Partidos apoiam Reforma, mas querem mudanças

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O deputado federal Pedro Lucas (PTB-MA), comemorou a decisão que 13 partidos tomaram, nesta terça-feira (26), sobre a Reforma da Previdência. Os partidos decidiram apoiar a reforma, mas exigiram modificações em pelo menos dois aspectos. (Clique aqui e veja a nota oficial).

A decisão dos partidos é serem contrários as modificações para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos de baixa renda, e a aposentadoria rural. Os 13 partidos são: PSDB, DEM, PP, PR, PRB, PSD, PTB, SD, MDB, Podemos, Cidadania, PROS e Patriota. Juntas, essas bancadas somam 291 dos 513 deputados.

O Líder do PTB na Câmara Federal, Pedro Lucas, fez questão de comemorar a iniciativa dos partidos, que vão apoiar a reforma, mas preservando dois setores que poderiam ser prejudicados com as mudanças propostas pelo Governo Bolsonaro.

“Em conjunto com outras lideranças de partidos na Câmara, decidimos registrar um documento pedindo a retirada da parte do texto da proposta da Reforma da Previdência que penaliza aqueles que mais precisam. O item diz respeito às regras que atingem trabalhadores rurais e os beneficiários do programa de prestação continuada, que são pessoas com deficiência e idosos com idade superior a 65 anos que vivem em estado miserabilidade. Em nome do partido o qual represento, não deixarei que a população mais pobre e vulnerável seja tão gravemente impactada por essa importante e necessária reforma!”, destacou Pedro Lucas.

Foto: Divulgação/Agência Câmara

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TRE define propaganda no rádio e TV

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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) reuniu, na tarde desta segunda-feira (20), representantes de partidos políticos, coligações, emissoras de rádio e TV para apresentar todo plano de mídia para a sequência da campanha eleitoral 2018.

A audiência pública foi realizada na sede do próprio tribunal, na Areinha, em São Luís. Na oportunidade, foi sorteada a ordem de veiculação das propagandas políticas que serão apresentadas a partir do dia 31 de agosto nas emissoras de rádio e TV.

Terças, quintas e sábados as campanhas serão para presidente e deputado federal. Segundas, quartas e sextas as campanhas serão para governador, senador e deputado estadual. Na TV, os horários serão das 13h as 13h25 e das 20h30 as 20h55. No rádio, os horários serão das 7h as 7h25 e 12 h as 12h25.

A TV Difusora foi a sorteada para gerar a transmissão do horário eleitoral no Maranhão. Para gerar o conteúdo para as emissoras de rádio, a Mirante FM foi a sorteada.

Por meio de sorteio, a ordem de veiculação da propaganda para governador:

 – Odívio Neto (PSOL) coligação Vamos Sem Medo Mudar o Maranhão (PSOL e PCB)
 – Flávio Dino (PCdoB) coligação Todos Pelo Maranhão (PCdoB, PDT, PRB, PPS, PTB, DEM, PP, PR, PTC, PPL, PROS, AVANTE, PEN, PT, PSB e Solidariedade)
 – Maura Jorge (PSL) coligação Renovação de Verdade (PSL e PRTB)
 – Ramon Zapata (PSTU)
 – Roberto Rocha (PSDB) coligação União e Coragem Para Fazer um Maranhão Melhor (PSDB, REDE, PSDC, PODEMOS, PHS e PMN)
 – Roseana Sarney (MDB) coligação O Maranhão Quer Mais (MDB, PSD, PMB, PV, PRP, PSC)

Para senador:

 – Todos Pelo Maranhão (Weverton Rocha, do PDT, e Eliziane Gama, do PPS)
2º – Vamos Sem Medo Mudar o Maranhão (Saulo Pinto, do PSOL, e Iêgo Brunno, do PCB)
 – O Maranhão Quer Mais (Edison Lobão, do MDB, e Sarney Filho, do PV)
 – Renovação de Verdade (Samuel Campelo, do PRTB)
5º – União e Coragem Para Fazer um Maranhão Melhor (Alexandre Almeida, do PSDB, e José Reinaldo Tavares, do PSDB)
 – PSTU (Saulo Arcangeli e Preta Lú)

Para deputado federal:

 – Juntos Pelo Maranhão I (PSL e PRTB)
2º – Coragem e União Para Fazer um Maranhão Melhor (PSDB, REDE, PODEMOS e DC)
 – O Maranhão Quer Mais (MDB, PV, PSD, PSC, PMB e PRP)
 – Vamos Sem Medo Mudar o Maranhão (PSOL e PCB)
 – Juntos Pelo Maranhão II (PMN e PHS)
6º – PT
 – Todos Pelo Maranhão I (PCdoB, PRB, PPS SOLIDARIEDADE, PROS, PTC, PTB, PSB, DEM, AVANTE e PPL)
8º – PSTU
9º –Todos Pelo Maranhão II (PDT, PP, PR e Patriotas)

Para deputado estadual:

