Resposta do senador Roberto Rocha a Zé Reinaldo

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Por Roberto Rocha

Eu perdi uma eleição amarga, enfrentando duas máquinas onipresentes na política do Maranhão, e ainda o surgimento de um novo fenômeno político nacional que contribuiu para afastar as possibilidades do PSDB surgir com chances de crescimento.

De todos os grandes partidos, fomos o único com presença nacional que não se aliou às duas candidaturas principais.

Minha candidatura, montada pelo PSDB para ajudar o palanque de Geraldo Alckmin – homem público que honra a vida nacional – representou um esforço enorme que, por conta das circunstâncias que todos conhecem, acabou num ponto cego do radar eleitoral.

Ainda assim, não sou daqueles que buscam culpados para as vicissitudes da política. Há que aprender as lições e seguir em frente. Por isso estranhei quando o ex-governador José Reinaldo, de posse dos resultados eleitorais, apontou um único culpado pela derrota de seu pleito. E esse culpado seria eu!

Mas não fui eu que ofereci a ele a única chance de competir por um partido com tempo de televisão e fundo eleitoral? Não fui eu quem prestigiou a sua chegada ao PSDB com a presença em meu gabinete de lideranças nacionais do partido?

E pior, ele ainda guarda palavras de elogio em seu artigo ao atual governador, que de forma infame o escorraçou, e guarda silêncio a quem com tanto sacrifício, Madeira e Alckmin, lhe dispensaram todas as honras para viabilizar a sua candidatura.

Para agradar o governo comunista, e conseguir no próximo ano um emprego, será que precisa ser tão medíocre?

“A mão que afaga é a mesma que apedreja”, lembrando os versos do poeta Augusto dos Anjos, que compara a ingratidão a uma pantera.

Não posso deixar de lembrar disso, ao saber a bisonha explicação que foi a ausência do filho de um ilustre vereador de Caxias na sua chapa que tirou-lhe as chances de competir. O que mais dizer?

Que todos os candidatos a deputado do partido assinaram um documento manifestando apoio a candidatura de Waldir Maranhão e Alexandre Almeida, mas que eu contornei, e depois de muita conversa acatamos a indicação da irmã do prefeito de Pinheiro para compor a chapa de José Reinaldo? Que ele foi o único que recebeu 100% da verba do fundo eleitoral, a que nem mesmo eu recebi integralmente? Que fez sua campanha no Rádio e na TV e nos impressos sem citar os nomes dos candidatos a governador e presidente da República do partido que financiava sua campanha?

Ele sabe que eu só tinha a candidatura registrada, mas na maior parte do tempo fiquei com minha família, por causa do grave problema de saúde com meu filho. Sabe que estou em São Paulo, com meu filho, que está internado no hospital fazendo quimioterapia. Sabe que bem no início da campanha meu filho teve agravado seu estado de saúde. Sabe que naquele momento só não retirei oficialmente a candidatura para não ser acusado de estar a serviço do adversário. Sabe que os poucos programas que gravei eram frequentemente repetidos, e que no final foi contratada uma atriz porque não conseguia mais gravar. Ele sabe que esperei, em casa, a única oportunidade de estabelecer o contraste, a diferença, entre os candidatos a governador, que foi o debate da Globo/Mirante. Nunca fui a uma reunião com nossa equipe para me preparar para esse debate, que foi o primeiro da minha vida. E foram feitas quase 10 reuniões.

Fiquei em casa, vivendo os dias mais difíceis da minha vida, à beira de uma depressão, bebendo para dormir, e acordando para beber.

Uns preferem se drogar, outros se suicidar, a minha fuga da realidade era dormir. Nunca chorei tanto em minha vida, mas escondido.

Não é tarefa fácil para um pai parecer forte diante da enfermidade grave de um filho querido e amado. Eu pensava que era um homem forte, mas agora eu conheço minhas maiores fraquezas, meus limites.

