Disputa no PT

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Os interessados em comandar as direções estadual e municipais do Partido dos Trabalhadores (PT) terão até a próxima semana para registrar as chapas que entrarão na disputa no Processo de Eleição Direta (PED) do partido.

Por enquanto, para a presidência estadual três nomes estão colocados até o momento: Augusto Lobato (que vai tentar a reeleição), o ex-presidente Raimundo Monteiro e Francimar.

Na disputa pela direção de São Luís – até o momento – há somente o vereador Honorato Fernandes, que vai tentar a reeleição.

O PED acaba sendo decisivo para que o PT se posicione para as eleições 2020. Somente após esse processo os petistas discutirão as teses para o pleito.

Dependendo da ala que conseguir ganhar – não somente a presidência da legenda, mas também direito a espaços da Executiva -, o PT decidirá se terá candidatura própria ou apoiará candidato de outro partido.

É o PT com seu jeitão burocrático – os petistas dizem democrático – de definir posições para as disputas eleitorais.

Geralmente o partido chega tarde na mesa de discussão e acaba ficando sem qualquer espaço de destaque.

Estado Maior

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PT: rachado e burocrático

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O segundo semestre deste ano já vem chegando e com ele as articulações dos partidos políticos no Maranhão. O foco da maioria das legendas é São Luís, principalmente. Cidades maiores como Imperatriz, Timon, São José de Ribamar e Caxias também são cobiçadas pelas siglas.

Entre os partidos que têm peso para a disputa eleitoral no Maranhão, somente o PT não faz parte da lista das legendas que estão em plena ebulição das articulações políticas para as disputas municipais. O partido do ex-presidente Lula ainda fará o complicado e demorado Processo de Eleição Direta (PED) para escolha de seus dirigentes nacionais, estaduais e municipais. No Maranhão, os petistas escolherão os diretórios municipais e a direção estadual ainda em setembro.

Somente após esse processo, que é uma carregada disputa interna no partido, a legenda vai iniciar a apresentação de teses para as eleições municipais.

O PT é um partido que, no Maranhão, nunca refletiu a força que a legenda teve e ainda tem nacionalmente. Com mais de 30 anos, a sigla sempre preferiu o papel de coadjuvante nos processos eleitorais ou então ser o protagonista “sem qualquer força e possibilidade de vitória”.

Talvez seja pela postura dos próprios membros do partido no estado, que sempre buscaram espaços de poder de forma individual ou separada por alas que se sabotam diariamente, deixando de lado uma possibilidade de união.

E, assim, o PT maranhense entrará em mais uma eleição: rachado, desorganizado e burocrático em suas decisões.

Estado Maior

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PT discute projeto para São Luís

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O Diretório Municipal do PT de São Luís realizou no último sábado (6), uma reunião ampliada, que contou com a participação de filiados, militantes e representantes de entidades não governamentais. Foram debatidos temas como a jornada Lula Livre, ações do Governo Bolsonaro contra a classe trabalhadora e o PT e um projeto para São Luís.

A reunião contou com a presença do advogado Guilherme Zagalo, do secretário de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves, da advogada Helena Barros Heluy, do presidente da MOB Lawrence Pereira, do professor Saulo Pinto, da militante na área de Saúde Magda Aparecida, do professor Fernando, o representante do MST, Jonas; o advogado Mario Macieira e a militante Cricile Muniz.

Na abertura do seminário o presidente do Diretório Municipal, vereador Honorato Fernandes, falou do momento político que o País atravessa e destacou a necessidade da presença de todos na rua pelo movimento Lula Livre. Outro ponto destacado pelo vereador foi a importância de discutir a cidade de São Luís.

Nas suas falas o advogado Mário Macieira e a advogada Helena Barros Heluy falaram sobre o Golpe de 64 e a ditadura. O secretário Francisco Gonçalves fez uma análise da conjuntura política e Jonas falou sobre a jornada Lula Livre.

No período da tarde o tema foi São Luís. Os debatedores falaram sobre vários aspectos da cidade como Plano Diretor, mobilidade, saneamento e educação entre outros temas.

Ao final do evento o vereador Honorato Fernandes anunciou que está se licenciando da presidência do PT ficando. Quem assume pelo período de um mês é a militante petista Silvana Serra.

Foto: Divulgação

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PT realiza encontro em São Luís

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O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) de São Luís realiza neste sábado (6) um encontro às 9h, no Hotel Abeville. 

