Estreia da Paixão de Cristo em Floriano arrebata público no Piauí

Realismo das cenas de flagelação e o peso da cruz carregada por Jesus arrancaram lágrimas da plateia

FLORIANO – Sob o céu estrelado do sertão piauiense, o Teatro Cidade Cenográfica abriu seu portão nesta sexta-feira (3) para a aguardada estreia da Paixão de Cristo de Floriano 2026. Em sua 31ª edição, o espetáculo reafirmou sua posição como um dos maiores eventos religiosos do Brasil, transformando a fé em uma experiência sensorial inesquecível para milhares de fiéis e turistas.

Desde as primeiras horas da tarde, caravanas de diversas regiões do Nordeste e do país lotaram os arredores da Cidade Cenográfica. Estima-se que cerca de 10 mil pessoas tenham passado pelos portões, criando um mar de rostos atentos e emocionados. O silêncio respeitoso que se instalou durante a abertura do espetáculo foi o primeiro sinal de que a noite seria marcada por uma profunda conexão espiritual.

Enquanto isso, nos bastidores, o clima era de concentração máxima. O elenco, composto por centenas de atores locais e nomes de destaque nacional, não escondeu o nervosismo.

“Não importa quantos anos de palco você tenha, interpretar a história mais importante da humanidade em um cenário desse tamanho sempre causa um frio na barriga”, comentou Neusa Borges (atriz) antes de entrar em cena.

A responsabilidade de dar vida a figuras bíblicas icônicas exigiu meses de ensaios intensos, e o nervosismo inicial logo se transformou em entrega total assim que as primeiras luzes iluminaram os cenários.

“Há 25 anos participo do espetáculo, e sempre fico ansioso com a apresentação, entendo a minha responsabilidade em cena, e sei que não podemos falhar para não quebrar a harmonia do roteiro. Mas estamos confiantes, será uma apresentação emocionante e abençoada,”  falou Júnior Max, ator local.

E a cada cena, o público era transportado para a Jerusalém de dois mil anos atrás. A precisão dos figurinos e a grandiosidade dos cenários naturais e dos palácios ricamente produzidos serviram de moldura para momentos de pura emoção.

O Sermão da Montanha trouxe uma aura de paz que contagiou a plateia, com muitos espectadores visivelmente emocionados com as palavras de esperança, destaque para o momento do Pai Nosso aonde as luzes nas mãos dos figurantes davam a sensação de que as estrelas estavam próximas da multidão.

Na Santa Ceia, um momento de introspecção que preparou o público para a carga dramática que viria a seguir. As palavras de Jesus para os discípulos foram como um alerta sobre a dor e sofrimento que ele passaria pela salvação da humanidade.

O ponto alto da comoção foi a via sacra. O realismo das cenas de flagelação e o peso da cruz carregada por Jesus arrancaram lágrimas e orações espontâneas da multidão. A dor de Maria e das mulheres que seguiam Cristo pareciam cortes na alma.

A Ressurreição, o encerramento apoteótico, marcado por efeitos especiais e uma iluminação vibrante, trouxe a mensagem de renovação, sendo recebido com uma salva de palmas prolongada.

“Ver a morte de Jesus é doloroso, mas saber que ele venceu a morte e que agora vive no céu nos traz esperança, um sentimento de renovação espiritual única e que vai além de qualquer emoção que já sentimos,” falou Estefany Machado que há 6 anos vem de Angical do Piauí contemplar a Paixão de Cristo em Floriano.

Ao final da apresentação, o sentimento geral era de fé renovada. Para quem assistiu, não foi apenas uma peça de teatro, mas um reencontro com a própria fé. A Paixão de Cristo de Floriano segue em cartaz, prometendo repetir o sucesso de público neste sábado (4), as 20h no Teatro Cidade Cenográfica, em Floriano.

O espetáculo é uma produção do grupo Escândalo Legalizado de Teatro (ESCALET) que consegue envolver mais de 400 pessoas, a maioria é parte do elenco que dá vida aos cenários da Cidade Cenográfica, além de produtores, técnicos e seguranças.