Então agora, com os resultados conhecidos, o culpado pela derrota do ex-governador e do PSDB foi Roberto Rocha? Decerto ele sabia, desde o início, do tsunami eleitoral que varreria o pleito. Decerto sabia que ainda assim, a bordo do PSDB, teria a única chance de vitória. Ele diz que foi uma exceção, num deserto de ideias. Que foi o único que discutiu propostas para o Maranhão. Pois é. Durma-se com um barulho desses.

Termino mais uma vez lembrando o poeta. “Ninguém assistiu ao formidável enterro de tua última quimera. Somente a ingratidão, esta pantera, foi tua companheira inseparável.”

E meu saudoso pai me ensinou: “Em rio que tem piranha, jacaré nada de costas”. E eu completo: Para quem está morrendo afogado, jacaré é tronco.

* Roberto Rocha é senador

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Roberto Rocha declara voto em Bolsonaro

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O senador Roberto Rocha (PSDB) declarou voto no candidato Jair Bolsonaro (PSL), no segundo turno das eleição presidencial.

Os tucanos decidiram ficar neutro na disputa, mas liberaram os seus membros e Roberto Rocha disse esperar que tanto o PT quanto o PSDB, ouçam o clamor das ruas e refaçam seus destinos.

Leia a nota na íntegra:

“Vem de um dos grandes pensadores da esquerda, Antonio Gramsci, a famosa frase que diz: “a crise consiste precisamente no fato de que o velho está morrendo e o novo ainda não pode nascer”.

O Brasil vive essa transição, para tempos ainda incertos. Mas a população já deu uma demonstração de que não aceita que o velho continue dominando a política.

Como querer que o líder de um partido comande os destinos da nação, de dentro da prisão? Como esperar que esse partido eleja os chefes dos três poderes? Esse foi o triste legado do PT, que ainda acena com brilhantes conquistas sociais, mas é incapaz de fazer uma simples autocrítica sobre os escândalos que envergonharam o País.

Nossa democracia passará o teste decisivo sobre sua solidez. Temos instituições e mecanismos para que prevaleçam todas as cláusulas jurídicas de nossa Constituição. Essa é a lição que o eleitor vem dando, ao valorizar a democracia e a alternância de poder.

Manifesto meu voto em Jair Bolsonaro, sem pedir nada em troca, mas apenas me associar à vontade geral do povo, para que brote o novo dos escombros do velho. E que os derrotados, tanto o PT quanto o PSDB, ouçam o clamor das ruas e refaçam seus destinos.”

Foto: Divulgação

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Roberto Rocha agradece acolhida nas ruas

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O senador Roberto Rocha (PSDB) que foi candidato ao governo do Maranhão se manifestou pela primeira vez após as eleições. Ele foi o quarto colocado na disputa e teve 64.446 votos (2,05%).

Roberto Rocha divulgou nota de agradecimento aos maranhenses, nesta terça-feira (9), na qual reafirma os seus compromissos com a população e diz que continuará lutando para melhorar a vida das pessoas.

Leia a nota na íntegra:

Em primeiro lugar agradeço à minha família que sempre esteve ao meu lado. Estendo os meus agradecimentos aos candidatos a deputados estaduais, federais e senadores da nossa Coligação “União e Coragem para Fazer um Maranhão Melhor”. Agradeço também aos amigos, lideranças, apoiadores, a nossa militância e ao povo maranhense pela enorme acolhida e carinho que recebi nas ruas por onde passei.

Construí essa campanha eleitoral com base em dois eixos fundamentais: preparar o Maranhão e os maranhenses. No meu Caderno de Ideias, apresentei propostas em todas às áreas, como saúde, educação, segurança pública, infraestrutura, agricultura, turismo, programas sociais e, principalmente, para o desenvolvimento socioeconômico – por meio da dinamização da atividade econômica, geração de empregos e melhoria nas condições de vida das famílias maranhenses.

