Ano novo, cores novas

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Todo fim de ano é a mesma preocupação.

Afinal, que cor eu uso? Azul, para proteção e tranqüilidade. Amarelo, prosperidade. Rosa, para o amor. Ou devo ser mais agressiva, usando um vermelho fatal talvez?!!

As festas de fim de ano chegaram tão rápido, que aquela roupa usada no Réveillon passado, que foi super planejada, nos parece sempre familiar, pois é a mesma coisa todo ano, o tal do branco.

E se a roupa não era branca, pelo menos, nas peças íntimas, com certeza, eram. O medo de discordar do que já é convencional e se dar mal é muito grande. Às vezes, crenças que você nem sabe de onde vêm dirigem as nossas vidas.

As pessoas valorizam a passagem do ano, pois depositam nela todos os seus sentimentos e o desejo de renovação.

Comunidades antigas expressavam isso através de ritos, pois jogavam fora roupas e objetos, querendo eliminar de suas vidas tudo o que estivesse envelhecido, e se banhavam em rios ou mar para acolher boas vibrações e renovar as energias. Daí, talvez venham algumas dessas crenças.

No Brasil, usar roupas brancas no Réveillon se tornou quase que uma obrigatoriedade, e essa mania surgiu de superstições das religiões africanas.

Fazemos planos para o futuro, pensamos e planejamos com cuidado, incluindo como nos comportaremos, e como iremos nos vestir. Aí a moda vai e vem, e muda conforme nossas necessidades.

Pelo fato de morarmos num país tropical, onde o sol reina a maior parte do ano – e justo nestas datas – isso nos faz querer usar roupas leves com cores alegres.

Quando vestimos uma cor para passar o Réveillon, devemos escolher cores que representem os nossos sonhos e as nossas necessidades, para que tudo se realize no no Ano Novo.

O que você busca? Qual é a cor que a sua alma está pedindo?

Veja se estas cores podem te ajudar.

Branco: Sugere pureza, ordem, simplicidade, hamonia. É expressiva, estimula os sentidos, realça o bronzeado, mas em excesso promove o cansaço e a depressão. Cuidado com tecidos transparentes para não se tornar vulgar.

Preto: É uma cor sóbria, indica o silêncio. Quando brilhante, sugere nobreza, distinção e elegância, pode ser combinada com várias cores, cria também a ilusão de estarmos mais magras, mas deve ser evitada no verão.

Cinza: Como as cores expressam o estado de nossa alma, o cinza revela que estamos com incertezas ou neutra. É o próprio símbolo da indecisão e da ausência de energia, quanto mais sóbrio, mais se está desanimada e na monotonia.

Vermelho: Significa força, dinamismo, funciona como estimulante, tem ação poderosa sobre o estado de ânimo. É uma cor quente devendo ser usado com cautela, pois é uma cor enervante. Transborda vida e agitação. Esta cor tem a tendência de dar a impressão de engordar a pessoa que usa, por isso, evite usar uma roupa inteira vermelha.

Laranja: Sua função é estimular e nos alegrar. É uma cor contagiante e quente, transborda irradiação e expansão, é acolhedora, mas cuidado para não carregar demais. Usar em estampas de camisas ou em peças menores.

Amarelo: Ela age direto no nosso sistema nervoso central, é muito luminosa, vibrante e forte, atrai a atenção com facilidade. Estimula a ação, o encorajamento e as realizações. Em roupas, usar em pequenas peças ou que tenham estampas; o amarelo aumenta o calor.

Verde: Cor universal da natureza. Tem efeito calmante, relaxante, tem frescor, harmonia e equilíbrio. Pode ser combinado com alguns tons como marrom, terra e preto.

Azul: efeito calmante e repousante, cor profunda. Preferida por adultos pois traz uma certa maturidade. Azul na roupa fica ótimo quando usado tom sobre tom. No tom claro ou com branco provoca sensação de frescura e higiene, quando escuro, chama para o infinito.

Roxo: Equivalente a um pensamento místico, ao mistério. Remete à nobreza e ao poder.

Marrom: Emana a impressão de algo denso. Sugere segurança e solidez. É indicado para ser usado em compromissos de trabalho onde se queira passar segurança e confiança para outras pessoas.