Segundo o presidente do PT em São Luís, vereador Honorato Fernandes, a reunião tem como pauta a Jornada Lula Livre em São Luís; os ataques do governo Jair Bolsonaro contra a Classe Trabalhadora; a ditadura e o tempo presente; o PT e um projeto para São Luís que discutirá os principais temas da cidade de São Luís e os desafios existentes para a construção de uma cidade de todas e todos. 

A reunião contará com a presença no debate de Guilherme Zagalo, Francisco Gonçalves, Helena Barros Heluy, Lawrence Pereira, Saulo Pinto, Magda Aparecida, Jonas Borges  e outros convidados. 

Manifesto Lula Livre

No próximo período de 7 a 10 de abril acontecerá em todo o país a Jornada Lula Livre, um dos temas da reunião do Diretório Municipal ampliada, no próximo sábado.

Convidamos os militantes dos movimentos sociais, os dirigentes do PT e partidos de esquerda, para o Ato de assinatura do Manifesto em defesa da Liberdade do ex Presidente Lula e por Nenhum Direito a Menos, nesta sexta (5), às 15h30, com a presença dos presidentes dos Diretórios Municipais do PT, PC do B, PCB, PSB e Psol que conjuntamente constroem esse momento e a resistência.

Local: Salão de Atos da Câmara Municipal de São Luís!
Horário: 15h30

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PSB quer Bira do Pindaré na disputa em São Luís

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O deputado federal Bira do Pindaré deve ser mais um nome na base de apoios do governador Flávio Dino (PCdoB) que poderá entrar na disputa pela sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Birá teve o seu nome lançado nesta segunda-feira (18) como pré-candidato do PSB a prefeito de São Luís durante encontro, em Brasília do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira e o presiente do PSB, no Maranhão, o prefeito de Timon Luciano Leitoa.

“Presidente do PSB-MA e integrante da Executiva Nacional, o prefeito de Timon, Luciano Leitoa esteve na sede do partido, em Brasília, nesta manhã. Tratamos da conjuntura política e da futura candidatura do deputado federal (MA) Bira do Pindaré à prefeitura de São Luis (MA)”, escreveu no Twitter e sua mensagem foi retuitada por Luciano Leitoa.

Nos bastidores, o comentário é de que Bira do Pindaré poderia contar com o apoio do Partido dos Trabalhadores (PT) e que o assunto será pauta de encontro petista.

O presidente da legenda em São Luís, vereador Honorato Fernandes disse que o nome de Bira é tem a sua preferência, mas que o assunto não será discudido agora.

“O PT vai reunir ainda, tem muito tempo pela frente. Agora, particularmente se não apresentarmos nenhum nome, embora a minha preferência é a de Bira. Ele tem a minha preferência se o PT não apresentar projeto próprio, o que ainda vamos debater, mas reforço que não vamos discutir isso. Não está se discutindo nome de ninguém, pois esse assunto não está pautado agora. Isso somente será tratado nos encontros de tática que ocorrem somente no ano que vem e que vai definir se teremos uma candidatura própria ou se faremos uma coligação “, disse

Honorato destacou que o encontro do PT discutirá outros temas como a Reforma da Previdência e a Jornada Lula Livre.

“Quanto a esse encontro mencionado não é para a questão de Bira é um encontro do Diretório Municipal de São Luís para debate sobre: a Jornada Lula Livre, Previdência e a construção de uma proposta para São Luís (educação, saúde, mobilidade, entre outros temas)”.

O petista não descartou o seu próprio nome na disputa. “Eu mesmo não descarto a possibilidade de me colocar a disposição do partido para o debate de São Luís”, finalizou.

Foto: Reprodução/Twitter

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Zé Inácio prega união dos deputados da Baixada

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O deputado estadual Zé Inácio (PT) foi o entrevistado desta quarta-feira (21), no Ponto Final, por Roberto Fernandes, na Rádio Mirante AM. Reeleito com 31.603 votos, o deputado disse acreditar que a Baixada poderá ter mais força com a eleição de três deputados da região.

“Eu acho que os deputados que foram eleitos na região na Baixada, alguns com origem na região da Baixada e outros com atuação na Baixada é importante ter essa sintonia e articulação para defender as pautas em defesa da Baixada. Eu acredito que a boa relação entre os deputados que foram eleitos poderá contribuir muito para que tenhamos uma atuação em conjunto na defesa da Baixada”, destacou lembrando que foram eleitos pela Baixada ainda os deputados Leonardo Sá (PRTB) e Thaiza (PP).

