São Luís realiza Dia D de combate ao Aedes

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Com visitas domiciliares, ações de limpeza nas ruas e abordagens educativas, a Prefeitura de São Luís contribuiu com o Dia D de Combate ao Aedes aegypti. Realizado nesta quarta-feira (13), o Dia D em São Luís reuniu, no Parque do Bom Menino, representantes de municípios da grande Ilha e do poder público federal e estadual. O objetivo foi intensificar as iniciativas contra o mosquito e mobilizar a população para o combate às arboviroses (doenças transmitidas por mosquito a exemplo da dengue, zika e chicungunya). As ações visam fortalecer a prevenção, especialmente alertando a sociedade para os cuidados durante o período chuvoso.

Representando o município de São Luís, a secretária adjunta da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), Natália Mandarino, ressaltou a redução de 80% nos casos de dengue registrados em 2017 na cidade. “Esse índice é fruto de um trabalho permanente realizado pela Prefeitura em todos os distritos sanitários da cidade. Apesar do resultado favorável e do cenário positivo, não vamos ficar confortáveis. Vamos prosseguir com as ações, trabalhando continuamente e cada vez mais para eliminar o mosquito e combater as doenças causadas por ele”, enfatizou a adjunta.

O Dia D contou com a participação do representante do Ministério do Meio Ambiente, Jair Tannus. “O poder público precisa da colaboração ativa da população no combate ao mosquito. O cuidado permanente em casa, nos locais de trabalho, nas escolas e em outros espaços públicos é o principal instrumento no desafio de eliminar o mosquito. Essa é a hora de, mais uma vez, lembrar que o Maranhão é forte e que o Brasil tem um povo que não será derrotado por um mosquito”, disse Jair Tannus.

Parceria

As ações de combate às arboviroses em São Luís, contam com iniciativas dos governos federal, estadual e municipal. O trabalho do município, por exemplo, consiste em realizar visitas domiciliares e abordagens educativas, com distribuição de materiais informativos. As ações envolvem o trabalho das secretarias municipais de Saúde (Semus) e de Obras e Serviços Públicos (Semosp) e são executadas especialmente em áreas prioritárias como Centro, Monte Castelo, Coroadinho e Cohatrac III.

Representando o poder público estadual, o secretário adjunto da Política de Atenção Primária e Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Marcelo Rosa, reforçou a importância do trabalho conjunto na luta contra o Aedes aegypti. “Tivemos um avanço grande no combate ao mosquito, na redução dos casos das arboviroses. Isso é resultado de uma parceria do Governo Federal e Estadual e dos municípios que se dedicaram muito nesse trabalho. Contamos com o compromisso das prefeituras na limpeza das cidades e, por isso, evoluímos especialmente nos municípios de São Luís, Paço do Lumiar e Raposa”, destacou.

Foto: A. Baeta

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Edivaldo celebra 20 anos do título da Unesco

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O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) destacou nas redes sociais, o aniversário de 20 anos do título de Patrimônio da Humanidade concedido pela Unesco a São Luís.

A data é comemorada nesta quarta-feira (6).

“Há 20 anos São Luís recebia da Unesco o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. E não há como não reconhecer o valor e a beleza de nossa cidade que é dona do maior conjunto arquitetônico de influência portuguesa das Américas”, disse.

“Temos orgulho de fazer parte dessa história e contribuir para que as futuras gerações também desfrutem de uma cidade histórica viva. Parabéns, São Luís!”, finalizou.

Na televisão e nas redes sociais, a Prefeitura de São Luís divulgou um vídeo no qual celebra os 20 anos dessa grande conquista.

Foto: Divulgação

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Prefeitura promove Festejo Junino em SP

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A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Turismo (Setur), representou a capital maranhense no Encontro de Negócios de Festejos Juninos ocorrido nesta quarta-feira (22) em São Paulo. O evento recebeu operadoras associadas à Braztoa e agências de receptivos de cinco cidades. O encontro é uma continuidade às ações já realizadas pelo Ministério do Turismo em São Luís e tem a parceria da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa).

A secretária municipal de turismo, Socorro Araújo, apresentou São Luís para as mais importantes operadoras de turismo do Brasil. Também estiveram presentes agências de receptivo da cidade – Taguatur Turismo e Giltur Viagens e Turismo.

“Essa é uma oportunidade de movimentar ainda mais o São João do próximo ano. Organizar com antecedência as ações de divulgação e dialogar com as agências e operadores de viagens traz uma grande visibilidade para a cidade”, explicou a secretária.