Rosa: é uma cor delicada, sugere feminilidade e afeição. É a cor dos românticos e sonhadores.

Autora: Elaine Furlan
Site: velhosamigos.com.br

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As cores do réveillon

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Tem cada coisa que você encontra na internet. Estava lendo alguns sites para tentar entender melhor porque as pessoas usam preferencialmente a cor branca durante a passagem de ano. E encontrei cada pérola capaz de fazer qualquer um morrer de rir.

Se você acredita naquelas supertições de que determinadas cores trazem sorte aqui estão algumas que encontrei.

Você poderá arrazar no ano novo…

BRANCO

Um clássico. Branco é a cor do novo, mas só quando é zero bala. Porque branco usado fica aquela coisa meio encardida. E Encardido é a cor da depressão e da angústia. Tem certeza que tá bem branco isso aí? Branco sugere pureza, ordem, calidez, imácula… é isso mesmo o que você quer?

PRETO

Um clássico. Não dá pra errar usando Preto; afinal, todo mundo já ouviu a expressão “pretinho básico”. Como o reveillon não tem nada de básico e é uma data extravagante, vão pensar que você é pobre. Além disso, Preto transmite sobriedade, seriedade, distinção e elegância – tudo o que você vai perder quando arrombar a geladeira dos donos da casa à procura de mais trago. Preto, por não refletir cor alguma, tem a vantagem de não absorver os pigmentos das bebidas que você derramar sobre o corpo.

CINZA/GELO

Outro clássico, mas dos anos 20. É a cor preferida dos que preferem passar o ano novo em casa, vendo a Missa do Galo e bebendo catuaba com raticida. Cinza traz tristeza, indecisão, ácaros, aranhas, pigarro, poeira e ferrugem. Contudo, combinar Cinza com cores vivas, como Laranjão ou Telha, é indicado para conseguir empregos na bolsa de valores ou casas de câmbio clandestinas – dependendo do tom empregado.

VERMELHO

Mais um clássico. Vermelho é estimulante, cheio de vida e agitação; é pelo menos uma promessa de vida no seu coração – que na virada do ano estará bombeando sangue feito louco, para manter o fígado e os rins trabalhando na filtragem de toda a cidra que você bebeu. Essa cor é indicada para solteironas: um vestido longo vermelho sobre um collant vermelho com um xale vermelho com penas vermelhas por cima de tudo catalisa as atenções do Ano Novo para você, além de sugar a energia vital dos outros convidados por perto e desequilibrar o lençol espaço-temporal. Atenção: Vermelho pode trazer problemas, rancor e tristeza para torcedores de futebol. Mas não se preocupe: ano que vem, ano que vem.

LIMA-LIMÃO

Também conhecido como Verde, só que em versão moderna, com zero calorias e zero pontos. É uma cor antisséptica, que leva consigo harmonia e equilíbrio, e presta homenagem ao que a Mãe Natureza já foi um dia – ou pelo menos antes de você apagar o cigarro dentro da orquídea da mãe da anfitriã. É a cor dos ecologistas e dos hippies.

TUTTI FRUTI/ FRUTAS TROPICAIS/ FRUTAS VERMELHAS

Da nova safra vanguardista de cores híbridas. Esteja sintonizado com o novo millenium e entre 2007 usando uma combinação esperta de sabores radicais, que vão deixá-lo na crista da onda, mesmo que você não surfe. Use roupas isotônicas ou simplesmente jogue uma dúzia de Gatorade em cores variadas sobre um lençol branco, recorte um buraco pra cabeça e vista como um poncho. Os outros convidados não vão entender nada, o que significa que você é cool. Mas tome cuidado, porque cool de bêbado…

LARANJA

Esse sim, um clássico da seção de hortifrútis. É a cor das pessoas expansivas e gritonas, que geralmente usam tons também berrantes para confundir o interlocutor em pelo menos dois dos cinco sentidos ao mesmo tempo. Pelo mesmo motivo, é procurada por corretores de seguros e picaretas de carro. É também a cor dos aventureiros, dos entusiasmados e dos que gostam de rir e fazer rir. Principalmente se você estiver usando aquelas calças de paraquedista que eram moda nos anos 80. Escolha Laranja se você quiser um ano novo com mais paixão, alegria ou vitamina C.

