Governo entrega máquina a Itapecuru

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O deputado estadual Glalbert Cutrim (PDT) e o governador do estado Flávio Dino (PCdoB), entregaram nesta quinta-feira (19), durante ato em São Luís, uma máquina motoniveladora, ao prefeito do município de Itapecuru, Dr. Miguel Lauand (PRB). Uma comitiva de vereadores acompanhou o prefeito durante a festejada solenidade.

O equipamento, orçado em cerca de R$ 600 mil, faz parte do programa Caminhos da Produção, que já contemplou 38 municípios e deverá chegar chegar a 90 até o final do ano.

O deputado falou da importância do equipamento para os prefeitos. “Esse programa é de grande importância, pois além de auxiliar na manutenção das estradas vicinais, passa a incorporar o patrimônio do município, o que também dá fôlego financeiro, já que com o equipamento, o prefeito não precisará mais locar esse tipo de máquina, economizando recursos”, destacou o deputado.

Para o prefeito de Itapecuru, a máquina é uma conquista e dará garantias de estradas boas durante todo o ano. “Com um equipamento desse porte, teremos estradas vicinais em excelentes condições durante o ano inteiro, garantindo aos agricultores locais, a certeza do transporte de suas produções.” Avaliou Lauand.

Também participaram da solenidade, os vereadores Dênis Carvalho, Rogério Maluf, Ronilson Costa Cardoso, Neguinho da Saúde, Zeca Cruz e o presidente da Câmara, Carlos Júnior.

Foto: Divulgação

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Aqui se faz, aqui se paga

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O governador Flávio Dino (PCdoB) foi às redes sociais na manhã de ontem para reclamar dos senadores Edison Lobão (PMDB), João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB). Ele acusa os três senadores de se recusarem a cumprir um acordo que garantiria R$ 160 milhões em emendas para municípios maranhenses. O comunista diz que os parlamentares também exigem que metade desses recursos seja encaminhada aos municípios de sua indicação.

Para Dino, os senadores agem assim para prejudicá-lo. Tolice do governador comunista. É óbvio que, sendo os autores das emendas, João Alberto, Lobão e Roberto Rocha vão encaminhá-las, naturalmente, às suas bases eleitorais, aos prefeitos aos quais são mais ligados. E nada há de errado nisso, a não ser o cumprimento do acordo, se tiverem mesmo firmado.

Além do mais, Flávio Dino é o único maranhense que não pode reclamar de questões relativas a emendas parlamentares. Qualquer maranhense poderia reclamar, menos ele.

O governador que vai às redes sociais reclamar que senadores não querem destinar emendas impositivas à saúde dos municípios – e os acusa de fazer isso por revanchismo político – é o mesmo que se nega a liberar emendas dos deputados Eduardo Braide (PMN), Edilázio Júnior (PV) e Graça Paz (PSL) para o Hospital do Câncer Aldenora Bello.

E o faz por puro revanchismo político, já que todos esses parlamentares têm posicionamento crítico em relação ao seu governo. Ele também tem articulado sua bancada para impedir que um projeto do deputado César Pires (DEM), que torna impositiva as emendas no Maranhão seja votado.

Portanto, se existe no Maranhão alguém que não pode reclamar de quem não libera emendas, essa pessoa é o governador.

Coluna Estado Maior

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Flávio Dino e as emendas parlamentares

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Por Andrea Murad

Flávio Dino é muito hilário ao afirmar nas redes sociais que ele se “comprometeu publicamente” em repassar 100% dos recursos das emendas dos parlamentares federais do Maranhão para a área da saúde aos municípios, como se a palavra dele valesse alguma coisa e os deputados e senadores precisassem de um intermediário quando podem passar diretamente aos prefeitos esses recursos. Aqui no Maranhão, o governador discrimina os deputados de oposição mas reclama dos federais de oposição por não indicarem emendas para o seu governo. Homem de duas caras esse governador.

Nunca liberou uma emenda para os deputados da oposição porque não se submetem a comer milho na sua mão. Muito cara de pau e incoerente como sempre se comportou durante todo o seu mandato. Desde quando assumiu o posto de governador, quando todos esperavam por uma expressiva mudança, Flávio Dino vem lutando para manter os deputados debaixo de suas rédeas e sempre impedindo que a PEC das emendas impositivas fosse aprovada, como está acontecendo mais uma vez na Assembleia Legislativa do Maranhão.

