Primeira agroindústria de arroz do Maranhão voltada ao plantio familiar é inaugurada na região do Pindaré

Unidade foi inaugurada na comunidade Vila Diamante, em Igarapé do Meio

São Luís – As comunidades da região do Pindaré ganharam, nesta terça-feira, 26, a primeira agroindústria de beneficiamento de arroz do Maranhão voltada exclusivamente à agricultura familiar. A unidade foi inaugurada na comunidade Vila Diamante, em Igarapé do Meio, e vai triplicar a capacidade de beneficiamento do arroz comunitário, chegando a até 600 toneladas por ano.

A iniciativa faz parte do Projeto Arroz Diamante, criado em 2023, em parceria entre a COOPERVID, o MST, a Prefeitura de Igarapé do Meio e a mineradora Vale, responsável pelo financiamento da iniciativa. Mais de 50 famílias serão beneficiadas diretamente, em comunidades de Igarapé do Meio, Monção e Santa Rita. Ao todo, cerca de 160 agricultores participam da cooperativa.

Produção deve abastecer programas institucionais de alimento em escolas e instituições públicas

A produção deve abastecer programas institucionais de alimento em escolas e instituições públicas, como o PNAE. A nova agroindústria tem área total de 357 metros quadrados e realizará secagem, descasque e empacotamento do arroz, aproximando os pequenos produtores do consumidor final.

O sucesso da noite Libanesa na Villa do Vinho Bistrô

Sommelier e CEO da Ishtar Brasil Rita Reggiani, entre os anfitriões da Villa do Vinho Bistrô Beto Soares e Werter Bandêira

São Luís – A Villa do Vinho Bistrô, leia-se Werter Bandêira e Beto Soares, estão de parabéns pelo sucesso do evento temático que promoveram – uma sofisticada Noite Libanesa – para marcar o lançamento exclusivo dos vinhos da vinícola boutique Ishtar Wine, referência na produção de rótulos orgânicos elaborados no norte do Líbano.

O casal Patrícia Anchieta e Eduardo Cabral
Plínio Túzzolo e Luzeuma Sousa

Mais que um jantar harmonizado, o evento foi uma verdadeira viagem pela cultura libanesa através da enogastronomia. Em uma atmosfera inspirada no Oriente Médio, os convidados degustaram diferentes rótulos da Ishtar harmonizados com uma ilha gastronômica repleta de quitutes árabes, cuidadosamente selecionados para valorizar as características sensoriais de cada vinho e sua respectiva uva.

Raimundo e Elionete Barros com a dançarina de dança do ventre Day El Said que fez uma bela apresentação
Os amigos e exímios conhecedores de vinhos Jorge Mendes e Fernando Moraes
Os diversos vinhos libaneses da marca Ishtar foram apresentados pelo staff da Villa do Vinho, que entrou
no clima árabe

A dinâmica apresentação feita pela CEO da Ishtar no Brasil, a sommelier Rita Reggiani. E foi mais que uma aula sobre vinhos, um profundo mergulho na história da vinícola que une tradição milenar e técnicas contemporâneas de vinificação.

Madalena Nobre e Marcos Davi
Fabiana Borges e Rômulo Pessoa
O músico Bruno Braga, a Dançarina Day El Said e Zequinha Santos

Os vinhos libaneses carregam influências herdadas desde os tempos dos fenícios, povo que difundiu o cultivo da vinha pelo Mediterrâneo. O resultado são vinhos elegantes, estruturados e de personalidade marcante, que valorizam o terroir local e respeitando as tradições ancestrais da região. Cada garrafa traduz um compromisso com autenticidade, sustentabilidade e identidade cultural. A apresentação de dança do ventre ao ritmo da percussão árabe completou a programação.

Fecomércio empossa diretoria neste sábado

Presidente da Fecomércio – MA, Maurício Feijó, que foi reconduzido por unanimidade ao cargo, e tomará posse com a diretoria eleita para a gestão 2026/20230

São Luís – O Teatro do SESC-MA será palco, neste sábado (30), de uma das mais importantes solenidades do calendário empresarial maranhense.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA) realiza às 19h, em sua sede no Condomínio Fecomércio/Sesc/Senac, na Avenida dos Holandeses, a cerimônia oficial de posse da diretoria eleita para a gestão 2026-2030.

