Filho de Jackson diz que Dino é uma farsa política

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O médico Igor Lago – filho do ex-governador Jackson Lago – que tem sido um dos mais duros críticos da governo Flávio Dino (PCdoB) se manifestou nas redes sociais sobre a denúncia de uso politico da PM para monitorar adversários políticos do Palácio dos Leões.

Se confirmado, segundo Igor Lago este  será o fato político mais grave que um governo tenha produzido nos últimos anos.

Igor finaliza o artigo classificando o governo de Flávio Dino “uma farsa política e administrativa!”.

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Pré-candidatos condenam ‘Polícia Politica’ de Dino

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Três pré-candidatos ao governo do Maranhão se manifestaram nas redes sociais a respeito da circular que mostrou o uso político da Polícia Militar pelo governo Flávio Dino (PCdoB) para monitorar seus adversários políticos.

O documento que foi divulgado nas redes sociais provocou o repúdio da classe política.

O deputado Eduardo Braide (PMN) condenou o uso da política como instrumento de perseguição.

O senador Roberto Rocha (PSDB) disse que Flávio Dino se transformou em um general de opereta, autoritário em seu delírio de grandeza e pretensa superioridade moral.

O ex-deputado Ricardo Murad (PRP) disse que a A PM não irá se transformar na SS, a Polícia Política de Adolf Hitler, perseguindo pessoas por suas ideologias.

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Andrea destaca apuração de uso político da PM

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A deputada estadual Andrea Murad (PRP) comentou a abertura de Procedimento Preparatório Eleitoral pela Procuradoria Regional Eleitoral e alertou para o fato dos abusos se tornarem mais intensos nestas eleições majoritárias se os órgãos competentes não tomarem medidas extremas para coibir a prática. Nesta sexta-feira (20), o PRP também anunciou que vai requerer da Justiça Eleitoral as providências para impedir o abuso.

“A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão, através do procurador Pedro Henrique Castelo Branco, reagiu às denúncias de uso da Polícia Militar como instrumento de intimidação da oposição e abriu investigação para apurar abuso de autoridade e prática de ilícitos eleitorais por parte de Flávio Dino. O caso denunciado, com ampla repercussão nacional, causou indignação e revolta em todos os maranhenses. Iremos levar às últimas consequências para que haja responsabilização das autoridades do governo que participaram dessa violência. Portanto, pertinente e essencial essa medida da Procuradoria de investigar ordem do comando da PMMA para identificar adversários que possam constranger o governo nas eleições. Digo mais, o MPE precisa abrir mais ainda os olhos e agir imediatamente para coibir todo abuso do governador neste pleito”, alerta Andrea Murad.

A deputada lembrou o caso de abuso de poder no município de Coroatá nas Eleições 2016, quando Flávio Dino enviou o próprio secretário de estado da segurança, Jefferson Portela, para promover um dos maiores abusos de autoridade.

“Em Coroatá, quero relembrar que vimos acontecer esse abuso de poder, com uso de estrutura militar, para impedir a disputa democrática nas Eleições 2016 daquele município, nos revelando quem é Flávio Dino na luta para se perpetuar no poder a qualquer custo, e hoje, esse memorando da PMMA é apenas uma pequena prova do que de fato ele pretende fazer neste ano com a estrutura do governo. Sem dúvida, muitos episódios irão se repetir se as medidas não forem tomadas”, disse a deputada.

Foto: Nestor Bezerra

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‘Governador não respeita os limites’, diz Adriano

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O presidente do Partido Verde (PV) no Maranhão, Adriano Sarney divulgou nota repudiando o uso político da Polícia Militar do Maranhão pelo governo Flávio Dino.

Segundo o PV, os documentos divulgados reafirmam a suspeita de utilização da máquina pública para fins políticos e eleitoreiros.

Leia a nota na íntegra:

“O Partido Verde (PV) no Maranhão vem a público manifestar total repúdio ao governo Flávio Dino (PCdoB), face à revelação, por meio de documentos da Secretaria de Segurança, a respeito do ordenamento aos batalhões da Polícia Militar no interior para espionagem de adversários políticos do governo atual.

O PV entende que esses documentos reafirmam a suspeita de utilização da máquina pública para fins políticos e eleitoreiros, demonstrando que o governador não respeita os limites do estado de direito e da democracia.