MARROM

Marrom lembra ferrugem e vasos sanitários de baixo contraste, mas também chocolate e café. Sugere segurança e solidez, mas também pânico de faltar papel no banheiro. E nem sempre é tão sólido, né? Tipo, tem certeza que quer entrar qualquer coisa – quiçá o ano – usando Marrão? Como esta cor é uma mistura de preto e vermelho, você vai lembrar um gambá que bebe Campari. Pessoas que entram o ano de Marrom envelhecem 2.3 vezes mais rápido do que usuários de outras cores. Indicado para entediados em geral.

AZUL

É o clássico da espiritualidade, da santidade, da religiosidade, da ordem. Ou seja, nada a ver com o quebra-quebra na saída da Geral do Grêmio. Essa cor, conforme a cromoterapia, serve para a limpeza da aura: portanto, não se preocupe em entrar 2007 de Azul. Deixe para usá-lo durante o resto do ano todo.

ROSA

A cor do romance e dos tímidos. Rosa é mistura de vermelho com branco: simboliza a instrospecção da sensualidade. Começa com tesão, depois vai dando um frio, uma tristeza… Você usa Rosa e vai desaparecendo gradualmente. Desbotando. Entrar 2007 com Rosa é indicado para quem quer desfolhar no outono.

FÚCSIA

É a cor de quem anda usando muito o Outlook Express. Entrar o ano novo de Fúcsia atrai animais peçonhentos e lesões por esforço repetitivo.

AZUL LISTRADO COM BRANCO E COLARINHO FECHADO

Mas você precisa ser tão nerd assim o tempo todo? Quer passar outro ano atendendo no suporte técnico, quer? E não, uma boina não fará de você um marinheiro. Agora devolve a minha caneta. Minha!

AMARELO

Uma cor associada ao Sol, seu maldito egocêntrico. As pessoas não vão entender o que é que tanto brilha na sala, até que vão tentar apagar você na base da pancada. E tire esses óculos escuros! Apesar disso, Amarelo atrai otimismo e energia, pois é a cor da cerveja – entre 2007 assim para que não ela lhe falte no ano que chega. Por outro lado, Amarelo também é a cor da hepatite, o que pode causar mal-estar involuntário com aquela sua tia que anda comendo três quilos de cenoura por dia “pra melanina pegar melhor o bronzeado”.

TURQUESA

É uma cor imatura: uns vão dizer que é Azul, outros que é Verde. A família fica confusa. Você não arranja namorada há anos, e agora isso? Entrar 2007 de turquesa vai fazer com que suas primas lhe convidem para retocar a maquiagem e você perca sua parte na herança do vovô.

PADRONAGENS TIPO PATCHWORK

Entrar o ano usando uma roupa feita pela mamãe (ou avó), que mais parece uma colcha de retalhos, é indicado para maridos traídos que desejam ficar em paz na sarjeta ao final da festa – e, quiçá, do ano. Combine com um chapéu para um efeito maior. Qualquer um serve.

AZUL-BEBÊ, AMARELO-BANANA, VERDE-MUSGO, AMEIXA-ACINZENTADO

Se você precisa de duas palavras para descrever a cor da sua roupa, bicho, é porque a sua vida tá um tédio do cacete, vai dizer? Entrar o ano com uma cor de nome composto faz com que todos os seus carnets de prestação resetem, e você vai ter que pagar tudo de novo.

ESTAMPAS FLORAIS

Indicado para turistas japoneses, vendedores de ukelele havaianos e garotas de espírito jovial. Um clássico dos anos 60, da contracultura e do amor livre. Ei, você vem sempre por aqui? Não, não você, seu japa. Tô falando é com ela!

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Elis: “Nossos ídolos ainda são os mesmos!”

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No roteiro de um dos últimos shows de Elis Regina havia a frase: “Agora, eu sou uma estrela!”. Texto premonitório digno dessa gaúcha que brilhou intensamente na cena musical brasileira, mas que poderia ter brilhado ainda mais.