“Foram mais de 4 meses de ensaios, preparação, estudos e pesquisas, muita gente envolvida e muita dedicação por parte de todos, a estreia desta sexta-feira, nos traz a sessão de que estamos no caminho certo, emocionando e revivendo essa que é a maior história da humanidade,” disse César Crispim, diretor do espetáculo.

A Paixão de Cristo é uma realização do grupo ESCALET e conta com o patrocínio do Governo do Estado do Piauí, Secretaria de Cultura do Estado do Piauí, Prefeitura do Município de Floriano, Deputado Marcos Vinícius, Ferroleste e Via Bebidas, com promoção da Rede Clube emissora afiliada a Rede Globo no Piauí.

Pós-graduação da Faene aposta em mercado promissor no MA e no Brasil

Porto do Itaqui, em São Luís

São Luís – Com o crescimento das exportações, a modernização dos portos e o avanço das relações comerciais internacionais, o Brasil vive um momento estratégico no setor de logística e comércio exterior. Nesse cenário promissor, a qualificação profissional se torna um diferencial decisivo. E é exatamente essa a proposta do curso de Gestão de Transportes Marítimos, Portos e Comércio Exterior oferecido pela Faculdade de Negócios Faene.

Localizada no bairro Angelim, a instituição aposta em uma formação alinhada às demandas reais do mercado, preparando profissionais para atuar em um dos segmentos que mais crescem no país. O Brasil, com sua extensa costa marítima e forte vocação exportadora, depende cada vez mais de especialistas capazes de gerenciar operações portuárias, logística internacional e cadeias de suprimentos globais. O mesmo se diz do Maranhão, com o destaque do Porto do Itaqui.

“A pós-graduação da Faene surge como uma oportunidade estratégica para quem deseja se posicionar nesse mercado competitivo. O curso aborda desde a gestão de transportes marítimos até práticas de comércio exterior, passando por temas como legislação, operações portuárias e estratégias logísticas, conhecimentos essenciais para atuação em empresas, terminais portuários e organismos internacionais”, frisa a diretora geral da Faene, Michele Carreira.

Outro diferencial está no corpo docente. A instituição reúne professores com ampla experiência acadêmica e atuação direta no mercado, proporcionando aos alunos uma formação que une teoria e prática. Essa conexão com a realidade do setor garante uma visão atualizada e aplicada, preparando profissionais para desafios concretos da área.

Cristiano Sardinha “O mal é banal”

“O maior perigo não está nos monstros da história, mas nas pessoas comuns que escolhem não pensar. Inclusive nós mesmos”

No filme “Nuremberg”, em exibição nos cinemas brasileiros, acompanhamos um psiquiatra avaliando a sanidade de oficiais nazistas de alta patente, levados a julgamento pelos crimes cometidos durante a II Guerra Mundial. A obra cinematográfica, inspirada no livro “O Nazista e o Psiquiatra”, apresenta um enredo carregado de drama e reflexões que nos tiram da zona de conforto.

Na maioria dos filmes e livros, os nazistas são retratados como pessoas absolutamente perversas e doentias. Ainda que de maneira subconsciente, o mal acaba sendo visto como algo desumano, distante da nossa realidade.

Contudo, em “Nuremberg”, percebemos que a maldade também pode ser praticada por pessoas comuns, que simplesmente se recusaram a pensar ou cederam ao meio social em que estavam inseridas.

Hannah Arendt aborda a possibilidade de o mal extremo ser realizado por cidadãos que apenas cumprem ordens, sem reflexão crítica. Ao cobrir o julgamento do nazista Adolf Eichmann, em Jerusalém, Arendt concluiu que não estava diante de um monstro fanático, mas de um burocrata que almejava ascensão profissional.

Lembremos que Adolf Hitler foi um pintor fracassado que hipnotizou as massas com movimentos teatrais e discursos performáticos. Por meio da máquina de propaganda nazista, tornou-se um dos homens mais fotografados e filmados da história.

Hitler arrastou o mundo para a guerra, sendo responsável pela morte de milhões de pessoas. Essa é uma lição permanente sobre o que ditadores populistas podem fazer quando são endeusados e seguidos de maneira irracional.

O maior perigo não está nos monstros da história, mas nas pessoas comuns que escolhem não pensar. Inclusive nós mesmos.

