Nada definido

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Embora o grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) tente forçar a barra de um cenário consolidado a ponto de levá-lo à vitória até em primeiro turno, o fato é que nada no processo eleitoral no Maranhão está definido. Dino não sabe, sequer, que adversários enfrentará. Também não tem garantia alguma de que terá partido X ao seu dispor e enfrentará partido Y.

O cenário ainda é totalmente indefinido, tanto do ponto de vista dos candidatos quanto da arrumação dos partidos. O que se pode dizer, apenas, é que tem Flávio Dino disputando pelo PCdoB, Roseana Sarney cotada pelo MDB e Roberto Rocha (PSDB) convicto de encarar qualquer embate. Quantas legendas estarão com Dino, Roseana, Rocha, ou outro pré-candidato que se apresente é precipitado agora estabelecer.

Rocha, por exemplo, tem hoje o controle do PSDB, o que é um trunfo fundamental em um processo – tanto para si próprio quanto para uma negociação de aliança. O deputado Eduardo Braide, por sua vez, se quiser mesmo ser candidato, não tem como ficar no PMN. E se for para o PT, como fica a aliança do partido com Dino? Se, por outro lado, conseguir apoio de legendas da base dinista – ou roseanista – com tempo suficiente na propaganda?

São questionamentos que precisam ser feitos por qualquer um que tenha o interesse na observação do cenário eleitoral maranhense.

Estabelecer agora – faltando ainda mais de quatro meses para as convenções – o número de partidos que cada candidato tem é discutir o sexo dos anjos. A conjuntura nacional, a cooptação de candidatos, as reformulações nas direções partidárias terão influência direta na montagem das chapas.

E o que se vê agora, fatalmente não será o que se terá ao fim de julho, quando terminará o prazo das convenções. Insistir em cenários consolidados hoje, é não ter a capacidade de ver o amanhã. Coisa para poucos.

Foto: reprodução/ TV Mirante

Estado Maior

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Léo Costa troca o PDT pelo PSDB

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Em um ato histórico, ocorrido neste sábado (17), no Salão Paroquial São Vicente (Praça da Matriz) em Barreirinhas, Léo Costa, um dos fundadores do PDT no Maranhão, consagrou sua saída do partido para assinar sua filiação ao PSDB.

Na presença de lideranças comunitárias, políticos da região, empresários do turismo e a população em geral, o senador Roberto Rocha fez o convite a Léo Costa para o ingresso no PSDB, partido que tem como candidato a presidente o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Com o convite aceito, foi feita uma assinatura simbólica de filiação. Léo Costa informou que tomará as providências formais para a saída definitiva do PDT.

Emoção – Com uma longa história de luta no PDT, partido do saudoso ex-governador Jackson Lago, Léo Costa foi um dos primeiros partidários a assinar a ficha de filiação do partido no Maranhão.

Após o convite do tucano Roberto Rocha, Léo Costa foi às lágrimas ao anunciar que ia aceitar o convite, e que deixava o PDT com aperto no coração, lembrando o duro golpe sofrido nas eleições de 2016, quando foi abandonado à própria sorte pelo deputado federal Weverton Rocha, presidente estadual do PDT no estado, que o deixou sem legenda para disputar a sua reeleição pela sigla trabalhista.

Léo Costa foi um dos companheiros mais próximos de Jackson Lago, com quem esteve nos principais e mais importantes momentos da trajetória de luta do PDT no estado. Mas, criticou a postura da atual direção do partido no Maranhão. Veja aqui.

Em discurso Léo Costa diz que ainda não definiu se lança candidatura a algum cargo político.  “É uma nova página da minha história pessoal e na minha militância política. Chego como um soldado para contribuir com a construção de um novo projeto para o Maranhão e para o Brasil. Tanto o nosso presidente estadual Roberto Rocha quanto nosso presidente nacional Geraldo Alckmin podem contar com este humilde, mas valente soldado”, afirmou.

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Roberto Rocha sem aliança

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O senador Roberto Rocha (PSDB) deverá mesmo ficar sem o PSB. O motivo é que o vice-governador de São Paulo, Márcio França, deverá ser companheiro de partido de Rocha.

