Santa Rita amplia serviços em hospital

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Mais uma conquista para a população de Santa Rita. O prefeito Hilton Gonçalo inaugurou novos serviços no Hospital Municipal Maria Helena Freire. Através de aquisição de novos equipamentos, mais exames de média complexidade estão sendo desenvolvidos na cidade.

A partir de agora a população de Santa Rita conta com o serviço de ultrassonografia, que foi inaugurado na última segunda-feira (9), pelo próprio prefeito Hilton Gonçalo. Na oportunidade o médico foi responsável por realizar o primeiro exame com o novo equipamento em uma gestante.

O Hospital Maria Helena Freire já conta também equipamentos modernos no setor de urgência e emergência. A equipe que trabalha na ala vermelha do hospital dispõe de equipamentos de eletrocardiograma e desfibrilador portátil emergencial.

Com os novos equipamentos, a Prefeitura de Santa Rita visa diminuir a dependência da população da rede pública de São Luís, além de ofertar atendimento com maior agilidade aos casos mais graves.

Foto: Divulgação

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Andrea denuncia abandono de hospital

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A deputada Andrea Murad (PMBD) denunciou nas redes sociais o abandono pelo governador Flávio Dino do Hospital Macrorregional de Chapadinha.

“Estou chocada com tantas denúncias sobre o caos em que se encontra a saúde do Estado. Leiam mais uma das milhares de mensagens que recebo. Desta vez, vem de Chapadinha, onde já deveria estar funcionando um Hospital Macrorregional que Flávio Dino recebeu quase pronto, uma unidade estratégica para toda a região do Baixo Parnaíba, idealizado pelo ex-secretário Ricardo Murad. Bastava ter concluído o que recebeu quase pronto, com equipamentos comprados, para acabar com essa Via Crucis de centenas de milhares de pessoas”, afirmou.

Em uma das mensagens recebidas por Andrea Murad, um morador de Chapadinha relata a situação da saúde no Baixo Parnaíba.

“Enquanto Flávio Dino não inaugura o tão esperado Hospital Macrorregional, o povo sofre tendo que ir para o corredor da morte nos socorrões de São Luís. Muitos não têm a sorte de sobreviver com essa ausência total do governo. Não chegam a tempo de serem socorridos. As ambulâncias de Chapadinha e Anapurus, por exemplo, não param levando gente para capital, podendo esse governador já ter concluído o hospital macrorregional. Quem mora nessa região é quem sabe o sofrimento. Se não fosse Hospital Municipal de Chapadinha, mais gente teria morrido”, triste relato de um chapadinhense.

Foto: Nestor Bezerra

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Flávio Dino paga por hospital sem funcionar

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O governador alugou e paga por um prédio particular o valor de R$ 90 mil por mês para os proprietários da Clínica Eldorado, localizado no bairro do Turú. Isso já dura um ano sem atender um paciente sequer. Essa clínica alugada por esse valor exorbitante, sem a menor condição de funcionamento, também exigiu do governo gastos com reformas no valor de R$ 903.165,56. Os proprietários já embolsaram R$ 990.000,00 pelos pagamentos do aluguel mensal de R$ 90.000,00 e estão reformando o imóvel velho e sem condições de uso, sem nenhum ônus, com dinheiro público, que deveria tá sendo aplicado para melhorar a saúde do povo maranhense.

A reforma, que já consumiu R$ 903.164,56, ainda não terminou. Tudo bancado por Flávio Dino. Nesse local ele quer instalar um hospital com apenas 34 leitos, segundo o secretário de Saúde, para ser referência em traumas e ortopedia. O problema é que a clínica alugada, nunca terá condições para ser uma unidade de referência para os casos de alta complexidade porque não dispõe de estrutura física, infraestrutura, número de leitos, equipamentos como ressonância magnética, tomografia computadorizada e outros necessários ao atendimento exigido nessa área. É necessário que se investigue o real motivo dessa decisão do governador em alugar por R$ 90 mil mensais e já ter gasto num prédio particular quase R$ 1 milhão na reforma sem que nesse local possa, sequer, se instalar o tal Hospital de Traumatologia e Ortopedia do Maranhão, como o nome mesmo diz.

É inviável atender todos os pacientes do Estado, com apenas 34 leitos e sem a mínima infraestrutura da clínica. E Flávio Dino é crítico dos hospitais de 20 leitos, públicos, não particulares, projetado para atender com qualidade a população de um pequeno município. O que dizer então, de uma clínica velha, sem nenhuma condição, pertencente a particulares, com apenas 34 leitos para dar conta de todos os pacientes politraumatizados, muitos dependendo de neurocirurgias complexas, outros que necessitam de cirurgias ortopédicas também de alta complexidade, num prédio acanhado e remendado?

