Flávio Dino: teoria e prática

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O governador Flávio Dino (PCdoB) parece mesmo estar decidido a mudar a postura em relação ao governo de Jair Bolsonaro ou pelo menos é o que parece revelar no Twitter.

Crítico severo do presidente, Flávio Dino recebeu esta semana dois ministros no Palácio dos Leões em busca de parcerias para o Maranhão.

“Nosso governo mantém o diálogo respeitoso com o governo federal, em busca de parcerias e medidas que possam ajudar o Maranhão. Nesta semana, recebemos a visita no nosso Estado do Ministro da Ciência e Tecnologia e do Ministro do Meio Ambiente”. disse.

Nas redes sociais, Flávio Dino aproveitou o espírito da Semana Santa para defender o diálogo permanente com o governo Federal.

“Divergências políticas não podem impedir o diálogo entre os entes da Federação, tampouco entre partidos e correntes de opinião diversas. Exerço meu direito de oposição, porém jamais com intolerância, desrespeito pessoal ou ódios. O Brasil precisa proteger a democracia”, afirmou.

Flávio Dino disse que mantém essa postura com prefeitos, mas que não aceita agressões pessoais.

“A mesma coisa faço aqui em relação aos municípios. Defiro cessão de funcionários para prefeituras governadas pela oposição e tenho obras em todas elas. Só considero incabíveis mentiras e agressões pessoais. Mesmo assim, mantenho as ações do governo nas cidades”, finalizou.

O problema é que Flávio Dino geralmente defende coisas bem diferentes daquilo que pratica. É sempre assim: diz uma coisa e faz outra.

Foto: Divulgação

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Edilázio é recebido pelo presidente Bolsonaro

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O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) foi recebido nesta quarta-feira (17) pelo presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), em audiência realizada ao lado dos parlamentares Aluisio Mendes (Podemos) e Pastor Gildenemyr (PMN).

No encontro, Edilázio tratou da situação das rodovias federais do estado e pediu ajuda do Governo para os municípios atingidos por enchentes no Maranhão.

“Tivemos uma reunião muito produtiva com o presidente Jair Bolsonaro. Relatamos a situação que o nosso estado vem enfrentando com relação ao descaso do Governo do Estado; pedimos ajuda aos municípios atingidos pelas enchentes e também pude relatar a situação das nossas Brs [rodovias federais] para que ele desse uma atenção. Ele [presidente] disse que irá tomar as medidas possíveis para tentar solucionar a situação das estradas”, pontuou.

Edilázio afirmou que também tratou da Reforma da Previdência e explicou o seu posicionamento pela supressão dos itens que dizem respeito ao trabalhador rural e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC).

De acordo com Edilázio, Bolsonaro assegurou empenho para atender as demandas levadas pelos deputados que integram a bancada maranhense e que participaram do encontro.  

Foto: Divulgação

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Sentindo na pele

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A notícia de que o Maranhão pode ficar fora de um pacote de ações de fomento à agricultura desenvolvido pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) reacendeu o debate sobre os constantes ataques do governador Flávio Dino (PCdoB) ao presidente da República.

Alguns aliados do comunista entendem que ele não pode ser culpado por esse tipo de retaliação. Dizem que Bolsonaro não tem o direito de punir todo um estado por conta de querelas políticas com seu governante. Estão cobertos de razão nesse ponto.

Nunca é demais lembrar, no entanto, que o governador maranhense está sofrendo na pele, agora, o que tem feito vários de seus adversários sofrerem desde 2015.

Um dos mais notórios exemplos é o da cidade de São Pedro dos Crentes. Administrada pelo prefeito Lahésio Rodrigues (PSDB), que faz dura oposição a Flávio Dino, a cidade é constantemente boicotada pelo Governo do Estado.

No mais recente dos casos, o Executivo cortou o repasse de verbas para a Saúde municipal, segundo denunciou o tucano. Mas os aliados comunistas que hoje reclamam de Bolsonaro e do possível boicote ao Maranhão, nunca levantaram um dedo em reação aos boicotes de Dino contra seus adversários em nível local.

Falando nisso

Apesar da divulgação das microrregiões do plano de agricultura sem nenhum polo no Maranhão, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, garante que o estado não será deixado de lado.

Segundo o coordenador da bancada maranhense em Brasília, deputado Juscelino Filho (DEM), o Maranhão só ficará de fora do projeto destinado ao semiárido, mas entrará em outros pacotes.

“A ministra nos afirmou que o Maranhão está incluso no programa porque ele vai abranger todo o Nordeste e apenas parte do programa será específica para o semiárido nordestino”, declarou o democrata.