No Congresso Nacional, as emendas já são impositivas. Os deputados federais e os senadores têm o direito de destinar pra onde considerarem ser prioridade para suas regiões. E ainda assim, Dino também quer se apossar das emendas dos deputados federais e senadores de oposição pra gastar na sua campanha de reeleição. Devia ter vergonha e coerência. Aqui nunca pagou emendas dos deputados de oposição e agora, pasmem, as do deputado Eduardo Braide — que sempre foram liberadas porque o apoiava —, agora que está na oposição, o governador proibiu a liberação. E Flávio Dino nem se importa que uma das emendas todos os anos é destinada para o hospital do câncer Aldenora Belo. Ele não tem pena de ninguém. É um monstro esse Flávio Dino.

E se a bancada federal não ajuda os municípios, é por culpa de Dino. Hipócrita, perseguidor e dissimulado. Fora Dino.

*Andrea Murad é deputada estadual

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Eduardo Braide critica postura de Flávio Dino

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O deputado Eduardo Braide usou a tribuna, nesta quarta-feira (18), para repudiar a decisão do Governo do Estado, que barrou a emenda de autoria do parlamentar, destinada ao Hospital do Câncer Aldenora Bello, para a compra de um novo mamógrafo.

“Essa Casa sabe que, desde 2011, destino todos os anos uma emenda parlamentar para o Hospital Aldenora Bello. Com as emendas que destinei para lá, já foram comprados e estão funcionando: mamógrafo, microscópio cirúrgico para retirada de tumores cerebrais, aparelhos para realização de biópsias, mamótomo, além de todos os equipamentos da UTI pediátrica, que já estão comprados, entre outros. Mas este ano, por uma questão política, de mero capricho do governador do Estado, o Aldenora Bello não poderá comprar um novo mamógrafo digital porque, simplesmente, ele não liberou a emenda”, destacou o parlamentar.

Eduardo Braide também criticou a justificativa dada pelo Governo do Estado para negar a liberação da emenda de sua autoria.

“O Governo poderia dizer tudo para negar o mamógrafo do Hospital Aldenora Bello, menos que não tinha disponibilidade no orçamento. A Lei Orçamentária n° 10.555/2016, aprovada por esta Casa e sancionada pelo próprio governador Flávio Dino, consta o recurso de R$ 750 mil a ser destinado ao hospital. Isso está no item 122. Portanto, cai por terra toda e qualquer desculpa nesse sentido de indisponibilidade orçamentária. Além disso, o parecer da Secretaria de Saúde é totalmente contraditório, uma vez que reconhece a dificuldade das mulheres na realização de mamografias pela falta de mamógrafos, destacando, inclusive, o trabalho do Aldenora Bello. Então porquê barrar a emenda do mamógrafo digital?”, questionou ao apresentar documentos.

Ao concluir o pronunciamento, o deputado reforçou que ainda há tempo do Governo do Estado rever a sua decisão sobre a emenda para o Hospital Aldenora Bello.

“O governador do Estado não libera o recurso do mamógrafo do Aldenora Bello porque não quer. Porque não tem compromisso com o povo do Maranhão. E aqui faço um alerta: não se faz política com a saúde das pessoas. Estamos em meio ao Outubro Rosa, mês dedicado à prevenção ao câncer de mama e uma notícia como essa, de uma atitude pequena, de quem não faz jus à cadeira que está sentado? São atitudes como essa do governador Flávio Dino que fazem o descrédito da classe política. Portanto, encerro meu pronunciamento fazendo um único pedido: governador, ainda dá tempo de se redimir e pedir perdão por esse ato insano cometido contra as mulheres do Maranhão”, finalizou Eduardo Braide.

Foto: Agência Assembleia

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Sousa Neto repercute caos na Segurança

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Em pronunciamento na sessão plenária desta terça-feira (17), na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Sousa Neto (PROS) denunciou a situação deplorável das delegacias e dos batalhões e às condições humilhantes de trabalho as quais estão sendo submetidos delegados, agentes e militares. Ele destacou o relato de uma delegada da Polícia Civil de Imperatriz, publicado em uma rede social, e cobrou do governo Flávio Dino (PCdoB) providências sobre o caos instalado na Segurança Pública do Estado.

“Há dois meses, Flávio Dino lançou um projeto de melhoria das delegacias do Maranhão, inclusive o secretário Jefferson Portela foi convidado pela Comissão de Segurança para detalhar essas ações na área. Acontece que dois meses já se passaram, e não se vê nada de mudanças. Pelo contrário, o noticiário nacional só mostra que o abandono das delegacias a cada dia se torna mais latente. Solicito que o secretário Jefferson Portela venha até esta Casa para esclarecer que plano é esse que o Governo Comunista tanto divulgou em propagandas, e que na prática, nada foi feito”, apontou o parlamentar.