Como disse, isso precisa ser investigado até porque essa área extremamente complexa da medicina já estava programada para funcionar no projeto de ampliação do hospital Dr. Carlos Macieira, onde o governador vem cometendo um grave crime contra a administração pública ao alterar o destino da ampliação do hospital de Alta Complexidade. O HCM na sua primeira etapa foi estruturado para atender a demanda por atendimentos de alta complexidade de toda a rede estadual de saúde, faltando apenas leitos que estavam sendo concluídos na obra de ampliação do hospital. Ora, já existiam recursos e obras em andamento no projeto de ampliação do HCM para atender o perfil de traumas e ortopedias, mas o governador Flávio Dino resolveu alugar uma clínica particular, pagar por ela durante 1 ano sem funcionar o valor de R$ 990.000,00, só a título de aluguel, e na reforma mais R$ 903.165,55, enquanto que o projeto de ampliação do Dr. Hospital Carlos Macieira foi desviado para outra finalidade, cometendo assim um grave crime. Crime este que estarei acionando imediatamente a Justiça do Maranhão e o Ministério Público para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

Foto: Divulgação

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Andrea pede investigação da morte de criança

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Deputada estadual, Andrea Murad (PMDB)

A deputada Andrea Murad pedirá para a Procuradoria Geral de Justiça investigar se houve negligência ou não na morte da criança Dierlyson Rayan Sousa Ramos, de 1 ano e 11 meses, residente de Axixá. Segundo relatos da família, a mãe da criança, Valéria Silva, buscou atendimento no Hospital Municipal de Axixá e no Hospital Regional de Morros.

“Tive a informação através da família que no hospital de Axixá a criança não teve o atendimento satisfatório, foi quando a mãe se dirigiu ao Hospital Regional de Morros onde os médicos lá apenas disseram que a criança estava sonolenta, com cólica, que a criança não tinha nada. O filho da Valéria não foi examinado, não foi medicado, não foi feito nada, apenas despachado pra casa, onde veio a óbito para desespero da mãe”, explicou Andrea.

A declaração de óbito, assinada pelo médico José R. Ferreira Soares, do Hospital Regional de Morros, diz que a causa da morte é indeterminada. Nesta quinta-feira (22), a mãe da criança prestou depoimento na Delegacia de Axixá e amanhã (23) estará na Defensoria Pública de Icatu para tomar medidas judiciais cabíveis. Em seu discurso na Assembleia, a deputada Andrea chamou a atenção para a falta de controle e de qualidade nos serviços oferecidos pela rede estadual de saúde.

“Foi para o Hospital de Morros onde a criança deveria ter todo o atendimento porque ali tem estrutura pra isso. Sei que coisas trágicas acontecem, mas quando se busca atendimento, num hospital regional e a criança não tem nem seus sintomas investigados, o que significa? O que não pode acontecer são erros rotineiros, se não está dando certo alguma equipe em algum hospital se tira e bota outra. O fato é que o Hospital Regional de Morros não deu o devido tratamento à criança, que veio a falecer e isso precisa ser apurado”, discursou.

Foto: Nestor Bezerra

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Hilton avança na Saúde em Santa Rita

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Prefeitura de Santa Rita adquire novos equipamentos para o hospital municipal

A Prefeitura de Santa Rita disponibilizou novos equipamentos para melhor atender a população que busca atendimento no Hospital Municipal Maria Helena Freire. Equipamentos modernos e importantes foram adquiridos e já se encontram em pleno funcionamento na unidade hospitalar do município. O prefeito Hilton Gonçalo esteve na unidade hospitalar para acompanhar in loco os avanços.

De acordo com Hilton Gonçalo, que também é médico por formação foram adquiridos: oxímetro de pulso, eletrocardiógrafo e um aparelho para exame hematológico. Todos estes equipamentos vão trazer sensíveis melhorias no atendimento dos usuários do serviço público de saúde de Santa Rita.

O prefeito lembrou que todo o maquinário instalado no Hospital Maria Helena Freire foi adquirido com recursos próprios, demonstrando a organização e o bom uso do dinheiro público de Santa Rita. “Estamos trazendo uma estrutura que vai garantir a população da nossa cidade, um melhor tratamento de quem necessitar se internar ou precisar de uma emergência cardiológica. Quando assumi, a Prefeitura de Santa Rita em 1º de janeiro de 2017, assegurei que iria tornar o município em referência no tratamento de doenças do coração e no tratamento do diabetes”, declarou Hilton Gonçalo.