Gostaria de ver a “Pimentinha”, hoje, com o mesmo esplendor maduro que vi em Elizeth Cardoso: a “Divina”, do alto de seus sessenta e tantos anos: sempre atualizada e inovadora; nunca perdida no tempo! Seria, com certeza, vinho da mesma estirpe nobre!

Poucos intérpretes podem ser comparados a Elis Regina: precoce, ousada, intempestiva e visceral. Na sua voz e interpretação nada era vulgar!

Com menos de vinte anos já participava de festivais, “nadando” num “Arrastão”. Por volta dos vinte apresentava “O Fino da Bossa”, nos bons tempos da TV Record, ao lado de Jair Rodrigues, o “Cachorrão”, e do “Zimbo Trio”, com os quais protagonizou um dos momentos culminantes da MPB: um pot-pourri antológico, registrado no disco “Dois na Bossa”, um dos mais vendidos de todos os tempos.

Elis cantou Chocolate (“Quem descerrar a cortina da vida da bailarina…”), Chico (“Quando olhastes bem nos olhos meus, e o teu olhar era de adeus.”.), Tom (“É pau, é pedra…”). Impulsionou a carreira de Milton Nascimento (“A primeira Coca-Cola foi, me lembro bem agora, nas asas da Panair.”), Ivan Lins (“Ó Madalena! O meu peito percebeu…”), Belchior (“Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais.”), Zé Rodrix (“Eu quero uma casa no campo…”), Renato Teixeira (“É de sonho e de pó, o destino de um só…”), João Bosco (“Caía a tarde feita um viaduto…”)… Esteve ao lado de Rita Lee em momentos difíceis (“Sou mais ardida que pimenta!”). Deu, até, “Gracias a la vida!”, por Violeta Parra e Mercedes Sosa! Mas não soube se agarrar a ela tanto quanto deveria. Esqueceu que “viver é melhor que sonhar”! Partiu cedo demais… Que droga!

Depois de sua morte pouco foi acrescentado à música brasileira. Para os que apreciam qualidade “os ídolos ainda são os mesmos”, com poucas inclusões. Tim Maia, Djavan, Fafá de Belém, Simone, Oswaldo Montenegro, Legião Urbana, Titãs, Marisa Monte, Zeca Baleiro e Ivete Sangalo são algumas das honrosas exceções, num universo em que modismos fabricados ditam as regras.

São raros os intérpretes que sabem cantar, mas muitos os que apelam para sensualidade vulgar, exotismos grotescos ou apologia da marginalidade e drogas. Os músicos são substituídos por aparelhagens potentes e caras, mas que, quase sempre, são usadas para repetir uma mesma batida: monótona, ensurdecedora e enervante, às vezes tudo junto.

O pior é que várias gravadoras investem alto em ritmos e intérpretes descartáveis, às vezes travestidos de críticos do “sistema” e revolucionários. Só que na década de 1960 – tempo em que “o bicho pegava” -, quem fazia música de protesto era Chico, Vandré… Hoje, dá vontade de protestar, sim! Mas contra a programação da maioria das rádios FM e programas de auditório. Antes, as músicas emocionavam. Hoje, dão vontade de chorar… De raiva!

Não dá para saber se as pessoas ouvem e compram isso por gosto, convicção, condicionamento psicológico ou por absoluta falta de opção.

Até algumas décadas a música brasileira pulsava! Hoje, vive de espasmos…

Pois é… Tudo isso só faz aumentar ainda mais a saudade de Elis!

Não é que eu ame o passado e não veja “que o novo sempre vem”; mas seria muito bom se esse “novo” tivesse um mínimo de qualidade de quem compõe e interpreta, mesmo sabendo “que nada será como antes…”.

O texto é de Adilson Luiz Gonçalves, escritor, engenheiro, professor universitário (Unisantos e Unisanta) e autor do livro “Sobre Almas e Pilhas”, da editora Espaço do Autor.

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O atendimento está péssimo

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Vou falar hoje de um assunto que considero muito importante para a nossa cidade que é o turismo. Tenho aproveitado bastante as férias nas praias de São Luís e constatado o péssimo atendimento nos bares. A falta de higiene é geral. Você faz um pedido e espera por quase uma hora. As músicas são de péssimas qualidade e por aí vai.