Isso reduz as possibilidades de o PSB sair das mãos da ala pernambucana e, consequentemente, no Maranhão, a possível aliança com os tucanos poderá não ocorrer.

Roberto estava aguardando a eleição para presidente nacional da sigla para saber se ficaria com o partido que um dia comandou.

Sem ganho

Sobre o fato de não conseguir ter o PSB no seu projeto de ser candidato a governador do Maranhão, o senador tucano disse apenas que não se perde o que não se tem.

Ou seja, segundo Rocha, se o PSB não ficar com a ala paulista, ele não perderá nada porque não tem o apoio dos socialistas.

Tudo bem, pode até não perder, mas sabe que poderá deixar de ganhar e pior, ainda saberá que quem vai ganhar mesmo será seu principal adversário no estado, Flávio Dino.

Estado Maior

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Cenário consolidado

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Quem ainda aguarda situações extras para a tomada de decisão em relação às eleições de outubro pode perder o trem da história no Maranhão. Mesmo com a conjuntura nacional no debate mais intenso, a situação política no estado caminha para uma medição de forças entre dois grupos distintos, com pouca margem para quem ainda espera por palanque.

Independentemente da conjuntura nacional, o maior grupo de oposição ao governo Flávio Dino (PCdoB), liderado pela ex-governadora Roseana Sarney, deve contar em seu palanque, além do seu MDB, também com forças partidárias do porte de um PV, PSD e de outras legendas de porte médio.

Da mesma forma, o Palácio dos Leões pode contar na mesma chapa com representantes do PT, do DEM, do PPS e do PSB, independentemente da conjuntura nacional a ser desenhada.

Sobra pouca margem, portanto, para que outras forças – a exemplo do senador Roberto Rocha (PSDB), da ex-prefeita Maura Jorge, do ex-secretário Ricardo Murad ou do deputado Eduardo Braide (PMN) – consigam formar palanque consistentes, com candidatos a senador de peso e candidatos a vice que somem.

Apostar na indefinição do cenário nacional para esperar consolidação de sua campanha, a estas alturas da disputa, pode significar a definição da vitória ou da derrota.

Isso porque, tendo ou não o ex-presidente Lula na disputa presidencial, a eleição será polarizada entre as mesmas forças que já se digladiam no cenário. E cada um buscando seus interesses regionais. Sem a interferência esperada por alguns candidatos locais.

Estado Maior

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Projeto de Roberto Rocha beneficia futebol

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Em um ano marcado por importantes eventos esportivos, como a Copa do Mundo na Rússia, o tema estará em destaque também no Senado Federal. Entre as principais iniciativas neste setor a serem examinadas pelos senadores está o Projeto de Lei do senador Lasier Martins (PSD-RS), que estabelece o incentivo ao desporto como um dos princípios da educação nacional.

Na mesma linha, a Comissão de Educação aprovou, ano passado, dois projetos que ampliam o fomento ao esporte. Um deles, PLS 605/2016, de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), aumenta de 1% para 2% a possibilidade de dedução do Imposto de Renda para empresas do setor e estende outros benefícios a patrocinadores. A matéria está pronta para ser votada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão final.

Se aprovado na CAE e, se não houver recurso, vai direto para o Plenário, e em seguida o texto será encaminhado para a análise da Câmara dos Deputados. De acordo com o relator, senador Paulo Rocha (PT-PA), o projeto multiplicará por oito o atual número de potenciais empresas doadoras ou patrocinadoras e ainda dobrará o valor dos recursos que cada uma delas pode direcionar para o esporte.

O projeto, que prevê também a possibilidade de aporte de recursos públicos para o incentivo à prática do esporte na escola, tem como relator na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) o senador Cristovam Buarque (PPS-DF). Para ele, o estímulo ao desporto educacional deve ocorrer de forma ampla e continuada, incluindo a descoberta, a formação e o incentivo de novos talentos desportivos.

A outra proposta (PLS 278/2016), do senador Romário (Pode-RJ), estende até 2025 o prazo de validade da Lei de Incentivo ao Esporte (Lei 11.438/2006) — hoje o prazo é até 2022.