Trata-se de uma perseguição sem precedentes no Brasil, desde a retomada da democracia. O partido informa que vai representar junto ao Ministério Público, à Justiça Federal e também a o Superior Tribunal de Justiça, apara que esse caso seja devidamente investigado a fim de que não se deixe nenhum vestígio de impunidade”.

Adriano Sarney
Presidente PV-MA

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Sousa diz que uso político da PM é um ‘escândalo’

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O deputado estadual Sousa Neto (PRP) se manifestou nas redes sociais sobre uso político da Polícia Militar, pelo governo de Flávio Dino (PCdoB) para perseguir membros da Oposição no Maranhão

“Um verdadeiro absurdo! É mais um escândalo que trago para conhecimento de todos os maranhenses e que comprova o modus operandi sujo utilizado pelo governo comunista”, afirmou.

Sousa Neto defendeu imediata apuração dos fatos pela Justiça Eleitoral sob pena de comprometimento de todo o processo eleitoral.

“Não podemos permitir que esse governo criminoso volte a agir, como fez nas eleições municipais, que usou às forças de segurança para perseguir adversários, abusou do poder e da máquina pública em favor dos seus aliados”.

O parlamentar acrescentou que a Polícia Militar não pode ser usada pelo governador Flávio Dino para fazer política.

“A Polícia Militar não pode ficar sob o comando de Flávio Dino, candidato à reeleição, e nem ser usada para fazer política e intimidar quem se declarar oposição”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

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Polícia política?!?

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A Circular número 08/2018, atribuída ao Comando de Policiamento de Área do Interior, e que circula em redes sociais e grupos de WhatsApp desde ontem, é mais um escândalo com a marca do governo Flávio Dino. E confirma com todas as letras o aparelhamento do sistema de Segurança Pública pelo PCdoB, com o objetivo de monitorar, constranger e perseguir adversários do governador no interior maranhense.

O documento pede, “em caráter de urgência”, que as unidades policiais do interior informem “as lideranças que fazem oposição ao governo local (exprefeito, ex-deputado, ex-vereador) ou ao Governo do Estado, em cada cidade, que podem causar embaraços no pleito eleitoral”.

A ordem é uma afronta aos direitos fundamentais do cidadão. É típica dos estados policialescos implantados pelo comunismo mundo afora. E ideia do representante maior do comunista maranhense usa o aparelho policial abertamente contra seus adversários.

Dino aparelha a Polícia Militar desde o início do seu governo. Tentou criar a figura do oficial temporário, botou pela janela um batalhão de pastores evangélicos, como oficiais, sem concurso, em troca de votos, e tem “formado” soldados a toque de caixa, com reduzido tempo de preparação e o doutrinamento para seguir como agentes do governo comunista.

Mas a revelação de que usa a política em interesse próprio remete o Maranhão aos tempos mais duros da ditadura, quando a polícia passou a perseguir todos que não tivessem vínculo com os chefes de governo da época. É a PM transformada por Dino em polícia política. E todos sabem o fim dessa história.

Direitos humanos – Os deputados federais da oposição maranhense pretendem acionar os organismos internacionais de segurança e Direito Humanos.

Eles entendem que a circular da PMMA é a prova de que se implantou no Maranhão uma espécie de enclave ditatorial comunista, que pode oferecer riscos aos cidadãos.

A ideia é expor o aparelhamento da PM e a transformação dos setores de segurança em polícia política.

Estado Maior

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Andrea Murad repercute caso Mariano na Assembleia

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A deputada Andrea Murad (PRP) destacou em discurso, na sessão plenária desta quarta-feira (19), a prática constante de Mariano de Castro, descrita em carta de sua autoria, sobre os vários serviços e pagamentos que demandavam ao ex-assessor do governo Flávio Dino sem qualquer contrato ou legalidade. Andrea continua defendendo que o governador é o principal comandante desse esquema denunciado por Mariano.