Sousa Neto leu a postagem no Blog do Jornalista Jorge Aragão, que mostra o desabafo de uma delegada de Polícia Civil lotada em Imperatriz. “Li, hoje pela manhã, no blog radialista e jornalista Jorge Aragão, o desabafo de uma delegada de Imperatriz, Virgínia Loyola, em sua página pessoal no Facebook, que diz: vocês acreditam que, segundo a rádio peão, a Secretaria de Segurança Pública não pagou a conta da internet. E isso já tem mais de dois meses. Em decorrência disso, não estamos registrando ocorrências. Atualmente, para poder trabalhar, é preciso levar um computador decente para a Delegacia, além de ter que usar sua própria internet e pagar seu próprio estacionamento para não ser multado. Resumindo, estamos pagando para trabalhar. Eu fico me perguntando, qual é a seriedade que o Governador tem com a segurança pública? ”.

Caos e insatisfação na Polícia Civil – O parlamentar voltou a abordar sobre a morte de um comerciante em uma jaula na Delegacia de Barra do Corda, e citou diversos casos mostrados na imprensa, que comprovam o caos na Polícia Civil.

“Tivemos o ocorrido em Barra do Corda, onde um cidadão morreu trancafiado em uma jaula. As delegacias de Paraibano e Carutapera tiveram a energia cortada por falta de pagamento. O delegado e os agentes foram despejados da casa onde funcionava a Delegacia de Peritoró. Em Santa Inês, o Ministério Público já recomendou que na delegacia fosse feita uma reforma urgente por não caber mais tanto detento e por causa da insalubridade. A ADEPOL e o SINPOL, que são as classes representativas, manifestaram repúdio a essa situação, e, agora como represália pelas constantes denúncias e cobranças, o secretário, que já presidiu a entidade por dois mandatos, despejou os delegados da sede histórica”, denunciou.

Sousa cobrou, novamente, providências do Governo Comunista sobre a Segurança. “Flávio Dino tem que tomar um posicionamento a respeito da Segurança Pública do Estado do Maranhão. São várias delegacias em estado deplorável. Foi deixado dinheiro do BNDES para poder investir nas polícias. E onde está? ”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

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Hewerton assume comando da Sedel

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O governador Flávio Dino deu posse nesta segunda-feira (16), ao novo secretário de Estado de Esporte e Lazer, Hewerton Carlos Rodrigues Pereira. A solenidade foi realizada no Palácio dos Leões e contou com a presença de familiares do novo secretário, prefeitos e líderes parlamentares.

O novo integrante da equipe de governo dará continuidade aos projetos já desenvolvidos, como ampliação dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs) e o apoio ao esporte amador e profissional, como destacou o governador Flávio Dino. “Fizemos uma mudança que visa aprimorar os programas que fizemos em várias áreas, no esporte educacional, no esporte comunitário amador, na relação com os municípios e também no esporte profissional. O secretário vai atuar alinhado nesses eixos, nos ajudando a aplicar os recursos disponíveis e também a captar novos investimentos”, disse o governador.

Flávio também falou do papel desempenhado pelo secretário anterior da pasta, Márcio Jardim, ressaltando o sucesso das iniciativas realizadas até então e os novos desafios assumidos. “O secretário Márcio Jardim fez um brilhante trabalho à frente da Secretaria, agora ele tem outras missões no terreno da política.”

Para o secretário empossado Hewerton Pereira, bacharel em Ciências Contábeis e com experiência no Legislativo estadual e federal, o cargo é uma oportunidade de atuar numa equipe jovem e comprometida com o bem-estar social. “Hoje eu tenho a oportunidade de trabalhar não só com uma atividade que tem a finalidade de melhorar a vida das pessoas, mas também trabalhar com uma equipe tão qualificada. Por isso, os programas existentes serão mantidos e vamos buscar novas possibilidades como ampliar o apoio do governo ao esporte amador e buscar parcerias com as prefeituras para o interior do estado”, destacou Hewerton.

Fotos: Nael Reis

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Uma lição para Márcio Jardim e o PT

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A demissão do secretário de Estado de Desporto e Lazer, Márcio Jardim ainda está rendendo nos bastidores políticos, principalmente no Partido dos Trabalhadores (PT).

Jardim e muita gente no PT vai demorar a assimilar o gesto de Flávio Dino, principalmente por ocorrer às vésperas dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs) e da reabertura do emblemático ginásio Costa Rodrigues.