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Cristiano Sardinha é escritor, professor e tabelião, graduado em Direito, Filosofia e História, Mestre em Cultura e Sociedade pela UFMA, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela UMSA e Doutor em Direito Constitucional pela UNIFOR.

‘Cantoria’ do Boi de Maracanã é neste Domingo de Páscoa

Boi de Maracanã promove evento neste Domingo de Páscoa (5), em sua sede

SÃO LUÍS – O clima de São João já começa a tomar conta de São Luís, e um dos sinais mais aguardados desse aquecimento cultural vem do Boi de Maracanã, sotaque de matraca. Neste Domingo de Páscoa (5), a partir das 13h, o grupo realiza, em sua sede, a tradicional ‘Cantoria’, evento que marca o início simbólico da temporada junina.

A programação é um dos momentos mais importantes para os brincantes e admiradores do bumba meu boi, pois será quando o grupo apresentará as novas toadas que irão embalar as apresentações deste ano.

Além disso, o público conhecerá o nome do touro que será destaque nas noites de São João, elemento central da manifestação cultural.

A festa também abre espaço para outros ritmos, com uma seresta comandada pelos cantores Camila Pereira e Ricardo Lobo, garantindo um clima animado e diverso ao longo da tarde.

Movimento de preparação para o São João

O evento integra um movimento mais amplo de preparação para o período junino na capital maranhense. Nesta época do ano, diversos grupos folclóricos intensificam seus ensaios, ajustando coreografias, figurinos e repertórios.

No caso do bumba meu boi, uma das expressões mais emblemáticas da cultura local, os encontros reúnem brincantes, músicos e comunidades inteiras em torno da preservação da tradição.

“Com os primeiros ensaios ganhando força e eventos como o nosso mobilizando o público, vamos, gradualmente, entrando no ritmo do São João 2026, reforçando nossa identidade cultural e mantendo viva uma das festas mais populares do Maranhão”, disse Maria José Soares, presidente do Boi de Maracanã. 

Villa do Vinho tem programação para feriado de Páscoa

Cantora Carla Sibele se apresenta nessa quinta-feira (2), a partir das 20h30, no restaurante Villa do Vinho Bistrô

São Luís – Em meio à agenda de feriado prolongado, o restaurante Villa do Vinho Bistrô, comandado pelo empresário Werter Bandêira, apresenta uma programação que combina gastronomia, música e enogastronomia como convite a quem busca experiências mais intimistas na capital maranhense.

Nesta quinta-feira (2) à noite, tem jantar especial que marca o início do feriado. O destaque fica por conta da apresentação da cantora Carla Sibele, às 20h30, reforçando a proposta do espaço de unir boa música ao ambiente acolhedor. E o melhor, sem cobrança de couvert artístico.

Além do repertório romântico ao vivo, o restaurante oferece aos clientes a possibilidade do jantar com harmonização de vinhos, com orientação personalizada do sommelier da casa. A experiência, cada vez mais valorizada por apreciadores da enogastronomia, busca explorar combinações entre rótulos e pratos do menu, ampliando a percepção de sabores.

Nos dias seguintes, a operação do bistrô sofre alteração. Na sexta-feira (3), sábado (4) e no domingo de Páscoa, o funcionamento será restrito ao almoço, e também com o serviço de delivery funcionando.

Casarão Beira Dumar vai reviver nostalgia do Clubão da Cohab

DJs que fizeram história no Clubão da Cohab estarão no evento deste sábado (4). no Casarão Beira Dumar

SÃO LUÍS – O Casarão Beira Dumar, na Avenida Beira Mar, será palco, neste sábado (4), às 20h, de uma festa especial em homenagem ao Clubão da Cohab, icônico ponto de encontro de baladeiros de São Luís, especialmente dos bairros Cohab e Cohatrac. O espaço, que marcou a vida noturna da cidade nos anos 90 e 2000, volta a ser lembrado por meio de uma celebração que promete reviver a energia daquela época.

O Clubão da Cohab era conhecido pelos domingos animados, com baladas comandadas por DJs que se tornaram referências na cena local, como Mauro Blug, Fábio Freitas (Fabio Macaco), DJ Sidney e Katonga. Agora, a festa no Casarão trará de volta esse clima, com um repertório especial de flashback, assinado pelos DJs Zeca Pinheiro, Júnior Katonga, Augusto Júnior e Mauro Blug, prometendo embalar os convidados ao som dos clássicos que marcaram gerações.