Na semana passada, um turista perguntava sobre as comidas típicas a um garçon. “Quero comer um prato aqui do Maranhão”, dizia. Fui surpreendido com a resposta: “A nossa carne de sol é muito boa”. O turista respondeu: “Carne de sol? Você acha que vim de Minas para o Maranhão para comer carne de sol?”. No final do diálogo, o turista mineiro preferiu mesmo o nosso bom e conhecido caranguejo.

No domingo aconteceu comigo mesmo. Ao chegar à praia havia acabado de chover. Chamei uma garçonete e pedi que enxugasse a cadeira. Estava com mais oito pessoas. Ela enxugou duas cadeiras e a mesa e saiu. Então disse: “Ainda faltam essas aqui”. Ela respondeu: “Esse pano não é meu. Tenho que devolver é da minha colega.” Respondi: “Pega outro, por favor e vem enxugar as outras cadeiras que estão molhadas”. Alguns minutos depois um rapaz veio e enxugou todas as cadeiras.

Certa vez tomei um táxi do Tropical Shopping para o meu apartamento no Renascença. Tinha acabado de fazer compras no supermercado. Colocamos as compras na mala do carro e entrei no veículo. Quando disse ao motorista o destino foi aquela decepção. Vocês nem imaginam o que ouvi: “Se eu soubesse que era para lá não teria aceito a viagem”. Fui rápido: “Mas o senhor não pode escolher o cliente só porque ele mora perto ou longe”. Ele disse: “Vou perder a vez de fazer uma viagem que seja mais vantajosa”. Ao sair do táxi disse a ele que iria procurar o Sindicado deles e contar como foi o atendimento. Anotei a placa do veículo e no mesmo dia fiz a ligação. Não sei o que aconteceu depois, mas acho que não aconteceu nada.

São três exemplos claros de total despreparo, o mais grave deles foi o caso do taxista. Para uma cidade que tem a vocação natural para o turismo isso não é nada animador.

É importante que estes e outros profissionais conheçam bem a nossa cidade e que atendam bem a nós e aos visitantes. Que eles saibam como ninguém a importância daquela máxima: “Trate bem o turista que ele volta”. E o retorno dele significará a satisfação de ter sido bem recebido na cidade que é Patrimônio da Humanidade.

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Noite de Gala do esporte maranhense

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O Sistema Mirante realizou na noite desta quinta-feira (21) a entrega do prêmio aos vencedores do Troféu Mirante Esporte 2006. A escolha dos vencedores foi feita por um grupo de jornalistas da Rádio Mirante AM, TV Mirante, jornal O Estado do Maranhão, portal Imirante.com e Rádio Mirante FM, além do público que votou através do portal Imirante e jornal O Estado do Maranhão.

Foram conhecidos os melhores atletas em 22 modalidades, além da federação que mais de destacou em 2006, o atleta do ano na votação popular, o atleta do ano escolhido pelo Comitê de Esporte do Sistema Mirante e os dois homenageados: o professor Dimas, um dos precursores da Educação Física como disciplina obrigatória e curso universitário no Estado e Cláudio Vaz, o idealizador dos Jogos Escolares Maranhenses (Jem’s).

Foi apenas a segunda edição do prêmio que já é considerado o “Oscar do Esporte Maranhense”. Conheça os vencedores do Troféu Mirante:

Vencedores

Atletismo – Márcia Fernanda dos Santos
Basquete – Júlia Miranda
Beach Soccer – Jackson Gomes Ferreira
Capoeira – Luziete Costa Martins
Ciclismo – André Torres Cardoso Cavalcante
Futebol – Paulo César
Futebol de salão – André Baker Sarney Costa
Ginástica – Katreen Sharsiene Carvalho Serra
Handebol – Thalyanne Caroline Albuquerque Silva
Hipismo – Caryne Fernandes Coutinho Nunes
Jogo de Damas – José Maria Silva Filho
Judô – Guilherme Flexa Ribeiro Bezerra
Karatê Tradicional – Dayanajara de Jesus Costa Machado
Karatê Olímpico – Karla Fernanda Almeida Câmara Ribeiro
Karatê Interestilos – Nasser Bezerra Jadão Segundo
Karatê-Dô (tradicional) – Audery Leandro dos Santos Lima
Karatê Shotokan – Mábio Victor Lima Costa
Kart – Ene Pires de Oliveira
Natação – Frederico Castro Veloso
Surf – Marcelo Bogéa Vaz dos Santos
Tênis – Jéssica Albuquerque de Brito
Tênis de Mesa – Jaynara Sousa de Macedo
Tiro Esportivo – Marcelo Alves Duarte
Triathlon – Cristina Rodrigues Hertel
Vôlei – Welton Tavares da Rocha Júnior
Xadrez – Nicolau Leitão
Atleta do ano na opinião do júri popular – Ivan Robson Rodrigues Silva (Judô)
Atleta do ano na opinião do júri oficial – Paulo César De Melo Silva (Maranhão Atlético Clube)
Melhor Federação do Ano – Natação.
Homenagens – Professor Dimas e Cláudio Vaz

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Emissoras estudam site para competir com YouTube

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Segundo o Wall Street Journal, os principais grupos de televisão dos Estados Unidos, Fox, Viacom, CBS e NBC Universal, estão negociando a criação de um site capaz de competir com o YouTube, que foi recentemente comprado pelo Google.

Apesar de um acordo não ser esperado para breve, as quatro companhias de mídia estudam um site operado em conjunto que seria a fonte principal na web para os vídeos de suas emissoras. As companhias querem faturar com o crescente mercado de propaganda em vídeo na internet e também têm discutido a criação de um player on-line que poderia executar os vídeos, informou o jornal.

Em menos de dois anos, o YouTube deixou de ser uma empresa iniciante do Vale do Silício para se transformar no site de vídeos mais popular da web, com mais de 100 milhões de arquivos vistos por dia.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Contra pirataria, empresas lançam disque-denúncia

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Já está funcionando desde a semana passada o “Disque Combate à Pirataria”, um serviço de 0800 criado pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), que reúne empresas de 30 setores produtivos do país.

“O 0800 é resultado de uma parceria entre a iniciativa privada, o poder público e os agentes que atuam na fiscalização para coibir o contrabando, a falsificação, o descaminho e as irregularidades na importação de produtos, como a prática de subfaturamento, principalmente de produtos de origem chinesa”, afirma Alexandre Cruz, que toma posse hoje como presidente do fórum.

O serviço poderá ser utilizado por qualquer cidadão, que, de forma anônima, pode denunciar desde uma rota de contrabando, um depósito de mercadorias ilegais até a chegada desses produtos em centros de comércio popular. Quem telefonar receberá uma senha para acompanhar o resultado da denúncia – se houve autuação ou a carga foi apreendida, por exemplo. O disque-denúncia servirá ainda para que fiscais e policiais possam manter contato, durante as operações em que atuam, com os representantes legais dos fabricantes ou com as empresas prejudicadas.

A idéia é reunir também informações, por meio do 0800, para mapear detalhadamente a pirataria no país e utilizar esses dados para coibir o comércio ilegal. O serviço funcionará, durante os próximos três meses, das 9h às 18h, por meio do telefone 0800-771-3627 (esses quatro últimos números correspondem à sigla FNCP). Após esse período, funcionará 24 h.

Fonte: Folha de São Paulo

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Internet registrou novo ‘boom’ em 2006

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O ano de 2006 registrou um “miniboom” na área de tecnologia, principalmente, devido ao empurrão da segunda geração de serviços baseados na internet. Este foi o ano da web social ou Web 2.0, como comprova o sucesso de sites de comunicações sociais como Orkut, LinkedIn, My Space e You Tube. Além desses sites, as tecnologias sociais, como os blogs, também se estenderam, chegando até as empresas, que já têm seus próprios blogs corporativos.

Embora não chegue ao nível registrado no final do século XX, o novo “boom” também registra histórias de jovens empreendedores que criam suas empresas de internet, especialmente no Vale do Silício, na Califórnia, berço de grande parte das empresas de internet e tecnologia dos Estados Unidos. Os investidores estão de olho nas iniciativas centradas na web social. O Google, por exemplo, pagou US$ 1,65 bilhão pelo YouTube, companhia criada por jovens da região há menos de dois anos.