Como senador da República pelo Maranhão, o nosso mandato continuará a serviço do povo maranhense, lutando sempre, como sempre fiz, para melhorar cada vez mais a vida das pessoas e do nosso País.”

Foto: Divulgação

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Candidatos votam e demonstram confiança

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Cinco dos seis candidatos ao governo do Maranhão votaram pela manhã.

A candidata Maura Jorge (PSL) foi a primeira a votar. Depois votaram Odívio Neto (Psol), Flávio Dino (PCdoB), Ramon Zapata (PSTU) e Roseana Sarney. O candidato Roberto Rocha (PSDB) que votaria pela manhã foi o último a ir à urna por volta de 15h.

Acompanhe o que os candidatos disserram:

Roberto Rocha (PSDB)

“Não tenho nenhuma dúvida que vamos para o segundo turno no Maranhão. É uma eleição difícil. Atípica. Em um país extremado. Tivemos uma única oportunidade de apresentar ideias, que foi no debate na TV Mirante. E nesse debate foi possível mostrar nossos diferenças por meio de ideias”.

Roseana Sarney (MDB)

“Expectativa boa e que a gente possa cumprir nosso dever de cidadão. Quero agradecer a todos que trabalharam comigo e que participaram de nossa caminhada. Só tenho agradecer o carinho e o afeto de todos maranhenses. Estou confiante para o segundo turno. Vamos para eleição para perdeu ou para ganhar”.

Ramon Zapata (PSTU)

“Vamos em busca de organizar nossa classe, as eleições não mudam nossa vida, o que muda é o enfrentamento de luta nas ruas. Que a gente possa se organizar no partido e em todos lugares que estivermos para mudar a cara do Maranhão, do Brasil e do mundo”.

Flávio Dino (PCdoB)

“Foi uma campanha bonita, alegre e entusiasmada em que o Maranhão claramente está dizendo que as mudanças sigam em frente. Vamos ter uma grande vitória. Estamos confiantes que o segundo governo vai ser melhor que o primeiro. Estamos muito felizes”.

Odívio Neto (Psol)

“A gente já fez nossa parte e cumpriu nosso papel de cidadão. Esperamos que até o final do dia transcorra tudo em paz. Espero que os eleitores tomem a decisão acertada e que possam consolidar nossa democracia”.

Maura Jorge (PSL)

“Quero agradecer ao povo, pelo carinho, confiança e reconhecimento do meu trabalho. Demonstrei para o Maranhão que estou preparada. O gestor tem que unir a razão e emoção. Não tem formula mágica para se governar a não ser se colocar no lugar do cidadão”.

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Ibope: Flávio Dino, 56%; Roseana Sarney, 30%

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Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (4) aponta os percentuais de intenção de voto para o governo do Maranhão. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Votos totais

Veja os números da pesquisa estimulada, considerando todas as intenções de voto, inclusive as respostas dos eleitores que se declaram indecisos ou que votariam em branco ou nulo:

Flávio Dino (PCdoB): 56%
Roseana Sarney (MDB): 30%
Maura Jorge (PSL): 4%
Roberto Rocha (PSDB): 2%
Ramon Zapata (PSTU): 1%
Odívio Neto (PSOL): 1%
Não sabe: 2%

Em relação ao levantamento anterior, divulgado no dia 19 de setembro:

Flávio Dino (PCdoB) foi de 49% para 56%
Roseana Sarney (MDB) foi de 32% para 30%
Maura Jorge (PSL) passou de 5% para 4%
Roberto Rocha (PSDB) se manteve com 2%
Ramon Zapata (PSTU) passou de 0% para 1%
Odívio Neto (PSOL) passou de 0% para 1%
Brancos/nulos foi de 7% para 4%
Não sabe foi de 5% para 2%

Veja, abaixo, o resultado da pesquisa Ibope considerando apenas os votos válidos. Para calcular esses votos são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Veja os índices:

Flávio Dino (PCdoB): 59%
Roseana Sarney (MDB): 32%
Maura Jorge (PSL): 5%
Roberto Rocha (PSDB): 2%
Ramon Zapata (PSTU): 1%
Odívio Neto (PSOL): 1%

A pesquisa foi encomendada pela TV Mirante. É o terceiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No levantamento anterior, feito entre 16 e 19 de setembro, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes: Flávio Dino (PCdoB): 49%; Roseana Sarney (MDB): 32%; Maura Jorge (PSL): 5%; Roberto Rocha (PSDB): 2%; Ramon Zapata (PSTU): 0%; Odívio Neto (PSOL): 0%; Brancos/nulos: 7%; Não sabe: 5%.

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 1.008 eleitores
Quando a pesquisa foi feita: 2 a 4 de outubro
Registro no TRE: MA-07570/2018
Registro no TSE: BR-03151/2018
Contratante da pesquisa: TV Mirante
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Leia no G1

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Prefeito pode ter respondido pergunta de Roberto

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Lembram da pergunta feita pelo candidato ao Governo do Maranhão pelo PSDB, o senador Roberto Rocha, ao candidato do PCdoB, o governador Flávio Dino, sobre a “apreensão de veículos”, durante o debate da TV Mirante ??? Pois bem, ela parece ter sido respondida pelo prefeito de Anajatuba, Sidney Pereira, coincidentemente do PCdoB, mesmo partido de Flávio Dino. (ouça aqui a conversa).

Durante o debate, Roberto Rocha perguntou três vezes ao governador: “Se o governo parou de tomar e leiloar motos e carros dos maranhenses por conta da eleição ou por conta de remorso?”, mas o comunista, de maneira covarde, silenciou.

Só que nesta semana, vazou um áudio de um prefeito do PCdoB, que pode ter respondido tal questionamento. O prefeito Sidney Pereira, de Anajatuba, foi flagrado tentando intimidar um policial militar, o sargento Roberto, pelo fato do PM ter realizado uma blitz na cidade.

Durante a gravação, o prefeito diz claramente ao sargento que o problema da realização da blitz na cidade é por conta da proximidade com o período eleitoral.

“Não me faça mais um negócio desses numa época dessa. Nós estamos a uma semana de uma eleição”, reclamou o prefeito.

O sargento Roberto reagiu duramente e afirmou que não aceitaria ser intimidado, deixando claro ainda que faria a apreensão de veículos em qualquer período, independente da eleição.

Pelo visto, como tem dito a Oposição ao Governo Flávio Dino, a suspensão da apreensão e leilões de carros e motos só foi suspensa por conta do período eleitoral, ao menos é o que deseja o prefeito do PCdoB, Sidney Pereira.

Blog do Jorge Aragão

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Ecos do debate

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Por qualquer aspecto que se analise, o governador Flávio Dino (PCdoB) perdeu o debate da TV Mirante. Perdeu por não ter tido respostas para as questões administrativas de seu governo, como obras construídas no governo Roseana Sarney (MDB) e usurpadas por ele; perdeu por trair seus aliados do PT, abrigando em seu governo – por troca de votos – parlamentares que votaram no impeachment de Dilma Rousseff (PT); e perdeu, sobretudo, pela postura “egocêntrica” – usando palavra de seu adversário Roberto Rocha – que o levou à tentativa de vender uma imagem de super gestor e a negar fatos comprovados, como a grosseria praticada com a ex-prefeita Maura Jorge em palanque, em Lago da Pedra.

Mas Dino perdeu o debate para si mesmo. Perdeu por se achar maior do que realmente é. Perdeu por desdenhar das regras, menosprezar os adversários e ignorar a capacidade de percepção do eleitor.