Além da trilha sonora nostálgica, o evento contará com show ao vivo do cantor Pepê Júnior, reforçando a homenagem a uma época em que o Clubão da Cohab era ponto de encontro e diversão garantida. A expectativa é reunir, principalmente, o público que viveu de perto os domingos históricos do local e agora terá a chance de reviver essas memórias.

“Para muitos, será uma viagem no tempo, lembrando os encontros com amigos, a música que embalava noites inesquecíveis e a energia única que transformou o Clubão da Cohab em um marco da vida noturna de São Luís”, diz Ricardo Fernandes Pororoca, idealizador do evento.

Cristiano Sardinha: “Por que mataram Jesus?”

Não há dúvida que Jesus promoveu uma revolução no coração das pessoas e na sociedade da sua época

Os que buscavam a morte de Jesus estavam submissos às leis romanas e não detinham autonomia para executar a pena capital, por isso, foram até o palácio onde o governador Pôncio Pilatos se hospedava durante a Páscoa. Na ocasião, afirmaram que Jesus pervertia a nação, impedia o pagamento de tributos a César e desejava se fazer rei, o que era gravíssimo, pois afrontava a autoridade do Imperador romano.

Não há dúvida que Jesus promoveu uma revolução no coração das pessoas e na sociedade da sua época. No entanto, foi um tipo de revolução comportamental e na forma de enxergar o outro, que nada tinha a ver com a acusação de “perverter a nação”. As ideias propagadas pelo Nazareno contribuíam para a difusão do amor, da paz e de uma felicidade que fosse imperturbável, mesmo diante de fatores externos adversos.

Ocorre que os acusadores estavam imersos em um mar de ambição desvairada e luta pelo poder que prevalecia no meio social em que estavam inseridos, razão pela qual foram incapazes de compreender ou aceitar o conteúdo da mensagem de Cristo. Temiam o que não entendiam, enxergando “perversão” e “agitação” em tudo aquilo que fosse diferente do mundo que conheciam.

Quanto à segunda acusação, de impedir o pagamento de tributos a César, tratou-se de outra afirmação inverídica e ardilosa, pois quando Jesus foi publicamente questionado sobre o tema, não negou o direito do Imperador de cobrar tributos e disse para que todos ouvissem: “Dai, pois, a César as coisas que são de César, e a Deus as coisas que são de Deus.”

A resposta foi objetiva: não se pode confundir o reino de Deus com os interesses e deveres mundanos. Em outras palavras, Jesus explicou que sua mensagem não dependia dos poderosos, nem mesmo do maior de todos os Imperadores da época.

A terceira e última das acusações era a mais grave e absurda, pois partia do pressuposto de que o Nazareno queria se fazer rei dos judeus e ameaçava a autoridade do Imperador romano. Ocorre que Jesus falava de um reino de outro mundo, algo que não competia com a autoridade do Império Romano nem de qualquer outro.

Ora, um reino de outro mundo não poderia ameaçar as instituições e a estabilidade romana. Seguindo essa premissa, Pilatos concluiu que Jesus era inocente e que não havia qualquer delito. Contudo, para se livrar da incômoda insistência dos acusadores, Pilatos tentou transferir a obrigação de julgar o caso para Herodes Antipas, governante da Galileia, visto que o acusado era originário dessa região.

Herodes também interrogou Jesus, mas não encontrou motivos ou fundamentos para condená-lo. Dessa maneira, a única solução encontrada foi devolver o acusado para a corte de Pilatos. Uma vez mais, o governador romano decidiu pela inocência do Nazareno, porém, a fúria dos acusadores era retumbante e induziu o povo a clamar por sangue.

Pilatos perguntou: “Então o que quereis que eu faça daquele a que chamais de Rei dos Judeus?”

A resposta do povo foi: “Crucifica-o”.

Pilatos insistiu: “Por quê? Que mal ele fez?”

A resposta dessa vez foi avassaladora, e os gritos de “Crucifica-o” ecoavam ao longe. Os principais sacerdotes disseram: “Nós não temos rei, senão César”.