Durante a manhã, os destinos discutiram estratégias e receberam orientações da Braztoa e do Ministério do Turismo para participação no Encontro de Negócios, que foi realizado à tarde.

O encontro foi exclusivo para representantes de São Luís, Corumbá (MS), Campina Grande (PB), Bragança (PA) e Belo Horizonte (MG), destinos selecionados por meio de edital de chamada pública. O objetivo é a aproximação entre compradores e vendedores, propiciando a inserção de novos produtos turísticos de São João no mercado brasileiro. Por meio deste edital, a pasta trabalha na transformação dos festejos juninos em um produto turístico com ‘a cara’ do Brasil.

Foto: Divulgação

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‘Lendas de São Luís’ é tema do Sarau Histórico

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A cidade de São Luís é cercada por mistérios e lendas que são repassadas de geração para geração. Quem não conhece a lenda de Ana Jansen, que passeia pelas ruas do Centro Histórico na sua carruagem? Bom, se você não conhece, poderá ficar inteirado desta e de outras histórias no Sarau Histórico que a Prefeitura promove, por meio da Secretaria Municipal de Turismo (Setur), nesta sexta-feira (17). O evento, que traz como tema ‘Lendas de São Luís’, é gratuito e começará às 19h, na Praça Benedito Leite.

O Sarau Histórico integra o programa Reviva e tem a proposta de fortalecer a cultura ludovicense para os moradores da capital e para os turistas. A titular da Setur, Socorro Araújo, destacou que incentivar a cultura local significa atrair olhares de moradores de outras regiões. “A capital maranhense já causa encanto em todos devido às suas belezas naturais e acervo arquitetônico rico. Se a gente puder trazer a nossa história como mais um atrativo, é um ganho imensurável para a cidade”, explica a gestora.

Em meio a poesias e músicas temáticas, o Sarau trará à tona as principais lendas da cidade interpretadas pela companhia Tramando Teatro, que pensa em uma linguagem lúdica para retratar a São Luís do passado.

Uma das mais conhecidas é a de Ana Jansen. A personagem teve a sua história modificada quando pesquisadores entenderam que, na verdade, a “Rainha do Maranhão” atraiu maus olhares por não aceitar os padrões da sociedade da época – quando as mulheres não podiam assumir funções de alta representatividade, fazendo com que histórias de cunho negativo fossem criadas a respeito delas.

Outra lenda bastante famosa é a da Manguda, que trouxe pavor e sobressalto às crianças e a considerável parte da população adulta de São Luís no século XIX. Deu origem à lenda a farsa idealizada e mandada executar por comerciantes envolvidos no contrabando de mercadorias – principalmente tecidos europeus – introduzidas no comércio local sem o pagamento dos tributos devidos. Eles começaram a disseminar a história de que uma figura fantasmagórica estava passeando pela cidade durante a noite, para facilitar o contrabando. Ela foi batizada de Manguda, em virtude de trajar chambre alvo, de mangas muito largas e compridas. O rosto estava sempre coberto por uma máscara, e da cabeça nascia uma nuvem de fumaça.

O Sarau Histórico faz parte do programa Reviva, que abrange ainda o Passeio Serenata e o Roteiro Reggae. Com programação fixa na cidade, as próximas edições do Passeio Serenata ocorrerão no dia 22 de novembro e 13 de dezembro, e o Sarau Histórico movimentará o Centro nesta sexta-feira, 17, e no dia 20 de dezembro, encerrando a programação deste ano do Reviva.

Fotos: Maurício Alexandre

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Livro ‘Ecos da Baixada’ é lançado em SL

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Lançado neste terça-feira (14) o livro “Ecos da Baixada: coletânea de artigos e crônicas sobre a Baixada Maranhense”. O livro foi organizado pelo escritor Flávio Braga e os textos são assinados por 32 coautores, naturais ou vinculados afetivamente à Baixada Maranhense.

A mencionada coletânea inaugura o catálogo de publicações do selo editorial “edições FMDB”, projeto literário concebido pelo Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM), entidade da sociedade civil, sem fins lucrativos, com atuação na Capital e nos municípios da Baixada Maranhense e do Litoral Ocidental Maranhense.

O FDBM tem a missão institucional de ser um canal de interlocução com as diversas esferas do Poder Público para discussão, reivindicação, proposição e superação das necessidades históricas da Baixada Maranhense, sobretudo as demandas relacionadas às áreas de educação, saúde, assistência social, cultura, meio ambiente, ecoturismo, desenvolvimento sustentável, segurança alimentar, combate à pobreza, transporte e mobilidade, agricultura familiar, arranjos produtivos locais e habitação popular.

