“Deeper Pocket” é o novo single de Carl Malcolm!

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No final de fevereiro, o veterano cantor Carl Malcolm anunciou seu retorno na música divulgando o lançamento de seu novo single “Deeper Pocket”, produzido em parceria com Willie Lindo.

A canção é uma prévia do próximo álbum ainda sem data de lançamento.

As letras próprias e bem humoradas do artista o tornaram bastante popular na Jamaica e Reino Unido.

Entre seus principais sucessos, estão “Fattie Bum Bum”, “No Jestering” e “Miss Wire Waist”.

“Eu escrevi mais de 1000 canções e nunca parei de gravar meu próprio material. Acho que essa é a única maneira de contribuir com a difusão da cultura ”, disse Malcolm.

“Deeper Pocket” foi produzida pela “Heavy Beat Records” e já está disponível nas plataformas de música.

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Funeral de U Roy não será aberto ao público, na Jamaica

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O corpo do lendário Ewart ‘U-Roy’ Beckford será enterrado dia 28 de março no “Dovecot Memorial Park”, na Jamaica.

Segundo comunicado oficial da família do cantor, a cerimônia ocorrerá na Arena Nacional, em Kingston, porém será fechada ao público devido ao aumento de casos de Covid-19.

A esposa do cantor, Marcia Smikle, lamentou não poder liberar o acesso à área onde o seu corpo estará em companhia dos familiares.

“Meu companheiro merecia um velório aberto aos seus fãs e imprensa”, disse ela.

U-Roy começou cantando na Igreja Adventista do Sétimo Dia, onde se envolveu com a música pela primeira vez. Gravou discos antológico, como “Version Galore” (1970) e “Dread in a Babylon” (1975). Ele ficou conhecido na arte do toasting.

O Dee Jay faleceu em 17 de fevereiro no Hospital Universitário das Índias Ocidentais, na Jamaica, após uma cirurgia e uma batalha contra uma doença renal. Ele tinha 79 anos.

djwaldiney

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Satta Massagana, do grupo The Abyssinians, completa 50 anos!

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Escrita pelos jamaicanos Bernard Collins, Donald Manning e Linford Manning, “Satta Massagana” celebra o quinquagésimo aniversário neste 2021.

A música foi gravada pela primeira vez em 1969, mas somente foi lançada em 1971 pelo Studio One, de Coxsone Dodd. Além de hino para os rastas, a composição tornou-se um dos grandes sucessos do gênero.

O “The Guardian” lançou uma lista de músicas que todos deveriam ouvir antes de morrer. “Satta Massagana” foi definida como “uma das músicas que cruzou todas as linhas” e, de tão clássica, importante e bonita, tornou-se referência.

Ainda sobre o “The Abyssinians”, o trio continua na ativa, levando multidões a cada show. Em 2017, passaram por Recife (PE), São Paulo (SP), Aracaju (SE) e Salvador (BA). Os shows do grupo foram aplaudidos por público e crítica. Mesmo sem lançar um novo álbum nos últimos anos, os músicos estão ávidos para voltar aos palcos e cantar seus grandes sucessos.

@djwaldiney

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Kaya na Gandaia lança single com Lei Di Dai e o astro britânico do reggae Pato Banton

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Neste atípico 2021, os blocos carnavalescos tiveram que se reinventar, buscando novas formas de se conectar ao público, longe das ruas. Sem poder arrastar multidões como tem feito nos últimos 8 anos, o Kaya na Gandaia, bloco paulistano de reggae, se dedicou a gravar seu disco de estreia. 

Após lançar o clipe do samba-reggae “Te Ver Bailar” no último dia 12, véspera de Carnaval, o bloco paulistano libera nesta sexta, dia 19, mais um single do seu primeiro disco. “São Paulo” é uma música poderosa, que já nasce hit nas vozes de Lei Di Dai, rainha do dancehall brasileiro e vocalista do bloco, e o cantor britânico Pato Banton, conhecido em todo o mundo por sucessos como “Go Pato” e “Groovin”.