Estado Maior

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Bolsonaro anuncia 13º salário no Bolsa Família

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O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) anunciou, nas redes sociais, o 13º salário aos beneficiários do Bolsa Família.

Segundo Bolsonaro, a medida será implementada após o combate às fraudes no programa.

“No passado, o PT negou no Senado o 13º para o Bolsa Família. Hoje, com árduo trabalho no combate às fraudes, como vereadores e o caso de um animal doméstico chamado gato “Billy”, recebendo indevidamente, temos meios para implementar esta medida para os verdadeiros necessitados”, escreveu no Twitter.

Durante a campanha eleitoral, o então candidato Jair Bolsonaro foi acusado de defender o fim do programna Bolsa Família.

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Maranhão, centro espacial do mundo

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Por José Sarney

A viagem do Presidente Bolsonaro aos Estados Unidos consolidou o nosso sonho de ver Alcântara como um dos grandes centros espaciais do mundo.

Quando, em 1980, iniciaram-se os estudos para a Missão Espacial Completa Brasileira, criada em 1979, eles incluíam a localização de nova base de lançamentos de foguetes, satélites e monitoramento de naves espaciais. Era Ministro da Aeronáutica Délio Jardim de Matos, meu amigo, que me disse que Alcântara, no Maranhão, estava entre os possíveis locais. Suas condições técnicas eram imbatíveis. Mais tarde o Brigadeiro Délio me procurou para dizer que tinha batido o martelo e Alcântara tinha sido escolhida.

Em 1º de março de 1983 foi criado formalmente o Centro de Lançamento de Alcântara. Era a vitória da nossa batalha. Devemos fazer justiça ao Governador João Castello, que ofereceu todo o apoio do Estado para sua construção.

Presidente da República, pude efetivar o esforço de implantação, e, em 21 de fevereiro de 1990, num dos meus últimos atos de governo, inaugurar as instalações do seu centro de operações e assistir ao lançamento de um foguete meteorológico. Foi com orgulho que apertei o botão para que subisse em céus do Maranhão. Destinei, como Presidente, os maiores recursos de nossa História ao nosso sonho espacial.

Alcântara foi escolhida. Na minha cabeça eu já via o Maranhão tendo um ITA e rivalizando com Cabo Canaveral e Kourou. Daí em diante, só tivemos decepções.

Em minha visita oficial à China, em 1988, fizemos um convênio de cooperação es­pacial, no qual estava previsto um programa de lançamentos conjuntos: os chineses lançariam um foguete em Alcântara e nós, um satélite em seu similar, o deserto de Gobi. Infelizmente, no Brasil, um governo não dá continuidade ao que o outro fez, e Alcântara ficou no esquecimento. Depois, com lágrimas e lamento, fui enterrar os corpos das vítimas da explosão do foguete brasileiro VLS-1 V03, cujo fracasso enterrou o sonho nacional de um programa próprio do CTA. Com Lula, demos um suspiro tentando um acordo com a Ucrânia, que foi uma perda de tempo e um fracasso completo.

Alcântara renasce agora, com o acordo firmado com os Estados Unidos, e vamos retomar o sonho de lançar foguetes, satélites e participar da aventura espacial do mundo. Ficar contra esse acordo seria um crime contra o Brasil, que não teve, e não tem, recursos para realizar esse sonho. Esse acordo nos dá a oportunidade de sermos referência mundial de tecnologia de ponta e de a nossa juventude entrar na modernidade.

Saudemos a ressurreição de Alcântara. Ela pode ser um grande passo para aumentar o patamar de desenvolvimento do Maranhão e participarmos do Futuro.

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Jair Bolsonaro destaca apoio de Roberto Rocha

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Nos Estados Unidos, o Presidente Jair Bolsonaro (PSL) agradeceu ao senador maranhense Roberto Rocha (PSDB) por sua participação no Acordo de Salvaguardas Tecnológicas.

Segundo o presidente Jair Bolsonaro, houve uma preocupação do senador maranhense no sentido de que o Acordo não ferisse a soberania do território brasileiro, em especial do Maranhão.

“O Brasil participa de todo o processo com cautela, mas sem cessão, restrições de acesso ou controle de Alcântara por outras nacões. Ao viabilizar Alcântara para o mundo, decolamos o Maranhão”, celebrou o senador Roberto Rocha.

Após assinatura, o Congresso Nacional precisará ratificar o acordo.

Foto: Divulgação

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Um crítico sem sentido

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O governador Flávio Dino (PCdoB) não perde qualquer oportunidade para fazer críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro. A mais recente diz respeito à Reforma da Previdência. Dino foi às redes socais para chamar de desastrosa a proposta enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional.