A publicação congrega uma plêiade de escritores baixadeiros, uns noviços e outros já consagrados no mundo das letras, amantes de sua região de origem, que, a despeito da riqueza natural, da diversidade multifacetada de mar, rios, lagos, terra, campos, flora e fauna, de ostentar uma riquíssima cultura – até um sotaque peculiar, um léxico de palavras únicas – continua amargando o esquecimento e um desenvolvimento espasmódico que alcança, só precariamente, a sua gente laboriosa.

Ler o livro é fazer uma impressionante viagem pela Baixada, percorrendo os seus encantos naturais, lendas, valores, saberes, tradições, costumes, gastronomia… e as nostalgias, prantos, sonhos, reflexões e reminiscências dos cronistas e articulistas.

O eco é um som que reverbera, mesmo depois de haver cessado a sua fonte originária. Ele ricocheteia e se dissemina, reproduzindo a palavra várias vezes, para que seja ouvida e consiga despertar, em seus ouvintes passivos e alheios, a atenção necessária.

Os atuais ecos da Baixada se confundem com o dos ancestrais, retumbando pelos rios, igarapés, enseadas, campos, tesos, lagos, comunidades rurais e pela baía de São Marcos.

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MP apresenta dados sobre violência em SL

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Foi realizada na tarde da última terça-feira (14), na Câmara Municipal de São Luís, a audiência pública “Diagnóstico da criminalidade na grande ilha de São Luís”. A iniciativa foi do presidente da Câmara, Astro de Ogum (PR), em parceria com o Ministério Público do Maranhão, Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) e Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Durante a audiência, presidida pelo vereador Honorato Fernandes (PT), o promotor de justiça José Cláudio Cabral Marques, coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOp-Crim) apresentou o trabalho de georreferenciamento de crimes, que está sendo desenvolvido e subsidiando o diagnóstico criminal da capital maranhense. Esse trabalho faz a associação entre os crimes ocorridos e os locais onde eles aconteceram.

Cláudio Cabral enfatizou a importância do cruzamento dos dados obtidos com outras informações, como o contexto socioeconômico das comunidades. Dessa forma, consegue-se tratar um panorama mais real da criminalidade e trabalhar no desenvolvimento de estratégias de combate ao problema. Para isso, o promotor de justiça ressaltou o trabalho conjunto que vem sendo desenvolvido entre Ministério Público, Imesc, Secretaria de Estado de Segurança Pública e Câmara Municipal. O Legislativo Municipal viabilizou a aquisição do software necessário à implantação do projeto.

Para o coordenador do CAOp-Crim, a mudança na realidade de violência vai além do aumento de contingente policial ou de viaturas e armamentos. É preciso que se adote novas estratégias, utilizando-se de quatro Is: informação, inteligência, investigação e integração.

Em seguida, Yata Anderson Masullo, pesquisador do Imesc, apresentou o estudo que vem sendo desenvolvido pelo órgão. O histórico levantado desde 2005 aponta crescimento de crimes violentos com mortes durante 10 anos. De 2015 até agora, no entanto, os índices têm caído. O levantamento do Imesc também aponta outros dados como os bairros mais violentos e os dias e horários em que mais crimes acontecem.

Como recomendações, o Imesc apontou a possibilidade de melhorias no registro de ocorrências, a elaboração de uma Lei de Bairros em São Luís e de um Plano Municipal de Prevenção à Violência.

O diretor da Secretaria para Assuntos Institucionais do MPMA, Marco Antonio Santos Amorim, que representou o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, também ressaltou a importância da integração entre as diversas instituições e o uso de estratégias de inteligência no combate à criminalidade. A esses fatores, Marco Amorim acrescentou o controle social e a transparência como indispensáveis não só na segurança pública quanto no combate à corrupção.

O secretário Jeferson Portela afirmou que a segurança pública não é um problema de polícia, e sim de Estado. Ele também defendeu a necessidade do controle social por parte da população, que é base da democracia.

Já a deputada federal Eliziane Gama (PPS) falou sobre as discussões sobre segurança pública que vem sendo desenvolvidas no Congresso Nacional. Para a parlamentar, além da atuação repressiva das forças de segurança, é necessário que se atue também no viés da prevenção. Nesse sentido, ela ressaltou a atuação no combate às drogas, pois muitos crimes estão ligados a elas, sejam por meio do tráfico ou do consumo de entorpecentes.