O projeto também amplia a possibilidade de dedução do Imposto de Renda, de 1% para 4%, para as empresas que patrocinem projetos aprovados pelo Ministério do Esporte. Aprovada em maio na CE, a matéria está em análise na CAE, sob relatoria na senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Foto: Agência Senado

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O Maranhão real: do ruim para o pior

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Por Roberto Rocha

Nos aproximamos de mais um ano eleitoral e como é de hábito o debate público se transforma em um exercício especulativo de palpites e previsões.

Muito se conjectura, muito se presume, mas infelizmente pouco se analisa sobre o que conquistamos até o presente e sobre os rumos que devemos tomar.

Vivemos o império da conjuntura, que se sobrepõe aos imperativos estruturais.

Precisamos buscar um olhar mais propenso a entender o curso da história, e não o jogo superficial das narrativas políticas.

Felizmente, temos no Brasil instrumentos em abundância para nos debruçar sobre centenas de indicadores sociais, políticos, ambientais, econômicos e tantos outros. É com eles que devemos contar para não ficarmos reféns da disputa retórica, alheios à aferição objetiva dos fatos.

Recentemente dois estudos aprofundados jogaram mais luzes sobre a situação real dos números do Maranhão.

Me refiro especialmente ao Ranking de Competitividade dos Estados, realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), e, mais recentemente, ao relatório sistêmico do Tribunal de Contas da União (TCU), que consolidou os resultados de diversas auditorias destinadas à Região Nordeste. Chamado Fisc Nordeste, apresenta um panorama comparativo entre os Estados da região, e destes com o resto do país.

O resultado desses dois amplos e rigorosos estudos nos dão uma ideia mais clara do tamanho do que o ministro do TCU, José Mucio Monteiro, chamou de “fraude da nossa história”, que segundo ele á a maior das fraudes, justamente aquela que não é detectada pelos sistemas de controle, pois no mais das vezes não deriva da omissão, mas da ação equivocada.

É pelo conjunto da obra que podemos compreender porque o maranhense, por exemplo, na média vive quase dez anos menos do que um catarinense. E cinco anos menos do que a média dos brasileiros. E não é por qualquer desvio nos índices de violência, mas simplesmente pela incapacidade do Estado de prover padrões de desenvolvimento mínimos para sustentar políticas de saúde, educação e segurança alimentar.

O Ranking de Competitividade dos Estados considerou 66 indicadores, agrupados em 10 pilares. São eles:  infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação. Portanto uma radiografia completa do país.

O critério adotado é semelhante ao IDH, conferindo notas de zero a cem, sempre obedecendo o parâmetro de quanto mais perto de 100, melhor.

Analisadas as 27 unidades da Federação não há surpresa em constatar que o melhor desempenho fica com São Paulo. E não é simplesmente pela força econômica, mas também e principalmente pela consistência das políticas, saúde fiscal e cumprimento de um projeto de desenvolvimento, mesmo em tempos de crise.

Não é à toa que o governador Geraldo Alckmin desponta nos dias de hoje como o candidato mais preparado para recolocar o Brasil no eixo do desenvolvimento.

Contrastando com São Paulo, na outra ponta, dividindo os últimos lugares, está o Maranhão.

Em apenas dois anos, o Maranhão caiu da 20ª para 25ª posição no Ranking. De uma nota de 43.1 em 2015, o Maranhão involuiu para 31.5 em 2017. Esse é o resultado da experiência comunista, de que o Maranhão tem sido a cobaia. Experiência na qual depositamos imensa expectativa favorável.

Um outro dado assombroso: o Maranhão recebeu nota zero no ranking de 2017 em relação à sustentabilidade social, ocupando a última posição.

Também quando falamos de capital humano, que reúne os indicadores de custo de mão-de-obra, população economicamente ativa com ensino superior, produtividade do trabalho e qualificação dos trabalhadores, o Maranhão situou-se apenas na 25ª posição no ranking dos 27 Estados.

Quanto ao potencial de mercado, que analisa o crescimento da força de trabalho e a taxa de crescimento, o Maranhão recuou oito pontos, de 2016 para 2017.

Uma única área se destaca, quanto à solidez fiscal, resultado mais da continuidade de uma política do governo anterior do que de qualquer compromisso com a austeridade.