Como aconteceu no final do século passado e que culminou num colapso na área, o mercado está prestando mais atenção à audiência de um determinado site do que a seu lucro, uma tendência perigosa que preocupa até os que estão ganhando com ela. O crescimento aparentemente incessante do Google e seu imenso valor de mercado também são sinais desse auge.

Fonte: Coletiva.net

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O campeão maranhense é o Moto

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Agora terminou mesmo!

Chegamos ao final da temporada 2006 no futebol maranhense. O título ficou com o Moto que bateu o Sampaio, de virada por 2 a 1, neste domingo (17), no Estádio Nhozinho Santos.

Foi uma grande final como já era esperada. E teve a presença do maior público da temporada. Os dois times procuraram o gol o tempo inteiro e a torcida que lotou o estádio saiu feliz da vida, principalmente a torcida rubro-negra que comemorou a conquista do 23º título.

Uma decisão que já entrou para a história do nosso futebol como nos grandes tempos.

Vitória da organização

A conquista do Moto é um prêmio pelo planejamento e organização da diretoria rubro-negra. O próprio técnico Arlindo Azevedo chegou a entregar o cargo após a péssima campanha no 2º turno, mas o presidente Jota Pinto disse que havia feito um planejamento e este seria executado com a participação do treinador até o final da temporada, mesmo com os insistentes apelos da torcida e imprensa para que o Moto trocasse de comandante.

Foi também a conquista do trabalho nas divisões de base. O Moto chegou à final com os garotos Flaubert, Diego, Israel, Clayton, Misael e muitos outros no banco de reservas.

Longe demais

Já o Sampaio até que foi longe demais. O time nem iria disputar o campeonato, mas graças ao esforço de gente como o José Alberto e o Adaílton Andrade, entre outros dirigentes, o time Tricolor conquistou o 2º turno de forma incontestável, mesmo depois de perder cerca de 13 jogadores que foram embora sem maiores explicações.

Apesar disso, ninguém pode esquecer a bagunça que tomou conta do Sampaio no início da temporada. A conquista di título significaria esquecer que tudo isso aconteceu e que não pode ser repetido no “Mais querido”.

Destaques da decisão

Por ironia do destino, o garoto Misael (ex-jogador do Sampaio) foi o nome da decisão de ontem. Ele não deu sossego aos adversários e foi responsável pelas principais jogadas de ataque.

Em duas dessas jogadas, sofreu as faltas que resultaram nos gols de Marcinho e Celinho. E foi Celinho (que também já vestiu a camisa Tricolor) quem fez o gol do título.

Desabafo de campeão

Após a conquista do título, o treinador Arlindo Azevedo abriu o verbo: “É preciso respeitar”. O técnico campeão maranhense cobrou no microfone da Mirante AM mais respeito e valorização do profissional que faz futebol no Maranhão. “Temos bons jogadores, treinadores e também profissionais na crônica esportiva e precisamos ser valorizados”, desabafou.

Arlindo reconheceu o bom trqabalho desenvolvido pelo técnico Gilson Kleina (Sampaio), mas garantiu que a vinda de um profissional de fora não diminui em nada o valor dos que estão aqui.

Isso é verdade, afinal o treinador campeão é um maranhense.

Casa cheia

Chegamos ao final da temporada com casa cheia. Segundo a FMF, aproximadamente 10 mil e 500 torcedores assistiram a decisão entre Moto e Sampaio. Visualmente o estádio estava cheio e por isso não acredito em menos de 15 mil pessoas ontem, no Nhozinho Santos.

Mais uma vez surge a dúvida: será que o Nhozinho Santos encolheu? Teríamos que colocar mais 12 mil pessoas para alcançarmos a capacidade máxima de 22 mil. Então pergunto: alí cabiam mais 12 mil torcedores?

Tristeza

O ambiente no Sampaio não poderia ser diferente. Ninguém no Tricolor esperava perde o título, principalmente numa decisão contra o seu maior rival. Não há culpados pela derrota e nem pela perda do título. O Sampaio lutou até o final.

