Hospital de Santa Inês suspende serviço de neurologia

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“Fui surpreendido com a triste notícia, na semana passada, do fechamento dos atendimentos de Neurologia do Macrorregional de Santa Inês. E me pergunto: para onde vão essas pessoas que precisam de tratamento? Para a cidade de Bacabal? Para São Luís?”, indagou o deputado Felipe.

O parlamentar teve seu requerimento (nº 558/19), que solicitava informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES), indeferido pela Mesa Diretora da Casa, e, manifestou preocupação com a situação da população que utiliza os serviços e que é atendida naquela unidade regional.

“Vou recorrer a esse plenário para obtermos informações por quais motivos foi fechado o serviço naquela unidade de saúde. Sabemos a grande importância do Macrorregional não só para Santa Inês, como também para toda a região e da grande demanda pela Neurologia; por isso, dei entrada neste requerimento, para saber como ficarão esses atendimentos”, ponderou o parlamentar.

No mês de setembro, Felipe dos Pneus esteve visitando o Macrorregional, como presidente da Comissão de Obras e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa do Estado, acompanhado da direção do hospital para conhecer as instalações, serviços e buscar melhorias na prestação dos serviços naquela região.

Na ocasião, ele propôs a realização de uma audiência pública com todos os secretários de Saúde das cidades atendidas pelo Macrorregional, para tratar do alinhamento nos procedimentos de atendimento, como internação, transferência, exames, entre outros.

O Macrorregional, hoje, possui uma demanda de cerca de 500 mil pessoas de 20 municípios que integram o Vale do Pindaré e vizinhas.

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Barra do Corda: secretária esclarece mortes em hospital

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A secretária de Saúde de Barra do Corda, Eloisa Mota de Sousa divulgou nota na qual esclarece a denúncia de morte de recém-nascidos no Hospital Materno Infantil.

Segundo a secretária, somente este ano foram registrados 732 partos no Hospital Materno Infantil de Barra do Corda e apenas 3 óbitos. Ela afirmou que as denúncias veiculadas na imprensa tem fins políticos.

Leia a nota na íntegra:

“A Secretaria Municipal de Saúde de Barra do Corda-MA, vem através do levantamento de dados dos óbitos ocorrido no Hospital Materno Infantil esclarecer que existem muitas especulações acerca do serviço prestado pela unidade hospitalar e que, denúncias veiculadas na imprensa estão sendo usadas para fins políticos.

A título de informações, registramos que o HMI é um hospital de referência em casos de gestação de alto risco, que segue rigorosos protocolos do Ministério da Saúde, com baixos índices de mortalidade, sendo que de janeiro/2019 até hoje foram realizados 732 partos (normal/cesariano), dos quais 248 só nos últimos 30 dias, contando com uma unidade de tratamento intensivo neonatal.

De acordo com as exigências dos órgãos de fiscalização e controle, o HMI mantém um rigoroso acompanhamento quando das ocorrências de óbitos de recém-nascidos ou de natimortos, aqueles casos em que a criança faleceu ainda no ventre da mãe. Quando isso ocorre, seguimos os padrões preconizados e estabelecidos pelo Ministério da Saúde, abrindo-se investigação completa desde o início da gravidez até o parto, para que sejam identificados os fatos causadores do óbito.

Mesmo adotando os rigorosos controles exigidos pelos órgãos fiscalizadores, registra-se, desde o início do ano, dentre as centenas de partos realizados, óbito de 3 (três) recém-nascidos, que estavam com idade gestacional a termo, ou seja, idade gestacional compatível com a vida, números esses dentro da média estatística do nordeste e aceitáveis pelos critérios do Ministério da Saúde.

Desta forma, cumpre-nos informar que em todos os casos são instaurados procedimentos investigativos para que possamos apurar responsabilidades, caso ocorram, através de uma comissão interna instalada para esse fim, juntamente com todas as informações que também são encaminhadas ao Ministério Publico e a Delegacia de Policia desta cidade”.

Eloisa Mota de Sousa
Secretária Municipal de Saúde

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Reunião mantém serviços no Hospital Aldenora Belo

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Os deputados federal Eduardo Braide (PMN) e estadual Yglésio Moisés (PDT) participaram na manhã desta segunda-feira (8) de reunião com o secretário de Saúde Carlos Lula e representantes da Fundação Antônio Jorge Dino.

Durante a reunião ficou definido que os serviços do Hospital Aldenora Belo que estavam ameaçados de fechar não serão paralisados.