O evento será presidido pelo empresário Maurício Feijó, atual presidente reconduzido ao comando da entidade por unanimidade, em um reconhecimento à gestão marcada pela articulação institucional, fortalecimento do setor produtivo comercial e incentivo à inovação dentro do sistema sindical comercial maranhense.

A solenidade deve reunir algumas das principais lideranças empresariais, políticas e institucionais de São Luís e do interior do Estado, consolidando o papel da Fecomércio-MA como uma das entidades mais influentes na defesa do comércio, dos serviços e do turismo no Maranhão.

Reeleição por unanimidade

A reeleição unânime de Maurício Feijó simboliza não apenas a aprovação de sua gestão, mas também a continuidade de um modelo de administração baseado no diálogo, na união das lideranças empresariais e na modernização da atuação institucional.

Sob sua liderança, a Fecomércio-MA também ampliou ações voltadas à capacitação profissional, ao fortalecimento sindical e à integração entre empresários, entidades representativas e o poder público, aproximando ainda mais o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac da sociedade maranhense.

Felipe Fernandes: “O Ativo que dinheiro não compra”

Felipe Fernandes: “Toda construção relevante nasce de alguma estrutura de pensamento consistente”

Quando um empresário olha para a própria trajetória, o instinto quase sempre é medir o resultado final. O número na conta, o patrimônio acumulado, o tamanho da empresa, os ativos construídos ao longo do tempo. O capital financeiro virou a principal medida de sucesso — e isso é compreensível, porque ele é visível, comparável, fácil de ser exibido.

Mas existe um problema nessa lógica: o capital financeiro é o único dos grandes capitais que ninguém controla diretamente.

Ele é consequência.

E toda consequência nasce de causas que vieram antes.

Talvez por isso exista uma maneira mais precisa de entender como uma trajetória realmente se constrói. O capital financeiro raramente nasce sozinho. Ele costuma ser resultado de outros capitais invisíveis, formados muito antes de qualquer retorno aparecer no balanço.

O primeiro deles é o capital intelectual. Não apenas conhecimento técnico, mas repertório. A capacidade de interpretar cenários, reconhecer padrões, tomar decisões difíceis e admitir o que ainda não se sabe. Toda construção relevante nasce de alguma estrutura de pensamento consistente. Nenhuma empresa sólida é construída apenas no impulso.

Depois vem o capital emocional. E talvez esse seja o mais subestimado de todos. É a capacidade de sustentar pressão sem perder o eixo. De continuar quando o resultado demora, de atravessar períodos difíceis sem abandonar a direção, de suportar tensão sem transformar ansiedade em decisão precipitada.

Esses dois capitais — intelectual e emocional — são as fundações invisíveis de quase tudo o que vem depois.

E é justamente aí que nasce o terceiro: o capital social.

Mas capital social não é agenda. Não é a quantidade de contatos no celular, cartões acumulados ou nomes conhecidos. Capital social é a qualidade da resposta quando você liga. É quem, do outro lado, decide te atender, te receber, te incluir.

Porque confiança não surge por aproximação. Surge por percepção.

As pessoas abrem portas para quem demonstrou, ao longo do tempo, clareza intelectual e estabilidade emocional. Para quem sustenta compromisso, não vende ilusão e permanece confiável mesmo sob pressão. O verdadeiro capital relacional não nasce de acesso. Nasce de credibilidade acumulada.

E talvez seja exatamente por isso que exista gente com muito dinheiro e pouco acesso. Pessoas que podem comprar quase tudo, mas que ainda assim não atravessam determinadas portas. Porque há ambientes em que o dinheiro compra presença, mas não pertencimento.

Pertencimento é outra moeda.

Ele é construído lentamente, através de reputação, consistência e confiança sustentada no tempo. Nenhum recurso financeiro substitui a decisão genuína de alguém confiar em você.

No fim, o capital financeiro é apenas a parte visível de uma construção que começou muito antes, em territórios que nenhum balanço registra. O dinheiro aparece por último. Antes dele, quase sempre vieram formação, maturidade emocional e relações construídas com consistência suficiente para sobreviver ao tempo.

Talvez o empresário maduro seja justamente aquele que entende essa ordem. Em vez de perseguir diretamente o resultado, ele cuida das causas que aumentam a probabilidade de o resultado chegar.

Porque existem ativos que o dinheiro compra.

E existem aqueles que precisam ser merecidos.

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Felipe Fernandes é engenheiro e CEO da RendMais Invest e ESA Empreendimentos

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QUEM SOU EU

Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.

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