Alguns estados pequenos, como Rondônia, Acre e Paraíba ganharam posições com desempenho expressivo, o que comprova que não importa o tamanho do PIB, mas a responsabilidade da gestão.

Um exemplo é o quesito Potencial de Mercado, em que o vizinho Estado do Pará aparece em terceiro lugar no Brasil enquanto o Maranhão amarga a 17ª posição. Não há nenhuma vantagem logística que explique porque o Maranhão patina enquanto seus vizinhos disparam.

Esse, infelizmente é o quadro atual. Bem diferente do que se vê na mídia maranhense, em boa parte cevada por recursos generosos para vender a ideia de que está tudo às mil maravilhas.

Esses números não chegam a surpreender, em se tratando de um governo que não tem um projeto de Estado, que é hostil ao capital privado, que é paralisado por interdições ideológicas que o mundo inteiro já renegou.

Contra esses fatos, medidos com rigor e precisão, o Governo do Maranhão faz silêncio. Importa a ele apenas o alarido das redes sociais com seu séquito de curtidores e compartilhadores.

Felizmente temos o contraponto de uma mídia aguerrida, especialmente de alguns blogueiros, que não se enfeitiçaram pelo canto da sereia. A eles rendo minhas homenagens, para que prossigam fazendo jornalismo, e não propaganda.

Quanto ao estudo do TCU, ressalto a constatação, medida em números, de que o Maranhão é o Estado mais dependente de recursos federais. Ou, dito de outra maneira, o Estado com menor capacidade de geração de riqueza própria.

Trata-se de uma tragédia dentro de outra tragédia, uma vez que o Nordeste, por si, segundo o mesmo estudo, em relação a operações de crédito para o setor produtivo recebeu a metade, per capita, comparado com as Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Constatou ainda o TCU que o governo federal não regionaliza as diretrizes, objetivos e metas para os programas de desenvolvimento do país. Ou seja, a situação de desigualdade tende a ser mantida.

O Tribunal também constatou a ausência de políticas educacionais e de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) mais efetivas, o que reduz a capacidade de geração de receitas próprias e aumenta a dependência dos estados nordestinos.

Grave mesmo é perceber que o Governo do Maranhão não desenvolveu uma política efetiva para superar, ou pelo menos inverter a curva de dependência do Estado das políticas assistenciais.

Ao invés de gestão econômica, faz-se gestão meramente política, de conservação de poder e consolidação de privilégios. O Maranhão fica assim condenado a repetir, com outra roupagem, as mesmas práticas que o conduziram à situação de desalento em que se encontra hoje.

O ideal, para essa gente, é que o processo eleitoral seja o ato de escolher entre o ruim e o pior. Como se a mudança do pior para o ruim fosse motivo de celebração. Como se o povo maranhense não fosse capaz de discernir e recusar esse cardápio de escolhas indigestas.

Mas isso não está escrito nas estrelas. O Maranhão, aos poucos, vai entendendo que não há outro caminho, senão o de substituir a exploração política da pobreza pela exploração econômica da riqueza.

*Roberto Rocha é senador

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Nagib e Roberto Rocha visitam HGM em Codó

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O prefeito de Codó, Francisco Nagib, o senador Roberto Rocha e autoridades municipais realizaram visita ao Hospital Geral Municipal de Codó (HGM). Na ocasião , o senador conheceu o novo pronto socorro do hospital, que foi totalmente reformado, ampliado e reequipado, e olhou de perto os equipamentos adquiridos pelo hospital por meio de emenda de sua autoria no valor de dois milhões de reais.

O senador também atendeu a uma comissão formada por integrantes da Associação Pestalozzi de Codó e assegurou um ônibus para a associação. “Fico feliz em voltar a Codó, onde eu fui o unido deputado Federal mais bem voltado em toda sua história. Obtive 13 mil votos nesse município e pra mim é uma satisfação enorme chegar aqui e ver que a emenda que mandei para o Prefeito Nagib foi toda empregada em qualidade de saúde para a população codoense”, disse o senado Roberto Rocha.

Com a emenda de dois milhões de reais, o prefeito Nagib pôde reformar algumas áreas dentro do HGM, que servirão de suporte para o centro cirúrgico, ortopedia, pediatria, laboratório e outros setores do hospital. O prefeito também anunciou que o senador Edson Lobão irá destinar emenda parlamentar de mais um milhão e meio de reais para a saúde do município.