Os equipamentos adquiridos têm funções distintas. O oxímetro de pulso é um dispositivo médico que mede indiretamente a quantidade de oxigênio no sangue de um paciente. Já o, eletrocardiógrafo é um equipamento projetado para coletar a diferença de potencial presente no corpo devido à atividade cardíaca e apresentá-los de forma gráfica.

Quanto a máquina de exame hematológico vai proporcionar um resultado mais preciso e ágil do hemograma que é uma analise clínica que avalia as células sanguíneas de um paciente, ou seja, as da série branca e vermelha, contagem de plaquetas, reticulócitos e índices hematológicos. O exame é requerido pelo profissional de saúde para diagnosticar ou controlar a evolução de uma doença. Em Santa Rita, no hospital Maria Helena Freire, a Prefeitura disponibilizou um aparelho que emite o resultado do Hemograma em apenas 1 minuto.

Foto: Divulgação

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Pacientes dormem em fila de consulta

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Pacientes estão dormindo na fila da porta do Hospital Adelson de Sousa Lopes, situado no bairro Vila Luizão, em São Luís, com o intuito de garantir uma vaga na marcação de consulta e exames. Tudo isso porque esta segunda-feira (24) será o único dia neste mês para realizar a marcação de consulta no hospital.

Os pacientes afirmam que as senhas que são distribuídas no hospital não são suficientes para todas as pessoas e em virtude disto eles são obrigados até a dormir no local.

Uma paciente identificada apenas como Antônia que revela que para conseguir marcar uma consulta ela se submeteu a passar a noite na fila. Ela acrescenta que está no local desde as 19h de domingo (23).

“Eu cheguei sete horas da noite. Passei a semana todinha com vômito, diarreia e aqui que nem o que vocês estão vendo olha a humilhação. Quem já está doente termina de morrer. Cadê o governador? Cadê o prefeito? Eu fui na UPA e aí só faz encaminhamento para médico e a gente está aqui para pegar a vez e isso se a gente conseguir o médico que a gente quer. Eu estou na frente do esgoto, da fossa”, desabafou.

Policiais militares estão no local realizando a segurança e mantendo a ordem na fila que se formou nas proximidades do Hospital Adelson de Sousa Lopes, na capital.

Ao G1, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que 15 dias será implantado o processo de regulação ambulatorial eletrônica, de modo que o acesso às consultas será via encaminhamento médico com agendamento prévio, sem necessidade de marcação presencial. Além disso, pede desculpas pelo transtorno à população e comunica o afastamento dos três diretores da unidade.

Foto: Reprodução/ TV Mirante

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Andrea denuncia pagamentos da EMSERH

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Andrea Murad denuncia falta transparência quanto aos pagamentos feitos pela EMSERH

A deputada Andrea Murad (PMDB) questionou nesta segunda-feira (13) durante discurso na Assembleia Legislativa a ausência de informações no Portal da Transparência sobre os pagamentos feitos pela EMSERH desde o início de seu funcionamento. A parlamentar vem denunciando várias contratações diretas realizadas pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares, com valores suspeitos de superfaturamentos, cujos pagamentos não estão sendo informados ao Portal da Transparência.

“Como venho dizendo sobre as contratações diretas, são mais de R$ 37 milhões e não tem nada no Portal da Transparência. A Emserh não está alimentando com as informações devidas para que acompanhemos e fiscalizemos, aliás, o governo acha que nós aqui não temos que fiscalizar absolutamente nada, que nós fomos eleitos para nada, essa que é a verdade. Enchem a boca para dizer que existe transparência no governo mas o fato é que só vemos dados sendo ocultados. Cadê a famosa Secretaria da Transparência? Ela não serve para cobrar isso porque ela só serve para perseguir adversário político do governo anterior. A Secretaria da Transparência devia exigir que a Emserh colocasse imediatamente os dados no Portal da Transparência”, discursou Andrea.

A publicação dos dados está prevista nas Leis Complementares 131/2000 e 101/2009, e no Decreto 7185 da Presidência da República que tratam sobre a disponibilidade de informações quanto as despesas praticadas pelos órgãos públicos. Andrea Murad reforçou o papel do Ministério Público e rebateu as críticas da base governista quanto as graves denúncias que a oposição vem realizando este ano.