Também participaram da audiência pública a promotora de justiça Márcia Moura Maia; os vereadores Sá Marques (PHS), Estevão Aragão (PSB), Genival Alves (PRTB), Cézar Bombeiro (PSD), Chaguinhas (PP) e Pavão Filho (PDT); o subcomandante da Guarda Municipal, Heitor Máximo Soares; o subcomandante-geral da Polícia Militar, coronel Luongo; o delegado geral da Polícia Civil, Leonardo do Nascimento; o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Maranhão (Abrasel), Jorim Itamar; e o ex-vereador José Joaquim Ramos.

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Honorato alerta para violência em São Luís

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Durante pronunciamento esta semana, na Câmara Municipal, o vereador Honorato Fernandes (PT) pontuou alguns crimes ocorridos na semana passada que refletem o elevado grau de violência da cidade de São Luís. Solicitou ainda ao Governo do Estado uma atenção maior com relação à segurança pública na região do Cajueiro, comunidade tradicional da zona rural de São Luís, que, atualmente, vive sob ameaça por conta do projeto de construção de um porto privado na região.

Ao falar sobre o alto grau de violência da cidade, o parlamentar destacou o assassinato da menina Allana, a troca de tiros que terminou com uma pessoa ferida, no bairro do Vinhais, e a tentativa de invasão à sede do Diretório Estadual do PT, no Cohafuma. Todos os crimes registrados a semana passada.

Quanto ao assassinato da menina Allana, representando a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, na qual figura como presidente, Honorato repudiou o ato de covardia e brutalidade, chamando atenção ainda para o crescimento no registro de crimes cujos alvos são meninas ou mulheres, tipificado no código penal como feminicídio, uma vez praticado por razões atreladas à condição do sexo feminino.

“Um crime covarde e bárbaro cometido por alguém que deveria cuidar e proteger, mas se aproveita da inocência e da fragilidade daqueles que não conseguem se defender, violando assim o seu corpo. E, infelizmente, o caso da menina Allana é apenas mais um que deve servir de reflexão para nós, quanto à violência que acomete diariamente inúmeras meninas e mulheres da nossa cidade”, destacou o presidente da Comissão de Direitos Humanos.

Referindo-se a pichação e à tentativa de invasão à sede do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores, o vereador, que também é presidente do diretório municipal do partido, lamentou o ocorrido, sobretudo, pelo sentimento de intolerância, motivação principal do ato criminoso, segundo ele.

“A pichação e a tentativa de invasão à sede do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores muito me entristeceu também, não apenas pelo ato criminoso em si, mas pelo fato do ato ser uma clara demonstração do alto grau de intolerância da nossa sociedade, que não tem conseguido conviver com o diferente. Alimentadas pelo ódio, nossa sociedade tem sido intolerante com ideologias e pensamentos contrários, num claro ataque aos princípios democráticos”, destacou.

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Prefeitura combate trabalho infantil em SL

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A Prefeitura de São Luís, por meio das secretarias municipais da Criança e Assistência Social (Semcas); Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa); Segurança com Cidadania (Semusc); e o Conselho Tutelar (CT) da área São Francisco/Cohama realizaram, na tarde desta sexta-feira (10), uma blitz de combate ao trabalho infantil na feira livre do bairro Renascença.

A ação, articulada pela Semcas, teve por finalidade identificar a incidência de trabalho infantil no local e promover os devidos encaminhamentos para a aplicação de medidas protetivas, através da rede de proteção social – Conselhos Tutelares e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas).

De acordo com a coordenadora do Serviço de Abordagem Social da Semcas, Marta Andrade, os meninos e meninas chegam às feiras em busca de retorno financeiro, às vezes para suprir necessidades próprias ou são encaminhados para complementar a renda familiar. “Nós esclarecemos o equívoco do uso da mão de obra infantil durante a visita, e feirantes, pais e clientes são advertidos sobre o erro no incentivo dessa prática”, alertou a coordenadora.

É considerado trabalho infantil toda forma de trabalho exercido por crianças e adolescentes, abaixo da idade mínima legal permitida para o trabalho, conforme a legislação de cada país. As formas mais nocivas ou cruéis de trabalho infantil não apenas são proibidas como também constituem crime. A blitz será realizada durante todo o mês de novembro em outras feiras da capital.

Foto: Marcone Pinheiro

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Greve dos motoristas é ilegal, diz TRT

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O desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) decidu decretar ilegal a greve do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários no estado do Maranhão prevista para esta terça-feira (7) em São Luís.

