seu segundo ano maior, mais estruturado e com uma proposta que eleva o padrão do Carnaval do Maranhão.

Assinado pela 4Mãos Entretenimento, o projeto cresce a partir do reconhecimento do público e da experiência da edição anterior, ampliando sua estrutura e reforçando o compromisso com conforto, organização e visão privilegiada da avenida. A evolução do Camarote Stage o posiciona entre os espaços mais disputados do circuito carnavalesco.

Entre os diferenciais, o público terá a maior varanda da avenida, camisas exclusivas todos os dias, incluindo o pré carnaval, meeting point com transfer e uma operação de serviços diferenciados, pensados para oferecer mais comodidade, fluidez e uma experiência completa durante toda a temporada.

Camarote Stage é ponto de encontro de gente bonita e de bem com a vida

Segundo Marcelo Aragão, um dos sócios do Camarote Stage, a segunda edição representa a consolidação de um projeto que nasceu para crescer.

“O primeiro ano mostrou que o público buscava mais do que um camarote. Em 2026, ampliamos a estrutura e os serviços para entregar uma experiência ainda mais completa e organizada na Avenida Litorânea”, destaca.

Já Roberto Gurgel, sócio da 4Mãos Entretenimento e responsável pela estrutura e produção do projeto, reforça que a ampliação do camarote também é resultado de um investimento técnico maior.

“A gente pensou cada detalhe da estrutura para dar mais conforto, segurança e fluidez ao público. O Camarote Stage 2026 foi projetado para crescer sem perder organização, garantindo uma experiência de alto nível durante todos os dias do Pré e Carnaval”, afirma.

Grupos de amigas marcando presença no camarote Orla

Mais do que um camarote, o Stage se consolida como um ponto de encontro que traduz a grandiosidade da festa, reunindo amigos, encontros e experiências que passam a fazer parte da memória do Carnaval maranhense.

VENDAS

As vendas começam nesta segunda-feira (05), com acessos disponíveis na 4Mãos Store (São Luís Shopping – sem taxa), Loja Noroeste (Maiobão – sem taxa) e pela Bilheteria Digital (on-line).

Cristiano Sardinha: “O Direito não pode ser escudo para ditaduras”

Cristiano Sardinha: “O uso de força militar na Venezuela soa como um recado direto dos Estados Unidos para a América Latina e o restante do mundo”

Carmen é mãe de três filhos e os ama incondicionalmente, mas foi obrigada a deixá-los na casa dos pais idosos e fugir da Venezuela para buscar melhores condições de vida no Brasil. Durante cerca de quatro anos, esforçou-se para aprender outra língua e trabalhou incansavelmente em diferentes empregos. Com o salário mínimo que recebia, ajudou a família com comida, remédios e outros itens básicos que, em sua terra natal, haviam se tornado artigos de luxo.

Essa jovem mãe venezuelana tentava manter-se sorridente, mas ficava desolada quando se lembrava de tudo que havia deixado para trás. Costumava dizer que “O Brasil é um paraíso, pois a ditadura acabou com o meu país e o povo está sofrendo muito”. Contudo, os pais de Carmen adoeceram, e seus filhos não suportavam mais a saudade intensa, fazendo com que ela atravessasse a fronteira de volta para a Venezuela.

Com exceção do nome, alterado para preservar sua identidade e segurança, todos os fatos aqui narrados são verdadeiros. Carmen é tão real quanto qualquer outro ser humano, e não é justo que sofra tanto por ter nascido em um país sequestrado por ditadores populistas.

No dia 3 de janeiro de 2026, o exército norte-americano invadiu a Venezuela, jogou bombas e prendeu o ditador Nicolás Maduro. Alguns renomados especialistas sustentam que tal ação configura grave crime de agressão, atenta contra a soberania de outro Estado e desrespeita princípios basilares do Direito Internacional.

Um recado para os Estados Unidos e América Latina

O uso de força militar na Venezuela soa como um recado direto dos Estados Unidos para a América Latina e o restante do mundo. É evidente que as garras da águia americana buscam petróleo e outras riquezas naturais, sob o pretexto de defesa da democracia. O precedente é perigoso e pode ser o combustível para o colapso da já fragilizada paz internacional, abalada por inúmeros conflitos ao redor do globo.

Esses acontecimentos estão muito distantes de qualquer mundo ideal e se impõem de forma tão incômoda quanto um elefante na sala. Para que a situação seja compreendida com seriedade e sobriedade, não basta apenas o raciocínio acadêmico, sustentado por livros e artigos científicos.

É indispensável abrir os olhos para a realidade cotidiana de milhões de pessoas que tiveram seus direitos humanos sistematicamente violados.
Somente aqueles que perderam a liberdade e viram seus entes queridos passarem fome, serem presos ou mortos conseguem ter a real dimensão do que pode ser melhor para o próprio país. Nos meios de comunicação, assistimos aos venezuelanos tomando as ruas para comemorar a prisão do tirano que os oprimia com mão de ferro.

Esperança por dias melhores

Carmen tornou-se uma amiga e nos enviou mensagem dizendo que, apesar da apreensão diante do futuro incerto da Venezuela, finalmente sente esperança por dias melhores. Aguardamos as cenas dos próximos capítulos, na expectativa de que os venezuelanos possam decidir os rumos de sua nação.

A soberania dos países precisa ser respeitada, mas o direito internacional não pode servir de escudo para ditaduras. O célebre jurista uruguaio Eduardo Juan Couture afirmou: “Teu dever é lutar pelo Direito, mas, se um dia encontrares o Direito em conflito com a Justiça, luta pela Justiça”. Sendo assim, as vozes daqueles que lutam pela vida e pela liberdade merecem ser ouvidas, jamais silenciadas.

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Cristiano Sardinha é escritor, professor e tabelião, graduado em Direito, Filosofia e História, Mestre em Cultura e Sociedade pela UFMA, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela UMSA e Doutor em Direito Constitucional pela UNIFOR.

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QUEM SOU EU

Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.

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