O ato de Pilatos “lavar as mãos” entrou para a história como símbolo da omissão humana diante das injustiças. Ainda nos dias de hoje, acontecem inúmeros casos em que juízes e tribunais publicam decisões equivocadas por causa de comodismo ou por conta da pressão pública e dos meios de comunicação, gerando graves prejuízos à vida de outras pessoas.

Sobre o assunto, Rui Barbosa enfatizou:
“De Anás a Herodes o julgamento de Cristo é o espelho de todas as deserções da justiça, corrompida pelas facções, pelos demagogos e pelos governos.”

Fica a pergunta: Por que mataram Jesus?

Sabe-se que a escalada de tensão entre os líderes religiosos e Jesus alcançou o ápice quando o Nazareno, montado em um jumentinho, adentrou de maneira triunfal na cidade de Jerusalém, sendo acompanhado pela multidão que o admirava e louvava.

Na ocasião em que Jesus se revoltou com os que praticavam comércio dentro do templo e os criticou publicamente, acabou irritando os sacerdotes que obtinham elevados lucros com as oferendas feitas pelo povo. Durante os festivais religiosos, eram estipulados preços exorbitantes pelos animais que eram dados em sacrifício. Uma pomba chegava a valer até cem vezes mais o preço que normalmente era praticado.

A grande verdade é que as pregações e o comportamento de Jesus representavam uma afronta direta às autoridades religiosas, aos sedentos pelo poder, aos intolerantes e a todos aqueles que se apegavam ao materialismo, individualismo e egocentrismo.

Passados mais de dois mil anos do julgamento de Cristo, a dureza do coração humano permanece, o culto ao materialismo e aos comportamentos individualistas e extremistas alcançaram patamares estratosféricos. Por mais difícil que seja admitir, caso alguém se comportasse de maneira similar ao Nazareno em nossa época, teria grandes chances de também sofrer humilhações, torturas e a própria morte.

*(Esse texto faz parte do livro “JESUS CRISTO E OS DIREITOS HUMANOS”, de Cristiano Sardinha e Vítor Sardinha, publicado pela Editora Juruá).

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Cristiano Sardinha é escritor, professor e tabelião, graduado em Direito, Filosofia e História, Mestre em Cultura e Sociedade pela UFMA, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela UMSA e Doutor em Direito Constitucional pela UNIFOR.

Seresta Prime transforma domingos em terapia pela dança

Público lota Seresta Prime em uma das edições de domingo

São Luís – O Projeto Seresta Prime, que já celebra dois anos de sucesso, promete agitar mais um domingo no bairro Turu. Realizado na Associação da Sucam a partir das 15h, o evento combina música ao vivo e dança, proporcionando momentos de diversão e bem-estar para o público a partir de 20 anos.

A banda Seresta Prime, formada pelos cantores Ítalo Cardoso, Faby Love e Nina Santos, pelo músico Adrian Campos e pelo maestro Paulinho Viana, comanda o repertório. Além deles, participam Eduardo Ébano, Fabiana Alves e outros convidados especiais a cada edição. Neste domingo (5), o projeto entra em nova fase com a inauguração da nova pista de dança, que deve receber mais de mil pessoas. Participam Walber Carvalho, Lilian Castro, Laércio Ribeiro, Cassiana Costa, Suave Veneno, Val Show e Kim Matos.

Descontração dá o tom das edições da Seresta Prime

Mais do que entretenimento, a Seresta Prime aposta na “Seresterapia”, uma prática de dança guiada por professores terapeutas, disponível das 16h às 18h. Após esse horário, os dançarinos cobram uma taxa por música.

Segundo Ary Otello, da Camisa 10 Produções, responsável pelo evento, a iniciativa ajuda a integrar, exercitar e elevar a autoestima dos participantes. “Cerca de 70% do nosso público é feminino, e metade delas vem sem par de dança. Elas amam aprender novos passos e se divertir no ritmo da música”, afirma Otello.

Seresta Prime é realizada na Associação da Sucam todos os domingos

Especialistas em saúde destacam que a dança traz benefícios físicos e emocionais, como melhora da coordenação motora, fortalecimento muscular, redução do estresse e aumento da sociabilidade. “Na Seresta Prime, cada passo é também uma oportunidade de terapia, conexão e alegria, mostrando que a dança é muito mais do que um hobby, ou seja, é uma ferramenta de bem-estar para todas as idades”, finaliza Ary Otello.