Em sua decisão que atende uma Ação Cautelar de Urgência protocolada pela Prefeitura de São Luís, o desembargador fixou multa diária de R$ 300 mil e determinou que o Sindicato dos Rodoviários responsabilize-se pelo funcionamento de 100% frota de ônibus em 100%, em todas as linhas, itinerários e horários.

“Defiro parcialmente o pleito, determinando a fixação da frota operante nesta Capital, durante todo o período que durar a greve preconizada, em percentual não inferior a 100% (cem por cento), nos dias da paralisação promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários no estado do Maranhão (STTREMA), que acontecerá a partir do dia 7 de novembro de 2017, o qual será aferido mediante controle de frota fornecido pelo Sindicato das empresas de Transportes de Passageiros de São luís (SET).

Defiro, também, ad cautelam, medidas proibitivas de protesto alternativo, tais como: vandalismo; danos ao patrimônio público ou privado; bloqueio de vias públicas impedindo a circulação de veículos e pessoas; bloqueio das garagens das empresas prestadoras do serviço de transporte público municipal, etc…, que possam resultar em tumulto ou, em prejuízo à paz social.

Fixo, em caso de descumprimento por parte dos requeridos, das determinações supra, multa diária de R$ 10.000,00 (dez mil reais)”, diz o desembargador em sua decisão.

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Protesto acaba em conflito em São Luís

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Uma manifestação realizada na manhã desta segunda-feira (6) no bairro João Paulo, em São Luís resultou em um conflito entre policiais e manifestantes. Durante a manifestação líderes do movimento foram presos e o fotografo Paulo Soares, do jornal O Estado, foi agredido enquanto tentava registrar a ação dos policiais. Seis pessoas foram detidas.

O ato foi iniciado nas primeiras horas da manhã e bloqueou completamente a Avenida São Marçal, principal via bairro e que dá acesso ao centro da capital. Por conta do bloqueio, um grande engarrafamento se formou no local e muitos passageiros foram obrigados a descer os coletivos e seguir a pé até o seu destino.

Os moradores da Rua da Felicidade, conhecida como ‘Rua da Vala’ manifestavam contra as condições precárias da via. A reivindicação dos moradores é antiga e a Defensoria Pública do Estado (DPE-MA) entrou com um processo na Justiça obrigando que a Prefeitura de São Luís e a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) realizem obras de drenagem e saneamento. De acordo com os manifestantes a obra deveria ter começado em fevereiro, mas até o momento nada foi feito.

Os manifestantes pretendiam encerrar o protesto às 9h da manhã, mas 20 minutos antes do fim do ato, começou um conflito entre policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar que chegaram para dispersar a multidão e desbloquear a pista. Um dos policiais quase foi atingido por um pneu que fazia o bloqueio da via e em seguida, ele jogou spray em alguns manifestantes. A Polícia Militar entrou em ação a deu voz de prisão aos líderes da manifestação. Durante a ação o fotografo do jornal O Estado, Paulo Soares, foi agredido por policiais enquanto tentava registrar a prisão dos manifestantes.

Seis pessoas que participavam do manifesto foram presas e levadas para a Delegacia do bairro João Paulo e em seguida, para a Delegacia de Roubos e Furtos do bairro Vila Palmeira, onde foram iniciados os procedimentos para a apuração do que aconteceu no conflito entre a PM e os manifestantes. “O choque já chegou e começou a jogar bomba, muita gente foi agredido e a gente após sair daqui vai fazer um boletim de ocorrência da agressão”, disse Germano de Sousa, um dos manifestantes.

Segundo os policiais, a corporação só foi responsável em retirar os manifestantes da via. “Nós fizemos o trabalho que deveria ter sido feito a desobstrução. Houve a resistência por parte de alguns e nós tivemos que fazer e demos voz de prisão e conduzimos ao distrito”, afirmou o Coronel Harlan, da Polícia Militar.

Por meio de nota, o jornal O Estado repudiou a forma violenta de como o policial militar agiu para impedir o registro das imagens da ação policial durante a manifestação e afirma que irá recorrer de medidas legais, em defesa da liberdade de imprensa e dos direitos à integridade do repórter no exercício da profissão.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) por meio da Polícia Militar informou que irá abrir procedimento para apurar a agressão. A nota afirma que o órgão não compactua ou mesmo legitima condutas ilegais ou que violem o respeito à dignidade humana.

A Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos de São Luís (Semosp) afirmou por meio de nota que faz a desobstrução de galerias, canais e bueiros de forma periódica no bairro do João Paulo e informou que há obras previstas para os serviços de drenagem no local.

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