Mas uma frase do atacante Jurandir chamou a atenção antes mesmo do início da partida. “A conversa que tivemos com o técnico Gilson Kleina valeu muito e mesmo que a gente não conquiste o título, já estou me sentindo um campeão só com a palestra do Gilson”, disse o jogador ao falar sobre a preleção do treinador.

Futuro incerto

Moto e Sampaio serão os representantes maranhenses na Copa do Brasil 2007. As duas equipes estréiam na competição no dia 14 de fevereiro, mas até lá ninguém sabe o que vai acontecer.

No Moto, o presidente Jota Pinto, antes mesmo da decisão já havia garantido que não continuará no clube e vai se dedicar a suas empresas. No Sampaio, o presidente Manoel Ribeiro também deverá deixar o futebol.

O certo é que, com ou sem presidente, Moto e Sampaio terão que disputar a Copa do Brasil e antes, no dia 21 de janeiro, a Taça Cidade de São Luís que indicará os dois representantes do Maranhão no Campeonato Brasileiro Série C.

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Morre aos 76 anos o compositor Sivuca

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Morreu na noite desta quinta-feira, aos 76 anos, o instrumentista, arranjador e compositor Severino Dias de Oliveira, mais conhecido como Sivuca. Ele estava internado há dois dias no Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, e lutava contra um câncer na garganta.

Sivuca será sepultado às 17h no Cemitério Parque das Acácias, onde é velado desde a madrugada. Era casado com a também compositora e cantora Glória Gadelha, nascida em Sousa, Paraíba.

Natural de Itabaiana, cidade do interior da Paraíba, Sivuca começou a carreira aos 9 anos, tocando em feiras e festas populares. Aos 15, mudou-se para Recife, onde adotou seu nome artístico.

Em 1945, se inscreveu num programa de calouros da Rádio Clube de Pernambuco e foi selecionado pelo maestro Nelson Ferreira, que o indicou para tocar num programa da Rádio do dia seguinte. Foi Nelson Ferreira quem lhe deu o nome de Sivuca.

Na Rádio Clube de Pernambuco, em 1946, Sivuca conheceu Luiz Gonzaga, que ofereceu um contrato de trabalho para ele na Rádio Nacional. Na época, ele não pôde afastar-se do Recife por ter compromisso assinado com a Rádio Clube. Entretanto, quatro anos depois, estreou na Rádio Record, em São Paulo, com a grande Orquestra Record, dirigida pelo maestro Gabriel Migliori.

O primeiro grande sucesso de Sivuca, Adeus, Maria Fulô, foi lançado em 1950 e regravado numa versão psicodélica pelos Mutantes, nos anos 60.

Em 1955, foi morar no Rio de Janeiro. Após apresentações na Europa como arcodeonista num grupo chamado Os Brasileiros, chegou a morar em Lisboa e Paris. Também morou em Nova York de 1964 a 1976, onde foi autor do arranjo do grande sucesso Pata Pata, de Miriam Makeba, com quem então excursionou pelo mundo até o fim da década de 60.

Confira a seguir a carreira discográfica de Sivuca:

1957 – Motivo para Dançar nº 2, Sivuca e Seu Conjunto
1959 – Africaníssimo – Duo Ouro Negro com Sivuca
1965 – Rendez-vou a Rio nº 2, Barcley
1968 – Sivuca med Putte Wickmans orkester
1969 – Putte Wickman e Sivuca
1970 – Joy. RCA – Estados Unidos
1972 – Sivuca. Vanguard – Estados Unidos
1977 – Sivuca e Rosinha de Valença
1978 – Cabelo de Milho; Forró e Frevo nº 1
1979 – Forró e Frevo nº 2
1980 – Onça Caetana. Forró e Frevo nº 3
1981 – Forró e Frevo nº 4
1982 – Sivuca e Chiquinho do Acordeom
1985 – Sivuca – Som Brasil. Sonet
1986 – Chico’s Bar – Sivuca e Toots Thielemans Sonet
1987 – Sivuca e Rildo Hora – Sanfona e Realejo
1990 – Um pé no asfalto
1992 – One Good Turn – Sivuca e Erik Petersen
1992 – Pau Doido
1997 – Sivuca – Enfim Solo

Fonte: Redação Terra

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