Boate Gênesis vai celebrar 40 anos com festa no Blue Tree

Festa vai relembrar a Boate Gênesis, casa noturna que fez muito sucesso na capital maranhense

São Luís – Um dos maiores símbolos da vida noturna maranhense está de volta. A lendária Boate Gênesis, que marcou gerações desde sua fundação, em 1986, será celebrada com uma grande festa no próximo dia 11 de abril, às 20h, no Hotel Blue Tree, no bairro Calhau.

Batizado de “Gênesis 40 anos”, o evento promete reunir o público que viveu a era de ouro da casa noturna, além de atrair novas gerações interessadas em reviver o clima das décadas de 80 e 90, período que consolidou a boate como referência em entretenimento na capital maranhense.

Durante os anos em que esteve em funcionamento, a Gênesis ficou conhecida por sua pista móvel lotada, pela curadoria musical e pela capacidade de reunir diferentes tribos em torno da dança e da música. Mais do que um espaço de lazer, tornou-se parte da memória afetiva da cidade, sendo palco de encontros, celebrações e momentos marcantes da vida social ludovicense.

A edição comemorativa traz uma novidade: pela primeira vez, o evento contará com dois ambientes e duas pistas, ampliando a experiência do público e oferecendo maior diversidade musical ao longo da noite.

DJs icônicos da Gênesis

O line-up reúne nomes conhecidos da cena local, muitos deles ligados à própria trajetória da Gênesis. Estão confirmados os DJs Álvaro Carneiro, Arsênio Filho, Ricardo Pacífico, Walter Júnior, Salim Lauande, The Paul e Paulo Pirulito, que prometem um repertório repleto de clássicos que marcaram época.

A expectativa dos organizadores é de casa cheia e de uma atmosfera marcada pela nostalgia, mas também pela celebração da permanência da cultura das pistas de dança em São Luís. Já se sabe que o evento reunirá mais de 800 pessoas.

MPB, pop rock e reggae ditam o ritmo da Semana Santa no Oiti Beach Resort

Nos dias 3 e 4 de abril, a hospedagem à beira-mar aposta em programação musical ao pôr do sol e em recreação infantil para proporcionar feriado de desconexão

São Luís – O fim da Semana Santa em Tutóia (MA) vai ganhar uma trilha sonora relaxante e eclética. O Oiti Beach Resort preparou uma programação que une o cenário privilegiado da região do Delta do Parnaíba e dos Pequenos Lençóis Maranhenses a uma curadoria musical que transita pela MPB, pop rock e reggae, transformando o entardecer da sexta-feira (3) e do sábado (4) em um momento de contemplação e bem-estar.

Na sexta-feira, o artista Ivan Caio abre a programação a partir das 16h, com uma apresentação acústica que promete trazer a atmosfera ideal para o feriado. No sábado, a música fica sob a responsabilidade de Henrick Diamonds e banda, que traz uma sonoridade um pouco mais vibrante para o fim de tarde. Além de explorar o pop rock, a MPB e o reggae, seu repertório vai incluir xote e os clássicos do forró até as 19h.

Para a gerente do Oiti Beach Resort, Cláudia Costa, a proposta musical para o período visa oferecer uma experiência alinhada à celebração da Páscoa e que atenda hóspedes de todas as idades. “Nossa intenção é criar um refúgio onde a música dialogue com a data e com o astral do litoral, convidando a desfrutar o pôr do sol, enquanto as famílias contam com todo o suporte para o lazer das crianças”, ressalta.

Henrick Diamonds

Comodidades

Além das atrações musicais, o resort mantém uma estrutura completa de lazer, bem-estar e conveniência, que inclui piscina com bar molhado, quadra de beach tennis, áreas infantis e espaço fitness, estacionamento coberto e recepção 24 horas. No empreendimento há ainda serviços de spa e restaurante com vista para o mar. Nos dois dias de programação, contará com uma equipe de recreação dedicada ao público infantil para o entretenimento monitorado dos pequenos.

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QUEM SOU EU

Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.

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