Da terça-feira, 2, até a conclusão desta nota – e mesmo antes de o debate terminar -, muitos memes já haviam inundado perfis de Internet e aplicativos de troca de mensagens, com aspectos do programa, notadamente charges eletrônicas e montagens cômicas da participação dos candidatos.

E como se sabe, quanto maior o número de memes, provocações e deboches a um candidato no universo de liberdade de expressão da internet, maior foi o seu fracasso nas discussões sérias. E Flávio Dino, neste aspecto, foi o campeão entre os participantes do programa da TV Mirante. Todo o seu fracasso ficou estampado em seu semblante, ao deixar a emissora acompanhado de familiares e aliados. O trato grosseiro com quem via pela frente disse tudo do seu desempenho.

Estado Maior

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Joaquim diz que Dino ‘evaporou diante das câmeras’

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O ex-deputado Joaquim Haickel comentou, nas redes sociais, o desempenho dos candidatos no debate realizado pela TV Mirante.

Para Joaquim Haickel se o debate decidisse a eleição, o governador seria Roberto Rocha.

Ele acrescentou que nunca imaginou que Flávio Dino pudesse se sair tão mal em um debate e acrescentou: “As mentiras ditas por Flávio Dino no debate de ontem foram gritantes que todos puderam ver sua máscara cair e ele evaporar em frente as câmeras”, analisou.

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Roberto Rocha ganha, Flávio Dino perde debate

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A TV Mirante realizou nesta terça-feira (2), o debate com cinco candidatos ao governo do Maranhão. Participaram do debate que teve como mediador o jornalista Fábio William, os candidatos de partidos com representação política no Congresso Nacional: Flávio Dino (PCdoB), Maura Jorge (PSL), Odívio Neto (Psol), Roberto Rocha (PSDB) e Roseana Sarney (MDB).

O candidato Roberto Rocha teve o melhor desempenho no debate. Firme e incisivo em vários momento deixou Flávio Dino sem resposta e mostrou ser conhecedor profundo os temas debatidos apresentando propostas e soluções aos temas abordados.

O governador Flávio Dino foi o grande derrotado no debate.  Exagerou no jogo dos números e quando acuado partiu para o deboche o que não é bom para nenhum candidato.  Bombardeado por Roberto Rocha procurou fugir do embate com o ex-aliado. Dino mostrou desconforto ao reclamar que o debate teve três candidatos contra ele.

A candidata Roseana Sarney logo de saída buscou o embate com o governador Flávio Dino e focou em comparar as duas gestões. Não se intimidou com o tom de deboche e respondeu à altura às tentativas de provocações de Flávio Dino.

A candidata Maura Jorge alternou bons e maus momentos. Perdeu-se um pouco nas regras do debate. Foi prá cima do governador Flávio Dino desde início e procurou aproveitar muito o debate para divulgar a candidatura de Jair Bolsonaro.

O candidato Odívio Neto mostrou que não estava no debate para ser apenas mais um. Soube com inteligência criticar o governo atual e as outras candidaturas. Aproveitou o debate para defender a classe trabalhadora e mostrou-se um bom técnico.

Blocos

No primeiro bloco, os candidatos responderam perguntas de temas livres. Maura Jorge lembrou de um episódio envolvendo o governador em um comício em Lago da Pedra no qual teve que descer do palanque do governo. A candidata Roseana Sarney perguntou para Flávio Dino sobre obras feitas no seu governo. Roberto Rocha destacou que o modelo do governo atual é igual aos que já passaram no Maranhão. Roseana disse que a saúde no Maranhão piorou e está na UTI e Odívio Neto criticou a falta de concurso público no governo. Dino respondeu e disse que realizou concurso público na saúde.

No segundo bloco, o mediador sorteou o tema meio-ambiente e Roberto Rocha fez a pergunta para Flávio Dino. O segundo tema sorteado foi transparência e o candidato Odívio Neto perguntou para o senador Roberto Rocha. No tema gestão, Roseana Sarney debateu com Maura Jorge. O Candidato Flávio Dino Perguntou para Roseana Sarney sobre infraestrutura. No último tema sorteado no bloco, Maura Jorge debateu com Odívio Neto sobre educação.