 – Para Fazer um Maranhão Melhor (REDE, PODEMOS e DC)
 – Vamos Sem Medo de mudar o Maranhão (PSOL E PCB)
3º – Juntos Pelo Maranhão II (PMN e PHS)
 – Maranhão Quer Mais II (MDB, PV, PSD, PSC, PMB e PRP)
 – Todos Pelo Maranhão IV (PTB, PROS, PPS e PPL)
 – PT
 – PSOL
 – PCO
 – PSTU
10º – Todos Pelo Maranhão III (PDT, PCdoB, PSB, PRB, PR, DEM, PP, PTC e AVANTE)
11º – PRTB
12º – PSDB
13º – Todos Pelo Maranhão V (SOLIDARIEDADE e Patriotas)

Leia no G1

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Partidos de saída

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Embora o agora virtual ministro do Trabalho, Pedro Fernandes, negue ou reafirme o contrário, a permanência do seu PTB na base do governo Flávio Dino (PCdoB) é uma impossibilidade do ponto de vista do pragmatismo do jogo político de Brasília.

O comunista maranhense é um dos mais mordazes críticos do governo Michel Temer (MDB), que chama de “golpista”. Difícil, portanto, que o Palácio do Planalto aceite ter um dos principais auxiliares na base desse crítico.

Mas as dificuldades de coligação de Flávio Dino com partidos que não fazem parte do espectro político onde está situado o seu PCdoB são mais reais do que a mera defecção do PTB. O comunista sabe que dificilmente terá em seu palanque legendas como o DEM, o PP e até mesmo PSB e PPS, que têm interesses nacionais em jogo para 2018.

Todos esses partidos se alinham no campo mais à direita do espectro político. E Dino se declara de esquerda, com valores de esquerda e visão de esquerda na economia, na política e na ideia de Estado.

De postura mais liberal – e antenados com a onda liberal que mobiliza a Europa – esses partidos tendem a extrapolar o debate na eleição de 2018, fazendo o contraponto ao conceito de Estado interventor e controlador, com economia basicamente estatal, defendido por Dino e seus aliados de esquerda, como PT e o PDT.

Ainda que o governador tente repetir a postura furta-cor que adotou em 2014 – abraçando, ao mesmo tempo, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) – a beligerância do processo de 2018 vai dificultar as coisas para ele. E tudo começa já agora, com o caminho do PTB.

Estado Maior

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Farinha do mesmo saco na lista do Fachin

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Joaquim Haickel é ex-deputado e ex-secretário de Desporto e Lazer do Maranhão

Por Joaquim Haickel

O que tem se visto e ouvido desde a divulgação da lista de pessoas arroladas pelo ministro Edson Fachin, do STF, são coisas dignas de constar de um daqueles best sellers de intriga política de Gore Vidal. (Poxa, acho que subi muito o nível desses caras! Gore Vidal!)

Em que pese esse mundo de denúncias que estamos assistindo, ainda assim, todos os acusados alegam inocência! Ainda não apareceu nenhum corajoso para reconhecer que tenha realmente recebido recursos financeiros não contabilizados, “para fins eleitorais”!

Os denunciados adotaram uma cantilena bem parecida, cuja letra conta a história de terem recebido doações oficiais declaradas à justiça eleitoral, submetidas a prestações de contas e aprovadas por ela.

Mas o certo mesmo é que nosso sistema político está falido e isso todos nós já sabemos faz muito tempo! Como parte dele, nosso sistema eleitoral é uma aberração que nunca foi consertada porque os detentores do poder nunca tiveram interesse nisso.

O eleitor brasileiro, ou é viciado em um partidarismo aparelhador que o transforma em engrenagem das maquinas de esquerda, ou é viciado nas benesses monetárias de direitistas que compram votos. No final, grande parte do eleitorado brasileiro, de um lado ou de outro, vende voto.

A falta de coragem e de vontade política dos últimos governos, de enfrentar os graves problemas do país, nos trouxe até onde estamos. Na beira do abismo!

O PT nunca quis fazer as reformas que todos sempre souberam ser indispensáveis: Da previdência, a trabalhista, a tributária e fiscal, a política e eleitoral. Nunca pensaram em reformar o nosso sistema educacional, de saúde ou de segurança. Eles só queriam o poder e para permanecerem donos dele lançaram mão das mais abjetas ações de corrupção.

Em quase todo lugar do mundo existem eleições. Em todos eles os sistemas apresentam problemas. Na maior democracia do planeta ocorreram problemas nas três últimas eleições. Lá acabaram de eleger um presidente que teve menos votos nominais que sua concorrente, porém isso consta da regra, não importando que ele (Trump) seja um grande imbecil! A democracia tem dessas coisas. A soberana escolha popular pode levar a vida desse soberano povo ao caos. Foi o que aconteceu com o Brasil pelo menos nas últimas três eleições.

Acredito que a primeira eleição de Lula foi legítima e até necessária. Votei nele! Naquele mandato penso que ele pôde fazer boas coisas, até porque o que ele mais fez foi colocar cores e nuances petistas nas ações peessedebistas que FHC já realizava.

Na reeleição, Lula não conseguiu mais manter o mesmo tom. As coisas se partidarizaram radicalmente. O PT e seus asseclas passaram a ser mais importantes que o Brasil. Apesar disso Lula era o cara! Votei sem muita fé!