“Essa música, que é de co-autoria da Lei Di Dai com o Pato Banton, realizou muitos sonhos nossos ao mesmo tempo. Além da honra de gravar com um artista como o Pato, a gente conseguiu incluir na música um riddim do Toots (Hibbert, jamaicano líder de Toots and The Maytals, falecido em 2020), então foi uma forma de homenagear ele também. Pra completar, outro sonho antigo do bloco foi resgatado, que era tocar um ritmo nyabinghi (ritmo ancestral conectado ao movimento rastafari) com a nossa batucada de carnaval”, conta Digo Amazonas, um dos fundadores do Kaya na Gandaia. 

O álbum “Abrindo Os Caminhos Pro Meu Carnaval”, que será lançado no final deste mês, conta também com participações de importantes figuras da cena musical brasileira, como Roberto Barreto (BaianaSystem) e Afoxé Amigos de Katendê (fundado por Môa do Katendê e Mestre Plínio), entre outros. 

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Morre U Roy, mestre do reggae e pioneiro do estilo toasting

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O vocalista jamaicano e pioneiro na arte do toasting, Ewart Beckford, mais conhecido como Daddy U-Roy, morreu nessa quarta-feira, 17, no Hospital Universitário das Ilhas Ocidentais, na Jamaica.  

Segundo informações, U Roy sofreu três paradas cardíacas após um procedimento cirúrgico na bexiga e não resistiu.

Natural de Jones Town, Kingston, Jamaica, o célebre é considerado um dos primeiros MCs da história – ele foi um dos pioneiros na arte do “toasting”.

A técnica consiste em improvisações vocais sobre bases instrumentais, assim como as rimas do rap. A maior diferença, no caso, é o canto falado do vocalista.

Seu amor pelo reggae fez com que as pessoas o chamassem como The “Godfather of Reggae” e “The Originator”. 

Em 2001, U Roy veio pela primeira vez ao Brasil, realizando uma apresentação história no Maranhão Roots Reggae Festival. O evento foi promovido pelo Sistema Mirante de Comunicação e reuniu mais de 20 mil pessoas.

No palco, U Roy cantou seus principais sucessos, entre eles, ‘Wear You To The Ball”, “Runaway Girl” e “Natty Rebel”, que incendiou o Parque Folclórico da Vila Palmeira. 

Eu (DJ Waldiney) estava na cobertura do evento, pela Mirante AM. Depois do show, Daddy comentou comigo sobre sua participação:

“Os brasileiros amam nossas músicas e nós amamos tocar para vocês, então hoje foi um show único. O público cantou em coro “Natty Rebel” e tivemos uma ótima noite”, elogiou.

Ao longo dos anos, lançou cerca de 20 álbuns, gravou com artistas como Lee Perry e Peter Tosh.

Em 2004, apareceu como convidados no álbum “True Love”, do grupo Toots & The Maytals, que venceu o Grammy de melhor disco de reggae.

Em 2007, ele recebeu a “Ordem de Distinção” do governo jamaicano por sua contribuição para a música.

O álbum mais recente de U Roy é “Pray Fi Di People”, lançado em 2012.

Descanse em paz, mestre!

@djwaldiney

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Vernon Maytone lança o single “Sore Eyes Burning Ears”

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Acaba de ser lançado o single “Sore Eyes Burning Ears”, de Vernon Maytone. Já disponível em todas as plataformas digitais, a faixa foi lançada pela Music Life Moviment. Vernon tem se destacado pela grande produtividade em 2020, tendo lançado várias músicas durante o distanciamento social impostos pela pandemia. Saiba mais aqui!

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Morre o cantor Jah Ruby

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Morreu nesse domingo, 7, o cantor Jah Ruby, aos 70 anos. A notícia foi compartilhada pela filha, Samantha.

Natural de “Back ‘O Wall” (oeste de Kingston), o artista era bastante conhecido nos Estados Unidos e recebeu dezenas de homenagens de outros cantores, amigos e familiares, que lamentaram o ocorrido.

Em 2014, Ruby lançou o álbum “The Delroy Wilson Story”, produzido por Willie Lindo. O disco foi lançado pela “Beat Record” e traz 21 covers de Delroy Wilson, seu amigo de infância.

“Don’t Call Me Daddy”, de 2020, foi seu último lançamento, também produzido por Lindo.

Ruby morava em Miami, era casado e deixou 5 filhos. A causa da morte não foi revelada.