“Fiz várias denúncias nesta Casa e já fiz inúmeras denúncias ao Ministério Público. Tenho fé de que serão apuradas com todo rigor e não como o deputado Rogério, líder do governo, subiu na tribuna e disse que perdemos todas até hoje. Pelo que sei ainda estão sendo apuradas. Ou ele já sabe que perdemos? Falou com uma certeza absoluta que perdemos, que não deram e nunca darão em nada. Eu quero entender por que ele acha que não darão em nada. Por que de antemão ele já diz que perdemos tudo? Tenho curiosidade em saber por que o governo Flávio Dino tem tanta certeza de que as investigações do Ministério Público nunca vão dar em nada. É uma pergunta que o Ministério Público também deveria fazer ao governo Flávio Dino”, rebateu a deputada.

A deputada relembrou as denúncias quanto ao pagamento de funcionários na área da saúde sem qualquer vínculo empregatício, totalmente excluídos de benefícios trabalhistas; além dos “plantões fantasmas”, caso do Hospital Regional de Morros, gerido pela EMSERH, onde médicos recebem por plantões não realizados e são obrigados a repassar o dinheiro para direção da unidade. Para Andrea, a EMSERH, sem a estrutura necessária do governo, não está tendo capacidade de gerir as unidades de saúde.

“A EMSERH não tem a menor condição de fazer, sequer, a gestão de recursos humanos, digo isso porque fiz denúncia sobre as contratações que a EMSERH absorveu das terceirizadas, realiza os pagamentos, mas não garante qualquer direito trabalhista. No Hospital Regional de Morros, existe os plantões fantasmas, os médicos são pagos por plantões não realizados e tem que repassar o dinheiro desses plantões para a diretoria do hospital e eles ainda são ameaçados pela diretoria porque, se não for entregue naquele dia o dinheiro, é uma ameaça danada. Ninguém fez nada. Ninguém acha isso nada demais. Então, o que eu venho falando sobre a Emserh é muito claro e simples: ela não consegue gerir, ela não consegue licitar, ela abusa das contratações diretas e não tem transparência alguma nos seus gastos. Digo isso porque já subi nesta tribuna milhares de vezes para falar sobre as compras de medicamentos superfaturafos em época eleitoral e ninguém conseguiu explicar nada com nada. Esse é um governo que superfatura até colchões e vem falar de honestidade”, ressaltou a parlamentar.

Foto: Nestor Bezerra

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Andrea faz denúncia grave na Saúde

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Andrea requere informações e denuncia que hospital de Santa Inês ainda foi inaugurado sem oxigênio

Andrea Murad denuncia que hospital de Santa Inês ainda foi inaugurado sem oxigênio

A deputada Andrea Murad apresentou à mesa diretora da Assembleia Legislativa um requerimento pedindo informações sobre o funcionamento do Hospital Macrorregional de Santa Inês quanto ao sistema de regulação de leitos e disponibilidade de oxigênio. No último fim de semana, o paciente Carlos Alberto, vítima de AVC, foi levado para a unidade e não recebeu atendimento porque o sistema de regulação não estava funcionando. O fato revoltou a população da região. Andrea Murad criticou ainda a nota que o governo emitiu sobre o caso.

“Haja vergonha para vir defender uma imoralidade dessas. Portas do hospital fechadas,  não pode atender porque o sistema de regulação não está funcionando e aí vem o governo dizer que o hospital não tem o serviço de urgência e emergência. V. Ex.ªs já viram a nota da Secretaria de Estado da Saúde? A Secretaria de Estado da Saúde lamenta o óbito do paciente Carlos Alberto e informa que o paciente citado estava internado no hospital municipal de Santa Inês sob a responsabilidade da unidade…’ Aí botou a culpa toda no hospital municipal de Santa Inês. O Ricardo Murad entregou o hospital com 95% das obras e no projeto original tinha sua urgência e emergência e esse governo tirou. De acordo com Ricardo Murad que idealizou o projeto, todo hospital de alta complexidade dessas regiões teria uma Unidade de Pronto Atendimento de Urgência e Emergência”, explicou Andrea Murad.

A parlamentar quer saber em quais condições a unidade foi inaugurada pelo governo Flávio Dino, devido às denúncias, vídeos e áudios que circulam na imprensa sobre o não atendimento do paciente Carlos Alberto e também pela falta do oxigênio, que só foi instalado nesta segunda-feira (19).

“A grande verdade é essa! Ele está inaugurando as unidades que Ricardo Murad deixou prontas, mas não consegue inaugurar da maneira que é para inaugurar. Falta oxigênio, por exemplo. Depois do escândalo da morte do Tina Pepper, correram para instalar o oxigênio. Ontem (20) às 14h40, estão aqui as fotos, às 14h40 foi instalado o oxigênio no Hospital de Santa Inês. Um hospital, que foi entregue mês passado, foi inaugurado sem oxigênio. Como é que um hospital de alta complexidade, que vai fazer cirurgias de alta complexidade é inaugurado sem oxigênio? É porque ele não vai fazer aquilo que é para ele fazer! Semana passada tiveram que derrubar muro para entrar o caminhão do oxigênio, porque nem acesso o caminhão tinha. É brincadeira o que acontece nesse governo!”, denunciou a deputada.