“A maneira dele [Flávio Dino] se defender é dizendo que a carta é inventada, que são reportagens e fotos fraudadas, essa é a maneira dele se defender nesse escândalo e deve estar se perguntando como vai sair dele. O fato é que ele não vai sair, vai entrar cada vez mais, está dentro, ele é o cabeça disso tudo que aconteceu, ou seja, o fato estarrecedor são aqueles narrados por Mariano de uso dos recursos desviados da saúde para agir pontualmente nos municípios em que o governador tinha interesse na eleição municipal como em Coroatá, comprando ar condicionados, fazendo pagamentos e outros absurdos com recursos da saúde, transferidos para sua conta pessoal e usados de forma irregular. Imaginem o que deve ter saído da conta de Mariano para compra de votos, apoio a vereadores e tantas outras ilegalidades. E esses fatos, como bem demonstrou o blogueiro Luís Pablo, contaram com a participação direta e presencial de Flávio Dino. Por isso é necessária uma investigação do STJ para pegar a cabeça da cobra, não adianta só o corpo”, disse Andrea.

Andrea ressaltou ainda o fato da intensa participação do Luis Júnior no esquema junto com o Mariano. Luís Junior já fez parte do quadro da Secretaria de Estado da Saúde e está cumprindo prisão domiciliar, e para deputada detém informações cruciais para desfecho da investigação.

“Dou exemplo aqui do Luis Júnior, que eu alertei Flávio Dino quando ele o nomeou como gestor da rede de saúde estadual, o mesmo que assaltou e eu falei aqui na época, assaltou a Prefeitura de Coroatá junto com Luís da Amovelar nos anos de 2008 a 2012. Mesmo assim nomeou o Luis Júnior, está aí em prisão domiciliar, precisa ter cuidado para não acontecer com ele o que aconteceu com Mariano quando querem descarregar a culpa somente nos funcionários. Luis foi condenado pelo TCE a devolver mais de sete milhões ao município em apenas um ano de gestão julgada. Ainda faltam sete anos de contas para ser julgadas. Como está na carta, ele é sócio, parceiro e operador com Mariano e pode falar o que fez para se livrar da cadeia. Vamos aguardar”, discursou.

Foto: Nestor Bezerra

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A farsa da mentira

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O título acima pode parecer redundância. Mas é a forma mais clara de descrever a prática corriqueira do governo Flávio Dino (PCdoB), que se utiliza do discurso da mentira para desqualificar fatos contra ele. E no episódio envolvendo a morte do médico Mariano de Castro e Silva, o próprio governador usou dessa prática, que se repete como farsa ao longo dos seus três anos de mandato.

Dino usou de suas redes sociais para dizer, sem papas na língua, sem o menor pudor, que “as cartas” do médico (assim mesmo, entre aspas) foram “inventadas” pela imprensa independente do Maranhão. O comunista sequer se importou em faltar com o respeito aos familiares e profissionais que acompanharam a vítima – que, aliás, foi apontada como operadora de um desvio de R$ 18 milhões em seu governo.

Ora, a carta-denúncia deixada por Mariano de Castro já foi autenticada pelas suas irmãs, em depoimento à polícia do Piauí, e por advogados, um deles José Carlos dos Santos, em entrevista a programas de rádio alugados pelo próprio Palácio dos Leões. Zé Carlos, como é conhecido, disse que recebeu o manuscrito do próprio Mariano e repassou ao cunhado deste, antes de apagar cópias digitalizadas que havia feito.

Já a outra carta, a de despedida, foi encontrada pela polícia ao lado do corpo do médico, com a presença de uma de suas irmãs, que já depôs. É, portanto, tão autêntica quanto a primeira. A menos que Dino entenda que foi criada por alguém. Mas neste caso, o governador estará levando um provável suicídio a suspeita de assassinato.

Moralmente incapaz – Tem uma coisa, pelo menos uma, que é totalmente certa, ao final das contas do nebuloso governo comunista.

O governador Flávio Dino, diante de tantos escândalos que mancham a sua gestão, tornou-se um comandante moralmente incapaz de criticar a corrupção em qualquer níveis e em qualquer esfera de poder.

Isso é fato. E contra fatos não há argumentos.

Estado Maior

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Andrea Murad denuncia Flávio Dino na PGR

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A deputada estadual Andrea Murad protocolou nesta quarta-feira (18) uma representação denunciando o governador Flávio Dino no envolvimento do esquema de desvios de recursos da saúde, revelado por Mariano de Castro Silva. A denúncia foi direcionada à Procuradoria Geral da República.