“Estamos ao longo do ano realizando muitos investimentos no nossa HGM. Hoje vivemos uma outra realidade na saúde. Todo o hospital passou e está passando por reformas, reequipagem, ampliações e a contratação de profissionais que dão aos codoense um atendimento de qualidade, humanizado e eficiente. Tudo isso devemos a união de forças de nosso município, governo do estado e políticos como o senador Roberto Rocha e Edson Lobão”.

Quem também participou da visita foi o ex-prefeito de Codó, Zito Rolim, que parabenizou a administração municipal pelo trabalho. “É uma grande felicidade olhar que o trabalho que começamos em nossos mandatos estão sendo continuados com muito compromisso, eficiência e vontade política pelo prefeito Francisco Nagib, um jovem que no seu primeiro ano de mandato mostrou realmente a que veio e está realizando importantes obras e melhorias para Codó”.

Fotos: Ascom/PMC

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Roberto Rocha assume comando do PSDB

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A nova Executiva Nacional do PSDB, presidida pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), aprovou, por unanimidade, a criação da nova Comissão Executiva do Maranhão, que será presidida pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA).

A decisão já era esperava desde outubro, quando o parlamentar maranhense retornou aos quadros do partido, a convite de Alckmin e do ex-presidente interino da agremiação, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Com essa decisão, o PSDB não deverá fazer qualquer coligação e lançar candidatura própria ao Governo do Maranhão.

Além de Roberto Rocha (presidente), a nova comissão do PSDB do Maranhão terá o ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (secretário), Ezequiel Soares (tesoureiro) e os membros: Clodomir Ferreira Paz, Maria do Carmo Souza, Augusto César de Moraes Rego Lago, Zesiel Ribeiro da Silva, Afonso Celso Caldeira Salgado, Samuel Jorge Arruda de Melo, Marcos Frazão Barbosa, Lahersio Rodrigues do Bonfim, Gardenia Maria Santos Castelo Ribeiro Gonçalves e Ana Maria Santos Gomes.

Foto: Divulgação

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Dória não vê tucanos com PCdoB e PT no MA

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O prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB) está em São Luís para um encontro nesta quinta-feira (30) com empresários maranhenses na Fiema. Ele esteve esta manhã na TV Mirante e Rádio Mirante AM e foi entrevistado pelo jornalista Roberto Fernandes, no Ponto Final.

Dória falou sobre os rumos do PSDB no Maranhão e disse que não vê o partido caminhando junto ao PCdoB e PT.

“Eu estou acompanhando, evidentemente eu não quero aqui emitir opiniões, nem influenciar decisões do PSDB ou da política maranhense. Aqui nós temos gente de estatura, de conhecimento, de vida, de biografia e eu respeito muito, mas eu não vejo o PSDB caminhando aqui com esquerda, com o Partido Comunista Brasileiro, com o PT. Não estou desrespeitando o pensamento da esquerda, da extrema esquerda, mas esse não é o sentimento do PSDB”, disse.

Segundo Dória, os tucanos trilham no momento por uma linha comprometida com o desenvolvimento e não com o assistencialismo.

“O PSDB hoje está muito mais para uma linha liberal, uma linha social-democrata, mas comprometida com o desenvolvimento e não com o assistencialismo. Então eu vejo o PSDB caminhando aqui com forças democráticas, de centro, pode ser até um centro liberal, um centro que respeite a dignidade humana, a necessidade de proteger os mais pobres, os mais humildes, mas que olhe para frente. Eu não vejo o PSDB caminhando aqui numa linha mais à esquerda. Eu tenho certeza que o senador Roberto Rocha e outros que compõem aqui, grandes lideranças do PSDB saberão compreender isso, interpretar isso, como aliás tem feito e acredito que uma boa frente, uma frente ampla no Maranhão possa defender essa posição e juntos marchar para oferecer uma condição e opções melhores para o estado do Maranhão”, destacou.

Dória disse acreditar que o Maranhão possa trilhar o caminho da geração de empregos e oportunidades.