No terceiro bloco, os candidatos voltaram a debater sobre temas livres. Flávio Dino perguntou para Roseana Sarney sobre saúde e destacou o programa que vem desenvolvendo. O candidato Odívio Neto perguntou para Flávio Dino sobre a falta de reajuste de salários para os servidores públicos. Roberto Rocha perguntou para Flávio Dino sobre os dados que apontam a queda do Maranhão no ranking de competitividade. A candidata Maura Jorge criticou a situação econômica do Maranhão e debateu sobre o tema com Roberto Rocha. A candidata Roseana Sarney perguntou para Odívio Neto sobre programas sociais.

No quarto bloco, o mediador sorteou o tema funcionário público para o candidato Maura Jorge perguntar para Odívio Neto. O segundo tema sorteado foi agricultura. O candidato Odívio Neto perguntou para o candidato Roberto Rocha. Em seguida, Roberto Rocha debateu com Roseana Sarney sobre ciência e tecnologia. O quarto tema sorteado pelo mediador foi desenvolvimento e o candidato Flávio Dino perguntou para Odívio Neto. Encerrando o bloco, Roseana Sarney perguntou para Maura Jorge sobre saúde.

No último bloco, cada candidato teve 2 minutos para as considerações finais. Pelo sorteio, a ordem foi a seguinte: Odívio Neto (Psol), Flávio Dino (PCdoB), Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha (PSDB) e Maura Jorge (PSL).

Foto: Zeca Soares

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Atuação política credencia Roberto Rocha

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A longa trajetória de quase 30 anos na vida política faz do senador Roberto Rocha (PSDB) um dos nomes mais experientes e preparados para concorrer ao cargo de governador do Maranhão nas eleições deste ano. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), o tucano já foi deputado estadual, três vezes deputado federal, senador, vice-prefeito e agora está na disputa para governar o estado do Maranhão.

Nascido na capital São Luís em 1965, Rocha iniciou sua vida política cedo e, aos 26 anos, foi eleito deputado estadual, destacando-se como líder de seu partido na Assembleia Legislativa.

Em 1994, com 29 anos, o tucano foi eleito deputado federal pela primeira vez. Em 1998, foi reeleito com 80 mil votos. Em 2006, foi eleito para o cargo pela terceira vez, com a votação histórica de 140 mil votos, tornando-se o deputado federal mais bem votado da história do Maranhão.

Em 2010, foi candidato a senador pelo PSDB, na coligação “O povo é maior”, obtendo quase 700 mil votos. Já em 2012, Rocha foi eleito vice-prefeito de São Luís, na chapa de Edivaldo Holanda Júnior. Destacou-se ainda como presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Câmara dos Deputados e vice-presidente da Comissão de Orçamento da Casa.

Em 2014, foi eleito senador pelo Maranhão. Em seu histórico na Casa, o tucano tem entre seus principais projetos a criação da Zona de Exportação do Maranhão (Zema), aprovado pela Comissão de constituição e Justiça (CCJ) em junho deste ano.

A medida garante que a capital São Luís seja declarada área de livre comércio para a produção de bens a serem comercializados no exterior, gerando milhares de empregos no estado, aumento da renda da população e a diminuição das desigualdades sociais. As chamadas indústrias de transformação poderão usufruir dos incentivos aplicáveis à Zona de Exportação.

Em março deste ano, o Senado também aprovou o projeto de autoria do tucano que altera o Código de Processo Penal para que a defesa do acusado tenha acesso às provas produzidas e documentadas durante o inquérito e possa requisitar vista dos autos e requerer diligências próprias, inclusive com a garantia de suspensão do prazo do inquérito.

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