Fotos: Divulgação

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Hospital esclarece morte em Santa Inês

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HospitalSantaines1

O Instituto Acqua, responsável pela gestão do Hospital Macrorregional Tomás Martins, informa acerca do ocorrido na madrugada deste domingo que a direção da unidade hospitalar seguiu rigorosamente os protocolos de atendimento do caso. O Hospital Estadual de Santa Inês é uma unidade referenciada e, portanto, não faz atendimento de urgência e emergência.

Mesmo com esse perfil, os profissionais presentes ao plantão noturno solicitaram informações sobre a condição do paciente Carlos Alberto, mais conhecido como Tina Peper, ao condutor da ambulância, que informou que havia uma referência para atendimento no Hospital de Monção.

Ainda assim, os profissionais solicitaram contato com o paciente na entrada do hospital, o que foi veementemente negado pelo condutor da ambulância. Diante deste fato, a direção da unidade solicitou que o condutor seguisse o protocolo e acessasse o hospital de Monção, que é referência para este tipo de atendimento de urgência e emergência.

Os condutores da ambulância, que já haviam se negado a apresentar o paciente aos médicos de plantão, também se negaram a conduzi-lo a Monção. Diante desta situação, os profissionais presentes ao plantão insistiram para que o paciente fosse apresentado, o que novamente foi negado, causando suspeitas na equipe de plantão se realmente havia um paciente na ambulância.

Cabe ressaltar que não houve negativa de atendimento, uma vez que sequer o paciente foi apresentado à equipe médica. Também cabe ressaltar que o paciente, o qual necessitaria de atendimento, segundo os condutores da ambulância, já era apresentado como falecido cerca de duas horas antes em redes sociais, conforme imagens anexas.

De se estranhar ainda que os condutores da ambulância, ao saírem do hospital, tenham praticado manobra extremamente perigosa quando se conduz um paciente em situação grave.

Diante dessa sequência de fatos, o Instituto Acqua reafirma seu compromisso de bom atendimento à população da região de Santa Inês, seguindo os critérios de referência de atendimento da rede estadual de Saúde e lamenta a utilização político-eleitoral de tão triste acontecimento.

Rafael Brito
Instituto Acqua

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Hospital foi feito por Roseana, diz Sousa

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Deputado estadual Sousa Neto (Pros)

Deputado estadual Sousa Neto (Pros)

O deputado Sousa Neto (Pros) afirmou, na sessão desta quarta-feira (24), na Assembeia Legislativa que hospital macrorregional de Santa Inês foi feito pelo então secretário de Saúde do Estado, Ricardo Murad, no Governo Roseana Sarney, ao complementar discurso proferido pelo colega de plenário, Stênio Resende (DEM).

“Foi através do ex-prefeito Roberth Bringel, que doou o terreno, que a governadora Roseana Sarney, através do secretário Ricardo Murad, idealizou , por meio do projeto Saúde é Vida, porque sabe que Santa Inês é uma cidade estratégica do Vale do Pindaré”, explicou.

“O hospital ficou pronto no final de 2014 para ser inaugurado no ano passado, mas por questões políticas, não sei o porquê do governador, importante é que agora o hospital vai ser inaugurado. E mais ainda, o hospital macrorregional de Santa Inês agora, Tomás Martins, tem um centro de hemodiálise já praticamente pronto, licitado e que ontem saiu uma reportagem vergonhosa do Estado do Maranhão, no Jornal Nacional, e que quase todos, quase não, praticamente todos os hospitais macrorregionais, têm um centro de hemodiálise que foi em torno de R$ 16 milhões que ficaram assegurados através do BNDES. Aquela questão daquela calamidade do pessoal de Chapadinha vir para cá e tornar público, o ex-secretário Ricardo Murad já deixou empenhado, já deixou com projeto pronto dos centros de hemodiálise nesses municípios que têm os macrorregionais”, assegurou.

O deputado disse que “a gente tem que dar o crédito e fazer um agradecimento à ex-governadora Roseana e ao ex-secretário Ricardo por terem idealizado esse projeto dos hospitais, que agora o governador passou, capinou a frente do hospital de Santa Inês, agora vai inaugurar e que é muito importante para aquela população”.

(mais…)

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