Sem entrar no mérito dos pontos certos ou errados da proposta de Bolsonaro, o fato é que o presidente da República atendeu aos técnicos e especialistas que preveem o cofre da Previdência vazio em poucos anos, caso as atuais regras não sejam revistas.

Aqui no Maranhão, em 2015, as previsões para o Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Fepa) já não eram das mais animadoras. Pelas regras atuais, o dinheiro do fundo não garantiria mais o pagamento dos inativos do Estado.

O que fez Flávio Dino? Nada que pudesse evitar esse problema. Pelo contrário: meteu a mão no dinheiro que estava aplicado em fundos para rendimentos e acelerou o esvaziamento do Fepa. Resultado: segundo o Tribunal de Contas do Estado (TCE), o fundo, em outubro, não terá mais dinheiro para pagar aposentados e pensionistas. Para que a folha de inativos seja mantida, o governo estadual terá de tirar dinheiro dos impostos.

Mesmo diante de um futuro bem próximo e com uma realidade muito complicada, o governador do Maranhão prefere se manter como pré-candidato à Presidência da República em 2022. Não age para evitar o pior, deixando os aposentados em uma situação que será desastrosa e, com certeza, bem pior do que a proposta do Governo Federal.

Estado Maior

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Flávio Dino volta a ‘alfinetar’ Jair Bolsonaro

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O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a alfinetar, nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro, neste 8 de março Dia Internacional da Mulher.

Flávio Dino pergunta: Onde andam os milicianos que mataram a vereadora Marielle?

E classifica como “desastrosa” a reforma da Previdência proposta por Jair Bolsonaro.

As provocações de Flávio Dino nas redes sociais a Jair Bolsonaro tem sido constantes, mas o presidente da República nunca deu a mínima ao que escreve o governador do Maranhão.

“Considero que dois temas marcam especialmente este 8 de março: a desastrosa reforma da Previdência; e a pergunta sobre onde andam os milicianos que mataram a vereadora Marielle”.

Mas será que todos os casos de violência contra a mulher que ocorreram no Maranhão período em que Flávio Dino é governador já tiveram resposta?

Fica a reflexão.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Bolsonaro e Flávio Dino divergem sobre Lei Rouanet

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) destacou nas redes sociais que a Lei Rouanet será utilizada em seu governo para apoiar projetos de artistas em início de carreira.

Segundo Bolsonaro, a Lei Rouanet vinha beneficiando “famoso” e “renomados” num projeto de poder.

“A Lei Rouanet foi usada para cooptar parte dos artistas “famosos” num projeto de Poder. Em meu Governo, sua utilidade será para artistas em início de carreira. Quanto a possibilidade de receber “renomados” que já se beneficiaram da referida, para discuti-la, não passa de piada”, destacou.

O governador do Maranhão, Flávio Dino que sempre tenta polemizar com Bolsonaro, também foi às redes sociais e afirmou que ser contra a Lei Rouanet, significa ser contra o Brasil.

“Aproveitando o ensejo do assunto Cultura, quero sublinhar que ser contra a Lei Rouanet é ser contra o Brasil, já que não existe Pátria sem o senso de origem e destino em comum – que só a Cultura pode gerar”, afirmou.

Mas Bolsonaro não disse ser contra a Lei Rouanet, disse apenas que ela não vai mais financiar “famosos” e “renomados”.

E você o que acha dessa discussão???

Foto; Reprodução/Twitter

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Flávio Dino vê ‘absurdos’ na Reforma da Previdência

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O governador Flávio Dino (PCdoB), criticou, nas redes sociais, a proposta de reforma da Previdência. O texto foi entregue pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) no Congresso Nacional.

A proposta é considerada prioridade pela equipe econômica para tentar reequilibrar as contas públicas no país nos próximos anos.

Mas segundo o governador do Maranhão “tem fortes medidas contra os mais pobres e mais frágeis”.

“Proposta de reforma da previdência do Governo Federal, infelizmente, tem fortes medidas contra os mais pobres e mais frágeis. Por exemplo, idosos pobres, trabalhadores rurais, pessoas com deficiência”, disse.

Flávio Dino disse ainda que existem dois “cavalos de tróias absurdos”.

“Além disso, há dois cavalos de Tróia absurdos: tirar regras da Previdência da Constituição e jogar em lei complementar; e a introdução do regime de capitalização, em que não há solidariedade social, base do atual sistema de repartição”, finalizou.

Foto: Divulgação

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