Ao escolher Dilma para substituí-lo, Lula apostou no quanto pior melhor, pois essa seria a maneira perfeita de voltar quatro anos depois do já anunciado desastre, nos braços do povo, como salvador da pátria. Ele só não contava que o “desastre” se apegasse tanto ao poder que o descartasse.

O primeiro mandato de Dilma foi a confirmação do erro de sua escolha e a comprovação das políticas equivocadas, da partidarização e do aparelhamento do estado. Votei nela, torcendo para eu estar errado. A reeleição de Dilma foi a gota d’água. O Brasil se tornou um país totalmente aparelhado e loteado. Votei contra ela.

A corrupção irrigando os apoios ao governo que não tinham como acontecer de forma legítima e a sensação de impunidade e de invulnerabilidade dos poderosos levou à aparição de um personagem do qual espero que eu não seja obrigado, a no futuro, a falar mal dele. O Moro! Que só será lembrado como um personagem do bem se conseguir manter-se minimamente imparcial e jamais cair em tentação, não se deixando seduzir pela política eleitoral e partidária.

O Brasil tem que ser passado a limpo e essas mudanças precisam ser profundas e definitivas. O problema é que parece não ter sobrado ninguém para implementar tais mudanças!

Ocorre que depois da lista do Fachin, parece que não sobrou ninguém vivo no cenário político nacional. Quem não levou um tiro na cabeça ou no coração, apanhou uma surra de pau roxo ou no mínimo foi jogado dentro da fossa séptica mais fétida que possa existir.

O certo é que o mais limpo dessa lista está definitivamente e para todo sempre, sujo, e não adianta dizer que não pediu, não recebeu e que não deu em contrapartida nenhum benefício ao seu doador de campanha, seja ele oficial ou via caixa 2.

A corrupção no Brasil é estrutural e epidêmica, se espalha e contagia quase a totalidade das pessoas envolvidas no sistema político. Não terá o nome incluso em listas como esta apenas quem não tenha nada importante para oferecer de vantagem.

Há uma coisa que deve ser observada atentamente! Em momentos de fragilidade como esse pelo qual passamos é que aparecem os maiores aventureiros. Lembram-se de Collor!?

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Veja a votação do impeachment por partidos

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Votopartidos

A Câmara dos Deputados aprovou o andamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

A votação terminou com o placar de 367 votos a favor, 137 votos contra, 7 abstenções e 2 ausências.

Apenas 11 dos 25 partidos tiveram votação fechada a favor ou contra o impeachment.

Os partidos tiveram votação em 100% a favor foram: DEM, PPS, PRB, PSC, PSDB, PSL, PV e Solidariedade, num total de sete.

Entre os que votaram contra foram: PCdoB, PMB, Psol e PT, apenas quatro.

Veja como ficou a votação por partidos:

DEM – 28 a favor
PcdoB – 10 contra
PDT – 6 contra – 12 a favor – 1 abstenção
PEN – 1 contra – 1 a favor
PHS – 6 a favor – 1 contra
PMB – 1 contra
PMDB – 59 a favor – 7 contra – 1 ausência
PP – 38 a favor – 4 contra – 3 abstenções
PPS – 8 a favor
PR – 26 a favor – 10 contra – 3 abstenções – 1 ausência
PRB – 22 a favor
Pros – 4 a favor – 2 contra
PSB – 29 a favor – 3 contra
PSC – 10 a favor
PSD – 29 a favor – 8 contra
PSDB – 52 a favor
PSL – 2 a favor
Psol – 6 contra
PT – 60 contra
PTB – 14 a favor – 6 contra
PTdoB – 1 a favor – 1 contra
PTN – 8 a favor – 4 contra
PV – 6 a favor
Rede – 2 a favor – 2 contra
Solidariedade – 14 a favor

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

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Vinte novos partidos tentam registro no TSE

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Pelo menos vinte novos partidos políticos buscam registro na Justiça Eleitoral, segundo levantamento realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) junto aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Atualmente, existem 27 partidos registrados no TSE.

A legislação exige que um partido obtenha o registro pelo menos um ano antes da eleição a qual pretende concorrer. Esse registro deve ser concedido pelo TSE dentro dos próximos 70 dias.

As novas siglas

PEN: AM, AL, BA, CE, DF, ES, MG, MA, PA, PR, PE, RO, SP, SE, PB, e TO (total: 16);

PSD: AC, AM, BA, CE, DF, GO, MA, MG, MT, PB, PE, RN, RO, SC, SP e TO (total 16);

PPL: BA, CE, DF, GO, MG, MT, PA, PE, PB, RS, SC e SP (total 12);

PN: AM, BA, DF, GO, MG, PE, PB, RN, RO, RS, SC e SP (total 12);

PEC, em São Paulo; PDSP, no Tocantins; PGT, no Rio Grande do Norte; PF, PMH e PLD, no Ceará; e PCN, no Acre.

PTS, PMA, PC, PS, PSPB, PMB, PSJ, PROS e PCS tentam atender às exigências para obter registro.

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