Zé Inácio disse que neste segundo mandato continuará defendendo temas importantes que foram destaques nos primeiros 4 anos. “Nós temos uma expectativa de continuar e ampliar as pautas que defendemos no primeiro mandato, dentre elas a questão racial, educação, saúde, agricultura familiar, defesa das comunidades quilombolas, mobilidade urbana, segurança pública, enfim são temas que defendemos e vamos continuar trabalhando na Assembleia”.

O deputado falou sobre a obra da ponte Bequimão-Central e disse que continuará lutando para a conclusão da obra.

“A ponte Bequimão-Central que é um sonho da população dos municípios dessa região e 10 municípios serão beneficiados. Continua a cobrança muito grande para que a obra venha a ser concluída. Nós não temos dúvida de que ela será concluída. A única questão é que ela está se dando de forma muito lenta por conta de diversos fatores, mas essa é uma outra pauta que nós estaremos numa posição muito firme de cobrar o governo do Estado que tem uma posição firme de fazer essa obra. Na verdade a obra nunca parou, os serviços é que estão sendo executados de forma muito lenta. Eu acredito que a partir do ano que vem, a obra ganhará um ritmo mais acelerado e esse é o nosso papel como deputado cobrar a conclusão da obra que é importante para o crescimento econômico da região”.

Zé Inácio avaliou como positiva a participação do PT nas eleições, mesmo com a derrota na eleição presidencial.

“Primeiramente é importante destacar que nesses últimos dois três anos, o PT sofreu um desgaste muito grande. O partido foi criminalizado. Várias lideranças nossas foram perseguidas sobre o ponto de vista político e ainda assim com esse desgaste, a minha opinião é de que o PT saiu um partido fortalecido nos municípios, com os movimentos sindicais. Nós fizemos a maior bancada na Câmara dos Deputados. Nós elegemos 4 governadores. Somos o segundo partido que mais elegeu deputados estaduais a nível nacional e na eleição presidencial com a retirada da candidatura do Lula, nós tivemos que colocar o Fernando Hadad e mesmo com a derrota nas urnas o partido saiu fortalecido. O partido agora tem que se organizar para disputar a eleição de 2020 e depois pensar em 2022. Com o massacre midiático que o PT sofreu isso fez com que o partido tivesse uma rejeição muito grande, mas nós conseguimos confrontar dois projetos políticos bem distintos e nós temos que respeitar o projeto vencedor que foi o de Jair Bolsonaro que foi eleito para fazer o que ele tem dito. Ele já disse que vai acabar com o Mais Médicos e retirar os médicos cubanos. Esse é um exemplo típico dos debates que nós teremos entre o projeto que foi apresentado pelo PT e o programa da ulta-direita respaldada no neo-liberalismo. O PT agora tem que se comportar como Oposição, mas fazendo uma Oposição responsável para que não possa aprofundar a crise política que tomou conta do país nos últimos anos”, explicou.

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Eliziane explica ausência em ato de Haddad

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A senadora eleita Eliziane Gama (PPS) não participou da caminhada e ato político realizado pelo candidato  a presidência da República Fernando Hadad (PT), ontem, em São Luís e que foi comandado pelo governador Flávio Dino.

Muita gente atribuiu a ausência da deputada no evento petista ao fato dela ser “crítica severa” do PT, na Câmara dos Deputados e de ter votado pelo impeachement da presidente Dilma Rousseff. E temendo uma reação negativa por parte dos militantes do Partido dos Trabalhadores, ela tenha evitado ir ao ato.

Mas Eliziane nega ter evitado participar do evento por este motivo. Ela diz ter avisado o governador Flávio Dino. No Twitter ela disse estar fazendo um tratamento de saúde fora do Maranhão.

Em mensagem encaminhada ao Blog do Zeca Soares, Eliziane Gama reafirmou que não está no Maranhão neste domingo (21).

“Não estou no Maranhão. Havia informado o governador”, disse.

Perguntada sobre em quem votará neste 2º turno, Eliziane Gama disse: “Estou fechando um acompanhamento”.

Mas no Twitter, Eliziane “reafirma compromisso com o Maranhão e o apoio incondicional e integral ao seu grupo político comandado pelo governador Flávio Dino”, escreveu.

Foto: Arquivo pessoal

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Fernando Haddad faz campanha em São Luís

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O candidato Fernando Haddad (PT) à presidência da República participou de ato político no bairro do Anil, em São Luís.