Descartado do governo por meio de interesses políticos, Márcio Jardim pagou o preço por comprar brigas e mais brigas com adversários políticos de Flávio Dino. Era sempre o primeiro a sair em defesa do governador.

Lembro que todas às vezes que critiquei algo da Sedel aqui, logo Márcio Jardim remetia às questões políticas. E rabatia dizendo que eram críticas técnica, mas ele, quase sempre “míope” e cego de paixão pelo governador entendia diferente.

Mas o que Márcio Jardim recebeu em troca? Uma exoneração do cargo que teve que brigar no começo para que fosse contemplado. Logo no começo, o governador deixava claro que Jardim não seria a principal opção. Agora, talvez, após a exoneração, o “companheiro de muitas trincheiras” possa refletir melhor sobre o assunto.

Da forma como tudo aconteceu, Jardim nunca foi tão importante e necessário ao governo… Só estava ocupando uma cadeira até que o governador decidisse colocar uma outra pessoa.

Agora, ao ser exonerado, Jardim terá que lutar dentro do PT e do próprio governo (mesmo estando fora dele) para viabilizar uma canditura ao Senado, o que não será tão fácil, pois neste caso as prioridades de Flávio Dino são Weverton Rocha e Waldir Maranhão.

Que o episódio sirva de lição a Márcio Jardim e ao PT….

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Mordendo a língua

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Em público, o governador Flávio Dino (PCdoB) e os seus aliados pregam o discurso da vitória assegurada em 2018 e da força política do seu governo para subjugar os adversários. Nos bastidores, o governador comunista usa todo o aparelho estatal para lotear o governo, negociando cargos em troca de apoios, num claro abuso de poder político a um ano do pleito.

E Flávio Dino negocia apoios porque não tem segurança no próprio discurso de vitória; porque sabe que a população já percebeu o fracasso do seu projeto de mudança e convive diariamente com as concupiscências de sua gestão. E para sobreviver vem mordendo a língua, agindo da forma que dizia condenar.

Há dois problemas claros enfrentados pelo governador comunista a influenciar o seu trabalho de cooptação partidária, em troca de espaço no governo: o primeiro é o tamanho do seu próprio partido, o PCdoB. Sem tempo na propaganda eleitoral e sem força popular capaz de mobilizar massas, o PCdoB depende do tempo e da militância de outros partidos para sobreviver numa campanha. PT, PDT, DEM, PTB, PP e PR têm exatamente isso que os comunistas precisam, daí a “venda” de cargos na estrutura do governo.

O segundo ponto é a força partidária que a oposição em suas várias vertentes começa a mostrar ao comunista: Roseana Sarney tem o PMDB, deve reunir o PSD e mais o PV, para ficar apenas nos três mais consolidados. Só eles já garantem praticamente o mesmo tempo que Dino terá com o ônus de vender o governo.

Além de Roseana, Roberto Rocha, com o seu PSDB, tem também tempo para fazer frente ao comunista. E se conseguir atrair PSB, DEM e PPS, como se discute nacionalmente, aí terá à disposição uma força na propaganda significativa para enfrentar o ex-aliado.

É por tudo isso que Flávio Dino se movimenta em busca da salvação do mandato e da reeleição. Lamentável que, para isso, faça tudo o que sempre disse condenar.

Estado Maior

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Flávio Dino patético

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Por Andrea Murad

Como tudo que acontece no governo comunista, não nos surpreende a justificativa patética do governador Flávio Dino de que a jaula em Barra do Corda é culpa de Roseana. Ele não tem vergonha de está há 3 anos, repito, 3 anos, no governo e ter coragem de dar uma declaração como essa? Ao culpar a ex-governadora, Flávio Dino demonstra apenas covardia pois sob nenhuma justificativa ele pode livrar-se da culpa de manter já quase em final do seu mandato uma jaula medieval como cela para presos dentro do sistema de carceragem do Estado. Fato confirmado pelo próprio delegado em entrevista dizendo “tratar-se de uma ala da carceragem da delegacia destinada a presos provisórios”, portanto espaço conscientemente destinado a prisão de pessoas.