“Hoje, Dia Mundial de Combate ao Câncer, nossa notícia aos pacientes do Hospital Aldenora Belo é uma só: os serviços seguem funcionando regularmente. A decisão foi tomada em reunião com a presença dos deputados Yglésio Moisés, Eduardo Braide e representantes da Fundação. Ainda hoje, receberei os membros do Conselho do Fundo Estadual de Combate ao Câncer para deliberarmos sobre o recurso para 2019. Disponibilidade de todas as partes para trabalhar a favor de quem mais precisa”, anunciou Carlos Lula.

O deputado Eduardo Braide reforçou que o repasse dos recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer é fundamental para que situações como essa não se repitam.

“Participei agora da reunião com os representantes da Fundação Antonio Jorge Dino e a Secretaria Estadual de Saúde, para evitar a suspensão dos serviços de pronto atendimento (SPA) do Aldenora Bello. Volto a dizer. O repasse dos recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer é o caminho fundamental para que situações como essa não aconteçam novamente”, disse Braide.

O deputado Yglésio Moisés, vice-presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, também participou da reunião.

“Participei de uma reunião com o secretário Carlos Lula e representantes da Fundação Antônio Jorge Dino e ficou garantido que o Serviço de Pronto Atendimento (SPA), o atendimento domiciliar, tratamento da dor e cuidados paliativos do Hospital Aldenora Bello não serão mais suspensos. Na condição de vice-presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, pude contribuir para a garantia de oferta e da qualidade dos serviços do hospital”, destacou Yglesio.

Foto: Divulgação

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Incêndio atinge Socorrinho em Imperatriz

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Um incêndio atingiu o Hospital Municipal Infantil de Imperatriz, o Socorrinho, na noite deste sábado (2), no Centro do município. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ainda não sabe a causa do incêndio.

O fogo tomou conta de uma parte do terceiro andar do prédio, que realiza atendimentos em pacientes de Imperatriz e regiões próximas. Por medida de segurança, todos os pacientes e funcionários deixaram o hospital. Cerca de 32 crianças internadas na ala infantil e 28 adultos internados na ala ortopédica e cardiovascular foram removidos do local.

Não há registro de vítimas. Os pacientes removidos foram transferidos para a Unidade de Pronto Atendimento de Imperatriz (UPA), o Hospital Macrorregional e o Hospital Municipal de Imperatriz (Socorrão).

G1 entrou em contato com a Secretaria de Saúde que ainda não se manifestou sobre o caso.

Por meio de uma rede social, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) informou que o Estado e a Secretaria de Saúde devem prestar todo o apoio necessário aos pacientes que foram transferidos.

“Sobre incêndio em hospital da prefeitura de Imperatriz, nesta noite, determinei ao nosso Secretário de Saúde Carlos Lula prestar todo o apoio possível por intermédio dos nossos hospitais estaduais situados na cidade. Não há notícia de vítimas fatais. Corpo de Bombeiros relata agora que incêndio foi controlado e pacientes estão sendo transferidos para hospitais estaduais”.

G1 MA

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Wellington aponta caos após fechamento de hospital

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Falta de investimento na saúde pública, ações midiáticas, desvios milionários e atos movidos por perseguição política. Essa tem sido a triste realidade do sistema de saúde no Maranhão, motivo que levou o deputado estadual Wellington do Curso a realizar visita ao Hospital Regional de Matões do Norte, que foi recentemente fechado pelo governado Flávio Dino, no último dia 1 de fevereiro.

Na população, o sentimento é de revolta com o fechamento do Hospital, algo que, segundo os maranhenses, só aconteceu porque o atual governador não foi bem votado nos municípios circunvizinhos, tendo por exemplo em Matões, apenas 35% dos votos.

“O governador Flávio Dino não sabe o que é um Hospital pra gente como a gente. Ele não sabe porque ele tem dinheiro pra pagar. O pobre não: o pobre só tem ali, pra fazer a cirurgia. Agora, se Deus livre acontecer alguma coisa, tenho que ir pra outro município…mas como? Se às vezes, nem o dinheiro do pão a gente tem? Ele só fez isso porque não foi bem votado nem aqui nem nos municípios que ficam perto do Hospital”, desabafou Raimundo Pereira, lavrador aposentado.

Ao ouvir os anseios da população, o deputado Wellington afirmou já ter adotado as devidas providências.

“Flávio Dino não sabe a realidade do povo do Maranhão. Só um governador muito alienado fecharia um hospital que atende mais de 14 municípios. Se é apenas para a reforma, por que não fez algo gradativo? Por que de forma tão abrupta? E outra, mais uma vez eu tento ensinar Flávio Dino aquilo que ele ainda não entendeu: o governo do Maranhão não é a casa dele. Se está em reforma, onde está a placa com os valores que serão gastos? Onde está o nome do responsável e a origem dos recursos? Ou será se isso é apenas mais uma ‘desculpa’ para um dos desvios milionários da saúde pública do Maranhão? Flávio Dino fechou Hospital de Matões do Norte e quem sofre é a população. Isso não vai ficar assim. Já adotei as providências cabíveis e continuamos à disposição”, afirmou Wellington.