O candidato do PT prometeu que a partir de janeiro em nenhuma cidade do país o botijão de gás de cozinha custará mais de R$ 49. Atualmente, o botijão de gás de cozinha custa R$ 75.

“A partir de 1º de janeiro, vamos anunciar uma medida e em nenhuma cidade do país, o preço do gás de cozinha será superior a R$ 49 reais”, disse.

Haddad também anunciou que a partir de janeiro o valor do Bolsa Família será reajustado em 20%.

O petista esteve pelo governador Flávio Dino (PCdoB), pelo senador eleito Weverton Rocha, Othelino Neto, presidente da Assembleia Legislativa, dentre outras lideranças políticas.

Foto: Afonso Diniz

 

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Racha nacional

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A direção nacional do PDT deixou complicada a relação do partido com o governador Flávio Dino (PCdoB), que comemora até hoje o fato de Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT) serem os novos senadores do Maranhão a partir de 2019.

O problema é que na pós-eleição de primeiro turno, as relações – até então próximas do PDT com o PT (pelo menos no nível nacional) – estão demonstrando não estarem tão boas assim.

Carlos Lupi, que comanda o partido nacionalmente, por exemplo, não quer sanar a ferida entre as duas legendas relacionada à sugestão dos pedetistas ao PT de desistir da candidatura de Fernando Haddad para apoiar Ciro Gomes para a Presidência da República. O PT, na verdade, nunca cogitou tal possibilidade. E com tudo isso e por isso, o PDT por história, de fato, deverá seguir tudo o que Lupi decidir.

E nesse contexto, o senador eleito em 2018, Weverton Rocha, deverá seguir os passos do guru, Lupi, e ser oposição a quem for eleito no próximo dia 28.

O fato é que, com a postura inicial dos pedetistas com sustentação da direção nacional, Dino poderá seguir mais quatro anos sem uma bancada no Senado Federal fechada com os interesses comunistas – isto em caso de vitória do PT à Presidência. Weverton deve seguir o seu sustentáculo no PDT, o que é natural – até poque há disputas que podem não deixar PDT e PCdoB tão próximos no Maranhão no futuro.

E isso tem relação com a disputa pela prefeitura de São Luís em 2020 e pelo governo em 2022.

Sem acordo

Além de Weverton Rocha, a outra senadora eleita, Eliziane Gama (PPS), não deve compor a bancada de aliança que o PCdoB nacional deverá seguir.

Isso porque, nacionalmente, o PPS comandado por Roberto Freire, sempre foi oposição ao PT. E o mais provável é que se una a qualquer legenda que siga a linha antipestista.

Com isso, Eliziane Gama não deve pensar muito em voltar à postura de 2015 que foi de condenar o PT como o governo mais corrupto da história do Brasil.

Estado Maior

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PDT terá a maior bancada na Assembleia Legislativa

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O PDT terá a maior bancada de deputados na Assembleia Legislativa do Maranhão na nova legislatura a partir de fevereiro de 2019. (veja aqui a lista dos deputados estaduais eleitos).

O partido comandado por Weverton Rocha no Maranhão que também foi eleito senador terá sete deputados. Desses, três são novatos e quatro conseguiram se reeleger. Ao todo, os sete deputados do PDT receberam 317.794 votos.

A segunda maior bancada será do PCdoB, do governador Flávio Dino que terá seis deputados, sendo dois novos e quatro que conseguiram se reeleger. Os deputados do PCdoB tiveram 311.867 votos. A terceira maior bancada será a do DEM com cinco deputados. São dois novos e três reeleitos no DEM.

A lista segue com PR, Solidariedade e PV com três deputados. PP, PSB, MDB e PRTB conseguiram eleger dois deputados, enquanto PRB, PSL, PTB, Pros, PMN, PSDB e PT elegeram apenas um.

Na Câmara dos Deputados, quatro partidos terão dois deputados: PR, PMN, PCdoB e MDB. (clique aqui para ver a lista dos eleitos).

Outros dez partidos conseguiram eleger um deputado cada: PTB, PSD, Podemos, PP, PRB, PSB, DEM, Patriotas, PT e PDT.

No Senado, nos próximos oito anos teremos o PDT com Weverton Rocha e o PPS com Eliziane Gama, além de Roberto Rocha, do PSDB que terá mais quatro anos de mandato.

Foto: Agência Assembleia

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