“O estado merece, eu gosto muito do Maranhão, já vim aqui várias vezes. Há tempos não vinha, mas aqui tenho amigos, tem pessoas que conviveram comigo a vida inteira, torço muito e quero muito bem ao estado do Maranhão. Quero que o estado possa ser gerador de empregos, de oportunidades e que os maranhenses tenham orgulho de ser maranhenses”, finalizou.

Foto: Zeca Soares

Clique aqui e ouça a entrevista na íntegra

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Desmistificar é preciso

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Por Joaquim Haickel

Como já disse na abertura de meus artigos anteriores, para que se possa bem analisar o quadro político maranhense, é indispensável que primeiramente joguemos por terra alguns mitos que nos induzem a graves erros de avaliação. Vejamos um terceiro mito que precisa ser derrubado.

Existe outra farsa que precisa ser exposta e desmascarada. Alguns jornalistas que alugam suas penas, suas vozes e as consciências que deveriam ter, vêm se dedicado a difundir a ideia de que o senador Roberto Rocha é um ingrato e um traidor, tendo virado as costas ao governador Flávio Dino.

Isso não é de forma alguma verdade! E para provar isso preciso apenas usar como exemplo a maior referência da política do Maranhão: Zé Sarney.

Todas as vezes em que Sarney se desentendeu com alguém, a culpa desse desentendimento recaiu sobre esse alguém e nunca sobre Sarney! Sabem por quê!? Porque Sarney detinha o poder político necessário para fazer com que todas as pessoas que importassem no contexto, acreditassem em sua versão, para que ela fosse tida como a versão real, verdadeira e quase sempre a única.

Da mesma forma que Sarney agiu assim diversas vezes em sua trajetória política, Flávio Dino agiu com Roberto Rocha. Para colocar o senador como vilão Flávio Dino usou a mesma estratégia do político que ele diz ser ultrapassado. Sarney agiu desta maneira em relação a Pedro Neiva de Santana e a João Castelo. Anos mais tarde, Roseana faria coisa parecida com Zé Reinaldo. Coisa essa que se provou ser totalmente equivocada, pois o declínio de seu grupo começou naquele evento.

Se há alguém ingrato na política do Maranhão é Flávio Dino! Vejam como ele trata Zé Reinaldo, o homem que realmente o inventou para política, carregando-o nas costas e elegendo-o deputado federal em 2006.

No caso de Roberto Rocha, foi Flávio Dino quem decidiu alijá-lo de seu grupo, pois sempre achou que ele era um corpo estranho, que tinha posições políticas e ideológicas diferentes das dele.

Flávio é o tipo de político que não admite a menor contestação. Cacoete de mal juiz! Autoritário extremado, só fica feliz quando as pessoas à sua volta concordam com ele, de livre e espontânea vontade ou através do medo ou da coação, não importa.

Na verdade Flávio usou Roberto para ter, ao mesmo tempo, em sua campanha eleitoral de 2014, o apoio do PSB, então partido de Rocha e também da cúpula do PSDB, de quem Rocha sempre foi muito próximo.

Ao pagar jornalistas, blogueiros e radialistas para tentarem desconstruir a figura de Roberto Rocha, fica clara mais uma faceta de Flávio Dino que precisa ser exposta para que seja desmistificada e jogada abaixo. A faceta da honradez de propósitos, a farsa da seriedade na prática da política, o mito do bom moço, do ex-juiz que abandonou a magistratura para salvar o Maranhão de seu destino nefasto. Isso não é verdade. O que ele e seus asseclas tem é um projeto de poder que durará no máximo oito anos.

Agindo como tem agido em relação ao senador Roberto Rocha, tendo alijado-o de seu grupo, impedindo que se manifestasse, tirando-lhe autoritariamente a possibilidade de defender seus pontos de vistas no âmbito interno de seu grupo, foi Flávio Dino quem traiu Roberto Rocha e não o contrário.

Neste caso, como nos anteriores desta série de desmistificações, fica mais que claro que há uma grande farsa em andamento no Maranhão, a farsa do mito de que Flávio Dino comanda um governo revolucionário, democrático e justo, o que não é verdade. Esse mito precisa ser exposto e derrubado.

Primeira parte

Segunda parte

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