Ações adotadas

Entre as providências, o deputado Wellington apresentou uma representação em desfavor do estado do Maranhão para que a Promotoria da Saúde atue no caso. O Hospital Regional de Matões atendia os municípios de Anajatuba, Arari, Belagua, Cantanhede, Itapecuru, Matões do Norte, Miranda, Nina Rodrigues, Pirapemas, Presidente Vargas, São Benedito do Rio Preto, Urbanos Santos, Vargem Grande e Vitória do Mearim. 

Perseguição política

Em Matões do Norte, o governador Flávio Dino teve apenas 35% dos votos; em Pirapemas, o percentual cai para 32%; já em Cantanhede, os votos conquistados equivalem a 41%; em Miranda do Norte e Anajatuba, são de 43% e 44%, respectivamente. Nos municípios antes atendidos pelo Hospital Flávio Dino não conquistou nem metade do eleitorado, motivo esse que faz com que a população que o comunista apenas tenha fechado o Hospital Regional para se vingar.

Foto: Divulgação

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Hospital entra em recesso na Raposa

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Parte da população em Raposa, na região Metropolitana de São Luís, está sem atendimento médico porque os profissionais entraram em recesso de 28 dias e só voltarão ao trabalho na metade de janeiro de 2019. Na Unidade Básica de Saúde Filomena Arcângela da Silva, que funciona de segunda a sexta-feira, as portas não foram abertas nesta quarta (26).

“Tá difícil, viu? As pessoas esperarem até janeiro… Não tá funcionando mesmo, nada não”, informou o mototaxista Francisco Braga.

Na página do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde, a unidade está cadastrada para fazer atendimento ambulatorial e de urgência e tem quase 40 profissionais para trabalharem 40 horas semanais, entre eles 22 agentes de saúde, três médicos, três dentistas, enfermeiros e técnicos

O autônomo William Campelo disse que foi cinco vezes até a unidade em busca de atendimento. Ele voltou pra casa sem os remédios e vacinas que precisava.

“Tá fechado. Eu já vim um bocado de vezes aqui e não consigo meu atendimento”, contou.
A agente de serviços gerais, Conceição Mota, tinha uma consulta de rotina marcada e foi embora sem a avaliação médica porque não tinha nenhum profissional trabalhando na unidade.

“Eu acho uma irresponsabilidade com a população. Ainda mais um descaso com um idoso e com criança, né? Porque a gente vai ter que sair daqui e ir para uma UPA”, reclamou.

Na Vila Conviver, a Unidade Básica de Saúde Terezinha Ribeiro Farias também está sem receber pacientes. Segundo o Ministério da Saúde, nesta unidade o quadro clínico é de 49 profissionais que deveriam cumprir 40 horas semanais.

No local, centenas de moradores precisam receber remédios, mas vão ter que esperar. O aviso na porta é claro: O recesso começou e só vai se encerrar na metade de janeiro. De acordo com os moradores, ainda há ainda outras três unidades fechadas em Raposa.

A TV Mirante entrou em contato e questionou a falta de atendimento nas unidades, mas a Prefeitura de Raposa não se manifestou.

Leia no G1

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Seis presos fogem do hospital Nina Rodrigues

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Seis presos fugiram do Hospital Nina Rodrigues em São Luís hoje à tarde.

Segundo as informações da comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar, coronel Edilene Soares, os fugitivos  eram presos da justiça e estavam fazendo tratamento no hospital.

Os presos participavam de uma atividade na quadra de esportes e aproveitaram para pular o muros dos fundos da unidade psiquiátrica.

Eles vestiam uniformes de preso do sistema penitenciário.

Foto: reprodução/TV Mirante

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MP pede volta de atendimento em hospital de Caxias

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Os contratempos provocados à população pelo desvio de finalidade da Unidade de Pronto Atendimento 24h (UPA 24h) de Caxias em função da reforma do Hospital Geral Municipal “Gentil Filho” levaram o Ministério Público do Maranhão a ajuizar Ação Civil Pública contra o Município, solicitando a finalização da reforma e o restabelecimento das atividades da Ala de Serviços de Urgências e Emergências do hospital.

Na ACP, de 7 de junho, o promotor de justiça Williams Silva de Paiva sugere multa por descumprimento no valor de R$ 1 mil diários, a serem pagos diretamente pelo prefeito Fábio José Gentil Rosa. O objetivo é garantir o atendimento eficiente e evitar o colapso nos serviços de saúde na região.