“Entrei com uma representação na Procuradoria Geral da República, para a procuradora geral Raquel Dodge, em Brasília, contra o governador Flávio Dino para que ele seja investigado e seja apurada a sua responsabilidade como chefe do esquema de desvios na SES que resultou no suicídio do médico. Esse caso do Mariano, foram fatos gravíssimos, ele deixou claro que o governador faz parte desse esquema como figura maior. Não podemos restringir esse escândalo em torno dos funcionários apenas da saúde. Não foram atos isolados e a carta de Mariano demonstra isso claramente. A carta cita Flávio Dino, Carlos Lula e sua esposa, a carta cita Marcos Pacheco e cita Karla Trindade, a adjunta e militante do PCdoB”, disse a deputada.

Na Representação, a deputada narra os acontecimentos dos últimos dias, em decorrência da publicação das cartas de Mariano, que culminaram na morte do ex-assessor do governo, e apontado pela Polícia Federal, na Operação Pegadores, como o operador do esquema de desvios na saúde.

“Como Vossa Excelência pode perceber o caso é muito sério, envolve diretamente um governador de Estado (que tem foro no STJ), há provas e indícios de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro, afora outros ilícitos que estão ocultos na gigantesca engrenagem criminosa que o representado-governador montou no Maranhão. É urgente que Vossa Excelência adote as medidas cabíveis e necessárias para fazer cessar os ilícitos e, para tanto, requer que seja pedida a abertura de inquérito junto ao STJ ou abertura de procedimento para ensejar rápida e eficaz apuração de todos os fatos e pessoas mencionadas nos documentos (relatório e carta) produzidos por Mariano de Castro Silva”, cita a representação.

A parlamentar fez a leitura completa da Representação para registro nos anais da Assembleia Legislativa e discorreu sobre o caos em que se encontra a Saúde Pública no Maranhão, fruto da má gestão do governador Flávio Dino e reflexo das irregularidades e desvios denunciados na carta de Mariano, divulgada pela imprensa.

“É por isso a péssima prestação de serviços nas unidades do estado. Demonstrando uma completa desorganização, má gestão da saúde pública. Sistema capenga, irregular, hospitais com falta de materiais, falta de medicamentos, médicos com salários atrasados, enfermeiros sem receber o salário da convenção coletiva de trabalho. Empregados sem décimo terceiro, sem direito a férias, com todos os direitos trabalhistas e constitucionais desrespeitados. É retirado o pouco que os trabalhadores já têm para outras finalidades. E tira dos médicos, dos enfermeiros, dos medicamentos, dos serviços dos pacientes. E esse caos que está na saúde é reflexo de todos esses acontecimentos que ocorrem na gestão de Flávio Dino, de 2015 pra cá. Hoje a saúde estadual no maranhão está completamente falida”, discursou Andrea.

Foto: JR Lisboa/Agência AL

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Edilázio diz que Flávio Dino traiu Waldir Maranhão

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 O deputado estadual Edilázio Júnior (PSD) se solidarizou na sessão desta segunda-feira (16)  ao deputado federal Waldir Maranhão – que rompeu politicamente com o governador Flávio Dino (PCdoB).

O rompimento se deu por causa da quebra de acordo por parte de Dino, que vetou a pré-candidatura de Waldir ao Senado da República.

“Ainda que tardiamente, mas quero daqui da tribuna me solidarizar ao deputado federal Waldir Maranhão, que assim como no caso de José Reinaldo Tavares, foi vítima da falta de palavra do governador. Todos aqui já sabemos: o que o governador fala nós não podemos escrever”, disse.

Edilázio lembrou que durante o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff – ocasião em que Waldir Maranhão presidia a Câmara Federal e era responsável pela condução do ato -, Flávio Dino aproximou-se do deputado federal para beneficiar-se politicamente.

“Além de usar dinheiro público para viajar de jatinho para Brasília, como fez agora indo a Curitiba, foi Flávio Dino que levou em mãos todo o processo para que Waldir Maranhão suspendesse o processo de impeachment. Depois disso, Waldir acabou virando chacota nacional. O Maranhão tornou-se conhecido mais ainda por conta dessa patacoada que ele fez no Congresso a pedido de Flávio Dino”, completou.

Edilázio também alertou os aliados de Dino, quanto à possibilidade de frustração, diante o projeto político do chefe do Executivo.

“Eu venho externar aqui só para falar para os colegas que a palavra do governador não vale muita coisa. Aqueles que mudaram de partido por promessa do governador, aqueles que estão esperando benesses que fiquem de orelha em pé, pois o que ele fala não se escreve”, finalizou.

Foto:JR Lisboa/Agência AL

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