Sempre que é pego em mal feitos, e para se safar da responsabilidade, Flávio Dino diz que a culpa é de Roseana como se essa justificativa sempre será suficiente para livra-lo de todos os crimes que comete. Logo ele que prometeu mudar tudo no Maranhão, acabar com as injustiças, recuperar 500 anos de atraso, dar dignidade aos encarcerados como disse quando tirou proveito das decapitações na Penitenciária de Pedrinhas. Cego pelo poder, faz pior que todos os seus antecessores. Essa jaula em Barra do Corda, assumida como local adequado para encarcerar presos provisórios, é típica do padrão de valores que norteiam o comportamento do governador, esquecendo que a qualquer governo cabe cumprir o que diz a Lei de Execução Penal, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e as Regras Mínimas para o Tratamento de Prisioneiros.

Mas, para Flávio Dino ele é a lei, e a lei dele é a do “vale tudo pelo poder”, nem que pra isso a consequência seja a morte de pessoas inocentes sob a custódia do Estado como a do senhor Francisco Silva, empresário, considerado homem de bem em Barra do Corda, que teve o infortúnio de se envolver em um acidente de trânsito, acabou sendo preso pra ser morto, porque não dizer, “assassinado”. Basta ver as condições sub-humanas das delegacias no Maranhão, onde devem existir muitos “franciscos” sendo mortos e torturados dentro desse famigerado sistema implantado no governo comunista. O SINPOL, inclusive, denunciou há pouco tempo essa situação de desastre e calamidade em que se encontram as delegacias.

Os escândalos na Segurança Pública são constantes e o governador tem se portado inerte diante da gestão pífia de seu irresponsável e descontrolado secretário, aspirante a comunista, Jefferson Portela – quem desde o início de sua gestão defendi não ter capacidade para atuar à frente de uma pasta tão importante -, deixando as delegacias se deteriorarem pelo interior do estado e resumindo sua gestão a entrega de motocicletas e viaturas alugadas, verdadeira campanha eleitoral antecipada com prefeitos e deputados estaduais e federais.

É hora de providências enérgicas de todos que têm obrigação institucional de zelar e garantir os direitos dos cidadãos, que não podem ser tratados como animais, torturados até a morte por aqueles que tem a obrigação de zelar pela vida de quem está sob a guarda do Estado. As 1ª e 2ª Defensoria Pública de Barra do Corda, através dos defensores Jessé Mineiro e Igor Marques, documentaram  essa barbárie já denunciada a 12 instituições.

A existência dessa jaula a céu aberto, usuais nos tempos medievais para torturar, permanecem em pleno século 21, e não podemos permitir que Flávio Dino perpetue essa prática no Maranhão. Por isso, em Brasília, denunciarei Flávio Dino na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, e junto à ONU, por estar cometendo esse crime chocante contra a humanidade, revelando mais um cataclismo do seu governo, a falência total da dignidade humana.

*Andrea Murad é deputada estadual

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Sempre os outros…

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Quando o país se estarrecia com a desculpa do governador Flávio Dino (PCdoB) de que o gaiolão de Barra do Corda era culpa da gestão anterior do Governo do Estado, mesmo ele já estando mil dias à frente do governo, eis que o comunista resolve sair com mais pérolas do anedotário de sua gestão, responsabilizando terceiros por outras questões de sua responsabilidade.

Na tarde de quinta-feira, internautas questionaram dele por que a maternidade da Cidade Operária nunca foi construída. Seu perfil de internet fez questão de responder, a jato, que “a responsabilidade pela obra é da prefeitura de São Luís”, expondo, sem constrangimento, a culpa do próprio aliado Edivaldo Júnior (PDT).

Horas depois, por volta das 20h, uma banca de comida explodiu na Lagoa da Jansen, ferindo mãe e crianças que se divertiam no Dia das crianças. A comunicação dinista fez questão de cronometrar até os minutos, para dizer que a festa ocorrida ali, organizada pelo governo durou de hora x a y, como se isso isentasse o governo das responsabilidades inerentes ao caso.

Mas Flávio Dino nunca erra, não é responsável por nada quando se trata de erro, e está ungido apenas para corrigir problemas. Essa é a premissa básica com que dormem e acordam os “súditos” do governador, que batem continência e devem obediência diária ao que ele diz.

O Maranhão, no entanto, não é composto apenas dos súditos do governador comunista. Há os que observam as falhas da gestão; há os que sabem onde ele errou e até onde ele pode ir para encobrir seus erros.

Cercado no Palácio dos Leões por um grupo que só diz o que ele quer ouvir, Flávio Dino vai comandando o Maranhão. Mas o mundo real é o mundo do gaiolão de Barra do Corda, do acidente na Lagoa da Jansen e das cobranças por melhor oferta de serviços públicos. E essa responsabilidade, Flávio Dino não pode delegar aos outros.

Coluna Estado Maior

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