TRE define propaganda no rádio e TV

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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) reuniu, na tarde desta segunda-feira (20), representantes de partidos políticos, coligações, emissoras de rádio e TV para apresentar todo plano de mídia para a sequência da campanha eleitoral 2018.

A audiência pública foi realizada na sede do próprio tribunal, na Areinha, em São Luís. Na oportunidade, foi sorteada a ordem de veiculação das propagandas políticas que serão apresentadas a partir do dia 31 de agosto nas emissoras de rádio e TV.

Terças, quintas e sábados as campanhas serão para presidente e deputado federal. Segundas, quartas e sextas as campanhas serão para governador, senador e deputado estadual. Na TV, os horários serão das 13h as 13h25 e das 20h30 as 20h55. No rádio, os horários serão das 7h as 7h25 e 12 h as 12h25.

A TV Difusora foi a sorteada para gerar a transmissão do horário eleitoral no Maranhão. Para gerar o conteúdo para as emissoras de rádio, a Mirante FM foi a sorteada.

Por meio de sorteio, a ordem de veiculação da propaganda para governador:

 – Odívio Neto (PSOL) coligação Vamos Sem Medo Mudar o Maranhão (PSOL e PCB)
 – Flávio Dino (PCdoB) coligação Todos Pelo Maranhão (PCdoB, PDT, PRB, PPS, PTB, DEM, PP, PR, PTC, PPL, PROS, AVANTE, PEN, PT, PSB e Solidariedade)
 – Maura Jorge (PSL) coligação Renovação de Verdade (PSL e PRTB)
 – Ramon Zapata (PSTU)
 – Roberto Rocha (PSDB) coligação União e Coragem Para Fazer um Maranhão Melhor (PSDB, REDE, PSDC, PODEMOS, PHS e PMN)
 – Roseana Sarney (MDB) coligação O Maranhão Quer Mais (MDB, PSD, PMB, PV, PRP, PSC)

Para senador:

 – Todos Pelo Maranhão (Weverton Rocha, do PDT, e Eliziane Gama, do PPS)
2º – Vamos Sem Medo Mudar o Maranhão (Saulo Pinto, do PSOL, e Iêgo Brunno, do PCB)
 – O Maranhão Quer Mais (Edison Lobão, do MDB, e Sarney Filho, do PV)
 – Renovação de Verdade (Samuel Campelo, do PRTB)
5º – União e Coragem Para Fazer um Maranhão Melhor (Alexandre Almeida, do PSDB, e José Reinaldo Tavares, do PSDB)
 – PSTU (Saulo Arcangeli e Preta Lú)

Para deputado federal:

 – Juntos Pelo Maranhão I (PSL e PRTB)
2º – Coragem e União Para Fazer um Maranhão Melhor (PSDB, REDE, PODEMOS e DC)
 – O Maranhão Quer Mais (MDB, PV, PSD, PSC, PMB e PRP)
 – Vamos Sem Medo Mudar o Maranhão (PSOL e PCB)
 – Juntos Pelo Maranhão II (PMN e PHS)
6º – PT
 – Todos Pelo Maranhão I (PCdoB, PRB, PPS SOLIDARIEDADE, PROS, PTC, PTB, PSB, DEM, AVANTE e PPL)
8º – PSTU
9º –Todos Pelo Maranhão II (PDT, PP, PR e Patriotas)

Para deputado estadual:

 – Para Fazer um Maranhão Melhor (REDE, PODEMOS e DC)
 – Vamos Sem Medo de mudar o Maranhão (PSOL E PCB)
3º – Juntos Pelo Maranhão II (PMN e PHS)
 – Maranhão Quer Mais II (MDB, PV, PSD, PSC, PMB e PRP)
 – Todos Pelo Maranhão IV (PTB, PROS, PPS e PPL)
 – PT
 – PSOL
 – PCO
 – PSTU
10º – Todos Pelo Maranhão III (PDT, PCdoB, PSB, PRB, PR, DEM, PP, PTC e AVANTE)
11º – PRTB
12º – PSDB
13º – Todos Pelo Maranhão V (SOLIDARIEDADE e Patriotas)

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Regras alteradas

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HildoRocha

A Câmara aprovou nesta terça (14) proposta dos deputados Hildo Rocha (PMDB/MA) e Daniel Vilela (PMDB/GO) que cria novos critérios para a formação de coligações partidárias. O texto estabelece que, se o partido concorrer individualmente, sem se coligar com outras legendas, poderá lançar até 150% de candidatos em relação ao do número de vagas para o pleito. Se estiverem coligados, esse número cai para 100%.

Atualmente, a lei permite que partidos coligados lancem até 200% do número de vagas. Por exemplo, se um estado tiver 50 vagas de deputados, cada partido, individualmente poderá lançar até 75 candidatos; coligado, não poderá lançar no máximo 50 concorrentes.

“Com a introdução dessas novas regras, os partidos políticos que atuam com seriedade irão se fortalecer enquanto que as legendas de aluguel serão forçadas a rever o modo como vem funcionando ao longo dos anos”, argumentou.

Rocha lembrou que é o autor de inúmeras propostas entre as quais a que recomendava a extinção total das coligações. “Lamentavelmente a ideia não prosperou. Mas, para compensar, apresentei nova proposta e, dessa vez, a tese foi aceita. Apesar de manter a essência das regras vigentes, os novos critérios irão desencorajar a formação de coligações. Não é a alternativa ideal, mas é um avanço”, comemorou.

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