DJWaldiney

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Autora de “Full of Music”, Yvonne Sterling é homenageada com pintura em muro

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A cantora Yvonne Sterling foi homenageada com um mural na “125 Orange Street”, conhecida popularmente como “Beat Street”. A Rua é famosa por concentrar os lendários estúdios “Black Ark”, “Studio One” e Record Shack”. Mama Sterling sofreu um derrame e morreu no dia 18 de janeiro de 2021. Ela será sepultada neste domingo (07/02) no Memorial Gardens, na Jamaica. Saiba mais aqui.

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Sobre a cantora Yvonne Sterling

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Yvonne Sterling nasceu em Kingston, na Jamaica, em 8 de setembro de 1955. Ela morou na “125 Orange Street” (Beat Street), em Kingston, onde também morava Dennis Brown.

A Rua é conhecida por concentrar os lendários estúdios “Studio One”, de Coxonne Dobb; “Black Ark”, de Lee Perry e o famoso “Record Shack”, de Prince Buster.

Aos 17 anos, gravou “If You Love Me Let Me Know,” de John Rostill, contando com o apoio vocal do príncipe herdeiro do reggae. 

A artista atravessou o restante da segunda metade da década de 70 com uma série de lançamentos, incluindo “Full of Music“, de 1975, e “For Just A Night”, de 1977. Dividiu os palcos com Johnny Clarke, Half Pint, Tyrone Taylor, entre outros. 

“Oh Jah”, seu maior sucesso da carreira, foi gravado em 1978. A canção teve centenas de cópias vendidas na Jamaica e Europa. No entanto, a autora da canção, nunca recebeu seu direito autoral.

Sterling seguiu ativa nos estúdios até gravar, em 1991, outro sucesso de sua trajetória, o hit “Light Up The World”. 

Nas décadas de 70, 80 e 90, dezenas de artistas apareceram e desapareceram sem deixar muita saudade, a exemplo dela, que tinha muita qualidade e potencial, mas não conseguiu dar continuidade ao sucesso inicial, talvez por falta de sorte ou pela cruel indústria fonográfica. 

Esquecida pela grande mídia, mudou-se para o subúrbio de New Haven, em Kingston, onde passava por total dificuldades e pediu apoio de amigos para tentar se reerguer novamente.

Após a divulgação de um vídeo – produzido por Claude Sinclair nas redes sociais – os contatos foram imediatos no Brasil, onde foi realizada a campanha Reggae Solidário em prol da artista.

O evento recebeu destaque internacional no “Jamaica Gleaner e arrecadou uma boa quantia em dinheiro, no Porto Seguro (Beira Mar) e contou com 11 atrações, entre elas o DJ Waldiney, Alex Diniz, Wagner Roots, Gilton Black, Junior Mol, Maykinho Luis, Dread Sandro, Chico do Reggae, Plínio Sá, Belo Roots e Nenzoka Show. 

Atendendo ao meu pedido, os cantores Richie Stephens e Little Lenny foram à periferia de Kingston entregar-lhe o dinheiro arrecadado nessa campanha, que já ajudou dezenas de pessoas em São Luís e fora da capital maranhense. Yvonne ficou muito feliz e agradeceu a sensibilidade das pessoas em ajudá-la.

Algumas semanas depois, Sterling volta a gravar após cerca de 30 anos. “Thank You Lord”, de Bob Marley, gravada com Richie Stephens e Little Lenny foi lançada no programa “On Stage“, da Jamaica, e liderava as paradas de sucesso no Sul da Flórida e no Reggae Point, da Mirante FM. 

Em entrevista, Mama Sterling (como era chamada por Richie Stephens) disse que estava preparada para voltar aos palcos e recomeçar sua carreira. Infelizmente, ela sofreu um acidente vascular cerebral. A cantora estava internada no hospital de Kingston por conta de um mal-estar.

Yvonne Sterling morreu em 17 de janeiro, aos 66 anos. Ela morava sozinha, estava desempregada e sobrevivia fazendo bicos na comunidade e, sua única filha, já havia falecido.

djwaldiney

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Notícias da semana!

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O podcast dessa quinta-feira (28) traz muita informação sobre reggae, como por exemplo, o show de Ernest Wilson, do The Clarendonians, o concerto anual da Associação da Indústria do Reggae, homenagens e boas lembranças. Acesse aqui!

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