Reforma

Em julho de 2016, o Município de Caxias fechou a ala de urgências e emergências do Hospital Geral Municipal “Gentil Filho” para reforma e deixou a Unidade de Pronto Atendimento 24h (UPA 24h) como unidade de substituição temporária.

Com a decisão, a UPA24h passou a acumular suas funções com as do Hospital Geral. Para executar as ações adicionais, a unidade recebeu o valor de R$ 2.044.323,84, do Ministério da Saúde. Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) destinou R$ 2 milhões ao Hospital Geral como reforço financeiro.

“O funcionamento como Unidade de Urgências e Emergências pela UPA24h, que inicialmente fora planejado para ser provisório, perdura até a data atual, desviando a finalidade da Unidade de Pronto Atendimento de Caxias”, relata o promotor de justiça.

(mais…)

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Convênio garante reforma de hospital em Lago Verde

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O deputado estadual Glalbert Cutrim (PDT) e o pré-candidato a deputado federal Gil Cutrim (PDT), acompanhados do prefeito de Lago Verde, Dr. Francisco (PPS) e sua comitiva, formada por secretários e oito, dos onze vereadores do município, assinaram nesta quarta-feira (13) na Secretaria de Infraestrutura do Estado, convênio para reforma e modernização do Hospital de Lago Verde.

Clayton Noleto, Secretário de Infraestutura, explicou que a reforma é uma determinação do governador Flávio Dino (PCdoB) e atende ao pedido do deputado Glalbert Cutrim, que no ano passado, junto com o prefeito Dr. Francisco solicitaram auxilio do Governo para viabilizar a reforma do Hospital Municipal que atende não só a população de Lago Verde, mas de vários municípios vizinhos.

Para Glalbert, o auxilio do Governo do Estado, demonstra a sensibilidade do Governador e confiança na gestão do prefeito. “Mesmo sendo um Hospital Municipal, o Governador Flávio Dino atendeu nosso pedido e irá reformar esse importante instrumento público que atende vários municípios do entorno. A transparência e responsabilidade como Dr. Francisco vem administrando Lago Verde foi fundamental para concretizar essa parceria e realizar o sonho de voltar a ter um Hospital digno para a população”, destacou o deputado.

Participaram da comitiva os vereadores Jackson (PTB), Burrego (PROS), Edilsa do Diá (PSB), Leandro Cajado (PV), Professor Zaqueu (PRP), Irmã Vera (PROS) e Geovani Costa (PDT); os Secretários Marquinhos Lêra (Administração), Paulo (Finanças) e o ex-presidente do STTR – Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, Diá.

Foto: Divulgação

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Andrea denuncia abandono de obra em hospital

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A deputada Andrea Murad usou a tribuna desta segunda-feira (9) para lembrar seu discurso de março de 2016, quando alertou o povo de Barra do Corda sobre a falácia do governador Flávio Dino quanto a construção de um novo Hospital para o município.

“Quando teve essa notícia, quando vários e vários deputados subiram nesta tribuna para elogiar essa atitude do governador de construir um hospital em Barra do Corda, eu também subi, mas para dizer que ele não iria construir. Como é que nós iríamos acreditar que ele fosse construir um hospital em Barra do Corda se ele sequer inaugurava os hospitais que ele recebeu prontos do governo anterior?! Tantos hospitais construídos e equipados pelo interior, equipamentos hoje se estragando, mas ele não teve a capacidade de inaugurar e colocar para funcionar. Eu não sei se era ruindade mesmo ou falta de competência. Então subi na tribuna e disse: ‘Não vai construir hospital nenhum, ele está mentindo’”, lembrou a parlamentar.

Em 2016, pleno ano eleitoral, o comunista divulgou nos canais oficiais do governo que realizaria, em parceria com a Prefeitura de Barra do Corda, a construção do Hospital de 50 leitos, que até hoje nunca recebeu um real dos recursos do Estado. Andrea Murad revelou ainda que a obra está paralisada desde julho de 2017, em completo abandono.

“Ele anunciou, está aqui na página do governo: Construção de hospital de 50 leitos. Ele também falou das ações em um vídeo que ele iria construir em parceria com a Prefeitura o hospital. Depois, no aniversário de 181 anos da cidade, o portal do governo noticiou o anúncio de várias obras incluindo a construção de um hospital de 50 Leitos. Não sou eu que estou falando, o governador falou, anunciou. O fato é que ele anunciou uma parceria e dessa parceria ele não deu um real e agora a obra está parada desde o ano passado. Soube prometer ao povo de Barra do Corda, mas enganou a todos. Não vai ter hospital por parte dele. Vamos lutar para eleger outro governador, para aí sim ter o Hospital em Barra do Corda”, discursou Andrea.

Foto: Divulgação

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